MITOS ISLÂMICOS

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sábado, 19 de janeiro de 2013

O "campo de concentração" de Gaza


quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Recém-nascidos na Faixa de Gaza são baptizados com nomes de mísseis iranianos

Os palestinos dão aos recém-nascidos nomes de comandantes do Hamas mortos no recente conflito armado, assim como nomes de mísseis iranianos lançados aquando dos bombardeamentos de Israel.

Um habitante de Gaza deu ao filho, que nasceu na passada sexta-feira o nome de Fajr, agradecendo assim ao Irão o fornecimento de mísseis à sua região.

Um outro palestino também baptizou seu filho de Fajr, predizendo-lhe “um futuro radioso nas fileiras do movimento palestino”. “Ele carregará os mísseis com o seu nome para salvar a Palestina da ocupação israelita”, afirmou o pai feliz.



sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Como os palestinos tratam os "colaboradores"

E estes são os bárbaros com quem Israel tem que fazer "acordos de paz"? 


Se esta é a forma como eles tratam os "traidores" em Gaza, imaginem a forma como tratariam os Judeus. Todas as vezes que eles apanham alguém que é acusado - e só isso - de ter "colaborado" com Israel, esta é a forma como "tratam do assunto".

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quinta-feira, 15 de novembro de 2012

O fim de Ahmed Jabari

Oficiais palestinos de Gaza afirmam que um ataque aéreo de Israel matou o comandante da sua facção militar. 

Ahmed Jabari torna-se assim no mais importante oficial do Hamas a ser morto desde a invasão a Gaza, há 4 anos. Há já muito tempo que Jabari encabeçava a lista israelita dos mais procurados.

Testemunhas afirmam que Jabari viajava no seu veículo em Gaza quando o seu carro explodiu.

Recentemente, os oficiais israelitas afirmaram que estavam a levar em consideração assassinar oficiais do Hamas importantes como resposta aos rockets que têm caído em Israel proveniente de Gaza.


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A tragédia deste incidente não é só a perda duma vida humana, mas o facto de haver muitos outros como Jabari que não aceitam de maneira nenhuma a existência de Israel na sua Terra histórica. 

Caiu um assassino, mas muitos outros estão prontos para continuar com o ódio, o anti-semitismo, a cristofobia e a violência.

Enquanto o mundo não aceitar que Israel tem todo o direito de existir, e que os palestinos não querem viver lado a lado com eles, esta guerra vai-se perpetuar.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Jornalista italiano anti-Israel e pró-Palestina assassinado por palestinos

Grupo salafista de radicais islamistas matou um activista italiano depois de o ter raptado em Gaza, declarou um oficial do Hamas. Um porta-voz do Hamas reportou:
O italiano foi morto por sufocação e o seu corpo foi encontrado numa estrada da cidade de Gaza.
Dois suspeitos de terem participado no rapto foram presos e os oficiais de segurança procuram cúmplices.

O ministro dos Negócios Estrangeiros italiano denunciou o ataca como um "assassínio bárbaro". Pode-se ler numa declaração:

O ministro dos Negócios Estrangeiros denuncia de forma vigorosa o acto de violência vil e estúpido cometido por extremistas indiferentes ao valor da vida humana.
O ministro italiano aparentemente não sabe que para o islão a vida dos infiéis não vale nada. As evidências que confirmam esta alegação multiplicam-se, mas ainda há ocidentais que não fazem ideia nenhuma da ideologia que os está a atacar.

Além disso, a noção dos Direitos Humanos é algo que emana da visão Judaico-Cristã do mundo, e não da islâmica. É precisamente por isso que, em jeito de resposta aos Direitos Humanos aceites por quase todo o mundo, os maometanos viram-se obrigados a criar a "Declaração Islâmica dos Direitos Humanos".

Trabalhadores estrangeiros do enclave identificaram o morto como sendo Vittorio Arrigoni e disseram que ele era um activista pertencente a um grupo pró-palestina chamado de "International Solidarity Movement" (ISM). Paralelamente, Arrigoni trabalhava como jornalista e escritor.

Num video colocado no YouTube, o grupo salafista afirma que havia raptado o jornalista como forma de assegurar a libertação de um número não especificado dos seus membros que haviam sido presos pelas forças de segurança na Faixa de Gaza. O grupo disse ainda que o executaria se as suas exigências não fossem respeitadas até à meia noite do dia 15 de Abril.

Ou seja, um ocidental foi morto porque um grupo maometano exigia que outro grupo maometano libertasse prisioneiros pertencentes ao primeiro grupo.

O grupo terrorista diz:

Temos em nossa posse o prisioneiro italiano e apelamos a ao governo de Haniya para libertar os nossos prisioneiros.
Haniya refere-se ao primeiro-ministro Ismael Haniya e o um dos prisioneiros nomeados é Sheikh Hisham al-Suedani.
Se não responderem às nossas exigências rapidamente, no espaço de 30 horas nós iremos executar o prisioneiro.
A liderança palestina sediada no West Bank apelou para "a libertação imediata e incondicional do activista estrangeiro que está a trabalhar em suporte da causa palestina e do povo palestino. . . . . Esta acção não ajuda a causa justa do povo palestino. Pelo contrário, prejudica-a. "

Os raptores identificaram-se como pertencendo a um grupo previamente desconhecido com o nome de "The Brigade of the Gallant Companion of the Prophet Mohammed bin Muslima".

O grupo descreveu Arrigoni como um "jornalista que veio ao nosso país apenas para corromper as pessoas - proveniente da Itália, o estado da infidelidade, cujos exércitos ainda estão em países muçulmanos."

Vê-se logo que estes motivos são fachada. Se o que o italiano supostamente fazia era mau para a palestina, e ele era dum país que supostamente tinha exércitos em países islâmicos, porque é que o Hamas haveria de querer a sua libertação?

Infelizmente, o italiano pró-palestino encontrou a morte precisamente nas mãos dos muçulmanos que ele tentava ajudar.

ISRAEL-PALESTINIANS-GAZA-ITALY-KIDNAP,

◄Fonte►

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