MITOS ISLÂMICOS

Mostrar mensagens com a etiqueta Afegão. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Afegão. Mostrar todas as mensagens

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Morta na cave por um enriquecedor cultural Afegão

Juri canadiano ficou a saber que um assassino degolou uma estudante de Toronto de orelha a orelha e queimou-a posteriormente.

Nas suas declarações de abertura, a advogada da Coroa Jennifer Stanton disse que Farshad “Shawn” Badakhshan, que por altura do assassinato tinha uma relação romântica com a vítima, encurralou Carina Petrache, de 23 anos, na cave da sua casa em Toronto ao dar início a um fogo dentro de casa.

Badakhshan, de 30 anos, declarou-se inocente de assassinato em primeiro grau, alegando que ele não era criminalmente responsável na altura visto que se encontrava a sofrer com uma desordem mental. Stanton disse que alguns dos amigos de Carina não aprovavam o seu relacionamento com Badakhshan, descrevendo-o como "ciumento e controlador".

O tribunal ficou a saber que no dia do ataque, ela tencionava ir nadar com o ex-namorado e com uma amiga.

Petrache vivia no mesmo edifício que Badakhshan, e este edíficio tinha vários quartos e vários apartamentos. Ela e ele haviam começado a namorar depois dela se ter mudado para o apartamento, mas a sua relação era "tumultuosa" visto que Badakhshan era contra o facto dela socializar com outros sem ele. Stanto afirmou que os amigos de Petrache imploraram que ela colocasse um fim ao relacionamento.

Ele "encurralou-a na cave do seu quarto", esfaqueou o seu torso e cortou a sua garganta "de orelha a orelha", afirmou a Coroa Canadiana. Ele incendiou-a mas "na luta, ele também apanhou algum do fogo". O acusado desligou o detector de fumo do andar inferior removendo as suas baterias; depois disso, 4 fogos separados foram iniciados.

A vítima ensanguentada e queimada enganou o atacante e cambaleou para os andares superiores, tendo Badakhshan, mesmo coberto com algumas chamas, seguido atrás dela.

Outro inquilino ouviu os sons de gemidos antes de ver Petrache "coberta de sangue e em chamas" à medida que ela entrava na cozinha e entrava em colapso. Badakhshan, coberto em chamas, entrou na cozinha e sentou-se numa cadeira.

O inquilino agitado tentou apagar as chamas em ambos e gritou "fogo" como forma de alertar os outros inquilinos.

O tribunal ficou a saber que Petrache morreu de ferimentos e queimaduras, que cobriram 60% a 70% do seu corpo, quando era levada ao hospital.

O acusado gravemente desfigurado perdeu a sua perna esquerda, a maior parte das suas orelhas e o seu escalpe. Quando o bombeiro perguntou à vitima que estava a morrer se alguém lhe tinha feito isto, "ela acenou em concordância", afirmou Stanton.

TorontoSun

terça-feira, 27 de agosto de 2013

O que a falta da autorização do marido pode causar à mulher maometana

Um porta-voz da polícia Afegã reportou que um homem da provícia nortenha de Kunduz baleou e matou a sua esposa por esta ter ido ao mercado sem a sua autorização. Segundo Sarwar Hussaini, o incidente ocorreu no Domingo no distrito de Chahar Dara, e o assassino, identificado apenas como Khodaidad, matou a sua esposa de 24 anos quando ela regressou das compras.

Depois da matança, Khodaidad fugiu e o seu paradeiro continua a ser uma incerteza, afirmou o porta-voz.

Apesar dos avanços sociais feitos depois da queda dos Talibã, há 12 anos atrás, os direitos das mulheres no Afeganistão continuam a ser sistematicamente abusado ou ignorados.

Em Maio último o Parlamento Afegão rejeitou a aprovação duma lei contra a violência sexual devido à oposição levantada por mais do que um partido conservador, que consideram a existência de abrigos para as vítimas de violência, entre outras coisas, como não-islâmicas.

Segundo a Comissão Independente dos Direitos Humanos do Afeganistão, entre Março de Outubro de 2012 mais de 4,000 casos de violência contra as mulheres foram registados no país, 28% mais do que o período idêntico do ano anterior.


* * * * * *

Os editores do Global Post parecem confusos em relação ao facto dos direitos das mulheres continuarem a deteriorar apesar da remoção dos Talibã. O motivo que faz com que os direitos das mulheres não sejam respeitados no Afeganistão não se centra nos Talibã, mas sim naquilo que Maomé pensava das mulheres.

Narrado por Abu Said Al-Khudri:

A dada altura, o Apóstolo de Alá dirigiu-se a Musalla (para executar as rezas) o 'Id-al-Adha e a reza Al-Fitr. Enquanto se dirigia para lá, ele passou pelas mulheres e disse: "Ó mulheres! Ofereçam esmolas porque eu vi que a maioria das pessoas no inferno eram vocês (mulheres)".

Elas perguntam, "Porque é que as coisas são assim, ó Apóstolo de Alá?"

Ele respondeu, "Vocês amaldiçoam frequentemente e são mal agradecidas aos vossos maridos. Eu nunca alguém com maiores deficiências na inteligência e na religião que vocês. Um homem cauteloso e sensível pode ser desencaminhado por algumas de vocês."

As mulheres perguntaram, "Ó Apóstolo de Alá! Em quê é que a nossa inteligência ou a nossa religião é deficiente?"

Ele respondeu,
"Não é o testemunho de duas mulheres igual ao testemunho de um homem?" Elas responderam afirmativamente.

Ele disse, "Esta é a deficiência na sua inteligência. Não é verdade que a mulher não pode rezar ou jejuar durante a sua menstruação?" Elas responderam afirmativamente. Ele disse "Isto é uma deficiência na sua religião".



Portanto, a razão que leva alguns homens maometanos a tratar as mulheres da forma que tratam prende-se com aquilo que Maomé ensinou em relação ao lugar e à natureza da mulher.


quinta-feira, 11 de julho de 2013

Porque é que o parlamento afegão não quer criminalizar a pedofilia?

O parlamento afegão rejeitou uma medida que proibiria os homens de casar com raparigas com idades inferiores a 16 anos, afirmando que tal proposta é contra a ideologia islâmica.

A medida proibiria também o costume com o nome de “baad, a práctica tradicional de vender as mulheres como forma de resolver disputas", e tornaria ilegal acusações  legais que possam ser feitas contas as vítimas de violação. No Afeganistão é comum as vítimas de violação serem acusadas de fornicação e adultério.

O presidente Hamid Karzai alegadamente deu o seu apoio às medidas, mas os opositores afirmaram que as mesmas "violam os princípios islâmicos".

O facto do parlamento ter falhado nas suas tentativas de agir em sintonia com Karzai ressalvam as divisões profundas que existem entre os políticos locais. E isto chega numa altura em que as eleições presidenciais encontram-se marcadas para Abril de 2014.

A Sky News reportou que "existem divisões entre os conservadores e os membros mais seculares da comunidade"

 Fonte

* * * * * * *
O governo afegão recusa-se a tornar ilegal a práctica de casar com crianças porque tal regulamentação violaria a Sharia.  Isto prende-se com o facto do fundador da fé islâmica ter casado com Aisha quando ela tinha menos que 10 anos:

Sahih Muslim, Livro 008, Número 3311:
'A'isha (que Allah esteja satisfeito com ela) reportou que o apóstolo de Allah (que a paz esteja com ele) casou-se com ela quando ela tinha sete anos, e que ela foi levada para sua casa como noiva quando ela tinha nove anos, e as suas bonecas estavam com ela; e quando ele (o santo profeta) morreu ela tinha dezoito anos.
Sahih Bukhari, Volume 7, Livro 62, Número 88:
Narrado por 'Ursa:
O profeta escreveu (o contrato matrimonial) com a 'Aisha quando ela tinha seis anos e consumou o casamento com ela quando ela tinha nove anos, e ela permaneceu com ele durante nove anos (isto é, até a morte dele).
Sahih Bukhari, Volume 8, Livro 73, Número 151:
Narrado por 'Aisha:
Eu costumava brincar com bonecas na presença do profeta, e as minhas amigas também brincavam comigo. Quando o apóstolo de Allah entrava (na minha casa), elas escondiam-se, mas o profeta chamava-as para virem brincar comigo. (Brincar com bonecas ou imagens semelhantes é proibido, mas tal foi permitido a 'Aisha, naquela altura, porque ela era ainda uma rapariga pequena e ainda não tinha atingido a puberdade.) (Fateh-al-Bari page 143, Vol.13)
Sahih Muslim, Livro 031, Numero 5981:
'A'isha reportou que ela costuma brincar com bonecas na presença do mensageiro de Allah (que a paz esteja com ele) e quando as suas amigas vinham a ela, elas saíam da casa porque ficavam tímidas na presença do mensageiro de Allah (que a paz esteja com ele), embora o mensageiro de Allah (que a paz esteja com ele) as enviasse a ela.

Todas aquelas acusações de "descontextualização" que nos são oferecidas quando se alude para a a pedofilia do "profeta" do islão são falsas. As fontes islâmicas confirmam que Muhammad casou-se e consumou o casamento com uma rapariga de 7/9 anos. É precisamente por isso que os políticos muçulmanos que lideram o Afeganistão não querem criminalizar a pedofilia.


terça-feira, 12 de abril de 2011

Mais um Alcorão transformado em cinzas

Queimar o Alcorão está a tornar-se uma moda um pouco por todo o lado. Se calhar só falta aqui em Portugal.

No vídeo seguinte vemos dois homens (um iraniano e um afegão) cansados de viver no século 7:

O Washington Times informa que dois homens anónimos queimaram o Alcorão como forma de protesto. O vídeo com cerca de 7 minutos e meio mostra os dois homens, com as caras obscurecidas, lendo um pequeno discurso antes de queimarem o livro sagrado dos maometanos.

Durante o discurso ele afirmam que os árabes maquinaram este livro e devido a isso, eles vivem 1400 anos atrasados.

Eles afirmam que não gostam do Alcorão e querem que o mesmo desapareça. Bem vindos ao clube.

Esperemos que Ban Kin Moon (o socialista que está a frente da ONU), Lindsey Graham (o falso republicano que prefere perder a liberdade de expressão do que ofender os muçulmanos) sejam tão vocais nas condenações tal como o foram quando Terry Jones queimou o Alcorão.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

ShareThis