MITOS ISLÂMICOS

Mostrar mensagens com a etiqueta Matança de Honra. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Matança de Honra. Mostrar todas as mensagens

domingo, 7 de dezembro de 2014

O Ocidente sob o feitiço islâmico

Por Uzay Bulut

As vozes mais sonantes do Ocidente parecem ter a sua origem junto de muitos progressistas [esquerdistas] que alegam que criticar o islão é um acto racista, intolerante, preconceituoso e islamofóbico. As injustiças, dizem eles, ocorrem em todo o mundo, e não só entre os muçulmanos ou só nos países muçulmanos. Eles prosseguem afirmando que a crítica tem as suas origens na interpretação errónea dos ensinamentos do islão. Eles chegam a afirmar que o islão respeita as mulheres, e que existem boas pessoas e más pessoas dentro do islão, tal como existem boas pessoas e más pessoas em todas as religiões.

No entanto, em apenas sete anos - entre 2002 e 2009 - a taxa de mulheres assassinadas na Turquia aumentou em 1400 porcento.[1] Para além disso, existem mais de 181,000 noivas-crianças na Turquia. [2] Quando estes números são disponibilizados por parte de autoridades estatais, os mesmos baseiam-se em estatísticas factuais, mas quando os mesmo são declarados duma maneira crítica por parte de Canan Arin - advogada e activista dos direitos das mulheres - eles passam a ser, aparentemente, um "crime".

Canan Arin, de 72 anos, é uma advogada feminista que dedicou a sua vida à luta pelos direitos das mulheres na Turquia. [3] Em Dezembro de 2013, a Antalya Bar Association convidou-a para o recém-formado Women's Rights Enforcement Centre para treinar os advogados no tópico da violência contra as mulheres. Durante o evento, ela fez um discurso em torno dos casamentos forçados de mulheres jovens, e como forma de esclarecer o seu argumento, deu dois exemplos - um do século 7 e outro do século 20. O primeiro exemplo centrava-se em Maomé, o fundador do islão, que se casou com uma menina de 7 anos. O segundo girava em torno do então-Presidente da República turca Abdullah Gul, que noivou a sua esposa quando esta tinha 14 anos, e casou-se quanto ela tinha 15 anos (em 1980).

Embora ambos os exemplos supostamente se encontrem fundamentados na verdade, falar a verdade na Turquia parece ser, actualmente, um crime. Um ano mais tarde, portanto, um mandado judicial foi emitido para a prisão de Arin, e no dia 12 de Dezembro de 2012, ela foi levada para um tribunal por "insultar os valores religiosos adoptados por uma parte da sociedade" (Código Penal Turco Artigo: 216/3) e por "insultar o Presidente" (Código Penal Turco Artigo: 299/1).

No dia 30 de Maio de 2013 o tribunal declarou a sua decisão final, que foi um adiamento do julgamento. Segundo a decisão legal, se Arin voltar a cometer um crime similar nos próximos 3 anos, e receber um castigo como consequência disso, o seu caso será re-aberto. Falando para o jornal turco com o nome de Hurriyet, Arin disse:

Se eu não abrir a minha boca durante os próximos três anos, e se não me envolver em discussões com temas semelhantes, este julgamento será ignorado. Mas esta decisão é como correr com a lebre e caçar com os cães de caça. Mas este julgamento nem deveria ter sido iniciado.

É desconcertante o facto de algum promotor de justiça considerar casar com uma criança um "valor". Segundo o Turkish Statistical Institute, só em 2012, a taxa de consentimento paternal para o casamento legal para pessoas com menos de 18 anos aumentou em 94.2%. Este aumento não está a acontecer num país dominado pela lei islâmica Sharia, mas na Turquia, o único assim-conhecido país muçulmano "secular".

Os direitos das mulheres não existem no islão; na maior parte dos países muçulmanos os direitos das mulheres não existem. Para além disso, não há liberdade de expressão nesses países, e as pessoas tornaram-se virtualmente mudas. No entanto, muitas pessoas, especialmente os assim-conhecidos progressistas, parecem encontrar desculpas sem limites para as atrocidades islâmicas contra as mulheres. Entre estas atrocidades encontram-se decapitações, apedrejamentos, violência doméstica, matanças de honra, mutilação genital feminina, desigualdade legal oficial,  prisão domiciliar, casamentos infantis, e a proibição da Arábia Saudita de permitir que as mulheres conduzam - só para listar algumas.

No entanto, as declarações que se originam nas desculpas "multiculturais" como forma de proteger as prácticas do islão fundamentalista, nunca ajudaram, e nunca irão ajudar, a emancipar as mulheres que se encontram  vergadas à misoginia islâmica, ao apartheid e à jihad sexual. De modo a que seja possível causar uma mudança positiva nos países muçulmanos, temos que ser capazes de falar abertamente e declarar a (frequentemente criminalizada) verdade em torno do que os ensinamentos e as tradições islâmicas realmente têm dentro de si.

Existe uma situação ainda mais aterrorizadora. Parece que actualmente é difícil falar abertamente do islão fundamentalista nos países Ocidentais, em parte graças ao enfeitiçamento perigoso dos progressistas Ocidentais, e das feministas que romantizam o islamismo. As mulheres do mundo islâmico precisam desesperadamente da voz dos progressistas e das feministas Ocidentais. Mas quando se trata de neutralizar questões cruciais em torno da violência islâmica, os progressistas Ocidentais são infinitamente criativos. Conhecidas por um crescente número de mulheres como "Desculpas para o Abuso", estas incluem:

1. Criticar o islão é racista e revela "intolerância", "fanatismo", e "islamofobia."

Para que fique registado, o islão não é uma raça. Mais ainda, se por acaso se discutem os violentos e misóginos ensinamentos do islão, isto não significa ódio ou intolerância para com os muçulmanos mas sim para com a violência e a misoginia. Para além disso, esta discussão significa que existe uma preocupação para com as mulheres muçulmanas, que não se quer que eles sejam forçadas a encontrar quatro "testemunhas" masculinas para provar que foram violadas, e que não se quer que elas sejam punidas como adúlteras por parte dos tribunais islâmicos se por acaso os violadores não confessarem o crime.

Mais ainda, discutir os ensinamentos violentos e misóginos do islão significa que se acredita que o testemunho das mulheres nos tribunais, ou a sua herança, deve ser igual aos dos homens; que não queremos que elas sejam vítimas de matanças de honra ou forçadas pelos membros familiares a casar enquanto são crianças; e que não queremos que os seus maridos tenham permissão para lhes agredir impunemente.

Isto significa também que queremos que os seus filhos cresçam e sejam adultos honestos, informados, cheios de amor pela vida e pelos seres humanos, e que possam lutar em prol dos direitos e das liberdades que nunca podem ser tidas como garantidas - todas elas obtidas como resultado de guerras antigas, batalhas e movimentos sociais. 

Significa que não queremos que os seus filhos sejam homens-bombas que se explodem em autocarros, ou pessoas que vendem e compram mulheres, ou pessoas que matam as irmãs por não usarem o hijab. Finalmente, isto significa também que não queremos que as crianças se casem com a idade de 7 anos, especialmente com homens que nunca conheceram, nem que sejam hipócritas que digam coisas como "O islão significa paz" como forma de se defenderem todas as vezes que um muçulmanos comete um crime justificado através da proclamação de crenças islâmicas.

2. "As injustiças contra as mulheres ocorrem em todas as partes do mundo, e não só contra os muçulmanos ou só nos países muçulmanos."

Se a opressão das mulheres encontra-se enraizada na cultura, não seria benéfico perguntar "O que é que torna esta cultura tão misógina?"

O que é o progressismo se os seus objectivos não incluem ajudar a emancipação das mulheres da opressão islâmica, tais como as matanças de honra, casamentos infantis, apedrejamentos, flagelações e o castigo das vítimas de violação (ao mesmo tempo que se deixam em liberdade os violadores) - tudo coisas que são colocadas em práctica nos países muçulmanos, em conformidade com os ensinamentos islâmicos, alegadamente para "proteger" e "respeitar" as mulheres, e mantê-las "puras", mas mais provavelmente para manter as mulheres no seu lugar?

3. "Isto que estamos a ver não é o verdadeiro islão; o islão foi 'sequestrado'."

O problema com esta afirmação é que o islão realmente ensina que a mulher vale menos que o homem. Muitos ensinamentos islâmicos são misóginos - desde o uso do véu; o facto de serem precisos 4 homens para provar uma violação; as leis da herança; o valor do testemunho nos tribunais; as regras de casamento e re-casamento; o "direito" dos homens poderem ter até quatro mulheres; o facto deles poderem espancar as esposas; e assim por diante.

Se os progressistas e as feministas Ocidentais se preocupam com as suas irmãs muçulmanas, eles têm que protestar contra a raiz destas injustiças: os ensinamentos islâmicos.

No entanto, muitos progressistas nem parecem querer aprender mais sobre esses ensinamentos, muitos menos falar neles. É provável que eles temam que, se passarem a conhecer mais, eles possam ter mesmo que falar contra os mesmo. Ou talvez eles permaneçam calados devido à sua inércia ou indiferença. Mas se no Ocidente tudo o que lhes preocupa é a sua (compreensível [ed: não é "compreensível"]) habilidade de poderem fazer abortos e receberem o mesmo salário pelo mesmo trabalho, então elas falharam ao não se aperceberem das consequências da teocracia [islâmica] sobre todos - não só sobre as mulheres.

Se eles querem ficar mais informados, eles podem tentar ler os versículos do Alcorão que se focam na mulher, e olhar de passagem para a literatura hadith e sunnah - tudo fontes facilmente acessíveis através da internet. Só então - se eles realmente querem educar a próxima geração com valores humanitários, justiça igual à luz da lei, e respeito pelos direitos humanos - eles podem educar os outros em torno desses ensinamentos, fundamentando as suas opiniões no conhecimento e não no wishful thinking.

O escritor Pat Condell afirma:

Se por acaso vocês acomodarem a misóginia islâmica, vocês dão-lhe legitimidade e convidam-na para a vossa vida e para a vida dos vossos filhos....porque ela caminha na vossa direcção. Vocês garantem também  que as mulheres no Paquistão e na Arábia Saudita, que são espancadas diariamente, continuem a ser espancadas e tratadas como propriedade, tal como as suas filhas e netas continuem a ser tratadas desta forma.

4. "Isto não se centra no islão. Os crimes foram cometidos e são cometidos em todos os lugares através da História."

O mundo não é um paraíso, mas se no Ocidente as causas económicas, políticas e sociais das injustiças são livremente discutidas, porque é que as causas religiosas, ou islâmicas, se encontram fora do âmbito de discussão?Em muitos países muçulmanos, onde só o islão - e não as pessoas - têm a permissão para sobreviver, tais discussões são impossíveis sem se correrem riscos extremos. Até mesmo na Turquia, considerada por muitos como um dos países muçulmanos mais "liberais", se por acaso alguém se atreve a criticar os ensinamentos do islão, pode ser morto, preso, atacado, exposto a campanhas de linchamento social e psicológico, levado a tribunais e ser condenado com penas de prisão.

Os progressistas são contra o supremacia e a hegemonia? Então porque é que eles ficam cegos perante à supremacia e opressão islâmica? Por exemplo, em Gaza, por quem muitos progressistas Ocidentais alegam ter tanta empatia, as mulheres são sistematicamente assassinadas em matanças de honra, e o governo do Hamas não as protege. O juiz dum tribunal de apelação chamado Ziad Thabet disse ao Al-Monitor que "durante o seu tempo na judiciária, ele havia reparado que os réus acusados de matanças de honra normalmente recebiam penas leves; o mais grave eram três anos de prisão.... Penas perpétuas ou penas capitais nunca eram levadas em conta."

A Al Jazeera também reportou que o número das assim chamadas "matanças de honra" na Palestina duplicaram em 2013 em comparação com o ano anterior. Durante os últimos 3 anos, o número de mulheres mortas aumentou todos os anos.

Será que as feministas Ocidentais não se podem manifestar contra o grupo terrorista Hamas e em favor das mulheres de Gaza que não se podem defender a elas mesmas devido ao medo duma represália? Ou será que isto não seria tão prazeroso como condenar Israel, o único país do Médio Oriente onde as mulheres muçulmanas têm de facto os mesmos direitos? Ou será que estes progressistas só podem repetir propaganda tais como, "As mulheres Palestinas encontram-se expostas à matança de honra por parte de Palestinos enfurecidos devido à ocupação Israelita"?

5. "Nem todos os muçulmanos são iguais. Existem bons muçulmanos e maus muçulmanos, tal como existem boas pessoas e más pessoas em todas as religiões."

Antes de mais nada, muito obrigado por esta descoberta genial. Mas de que forma é que isto pode reduzir a violência islâmica que ocorre em todo o mundo?

É claro que existem muitos bons muçulmanos, cujos valores morais não se conformam literalmente aos ensinamentos islâmicos mas incluem valores humanitários. Eles não levam a cabo guerras contra outras religiões e nem tentam forçar as pessoas a submeterem-se ao islão. No entanto, aos olhos dos jihadistas e dos islamitas, que de facto vivem segundo a mais rigorosa interpretação da doutrina islâmica, esta qualidade dos muçulmanos bons faz deles "maus muçulmanos".

6. "Todas as religiões são essencialmente iguais."

Bem, isto não é verdade. Os valores Bíblicos são muito mais benignos que os islâmicos, e eles são geralmente mais descritivos e que prescritivos. Para além disso, as partes mais violentas há muito que foram deixadas de lado. Por exemplo, para além do islão, nenhum outra religião ensina que aqueles que insultam ou abandonam a fé seja morto (ver suras 6:93, 33:57, 33:61).

Segundo Human Rights Activists News Agency, no dia 24 de Setembro, e depois de ter sido considerado judicialmente culpado por "heresia"  e por ter "insultado o Profeta Jonas", o psicólogo Iraniano Mohsen Amir Aslani, de 37 anos, foi enforcado numa prisão perto da cidade de Karaj, a Ocidente do Teerão. Aslami, segundo se sabe, havia dado aulas religiosas onde ele havia disponibilizado as suas interpretações do Alcorão. Aparentemente, numa dessas aulas ele disse que Jonas nunca poderia ter sobrevivido ao tempo que passou dentro da barriga do peixe gigante; segundo reportado pelo site da Iran Wire, esta foi  a declaração que levou à acusação de ter insultado o profeta Jonas.

Quanto tempo mais terá que passar até que o islão seja reformado ou re-interpretado? Quantas pessoas terão que morrer ou ser escravizadas até que tal aconteça? Quantos muçulmanos têm o livre arbítrio ou a coragem de fazer? Será que os islamitas chegarão a permitir que eles o façam sem ameaçar uma retaliação? Será que os islamitas estão tão inseguros em relação à possibilidade de sobrevivência do que pregam - tal como o Alcorão ensina, "sem compulsão" - que eles nem podem tolerar um único comentário em relação a um dos seus profetas?

O que os progressistas e as feministas do Ocidente estão a fazer em prol do politicamente correcto - ou em prol do bem intencionado, mas equivocado "multiculturalismo" - nada faz para ajudar as mulheres muçulmanas. Pelo contrário, o "politicamente correcto, o silêncio, ou a enumeração de desculpas como formas de ilibar as atrocidades causadas pelo islão, só agravam o sofrimento das mulheres que se encontram no mundo islâmico.

Se os progressistas realmente querem proteger os muçulmanos, eles não podem atingir este objectivo "protegendo" o islão da crítica. Se uma pessoa é chamada de "racista" ou "islamofóbica", a consequência é que estas acusações são acusações que os intimidadores usam como forma de silenciar as pessoas com quem não estão de acordo. Os verdadeiros islamofóbicos são aqueles que rebaixam, abusam e matam os seus companheiros muçulmanos.

A pior coisa que qualquer progressista ou feminista do Ocidente pode fazer perante o sofrimento causado pelos ensinamentos islâmicos é permanecer no seu silêncio.


* * * * * * *
Embora possa parecer paradoxal a aparente contradição na maneira como os esquerdistas Ocidentais lidam com a violência contras mulheres no Ocidente, e a violência contra as mulheres nos países islâmicos, a realidade dos factos é que não há qualquer motivo para se assumir que isto seja um "erro" ou um "esquecimento" genuíno. O que as pessoas têm que levar em conta é que os esquerdistas odeiam a civilização Ocidental mais do que eles se preocupam com as mulheres.

Consequentemente, confrontados com a genuína violência que a mulher muçulmana sofre nos países islâmicos, o tradicional esquerdista Ocidental coloca o seu chapéu multicultural, e lança fora o seu chapéu feminista.

Para o esquerdista comum, o islão é uma arma muito mais forte no ataque à civilização Ocidental do que o feminismo, e como tal, as mulheres esquerdistas foram condicionadas e programadas para dirigirem todas as suas críticas ao homem branco, deixando de lado os actos muitos-mais-bárbaros cometidos pelos homens não-brancos. Por isso é que o facto duma mulher receber um piropo no Ocidente é "muito mais grave" do que o facto dos muçulmanos estarem a cometer imensos actos de abuso sexual contra as mulheres Nórdicas.

Como já afirmado várias vezes por várias pessoas, o esquerdismo é uma ideologia contra o Ocidente, e não em favor das minorias étnicas, das mulheres, dos homossexuais ou em favor de qualquer outro "grupo protegido".

[2] Segundo os dados do Turkish Statistical Institute de 2012.
[3] Arin co-fundou a Purple Roof-Women's Shelter Foundation, a Association for the Support of Women Candidates e a Women's Rights Enforcement Centre da Istanbul Bar Association. Entre 1994 e 1997, ela trabalhou como perita na violência contra a mulher para a Comissão do Conselho Europeuu...

sábado, 5 de julho de 2014

A letal "honra" islâmica

Casal, que havia contraído matromónio recentemente, e originário do nordeste do Paquistão, morreu de uma forma horrível vítima de um ataque por parte da família da noiva. Segundo o oficial policial do Punjab Mohammad Ahsanullah, o casal, identificado como Sajjad Ahmed, de 26 anos, e Muawia Bibi, de 18, havia sido casado por um tribunal Paquistanês no dia 18 de Junho deste ano contra a vontade da família de Bibi.

Na Quinta Feira, o pai da noiva e os seus tios atraíram o casal de volta para a povoação de Satrah, na província de Punjab, onde Ahsanullah disse que o casal foi amarrado e decapitado. Apesar de inexistência de testemunhas, os membros da família entregaram-se às autoridades e encontram-se agora no distrito de Sialkot no Punjab.

Tais matanças normalmente são causadas pelas tradições tribais islâmicas do Paquistão e normalmente ocorrem em zonas rurais onde quer que existam muçulmanos. Os activistas dos direitos humanos afirmaram que as pessoas que testemunham estes actos, incluindo a polícia, normalmente não interferem porque tais matanças são consideradas "assuntos de família".

Segundo as Nações Unidas, cerca de 5,000 mulheres são anualmente mortas por motivos de honra. No entanto, os grupos que militam pelos direitos das mulheres afirmam que o número de crimes de honra é maior do que aquele que é reportado. Segundo a comissão dos direitos humanos do país, durante o ano passado 869 mulheres foram vítimas de matança de honra no Paquistão

Antes deste assassinato, e também em Junho, Saba Masqoood, de 18 anos, foi deixada como morta dentro dum saco num canal do Paquistão, com ferimentos causados por um ou mais armas de fogo.

Ela acusou o pai e o irmão de terem disparado contra ela visto eles não aprovarem o seu casamento com um vizinho. Ela sobreviveu mas outras não têm tanta sorte.

Durante o mês passado, a morte duma mulher paquistanesa grávida causou comoção em todo o mundo. Farzana Parveen, de 25 anos, foi atacada com tijolos por cerca de 20 pessoas, incluindo membros familiares próximos.

Depois disto, o seu marido, Mohammad Iqbal, disse à CNN que ele havia morto a sua primeira esposa há seis anos como forma de poder casar com Parveen.

Modificado a partir do original: http://cnn.it/THep56

* * * * * * *
Não são as "tradições tribais" e nem os "costumes culturais" que causam a matança de honra visto que estes crimes ocorrem na Irlanda, em Inglaterra, no Canadá, na Suécia, na Índia, e, tal como visto, no Paquistão. O que une todas estas mortes não é a "tradição cultural" ou "tribal" mas sim a religião islâmica.

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Rania Alayed era demasiado ocidental para o marido

Muçulmana de Manchester, mãe de três crianças, foi assassinada pelo seu marido por se ter tornado "demasiado ocidental" e por ter "estabelecido uma vida independente". Rania Alayed, de 25 anos, desapareceu em Junho último mas o seu corpo nunca foi encontrado. Ahmed Al-Khatib admitiu ter causado a sua morte, alegando ter sido "possuído por um espírito", causando que ela tropeçasse, caísse e batesse com a sua cabeça. Al-Khatib, de 35 anos e proveniente de Gorton, e o seu irmão Muhaned Al-Khatib, de Salford, negam o assassinato.

Foi afirmado perante o juri do "Manchester Crown Court" que Rania Alayed, de origem Síria, foi deixar as suas crianças ao apartamento do acusado, onde se crê que tenha sido o local onde ela foi assassinada. Muhaned Al-Khatib, de 38 anos, deixou o local com as crianças cerca de 45 minutos mais tarde e pouco depois, Ahmed Al-Khatib saiu, usando as roupas tradicionais de Rania e tendo na mão uma mala contendo o corpo dela.

Muhaned Al-Khatib afirmou não ter estado presente durante o período em que qualquer tipo de violência foi levada a cabo contra Rania Alayed, para além de ter afirmado não ter qualquer tipo de responsabilidade pelo seu assassinato. Crê-se que nas primeiras horas do dia seguinte, os dois irmãos, juntamente com outro parente deles, tenham levado o corpo dela de Manchester para o North Yorkshire onde ela foi enterrada.

A acusação disse ao júri que a mãe de três, proveniente de Cheetham Hill, vivia "com medo do marido", e "acreditava que um dia desses ele a mataria". Foi dito que ela buscou a ajuda da "Citizens Advice Bureau", da policia e, por fim, a ajuda dum solicitador, coisa que, segundo o que foi dito ao tribunal, enervou a família do marido. 

Tony Cross QC, advogado de acusação, disse:

A família dos acusados sentiu-se insultada quando ela foi pedir a ajuda da polícia. Eles queriam-na, bem como os filhos dela, de volta para o seio familiar visto serem de opinião que ela havia estabelecido uma vida independente, provavelmente com outro homem. Logo, foi determinado que ela deveria ser forçada a obedecer ou ser morta.

Tony Cross acrescentou que aos olhos do seu marido, ela "havia-se tornado demasiado ocidental, para além de ter amigos de ambos os sexos. Isto foi demais para o primeiro dos acusados".



domingo, 4 de maio de 2014

Muçulmano corta pescoço da filha por motivos de honra

Muçulmano de Nishtar Colony matou a sua filha de 22 anos em nome da honra.

O assassino ainda continua fugido mas a polícia já registou o caso jurídico acusando-o de assassinato, levando desde já a cabo mais investigações. 

Muhammad Rasheed cortou o pescoço da sua filha Shahida quando ambos se encontravam na sua casa perto de "Dolam Stop" em "Nishtar Colony".

Shahida foi levada apressadamente para o hospital mas morreu a caminho.

A família disse aos investigadores que a falecida tinha um relacionamento com um homem.

A polícia entregou o corpo à família depois da autópsia. As investigações prosseguem.

sábado, 5 de abril de 2014

A sociedade inglesa sob a maldição do politicamente correcto

Uma reportagem da ITV News Tyne Tees revelou que a violência fundamentada na honra e os casamentos forçados dentro das comunidades por todo o Nordeste da Inglaterra não são reportados porque as vítimas não querem ser classificadas de "racistas". A violência baseada na honra é uma forma de violência doméstica que ocorre quando as vítimas, maioritariamente mulheres, são castigadas (normalmente pelos parentes) quando envergonham a família.

Claire Phillipson da "Wearside Women in Need" disse que embora o número de pessoas que entram em contacto com ela pedindo ajuda seja alarmante, o mais alarmante é o número de pessoas que não entram em contacto com ela:

Não tenho dúvidas nenhumas de que por todo o Nordeste [da Inglaterra] inglesas da primeira, segunda e da terceira geração estão a ser forçadas para dentro de  casamentos. As escolas e as comunidades não dizem nada porque temem ser classificadas de "racistas" ou "islamofóbicas". Eles pura e simplesmente não sabem onde é que a linha divisória entre cultura, religião e direitos humanos deve ser traçada.

Segundo a "Domestic Violence London", o abuso não é só levado a cabo por homens:

Por vezes, mulheres da mesma família irão apoiar, incitar ou prestar assistência. Não é fora do comum os jovens serem seleccionados para levar  a cabo o abuso como forma de proteger os membros mais velhos da família. Por vezes são usados assassinos contratados e caçadores de recompensas.

Uma das mulheres entrevistadas pela ITV explicou que ela havia sido enviada para o Paquistão para se casar com um homem muito mais velho que ela:

A minha família disse que me mataria, que disparariam contra mim. Isso é o que aconteceria se eu não o fizesse. Quando eu disse que não o faria, o meu irmão e a minha irmã tentaram que eu tocasse em tomadas eléctricas com as minhas mãos molhadas como forma de eu morrer electrocutada e parecer que havia sido um acidente.

Segundo o Halo Project, existem pelo menores 12 matanças de honra por ano que não são reportadas à polícia. Isto não leva em conta as imensas pessoas que são levadas para o estrangeiro cujo o paradeiro é desconhecido.

Fonte

* * * * * * *

As matanças de honra, os casamentos forçados, a mutilação genital feminina, as violações e os abusos de raparigas não-maometanos, e outras consequências dos ensinamentos de Maomé, estão a florescer um pouco por toda a Europa. Mas o que nós ouvimos falar é só a ponta doo iceberg daquilo que realmente está a acontecer; as vítimas, os conselheiros e os líderes estão com tanto medo de serem chamados de "racistas", "intolerantes", "fomentadores de ódio", e "islamofóbicos" que eles escolhem não reportar os casos de abuso.

Estas coisas são o verdadeiro fruto da demonização que é feita a qualquer pessoa que se oponha à misoginia de Maomé. Um dos principais propósitos das organizações maometanos ocidentais é manter os críticos e as vítimas da Sharia calados, de modo a que a opressão prossiga sem que haja quem  lhe faça frente.

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Morta na cave por um enriquecedor cultural Afegão

Juri canadiano ficou a saber que um assassino degolou uma estudante de Toronto de orelha a orelha e queimou-a posteriormente.

Nas suas declarações de abertura, a advogada da Coroa Jennifer Stanton disse que Farshad “Shawn” Badakhshan, que por altura do assassinato tinha uma relação romântica com a vítima, encurralou Carina Petrache, de 23 anos, na cave da sua casa em Toronto ao dar início a um fogo dentro de casa.

Badakhshan, de 30 anos, declarou-se inocente de assassinato em primeiro grau, alegando que ele não era criminalmente responsável na altura visto que se encontrava a sofrer com uma desordem mental. Stanton disse que alguns dos amigos de Carina não aprovavam o seu relacionamento com Badakhshan, descrevendo-o como "ciumento e controlador".

O tribunal ficou a saber que no dia do ataque, ela tencionava ir nadar com o ex-namorado e com uma amiga.

Petrache vivia no mesmo edifício que Badakhshan, e este edíficio tinha vários quartos e vários apartamentos. Ela e ele haviam começado a namorar depois dela se ter mudado para o apartamento, mas a sua relação era "tumultuosa" visto que Badakhshan era contra o facto dela socializar com outros sem ele. Stanto afirmou que os amigos de Petrache imploraram que ela colocasse um fim ao relacionamento.

Ele "encurralou-a na cave do seu quarto", esfaqueou o seu torso e cortou a sua garganta "de orelha a orelha", afirmou a Coroa Canadiana. Ele incendiou-a mas "na luta, ele também apanhou algum do fogo". O acusado desligou o detector de fumo do andar inferior removendo as suas baterias; depois disso, 4 fogos separados foram iniciados.

A vítima ensanguentada e queimada enganou o atacante e cambaleou para os andares superiores, tendo Badakhshan, mesmo coberto com algumas chamas, seguido atrás dela.

Outro inquilino ouviu os sons de gemidos antes de ver Petrache "coberta de sangue e em chamas" à medida que ela entrava na cozinha e entrava em colapso. Badakhshan, coberto em chamas, entrou na cozinha e sentou-se numa cadeira.

O inquilino agitado tentou apagar as chamas em ambos e gritou "fogo" como forma de alertar os outros inquilinos.

O tribunal ficou a saber que Petrache morreu de ferimentos e queimaduras, que cobriram 60% a 70% do seu corpo, quando era levada ao hospital.

O acusado gravemente desfigurado perdeu a sua perna esquerda, a maior parte das suas orelhas e o seu escalpe. Quando o bombeiro perguntou à vitima que estava a morrer se alguém lhe tinha feito isto, "ela acenou em concordância", afirmou Stanton.

TorontoSun

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Homem irlandês converte-se ao islão e o previsível acontece

O irlandês James Dunleavy, de 40 anos e um convertido ao islamismo, foi declarado culpado de ter assassinado a sua mãe Philomena, de 66 anos, cortando o seu corpo e enterrando-a numa cova rasa. Ele foi ordenado a ficar preso no "State Hospital" em Carstairs antes de regressar ao tribunal em Abril para a sua sentença.

Ficou-se a saber agora que Dunleavy pode ter feito uma interpretação errado do Alcorão, e ter morto a sua mãe numa matança de honra depois dela se ter divorciado do seu pai.

Ah, sim, claro; ele fez uma "interpretação errada. É incrível a quantidade de maometanos que fez "interpretações erradas" do seu próprio livro sagrado e das Tradições do "profeta". Nós sabemos que são "interpretações erradas" porque os ocidentais nos dizem que o são. Os muçulmanos que levam a cabo matanças de "honra" podem justificar os seus actos citando verso atrás de verso do Alcorão, mas a elite ocidental já determinou que "não há nada no Alcorão que promova essas prácticas".

Mohammed Razaq, que era o dono da loja imediatamente por baixo do apartamento de James Dunleavy em Edimburgo, tornou-se seu amigo depois dele se mudar para a Escócia, e ajudou Dunleavy a converter-se ao islão. Razaq acredita que o assassino sentia que a sua mãe havia traído a família ao abandonar o seu pai para ir viver com outro homem.

Acho que foi uma matança de honra: ele estava a tentar proteger a honra da sua família.

Outra fonte acrescentou:

O James estava bem obcecado em relação ao islão. Ele foi educado como Católico mas um dia decidiu que se haveria de converter ao islão. 

Não posso dizer que ele a matou porque se converteu, mas sei que ele acreditava de forma vincada na moral do Alcorão e estava furioso com o facto da sua mãe deixar o seu pai por outra pessoa. Ele via isso como adultério e como consequência tiveram uma discussão acalorada em torno disso.

Ele encontrava-se muito mas muito sério em torno disso. A sua fé era muito importante para ele e ele rezava cinco vezes por dia.,.

Fonte

* * * * * * *

Impressionante como os maometanos nâo têm problemas nenhuns em mostrar como as matanças de honra são consequência da "moral" islâmica, mas os ocidentais acham que não.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

O assassinato de Thamar Zeidan

Dormindo calmamente na sua povoação da Samaria e Judeia, Thamar Zeidan não ouviu o seu pai aproximar-se. Esmagado pela pressão social e pelo peso dos costumes islâmicos, Munther dirigiu-se à sua filha adormecida, colocou as suas mãos à volta do seu pescoço e só parou de apertar quando sentiu que a vida de Thamar havia chegado ao fim.

Os crimes de honra são alvo de pouca discussão na sociedade Palestina, mas a mãe e a irmã de Zeidan vieram a público ressalvar este caso, e revelar a intensa pressão que o pai de Zeidan se encontrava para levar a cabo o crime.

Numa petição que foi amplamente divulgada na sua povoação (Deir Al Ghusun), membros da família fora do círculo doméstico acusaram Thamar de ter levado a cabo "actos vergonhosos e escandalosos".

Essa petição exigia ao pai de Thamar que "repusesse a moral cultural e religiosa dentro da sua família" e a mesma foi postada em cinco mesquitas locais durante as rezas de 6ª-Feira - havendo sido assinada por mais de 50 parentes, incluindo Abed Al-Rahman Zeidan, um legislador palestino. A mãe de Thamar afirmou o seguinte:

O meu marido estava sob intensa pressão. A família queria nos banir da Cisjordânia [Judeia e Samaria] e algumas haviam já começado a espalhar o rumor de que o meu marido não se encontrava na plena posse das suas faculdades mentais.

Segundo Laila Zeidan, reagindo às exigências de restaurar a honra da família, o seu marido matou a sua filha.

O meu marido é um homem pacífico e isto está totalmente fora da sua maneira de ser, mas a pressão era demasiado intensa.

Durante o ano de 2013 ocorreram 27 "matanças de honra" na Palestina, comparados com os 13 do ano prévio.

Fonte

* * * * * * *
Os políticos, os média e as organizações islâmicas ocidentais asseguram-nos que as matanças de honra em nada estão relacionadas com o islão, apesar de 91% das matanças de honra serem feitas por . . . muçulmanos. Mas se as matanças de honra são assim tão fora da teologia islâmica, porque é que os muçulmanos não se revoltam contra esta práctica? A resposta é por demais óbvia: os muçulmanos sabem que o islão sanciona as matanças de honra e como tal, eles nada podem fazer contra essa práctica.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

O fogo islâmico causa mais vítimas inocentes

Muçulmano que matou a esposa depois de ter pegado fogo à casa como forma de impedir que a sua filha se casasse com um homem que ele não aprovava, foi hoje considerado culpado [ed: 30 de Outubro]. Mohammed Riaz Inayat, de 56 anos, ficou irritado quando a sua filha, Kalsoom Bibi, lhe disse que planeava mudar-se para o Dubai e casar-se com um polícia. Ele disse que ela havia trazido "desonra para a família" pouco antes de despejar galões de gasolina sobre a casa familiar e ter ateado fogo.


Na noite de 7 de Abril Inayat matou a sua esposa e causou a que as suas 3 filhas ficassem feridas como consequência do fogo que demorou segundos a envolver a casa. Naika morreu de envenenamento com monóxido de carbono e uma das filhas, Saimah (16 anos), que sofreu queimaduras na ordem dos 50%, saltou duma janela partida do quarto. Ele foi considerado culpado de ter assassinado a sua esposa mas foi ilibado de ter tentado matar as suas 3 filhas.

Durante o julgamento, o tribunal ficou a saber como foi que o pai-de-seis encharcou sete partes da sua casa com gasolina por volta das 5 da manhã, enquanto todos dormiam, poucas horas antes de Kalsoom Bibi, de 28 anos, viajar para o Dubai para se casar com o oficial policial.

Depois de inicialmente ter dito à policia que o fogo havia sido iniciado por um "gangue liderado por uma mulher de meia idade", ele admitiu a culpa na acusação de assassínio.

Philip Bennett QC, advogado de acusação, disso o seguinte ao tribunal:

Para o acusado, um casamento baseado no amor não era apropriado. Ele era tradicional nas suas crenças e o casamento teria que ser combinado.

A senhorita Bibi, que era já divorciada dum casamento arranjado pelo pai, conheceu o polícia em 2011 mas teve que viajar em segredo para o Dubai para o ver. Quando a família descobriu o affair em Dezembro último, eles desaprovaram-no e, segundo o que foi dito ao júri, o pai tornou-se cada vez mais zangado e irritado.

Kalsoom Bibi, que trabalha para a World Duty Free, disse o seguinte ao tribunal:

Ele disse-me que me mataria e que me envenenaria se eu me casasse com ele. Ele disse que eu traria desgraça à família. Ele não estava contente com o que estava a acontecer  e eu entendo que ele estivesse pouco feliz com isto porque ele nunca tinha conhecido o homem. Demorou muito tempo até ele aceitar, mas no final, ele lá aceitou porque viu que era o que eu queria.

Na noite do fogo, Bibi acordou e viu chamas a aparecerem por baixo da porta do quarto.

Enquanto a esposa, as 3 filhas e um amigo da família dormiam no andar superior, Inayat usou gasolina como acelerador tanto no andar superior como no inferior da casa familiar, pegando fogo ao edifício e encurralando a família no andar superior. Os vizinhos chamaram os serviços de emergência e tentaram em vão salvar os ocupantes da casa. As três filhas e o amigo da família saltaram da janela dum quarto do primeiro andar, o que causou a que alguns ossos se tivessem partido.

Quando os bombeiros chegaram ao local, entraram dentro da casa só para encontrar o corpo da esposa morto num dos quartos do andar superior. Ela havia morrido como consequência da inalação de fumo. Kalsoom Bibi sofreu um braço partido e 3 vértebras partidas depois de ter saltado da janela do terraço da sua casa em  Tyseley, Birmingham.

Inayat, que é original do Paquistão, disse ao júri que ele tentou tirar a sua própria vida nessa noite usando 3 facas de cozinha. Depois disso, ele disse que tentou usar cordas eléctricas à volta do seu pescoço antes de entornar petróleo nele mesmo.

Depois do veredicto, Zafar Siddique, Vice-Procurador-Chefe da Coroa do "West Midlands Crown Prosecution Service" [CPS], disse:

Crimes cometidos supostamente para defender a honra familiar não serão tolerados na nossa sociedade e hoje, a condenação de Mohammed Inayat demonstra isso mesmo.

A violência baseada na honra e os casamentos forçados centram-se no policiamento masculino em relação ao comportamento feminino. Isto pode incluir direitos fundamentais como a escolha do parceiro, como no caso de hoje, e este abuso pode escalar de modo assustador de comportamento controlador para o assassínio. 

Inayat cometeu um crime horrendo, crime esse que ele levou a cabo porque ele foi incapaz de aceitar o facto da sua filha ser ir casar com alguém que ela amava e com quem queria passar o resto da sua vida. Ele sentiu que isto trazia desonra à família e a ela, mas a condenação de hoje demonstrou que a vergonha só ele é que a vai carregar.

A CPS não deixará de impedir a violência baseada na honra. Isto é um abuso fundamental dos direitos humanos e como tal, não deve ser tolerado por qualquer sociedade civilizada.

Os nossos pensamentos encontram-se hoje junto da família e dos amigos de Naika Inayat

Fonte: http://ow.ly/qqCML

* * * * * * *
A palavra que melhor poderia descrever o comportamento de Inayat foi cautelosamente deixada de fora: islão.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Queimada viva pelo pai por ter se encontrado com noivo

Um pai de família no Iêmen queimou sua filha de 15 anos viva apenas por suspeitar que ela teria se encontrado com seu noivo, anunciou nesta terça-feira a polícia iemenita.

O homem de 35 anos matou sua filha "queimando-a viva, com o pretexto de que ela teria tido dois encontros com seu noivo", acrescentou a polícia em seu site, indicando que o assassinato aconteceu em Shabaa, um povoado da província de Taëz, no centro do Iêmen.

O corpo da jovem foi levado para o hospital e o pai vai ser julgado, segundo a polícia.

O assassinato mostra o peso da tradição no Iêmen, país pobre da Península Arábica, afectado por escândalos relacionados ao casamento de menores de idade, prática patriarcal comum em uma sociedade com estrutura tribal

Fonte

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Pais condenados a prisão perpétua por assassinarem a filha que se quis “ocidentalizar”

Shafilea Ahmed tinha 17 anos, gostava de usar maquilhagem e do estilo de vida ocidental. Morreu sufocada, em 2003, e os seus pais, de origem paquistanesa, foram agora condenados por um tribunal britânico a prisão perpétua.

Iftikhar Ahmed, um motorista de táxi de 52 anos, e a mulher, Farzana, de 49, foram considerados culpados pela morte da filha, em Setembro de 2003. O corpo de Shafilea foi encontrado seis meses depois nas margens do rio Kent em Cumbria, no Noroeste de Inglaterra.

O casal foi detido logo em 2003, mas foi libertado pouco depois por falta de provas. Agora o juiz Roderick Evans condenou-os a prisão perpétua, uma pena que segundo determinadas condições poderá vir a ser reduzida para um mínimo de 25 anos de prisão.

A vossa preocupação com a vergonha foi maior do que o amor pela vossa filha”, disse-lhes o juiz. “Shafilea era uma jovem determinada, com ambição, e queria ter um estilo de vida normal para o país onde escolheram viver”, adiantou. Terá sido sufocada com um saco de plástico, segundo foi referido na sala de audiências no tribunal de Chester.

Durante o julgamento, outra filha do casal, Alesha Ahmed, de 23 anos, confirmou que assistiu com as suas outras irmãs e um irmão à morte de Shafilea na casa da família em Warrington. Disse que viu os pais colocar-lhe um saco de plástico na boca e ouviu a mãe dizer “isto acaba aqui”. Alesha chegou a ser detida por envolvimento num roubo em casa da família em Agosto de 2010, adiantou a BBC, e foi então que contou a sua versão sobre o que aconteceu.

O pai sempre dissera que Shafilea fugira de casa a meio da noite e nunca mais regressara. A acusação, no entanto, acusou-o de ter assassinado a filha por considerar que esta envergonhava a família. A mãe, Farzana, chegou a negar todas as acusações, mas a meio do julgamento admitiu que vira o marido agredir a filha na noite em que esta desapareceu e adiantou que a ameaçou, a ela e às outras crianças, fazer-lhes o mesmo se lhe perguntassem o que acontecera a Shafilea.

Na sala de audiência, Alesha contou que era frequentemente pedido à irmã que usasse roupas tradicionais e concordasse com um casamento forçado, e esta chegou a ser levada para o Paquistão para casar com um homem muito mais velho. Disse que Shafilea arfava com falta de ar antes de morrer e que todos foram para o quarto em choque mas que ainda viu o pai levar o corpo para o carro, coberto com um cobertor. Às crianças foi dito para nunca comentarem nada com ninguém.

Fonte

domingo, 24 de junho de 2012

Muçulmano decapita a própria filha e exibe a cabeça pelas ruas da aldeia como forma de "limpar" a honra familiar

Um muçulmano do noroeste da Índia permaneceu impenitente depois de ter decapitado a sua filha com uma espada cerimonial numa acesso de raiva devido ao seu relacionamento com um homem. O maometano entregou-se à polícia na delegacia, levando consigo a cabeça numa mão e a espada ensanguentada na outra.

Os residentes da vila Dungarji expressaram choque à medida que levavam a cabo os rituais fúnebres para a mulher de 20 anos. A polícia afirmou que o pai, mineiro de mármore com o nome de Oghad Singh, acusou a sua filha de trazer desonra à família e dificultar o processo de casamento para as suas duas irmãs solteiras.

Os residentes da aldeia não só classificaram o gesto do pai de "extremo", como disseram que o pai, com a camisa ensanguentada, havia exibido a cabeça da filha aos vizinhos ao mesmo tempo que descrevia o que havia feito. Narayan Singh, familiar distante, disse:

Ele disse-me que tirou a espada para fora, e que quando a filha se encontrava sozinha em casa, ele decapitou-a com apenas um golpe, causando a que a cabeça caísse no chão.
O policial Ranjit Singh, que estava presente quando o pai da assassinada se encontrava sentado na delegacia, com a espada numa mão e a cabeça na outra, disse:
Foi um momento sinistro.

Oghad admitiu imediatamente ter morto a filha devido ao facto desta ter adquirido um mau nome para a família.

Fonte

Limpou a honra familiar decapitando a filha e exibindo a cabeça pela aldeia.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Irmãos egípcios matam mãe, tia e irmã por motivos de "honra"

Segundo a edição de 5 de Junho da Youm7, dois irmãos provenientes da vila Assuit (Egipto) chacinaram a sua mãe, irmã e tia "depois de descobrirem que as actividades da irmã eram contrárias à moralidade."

Depois do caos se ter instalada em casa, o que incluiu tiros, a polícia local rodeou-a e invadiu-a, apenas para encontrar a tia, Saida Muhammad Mukhtar, de 55 anos, "com a cabeça cortada", a mãe, Amina Ahmed Muhammad, também com 55 anos, "afogada em sangue à porta de casa", e a irmã, Sana Mukhtar, 39 anos, massacrada no quarto.

Os dois irmãos - Ahmed Mukhtar, 35 anos, e Abd al-Basit, 24 anos - foram subsequentemente presos, vindo mais tarde a confessar detalhadamente os assassinatos.

Tais matanças não são ocorrências raras no mundo islâmico, e nem no mundo ocidental - onde quer que haja muçulmanos. Um dia antes desta história ter emergido, um muçulmano a viver na Alemanha decapitou a sua esposa em frente aos seus 6 filhos ao mesmo tempo que gritava "Allahu Akbar!" ou "Allah é o maior!", atirando posteriormente a cabeça da esposa do telhado do apartamento.

Fonte

* * * * * * *

Como o artigo ressalva, este tipo de matanças de "honra" ocorrem onde quer que haja uma substancial presença maometana. Devido a isto, porque é que os eruditos ocidentais tentam a todo o custo separar a práctica da ideologia que motiva a mesma?

sábado, 31 de março de 2012

Muçulmano mata filha "como se mata uma ovelha" depois de descobrir fotos de actores no seu telemóvel

Um argelino usou uma faca de cozinha para matar a filha de 16 anos depois de descobrir fotos de actores americanos e turcos no seu telemóvel.

O homem, identificado como B. Majeed, enviou a sua segunda mulher e as crianças para os seus familiares de modo a que pudesse ficar sozinho com a filha, Lidya.

O jornal diário argelino Al Nahar reporta:

Depois de descobrir fotos de actores americanos e turcos no seu telemóvel, o pai decidiu matar a sua filha e fez planos para o seu assassínio.

Quando os dois se encontraram sozinhos em casa, ele agarrou nela, colocou a faca no seu pescoço . . . . e matou-a como se mata uma ovelha.

O jornal diz ainda que o homem, que havia tido a Lidya com a sua primeira mulher, telefonou para a polícia e entregou-se às autoridades.

Fonte

* * * * * * *

Onde existe genuína opressão da mulher, as feministas fazem-se notar pela ausência ou irrelevância nas iniciativas políticas.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Muçulmano mata irmã à machadada por motivos de "honra"

Allah Bachaya entregou-se às forças policiais em Rohilanwali (Paquistão) depois de matar a sua irmã em nome da "honra". No entanto, ele está confiante que vai ser liberto no espaço de alguns dias.

Bachaya apresentou-se nas instalações policiais no Sábado depois de matar à machadada a sua irmã Alina (nome fictício) por alegada "moralidade libertina". Falando para o "The Express Tribune", Bachaya afirmou estar seguro que o seu cunhado retirará o processo judicial que entretanto este deu início.

Matei-a porque ela desgraçou o nome da família.

Ela havia-se tornado num transtorno. Não sinto qualquer tipo de remorso pelas minhas acções.

Tenho o apoio da família; eles concordaram com a minha decisão de matá-la.

Bachaya afirmou que Alina havia fugido de casa mais do que uma vez com homens diferentes da vizinhança. No Sábado, disse ele, Alina havia regressado a casa depois de passar três dias com um homem.

Alina, de 25 anos, era casada com Muhammad Akhtar com quem tinha 3 filhos.

Fonte

Prisão perpétua para mais um crime de honra

Um pai afegão, a sua esposa e o seu filho foram condenados a prisão perpétua depois do júri os determinar como culpados do assassínio de 3 irmãs adolescentes e a segunda mulher, num crime que o juiz catalogou de "desprezível" e "hediondo".

O júri demorou 15 horas a determinar que Mohammad Shafia, 58 anos, a sua esposa Tooba Yahya, 42, e o seu filho Hamed, 21, eram culpados de assassínio em primeiro-grau.

Os quatro corpos foram encontrados em Junho de 2009 num carro submerso no canal em Kingston, Ontario (onde a família havia parado durante uma noite durante a sua viagem de regresso a casa depois duma visita às cataratas Niagara).

Os advogados de acusação afirmaram que as filhas haviam sido mortas por terem desonrado a família ao violarem as regras familiares em torno do vestuário, socialização, encontros românticos e acesso à internet.

Depois do veredicto ter sido lido, os três acusados declararam mais uma vez a sua inocência na matança das irmãs Zainab, 19, Sahar 17, e Geeti, 13, e na matança de Rona Amir Mohammad, 52, a primeira mulher de Shafia do seu casamento polígamo. Ela morreu sem deixar filhos ou filhas.

Depois do júri ter declarado o veredicto, Mohammad Shafia, falando através dum tradutor, disse:

Não somos criminosos, não somos assassinos. Nós não cometemos este crime e isto é injusto.
A sua esposa chorosa, Tooba, declarou também que o veredicto era injusto:
Não sou uma assassina, e sou uma mãe. Uma mãe!
O seu filho, expressando-se em inglês, disse:
Não afoguei as minhas irmãs em lado nenhum.
No entanto, o juiz afirmou que as evidências claramente suportavam a sua condenação pelo "planeamento e assassínio deliberado de 4 membros da vossa família".

Ele acrescentou ainda:

É difícil imaginar um crime mais desprezível e hediondo que este . . . . O motivo aparente para estes assassínios vergonhosos e a sangue-frio foi o das quatro vítimas inocentes terem ofendido o vosso conceito de honra . . . que não tem qualquer lugar em sociedades civilizadas.

. . . . . . . .

Como é normal, as feministas, as alegadamente "defensoras dos direitos das mulheres", nada fazem para confrontar a genuína opressão que as mulheres muçulmanas sofrem.

domingo, 1 de janeiro de 2012

Multiculturalismo inglês: violência de honra duplica em apenas 3 anos

Estudos revelam que o número de mulheres britânicas pertencentes a minorias étnicas que reportaram terem sido vítimas de violência relacionada à "honra" cresceu mais do dobro em apenas 3 anos.

Dados recolhidos junto da Metropolitan Police revelam que nos 12 meses que terminaram em Abril de 2011, foram reportados 443 incidentes de violência de honra ou casamentos forçados só em Londres - mais do dobro que no período compreendido entre 2007–08.

Uma sondagem distinta entre todas as forças policiais, usando a Freedom of Information Act, revelou que se reportaram quase 3600 casos em todo o país, só no ano de 2010. Isto dá quase 10 casos de violência de honra por dia.

Abençoado multiculturalismo.

Os activistas avisaram que os casos registados podem ser apenas "a ponta do iceberg" duma vasta gama de incidentes anuais que não são notificados às autoridades devido à pressões familiares ou inconsistências policiais.

Jasvinder Sanghera, fundadora do grupo de apoio a vítimas "Karma Nirvana" disse:

Os dados estão a ser minimizados; estamos a lidar apenas com a ponta do iceberg.

Não sabemos quantos milhares estão em risco visto este ser um crime oculto e não existir qualquer tipo de dever estatutário de o registar.

Isto é um assunto que toca todos os que nasceram aqui (Inglaterra); nós temos mesmo que aceitar isso e deixarmos de ser "culturalmente sensíveis", colocando de lado o medo de sermos chamados de "racistas".

Isto é um assunto que envolve a segurança infantil.

Infelizmente para Jasvinder, a Inglaterra é um dos países mais marxistas culturais que há na Europa. Logo, a crença de que eles vão pôr de lado o seu "politicamente correcto" em favor de acções que sejam boas para as mulheres e crianças envolvidas em "violência de honra" é um pensamento que revela a ingenuidade de quem o expressa.

Para a esquerdalha militante, as mulheres e as crianças que anualmente sofrem de "violência de honra" são pequenos contratempos na "longa marcha através das instituições".

É óbvio que se a polícia inglesa quisesse parar (ou pelo menos reduzir) este tipo de coisas, eles já o teriam há muito tempo. Há uma forma muito simples de se reduzir a ocorrência este tipo de crime: criminalizar a ideologia que serve de justificação a ele (islão). Mas quem realmente acredita que os esquerdistas querem fazer tal coisa?

Um pouco por toda a Europa, os maometanos votam nos partidos da esquerda política. Como tal, e como os esquerdistas estão interessados no poder e não na segurança popular, eles escolhem o politicamente correcto em vez de ofender potenciais votantes.

O islão é um aliado do marxismo cultural (por enquanto) e como tal, os crimes de honra vão continuar a aumentar.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Muçulmano desce ao inferno depois de matar toda a sua família

Aziz Yazdanpanah parecia estar a perder o controle da sua vida nos últimos meses: a sua esposa havia o deixado, a casa estava com pagamentos em atraso e a sua filha de 19 anos namorava um homem que ele não aprovava.

No entanto, o muçulmano de 58 anos parecia estar a recompor-se. Os vizinhos afirmaram que ele sorria e acenava à medida que passava pela vizinhança classe média.

Yazdanpanah é o foco de suspeitas depois dum massacre que ocorreu um dia depois do Natal. Um homem vestido de "pai natal" matou 6 familiares e depois suicidou-se.

A polícia de Grapevine chegou a Lincoln Vineyard Apartment Homes poucos minutos antes do pôr-do-sol e descobriu corpos espalhados entre os presentes abertos.

As vítimas tinham idades compreendidas entre 15 e 58.

Yazdanpanah disse que havia comprado a arma depois de expressar que o namorado da filha o perseguia. Ele insistiu em ir buscar a sua filha no seu emprego devido à presença do alegado perseguidor.

O namorado não foi identificado.

Fonte

. . . . .


terça-feira, 6 de dezembro de 2011

BBC revela proliferação de ataques de "honra" mas esquece-se de mencionar a palavra "Islão"

Vamos tornar as coisas bem simples. As famílias que ordenaram as execuções, bem como as vítimas, são quase todas islâmicas. Surpreendidos? Claro que não. As matanças de honra são práctica comum em muitas partes do mundo islâmico.

Uma vez que a Grã-Bretanha, tal como muitos outros países da Europa, resolveu importar uma considerável população islâmica não-assimilável, as prácticas religiosas e culturais dos seus países de origem sobrevivem nos países que eles actualmente colonizam.

Finalmente, o número de 2,823 ataques é quase de certeza uma subestimação uma vez que esse número foi adquirido após se terem consultado apenas 39 das 52 forças policiais da Grã-Bretanha.

Viram como em menos de 150 palavras vocês ficaram a saber a informação básica do assunto? Como cidadãos inteligentes e informados, vocês agora já podem ter uma discussão em redor deste tema.

É para isso que o jornalismo serve.

A propaganda, no entanto, tem como propósito outros fins. Ela está feita de modo a apresentar uma narrativa politicamente correcta mantida de um modo fanático, e intolerante de evidências contrárias. A propaganda é, portanto, deliberadamente feita para diminuir a qualidade da discussão ao eliminar informação relevante.

Entra a BBC. Na sua reportagem em torno do assunto em questão, este órgão de "informação" falhou ao não mencionar as palavras "muçulmano", "islâmico" ou "islão" uma única vez.

É assim que as sociedades se afundam: quando assuntos de profunda importância para o seu carácter, e até para a sua existência, são catalogadas como "indiscutíveis" pelas pessoas que definem os termos do debate público.

Claramente as pessoas que escreveram e editaram a história deveriam ser despedidas. Obviamente que não serão despedidas uma vez que a narrativa multiculturalista entorpecedora que exigiu a censura das evidências relevantes é, efectivamente, a narrativa dominante em toda BBC bem como em toda a elite governante esquerdista.

Que seja. Continuem a falar de problemas dentro do grupo ideológico que mais rapidamente cresce na Europa sem mencionar que grupo é esse. A qualidade da vossa discussão vai ser idiótica.

Mas vocês irão colher os frutos daquilo que plantaram.

Não se sabe bem que causou as suas mortes.

Fonte


Tal como dito várias vezes, por pessoas conhecedoras do assunto, o multiculturalismo é a ideologia da ignorância. Nós somos obrigados a fingir que não sabemos o que sabemos como forma de não "ofender" um dos grupos protegidos da esquerda política.

É óbvio que a BBC sabe qual é o grupo ideológico por trás das matanças de honra. Eles não são burros. Se fossem, estariam desculpados. Como disse o Senhor Jesus, "Se fôsseis cegos, não teríeis pecado; mas, como agora dizeis: Vemos; por isso o vosso pecado permanece." (João 9:41).

O politicamente correcto, construído pelos marxistas culturais como forma de substituir o "proletariado" por outros "grupos oprimidos", faz com que uma instituição com o expresso propósito de informar nada diga aos leitores que por trás de cada matança de honra se encontram um ou mais muçulmanos.

Eles nada dizem porque os muçulmanos desempenham um papel político importante por toda a Europa: eles são usados pela esquerda política como forma de reduzir a influência do Cristianismo e, desde logo, tornar a Europa mais susceptível de cair e ficar sob jugo totalitário esquerdista.

O que estes voluntariamente ignorantes esquerdistas não querem aceitar é que o islão não é uma religião mas um sistema político criado com o propósito de controlar as massas sob a bandeira da religiosidade. Isto significa que no islão, não há "laicismo"; tudo está directamente sujeito à lei de Alá, o deus islâmico. Não há separação de poderes.

Como dentro da lei islâmica não há liberdade de expressão, os esforços da BBC em levantar um escudo protector em redor dos muçulmanos vai ser visto, a longo prazo, como uma medida auto-destrutiva.

Quando/se o islão se tornar a lei da terra em Inglaterra (como já em em algumas partes), os órgãos de informação como a BBC vão ser "convidados" a modificar o seu conteúdo informacional de modo a que este esteja de acordo com o que os mullahs decretarem.

Claro que os arquitectos do marxismo cultural já sabiam que a coexistência entre muçulmanos e não-muçulmanos é impossível. O propósito da importação em massa dos muçulmanos foi mesmo o de servirem de martelo de destruição da vastamente superior civilização Judaico-Cristã.

Uma vez destruída a civilização ocidental, os marxistas esperam reconstrui-la de modo a que esta se sujeite "voluntariamente" à ditadura esquerdista.

Mas isto nunca vai acontecer e é fácil de se chegar a essa conclusão fazendo um pequeno leque de perguntas: se a sociedade e a identidade ocidental (baseada na moral Cristã) for destruída, quem é que vai reconstruir uma nova civilização? Quem é que se vai sacrificar por um futuro estado que visa colocar todos como "escravos voluntários" ?




Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

ShareThis