segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
sábado, 17 de novembro de 2012
De que lado estás?
sábado, 4 de agosto de 2012
Mulher alemã atacada por usar uma estrela de David

Quando o homem de 23 anos reparou que uma das duas mulheres que se encontravam juntas tinha uma Estrela de David, ele atacou-as com insultos e depois fez a saudação nazi.
Depois disto, ele esperou pelas duas antes de as atacar com gás lacrimogéneo na cara.
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Já diz a Palavra de Deus "o que foi, vai voltar a ser; não há nada de novo debaixo do Sol". O ódio maometano dirigido aos Judeus é muito antigo. O que se passa agora é que eles estão a levar a cabo esse ódio com a conivência da elite europeia (que também odeia os Judeus).
Há 50 anos atrás seria impensável alguém dizer que coisas como a "Kristallnacht" voltariam a ocorrer, mas é seguro afirmar que mais cedo ou mais tarde, vamos ter outra noite parecida onde muitos Judeus serão publicamente atacados e os seus negócios alvo de discriminação e preconceito. A diferença é que, enquanto no passado esse ódio foi levado a cabo pela Nacional Socialista, hoje ele vai ser levado a cabo pelos seus aliados ideológicos na sua guerra contra a civilização ocidental, os muçulmanos.
Os Judeus que se cuidem porque, aparentemente, e infelizmente, a sua presença na Europa volta a não ser bem vinda.
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
O chocante amor árabe por Hitler
Mas e se você digitasse o nome do próprio “Hitler” em caracteres árabes no Google? O que vai encontrar? “Hitler” em árabe tem tantos resultados quanto o número de judeus que ele assassinou: mais de 6 milhões.
Embora seja impossível ler 6 milhões de blogs e sites para apurar o que o mundo árabe pensa sobre ele, ler atentamente algumas centenas deles pode deixar os ocidentais chocados ao perceberem que a maioria dos comentários, de uma maneira ou de outra, elogiam ou glorificam Hitler.
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| Líder islâmico em reunião com Hitler |
Os ocidentais poderiam pensar que o primeiro comentário em um artigo como esse seria de repúdio. Nada disso. Muhammad Jasem postou: “Se os maiores líderes se juntassem, não se igualariam em magnificência a Hitler”. O restante dos comentários não focou longe disso.
O segundo resultado foi um vídeo do Youtube intitulado “Os Judeus São Covardes”, mostrando um imitador de Hitler andando pelas ruas, com transeuntes judeus, supostamente apavorados, desviando-se dele. Isso “prova que judeus são covardes”, interpretavam os comentários.
O resultado seguinte é um vídeo do Youtube intitulado “A Declaração de Hitler sobre a Aniquilação dos Judeus”; o primeiro comentário dizia como Hitler “respeitava o Islã” e como ele chegou a convocar uma unidade muçulmana da SS e lhes conceder as pausas para orações.
Ele também teria matado todos os muçulmanos” mas logo me decepcionei com “mas, para ser sincero, eu adoro o Hitler por sua capacidade de liderança”. É claro, isso foi rapidamente repreendido por outros: “Se Hitler odiasse os árabes, por que ele iria convocar soldados muçulmanos para os seus postos? Isso deve ser propaganda sionista”.
No site Alsaha.com, principal fonte de notícias do Golfo Árabe, uma notícia sobre um filme recém-lançado em Paris retrata pela primeira vez como a Mesquita de Paris salvou guerrilheiros da resistência judaica e muçulmana durante a Segunda Guerra Mundial.
Os comentários mais comuns vão de negadores do holocausto, longos posts de como o Grande Mufti Haj Amin Al-Husseini, líder palestino que fez aliança com Hitler, era um grande herói e como Hitler havia supostamente citado o Corão: “a Hora está próxima, e a lua foi feita em pedaços”.
A citação do Corão supostamente dita por Hitler era tão comum que Ayed Al-Qarni, um dos mais respeitados teólogos sauditas, observou que Hitler havia gravado essa frase nos canhões e tanques das tropas da SS.
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| Líder islâmico passa em revista tropa nazista de soldados muçulmanos |
É óbvio que Hitler elogiava o islã porque estava aliado aos otomanos. Mas por que nós árabes temos que insistir nesse amor por Hitler? Só porque ele fez uma limpeza dos judeus? Maomé, e Omar depois dele, limparam Jerusalém deles muito antes de Hitler”. Se os ocidentais equiparassem Maomé a Hitler, a reacção seria imensa.
Mas não é incomum encontrar sites árabes afirmando que Hitler era um modelo que seguiu os passos de Maomé. “O único personagem na história que foi capaz de ganhar os judeus para mutilá-los foi Maomé”, Hitler foi citado dizendo. E é claro, consideraram um elogio.
Ele escreve: “Hitler, esse nacionalista extremista, e seu amigo Mussolini, vieram e desencadearam uma guerra mundial que vitimou 60 milhões de pessoas”. Até aí tudo bem. Até que algumas linhas depois: “Quando Hitler fez o que fez com eles [os judeus], os sionistas usaram tácticas para inventar o Holocausto”.
Aceitar o Holocausto como uma realidade e negá-lo na mesma argumentação não é incomum nos sites árabes. Isso é sinal de um mentiroso patológico.
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Tours, A Batalha Que Salvou a Civilização Ocidental

“Had Charles Martel not been victorious at Poitiers — already, you see, the world had fallen into the hands of the Jews, so gutless a thing is Christianity! — then we should in all probability have been converted to Mohammedanism, that cult which glorifies the heroism and which opens up the Seventh Heaven to the bold warrior alone. Then the Germanic races would have conquered the world. Christianity alone prevented them from doing so.”Felizmente para a superior civilização ocidental, baseada na filosofia grega, lei romana e principalmente na moral judaico-cristã, quem ganhou a batalha de Tours foram os europeus cristãos.
(Adolf Hitler, 28 August, 1942 p. 667 “Hitler’s Table Talk; 1941-1944? translated by N. Cameron and R.H. Stevens, Enigma Books (1953))
Não deixa de ser tragicamente curioso que hoje em dia os ateus ataquem o judaico-cristianismo por ser intolerante e "não científico", quando foi exactamente essa visão do mundo que lhes proporcionou a liberdade de expressão que eles hoje usam para o atacar. Se o Islão tivesse vencido a batalha de Tours, os ateus não teriam liberdade para criticar a religião dominante.
Isto é o que se chama "cuspir no prato no qual se comeu".




