
A pressão sobre o regime sírio aumentou depois de uma criança de 15 anos ter sido morta por vilões governamentais. O crime de Mohammed Mulla Eissa foi o de se recusar a tomar parte numa marcha em favor do regime quando assim ordenado por militantes de visita à sua escola.
Aparentemente o rapaz foi atingido em frente aos seus colegas, agredido com cassetetes e posteriormente morto depois dum oficial ordenar "Disparem outra vez para nos certificarmos que ele morre!".
A morte de Mohammed fez com que o número total de mortos chegasse aos 282 desde que a sublevação síria teve início.
Mas esta morte galvanizou a oposição em torno do regime de Bashar al-Assad devido à perturbadora natureza pública do assassínio e as gravações vídeo do peito de Mohammed a verter sangue.