MITOS ISLÂMICOS

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quarta-feira, 12 de março de 2014

Os versos perdidos do Alcorão

Quase todos os maometanos do mundo dirão que o Alcorão foi preservado de um forma perfeita (e milagrosa) desde o momento da sua "revelação" até aos dias de hoje. A maior dificuldade com esta alegação é que as fontes islâmicas estão cheias de histórias em torno da forma como o Alcorão foi alterado (sem falar nas histórias do desentendimento dos companheiros de Maomé em torno dos capítulos que supostamente deveriam estar no Alcorão, histórias de Uthman a queimar manuscritos como forma de encobrir as diferenças textuais, etc). Então porque é que os maometanos concluem que o Alcorão foi preservado de forma perfeita quando as suas fontes dizem exactamente o contrário?

A resposta a este dilema encontra-se na metodologia islâmica. Essencialmente, o "método" islâmico para a análise da preservação textual do Alcorão é este:

(1) Concluir, antes de analisar as evidências, que o Alcorão foi perfeitamente preservado.
(2) Rejeitar todas as evidências que demonstram que o Alcorão foi alterado.
(3) Depois de rejeitar todas as evidências de que o Alcorão foi alterado, concluir que o mesmo foi preservado na perfeição.

Pode-se pensar que há aqui algum tipo de exagero, mas não há. Para ilustrar isso, levemos em conta esta breve conversa que recentemente tive com um muçulmano através do Facebook, onde era alegado por ele e por outros maometanos que o Alcorão havia sido perfeitamente preservado enquanto que a Bíblia havia sido corrompida. Eu apresentei uma tradição onde Aisha se refere a dois versos do Alcorão que foram comidos por ovelhas. Uma vez que estes versos não se encontram no Alcorão actual, podemos ter a certeza de que se perderam:


Aqui vemos a própria Aisha (a "Mãe dos Crentes") a afirmar que versos do Alcorão foram perdidos. Como é que os maometanos responde a estas evidências?


E pronto. Se por acaso um dado não está de acordo com o Alcorão, o mesmo é rejeitado.

Esta metodologia é confusa para os não-iniciados visto que se queremos saber mais sobre a história do Alcorão, não nos dirigimos ao Alcorão em si, mas sim para a Tradição (Hadith) e para outras fontes que discutem a preservação do Alcorão. Mas são essas próprias fontes que revelam que o Alcorão foi alterado, e como tal, esse dado é rejeitado (tal como Uthman queimou os manuscritos do Alcorão visto que eles divergiam entre si). Anikh pura e simplesmente irá rejeitar qualquer evidência que entre em conflito com o mito islâmico da preservação perfeita:


Anikh confirmou que todos os maometanos usam este método:



Bem vindos ao mundo maravilhoso e selvagem do islão. Os maometanos acreditam em coisas que são factualmente e demonstradamente falsas, mas rejeitam todas as evidências - mesmo provenientes das suas fontes - que refutam as suas crenças. Como é que uma religião que exige aos seus seguidores que adoptem este tipo de metodologia ser verdadeira? 
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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

5 ayahs do Alcorão que promovem a violência

Sempre que recebem informação de que um grupo islâmico levou a cabo mais um acto de violência, os maometanos ocidentalizados dirão que esses actos não representam o verdadeiro islão, e que esses homens não são muçulmanos genuínos. Eles responderão que as raízes da sua fé são inteiramente pacíficas, e que a sua religião - o islão - é inteiramente pacífico.

Obviamente que isto logicamente levanta a questão do porquê tantos maometanos estarem a matar pessoas, e a alegar que o Alcorão apoia os seus actos. Eu proponho que eles têm razão no que dizem, e que o Alcorão de facto prescreve o assassinato daqueles que eles consideram como "infiéis". Eis aqui 5 ayahs que promovem a violência:
  • 1 – “E quando vos enfrentardes com os incrédulos, (em batalha), golpeai-lhes os pescoços, até que os tenhais dominado, e tomai (os sobreviventes) como prisioneiros.” - Alcorão 47:4
Os estudiosos liberais frequentemente dirão aos seus estudantes que a palavra " decapitam" não aparece nesta passagem, e eles têm razão. Em vez da palavra "decapitem" o Alcorão (isto é, Maomé) disse aos maometanos para golpear os pescoços dos incrédulos até que tenha infligido matança.
  • 2 – "Matai-os onde quer se os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque a perseguição é mais grave do que o homicídio. ... E combatei-os até terminar a perseguição e prevalecer a religião de Deus. Porém, se desistirem, não haverá mais hostilidades, senão contra os iníquos." - Alcorão 2:191,193
O contexto histórico desta passagem não é uma guerra defensiva. Os maometanos tinham acabado de chegar a Medina e não estavam a ser atacados. Maomé não está a ordenar aos seus seguidores que tomam acções contra os inimigos que os estão a perseguir, mas sim a ordenar os seus fiéis a subjugar as povoações dos infiéis e matá-los.
  • 3 – "Também vos está vedado desposar as mulheres casadas, salvo as que tendes à mão. Tal é a lei que Deus vos impõe." - Alcorão 2:24
Quando o Alcorão fala sobre "as que tendes à mão", ele refere-se àquelas que estão na sua posse - propriedade sua. No contexto da surah 4, o Alcorão fala das mulheres que eles capturaram em guerra. Aquelas mulheres que foram capturadas como reféns numa guerra são aquelas que "tendes à mão". Maomé sancionou o abuso sexual destas mulheres capturadas em guerra.

Alguns maometanos interpretam este verso como sendo um que dá permissão aos maometanos que tenham relações com múltiplas esposas, mas o versículo claramente faz distinção entre as esposas que aquelas que "tendes à mão".
  • 4 –  "Infundiremos terror nos corações dos incrédulos, por terem atribuído parceiros a Deus, sem que Ele lhes tivesse conferido autoridade alguma para isso." - Alcorão 3:151
Quando o versículo diz "por terem atribuído parceiros a Deus", refere-se a idolatria; politeísmo. Uma vez que alguns maometanos acreditam que o conceito Cristão de Cristo é politeísmo, esta ayah também se refere a eles.
  • 5 – "Está-vos prescrita a luta (pela causa de Deus), embora o repudieis. É possível que repudieis algo que seja um bem para vós e, quiçá, gosteis de algo que vos seja prejudicial" - Alcorão 2:216
Sabemos a partir da Tradição islâmica (Hadeeth) que o contexto desta passagem não é uma guerra defensiva. Maomé narra esta ayah como forma de motivar e encorajar os seus discípulos a atacar as caravanas dos mercadores de Meca. Ele diz-lhes que embora eles odeiam combater, qualificando isso de imoral, isso é uma ordem a qual eles, como maometanos, estão obrigados a seguir

Fonte

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Citando os versos certos

Dentro da teologia islâmica existe um conceito ou doutrina com o nome de "abrogação" (naskh) onde se tentam harmonizar ayahs contraditórias. Especificamente, existem versículos do Alcorão que apelam a coexistência e entendimento (7:199) ao mesmo tempo que existem outros que claramente apelam à subjugação e comportamento agressivo contra os infiéis (3:151).

Este intervalo oceânico existente na estrutura moral do Alcorão reflecte a vida de Maomé durante os seus 23 anos de carreira "profética". Os versos mais pacíficos foram-lhe "revelados" pelo espírito que ele erradamente identificou como "Anjo Gabriel" quando ele era fraco em número e precisava de paz para apregoar a sua nova religião.

No entanto, já em Medina, e rodeado que estava de homens dispostos a lutar por ele (e pelos bens materiais roubados aos habitantes de Meca e aos Judeus)  Maomé mudou por completo o teor das suas revelações e passou a motivar os seus seguidores a adoptar um comportamento mais bélico (supostamente porque Alá queria assim).

A consequência desta amplitude moral existente no Alcorão é que hoje em dia os maometanos sentem-se perfeitamente à vontade para citar os versos que mais lhes servem num dado momento. Por exemplo, quando eles são pequenos em número, e não querem causar problemas, as passagens por eles citadas são invariavelmente as pacíficas - que foram "reveladas" a Maomé quando este estava em Meca (e tinha no máximo, apenas 300 seguidores).

Quando eles já se encontram em número suficiente para enfrentar o inimigo, os versos que eles passam a citar são os do período em que Maomé já tinha um exército poderoso ao seu lado, e era um líder militar incontestado - este é o período de Medina.

Por isso, sempre que um maometano nos quiser demonstrar a não-existente natureza pacífica do islão, podemos ter a certeza que ele vai-nos citar versos "revelados" em Meca e não os muitos versos "revelados" em Medina que apelam à luta armada.

Um exemplo claro desta duplicidade dos activistas maometanos ficou bem patente nos cartazes por eles colados no metro de Washington.  O grupo radical CAIR, que luta para "corrigir" a "imagem negativa" que o Ocidente tem do Islão, instalou o seguinte cartaz:

"Mostra o perdão, fala em favor da justiça e evita os ignorantes" - 7:199
O cartaz cita 7:199, que é um dos versos do período de Meca (quando Maomé estava em menor número e devido a isso, "recebia" versículos pacíficos). 

A organização CAIR obviamente quer que as pessoas pensem que este verso é a palavra final no que toca ao comportamento que os maometanos devem adoptar. Mas a organização CAIR sabe muito bem que o islão  ensina a subjugação violenta dos não muçulmanos, e é precisamente por isso que os líderes da CAIR nunca condenam por nome o Hamas, o Hezbollah  e outros grupos assassinos.  (Eles podem "condenar" o "terrorismo" mas nunca citam o nome dos grupos.) 

Como forma de educar os americanos, Pam Geller fez o cartaz que se segue: 

"Brevemente lançaremos o terror no coração dos Descrentes"
E com este cartaz a taqqiyah é revelada e o maometano tem que explicar este verso à luz do outro, e dizer qual deles têm a preeminência.


sábado, 5 de maio de 2012

Muçulmana espanca filha por esta não ler versos suficientes do Alcorão


Muçulmana que repetidamente espancou uma menina de 10 anos por esta não ler versos suficientes do Alcorão enfrenta agora uma pena de prisão. Asia Parveen, de 31 anos, esgrimiu uma faca perante a criança depois de ter a acusado de ter mentido em relação às suas rezas. Parveen, que estava grávida de 5 meses na altura, forçou a menina a ficar com os braços estendidos durante 4 horas.

A rapariga, que não pode ser identificada por motivos legais, fugiu de sua casa no norte de Londres e foi encontrada pela polícia, sozinha numa paragem de autocarro em Waltham Forest, este de Londres, 4 horas depois, nas primeiras horas da manhã.

Os médicos identificaram 56 lesões aquando do processo de examinação corporal.

Parveen, que é mãe de 3 crianças, admitiu ter causado algumas das lesões com a colher de cozinha mas disse que as outras lesões devem ter ocorrido quando ela "caiu".

Fonte


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