MITOS ISLÂMICOS

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sábado, 8 de novembro de 2014

O propósito da "caridade" islâmica

Por Sharyl Attkisson

Pela primeira vez, detalhes surpreendentes sobre os milhões de dólares canalizados para as agências de caridade do Médio (para terroristas islâmicos e para as suas famílias) estão a chegar ao conhecimento público. Entre 2000 e 2005 o dinheiro foi usado para recompensar os terroristas e as suas famílias depois de ataques a Israelitas e Americanos que se encontravam em visita a Israel.

As evidências foram apresentados hoje durante um caso histórico que ocorreu no tribunal federal de Nova York. Trezentos Americanos alegam que o Arab Bank propositadamente providenciou serviços financeiros a terroristas e aos seus financiadores, uma clara violação da lei anti--terrorismo dos Estados Unidos. O Arab Bank responde, dizendo que não serviu os terroristas conscientemente.

Os documentos do Arab Bank revelam um elaborado sistema dentro do qual Amã, a sede na Jordana do Arab Bank, serviu como ponto central. Alguns Israelitas referem-se ao banco como o "Grand Central Station do financiamento terrorista".  Por exemplo, documentos do banco alegadamente mostram que uma dúzia de caridades do Médio Oriente com ligações ao grupo terrorista Hamas bem como a outros grupos radicais islâmicos, transferiram $32 milhões para o Arab Bank durante a segunda intifada. O dinheiro era alegadamente entregue às famílias dos suicidas bombistas bem como a outros palestinos que se haviam envolvido em actos de terrorismo contra os Judeus.

Outra agência de caridade, a Saudi Committee for the Support of the Intifada al Quds, enviou quase $100 milhões através do Arab Bank. A análise dos queixosos aos registos do banco indicam que $32 milhões dos $100 milhões foram distribuídos como pagamentos em numerário aos "mártires" e às suas famílias, incluindo as famílias dos bombistas suicidas, e o resto foi distribuído entre outras agências de caridade controladas pelo Hamas.

Segundo evidências hoje apresentadas pelos queixosos, e tendo como base os documentos do banco, as famílias dos bombistas suicidas receberam $5,300 em pagamentos, cerca de quatro vezes mais do que rendimento médio anual dos palestinos (~ $1,600).  Se o mártir acabasse ferido mas vivo, ele receberia $2,655. Se o mártir fosse preso e encarcerado, a sua família receberia $1,325. Os recipientes simplesmente apresentavam-se na filial do Arab Bank, mostravam a identificação e recebiam o dinheiro.

Segundo a lei anti-terrorismo, é ilegal os bancos levarem a cabo negócios com entidades designadas como terroristas ou grupos que eles saibam ou tenham motivos para acreditar que tenham ligações com actividade terrorista. É neste ponto que as duas partes entram em rota de colisão.

Na sua declaração inicial, o advogado do Arab Bank disse aos jurados que o Saudi Committee era um grupo humanitário legítimo e que nunca havia sido designado pelos Estados Unidos como organização terrorista. O Arab Bank alegou também que qualquer negócio que tenha sido levado a cabo com terroristas ou com grupos terroristas era limitado em natureza, e, devido aos erros de escrita ou erros de averiguação, totalmente não-intencionais.

Em 2005 o Arab Bank chegou a um acordo extra-judicial em relação a uma investigação levada a cabo pelo U.S. Treasury Department devido a alegações de lavagem de dinheiro e financiamento de terrorismo pagando uma multa de $24 milhões sem no entanto admitir ter feito qualquer infracção. Os queixosos do julgamento em Nova York buscam compensações e penalidades financeiras junto do Arab Bank.


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Seria interessante ver os líderes Ocidentais a levar mais a sério a questão da lavagem de dinheiro levada a cabo por agências de "caridade" islâmicas. Uma coisa, no entanto, é bem óbvia: em qualquer situação, é seguro afirmar que o lado do mal é aquele que disponibiliza elevadas somas de dinheiro às famílias de pessoas que explodem bombas em locais onde estão mulheres e crianças.


segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

O assassinato de Thamar Zeidan

Dormindo calmamente na sua povoação da Samaria e Judeia, Thamar Zeidan não ouviu o seu pai aproximar-se. Esmagado pela pressão social e pelo peso dos costumes islâmicos, Munther dirigiu-se à sua filha adormecida, colocou as suas mãos à volta do seu pescoço e só parou de apertar quando sentiu que a vida de Thamar havia chegado ao fim.

Os crimes de honra são alvo de pouca discussão na sociedade Palestina, mas a mãe e a irmã de Zeidan vieram a público ressalvar este caso, e revelar a intensa pressão que o pai de Zeidan se encontrava para levar a cabo o crime.

Numa petição que foi amplamente divulgada na sua povoação (Deir Al Ghusun), membros da família fora do círculo doméstico acusaram Thamar de ter levado a cabo "actos vergonhosos e escandalosos".

Essa petição exigia ao pai de Thamar que "repusesse a moral cultural e religiosa dentro da sua família" e a mesma foi postada em cinco mesquitas locais durante as rezas de 6ª-Feira - havendo sido assinada por mais de 50 parentes, incluindo Abed Al-Rahman Zeidan, um legislador palestino. A mãe de Thamar afirmou o seguinte:

O meu marido estava sob intensa pressão. A família queria nos banir da Cisjordânia [Judeia e Samaria] e algumas haviam já começado a espalhar o rumor de que o meu marido não se encontrava na plena posse das suas faculdades mentais.

Segundo Laila Zeidan, reagindo às exigências de restaurar a honra da família, o seu marido matou a sua filha.

O meu marido é um homem pacífico e isto está totalmente fora da sua maneira de ser, mas a pressão era demasiado intensa.

Durante o ano de 2013 ocorreram 27 "matanças de honra" na Palestina, comparados com os 13 do ano prévio.

Fonte

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Os políticos, os média e as organizações islâmicas ocidentais asseguram-nos que as matanças de honra em nada estão relacionadas com o islão, apesar de 91% das matanças de honra serem feitas por . . . muçulmanos. Mas se as matanças de honra são assim tão fora da teologia islâmica, porque é que os muçulmanos não se revoltam contra esta práctica? A resposta é por demais óbvia: os muçulmanos sabem que o islão sanciona as matanças de honra e como tal, eles nada podem fazer contra essa práctica.

sábado, 30 de março de 2013

Activistas pró-Palestina violadas na Líbia

Duas mulheres de origem paquistanesa foram "brutalmente violadas em frente ao pai", reporta Awadh al-Barassi na sua conta de Facebook, condenando "o terrível acto." 

Barassi afirmou que havia visto as duas vítimas em Benghazi na Terça-Feira, e que a família "se encontrava num estado psicológico muito mau."

As mulheres acompanharam o pai numa iniciativa organizada pela ONG Turca "NGO IHH", e dirigiam-se ao conclave palestino que se encontra numa zona bloqueada por Israel quando foram barradas de abandonar a Líbka e entrar no Egipto.

Os três determinaram então voltar a Benghazi acompanhados por mais dois britânicos, com o expresso propósito de apanharem um avião e voarem para casa. No entanto, quando chegaram à segunda maior cidade da Líbia, foram raptados por 5 homens não identificados. 

Outras fontes afirmam que a família encontra-se agora sobn os cuidados do consulado turco em Benghazi.


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Isto é o tipo de coisa que acontece com muito mais frequência mas que pouco é reportada. Mulheres (muçulmanos ou não) que têm o azar de cair nas mãos de terroristas muçulmanos, podem contar com várias horas de abuso sexual. 

O mais horrível é que este tipo de comportamento tem suporte na teologia islâmica uma vez que Maomé, o "profeta" do maometanismo, abusou sexualmemte de uma criança (Aisha) e de uma judia. A judia foi sexualmente abusada quando Maomé invadiu Khaybar, matou muitos homens, torturou um deles para obter o seu ouro, e "casou-se" com uma judia cujo marido tinha sido assassinado por ele e pelos seus fiéis devotos.

Portanto, criticar este tipo de comportamento sem fazer a ligação com o comportamento do fundador da religião islâmica é insuficiente.
O apóstolo de Alá (que a paz esteja com ele) enviou uma expedição militar até Awtas por ocasião da batalha de Hunain. Eles depararam-se com o inimigo e combateram-no. Depois de os terem vencido, levaram consigo os cativos.
Alguns dos Companheiros do apóstolo de Alá (que a paz esteja com ele) estavam relutantes em ter relações sexuais com as cativas na presença dos seus esposos, que eram descrentes. Então Alá, o exaltado, enviou o verso alcorânico onde se lê:
"Também vos está vedado desposar as mulheres casadas, salvo as que tendes à mão." (4:24)  Abu Dawud 2150 e Muslim 3433

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Autoridades búlgaras expulsam delegação do Hamas

Fonte

Na 6ª Feira passada as forças de segurança da Bulgária fizeram um raid às instalações temporárias da delegação do Hamas localizada em Sofia, e expulsaram-na do país. A delegação chegou à Bulgária na 4ª Feira para apresentar "a narrativa palestina e expôr a falsa narrativa israelita em torno dos palestinos e do Hamas." Esta visita foi a primeira deste tipo por parte dos oficiais do Hamas a um país da União Europeia (UE).

A agência noticiosa palestina Ma'an citou uma declaração emitida pela lista parlamentar do Hamas "Change and Reform" onde se lia que o gesto dos Búlgaros foi parcialmente motivado pela pressão Israelita, Americana e Britânica.

O Hamas rapidamente atacou o gesto dos Búlgaros, acusando-os de ceder à pressão Israelita. Taher al-Nunu, porta-voz do governo, afirmou:

Condenamos este acto, que reflecte o nivel de submissão às pressões Sionistas.

O grupo acrescentou que exige um pedido de desculpas formal por parte da Bulgária, e que os seus oficiais [do Hamas] deveriam estar protegidos com a imunidade diplomática.

Segundo a Sofia News Agency, fontes ligadas às autoridades oficiais Búlgaras afirmaram mais tarde que haviam expulso a delegação do Hamas devido ao facto dos terroristas ameaçarem a segurança nacional. "Os quatro palestinos expulsos da Bulgária eram uma ameaça séria à segurança nacional," afirmou a Agência Estatal Búlgara para a Segurança Nacional, acrescentando que eles haviam agido de acordo com o Artigo 42 do "Bulgaria's Foreigners Act", que permite a expulsão de estrangeiros se estes forem uma ameaça à ordem pública ou à segurança nacional.

Na 5º Feira, o governo Búlgaro rejeitou terminantemente alegações em torno de encontros que supostamente haviam ocorrido entre representantes oficiais do governo e os oficiais do Hamas.

Ismail al-Ashkar, chefe da lista parlamentar do Hamas, liderou a delegação. Os legisladores do Hamas Salah Bardaweel e Mushir al-Masri (que é também um porta-voz do grupo islamita na Faixa de Gaza) acompanharam al-Ashkar.

A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Bulgária, Vessela Tcherneva, afirmou ao Jerusalem Post que “a Bulgária faz parte da política da União Europeia ao listar o Hamas como uam organização terrorista.”
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Obviamente, há sempre uma forma rápida de impedir que os terroristas maometanos sejam expulsos de países como a Bulgária. Para tal, basta que eles parem de apoiar directamente actividades terroristas e genocidas contra mulheres e crianças israelitas.
Aprovado pelo Hamas

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Como os palestinos tratam os "colaboradores"

E estes são os bárbaros com quem Israel tem que fazer "acordos de paz"? 


Se esta é a forma como eles tratam os "traidores" em Gaza, imaginem a forma como tratariam os Judeus. Todas as vezes que eles apanham alguém que é acusado - e só isso - de ter "colaborado" com Israel, esta é a forma como "tratam do assunto".

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segunda-feira, 19 de novembro de 2012

A dualidade de critérios do mundo ocidental

Incrível como estas vozes supostamente preocupadas pouco ou nada dizem e fazem em relação aos mortos civis que o governo Sírio tem amontoado nas ruas.

A diferença é que os Sírios não são Judeus.

domingo, 18 de novembro de 2012

A nobreza do "anti-sionismo"

Só para quem pensa que o "anti-sionismo" é algo distinto do anti-semitismo.

Na foto (Paris; Place de L'Opera) vemos alguns idiotas a manifestarem-se contra Israel por este pais se defender dos ataques assassinos do Hamas. Aparentemente, não é suposto Israel defender-se dos ataques que recebe, mas sim deixar que os terroristas muçulmanos destruam o seu país.

PERGUNTA: quantas destas pessoas se manifestaram contra os ataques que o governo sírio fez ao seu próprio povo?


Ódio dirigido a Israel é ódio dirigido aos Judeus.

sábado, 17 de novembro de 2012

De que lado estás?


- "Quem abandonar a fé islâmica deve ser morto". (Volume 9, Book 84, Number 57)


- "Jihad: guerra contra os não-muçulmanos como forma de os converter ao islão."  ("Islam and Christianity", impresso pela "Waqf Ikhlas Publications", página 316 - 7ª edição)

- "Foi narrado por 'Umar b. al-Khattib que ele ouviu o mensageiro de Allah (que a paz esteja com ele) dizer:
Vou expulsar os Judeus e os Cristãos da Península Árabe e não vou deixar mais ninguém a não ser muçulmanos." - Fonte

-
"Os árabes são o grupo cuja linhagem é a mais nobre, mais proeminente e a melhor em boas acções. Fomos os primeiros a responder ao chamamento do profeta. Somos os ajudantes de Allah e os vizires do seu mensageiro." (Tabari IX:69)    (Fonte)

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Usando crianças para provocar soldados

Um dos aspectos mais perturbadores do conceito islâmico de guerra é o de considerar as crianças totalmente dispensáveis.

Devido a isto,  em lugares como o Paquistão nós vêmos devotos muçulmanos a manipular as crianças de modo a que elas se tornem em bombistas suicidas. Em locais mais próximos de Israel não é incomum os terroristas lançarem rockets a partir de áreas cheias de crianças.

O objectivo dos terroristas muçulmanos é provocar a morte de crianças no contra-ataque de Israel, e usar as fotos de crianças mortas como propaganda a ser usada por todos os órgãos de informação esquerdistas do mundo como evidência da "agressividade" de Israel. 

No vídeo que se segue, observamos uma táctica mais subtil, mas mais comum: empurrar crianças na direcção dos soldados israelitas.

Soldados Judeus riem-se perante a "ameaça"
Os fotógrafos, esses, que deveriam ser os primeiros (ou os segundos, se levarmos em contra os pais das crianças) a afastar as crianças de locais onde confrontos armados podem ocorrer, esperam ansiosamente, quais abutres, que um soldado Judeu pegue na criança e a afaste.

Claro que se um desses soldados meramente tocar numa das crianças, ele estará nas notícias árabes nessa mesma tarde, e será tratado como um assassino de "inocentes" crianças árabes.

Que tipo de religião é esta que promove um comportamento tão cobarde? Historicamente falando, acho que nem os bárbaros nórdicos, no ponto mais baixo da sua barbárie, enviavam crianças para lutar as suas guerras - se eles tivessem a hipótese de enviar homens.

O pior de incidentes como este não é a existência de culturas bárbaras (essas vão existir até a consumação dos tempos) mas sim a complacência com que o mundo supostamente civilizado lida com eles. 

A barbárie só avança quando a civilização recua, e o mal só avança quando os agentes do bem se recusam a combater.

Fonte

domingo, 21 de outubro de 2012

A história de Rachel Levy

Abigail Levy não se preocupou quando, no dia 29 de Março, a sua filha saiu do apartamento e se dirigiu de autocarro para o supermercado. Pouco antes das 2 da tarde, Rachel entrou no supermercado que se encontra na parte sul de Jerusalém, armada com a lista de compras que a sua mãe lhe havia dado.

Ao mesmo tempo que Rachel entrava, Ayat, de 18 anos, entrou também no supermercado, mas vinha armada com outra coisa: um cinto de explosivos amarrado à sua cintura. As duas raparigas entraram juntas no supermercado, e morreram juntas.

"Ouvi o som das sirenes," lembra-se Abigail. "Ouvi-os a pararem perto e disse 'Algo aconteceu aqui perto. Oh, meu Deus. A Rachel está naquele supermercado!'"

A bomba que Ayat trazia consigo matou o o guarda de segurança e a Rachel. Horas mais tarde, as autoridades pediram a Abigail se ela se importaria de se dirigir à morgue para reconhecer a sua filha.

Fonte

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No mundo civilizado as mulheres e as crianças são mantidas longe de sitiações que podem colocar as suas vidas em risco. Os palestinos, por outro lado, seduzem meninas de 18 anos de modo a que estas valorizem mais o mitológico "estado da Palestina" do que as suas preciosas vidas.

Este é o dia a dia de quem vive rodeado duma "cultura" que glorifica a morte, a opressão e o suicídio. Como é que pessoas minimamente inteligentes realmente esperam que Israel faça "acordos de paz" com bárbaros que enviam meninas para a sua morte?



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segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Muçulmanos manifestam-se em Jerusalém: “Vamos Expulsar os Judeus com Sangue e Fogo e Vamos Massacrá-los"

Durante três manhãs consecutivas muçulmanos manifestaram-se no Monte do Templo, tentando atacar grupos de Judeus que tentavam visitar o local mais sagrado do Judaísmo durante o Sukkot. Mais uma vez, as forças policias colocaram um largo número de homens no local como forma de impedir os muçulmanos de atacar os Judeus.

A polícia reportou que existiram alguns protestos ténues durante os dias antecedentes, mas um vídeo que entretanto veio a público mostrou dezenas de jovens muçulmanos tentando de modo activo atacar os Judeus que visitavam o Monte do Templo. Um oficial Wakf é visto tentando partir a câmara dum Judeu que filmava os manifestantes muçulmanos.

A Arutz Sheva reportou que uma manifestação muçulmana considerável recebeu os Judeus que tentavam visitar o Monte do Templo, durante o Chol Hamo’ed - os dias intermédios do Sukkot. Asaf Fried, um dos membros do grupo que visitou o Monte do Templo, disse:

Quando subimos o Monte do Templo, fomos recebidos com gritos que diziam "Alá é o maior." Mais uma vez a polícia nada fez, mesmo mais para o final da visita quando os Árabes realmente se aproximaram de nós e bloquearam a nossa saída gritando "Vamos expulsar os Judeus com sangue e fogo, e vamos massacrar os Judeus". Mesmo assim, a polícia não fez nada.

Felizmente, o grupo de Judeus conseguiu escapar sem qualquer tipo de dano físico.


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Pergunta interessante: Existe alguma parte do mundo onde os muçulmanos vivem lado a lado com outro grupo religioso em paz e harmonia? No ocidente, os Cristãos vivem em paz com Judeus, Hindus, Budistas e outros grupos - mesmo onde os Cristãos são a esmagadora maioria.

Por outro lado, em todos os locais onde os maometanos se tornam suficientemente numerosos, problemas e conflitos ocorrem. Este problema não se prende com a etnia das pessoas, visto que Árabes Cristãos não causam nem 1% dos problemas que os Árabes maometanos causam, mas sim com a ideologia.
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quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Membro do Hamas morre numa explosão prematura

AFP - Militante pertencente à facção armada do Hamas, morreu na 4ª-Feira passada depois do carro onde ele viajava ter explodido.

Não houve qualquer tipo de acusação contra Israel, levantando as suspeitas de que se tratou dum "acidente de trabalho" - o eufemismo usado quando uma detonação acidental de explosivos mata os portadores dos mesmos explosivos.

Os médicos identificaram o muçulmano como sendo Ayman al-Shufra, membro do grupo "Ezzedine al-Qassam Brigades", e disseram também que outros dois palestinos que se encontravam também no carro ficaram feridos.

A explosão, que ocorreu antes do por do Sol, atingiu um SUV na vizinhança Tel al-Hawa, na Gaza ocidental, ferindo Shufra que morreu várias horas depois.

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Tal como já disse várias vezes, não me alegro com a morte de muçulmanos terroristas, mas dada a escolha entre ele e crianças (muçulmanas ou Judias), não há muito por onde escolher. Ele sabia dos riscos mas mesmo assim foi em frente. Pois bem. Ele agora vai passar o resto da eternidade a arrepender-se desse erro..

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Jovem palestiniana presa dez anos na casa de banho

Uma palestiniana de 21 anos foi mantida pelo pai dentro de uma casa de banho ao longo da última década. Baraa Melhem garantiu que ele só a deixava sair a meio da noite, altura em que tinha de limpar a casa onde era mantida prisioneira.

A Autoridade Palestiniana recebeu uma denúncia anónima e resgatou a jovem da sua casa, na cidade de Qalqilya, na Cisjordânia. O pai foi detido e entregue às autoridades de Israel, visto que é cidadão desse país.

A jovem disse a uma rádio palestiniana que o pai a trancou na casa de banho aos 11 anos, impedindo-a de frequentar a escola e de visitar a mãe, de quem ele se tinha divorciado.

Além de ser espancada, Baraa tinha apenas um cobertor para se aquecer na pequena divisão onde passou toda a adolescência.

O pai forçava-a a cortar o cabelo e as sobrancelhas. permitindo-lhe que tomasse banho apenas uma vez por mês. Além disso, segundo uma assistente social disse à Reuters, encorajava a filha a cometer suicídio.

Baraa Melhem manteve a sanidade com ajuda de um rádio que era o seu único contacto com o mundo exterior e encontra-se já a viver com a mãe.

Fonte

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Oficial palestino diz que as fronteiras de 1967 levarão à destruição de Israel

Um membro sénior do Comité Central da Fatah (liderada por Mahmoud Abbas) afirmou numa entrevista à Al-Jazeera que o Primeiro Ministro Israelita Binyamin Netanyahu e o presidente dos EUA Barack Obama são "sacos de lixo". Ele aproveitou também para dizer que o acto de obrigar Israel a abandonar a Judeia e a Samaria conduzirá à sua destruição.

Abbas Zaki disse ao entrevistador que qualquer acordo final entre Israel e a Autoridade Palestina (AP) "deveria-se basear nas fronteiras de 4 de Junho de 1967 . . . toda a gente sabe que o objectivo maior nunca pode ser levado a cabo duma só vez."

Israel alega que Abbas e numerosos membros da AP deixaram bem claro que o objectivo "maior" continua a ser a eliminação do Estado de Israel mas as declarações de Zaki deixam isso bem claro. Zaki fez estas declarações durante uma entrevista vista por milhões de árabes por todo o mundo.

Um clip das declarações de Zaki foram traduzidas pela MEMRI (Middle East Media Research Institute) - organização que monitoriza os órgãos de informação árabes.

Totalmente ignorante do que Deus fez a todos os outros povos e líderes que tentaram destruir o Povo Judaico, Zaki afirmou:

Se Israel abandonar Jerusalém, remover os 650,000 colonos, e desmantelar a muralha, o que será de Israel? Será o seu fim.

Quem é que está nervoso e zangado agora? Netanyahu, Lieberman, e Obama . . . Todos esses sacos de lixo . . . . Porque é que nos metemos nisto? Nos deveríamos estar felizes por ver Israel zangado.

Seguindo o "bom exemplo" deixado pelo "profeta" Maomé ("taqiyyah"), Zaik notou que atingir o "objectivo maior" seria impossível inicialmente e revelá-lo não seria inteligente:
Se nós dissermos que queremos eliminar Israel . . . . a sério, seria muito difícil. Não é [uma política] aceitável. Não digas estas coisas ao mundo. Guarda isto para ti.

Fonte


Das duas uma: ou o homem é burro ou então está a tentar passar uma mensagem a alguém. Porque é que ele diz algo "revelador" num órgão de informação visto por milhões de árabes ao mesmo tempo que pede para que se "guarde" essa informação?

Não faz sentido.

No entanto, o que fica desta notícia é que, ao contrário do que os órgãos de (des)informação esquerdistas revelam, os palestinos não estão interessados em paz com Israel. O que os palestinos desejam é destruir Israel.

Dada esta situação, Israel tem toda a legitimidade em tratar a Autoridade Palestina como um inimigo e não como parceiro de paz.

Parceiros de paz?

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Árabes a viver em Jerusalém preferem que a cidade fique sob controle Judaico

Árabes a viver em Jerusalém não só preferem que a Cidade Santa fique sob domínio Judaico como também preferem que ela não seja dividida. Uma vez que várias sondagens mostram que os árabes israelitas não querem fazer parte do estado palestino, isto não é novidade.

Uma sondagem levada a cabo pelo "Palestinian Center for Public Opinion" mostrou que os árabes da zona Este de Jerusalém estão "divididos" acerca de quem eles preferem que controle o território onde vivem.

Questionados se prefeririam ser cidadãos palestinos, "com todos os direitos e privilégios que os outros palestinos", ou cidadãos israelitas com todos os direitos e privilégios dos outros israelitas, apenas 30% escolheu a primeira opção; 35% preferiam a cidadania israelita; 35% recusaram-se a responder ou disseram que não sabiam.

Sabem o que isso significa, certo? Pelo menos 70% dos árabes prefere viver entre os Judeus do que viver sob o jugo da autoridade palestina. Porque será?

Estes números provavelmente estão mais perto dos 100%, só que muitos deles provavelmente tiveram medo de admitir a verdade sob o risco de serem identificados como "colaboradores" ou "traidores".

Os restantes 30% provavelmente mentiram porque, tal como os outros 35% que "não sabem", recearam serem mortos.

Como é que os esquerdistas harmonizam a mitologia da "opressão" dos palestinos com o seu desejo de continuar a viver entre os mesmos Judeus que alegadamente os oprime? Reparem que, mesmo levando os números tal como eles estão, há mais muçulmanos a querer viver entre os Judeus do que muçulmanos a querer viver sob a autoridade palestina.

Se nós formos a aceitar as mentiras dos média esquerdistas (de que os palestinos vivem em "campos de concentração"), isto é análogo a dizer que 35% dos presos em campos de concentração nazis preferirem continuar presos do que serem libertos.

Um director do "Palestinian Center for Public Opinion", Nabil Kukali, disse que "o povo está dividido", mas isto é pura mitologia. Pelo que vêmos nos dados da sondagem, o povo não está minimamente "dividido": eles querem permanecer entre os Judeus.

Eles sabem o que significa perder a cidadania israelita e passar a ter a mundialmente "respeitada" cidadania palestina: passar do 1º mundo para o 3º mundo, da civilização para o barbarismo, da modernidade para a era pré-Idade Média, duma cultura que constrói telemóveis e novos avanços na medicina, para uma "cultura" que ensina às crianças formas de odiar os não-muçulmanos - os Judeus em particular.

Só 30% dos palestinos quer viver entre eles.

-Fonte-


segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Muçulmanos lançam pedras a carro duma judia e atingem bebé de 20 meses


Nos territórios da Judeia e Samaria (actualmente ocupados por muçulmanos) árabes atiraram pedras contra um carro conduzido por uma mulher judia e feriram gravemente a filha de 20 meses que seguia no banco de trás.

A menina recebeu tratamento médico por parte de membros do corpo médico da "Samaria Regional Authority" (SRA) e mais tarde foi evacuada para um hospital.

Gershon Mesika, o director da SRA afirmou:

Os "pacíficos homens palestinos" oferecem-nos mais uma evidência - para aqueles que ainda precisem delas - do tipo de pessoas que nós [os Judeus] enfrentamos.. Nós enfrentamos terroristas sem escrúpulos que tentam matar bebés.

Eles tem um galho de uma oliveira na sua boca e armas de matança nas suas mãos. É a estes terroristas bárbaros que eles [a ONU] querem dar um estado.

A Nação de Israel é forte e o governo tem que aprender com eles e ficar fortificado pelo seu espírito - não ao recuo e à rendição, sim à construção e ao espezinhamento do terrorismo.

Em baixo está uma reportagem do ataque que estes bárbaros fizeram à uma mulher e à sua filha.



É com estes assassinos que Israel tem que fazer acordos de paz? É com estes bárbaros que os Judeus tem que coexistir?

Se és um esquerdista indoutrinado a pensar nos palestinos como "pobrezinhos " e nos Judeus como "malvados", olha bem para a foto que está bem no início do post e pergunta-te quem são os pobrezinhos e quem são os malvados.

É importante não esquecer que este tipo de comportamento tem a aprovação das escrituras islâmicas. Uma das tradições islâmicas do "profeta" Maomé diz:

"Foi narrado por 'Umar b. al-Khattib que ele ouviu o mensageiro de Allah (que a paz esteja com ele) dizer:
  • Vou expulsar os Judeus e os Cristãos da Península Árabe e não vou deixar mais ninguém a não ser muçulmanos."

(Fonte)

Estes muçulmanos que atacaram a mulher e o seu bebé apenas seguem os ensinamentos de Maomé de expulsar os judeus de áreas que os muçulmanos acreditam serem suas. Não há aqui nenhuma má representação ou citação "fora do contexto". Tais ensinamentos estão nas fontes islâmicas que os muçulmanos consideram autoritárias.
Fui feito vitorioso através do terror.
Quem disse estas coisas foi o fundador da religião islâmica (Muhammad) como citado no livro de tradições islâmicas com o nome de Bukhari (Volume 4, Livro 52, Número 220). A colecção "Sahih Bukhari" é considerada pelos muçulmanos como a mais fiável junção de tradições do "profeta".

O Islão aprova a matança de pessoas inocentes pelo simples facto de não se submeterem ao jugo islâmico. Esta família judaica é exemplo disso.

Vêr também:



domingo, 21 de agosto de 2011

Portugueses constroem casas em Alcântara. Obama furioso com isso.

O título do post não faz sentido nenhum, pois não? Isso foi propositado. Afinal, que direito têm o Obama e a Hillary de determinarem o que nós construímos no nosso próprio país?

Agora troquem "Portugal" por "Israel", e "Alcântara" por "Jerusalém" e observem o mesmo ridículo. A administração de Obama está "furiosa" com o facto dos Judeus construírem "unilateralmente" casas na sua própria cidade porque isso será detrimental para o "processo de paz". Aparentemente os Judeus precisam da autorização da ONU para construíram casas no seu próprio país.

Já agora, QUAL "processo de paz"? Aquele que os muçulmanos deliberadamente se recusam a cumprir uma vez que isso implica reconhecer Israel como um Estado Judaico? Hillary e o seu patrão muçulmano bem podem começar a fazer as malas porque 2012 de facto é o fim. O fim da sua breve e desastrosa estadia na Casa Branca.

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