MITOS ISLÂMICOS

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domingo, 26 de julho de 2015

O ódio islâmico contra a Cruz

Por Raymond Ibrahim

Durante o passado mês de Maio, um rapaz muçulmano de origem Africana espancou uma rapariga durante o período escolar só porque ela usava uma cruz em volta do seu pescoço. O estudante Africano, que havia começado a frequentar a escola há cerca de três semanas antes dessa altura, começou a intimidar a rapariga Cristã, "insultando-a e metendo-se com ela só porque ela estava a usar uma cruz", antes de finalmente a agredir "esmurrando-a violentamente nas costas.”

O que é que faz com que alguns muçulmanos tenham este tipo de reacção quando estão perante uma cruz Cristã? A realidade dos factos é que a hostilidade islâmica para com a cruz é um inabalável facto da vida - um que atravessa continentes e séculos, um que é bem indicativo da hostilidade inata do islão para com o Cristianismo.

Doutrina e História.

Visto que a cruz Cristã é o símbolo por excelência do Cristianismo - para todas as denomiações, incluindo para a maioria das iconoclastas denominações Protestantes  - ela tem sido um símbolo desprezado pelo islão. Segundo as Condições de Omar - um texto Medieval que estabelece as muitas estipulações humilhantes que os Cristãos conquistados têm que aceitar como forma de preservar as suas vidas, texto esse que a história islâmica atribui ao segundo "califa justo" Omar al-Khattab - os Cristãos "Não podem exibir uma cruz [nas igrejas]"....e "Não podem exibir uma cruz ou livros [Cristãos] nos mercados para muçulmanos."

O motivo para esta animosidade prende-se no facto da cruz simbolizar o desacordo fundamental entre os Cristãos e os muçulmanos. Segundo o Dr. Sidney Griffith, autor do livro "The Church in the Shadow of the Mosque", "A cruz e os ícones declaram publicamente precisamente os pontos da  Fé Cristã que o Alcorão, segundo os muçulmanos, negam de forma explícita: que Cristo era o Filho de Deus e que Ele morreu na cruz.” Logo, "A práctica Cristã de venerar a cruz e os ícones de Cristo e dos santos frequentemente despertava a raiva dos muçulmanos," de tal modo que havia uma "campanha decorrente que tinha como propósito erradicar os símbolos públicos do Cristianismo, especialmente o anteriormente omnipresente sinal da cruz.”

A hostilidade islâmica para com a cruz, tal como todas as hostilidades islâmicas, teve início com o profeta islâmico Maomé. Alegadamente ele "tinha uma repugnância tão grande para com a forma da cruz que ele partia tudo que era trazido para a sua casa com essa figura sobre ela." A certa altura ele ordenou que uma pessoa que usava a cruz “que tirasse esse pedaço de idolatria ” e alegou que no final dos tempos, o Próprio Jesus iria "partir a cruz" - uma alegação que o Estado Islâmico profere com regularidade.

A história islâmica depois de Maomé encontra-se repleta de anedotas sobre muçulmanos a amaldiçoar e a partir cruzes. Antes da Batalha de Yarmuk em 636, que colocou frente a frente os mais antigos exércitos islâmicos invasores contra o Império Bizantino, Khalid bin al-Walid, o selvagem “Espada de Alá,” disse que se o Cristãos quisessem paz, eles teriam que "partir a cruz" e aceitar o islão, ou pagar o jizya e viver uma vida de subjugação - tal como os sucessores do Estado Islâmico estão a faaer actualmente, emulando o passado. Os Bizantinos optaram pela guerra.

No Egipto, e segundo as palavras do "History of the Patriarchate of the Egyptian Church", Saladino (morreu em 1193) - regularmente apregoado no Ocidente pela sua "magnanimidade" - ordenou a "remoção de todas as cruzes do topo da cúpula de todas as igrejas nas províncias do Egipto".

Europa: Aumenta a Violência contra a Cruz

Passados que estão vários séculos, nada mudou em relação à posição islâmica em torno da cruz, embora muito tenha mudado em relação às percepções Ocidentais. Dito de outra forma, umz rapa Africano que esmurra uma rapariga Cristã na Itália devido ao seu crucifixo faz parte dum longo continuum de hostilidade islâmica para com a cruz. Será que ele aprendeu esse ódio na mesquita, as mesmas mesquitas Europeias onde os representantes do Estado Islâmico apelam os muçulmanos para a jihad?

Afinal de contas, no início deste ano na Itália, outro crucifixo foi destruído junto a uma mesquita altamente populada. O Conselheiro municipal, Giuseppe Berlin, não poupou palavras quando falou na identidade do(s) culpado(s):
Antes de levarmos a cabo uma fachada de unidade com os muçulmanos, eles têm que começar por respeitar a nossa civilização e a nossa cultura. Não podemos minimizar a importância de certos sinais; temos que despertar hoje, ou então os nossos filhos irão sofrer as consequências desta perigosas e incontrolável invasão islâmica.
E este fenómeno é experimentado por outros países Europeus. Na vizinha França, um "jovem muçulmano" cometeu actos de vandalismo consideráveis em duas igrejas. Para além de ter torcido uma enorme cruz de brone, ele derrubou e partiu dois altares, os candelabros, os atris, destruiu estátuas, rasgou um tabernáculo, derrubou uma porta da sacristia, e chegou até a partir alguns vitrais. (Clique para as imagens.)

Na Alemanha, um homem Turco que deu entrada num hospital sozinho (para tratamento), começou a fazer um frenesim porque haviam "demasiadas cruzes na parede.”  Ele chamou uma das enfermeiras de "p--a" e "fascista", e tornou-se fisicamente agressivo.

Claro que em outras situações os Europeus capitulam de livre vontade perante a hostilidade islâmica para com a cruz. O Real Madrid, uma equipa de futebol profissional Espanhola, alegadamente modificou a cruz tradicional do seu logotipo como parte dum acordo com o National Bank de Abu Dhabi - "como forma de não ofender as sensibilidades muçulmanas nos Emiratos Árabes Unidos." E no Reino Unido, crucifixos ofensivos estão a ser removidos das prisões como forma de não ofender os presos  muçulmanos (que para além disso, recebem comida e instalações sanitárias para os rituais islâmicos).

Mundo Islâmico: Cristãos mortos por causa da Cruz.

Se é desta forma que os muçulmanos reagem à cruz Cristã - onde os muçulmanos estão cientes do seu estatuto minoritário - de que forma é que os outros muçulmanos reagem no mundo islâmico, onde os vastamente minoritários e ostracizados Cristãos "infiéis" são presas fáceis? A resposta é: reagem de forma assassina - literalmente; os Cristãos estão a ser mortos por muçulmanos mal estes vêem uma cruz.

Durante o ano passado, no Egipto, uma jovem mulher Cristã Copta chamada Maria, foi agredida até à morte simplesmente porque a sua cruz a identificava como Cristã perante os manifestantes da Irmandade Muçulmana. Segundo uma testemunha ocular que falou sobre o episódio, Mary Sameh George estava a estacionar o carro junto à igreja para entregar medicamento a uma mulher idosa:

Mal eles [os muçulmanos] viram que ela era Cristã [devido à cruz que se encontrava no seu espelho retrovisor], saltaram para cima do carro de tal modo que o mesmo deixou de ser visível. O tejadilho do carro entortou-se para dentro. Quando eles se aperceberam que ela estava a começar a morrer, eles arrancaram-na para fora do carro, e começaram a agredi--la e a puxar o seu cabelo - de tal forma que partes do cabeço e do couro cabeludo foram arrancados.

Eles continuaram a agredi-la, dando-lhe pontapés, esfaqueando-a com o que quer que pudessem encontrar. Durante todo este episódio, ela tentou proteger a sua cara, dando as suas costas aos atacantes até que um deles chegou e esfaqueou-a pelas costas, juntoo ao coração, acabando com a sua vida.

Depois disto, outro muçulmano veio e agarrou-lhe pelos cabeços, agitando a sua cabeça, e com a outra mão cortou-lhe o pescoço. Outro muçulmano puxou as suas calças de tal modo que ela ficou totalmente nua.

Em resposta, a Igreja Cristã Copta emitiu a seguinte declaração:

Ó, quão afortunada és tu, Mary, que és amada de Cristo. Eles rasgaram o teu corpo por causa da Cruz. No entanto, eles fizeram-te o maior serviço e deram-te um nome de honra como alguém que obteve a coroa do martírio.

A declaração citou também o aviso do Senhor Jesus para os crentes:

Vem mesmo a hora em que, qualquer que vos matar cuidará fazer um serviço a Deus. - João 16:2

Em Outubro de 2011, Ayman Nabil Labib, de 17 anos e um Cristão Copta, foi estrangulado até à morte por parte do seu professor muçulmano e dos seus colegas estudantes simplesmente por se recusar a obedecer a ordem do professor de remover a sua cruz. Testemunhas do evento (e também estudantes) disseram que enquanto Ayman se encontrasse dentro da aula era-lhe ordenado que cobrisse o seu pulso tatuado com uma cruz, algo que muitos Coptas fazem.

Não só ele se recusou, como desafiadoramente apresentou a cruz peitoral que ele usava por baixo da sua camisa que rapidamente causou a que o enraivecido professor muçulmano e os estudantes lhe espancassem até à morte.

Antes disso, um polícia muçulmano (fora de serviço) que se encontrava dentro dum comboio de Asyut para Cairo gritou "Allahu Akbar!", e disparou contra seis Cristãos, matando um homem com 71 anos e ferindo gravemente os outros. Antes de abrir fogo, ele verificou os passageiros que tinham o pulso tatuado com uma cruz Cóptica. (Há alguns dias atrás, outra mulher Copta foi "morta à tiro por um polícia Egípcio. Embora oficialmente tenha sido um "acidente", o polícia muçulmano é conhecido por odiar os Cristãos.)

No Paquistão, quando um homem muçulmano viu Julie Aftab, uma mulher, com uma cruz à volta do seu pescoço

O homem tornou-se abusivo, gritando para ela que ela vivia na sarjeta e que iria para o inferno por desprezar o islão. Ele foi-se embora mas regressou uma hora e meia mais tarde, agarrado a uma garrafa de ácido de bateria que ele selvaticamente atirou para cima da sua cabeça.

À medida que ela corria pela porta fora, um segundo homem agarrou-a pelo cabelo e forçou mais líquido para dentro da sua garganta, queimando o seu esófago. À medida que ela desesperadamente pedia ajuda, dentes caíram da sua boca, cambaleando pela estrada.

Uma mulher ouviu o seu clamor e trouxe-a para casa, despejando água sobre a sua cabeça e levando-a para o hospital. Inicialmente, os médicos recusaram-se a tratá-la visto que ela era Cristã. "Todos eles viraram-se contra mim....até as pessoas que me levaram para o hospital. Eles disseram ao médico que iriam pegar fogo ao hospital se eles me tratassem"....

67% do seu esófago foi queimado e ela perdeu um olho e ambas as pálpebras. O que restou dos seus dentes podem ser visto através do buraco que se encontra no lugar onde antes estava a sua bochecha. Os médicos previram que ela haveria de morrer  qualquer momento, mas apesar das probabilidades, ela conseguiu superar.

Tudo isto só porque ela estava a usar uma cruz.

Até mesmo em países muçulmanos "considerados", a violência provocada pela cruz é algo comum. Em 2012, um rapaz de 12 anos que se conveteu ao Cristianismo e tomou a decião de professar publicamente a sua nova fé usando uma cruz prateada durante as aulas, foi cuspido e espancado com regularidade pelos colegas e pelos professores.

Nas Maldivas, em Outubro de 2013, as autoridades tiveram que salvar Geethamma George, uma professora Cristã da Índia, depois de pais "muçulmanos terem ameaçado amarrá-la e arrastá-la para fora da ilha" por "pregar o Cristianismo." O seu crime foi o de desenhar uma bússula como parte da lição de geografia, e este mesmo compasso foi erradamente confundido com uma cruz Cristã.

Cristãos "mortos" outra pela vez devido à Cruz.

Se alguns muçulmanos matam as pessoas que usam cruzes, elas também perturbam o sono daqueles que já se encontram mortos por estes terem uma cruz nas suas lápides. Seguem-se alguns exemplos:
  • Líbia, Março de 2102: Um video duma turba islâmica a atacar um cemitério comunitário perto de Benghazi apareceu na internet. À medida que os muçulmanos chutavam e destruíam as pedras tumulares, o homem que gravava o incidente apelava para que eles "Partissem a cruz dos cães!" ao mesmo tempo que ele e outros gritavam "Allahu Akbar!" Mais para o final do video, a turba congregou-se em torno da enorme Cruz do Sacrifício, o monumento cenotáfico do cemitério, e começaram a martelá-la ao mesmo tempo que se ouviam mais gritos de “Allahu Akbar.” Outros cemitérios Cristãos da Líbia pós-"Primavera Árabe" sofreram de igual modo.

  • França, Abril de 2015: Cruzes e lápides Cristãs dum cemitério foram danificadas e profanadas por um muçulmano. Depois de ter sido apanhado, ele foi descrito da seguinte forma: "O homem repete orações muçulmanas vez após vez, baba e não se consegue comunicar com ele: a sua condição foi declarada como incompatível com uma detenção preliminar.” Ele foi hospitalizado como "mentalmente desequilibrado." (Vejam a sua obra.)

  • Malásia, Fevereiro de 2014: Um cemitério Cristão foi atacado e profanado durante a noite por pessoas desconhecidas neste país de maioria islâmica. Várias cruzes foram destruídas, incluindo através do uso de "uma ferrramenta pesada para levar a cabo a destruição".

  • Alemanha, Junho de 2014: Depois dos muçulmanos terem recebido a sua própria secção no cemitério em Seligenstadt, e depois de terem recebido permissão para levarem a cabo as suas distintas cerimónias islâmicas, estes mesmos muçulmanos começaram a exigir que a simbologia e as cruzes Cristãs do cemitério fossem removidas ou cobertas durante os funerais islâmicos.
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Pode-se continuar com muitos exemplos recentes da hostilidade islâmica para com a cruz. Em Abril último, na Malásia "moderada", uma turba muçulmana manifestou-se contra uma pequena igreja Protestante devido à cru visível que se encontrava no topo do edifício de oração. Ela foi rapidamente removida.

E no Paquistão, nação onde a mera acusação de ofender o islão por levar a que os Cristãos sejam queimados vivos, um lojista muçulmano tem permissão para vender sapatos com cruzes Cristãs na sola so sapato::

Na cultura Paquistanesa, mostrar a sola dos sapatos ou dos pés é ofensivo porque colocar algo no chão é considerado um insulto para o objecto. Logo, algo que se encontre na sola dos sapatos vai ser constantemente insultado à medida que a pessoa caminha.

À luz do que se viu em cima, não pode ser surpresa alguma o facto do Estado Islâmico - "ISIS" - também exibir o mesmo tipo de violência contra a cruz Cristã. Nas suas  comunidades Ocidentais, referências hostis à cruz são feitas com frequência:

Vamos conquistar Roma, partir a cruz, escravizar as vossas mulheres, com a permissão de Alá..... [Vamos lançar] medo nos corações dos adoradores da cruz.

Depois de decapitar os Cristãos Coptas na Líbia, o executor chefe agitou a sua faca para a câmera e dissse, 
Ó povos, vocês viram-nos recentemente nas montanhas das planíces de as-Sham e de Dabiq plain [regiões Sírias], a cortar as cabeças que há já muito tempo carregavam a cruz. E hoje, estamos a sul de Roma, na terra do islao, Líbia, a enviar outra mensagem.... Vamos lutar contra vocês [Cristãos Ocidentais] até que Cristo desça, parta a cruz e mate o porco.
(Tudo isto são acções atribuídas ao "Cristo" escatológico muçulmano, Isa).

Mais ainda, o Estado Islâmico tem levado a cabo inúmeras atrocidades contra e devido à cruz: eles fizeram e propagaram um vídeo onde se viam membros seus a partir cruzes que se encontravam dentro e no topo das igrejas que estão em territórios sob o seu controle; eles decapitaram e esfaquearam um homem com o seu próprio crucifixo depois dele ter sido exposto como Cristão, e publicaram fotos de membros seus a destruíram cruzes e lápides Cristãs em cemitérios sob a sua jurisdiçâo - e citaram as escrituras islâmicas como justificação para as suas acções.

Os leitores mais atentos irão notar nos paralelos similares: destruir cruzes que se encontram dentro de igrejas e destruir cemitérios e até matar "infiéis" Cristãos por usar cruzes, tal como documentado em cima, não se limita ao Estado Islâmico, mas está a acontecer em todo o mundo muçulmano - e até na Europa.

Resumidamente, o ódio islâmico antigo pela cruz Cristã - e tudo o que ela representa - não é um produto do Estado Islâmico, mas so islão.


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Claro que o ódio islâmico pela cruz só revela quem está por trás desta "religião".


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terça-feira, 19 de maio de 2015

O lamento amargo da mulher muçulmana

Por Jahanara Begum

"Allah Amader Kandte Dao!" Alá, por favor, Deixa-nos chorar em paz! - Jahanara Begum 

Por favor, Alá, deixa-nos sozinhas para podermos chorar em paz. Por trás do véu, longe do olhar público, queremos chorar até não podermos mais. Este é o único direito que  tu nos deste, por todo o mundo islâmico, onde as tuas leis são seguidos à risca.  O mundo está a passar por tantas mudanças, com tantas evoluções com o passar dos anos; ano após ano, novas descobertas são feitas tanto na ciência como nas filosofias no resto do mundo, melhorando em cima de ideias e crenças antigas. Mas nós estamos amarradas para sempre às tuas rígidas e imutáveis leis, Alá. Nunca houve alguém que tivesse vindo em favor da nossa emancipação.

A nossa sociedade é única. Homens tais como Raja Ram Mohun Roy ou Swami Vivekananda  não nascem na nossa sociedade. Nenhum Sharat Chandra avança na nossa sociedade, e escreve sobre o volume de lágrimas que corre nos nossos olhos. Muçulmanos educados tais como Badruddin Tyebji, Hamid Dalwai e outros tais como eles escreveram sobre as medidas que visam parar com a matança de vacas, mas falharam ao não dizer uma única palavra simpatética em nossos favor, mulheres muçulmanas.

Abdut Jabbar consegue escrever um volume enorme sobre os eunucos - e sobre os castrados das diferentes sociedades muçulmanas - mas não tem nada a dizer em nosso favor. Pelo menos Syed Mustafa Siraj foi honesto quando disse que os Hindus podem escrever sem medo sobre as injustiças e as imperfeições do seu sistema social, mas nós, muçulmanos, temos medo de criticar os defeitos da sociedade islâmica.

Nargis Sattar começou a escrever alguns artigos relativos às leis matrimoniais islâmicas e nós ficamos esperançosas. Mas essa esperança foi, mais uma vez, retirado de nós. Mais de 100 advogadas exigiram a emancipação das mulheres nas estradas de Lahore no Paquistão islâmico. Os "heróicos" polícias Paquistaneses atacaram as mulheres advogadas com paus e cassetetes.

Uma mulher que fazia parte do partido ADMK da Índia levantou o assunto da emancipação das mulheres Indianas muçulmanas no parlamento nacional, mas todos os membros progressistas do parlamento permaneceram calados em torno do assunto visto que ninguém queria ofender os mullahs fundamentalistas e perder os voto muçulmano.

Ó Alá! Os líderes políticos e os seus apoiantes que estão nesta terra são peculiares. Eles são tal como os eunucos que viviam entre as inumeráveis, belas e jovens mulheres dos haréns. Toda a luxúria, paixão e desejo sexual que tomava conta deles não lhes valia de nada visto que eles eram eunucos e, desde logo, totalmente desamparados. Os nossos líderes políticos são tais como esses eunucos.

Estes líderes usam palavras de alta sonoridade e nobres tais como "liberdade", "anti-discriminação", "secularismo" e muitas outras palavras bonitas, mas eles não têm os meios de colocar em práctica uma única destas palavra no dia-a-dia da nossa sociedade muçulmana. Devido a isto, o choro e o lamento das mulheres muçulmanas avança; e duma era para a outra.

As lágrimas são simbolizadas pelas águas que cobrem três quartos do planeta. Que existência horrível, desumana e ilógica que nós temos. Deixando para trás as suas centenas de concubinas, o octogenário sheik da Arábia vem para a Índia para se "casar" com uma adolescente muçulmana. O evento foi notificado em todos os jornais mas, note-se, nenhum líder político chega a registar um protesto. Nenhum mullah ou maulvi declara "jihad" ou guerra santa a tais ocorrências. Pelo contrário, o mullah preside tais "casamentos mutah" que têm a duração de apenas um curto período de tempo.

Que existência insuportável é para nós viver entre as co-esposas. Inúmeras crianças, ambiente pouco saudável, pobreza e falta de educação transformam as nossas vidas sociais em algo digno de chacota. Até as cabras e as vacas têm melhores vidas que nós.

As lutas frequentes entre as co-esposas, o puxar de cabelo uma da outra é tão degradante! E, queira Deus que não, se o miyan ou o marido se envolve na discussão, nós somos então espancadas como um animal até não podermos mais. E depois do espancamento, para tornar as coisas ainda mais degradantes, o miyan leva a outra esposa para o quarto e fecha a porta na nossa cara.

Se por acaso há o mais leve defeito na atenção da esposa às necessidades físicas do miyan ou do marido, então aí ela. Ela passa a sofrer continuamente uma incerteza viva, e uma ansiedade intensa. A palavra "talaq" ou divórcio pode-se abater sobre ela a qualquer momento. A mais pequena falta de atenção pode provocar um divórcio e tudo encontra-se nas mãos do marido muçulmano. Basta que a palavra "talaq" seja dita três vezes para que o mundo sob os pés da mulher muçulmana seja agitado. A consequência? Mão-de-obra barata ou prostituição.

As crianças sofrem com a falta de amor materno, com a falta dum sentido imenso de insegurança e com a presença dum ambiente pouco saudável. Se a criança conseguir sobreviver, então a sociedade é sobrecarregada com mais pedintes e mais criminosos. Claro que isto também acontece noutras sociedades, mas ocorre em número menor e, mais importante ainda, nas outras sociedades tais eventos não têm a permissão para ocorrer em nome da sua "religião", embora na nossa sociedade os mullahs preguem tal tratamento a nós mulheres em nome do "islão".

O lema entre nós é "reproduzam-se e lucrem" - apoderem-se da terra através da maior taxa de natalidade. E nós, as mulheres muçulmanas casadas, temos que carregar todo o peso de toda a operação. É por isso que nunca encontramos uma mulher muçulmana que não esteja a cuidar dum bebé ou não esteja grávida. Eles estão sempre com uma criança, e elas morrem jovens.

Nós observamos a vida das mulheres Hindus que vivem perto de nós. Que sentido de pureza,  que segurança e que confiança que rodeia as suas vidas. Onde está a esperança da castidade e de pureza nas nossas vidas?

Se o homem muçulmano se arrepende de se ter divorciado da sua esposa, se por acaso isso chegar a acontecer, ele não pode fazer nada em relação a isso. Alá, as tuas leis da "shariat" impedem o re-casamento com o ex-marido.

Por esta altura, o mullah entra em acção e faz com que a mulher se "case" com outro homem, e ela tem que consumar o "casamento" durante 3 dias e 3 noites, e então, e só então, ela pode voltar a ser "pura e virgem". Se por acaso o novo marido se divorcia da mulher tal como era suposto, só o antigo e arrependido marido se pode casar com ela.

Por outro lado, se a noiva se revela uma boa esposa, o novo marido pode não quer o divórcio, e é então que os problemas entre os dois homens começam. Têm início lutas que em muitos casos acabam em assassinatos.

Assim é a nossa vida, Alá! A quem iremos nós recorrer com as nossas queixas e com as nossas tristezas? Se nós nos revoltarmos, seremos agredidas fisicamente e punidas segundo as leis que tu nos deixaste, Alá. Se nós nos queixarmos, seremos acusadas de hipócritas, ou "munafiq". Em todas as outras religiões, o respeito é conferido de acordo com a castidade, com o auto-controle e com a pureza. Mas isto não acontece na tua religião, Alá. O único privilégio que nós temos é o de chorar.

Existem muitos muçulmanos "educados" que estão cientes disto, mas eles não protestam porque também eles estão determinados a divertirem-se à nossa custa. Esses muçulmanos que estão realmente emancipados, abandonam-nos e não se querem preocupar com os nossos problemas. Foi connosco em mente que Kazi Abdul Oclud disse a dada altura que, durante os últimos 1400 anos, o islão foi incapaz de acender a mais pequena vela como forma de erradicar as trevas da civilização humana.

Abu Syed Ayub passou todo o seu tempo a cantar canções Tagore, casou-se com a mulher Hindu Gouri Dutta e viveu uma vida livre e saudável como qualquer outro Hindu. Mohamnled Ali Karim Chagla fez mesmo. O Vice-Presidente Hidayetullah, líderes políticos tais como Sikandar Bakht, Dr. Jeelany, Syed Mujtaba Ali também fizeram o mesmo. De facto, todas as pessoas da nossa sociedade que ascenderam e passaram a ter uma vida civilizada longe das nossas misérias, dores e problemas, moveram-se mais próximas da sociedade dos Hindus (...).

Só nós, as abandonadas, é que ficamos para trás dentro da prisão sombria controlada pelos mullahs e pelos maulvis. Nós nada mais fazemos que chorar uma dor eterna. Nenhum escritor ou repórter escreve uma história sobre nós ou tenta entender a profundeza da nossa tristeza. O Governo Indiano deu-nos o direito de voto mas negou-nos uma vida matrimonial saudável e pacífica ao perpetuar o "Código de Casamento Pessoal Muçulmano". O "Projecto de Lei do Código Hindu" emancipou as mulheres Hindus mas nós ainda somos vítimas de prácticas poligamicas, e nenhum remédio foi avançado como forma de impedir os divórcios frívolos que existem dentro da nossa sociedade islâmica.

Em relação a isto, no passado, nós costumávamos confiar nos Marxistas. As mulheres muçulmanas do Tazaquistão, Uzbequistão, Turcomenistão encontraram a sua liberdade na Rússia Soviética. Nenhum sheik da Arábia as pode comprar e estas mulheres não passam as suas vidas entre crianças inumeráveis, gravidezes sem fim e lutas degradantes com as co-esposas. Elas vivem vidas com sentido e os mullahs não têm controle sobre elas.

Mas aqui, nas nossas terras, até os Marxistas estão sob o controle dos mullahs. Um Marxista como Mansur Habibullah foi para Meca, tornou-se num ‘Haji’ só para agradar os mullahs. E toda a gente sabe que na sua vida pessoal, Habibullah não se preocupa com a sua religião. A sua vida é como a vida dum Hindu lógico.

E devido a isto, Alá, nós estávamos a dizer que tu não deste a mais pequena oportunidade de termos uma pequena paz, uma pequena felicidade. A tua falta de preocupação por nós é eterna. Durante a Idade Média, era frequente os nawabs e os sultões terem milhares de mulheres nos seus haréns. A maior parte dos nossos dias de então eram passados a chorar. Algumas passavam os seus dias planeando conspirações, outras em libertinagem e outras passavam o seu tempo levando a cabo prácticas perversas. Nós éramos o combustível para a luxuria destes sultões. Lutas sem fim ocorreram entre irmãos, entre pai e filho, e mesmo entre os próprios devido a nós mulheres.

Certamente que a carruagem da civilização tem, lentamente, atravessado muitos caminhos. Mudanças radicais ocorreram noutras sociedade e noutros países. Até a queima da ‘suttee’, uma terrível práctica Hindu, foi erradicada devido ao progresso social. O casamento de homens muito velhos com noivas muito novas que eram comum ocorrer entre alguns Hindus, seguindo o sistema ‘Kaulinya’, foi abolido com o passar do tempo.

Muitos costumes e práticas sociais maus desapareceram nas outras sociedades. Até nas nossas sociedades islâmicas algumas boas mudanças têm ocorrido, mas elas têm sido sempre em benefício dos homens muçulmanos.

Existe uma pequena povoação perto de Basra no Iraque, que era bem conhecida por fornecer eunucos para os haréns dos nawabs. Quase 60% dos jovens rapazes que eram castrados lá, morriam. Esta carnificina hoje em dia acabou. Existem muitos muçulmanos tais como Idi Amin que têm numerosas esposas mas que já não têm eunucos para olharem por elas.

Mas para nós [mulheres muçulmanas] nada mudou. Os homens da nossa sociedade não têm preocupação alguma pelas mulheres.

Ao conferir alguns direitos de posse, eles pensa que foi feito muito em favor de nós mulheres muçulmanas. De que valem estes direitos de propriedade se os nossos casamentos encontram-se marcados por uma longa linha de divórcios e re-casamentos? A lei muçulmana tem, por outro lado, ajudado a que ocorra uma maior perseguição às mulheres muçulmanas. Se a mulher muçulmana dá entrada a um processo em favor das suas posses e dos seus direitos de pensão, então o tribunal muçulmano move-se muito devagar. Durante esse tempo, o marido pode voltar a casar sem que a lei islâmica lhe cause algum tipo de impedimento.

A lei local que ajuda as mulheres de todas as outras comunidades sob condições semelhantes não são de uso algum para nós mulheres muçulmanas porque é suposto nós seguirmos as leis do islão e nada mais. Foi Abdul Rauf quem escreveu no jornal Bengali ‘Jugaantar’ a descrever as tristezas das mulheres muçulmanas por todo o país, mas, ai de nós, não houve reacção. Apareceram algumas cartas a dar o seu apoio ao artigo e nada mais.

Mas os nossos líderes muçulmanos são muito sensíveis quando as questões centram-se nos seus interesses próprios. Muzaffar Hussain escreveu a partir do norte da Índia que o filme Hindi ‘Talaq, talaq, talaq’ foi renomeado para ‘Nikaah’ sob aconselhamento dos mullahs porque estes disseram que ao afirmarem o nome do filme às suas esposas, os maridos muçulmanos estariam a pronunciar as três palavras mágicas que iriam colocar imediatamente um ponto final no casamento.

Estes homens são curiosos porque têm medo de pronunciar a palavra "talaq" mas nada fazem para erradicar os divórcios frívolos. Um grande número de mulheres muçulmanas leva uma vida desamparada e miserável devido a abominável práctica do "talaq", mas os "piedosos" muçulmanos não se preocupam com isto.

Os soldados islâmicos do Paquistão de Yahya Khan violaram centenas de milhares de mulheres do Bangladesh e mais de 200,000 mulheres engravidaram. Mais tarde, um grande número destas mulheres enlouqueceu, e enquanto o mundo islâmico manteve um silêncio total, só Mujibur Rahman as tentou ajudar.

O Irão de Khomeini está, actualmente, a matar centenas de mulheres devido ao facto delas não darem o seu apoio ao seu regime. Consequentemente, e em nome do islão, estas mulheres estão a ser chacinadas. Vishnu Upadhyay já escreveu sobre o incidente no jornal ‘Aaj Kal’, mas ninguém disse uma única palavra; o mundo islâmico continua em silêncio.

Em qualquer outra sociedade, se a mulher é violada. os jornais causam um tumulto geral, gerando uma corrente de protestos dentro da comunidade. O islão significa paz. Observar em silêncio a perseguição de mulheres talvez seja esta paz. Tal falta de preocupação para com as as mulheres tem impedido a melhoria das nossas condições.

Nenhum bênção ou demonstração de benevolência dos teus anjos foi conferida a nós e como tal, Alá, estamos-te a revelar uma vez mais a nossa tristeza. Tu és o dono deste mundo e do universo. É a ti que estamos a dirigir as nossas queixas. Tu tens-nos negado uma vida feliz.

Se por acaso nós somos uma das muitas mulheres dum muçulmano rico, então passamos os nossos dias com ciúmes, rivalidades e gravidezes sem fim. Se, por outro lado, nós pertencemos a um marido pobre, então existe o trabalho forçado durante o dia todo, e uma gravidez a seguir a outra. Onde quer que nós andemos, a espada do "Talaq" ou divórcio paira sobre as nossa cabeças. A incerteza e a insegurança das nossas vidas não só nos afecta a nós, como também afecta as nossas crianças. Elas não tê escolha senão levar uma vida de pedinte ou de crime.

Já viste [ó Alá] as multidões de mulheres muçulmanas e dos seus numerosos filhos a vaguear pela estação de Howrah em Calcutá. Podemos saber que elas são muçulmanas pela presença próxima dos mullahs barbudos. A única preocupação destes mullahs é garantir que estas mulheres continuem a ser muçulmanas. Eles não estão preocupados com a sua saúde, com o seu bem-estar, com a sua segurança, e nem nutrem por elas algum sentido de preocupação humana.

E devido a isto, as mulheres muçulmanas não têm nada por que esperar mas existem muitas lágrimas para derramar, e muito choro que não tem remédio. E por isto, nós falamos a ti, ó Alá, que tu só nos deste um único privilégio e ele é o de chorar. Por isso, deixa-nos chorar em paz e deixa-nos em paz.



- http://bit.ly/1L0kC1b

terça-feira, 12 de maio de 2015

"Parem de construir igrejas, convertam-se ao islão" ou "faremos um exemplo horrível de vocês"

Raymond Ibrahim

Devido ao seu envolvimento nos esforços de construção de igrejas para as empobrecidas comunidades Cristãos do Paquistão, Javed David, lider do "Hope for the Light Ministries" em Lahore, bem como os seus colaboradores, têm estado a receber ameaças de morte desde Fevereiro deste ano.

O mais recente incidente ocorreu no dia 4 de Abril (embora só se tenha tornado público em Maio). Segundo David:

Eu estava numa igreja, em Sheikhupura, para uma reunião com colegas. Eram 8 horas da noite quando a reunião acabou e voltamos para Lahore.

Estávamos quase a chegar à via principal quando uma mota passou por nós, e bloqueou o nosso caminho. Um dos homens da moto veio ter comigo e disse:

"Sabemos o que tu andas a fazer aqui," disse ele. "Pára de construir igrejas. Converte-te ao islão, que é a verdadeira religião., senão nós iremos fazer um exemplo horrível de ti." 

No dia 22 de Fevereiro, um incidente semelhante ocorreu depois dele ter visitado outra igreja que se encontra em construção.

Também noutra ocasião, eu estava a dirigir-me para casa quando uma moto parou à minha frente. O motorista bateu na janela, e atirou para dentro um pedaço de papel. Não abri o papel até que cheguei à minha casa. O mesmo dizia:

"Esta é uma nação islâmica e nós não podemos permitir a construção de igrejas. Ou tu te convertes ao islão ou sais do país! Pára de construir igrejas ou então irás sofrer as consequências. "

- http://bit.ly/1cLTXdm

* * * * * * *

Enquanto o mundo está concentrado nas atrocidades  do Estado Islâmico, os muçulmanos do resto do mundo continuam a seguir os ensinamentos de Maomé e a atacar a liberdade religiosa dos Cristãos. 

Para quem acha que este tipo de comportamento são "distorções" dos ensinamentos de Maomé, convém lembrar que o próprio fundador do islamismo ordenou que os Cristãos fossem expulsos da Península, e afirmou que não podem existir duas religiões nessa região.

Os muçulmanos no ocidente exigem uma coisa que eles nunca dariam aos Cristãos nos seus países islâmicos: liberdade. Que pena que os apologistas islâmicos do ocidente nunca tenham tempo para criticar as acções levadas a cabo pelos seus irmãos na fé contra os Cristãos.

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Muçulmanos Paquistaneses atacam Duas Igrejas

Por Raymond Ibrahim

No dia 15 de Março (Domingo), no momento em que as igrejas um pouco por todo o mundo celebravam a missa dominical, duas igrejas Paquistanesas foram atacadas por suicidas bombistas islâmicos, matando pelo menos 17 pessoas e ferindo outras 70. As duas igrejas (localizadas Youhanabad, a zona Cristã de Lahore) eram a "St. John’s Catholic Church" e a "Christ Church" (Protestante). Os Talibãs alegaram responsabilidade, e acredita-se que o grupo esperava uma contagem de mortos maior visto que  no momento das explosões encontravam-se cerca de 2,000 pessoas nas duas igrejas.

Segundo algumas testemunhas, os dois suicidas bombistas aproximaram-se dos portões das duas igrejas e tentaram entrar. Quando foram impedidos - inclusive por parte dum rapaz Cristão de 15 anos que os bloqueou com o seu corpo - eles auto-detonaram-se. Testemunhas viram “partes corporais a voar pelo ar.” Desta forma os jihadistas "mataram e foram mortos", seguindo as palavras do Alcorão 9:111, a ayah mais citada como justificação pelos ataques suicidas.

Segundo uma declaração oficial por parte dos "Justice and Peace Commission" da "Episcopal Conference" do Paquistão, apesar de todas as ameaças recebidas pelas igrejas, as autoridades apenas disponibilizaram uma segurança "mínima":
Os agentes presentes no momento do ataque estavam ocupados a ver o jogo de criquete que passava na TV em vez de levarem a cabo o seu dever de proteger as igrejas. Devido à sua negligência, muitos Cristãos perderam as suas vidas.

A declaração apelou também:
… ao governo que adoptasse medidas mais fortes como forma de proteger as igrejas e outras minorias religiosas do Paquistão visto que a comunidade Cristã que se encontra no Paquistão foi atacada por extremistas no passado.

Menos de um ano e meio antes, no dia 22 de Setembro de 2013, em Peshawar, bombistas suicidas entraram na "All Saints Church" pouco depois da missa de Domingo, e detonaram-se a eles mesmos no meio de 550 congregantes, matando quase 90 adoradores. Muitos eram crianças da escola dominical e membros do coro. Cerca de 120 pessoas ficaram feridas. Um paroquiano recontou como “restos humanos se encontravam espalhados por toda a igreja.” (Para se ter uma ideia do resultado dum ataque suicida numa igreja, vejam estas imagens gráficas.)

Em 2001, maometanos armados entraram na  Igreja St. Dominic, abrindo fogo sobre os congregantes e matando pelo menos 16 adoradores, na maior parte mulheres e crianças. Ataques menos dramáticos a igrejas ocorrem com maior frequência. Dias antes do ataque duplo de Domingo passado,, três homens armados entraram na  Igreja Católica "Our Lady Queen of Angels" no distrito de Kasur (Punjab), e tomaram o pessoal da igreja, o padre assistente da paróquia e um congregante como reféns. Antes de abandonaram as instalações, os terroristas roubaram telemóveis, câmaras e um computador.
Antes disto, o Padre Leopold, o padre assistente prejudicado, foi roubado pelos ladrões:
[Eles] fingiram ser membros normais da congregação querendo alistar algums crianças na escola da paróquia. Mas foi então que eles sacaram das suas armas.

A época do Natal é especialmente perigosa para os Cristãos que se encontram dentro das igrejas. No último 25 de Dezembro:
Fortes contingentes policiais foram colocados em torno das igrejas.....os cidadãos recebiam permissão para entrar depois de uma busca corporal exaustiva, ao mesmo tempo que pontos de entrada que levavam às igrejas foram fechadas, colocando blocos de cimento e arame farpado.

Durante outro Natal, o ataque que se seguiu veio como resposta a fatwas a condenarem as celebrações de Natal:
Quando adoradores Cristãos estavam a sair das diferentes igrejas, depois das orações de Natal, mais de cem extremistas muçulmanos equipados com espingardas automáticas, pistolas e paus, atacaram as mulheres, crianças e homens Cristãos.

Têm também ocorrido ataques gerais aos Cristãos, especialmente dentro do contexto de os acusar de "blasfemar" contra o islão. Em Novembro último, uma turba - e não os "Talibãs" e nem os "terroristas" - de pelo menos 1,200 muçulmanos torturou e queimou até à morte um jovem casal Cristão (a esposa estava grávida) num forno industrial no Paquistão. Houve pessoas que acusaram o casal de  profanar o Alcorão.

Mesmo quando não se encontram numa igreja, e mesmo quando não são acusados de blasfémia, as minorias Cristãs estão sempre em perigo. Em Dezembro último, Elisabeth Bibi, uma mulher Cristã, mãe de 4 crianças e grávida, “espancada, desprezada, humilhada, e privada da sua dignidade [e] forçada a andar nua por toda a povoação” por parte de dois irmãos muçulmanos - empregados da mulher grávida - logo após uma discussão.

Como consequência do trauma, a mulher Cristã perdeu o bebé que carregava no seu útero. Os activistas dos direitos humanos dizem que o ataque foi "motivado pela fé Cristã de Bibi.”

Falando no passado Domingo, o Papa Francisco disse:
É com dor, muita dor, que me foi dito do ataque terrorista contra as duas igrejas Cristãs em Lahore no Paquistão, que causou numerosas mortes e leões. Estas são igrejas Cristãs e estes são Cristãos a sofrer perseguição, os nossos irmãos Cristãos que estão a derramar o seu sangue simplesmente só porque são Cristãos. Eu imploro a Deus .... que esta perseguição contra os Cristãos - que o mundo tenta esconder - tenha um fim e que haja paz.
O Papa Francisco é frequentemente criticado pela sua abordagem apologética em relação ao islão. Mesmo aqui, ele não saliente quem é que está a perseguir os Cristãos, o que leva a declarações confusas ("os nossos irmãos Cristãos estão a derramar o seu sangue" soa como se os Cristãos se estivessem a matar uns aos outros). Mas o papa é directo ao dizer o porquê dos Cristãos estarem a ser mortos: "simplesmente só porque são Cristãos." 

Outros, incluindo o governo Americano, não chegará conceder assim tanto. Quando o mundo ficou a saber dos 21 Cristãos Coptas cujas cabeças foram decapitadas por parte do Estado Islâmico na Líbia, a Casa Branca emitiu uma declaração condenando as decapitações, mas referiu-se aos decapitados como "cidadãos Egípcios" - nem "Cristãos, e nem "Coptas", embora essa tenha sido o motivo único que levou à sua morte segundo declarações emitidas pelos seus executores.

Este tipo de obscuração garante que a perseguição muçulmana aos Cristãos "que o mundo tenta esconder" continue de forma indefinida.



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domingo, 26 de outubro de 2014

O porquê de ser perigoso confiar nos seguidores de Maomé

Artigo Presente no Site RaymondIbrahim.com

Embora eu já esteja a viver no mundo islâmico há já quase 3 anos, os eventos descritos na história que se segue surpreenderam-me. Acho que a ideia de ser traída por um amigo ou por um colega de trabalho com quem já tenho uma longa ligação cordial ainda é difícil de aceitar. Devido a isto, quando soube que um grupo de mulheres muçulmanas traiu as suas colegas Cristãs como forma de assegurar uma posição permanente para as suas colegas muçulmanos, eu fiquei espantada.

Os eventos que levaram à traição começaram em Março de 2014 num hospital governamental em Lahore, Paquistão, onde enfermeiras Cristãs e muçulmanas já trabalhavam juntas há vários anos sem qualquer tipo de problema. Numa tentativa de poupar dinheiro, o governo tomou a decisão de não renovar o contrato das enfermeiras classificadas como temporárias (as enfermeiras ou eram permanentes ou temporárias, estas últimas com renovações anuais de contratos).

Por motivos óbvios, a equipa da enfermaria não ficou feliz com esta decisão governamental visto que as temporárias iriam ficar sem emprego enquanto que as efectivas iriam ver as suas horas de trabalho aumentar sem que com isso fossem proporcionalmente recompensadas. Num gesto de solidariedade, as enfermeiras Cristãs e as muçulmanas decidiram protestar os cortes na equipa em frente ao hospital (Ruth e Sandra representaram as enfermeiras Cristãs).

Pouco depois do protesto ter começado, a polícia chegou e perguntou às líderes das protestantes o propósito da manifestação. Ruth explicou-lhes a situação mas foi dito às enfermeiras que elas estavam erradas e que elas deveriam voltar para casa. Foi então que as representantes muçulmanas disseram à polícia que elas [as muçulmanas] eram apenas espectadoras e que não faziam parte do protesto.

Quando os polícias ouviram isto, prenderam as enfermeiras Cristãs, que, ainda em choque com a traição das colegas muçulmanas, gritaram "Olhem à vossa volta! É claro que elas estavam aqui a protestar connosco!". A polícia ignorou o óbvio e prendeu as 17 enfermeiras Cristãs por "conduta desordeira".

No dia seguinte, as autoridades muçulmanas locais visitaram as enfermeiras (que haviam sido libertas sob fiança) e disseram-lhes que se elas se demitissem, nenhum acusação lhes seria feita. As enfermeiras Cristãs aperceberam-se então que o protesto se havia transformado num esquema para substituir as enfermeiras Cristãs, que tinham estatuto permanente, pelas enfermeiras muçulmanas, que tinham estatuto temporário. As enfermeiras Cristãs recusaram-se a apresentar a demissão e disseram que iriam lutar contra a injustiça nos tribunais.

Curiosamente, este tratamento injusto chamou a atenção de algumas pessoas dos média muçulmanos, que expressaram a sua simpatia para com as enfermeiras Cristãs. Eles juntaram forças com organizações Cristãs e pressionaram o governo a abandonar imediatamente as acusações, e a dar de volta às Cristãs o seu emprego. Uma semana mais tarde, as enfermeiras Cristãs voltaram para o hospital e tudo parecia estar normal (o governo renovou também os contratos das enfermeiras temporárias).

Infelizmente, as enfermeiras muçulmanas ficaram zangadas com o facto das suas irmãs muçulmanas não terem obtido estatuto permanente e devido a isso, espalharam o rumor de que Ruth e Sandra haviam blasfemado contra o islão. No espaço duma hora as duas mulheres Cristãs foram forçadas a sair do hospital devido às ameaças violentas que receberam da parte dos membros da equipa. O marido da Sandra, que já trabalhava como técnico de laboratório há vários anos, foi também forçado a sair.

Sabendo muito bem o que estava para acontecer, tiraram os seus filhos da escola e esvaziaram as suas contas bancárias. Durante esse período, o marido da Ruth telefonou-lhe para dizer que ele havia sido despedido da posição de gerente de hotel, cargo que ele já tinha desde 1999.

Nessa noite, enquanto se encontravam sentados à mesa tentando organizar o seu pensamento em relação aos eventos desse dia, receberam uma chamada dum amigo,  dizendo-lhes que uma multidão se dirigia até à sua casa para os matar. Eles pegaram em tudo o que tinham, e fugiram para uma casa do campo pertencente à família de Ruth. De lá, pediram visas para a Tailândia, onde se juntaram a mais de 7,000 refugiados Paquistaneses que estão actualmente a viver na Tailândia devido à perseguição religiosa.

Tal como disse a Amnistia Internacional em 1994:
Durante os últimos anos várias pessoas foram acusadas de blasfémia no Paquistão; em todos os casos conhecidos pela Amnistia Internacional, as acusações de blasfémia parecem ter sido levantadas arbitrariamente, fundamentadas em nada mais que as crenças religiosas minoritárias dos indivíduos. . . . . As evidências disponíveis em todos estes casos sugerem que as acusações foram levantadas como forma de punir membros das comunidades religiosas minoritárias.... Em muitos casos, a hostilidade para com grupos religiosos minoritários parece ser aumentada pela inimizade pessoal, rivalidade profissional ou económica, ou por um desejo de obter algum tipo de vantagem política. 
Consequentemente, a Amnistia Internacional chegou à conclusão que a maior parte das pessoas que enfrentam acusações de blasfémia, ou que são condenadas com base em tais acusações, são prisioneiras de consciência, detidas apenas e só devido às suas crenças religiosas, reais ou imputadas, em violação do seu direito à liberdade de pensamento, consciência e religião. (Crucified Again, p.136)
Fonte  http://bit.ly/1mFH487

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segunda-feira, 7 de julho de 2014

Paquistanesa morre por recusar uma proposta de casamento

Adolescente Paquistanesa morreu depois de ter sido regada com gasolina e incendiada por um homem que queria casar com ela mas que viu a sua proposta ser recusada.

Esta foi a segunda matança brutal na província do Punjab no espaço de dias, depois duma rapariga de 17 e o seu marido terem sido mortos por um grupo de familiares dela por se ter casado sem a aprovação destes.

Este último incidente ocorreu no Sábado, numa povoação que faz parte da aldeia Toba Tek Singh. Mohammad Akram, oficial da polícia, disse à AFP que Sidra Shaukat, de 18 anos, encontrava-se em casa sem a presença dos pais quando Fayyaz Aslam, de 22 anos, entrou em casa, lançou gasolina sobre ela e incendiou-lhe:

Ela foi levada para o hospital local, que prontamente lhe enviou para o hospital principal, mas ela morreu antes de chegar lá.

Aslam foi preso e foi aberto um processo contra ele.

O rapaz amava-a e tinha-lhe enviado uma proposta de casamento, mas a mesma foi rejeitada pela família dela.

O pai de Sidra, Shaukat Ali, confirmou a matança e acusou Aslam de assediar a sua filha:

Ele tinha o hábito de assediar a minha filha; ontem ele veio à tarde e ameaçou consequências graves depois de nós lhe termos dito para evitar voltar outra vez.

Outra adolescente, Maafia Bibi, de 17 anos, e o seu marido de 31 anos Muhammad Sajjad foram mortos pelo pai e por dois tios de Bibi devido ao facto dela se ter casado com ele - contrariando os desejos deles.

Fonte: http://bit.ly/1vMUbmG.

sábado, 5 de julho de 2014

A letal "honra" islâmica

Casal, que havia contraído matromónio recentemente, e originário do nordeste do Paquistão, morreu de uma forma horrível vítima de um ataque por parte da família da noiva. Segundo o oficial policial do Punjab Mohammad Ahsanullah, o casal, identificado como Sajjad Ahmed, de 26 anos, e Muawia Bibi, de 18, havia sido casado por um tribunal Paquistanês no dia 18 de Junho deste ano contra a vontade da família de Bibi.

Na Quinta Feira, o pai da noiva e os seus tios atraíram o casal de volta para a povoação de Satrah, na província de Punjab, onde Ahsanullah disse que o casal foi amarrado e decapitado. Apesar de inexistência de testemunhas, os membros da família entregaram-se às autoridades e encontram-se agora no distrito de Sialkot no Punjab.

Tais matanças normalmente são causadas pelas tradições tribais islâmicas do Paquistão e normalmente ocorrem em zonas rurais onde quer que existam muçulmanos. Os activistas dos direitos humanos afirmaram que as pessoas que testemunham estes actos, incluindo a polícia, normalmente não interferem porque tais matanças são consideradas "assuntos de família".

Segundo as Nações Unidas, cerca de 5,000 mulheres são anualmente mortas por motivos de honra. No entanto, os grupos que militam pelos direitos das mulheres afirmam que o número de crimes de honra é maior do que aquele que é reportado. Segundo a comissão dos direitos humanos do país, durante o ano passado 869 mulheres foram vítimas de matança de honra no Paquistão

Antes deste assassinato, e também em Junho, Saba Masqoood, de 18 anos, foi deixada como morta dentro dum saco num canal do Paquistão, com ferimentos causados por um ou mais armas de fogo.

Ela acusou o pai e o irmão de terem disparado contra ela visto eles não aprovarem o seu casamento com um vizinho. Ela sobreviveu mas outras não têm tanta sorte.

Durante o mês passado, a morte duma mulher paquistanesa grávida causou comoção em todo o mundo. Farzana Parveen, de 25 anos, foi atacada com tijolos por cerca de 20 pessoas, incluindo membros familiares próximos.

Depois disto, o seu marido, Mohammad Iqbal, disse à CNN que ele havia morto a sua primeira esposa há seis anos como forma de poder casar com Parveen.

Modificado a partir do original: http://cnn.it/THep56

* * * * * * *
Não são as "tradições tribais" e nem os "costumes culturais" que causam a matança de honra visto que estes crimes ocorrem na Irlanda, em Inglaterra, no Canadá, na Suécia, na Índia, e, tal como visto, no Paquistão. O que une todas estas mortes não é a "tradição cultural" ou "tribal" mas sim a religião islâmica.

domingo, 4 de maio de 2014

Muçulmano corta pescoço da filha por motivos de honra

Muçulmano de Nishtar Colony matou a sua filha de 22 anos em nome da honra.

O assassino ainda continua fugido mas a polícia já registou o caso jurídico acusando-o de assassinato, levando desde já a cabo mais investigações. 

Muhammad Rasheed cortou o pescoço da sua filha Shahida quando ambos se encontravam na sua casa perto de "Dolam Stop" em "Nishtar Colony".

Shahida foi levada apressadamente para o hospital mas morreu a caminho.

A família disse aos investigadores que a falecida tinha um relacionamento com um homem.

A polícia entregou o corpo à família depois da autópsia. As investigações prosseguem.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Muçulmanos profanam o Alcorão.

Walid Shoebat

Quando o Pastor Jones foi preso no último 11 de Setembro vitima de acusações criminais e depois de ter rebocado mais de 3,000 cópias do Alcorão para um parque em  Mulberry, o mundo ficou extremamente agitado porque ele tencionava queimá-los a todos. A acusação criminal que ele enfrenta agora é o transporte ilegal de material inflamável - isto é, cerca de 3,000 cópias do Alcorão regadas com querosene prontas para serem queimadas. Jones ficará em liberdade vigiada durante seis meses e está proibido de entrar em Polk County. Isto significa que ele não poderá levar a cabo os seus planos de queimar as cópias do Alcorão no dia 11 de Setembro de 2014.

Enquanto os média ocidentais se focam em Jones, fontes obtidas pelo site Shoebat.com revelam que alguns maometanos ficaram fartos do Alcorão e como tal, resolveram deitá-los fora. Desde a Arábia Saudita até ao Paquistão existem vários casos de maometanos a lançar cópias do Alcorão nas lixeiras, e até mesmo nos esgotos locais, tal como acontece no local mais sagrado do islão, a Arábia Saudita.

Durante o ano passado várias cópias do Alcorão foram encontradas nos esgotos locais de Taef, na Arábia Saudita, mas muito poucas agências noticiosas reportaram o incidente. Imaginem a comoção internacional que seria se várias cópias da Bíblia Sagrada (A Palavra de Deus) fossem encontradas nos esgotos locais duma cidade quase 100% Cristã.

A história começou com uma queixa que foi feita quando uma criança encontrou um Alcorão no esgoto local. A polícia Saudita deu início a investigações e encontrou várias cópias do Alcorão cobertas de excremento nos esgotos locais. O governo Saudita teve que retirar largas quantidades de material de esgoto até dar início ao processo de restauro das cópias do Alcorão. No Paquistão o problema foi semelhante visto que uma quantidade enorme de cópias do Alcorão foram encontradas nas lixeiras locais.


Quando um americano decide queimar cópias do Alcorão, o mundo inteiro foca-se nos Estados Unidos, mas quando no mundo islâmico centenas de cópias do Alcorão são misturadas com excremento humano, os média ocidentais nada dizem. Porque será?

Quando um homem decide queimar cópias do Alcorão nos EUA, quase todos os Americanos colocam-se contra ele mas isto não impede os maometanos de apelar à destruição dos EUA. Os maometanos deveriam levar a cabo demonstrações de agradecimento pelo facto de quase todos os Americanos serem contra a queima de cópias do Alcorão.

A hipocrisia islâmica é gritante: aparentemente queimar cópias do Alcorão é pior do que lançar cópias para a lixeira ou para o esgoto. Se calhar tudo depende de quem faça estas  coisas: se for um muçulmano a fazer isto, não há problemas.

O mais engraçado é que muito provavelmente os donos das cópias do Alcorão que foram lançadas nas lixeiras e nos esgotos estariam disponíveis para se manifestar publicamente contra os Americanos se por acaso Jones viesse a queimar as cópias do Alcorão no dia 11 de Setembro de 2014, mesmo sendo eles capazes de lançar as SUAS cópias do Alcorão no lixo e no esgoto.

Hipocrisia islâmica: sente-se à distância.


segunda-feira, 7 de abril de 2014

Cristão condenado à morte no Paquistão

Naeem Shakir, o advogado de Sawan Masih, afirmou que um juiz havia anunciado o veredicto durante a audiência que ocorreu na prisão onde o julgamento se realizou (devido aos receios de que Masih pudesse ser atacado a caminho do tribunal).

Embora o Paquistão nunca tenha executado ninguém segundo esta lei, as multidões enraivecidas devido às acusações blasfemas são conhecidas por tomarem a lei nas suas mãos e matarem quem quer que se suspeite que tenha violado essa dita lei.

Mal uma acusação deste tipo é feita, é muito difícil revertê-la, principalmente porque as pessoas envolvidas na execução da lei não querem passar a imagem de que estão a ser brandas com os suspeitos.

Tal vigilantismo criou uma clima de medo levando a que juízes atemorizados realizem julgamentos dentro das prisões e fazendo com que as testemunhas de defesa se manifestem em favor dos acusados.

Muitos activistas dos direitos humanos afirmam que as leis da blasfémia, que permitem a prisão perpétua ou a pena de morte, estão a ser usadas de forma a atingir as pessoas como forma de obter algum ganho material, ou levar a cabo uma vingança.

O incidente que levou à condenação de Sawan Masih teve início no dia 7 de Março do ano passado quando um jovem maometano acusou Masih de falar mal de Maomé. A policia prendeu Masih, mas no dia seguinte uma multidão atacou a povoação onde Masih e outros Cristãos vivem, incendiando casas e destruindo propriedades.

vem mesmo a hora em que qualquer que vos matar cuidará fazer um serviço a Deus.

João 16:2
 "vem mesmo a hora em que qualquer que vos matar cuidará fazer um serviço a Deus."
João 16:2

Fonte.

domingo, 12 de janeiro de 2014

Muçulmano ataca enteadas com ácido

Homem da província do Punjab atacou as suas duas enteadas com ácido por estas se recusarem a casar com os homens escolhidos por ele.

Muhammad Aslam atirou ácido nas enteadas Malaika, 19 anos, e Javeria, 23 anos, enquanto elas dormiam.

Ambas as vitimas foram levadas para o hospital "Jinnah", em Lahore, onde os médicos descreveram o seu estado como crítico.

A polícia afirmou que Aslam discutia frequentemente com as enteadas. "Ele queria que elas se casassem com os homens que ele havia escolhido".

Alegadamente, Aslam havia já aceite dinheiro por parte dum homem da sua vizinhança depois de prometer casar uma das enteadas com ele. A polícia disse que, "Quando ambas as raparigas se recusaram a casar com o homem, Aslam atirou ácido nelas para lhes ensinar uma lição." 

Foi aberto um caso policial contra Aslam e a polícia estão a levar a cabo raids policiais com o propósito de o prender.

sábado, 11 de janeiro de 2014

A coragem de Aitazaz Hassan Bangash

Um rapaz de 14 anos está a ser qualificado de herói no Paquistão por ter enfrentado um bombista suicida, e ter morrido à porta do portão principal - salvando os colegas da escola que se encontravam reunidos para as actividades matinais.

Segundo o que o primo do rapaz disse à CNN, Aitazaz Hassan Bangash ia a caminho da "Ibrahimzai School" no distrito de Hangu, na província de Khyber Pakhtunkhwa, quando o bombista, vestido com o uniforme escolar, lhe perguntou onde era a escola. Aitazaz e o seu primo Musadiq Ali Bangash suspeitaram do bombista, e este último acrescentou:

Os outros estudantes recuaram mas Aitazaz confrontou o bombista, tentando agarrá-lo. Durante o confronto, o bombista entrou em pânico e detonou a bomba. 

Rajab Ali, que também testemunhou o ataque, disse à CNN que viu Aitazaz a atirar uma pedra de grandes dimensões a um rapaz que tentava entrar na escola. A detonação ocorreu quando Aitazaz agarrou o bombista. Ele e o bombista morreram no local, e testemunhas presentes no local disseram que a explosão lesionou duas outras pessoas.

Iftikhar Ahmed, oficial da polícia do distrito de Hangu, confirmou os detalhes à CNN.

Hangu é um distrito problemático que faz fronteira com as áreas tribais do Paquistão, e que se encontra afligido por imensa guerra sectária (com ataques direccionados aos Xiitas e aos Sunitas).

Musadiq, primo de Aitazaz, disse que, "Foi um grande sacrifício salvar as vidas de centenas de estudantes, tanto Xiitas como Sunitas, que estavam juntos na reunião matinal." Aitazaz deixou para trás o pai, Mujaad Ali Bangash (um funcionário), o seu irmão mais velho, Mustajab Hassan Bangash (estudante no Paquistão), e três irmãs.

Residentes locais, tais como Nawah Khan, estão a desenvolver esforços de modo a que Aitazaz receba um prémio póstumo pela sua coragem:

Ele salvou a vida de centenas de estudantes e merece mais reconhecimento que Malala Yousafzai.

Os Paquistaneses estão a compará-lo com Malala, a rapariga que foi vítima de um ataque levado a cabo pelos Talibãs em Outubro de 2012 por promover a educação para todos os rapazes e todas as raparigas.

Os Paquistaneses estão a usar os média sociais para louvar a sua coragem, com pessoas do Twitter a pedir que se use a hashtag #onemillionaitzazs ou simplesmente #aitzaz, e apelando para que o seu heroísmo seja reconhecido com um prémio.



* * * * * * *

A guerra sectária entre os maometanos é um lembrete bem forte de que se eles não se respeitam mutuamente, muito dificilmente eles respeitarão os kuffars.
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