MITOS ISLÂMICOS

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segunda-feira, 7 de julho de 2014

Paquistanesa morre por recusar uma proposta de casamento

Adolescente Paquistanesa morreu depois de ter sido regada com gasolina e incendiada por um homem que queria casar com ela mas que viu a sua proposta ser recusada.

Esta foi a segunda matança brutal na província do Punjab no espaço de dias, depois duma rapariga de 17 e o seu marido terem sido mortos por um grupo de familiares dela por se ter casado sem a aprovação destes.

Este último incidente ocorreu no Sábado, numa povoação que faz parte da aldeia Toba Tek Singh. Mohammad Akram, oficial da polícia, disse à AFP que Sidra Shaukat, de 18 anos, encontrava-se em casa sem a presença dos pais quando Fayyaz Aslam, de 22 anos, entrou em casa, lançou gasolina sobre ela e incendiou-lhe:

Ela foi levada para o hospital local, que prontamente lhe enviou para o hospital principal, mas ela morreu antes de chegar lá.

Aslam foi preso e foi aberto um processo contra ele.

O rapaz amava-a e tinha-lhe enviado uma proposta de casamento, mas a mesma foi rejeitada pela família dela.

O pai de Sidra, Shaukat Ali, confirmou a matança e acusou Aslam de assediar a sua filha:

Ele tinha o hábito de assediar a minha filha; ontem ele veio à tarde e ameaçou consequências graves depois de nós lhe termos dito para evitar voltar outra vez.

Outra adolescente, Maafia Bibi, de 17 anos, e o seu marido de 31 anos Muhammad Sajjad foram mortos pelo pai e por dois tios de Bibi devido ao facto dela se ter casado com ele - contrariando os desejos deles.

Fonte: http://bit.ly/1vMUbmG.

sábado, 9 de novembro de 2013

Enterrada viva


Menina paquistanesa de 13 anos escapou da morte escavando para fora do buraco onde tinha sido enterrada pelos homens que a haviam abusado sexualmente. A adolescente foi raptada da sua aldeia local na província do Punjab no momento em que se dirigia para as suas aulas do Alcorão.

Segundo a Outlook India, o seu pai - Siddique Mughal - disse à policia que a sua filha havia sido levada, mas que se havia recusado cooperar. Os homens levaram a jovem menina para um local isolado, violaram-na e enterraram-na viva, pensado que ela havia morrido como consequência do ataque.

Mas a rapariga conseguiu escavar para fora da cova lamacenta e chamou a atenção das pessoas que passavam, que lhe ajudaram a chegar a um centro médico local.

Depois da polícia local se ter recusado a investigar o incidente, a "Lahore High Court Chief Justice’s Complaint Cell" ordenou-os formalmente que prendessem os violadores e completassem um relatório do incidente o mais rapidamente possível.  Foi também requisitado a um juiz local que acompanhasse os eventos de perto.

A violação de meninas no Paquistão continua a ser um problema sério, e o grupo activista local Sanihl disse que mitos culturais, tais como a noção de que os homens com o HIV podem ser curados se fizerem sexo com uma virgem, ainda persistem. Segundo o "International Business Times", as estatísticas revelam que os abusos sexuais de crianças aumentaram de 668 em 2002 para 2,788 no ano passado.

Manizeh Bano, director-executivo da Sanihl, disse o seguinte ao International Business Times:
Nós ainda achamos que estas estatísticas são apenas uma fracção do que realmente está a acontecer.
Fonte

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Queimada viva pelo pai por ter se encontrado com noivo

Um pai de família no Iêmen queimou sua filha de 15 anos viva apenas por suspeitar que ela teria se encontrado com seu noivo, anunciou nesta terça-feira a polícia iemenita.

O homem de 35 anos matou sua filha "queimando-a viva, com o pretexto de que ela teria tido dois encontros com seu noivo", acrescentou a polícia em seu site, indicando que o assassinato aconteceu em Shabaa, um povoado da província de Taëz, no centro do Iêmen.

O corpo da jovem foi levado para o hospital e o pai vai ser julgado, segundo a polícia.

O assassinato mostra o peso da tradição no Iêmen, país pobre da Península Arábica, afectado por escândalos relacionados ao casamento de menores de idade, prática patriarcal comum em uma sociedade com estrutura tribal

Fonte
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