MITOS ISLÂMICOS

Mostrar mensagens com a etiqueta Violência. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Violência. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 17 de março de 2015

Nicolae Sennels e a psicologia dos muçulmanos

Por Andrew McIntyre

A estatística é chocante: cerca de 70% dos jovens presos na Dinamarca são muçulmanos. Tal como o psicólogo Nicolae Sennels apurou quando ele se determinou a descobrir o porquê, os motivos tem muito mais a ver com o insular desdém da comunidade por tudo o que as nações modernas e liberais Ocidentais representam (excepto os benefícios sociais).

Como um visitante regular da Europa, há já muito tempo que ponderei sobre a delicada questão da habilidade dos imigrantes muçulmanos de se integrarem no Ocidente - especialmente na França, na Holanda, Grã-Bretanha e Escandinávia. 

Durante o período em que me preparava para uma viagem até à Dinamarca durante o ano passado, cruzei-me com o espantoso trabalho de Nicolai Sennels (na foto), psicólogo clínico a trabalhar junto dos jovens nas prisões de Copenhaga, e com o seu instigante livro "Among Criminal Muslims. A Psychologist’s Experiences from Copenhagen Municipality".

Não estando ainda publicado em Inglês, o livro fundamenta-se em 10 anos de trabalho clínico intenso junto de 150 jovens muçulmanos e 100 jovens não-muçulmanos. O livro disponibiliza um entendimento da cultura e da mente dos infractores jovens muçulmanos, o seu frequente comportamento violento e as elevas taxas de crime que normalmente caracterizam as suas comunidades.

A altamente controversa publicação dos desenhos satíricos de Jyllands-Posten (sobre Maomé) colocou, subitamente, a Dinamarca no palco mundial, mas isso aconteceu há quase uma década e como tal, fui para Copenhaga para dar uma vista olhos mais próxima à forma como as coisas se desenvolveram desde então. 

Tive a chance de falar por poucos instantes com Sennels telefonicamente, seguindo-se posteriormente  uma troca de perguntas por email. Depois da nossa breve conversa e da subsequente troca de emails, descobri que é difícil não pensar no Marcellus de Shakespeare e a sua observação de que existem de factos coisas pobres no reino da Dinamarca.

O próprio Sennels encontra-se numa missão de descobrir o porquê da violência e criminalidade serem tão proeminentes dentro da comunidade muçulmana, o porquê de parecer ser, de modo geral, difícil os muçulmanos integrarem-se na sociedade Ocidental. Segundo o "Denmark’s Bureau of Statistics", cerca de 70% dos jovens que se encontram nas prisões Dinamarquesas têm origens imigrantes, e quase todos estes foram educados dentro duma família muçulmana. Em termos numéricos, as 7 primeiras nacionalidades listadas por comportamento violento são de países muçulmanos.

Depois de horas e horas dentro dum ambiente clínico, Sennels apercebeu-se que ele tinha que entender as diferenças psicológicas entre os muçulmanos e os ocidentais de modo a entender uma estatística tão desproporcional. Ele direccionou a sua análise dos problemas comportamentais segundo 4 linhas orientadoras:

- raiva contra fraqueza
- honra contra segurança
- complexo de vítima contra responsabilidade pessoal
- Muçulmanos contra não-muçulmanos.

Sennels explicou que nestas 4 áreas, os Ocidentais e os muçulmanos eram bastante diferentes - chegando até a ser diametricamente opostos nas suas atitudes.

Na primeira área, relativa à raiva, nós no Ocidente olhamos para as expressões de raiva como a forma mais rápida de perder a credibilidade. No entanto, junto dos muçulmanos, Sennels apurou que a raiva não só é aceite, como é vista como um sinal de força; de facto, a raiva nela própria é vista como um argumento. Nas suas aulas de  gestão da raiva, Sennels observou que os seus clientes muçulmanos acreditavam, tal como lhes havia sido ensinado, que a "agressividade é aceite e é o comportamento esperado durante os conflitos.”

Para além das suas observações, Sennels baseou-se num recente estudo levado a cabo pelo "Criminal Research Institute of Lower Saxony" na Alemanha, onde foram entrevistados 45,000 adolescentes tanto de lares muçulmanos como jovens com origens não muçulmanas. “Os rapazes que haviam crescido dentro de famílias muçulmanas religiosas eram mais susceptíveis de serem violentos,” afirmou Sennels.

A segunda área estudada por Sennels centrava-se na auto-confiança. Ele salienta que de modo geral, os Ocidentais olham para as críticas, embora desagradáveis, como uma coisa honrada quando oferecida de modo honesto e segundo os seus méritos. A aceitação de críticas válidas é, dito de outra forma, um sinal de confiança em si próprio e no que a pessoa defende. Consequentemente, os Ocidentais conseguem lidar com a crítica duma forma relativamente vazia de emotivismo - talvez até com uma expressão de gratidão se o crítico estiver correcto, ou com um encolher de ombros se o crítico estiver errado.

Por contraste, no islão e dentro da cultura muçulmana no geral, a crítica é vista como um ataque a honra da pessoa, com a falta duma resposta agressiva a ser vista como algo desonrado. No Ocidente, o que nós olhamos como uma insegurança e um comportamento infantil perante uma crítica, é visto como algo justo dentro da comunidade muçulmana. A experiência profissional de Sennels levou-o a entender que as exigências por uma maior integração na sociedade levam muitos muçulmanos a sentirem-se criticados, levando a que eles desenvolvam uma inimizade maior contra a sociedade não-muçulmana que os rodeia.

A terceira diferença psicológica que Sennels fala centra-se na  auto-responsabilidade e o que, em termos psicológicos, é chamado de "locus de controle". Os Locus de Controle internos são fomentados nas sociedades Ocidentais, onde as pessoas olham para as suas vidas como resultado das suas escolhas. No Ocidente nos temos toda uma indústria, da qual ele faz parte, que tem pessoas a pagar boas somas a terapeutas em troca de conselhos em relação à melhor forma de resolver os problemas e a melhor forma de atingir os objectivos.

No islão, toda a vida é ins’Allah — estabelecida por Alá e não pelo indivíduo. Entretanto, as vidas diárias dos muçulmanos que ele aconselhou eram principalmente governadas pela sharia, pelas tradições culturais, e pelos membros familiares. A experiência é de estar sob controle. Os desejos pessoais, os impulsos democráticos e as escolhas individuais eram rejeitados e até punidos.

Sennels disse-me que perguntar a um muçulmano sobre as suas escolhas era pouco relevante visto que os seus clientes não viam como responsabilidade sua integrar na sociedade Dinamarquesa. De alguma forma, eles esperavam que fosse o Estado a fazer com que isso acontecesse, alterando o seu normal funcionamento de modo a que este se ajustasse ao estilo de vida dos muçulmanos.

Em relação aos crimes feitos pelos jovens que ele estudou, os muçulmanos tendiam a olhar para a vítima como a entidade responsável por ter "provocado" a sua resposta. Sennels está bem ciente do argumento que existe dentro de vários círculos profissionais que levanta a questão se a cultura muçulmana - ao gerar um locus de controle fora do indivíduo - não cria tendências psicóticas, ou se a falta de empatia pelos outros, juntamente com a abrogação da responsabilidade pessoal, são fenómenos superficiais.

Finalmente, há o assunto da identidade muçulmana versus a identidade não-muçulmana - o assunto que está no centro do 4º ponto relativo à tolerância. Os Ocidentais são ensinados que a tolerância é nela mesma boa e algo que define um cidadão decente. Dentro do islão, intolerância para com os não-muçulmanos, minorias sexuais [sic], mulheres, autoridades não-muçulmanas, e leis seculares é algo esperado. Isto gera sociedade paralelas, para além de estatísticas criminais alarmantes, actividade terrorista, e a amplamente difundida supressão e opressão das mulheres.

Tal como muitos outros antes de Sennels já salientaram, incluindo o escritor Australiano Mark Durie, as escrituras islâmicas sublinham o conceito do "infiel". Junto dos seus clientes muçulmanos, muito poucos olhavam para si como Dinamarqueses; a maioria via-se como Marroquinos, Somalis, Paquistaneses, etc, que por acaso se encontravam a viver num outro país.

Quase todos eles sentiam-se alienados perante os Dinamarqueses, para além de afirmaram que se encontravam em oposição à sociedade Dinamarquesa. Isto chocou Sennels visto que muitos deles imigrantes de segunda ou de terceira geração.

As estatísticas confirmam tudo isto. Na Dinamarca 14% dos muçulmanos residentes se identificam com a organização Muçulmanos Democráticos, cuja carta de estatutos afirma que se pode ser, ao mesmo tempo, Dinamarquês e muçulmano. 

Sennels salienta que esta forte experiência do "nós" e "eles" tem consequências concretas visto que a maioria das pessoas que são vítimas de violência, assalto e tentativas de homicídios são não-muçulmanas. As excepções são os actos de violência dirigidos a gangues muçulmanos rivais ou a assim-chamada violência de honra.

Sennels recolheu alguns dados bastante confirmadores. Embora ele reconheça uma ligação entre o comportamento anti-social e a pobreza, ele é bastante enfático ao afirmar que o crime e o comportamento anti-social levam à pobreza, e  não o contrário.

Pesquisas levadas a cabo pelo "Danish Centre for Knowledge" sobre a Integração  (Randers, Youth, "Education and Integration”, Maio de 2005) revelou que 64% de todas as crianças em idade e com origens Árabes são tão fracas na leitura e na escrita depois de passarem 10 anos no sistema escolar Dinamarquês, que são incapazes de prosseguir com a sua educação - o dobro da taxa que se encontra junto dos outros estudantes Dinamarqueses. Para além disso, o falhanço muçulmano de atingir os requerimentos de QI mínimo para recrutamento militar é três vezes maior que o falhanço dos candidatos Dinamarqueses.

Sennels discute outros factores culturais, tais como o facto dos seus países de origem colocarem pouco ênfase no conhecimento e na educação. Segundo um artigo da Nature de 2003, a média mundial para a produção de artigos publicados por cada milhão de habitante é de 137, enquanto que entre os países que fazem parte da Organização da Conferência Islâmica o número é de 13.

Segundo uma pesquisa de proporções consideráveis levada cabo na Turquia, "70% dos cidadãos Turcos nunca chegam a ler um livro". Pesquisas publicadas pela "Arab Human Development Reports" das Nações Unidas salienta que o "total cumulativo dos livros traduzidos desde o tempo do Califa Maa’moun (século 9) é de 100,000, quase tantos como a média anual Espanhola.”

Sennels faz a dedução óbvia: não ser capaz de ler e escrever, abandonar a escola, e vir duma cultura que, de modo geral, tem pouco interesse pela ciência e pelo conhecimento, minimizam de modo severo as chances de se vir a ter um emprego bem remunerado - ou qualquer emprego. Isto leva ao comportamento anti-social e criminoso, e por fim à pobreza e à dependência estatal

Sennels salienta que os imigrantes precisam de três coisas para se integrarem: Eles têm que querer integrar na sociedade anfitriã, eles têm que ter a permissão para se integrarem, e eles têm que ter a capacidade para se integrarem. Muito poucos muçulmanos atingem estes três critérios.

O governo Dinamarquês não tem estado totalmente inactivo no que toca ao problema da não-assimilada minoria propensa ao crime. Sem qualquer tipo de fanfarra, ele introduziu duas medidas básicas: a repatriação individual e a redução da pensão para crianças. A política de repatriação tem como alvo os imigrantes não-integrados, e paga-lhes 1,000 euros, um bilhete só de ida para o seu país, assistência médica durante um ano, e dinheiro extra se por acaso quiserem começar um negócio.

Crê-se que esta despesa seja mais económica que que pagar os mais de 300,000 euros que se estima que se tenha que pagar durante a estadia dum imigrante por toda a sua vida. A política é administrada através das municipalidades locais e já testemunhou o regresso anual de centenas de volta para os seus países.

A segunda política, limitar a pensão infantil para não mais de duas crianças - a média das famílias Dinamarquesas - foi introduzida como forma de desencorajar a imigração e a dependência estatal. No entanto, esta política foi colocada de parte mal o Governo Social Democrata assumiu o poder numa coligação minoritária em 2011.

Embora outros países Ocidentais enfrentem dificuldades semelhantes às que sentem os países Europeus, parece que o problema é menos grave nos Estados Unidos, na Austrália e noutros destinos migratórios. Mesmo assim, e com notícias de jihadistas muçulmanos-Australianos a cortar cabeças na Síria e no Iraque, e com o número de atiradores de carro a tornarem-se cada vez mais comuns em  Ocidente de Sydney, as ideias de Sennels podem parecer ter uma relevância Australiana, especialmente junto de qualquer debate em torno da sabedoria da imigração muçulmana.

- http://goo.gl/xRdvJj.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

O criminoso da Arábia e o seu amigo imaginário.

O alegado Deus do Universo tem que ser Moralmente Perfeito, e os Seus representantes terrenos têm que possuir integridade moral. Devido a isso, Alá alega isso mesmo sobre Maomé no Alcorão. Se isto é verdade, e se Maomé era moralmente íntegro, então as hadiths iriam delinear isso mesmo.

Se há alguma coisa dita no Alcorão, ou se há alguma característica ou traço de personalidade descrita nas hadiths que estão longe do comportamento de alguém moralmente perfeito, então isso nega o Alcorão como sendo a Palavra de Deus, e nega também as alegações de Maomé de ser um profeta de Deus.

Dito de outra forma, se algumas das palavras ou acções de Maomé revelam-no a propagar 1) o ódio injustificado contra os não-maometanos, 2) a degradação e denigração injustificada das mulheres ou de outro ser humano, 3) actos de violência injustificados, 4) actos injustificados de liderar, ordenar ou planear guerras, 5) assassinatos, massacres, violações, escravatura, pilhagem, abuso sexual de menores, escravatura sexual, apedrejamento, tortura em nome de Deus, então Maomé não é profeta de Deus mas uma fraude.

Alá leva Maomé a executar actos criminosos
É suposto Deus ter criado o homem à Sua Imagem, mas no que toca a Maomé, parece que ele transformou o deus árabe pagão, Alá, e fê-lo à sua imagem - chegando a dar a Alá as suas características, a sua personalidade, os seus desejos e as suas ambições. Quer fosse o desejo de Maomé ter abusar sexualmente de pequenas raparigas, ou tomar posse das propriedades de outras pessoas, ou fosse a sua ambição de obter mais poder e domínio, Maomé tinha sempre Alá para lhe facilitar a realização desses desejos e dessas ambições.
Pedofilia e Violação
Maomé tinha o desejo de abusar sexualmente da pequena Aisha, filha do seu discípulo mais próximo e seu amigo Abu Bakr; ela só tinha seis anos por essa altura. Para realizar os seus desejos, primeiro Alá deu um sonho a Maomé onde ele via Aisha envolvida em seda, dizendo a Maomé que ela seria sua esposa: 

O profeta disse-lhe: "Foste-me mostrada duas vezes em sonhos. Vi-te vestida com um pedaço de seda e alguém [no sonho] me disse: 'Esta é a tua mulher'. Quando  eu me apercebi de quem era a imagem, vi que eras tu. Eu disse, 'Se isto vem da parte de Alá, então certamente que se realizará". - Bukhari 5:58:235
Depois disto, Alá deu a Maomé, no Alcorão, mais uma autorização para molestar e violar raparigas pequenas, afirmando que era perfeitamente legal (halal) casar com uma criança pré-púbere que aguardava a sua primeira menstruação (65:4):
Quanto àquelas, das vossas mulheres, que tiverem chegado à menopausa, se tiverdes dúvida quanto a isso, o seu período prescrito será de três meses; o mesmo se diga, com respeito àquelas que ainda não tiverem chegado a tal condição; e, quanto às grávidas, o seu período estará terminado quando derem à luz. Mas, a quem temer a Alá, Ele lhe aplainará o assunto. Alcorão 65:4

Maomé, o exterminador
Depois de imigrar para Medina, que era então uma cidade judaica, Maomé ficou cara a cara com os Judeus, as únicas pessoas de Arábia bem versadas na doutrinas religiosas Abraâmicas. Inicialmente, Maomé tentou impressioná-los e atraí-los para a sua religião, mas em vez disso, o que aconteceu foi que eles tornaram-se em pessoas que facilmente poderiam expôr as falsidades da "revelações" Alcorânicas. Isto era um problema com o qual Maomé não se tinha ainda deparado com mais ninguém na Arábia, e algo que poderia potencialmente demonstrar como o seu Alcorão era uma fraude, e destruir a sua missão religiosa.

Devido a isto, Maomé queria eliminar os Judeus da face da terra, mas como estes tiveram ao seu lado o apoio dum poderoso líder de Medina - Abdullah ibn Obayyi - Maomé teve que se contentar em exilar os Judeus de Banu Qainuqa em 624 e Banu Nadir em 625.

Por volta de 627, quando Maomé atacou os Banu Quraiza, Abdullah havia visto o seu poder enfraquecido, e Maomé pôde, então, ignorar a sua oposição e exterminar os Judeus, algo que ele já tencionava fazer há mais de 3 anos. Eis a forma como Alá o guiou a exterminar a tribo Judaica, tal como descrito em Bukhari 5:59:448:
 
Depois disto, o apóstolo de Alá dirigiu-se a eles (i.e. Banu Quraiza) (i.e. sitiou-os). Eles renderam-se ao julgamento do profeta (incondicionalmente depois de 25 dias de resistência feroz) mas ele dirigiu-os para o julgamento de Sad (aliado de Maomé) para que este desse o seu julgamento em relação a eles.
Sad disse: "Dou o meu julgamento de que os seus guerreiros sejam mortos, as suas mulheres e crianças levadas como cativos, e as suas propriedades distribuídas".
O "profeta" disse:
Julgaste de acordo com o julgamento do Rei (Alá) ~ Bukhari 5:447
A sentença levou à decapitação de mais de 600 homens e rapazes púberes, bem como à escravatura das mulheres e das crianças. Ibn Ishaq afirma que o número pode ter chegado aos 800-900 (p. 464).
Durante o massacre, Maomé deparou-se com um problema: de que forma é que ele iria separar os rapazes Judeus que ele queria vender para escravatura daqueles que ele queria matar? O "profeta" pensou numa solução engenhosa: ordenou que os jihadistas baixassem as calças dos jovens, e aqueles que já tinham pêlos púbicos em torno dos seus genitais foram separados daqueles que não tinham. Os remanescentes foram mantidos como escravos e vendidos nos mercados:
Narrado por Atiyyah al-Qurazi:
Eu encontrava-me entre os cativos de Banu Qurayzah. Eles (os Companheiros) examinaram-nos, e aqueles que já tinham começado a ter pêlos (púbicos) foram mortos, e aqueles que não tinham foram mantidos vivos. Eu encontrava-me entre aqueles que não tinham ainda desenvolvido pêlos. ~ Abu Dawood 38:4390
Depois disto, Maomé recebeu mais uma revelação que dava sanção "divina" à matança de Judeus:
 
Vós não os aniquilastes, (ó muçulmanos)! Foi Alá quem os aniquilou; e apesar de seres tu (ó Mensageiro) quem lançou (areia), o efeito foi causado por Alá. Ele fez para Se provar indulgente aos fiéis, porque é Oniouvinte, Sapientíssimo. ~ Alcorão 8:17
Não é dado a profeta algum fazer cativos, antes de lhes haver subjugado inteiramente a região. Vós (fiéis), ambicionais o fútil da vida terrena; em troca,Alá quer para vós a bem-aventurança do outro mundo, porque Alá é Poderoso, Prudentíssimo. ~ Alcorão 8:67
Maomé, o primeiro terrorista islâmico

Eis aqui a forma como Alá inspirou o seu apóstolo a levar a cabo actividades terroristas:

O apóstolo de Alá disse: 'Fui feito vitorioso através do terror" ~ Bukhari 4:52:220
Mobilizai tudo quando dispuserdes, em armas e cavalaria, para intimidar, com isso, o inimigo de Alá e vosso, e se intimidarem ainda outros que não conheceis, mas que Alá bem conhece. Tudo quanto investirdes na causa de Alá, ser-vos á retribuído e não sereis defraudados. ~ Alcorão 8:60
Maomé e o seu terrorismo suicida

O exemplo de Maomé como inspiração para o terrorismo:

Bukhari (52:54) – O apóstolo disse: 'Gostaria de ser martirizado pela Causa de Alá, e depois ser ressuscitado e ser martirizado, e ser mais uma vez ressuscitado e martirizado, e ressuscitado outra vez e martirizado mais uma vez.'
Muslim (20:4678) – Durante a batalha de Uhud, Maomé estava tão desesperado para empurrar os homens para a batalha que lhes prometeu o paraíso se por acaso eles se martirizassem. Isto levou a que um jovem, que se encontrava a comer tâmaras, as atirasse para longe e a lutasse até à sua morte.
Muslim (20:4655) – Um homem perguntou a Maomé "Quem é o melhor dos homens?" Maomé respondeu-lhe que é o homem que está sempre pronto para a guerra e voa em sua direcção, 'buscando a morte em lugares onde ela pode ser esperada'.
Muslim (20:4681) - Certamente que as portas do Paraíso encontram-se à sombra das espadas.
Sem surpresa alguma, Alá inspirou Maomé e os muçulmanos e levar a cabo terrorismo suicida:

Que combatam pela causa de Alá aqueles dispostos a sacrificar a vida terrena pela futura, porque a quem combater pela causa de Alá quer sucumba, quer vença, concederemos magnífica recompensa. ~ Alcorão 4:74
Maomé o decapitador
Maomé levou a cabo (pessoalmente) duas decapitações de 2 chefes Judeus de Banu Qurayza:
Eles renderam-se e o apóstolo confinou-os a Medina, no bairro d. al-Harith (uma mulher de B. al-Najjar). Depois disto, o apóstolo dirigou-se ao mercado de Medina (que ainda é um mercado até aos dias de hoje) e cavou trincheiras por lá.
Depois mandou vir os dois e cortou as suas cabeças sobre essas trincheiras à medida que eles eram trazidos até ele em lotes. ~ Ibn Ishaq, The Life of Muhammad, p. 464
Mais uma vez, Alá veio em auxílio do seu profeta como forma de inspirar as decapitações de Maomé:
E de quando o teu Senhor revelou aos anjos: Estou convosco; firmeza, pois, aos fiéis! Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos! ~ Alcorão 8:12
Abuso sexual das escravas

Em Khaybar, Maomé tomou Safiya como saque e como sua escrava sexual. Segundo Bukhari (2:14:5:68, p. 35; 4:52:74:143, p. 92; 4:52:168:280, p. 175), e Tabari (39:185), Safiya bint Huyayy era uma cativa de Maomé com quem ele se casou depois de matar o seu pai, irmão, marido e todos os homens da sua comunidade judaica de Khaybar. 
Os jihadistas de Maomé não só abusaram sexualmente as mulheres que capturaram durante os seus raids, como receberam permissão da parte dele para levarem a cabo coitus interruptus [algo condenado pelo Deus da Bíblia] enquanto as violavam; isto foi feito como forma de preservar o seu valor aquando da sua venda.
Narrado por AbuSa'id al-Khudri:
Um homem disse: 'Apóstolo de Alá, tenho uma rapariga-escrava e eu retiro o pénis de dentro dela (enquanto tenho relações sexuais), e não gosto da ideia dela ficar grávida. Tenciono (através do acto sexual) o mesmo que os homens tencionam com ele.
Os Judeus dizem que retirar o pénis (azl) é enterrar raparigas vivas em pequena escala.' Ele (o apóstolo) disse: 'Os Judeus disseram uma mentira. Se Alá tenciona criar, tu não podes voltar as costas a isso'. ~ Abu Dawud 11:2166; ver também Bukhari 34:432
Alá "inspirou" o verso que se segue, permitindo que Maomé e os muçulmanos tivessem escravas e pudessem abusar delas sexualmente se assim quisessem:
Se temerdes ser injustos no trato com os órfãos, podereis desposar duas, três ou quatro das que vos aprouver, entre as mulheres. Mas, se temerdes não poder ser eqüitativos para com elas, casai, então, com uma só, ou conformai-vos com o que tender à mão. Isso é o mais adequado, para evitar que cometais injustiças. ~ Alcorão 4:3
Os jihadistas de Maomé tinham reservas em abusar sexualmente das mulheres cativas em frente aos seus maridos, e como tal, Alá "revelou" o verso que se segue, tornando essa práctica halal:
Abu Sa'id al-Khudri disse: O apóstolo de Alá (que a paz esteja com ele) enviou uma expedição militar para Awtas durante a ocasião da batalha de Hunain. Eles encontraram o seu inimigo e lutaram contra eles.
Depois de os terem derrotado, tomaram para si cativas de guerra. Alguns dos Companheiros do apóstolo de Alá (que a paz esteja com ele) estavam relutantes em ter relações sexuais com as cativas na presença dos seus maridos, que eram descrentes. Devido a isso, Alá enviou o versículo Alcorânico (Alcorão 4:24) : "Também vos está vedado desposar as mulheres casadas, salvo as que tendes à mão." ~Abu Dawud 5:711:2150
Castigos torturadores
Maomé legalizou também o corte das mãos dos ladrões:
Narrado por 'Aisha: O profeta disse: 'A mão deve ser cortada por motivos de furto de algo que valha mais do que um quarto dum Dinar, ou mais"~ Bukhari 8:81:780
E Alá vem dar sanção "divina" a esta práctica horrível:
Quanto ao ladrão e à ladra, decepai-lhes a mão, como castigo de tudo quanto tenham cometido; é um exemplo, que emana de Deus, porque Deus é Poderoso, Prudentíssimo. - Alcorão 5:38
Torturas macabras por parte de Maomé

Maomé ordenou que os pés e as mãos de ladrões fossem cortados, os olhos queimados, e que eles fossem deixados para morrer uma morte horrenda:

Narrado por Abu Qilaba: Anas disse, "Algumas pessoas da tribo de 'Ukl ou 'Uraina vieram até Medina e o tempo local não lhes fez bem. Devido a isto, o profeta ordenou-lhes que fossem até à manada de camelos (em Milch) e bebessem o seu leite e a sua urina (como medicamento).
Então eles foram tal como lhes foi indicado, e depois de terem recuperado a sua saúde, mataram os pastores do profeta e fugiram com os camelos. A notícia chegou aos ouvidos do profeta pela manhã e ele enviou homens na sua perseguição; os homens capturaram os ladrões e trouxeram-nos até ao profeta por volta do meio-dia.
Ele ordenou que as suas mãos e os seus pés fossem cortados (o que foi feito), e que os seus olhos fossem marcados com pedaços de ferro quente.
Eles foram colocados em 'Al-Harra' e quando pediram por água, nenhuma água lhes foi dada. Abu Qilaba disse: "Estas pessoas haviam cometido roubo e assassinato, haviam-se tornado infiéis e haviam lutado contra Alá e o seu apóstolo" ~ Bukhari 1:234
 Alá dá permissão "divina" aos castigos horríveis e torturantes de Maomé:
O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo. ~ Alcorão 5:33
Conclusão:

Listada em cima está uma pequena amosta das acções horríveis de Maomé, bem como dos seus castigos hediondos. E sempre que isso acontece, Alá, o deus da imaginação de Maomé, envia um verso, dando sanção divina às acções e castigos horrendos levados a cabo por Maomé. 

Qualquer pessoa com uma pequena porção de matéria cinzenta na sua cabeça não terá dificuldade em discernir que Maomé era um líder criminoso e mafioso na Península Árabe, e que ele criou Alá a partir da sua imaginação - que lhe deu aprovação divina a todas as suas más acções.

Fonte: http://bit.ly/Z1QG2k.

terça-feira, 27 de maio de 2014

Psicólogo diz que "o islão cria monstros"

Por Rebecca Savastio

O psicólogo dinamarquês Nicolai Sennels, perito em trabalhar junto dos jovens delinquentes maometanos, escreveu um livro intitulado "Among Criminal Muslims - A Psychologist’s Experience from the Copenhagen Municipality", e numa dissertação escrita em apoio ao livro, ele alega que "o islão cria monstros". Um recente estudo Alemão confirma a declaração de Sennels e revela que os maometanos mais devotos eram mais susceptíveis de enveredar pela violência do que os participantes não-maometanos que fizeram parte do mesmo estudo.

Sennels afirma que o islão é diferente das outras religiões visto que a forma como esta fé é ensinada faz uma lavagem cerebral aos jovens através de mensagens violentas. Sennels alega que os pais muçulmanos infligem violência de forma repetida sobre os filhos ao mesmo tempo que entregam uma ideologia religiosa. Ele afirma que este comportamento faz com que os extremistas maometanos sejam muito mais violentos que os extremistas de outras confissões religiosas.

A lavagem cerebral, termo usado por Sennels, começa cedo na vida da criança e as mensagens religiosas são repetidas de modo vigoroso ao mesmo tempo que é exercida uma forte dose de disciplina física. Sennels alega que é esta combinação de dor e reforço que cria os "monstros" islâmicos, que posteriormente se sentem justificados em torturar e matar pessoas inocentes.

Sennels ressalva que os pais maometanos querem indoutrinar as suas crianças com a religião o mais cedo possível de modo a que as crianças permaneçam muçulmanas e não busquem outra fé - dentro da lei sharia, voltar as costas ao islão (apostasia) é motivo para execução.

Ele prossegue ressalvando que a cultura muçulmana está bem atrasada no que toca o "entendimento do desenvolvimento humano," e que, portanto, as técnicas que os Ocidentais qualificariam de abuso de menores encontra-se bem embutida e normalizada entre os pais muçulmanos, e são consideradas estratégias correctas de educação de crianças.

Sennels afirma que dentro da cultura maometana a noção de "crítica construtiva" não existe, e qualquer crítica a identidade muçulmana irá resultar em raiva extrema e, muito provavelmente, em violência física. O próprio Alcorão, diz Sennels, não dá espaço para a ideia de tolerância, e apela aos maometanos para se separarem dos não-maometanos e olharem para eles como inferiores. Isto, por sua vez, gera ódio, alega Sennels:

O cocktail cultural e psicológico de raiva, baixa auto-estima, mentalidade de vítima, disponibilidade para ser cegamente liderado por figuras autoritárias externas, e uma visão agressiva e discriminatória dos não-maometanos, forçada sobre os maometanos através da dor, intimidação e repetições entorpecentes do Alcorão, é o motivo que leva o islão a criar monstros.

As suas declarações geraram uma enorme controvérsia, mas um estudo Alemão de dimensões consideráveis, envolvendo 45,000 adolescentes, parece confirmar as alegações de Sennels. Nesse estudo foi encontrada uma conexão directa entre o nível religioso dos maometanos e a disponibilidade para participar em actos violentos.

O que é de  particular importância é o facto dos autores do estudo Alemão terem dado início ao projecto esperando que o mesmo confirmasse exactamente o contrário daquilo que foi apurado. Christian Pfeiffer, cientista que trabalha para o "Criminal Research Institute" na Saxónia, disse que tem estado activo em iniciativas que são contra  campanhas que visam denegrir os muçulmanos e outros estrangeiros, mas que ele ficou desiludido com os resultados do estudo.

Os estudos e as opiniões dos peritos tais como os psicólogos que mostram uma correlação entre o islão e a violência são amplamente criticados pelos apoiantes do islão, e são descritos como "islamofóbicos", independente da validade científica das alegações.

Os apoiantes do islão afirmam que o islão é uma religião pacífica, não mais susceptível de gerar comportamento violento que as outras religiões. Num artigo emitido pela Universidade de Notre Dame, o autor Rashied Omar afirma que o islão não tem como propósito ser uma religião pacifista e que as definições simplistas da fé são redutivas. Omar afirma no entanto que, apesar do islão não ter como propósito ser uma tradiçãi pacifista, "a história do islão certamente que não tem testemunhado a maior violência que aquela que é encontrada noutras tradições."

Numa entrevista dada a NPR, o professor de estudos islâmicos Waleed El-Ansary declarou que o Alcorão proíbe a matança de pessoas inocentes e estabelece distinções claras entre a jihad e o terrorismo. A jihad, diz Ansary, é considerada uma guerra legal com parâmetros e regras, enquanto que o terrorismo é condenado pelo Alcorão.

O erudito muçulmano Anas Hlayhel, um imã dedicado a erradicar o terrorismo a islamofobia, declara que o Alcorão ordena a paz para aqueles que "têm inclinação para a paz", e proíbe qualquer tipo de violência contra civis inocentes.

O psicólogo Nicolai Sennels afirma que o islão gera monstros, declaração que fortaleceu o furioso debate em torno da conexão entre o islão e a violência. Este é certamente que não mostra qualquer tipo de evidência de abrandar, e um que muitos sentem que necessita de estudos científicos adicionais.

* * * * * * *

Como é normal, os apologistas do islão dependem da ignorância alheia para propagar as suas mentiras.

Rashied Omar afirma que o islão é tão capaz de gerar comportamento violento tal como qualquer outra religião, mas isto é falso. Um site alega que cerca de metade dos sites mundiais que promovem o terrorismo são sites islâmicos. Se levarmos em conta que os maometanos são cerca de 1/5 da população mundial, então temos o facto de 1/5 da população mundial causar/promover 1/2 do terrorismo no mundo inteiro. Se a isto levarmos em conta também que só uma fracção de muçulmanos é que promove a violência, veremos que a estimativa de 1/5 a causar a violência no mundo pode diminuir para 1/10 ou 1/20 ou 1/40. Ou seja, uma pequena minoria do mundo promove metade do terrorismo mundial.

Outra alegação (feita por El-Ansary) é que "o Alcorão proíbe a matança de pessoas inocentes". O que ele não diz é que dentro da teologia islâmica, só os maomeanos é que são "inocentes"; todo o resto do mundo é "culpado" por não adorar Alá, o deus dos muçulmanos. Portanto, quando um maometano diz que o Alcorão proíbe a matança de inocentes, o que ele quer dizer é que o Alcorão proíbe a matança de MUÇULMANOS inocentes.


Anas Hlayhel diz que o islão ordena a paz para aqueles que "têm inclinação para a paz". O que ele não diz que é quem define o que é "inclinação para a paz" são as mesmas pessoas que agem de forma violenta contra quem lhes resiste. Por exemplo, se um grupo islâmico invadir uma povoação Cristã e os Cristãos ofereceram resistência, de acordo com a teologia islâmica, este grupo de Cristãos não tem "inclinação para a paz"; eles só teriam essa tal "inclinação para a paz" se aceitassem, de bom grado, a invasão islâmica. 

Por fim, não é de estranhar que o islão gere aquilo que Nicolai Sennels qualificou de "monstros". Se levarmos em conta o facto do fundador da religião islâmica ter tido tendências suicídas e ter sido enfeitiçado, não é de estranhar que as pessoas que o tentam imitar revelem algum tipo de comportamento fora do normal.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

5 ayahs do Alcorão que promovem a violência

Sempre que recebem informação de que um grupo islâmico levou a cabo mais um acto de violência, os maometanos ocidentalizados dirão que esses actos não representam o verdadeiro islão, e que esses homens não são muçulmanos genuínos. Eles responderão que as raízes da sua fé são inteiramente pacíficas, e que a sua religião - o islão - é inteiramente pacífico.

Obviamente que isto logicamente levanta a questão do porquê tantos maometanos estarem a matar pessoas, e a alegar que o Alcorão apoia os seus actos. Eu proponho que eles têm razão no que dizem, e que o Alcorão de facto prescreve o assassinato daqueles que eles consideram como "infiéis". Eis aqui 5 ayahs que promovem a violência:
  • 1 – “E quando vos enfrentardes com os incrédulos, (em batalha), golpeai-lhes os pescoços, até que os tenhais dominado, e tomai (os sobreviventes) como prisioneiros.” - Alcorão 47:4
Os estudiosos liberais frequentemente dirão aos seus estudantes que a palavra " decapitam" não aparece nesta passagem, e eles têm razão. Em vez da palavra "decapitem" o Alcorão (isto é, Maomé) disse aos maometanos para golpear os pescoços dos incrédulos até que tenha infligido matança.
  • 2 – "Matai-os onde quer se os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque a perseguição é mais grave do que o homicídio. ... E combatei-os até terminar a perseguição e prevalecer a religião de Deus. Porém, se desistirem, não haverá mais hostilidades, senão contra os iníquos." - Alcorão 2:191,193
O contexto histórico desta passagem não é uma guerra defensiva. Os maometanos tinham acabado de chegar a Medina e não estavam a ser atacados. Maomé não está a ordenar aos seus seguidores que tomam acções contra os inimigos que os estão a perseguir, mas sim a ordenar os seus fiéis a subjugar as povoações dos infiéis e matá-los.
  • 3 – "Também vos está vedado desposar as mulheres casadas, salvo as que tendes à mão. Tal é a lei que Deus vos impõe." - Alcorão 2:24
Quando o Alcorão fala sobre "as que tendes à mão", ele refere-se àquelas que estão na sua posse - propriedade sua. No contexto da surah 4, o Alcorão fala das mulheres que eles capturaram em guerra. Aquelas mulheres que foram capturadas como reféns numa guerra são aquelas que "tendes à mão". Maomé sancionou o abuso sexual destas mulheres capturadas em guerra.

Alguns maometanos interpretam este verso como sendo um que dá permissão aos maometanos que tenham relações com múltiplas esposas, mas o versículo claramente faz distinção entre as esposas que aquelas que "tendes à mão".
  • 4 –  "Infundiremos terror nos corações dos incrédulos, por terem atribuído parceiros a Deus, sem que Ele lhes tivesse conferido autoridade alguma para isso." - Alcorão 3:151
Quando o versículo diz "por terem atribuído parceiros a Deus", refere-se a idolatria; politeísmo. Uma vez que alguns maometanos acreditam que o conceito Cristão de Cristo é politeísmo, esta ayah também se refere a eles.
  • 5 – "Está-vos prescrita a luta (pela causa de Deus), embora o repudieis. É possível que repudieis algo que seja um bem para vós e, quiçá, gosteis de algo que vos seja prejudicial" - Alcorão 2:216
Sabemos a partir da Tradição islâmica (Hadeeth) que o contexto desta passagem não é uma guerra defensiva. Maomé narra esta ayah como forma de motivar e encorajar os seus discípulos a atacar as caravanas dos mercadores de Meca. Ele diz-lhes que embora eles odeiam combater, qualificando isso de imoral, isso é uma ordem a qual eles, como maometanos, estão obrigados a seguir

Fonte

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Propagando o islão de forma "pacífica"

"O Mensageiro [Maomé] enviou Khalid [ibn al Walid] com um exército de 400 homens para Harith [uma tribo do Sul da Pensínsula Árabe] e ordenou-o que os convidasse a aceitar o islão três dias antes de lutar contra eles.

Se eles respondessem positivamente e se submetessem, ele [Khalid] teria que os ensinar mais sobre o livro de Alá, a Sunnah do Profeta e os requerimentos do islão.

Se eles se recusassem a aceitar o islão, ele teria que os combater.

Hadith Tabari IX:82


---
Manteham sempre esta Sunnah à mão para quando um maometano menos informado disser que o islão foi propagado de forma "pacífica".
..

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

A universalidade do islão justifica a jihad?

Um dos mais famosos historiadores islâmicos - Ibn Khaldun - diz:
Devido à universalidade da missão muçulmana e a obrigação de converter todos ao islão, quer seja pela persuasão ou à força, dentro da comunidade muçulmana, a guerra santa é um dever religioso. - Ibn Khaldun (1332—1406)



Fonte
* * * * * * *
Pergunta para os muçulmanos que atacam o blogue (embora nunca comentem aqui): será que Ibn Khaldun estava errado, e os apologistas actuais  - que dizem que o islão não aprova a violência - estão certos?
"Jihad: guerra contra os não-muçulmanos como forma de os converter ao islão."
("Islam and Christianity", impresso pela "Waqf Ikhlas Publications", página 316 - 7ª edição)
Devido a isto, é logicamente impossível separar a violência dos grupos islâmicos do islão em si porque o islão ensina aquilo que esses grupos levam a cabo.

Isto não implica que todos os muçulmanos são violentos e assassinos, mas sim que os muçulmanos que agem deste forma em nome do islão, estão perfeitamente dentro da ortodoxia islâmica.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Vídeo de mulher esfaqueada no Egipto [Gráfico]



Com a Primavera Árabe, tão querida pela Esquerda, pelos liberais e pelos “progressistas” — incluindo as feministas, os gueis, etc. — os chamados “crimes de honra” islâmicos, perpetrados em público, tornaram-se legais no Egipto, resultado da validação da lei islâmica (Sharia). Neste vídeo vemos o assassinato público de uma mulher por esfaqueamento.


¡ Tudo legal ! A Esquerda e os liberais devem estar muito orgulhosos.



domingo, 1 de janeiro de 2012

Multiculturalismo inglês: violência de honra duplica em apenas 3 anos

Estudos revelam que o número de mulheres britânicas pertencentes a minorias étnicas que reportaram terem sido vítimas de violência relacionada à "honra" cresceu mais do dobro em apenas 3 anos.

Dados recolhidos junto da Metropolitan Police revelam que nos 12 meses que terminaram em Abril de 2011, foram reportados 443 incidentes de violência de honra ou casamentos forçados só em Londres - mais do dobro que no período compreendido entre 2007–08.

Uma sondagem distinta entre todas as forças policiais, usando a Freedom of Information Act, revelou que se reportaram quase 3600 casos em todo o país, só no ano de 2010. Isto dá quase 10 casos de violência de honra por dia.

Abençoado multiculturalismo.

Os activistas avisaram que os casos registados podem ser apenas "a ponta do iceberg" duma vasta gama de incidentes anuais que não são notificados às autoridades devido à pressões familiares ou inconsistências policiais.

Jasvinder Sanghera, fundadora do grupo de apoio a vítimas "Karma Nirvana" disse:

Os dados estão a ser minimizados; estamos a lidar apenas com a ponta do iceberg.

Não sabemos quantos milhares estão em risco visto este ser um crime oculto e não existir qualquer tipo de dever estatutário de o registar.

Isto é um assunto que toca todos os que nasceram aqui (Inglaterra); nós temos mesmo que aceitar isso e deixarmos de ser "culturalmente sensíveis", colocando de lado o medo de sermos chamados de "racistas".

Isto é um assunto que envolve a segurança infantil.

Infelizmente para Jasvinder, a Inglaterra é um dos países mais marxistas culturais que há na Europa. Logo, a crença de que eles vão pôr de lado o seu "politicamente correcto" em favor de acções que sejam boas para as mulheres e crianças envolvidas em "violência de honra" é um pensamento que revela a ingenuidade de quem o expressa.

Para a esquerdalha militante, as mulheres e as crianças que anualmente sofrem de "violência de honra" são pequenos contratempos na "longa marcha através das instituições".

É óbvio que se a polícia inglesa quisesse parar (ou pelo menos reduzir) este tipo de coisas, eles já o teriam há muito tempo. Há uma forma muito simples de se reduzir a ocorrência este tipo de crime: criminalizar a ideologia que serve de justificação a ele (islão). Mas quem realmente acredita que os esquerdistas querem fazer tal coisa?

Um pouco por toda a Europa, os maometanos votam nos partidos da esquerda política. Como tal, e como os esquerdistas estão interessados no poder e não na segurança popular, eles escolhem o politicamente correcto em vez de ofender potenciais votantes.

O islão é um aliado do marxismo cultural (por enquanto) e como tal, os crimes de honra vão continuar a aumentar.

sábado, 26 de novembro de 2011

"Disparem outra vez para termos a certeza que ele morre"


A pressão sobre o regime sírio aumentou depois de uma criança de 15 anos ter sido morta por vilões governamentais. O crime de Mohammed Mulla Eissa foi o de se recusar a tomar parte numa marcha em favor do regime quando assim ordenado por militantes de visita à sua escola.

Aparentemente o rapaz foi atingido em frente aos seus colegas, agredido com cassetetes e posteriormente morto depois dum oficial ordenar "Disparem outra vez para nos certificarmos que ele morre!".

A morte de Mohammed fez com que o número total de mortos chegasse aos 282 desde que a sublevação síria teve início.

Mas esta morte galvanizou a oposição em torno do regime de Bashar al-Assad devido à perturbadora natureza pública do assassínio e as gravações vídeo do peito de Mohammed a verter sangue.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Monty Python: "Receamos fazer humor em torno do islão"


O comediante Terry Jones admitiu publicamente que, devido ao clima politicamente correcto predominante nos dias de hoje, ele os seus colegas do grupo humorístico Monty Python ficariam "aterrorizados" e "pensariam duas vezes" antes de fazer algum tipo de humor em torno dos muçulmanos.

O protagonista de "A vida de Brian" nunca acreditou que a comédia de 1979 em torno do Senhor Jesus alguma vez geraria a controvérsia que gerou. Ele nunca esperou também que o tal filme ainda fosse tema de conversa nos dias de hoje.

Isto, claro, é pura mentira. Todas as pessoas que tentam fazer humor envolvendo figuras Bíblicas fazem-no precisamente porque sabem que a polémica gerará mais publicidade.

Terry Jones, hoje um idoso de 69 anos, afirma:

Nunca pensei que geraria a controvérsia que gerou, embora durante a altura que a escrevíamos me lembre de ter dito que qualquer maluco religioso poderia muito bem lançar-nos críticas. No entanto os outros disseram 'Não''.

Eu adoptei a visão de que não era blasfemo. Naquela altura a religião [Cristianismo] parecia estar a desaparecer e portanto era pontapear um burro morto. No entanto, o filme gerou controvérsia e se fosse hoje, nós pensaríamos duas vezes antes de o fazer.

Questionado se alguma vez faria uma sátira focando-se nos muçulmanos, ele disse que "olhando para Salman Rushdie, provavelmente não. Acho que as pessoas ficariam aterrorizadas."


Parece que os muçulmanos descobriram a forma certa de evitar críticas a sua ideologia política: ameaçar a sua vida de quem "ofende" o islão e o profeta de Alá.

Onde é que os muçulmanos aprenderam esta táctica? Ora, dos lábios do seu "profeta" visto que o mesmo ordenou a morte dum Judeu (Abu Afak) por este ter escrito poemas criticando a Maomé e o islão.

A Wikipedia, sempre pronta a defender todas as crenças menos o Cristianismo, diz que "a autenticidade desta história é duvidosa". Curioso que só os eventos que mostram a natureza totalitária do islamismo é que sejam de historicidade "duvidosa".

sábado, 3 de setembro de 2011

Escritor canadiano espancado por falar mal do islão


A polícia de Halton está a tratar o ataque dum escritor (cujo livro foi catalogado de anti-islâmico) como um possível crime-ódio.

Educado como muçulmano, Paris Dipersico, de 24 anos, reportou ter sido arrastado da sua bicicleta no dia 17 de Agosto, amarrado a uma árvore e espancado por dois muçulmanos até ficar inconsciente.

Havendo sido acusado de ser homossexual, ele foi também chamado de Judeu (em árabe) e acusado de ser pago pelos Judeus para escrever contra o islão.

Os muçulmanos são muito simples na sua forma de pensar. Tudo o que acontece de mal com eles, é culpa dos Judeus.

Dipersico disse também que não só recebeu uma ameaça de morte na sua conta de Facebook, como viu ficheiros e discos de backup roubados depois de alguém invadir a casa que ele partilha com a sua prima Gabrielle Dipersico — que lhe ajudou a criar o design que se encontra na capa do seu livro.

Depois do tratamento médico que recebeu, Dipersico seguiu o conselho do editor e concordou em remover as partes sexuais gráficas, embora se tenha comprometido em manter o resto.

-Fonte-


Isto talvez explique o porquê dos secularistas ocidentais tratarem o islão com um cuidado que eles não direccionam ao Cristianismo. Para além do islão ser seu aliado na sua guerra contra a influência do Cristianismo no ocidente, os esquerdistas temem pela sua vida.

Se calhar se os Cristãos começarem a responder às ofensas da mesma forma que os muçulmanos respondem, os esquerdistas ganhem juízo. Afinal, se funciona com os maometanos, sem dúvida que funcionará com os Cristãos. Ou não?

Claro que como Cristãos, nunca faríamos tal coisa. Ao contrário do esquerdismo e do islamismo, o Cristianismo é perfeitamente defensável no campo das ideias, ciência e lógica. Quem usa outro tipo de armas (intimidação, censura, provocação e agressão) é quem não tem formas de defender a sua fé de outra forma. Isto aplica-se a todo o espectro de ideologias da esquerda política - o que inclui o islão, uma ideologia política totalitária de esquerda.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Muçulmanos tentam usar a violência em Londres para avançar com a sua ideologia


O fórum terrorista "Ansar Al Mujahedeen" está a apelar aos membros que usem as redes sociais para dessiminar slogans anti-britânicos. Os jihadistas, tentando capitalizar a partir dos distúrbios recentes, estão a inundar a internet com mensagens incentivando à violência.

Um muçulmano disse que os tumultos podem ser úteis para a causa jihadisra - sugerindo que a Grã-Bretanha poderia retirar as suas tropas do Afeganistão e enviá-las como forma de conter a violência.


Mais um exemplo que comprova que os muçulmanos são muçulmanos primeiro, e britânicos depois. Para eles, a sua primeira aliança é com a sua fé arábica e depois com a civilização ocidental.

O problema não é que uma pessoa esteja errada em não violar os seus princípios morais devido a pressões externas. O problema é, sim, que o código moral islâmico está em contradição com a superior civilização Judaico-Cristã. Deste modo, deixar que um grande número de pessoas com um código legal contraditório ganhe influência no ocidente vai ficar na História como um dos maiores erros que a esquerda ocidental cometeu (para além dos outros todos).

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Problemas mundiais causados por muçulmanos

Em baixo está uma página do New York Times de alguns dias atrás. Todas as manchetes são relativas a um problema, conflito e ataque violento no mundo islâmico.

Convém não esquecer que o NYT é uma fonte de "informação" mais à esquerda que o Josef Stalin. Isto significa que eles fazem os possíveis e os impossíveis para colocar o islão e os muçulmanos sob boa luz. Quando há problemas no Médio Oriente, os jornais com a mesma linha ideológica que o NYT (esquerdismo) tentam sempre culpar Israel.

Mesmo com esta inclinação pró-islâmica, esta panóplia de manchetes diz tudo. Como declara um leitor:

As quatro histórias principais são relativas a países controladas pelos muçulmanos. Curioso, não é?

Se Israel não existisse, TODOS estes problemas desapareceriam.

Exactamente. Como o leitor do blogue da Deborah Schlussel onde vi esta notícia nota, os muçulmanos culpam Israel e os judeus por tudo, e as suas populações focam-se neste jogo do "vamos culpar Israel por tudo". No entanto nenhuma destas histórias tem algo a ver com Israel ou os Judeus. Só muçulmanos.

○Fonte○


Israel não tem culpa nenhuma dos problemas existentes nos países maometanos. Esses países são atrasados, decadentes, imorais, viciados em pornografia e violentos porque são muçulmanos. Israel é só uma desculpa usada pela liderança como forma de canalizar a insatisfação para outro que não o governo do respectivo país.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Estudo vincula religiosidade a violência em jovens muçulmanos

Este tipo de notícia só é surpresa para quem não está familiarizado com as escrituras islâmicas. Coloquei algumas frases em ênfase.
Estudo vincula religiosidade a violência em jovens muçulmanos A propensão à violência nos jovens muçulmanos aumenta de maneira proporcional a sua religiosidade, segundo um estudo do Instituto de Pesquisa Criminológica da Baixa Saxônia (KFN) encomendado pelo Ministério do Interior.

O KFN realizou enquetes em 61 municípios alemães entre 45 mil estudantes em torno dos 15 anos a fim de constatar uma possível relação entre a religiosidade e a disposição à violência.

Enquanto entre os jovens cristãos a propensão à violência diminui conforme o grau de religiosidade aumenta, entre os muçulmanos ela sobe.

O director do estudo, o professor Christian Pfeiffer, vê isso "não como um problema do islão, mas da maneira como ele é transmitido na Alemanha".

Segundo o estudo, a maioria dos imames na Alemanha que pregam nas mesquitas não sabem alemão, permanecem pouco tempo no país, têm uma visão negativa da cultura europeia e fomentam estereótipos como o da superioridade do homem sobre a mulher.
Coisas que são justificadas pela religião islâmica, diga-se de passagem.

O Alcorão diz em 4:34 que os homens podem bater nas mulheres, e a surah 9 (9:5, 9:29) está cheia de referências e chamamentos para o uso de violência contra os não-muçulmanos. O facto dos jovens muçulmanos se tornarem mais violentos à medida que a sua fé islâmica aumenta não é algo que se possa separar dos ensinamentos islâmicos. 

Os secularistas tentam a todo o custo colocar o Cristianismo ao mesmo nível do Islão, mas as evidências demostram que os frutos duma ideologia são distintos dos frutos da outra. Outra coisa não seria de esperar, uma vez que, para além duma delas ser falsa, os ensinamentos são totalmente distintos.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Jornalista italiano anti-Israel e pró-Palestina assassinado por palestinos

Grupo salafista de radicais islamistas matou um activista italiano depois de o ter raptado em Gaza, declarou um oficial do Hamas. Um porta-voz do Hamas reportou:
O italiano foi morto por sufocação e o seu corpo foi encontrado numa estrada da cidade de Gaza.
Dois suspeitos de terem participado no rapto foram presos e os oficiais de segurança procuram cúmplices.

O ministro dos Negócios Estrangeiros italiano denunciou o ataca como um "assassínio bárbaro". Pode-se ler numa declaração:

O ministro dos Negócios Estrangeiros denuncia de forma vigorosa o acto de violência vil e estúpido cometido por extremistas indiferentes ao valor da vida humana.
O ministro italiano aparentemente não sabe que para o islão a vida dos infiéis não vale nada. As evidências que confirmam esta alegação multiplicam-se, mas ainda há ocidentais que não fazem ideia nenhuma da ideologia que os está a atacar.

Além disso, a noção dos Direitos Humanos é algo que emana da visão Judaico-Cristã do mundo, e não da islâmica. É precisamente por isso que, em jeito de resposta aos Direitos Humanos aceites por quase todo o mundo, os maometanos viram-se obrigados a criar a "Declaração Islâmica dos Direitos Humanos".

Trabalhadores estrangeiros do enclave identificaram o morto como sendo Vittorio Arrigoni e disseram que ele era um activista pertencente a um grupo pró-palestina chamado de "International Solidarity Movement" (ISM). Paralelamente, Arrigoni trabalhava como jornalista e escritor.

Num video colocado no YouTube, o grupo salafista afirma que havia raptado o jornalista como forma de assegurar a libertação de um número não especificado dos seus membros que haviam sido presos pelas forças de segurança na Faixa de Gaza. O grupo disse ainda que o executaria se as suas exigências não fossem respeitadas até à meia noite do dia 15 de Abril.

Ou seja, um ocidental foi morto porque um grupo maometano exigia que outro grupo maometano libertasse prisioneiros pertencentes ao primeiro grupo.

O grupo terrorista diz:

Temos em nossa posse o prisioneiro italiano e apelamos a ao governo de Haniya para libertar os nossos prisioneiros.
Haniya refere-se ao primeiro-ministro Ismael Haniya e o um dos prisioneiros nomeados é Sheikh Hisham al-Suedani.
Se não responderem às nossas exigências rapidamente, no espaço de 30 horas nós iremos executar o prisioneiro.
A liderança palestina sediada no West Bank apelou para "a libertação imediata e incondicional do activista estrangeiro que está a trabalhar em suporte da causa palestina e do povo palestino. . . . . Esta acção não ajuda a causa justa do povo palestino. Pelo contrário, prejudica-a. "

Os raptores identificaram-se como pertencendo a um grupo previamente desconhecido com o nome de "The Brigade of the Gallant Companion of the Prophet Mohammed bin Muslima".

O grupo descreveu Arrigoni como um "jornalista que veio ao nosso país apenas para corromper as pessoas - proveniente da Itália, o estado da infidelidade, cujos exércitos ainda estão em países muçulmanos."

Vê-se logo que estes motivos são fachada. Se o que o italiano supostamente fazia era mau para a palestina, e ele era dum país que supostamente tinha exércitos em países islâmicos, porque é que o Hamas haveria de querer a sua libertação?

Infelizmente, o italiano pró-palestino encontrou a morte precisamente nas mãos dos muçulmanos que ele tentava ajudar.

ISRAEL-PALESTINIANS-GAZA-ITALY-KIDNAP,

◄Fonte►

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Muçulmanos atacam homem por este "parecer-se com um Judeu"

Este crime de ódio contra o Judeu foi reportado pela escritora e advogada Judia Debbie Schlussel. Fica a tradução.

O leitor Duane tem um bom nome para isto: WWJ — Walking While Jewish (Andando Como um Judeu). Nos dias que correm, isto é algo que não se pode fazer em França (nem na Suécia. . . e nem em muitas outras áreas onde a população muçulmana está em crescimento).

A propósito, o termo "norte africano" é um eufemismo para "muçulmano". Quando se trata de violência islâmica é sempre preciso colocar as coisas de uma forma que ilibe os muçulmanos. Já sabem como é. O regras do politicamente correcto.


Segundo a European Jewish Press, um homem de 21 anos da cidade de Villeurbanne no sul da França foi alegadamente severamente ferido na semana passada depois de ter sido agredido por dois homens de origem norte-africana [♦ muçulmanos ♦].

De acordo com a reportagem, o incidente da 5ª Feira ocorreu depois do homem caminhar para casa depois de uma aula de Torah na Sinagoga local.

Os dois agressores [♦ muçulmanos ♦] alegadamente aproximaram-se do homem e perguntaram-lhe pelo nome. Depois de ouvirem a resposta, os dois homens disseram: "Tu não pareces ser chamado Antoine; tu pareces ser um Judeu. Tu és um Judeu."

Hey, isto parecem ser as histórias que os meus avós sobreviventes do Holocausto me disseram relativas ao facto de lhes serem exigidos os papéis durante a era em que o nacional socialismo dominava, e serem chamados de "Moisés" (nome que, na Polónia, eles usavam contra as pessoas que "pareciam" serem Judias). Isto foi pouco antes deles e as suas famílias inteiras serem enviadas para os campos da morte.

A polícia local iniciou uma investigação. Uma fonte policial disse à uma agência noticiosa francesa que "o tom tornou-se mais exaltado entre os três jovens. Houve uma troca de socos e os dois jovens de origem norte-africana [♦ muçulmanos ♦] tiraram uma "gun ball" e possivelmente um cacetete".

Vocês pensam que os muçulmanos nos EUA são diferente ou únicos de umma forma ou outra? Pensem outra vez. Não há diferença a não ser no seu número....e mesmo isso está a mudar rapidamente.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Foto do ano na Turquia é a de um Judeu a sangrar

A Turquia é mais um país da sua área geográfica que parece mergulhar cada vez mais no abismo do islão. Embora a sua população tenha sido consistentemente muçulmana (quase 99%), as forças políticas sempre tentaram manter uma liderança secular.

Indo contra o que é normal nos países que se encontram debaixo do jugo do islão, a Turquia chegou a ter uma boa relação com Israel (mais da parte dos militares), mas agora as coisas parecem estar a mudar e a seguir na direcção do ódio e do anti-semitismo.

A Ynet News informa-nos agora que a foto dum soldado Judeu a sangrar (um dos que entrou no barco Marmara) venceu o prémio de "Fotografia do Ano em 2010". Este concurso é levado a cabo pela associação de fotojornalismo da Turquia.

Nove pessoas foram mortas dentro do barco turco quando o exército Israelita encontrou resistência feroz por parte dos "activistas da paz" armados com todo o tipo de armas.

Um dos sites de maior dimensão da Turquia usou essa foto para criar um jogo de puzzle para os seus leitores. Sim, porque nada melhor para a nossa cultura e diversão que vêr um Judeu a sangrar.

A foto mostra um soldado Judeu com a sua cara coberta de sangue enquanto 3 passageiros do Marmara (muçulmanos e activistas "pacíficos", não se esqueçam) o agarram e torcem o seu braço. A foto foi tirada por um fotógrafo turco que escondeu cópias em bolsos ocultos e conseguiu retirá-las de Israel.

Os média turcos não se preocuparam em enevoar as manchas de sangue ou a cara do soldado Judeu.

As fotos vencedoras foram escolhidas de entre 1,632 fotos categorizadas em 6 divisões. Os prémios foram entregues no princípio do mês num evento onde se encontravam presentes o presidente da câmara parlamentar turco, o vice-primeiro ministro e vários parlamentares.

Muçulmanos gostam de vêr judeus a sangrar?

Há poucos dias atrás tivemos a terrível notícia de uma família judaica ser barbaramente chacinada pela calada da noite, por um ou mais muçulmanos. Agora ficamos a saber que os islamitas da Turquia dão prémios a quem tira fotos de Judeus a sangrar.

Donde vem este ódio aos Judeus tão comum entre os muçulmanos? Precisamente nas palavras e acções do fundador da sua religião. Maomé disse:

"Foi narrado por 'Umar b. al-Khattib que ele ouviu o mensageiro de Allah (que a paz esteja com ele) dizer:
  • Vou expulsar os Judeus e os Cristãos da Península Árabe e não vou deixar mais ninguém a não ser muçulmanos."

(Fonte)

O fundador da seita islâmica disse ainda:
A Hora [do Julgamento Final] não chegará antes dos muçulmanos matarem todos os Judeus, e todas as pedras e todas as árvores, atrás das quais estiver escondido um Judeu, alertarem os muçulmanos para virem matar os Judeus que aí se encontrarem.
(Sahih Muslim, Book 041, Number 6985)
Se a forma dos muçulmanos trazerem o "reino de Alá" sobre a Terra depende deles matarem os Judeus, adivinhem o que eles irão fazer? Adivinhem o que eles vão ensinar nas escolas e madrassas? E Israel é suposto fazer acordos de "paz" com pessoas com esta mentalidade?

É por tradições islâmicas como esta que os muçulmanos odeiam os Judeus: o seu profeta assim os ensinou. Os turcos e os assassinos da família Fogel estão apenas a seguir os ensinamentos do seu "profeta".

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

ShareThis