MITOS ISLÂMICOS

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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

A agenda da Irmandade Muçulmana

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domingo, 30 de dezembro de 2012

A jihad como um permanente estado de guerra

Em 1939 (muitos antes da "ocupação" de Israel ou antes dos ataques americanos), Abdul Ala Mawdudi disse:
A Jihad Islâmica é, ao mesmo tempo, ofensiva e defensiva. 
É ofensiva porque o Partido Muçulmano ataca o domínio das ideologias opostas e é defensiva porque o Partido Muçulmano está constragido a capturar o poder estatal de modo congelar os princípios do islão perante as forças do tempo e do espaço [proteger o islão da inovação].
Como um partido, não tem casa a defender; ele propaga alguns princípios que têm que ser protegidos. 
Semelhantemente, este partido não ataca a habitação do partido oposto, mas lança uma ofensiva contra os princípios do adversário.  
O objectivo deste ataque, no entanto, não é coagir o arversário a abdicar dos seus princípios, mas sim abolir o governo que sustém estes princípios.
Beslan: Muçulmanos atacaram escola e mataram inocentes
Fonte

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Muçulmanos exigem uma zona exclusiva para si . . . em Oslo

“Não queremos viver lado a lado com bestas sujas como vocês…”

A agência noticiosa norueguesa VG Nett reportou que um grupo terrorista muçulmano, Ansar al-Sunna’, ameaçou levar a cabo ataques terroristas semelhantes aos levados a cabo a 11 de Setembro de 2001 se uma área da capital do país (Oslo) não for transformada numa nação islâmica, seguidora da Sharia.

A VG Nett declarou que a "Norwegian Police Security Service" (Politiets sikkerhetstjeneste - PST) já está familiarizada com muitos dos membros deste grupo terrorista particular.

Eis a notícia, tal como traduzida por Michael Laudahn,

Se os soldados noruegueses podem levar aviões para o Afeganistão, então Osama e Maomé podem também levar aviões até Osla, inshaAllah.

O governo tem que despertar e assumir as suas responsabilidades antes que a guerra se propague pela Noruega. Antes que a facção rival reaja. Antes que os muçulmanos levem a cabo as medidas necessárias.

Não confundam o silêncio muçulmano com fraqueza. Não tentem lucrar com a paciêmcia islâmica. Não nos forcem a fazer algo que pode ser evitado.

Isto não é uma ameaça, apenas palavras de verdade. As palavras de justiça. Um aviso de que as consequências podem ser fatais. Um aviso em torno dum 11 de Setembro em solo norueguês, ou um ataque em larga escala maior que aquele levado a cabo no dia 22 de Julho.

Isto é para o vosso bem e é do vosso interesse.

Não queremos fazer parte da sociedade norueguesa. Mas não achamos que seja necessário mudarmo-nos da Noruega uma vez que nascemos aqui e crescemos aqui. Para além disso. a terra de Alá pertence a todos. Mas deixem que Grønland se torne nossa. Fechem este quarteirão da cidade e deixem-nos controlá-la como achamos melhor.

Isto é o melhor para ambas as partes. Não queremos viver lado a lado com bestas sujas como vocês.

Fonte


* * * * * * *

Não querem viver lado a lado com os noruegueses mas querem viver no país que eles - os noruegueses - criaram (próspero e rico). Para além disso, qualificam os locais de "bestas" e "sujos" (que é uma forma de discriminação racial) mas mesmo assim pedem que estas mesmas "bestas sujas" cortem parte da capital do seu país e a entreguem de mão beijada à jurisdição maometana.

Mas, obviamente, o problema não é o islão mas sim a "cultura". Nós é que ainda não estamos suficientemente sensíveis para entender a sua forma de pensar e de ver o mundo.

sábado, 8 de setembro de 2012

Paquistão: Muçulmano tenta incriminar rapariga Cristã

Rapariga Cristã acusada de blasfémia pode ter sido incriminada por um clérigo maometano. A polícia paquistanesa prendeu o clérigo há alguns dias atrás, acusando-o de adulterar as evidências que supostamente mostravam que ela havia profanado o Alcorão.

O clérigo, Khalid Chishti, foi preso depois de outro clérigo da mesma mesquita ter-se dirigido à policia com alegações de ter visto Chishti a acrescentar páginas queimadas do Alcorão às evidências que foram entregues à polícia.

Segundo a polícia, Hafiz Mohammad Zubair, o outro clérigo, afirmou ter tentado impedir que Chishti adulterasse as evidências, mas este insistiu que esta era a melhor forma de se verem livres dos Cristãos daquela área.

Este novo desenvolvimento no caso que havia já atraído a condenação internacional vai acrescentar ainda mais pressão sobre as autoridades paquistanesas de modo a que estas absolvam a rapariga Cristã - que ainda se encontra na prisão e que pode ser condenada a prisão perpétua.

Esta revelação é também um argumento que os grupos que tentam repelir ou modificar as leis contra a blasfémia - afirmando que as mesmas são usadas para perseguir as minorias ou resolver conflitos pessoais - podem usar no seu combate. Peter Jacob, líder dum grupo activista Cristão que disponibiliza apoio legal às minorias paquistanesas, afirmou:

[Este incidente] É um alívio uma vez agora todos sabem que houve vitimização da menor. Este tipo de abuso já acontece há cerca de 25 anos e com este caso, nós podemos ver que existem lacunas nas leis da blasfémia que precisam de ser removidas de modo a que estes abusos não ocorram. Se a lei não pode ser repelida, o estado pode ao menos criar zonas de protecção usando este incidente como exemplo.

Numa entrevista dada alguns dias antes, Khalid Chishti confessou ter falado - num dos seus sermões - em expulsar os Cristãos daquela localidade.

Chaudry Asghar, um vendedor local, disse ao "The Monitor" que, há alguns meses atrás, os anciões e os clérigos religiosos haviam formado um comité determinado em encontrar formas de expulsar os Cristãos da área supostamente porque estes se haviam tornado num "distúrbio" durante as rezas islâmicas. Asghar disse:

Eles [os Cristãos] tocavam músicas durante o chamamento para as rezas, e os clérigos, juntamente com os anciãos, já os tinham avisado disso, mas eles não nos escutaram.

Hina Jilani, advogada pelos direitos humanos, disse que teme que os grupos religiosos [isto é, os maometanos] se unam em apoio ao clérigo; como tal, diz Hina, o governo tem que impedir que isso aconteça focando-se nos méritos legais e técnicos do caso.

O relatório médico revelou que ela é menor e mentalmente incapaz. Ele nunca deveria ter sido presa.

Hina Jilani disse ainda que as notícias de tensões já existentes entre os muçulmanos e os Cristãos são genuínas, e que o governo se deveria limitar a libertar a menina.

Ressalvando que o caso da menina não deve ser politizado, Hina Jilani disse no entanto que o padrão da perseguição das minorias em todo o país historicamente tem sido ligado a disputas locais em torno de coisas como propriedades e inimizades pessoais. No entanto, acrescenta Jilani, o uso destas leis da blasfémia tornou-se numa forma de "purificar a sociedade."

A perseguição de Cristãos no Paquistão têm aumentado com os anos. Actualmente restam menos de 2% em todo o país, mas os extremistas ainda se sentem ameaçados por eles?

Segundo Jilani, existem leis que lidam com pessoas ou grupos que incitam a violência comunitária, mas a aplicação de tais leis são fracas.

O governo tem que parar de ter medo destes lobbies religiosos e exercer a sua autoridade de modo a parar com a actividade de tais elementos que provocam ódio entre as diferentes comunidades paquistanesas.

O clérigo que foi apresentado ao tribunal há alguns dias atrás, foi entregue à policia durante 14 dias, e se se confirmar que ele adulterou as evidências, a mesma lei da blasfémia que ele visava usar contra a rapariga Cristã pode ser usada contra ele.



domingo, 27 de maio de 2012

Brasileiros discutem na internet criação de um partido islâmico


Não é só na Europa.
O blog da SIM (Sociedade Islâmica do Maranhão) revela estar havendo entre as comunidades de muçulmanos um debate para a criação do PIB (Partido Islâmico Brasileiro). No blog há, inclusive, o que seria a bandeira de um Brasil de Maomé: uma lua crescente com uma estrela (símbolo do Islã) no lugar da inscrição positivista “ordem e progresso” e do Cruzeiro do Sul (que pode ser tomado como uma referência ao cristianismo).

O autor do post que apresentou uma proposta para a doutrina do partido se manteve no anonimato, identificando com o nome da sociedade, embora em alguns trechos escreva na primeira pessoa. É de se supor que seja um director da SIM.

Ele afirmou que o lema do PIB é "Islã, Propriedade e Família". O que lembra a TFP (Tradição, Família e Propriedade), uma organização católica de ultradireita [sic].

O autor do post, contudo, ressaltou que o PIB vai combater “as doutrinas socialista e fascista”. “Queremos apresentar uma alternativa concreta ao povo brasileiro, a qual não é capitalista, nem comunista, não é liberal nem socialista, mas é única e exclusivamente ISLÂMICA”, escreveu.

O autor reconheceu que ainda é cedo para iniciar uma campanha para o recolhimento das 450 mil assinaturas para a criação do partido, conforme exige da legislação. Por isso, o “momento é para a construção [informal] de directórios municipais e estaduais e depois o diretório nacional”.

Ele sugeriu colocar o nome do partido em “banho-maria”, de modo que possa ser mudado, se preciso, para torná-lo mais digerível, conforme ficou subentendido no blog.

Disse que o partido islâmico vai ter de enfrentar uma grande oposição porque “o Islã propõe uma total inversão da maioria dos valores cultuados pela sociedade brasileira”.

Como exemplos, mencionou que o islamismo não admite a cobrança de juros e a comercialização de bebidas alcoólicas. Por isso, disse, bancos e sector de bebidas estão entre os principais “inimigos” do Islã.

Ele reconheceu que, se fosse criado agora, o partido islâmico não teria condições de enfrentar os conflitos desencadeados pela sua proposta de “inversão dos valores” dos brasileiros.

Escreveu que a estratégia agora é a de “acúmulo de forças”, o que inclui, já nas próximas eleições, apoiar candidatos a vereador e a prefeito de partidos que “sejam aprovados pelo movimento [dos muçulmanos]”.

O autor revelou que se tornou muçulmano há dois anos e que participou da criação em 2005 do PSOL, partido que, segundo ele, se desviou de seus objectivos.

“Quando me reverti ao Islã, abandonei esta militância por acreditar que não há alternativa para o futuro da humanidade nas propostas defendidas por socialistas, capitalistas, fascistas, comunistas e outros istas”, disse. "O futuro e a libertação da barbárie passam, inequivocamente, PELO ISLÃ!”

Não há dados oficiais sobre quantos brasileiros são muçulmanos. A estimativa de suas lideranças varia muito, vai de 200 mil a mais de um 1 milhão de fiéis.
"Libertação da barbárie" por meios maometanos sem dúvida que é uma ideia revolucionária. Que pena que durante os 1400 que os islamismo tem estado na Terra isso nunca tenha acontecido. Se calhar o "verdadeiro islão", tal como o "verdadeiro comunismo", ainda não tenha sido posto em práctica.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

França: 19 muçulmanos presos sob suspeitas de "radicalismo"

E como foi que estes maometanos se "radicalizaram"? Provavelmente foi lendo o "sagrado" Alcorão que diz coisas como:
Alcorão 9:29 — Combatei aqueles que não crêem em Deus e no Dia do Juízo Final, nem abstêm do que Deus e Seu Mensageiro proibiram, e nem professam a verdadeira religião daqueles que receberam o Livro, até que, submissos, paguem o Jizya.
Portanto, enquanto "aqueles que não crêem em" Alá não se converterem, os muçulmanos devem continuar a combatê-los.
Alcorão 9:111 — Deus cobrará dos fiéis o sacrifício de seus bens e pessoas, em troca do Paraíso. Combaterão pela causa de Deus, matarão e serão mortos.

Alcorão 9:123 — Ó fiéis, combatei os vossos vizinhos incrédulos para que sintam severidade em vós

Alcorão 48:29 — Muhammad é o Mensageiro de Deus, e aqueles que estão com ele são severos para com os incrédulos [os não-maometanos] porém compassivos entre si.

Uma coisa é certa: se nós continuarmos a ignorar a fonte da violência levada a cabo pelos maometanos, eventualmente o problema terminará por si mesmo. Como tal, vamos fingir que os versos listados em cima pura e simplesmente não existem.
PARIS – O president Nicolas Sarkozy afirmou que a polícia presente nas cidades do país detiveram 19 homens numa iniciativa visando os suspeitos de extremismo islâmico.

Sarkozy afirmou perante a a rádio Europe-1 que armas foram apreendidas no raid, incluindo, AK-47.

Ele afirmou ainda que mais operações semelhantes estão planeadas.

Apesar do assassino muçulmano de Toulouse ter afirmado os motivos que o levaram a matar pessoas inocentes, a elite europeia (provavelmente propositadamente) continua ignorante da natureza imperialista da ideologia política com o nome de islão.

Fonte

sábado, 20 de agosto de 2011

Relatório mundial de terrorismo - ano de 2010

O Departamento de Estado americano emitiu no dia 19 de Agosto de 2011 o seu Relatório Anual de Terrorismo - Ano 2010. De acordo com o relatório, durante o ano passado ocorreram 11,604 ataques terroristas em 72 países. Sem surpresa alguma, um grupo maometano (Al-Qaeda) continua a ser a maior ameaça.

O Daily Times reportou que os ataques que foram levados a cabo em 2010 resultaram em 49,901 vítimas.

Embora o número de ataques tenham aumentado em cerca de 5% em relação ao ano precedente, o número de mortes diminuiu pelo terceiro ano consecutivo.
O relatório, que divide o terrorismo mundial e a actividade dos grupos terroristas por região e por país, inclui um anexo estatístico que é preparado pelo "National Counterterrorism Center"(NCTC).

A lista inclui uma lista de 47 organizações terroristas estrangeiras designadas pelos EUA, e lista quatro nações como as maiores promotoras de terrorismo: Cuba, Irão, Sudão e a Síria.

Com base na colecção anual de reportagens provenientes de todas as nações, das 49,901 vítimas do terrorismo, 13,186 foram vítimas mortais.

-Fonte-


Como seria de esperar, países dominados por ideologias esquerdistas (o comunismo e o islamismo) estão no topo dos maiores promotores de violência e terror por todo o mundo.

Estas duas ideologias esquerdistas já causaram perto de 500 milhões de mortes durante toda a sua história: 250 milhões causados pelo totalitarismo islâmico e mais de 200 milhões causadas pelo ateísmo político mais conhecido por "comunismo".

Unidos no terror

sábado, 23 de julho de 2011

"O mundo inteiro pertence-nos"

Mais um evidência (desta vez por parte do egípcio Shaykh Safwat Hegazy, que pode ser visto mais embaixo) a ameaçarr Judeus, Cristãos e a humanidade inteira. De acordo com o site Translating Jihad (TJ), ele diz:

"Jerusalém pertence-nos e o mundo todo pertence-nos". Ele declara que o califado islâmico vai regressar e que "todas as terras onde o islão pôs o pé vão regressar para nós". Ele faz referências pungentes a [matança de Judeus em] Qurayza e Khaybar, que são ameaças contra os Judeus, e declara também que "mataremos que quer que tenha poluído a mesquita al-Aqsa."

Mais importante ainda, o blogue TJ explica que Hegazy não é uma figura desconhecida a proferir ódio de forma aleatória: ele é influencial:

É importante notar que Hegazy não é um shaykh e à margem da ortodoxia. Ele é membro da Irmandade Muçulmana no Egipto, e tem estado envolvido em vários programas de satélite incluindo o seu programa “Age of Glory” na rede televisiva al-Nastelevision.

Embora o vídeo seja de Outubro de 2009, a tradução oferece-nos pistas sobre a forma de pensar dum homem que pode desempenhar um papel-chave no futuro do Egipto.

Vejam os vídeos - com legendas em inglês - aqui.


É com pessoas com esta mentalidade imperialista e política que os Judeus do Estado de Israel têm que estabelecer "acordos de paz". Como é que pode haver paz se os maometanos querem conquistar e destruir Israel e todo o mundo?

O islão não é uma religião mas um ideologia geo-teo-política que visa estabelecer o seu domínio no mundo inteiro. Não é por acaso que um dos maiores ditadores e líderes imperialistas que o mundo já conheceu, o nacional-socialista Adolfo Hitler, tenha sido um grande admirador do islão.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

O islão é uma ideologia política

O islão não é uma religião; é um sistema político e social integral. Maomé não era só um líder espiritual mas um governante e um conquistador. O islão propagou-se desde o início da sua história porque tinha o poder político do estado islâmico por trás. Aqueles que alegam que o islão é uma religião estão apenas a propagar um mito islâmico.

No islamismo não há distinção entre a lei de Allah e a lei do estado. O mesmo Allah que criou o Alcorão criou as leis políticas que governam as sociedades islâmicas (com o "sucesso" que todos sabemos).

Os líderes políticos dos estados islâmicos governam na sombra de Allah, o deus dos maometanos. Durante a violenta história do islamismo os califas não eram só os líderes do estado islâmico, mas também o Amir al-Mu'minin, o "Comandante dos Fiéis".

Aos Cristãos é dito para “Dar a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus" (Mateus 22:21), no entanto não há tal distinção e obrigação na ideologia maometana. No islão não há "César": Allah é o chefe do estado, Muhammad é o seu profeta ele ensinou e governou no nome de Allah.

Um crença fundamental da ideologia islamita é que a sharia pode (deve) funcionar como a constituição dos países islâmicos; mais uma vez, não pode haver outra lei para além da lei de Allah a governar os destinos da sociedade política islâmica.

O islão é a única "religião" que tem a sua própria organização política, a OIC, composta por 56 países muçulmanos. Como se pode ler neste artigo, os islão e os valores democráticos dos países ocidentais são mutuamente exclusivos.

Enquanto que os países ocidentais são países com muitas religiões no seu interior, no mundo islâmico há uma "religião" dispersa entre muitas nações. Existe uma "Organization of the Islamic Conference" mas não há uma organização análoga para os Católicos, Budistas ou Hindus.

Se o islão fosse apenas uma religião não haveria problemas com a imigração islâmica, mas como o islão é um sistema político com leis próprias e a nação própria (dar al-islam), os muçulmanos a viver nos países ocidentais têm a obrigação de se tornarem Mujahideen e lutar para que o país anfitrião se sujeite à sharia.

?Fonte?


Qualquer pessoa que diga que o islão não é um sistema político está a mentir ou é ignorante dos factos.

domingo, 13 de março de 2011

Partido islâmico tunisino promete instalar sharia em caso de vitória eleitoral

Um partido islâmico tunisino afirmou recentemente que tenciona instalar um regime baseado na interpretação rigorosa da Sharia neste país do norte de África. Ridha Belhaj, um dos porta-vozes da organização islamita afirmou:

Estamos a trabalhar para instalar um regime fundamentado na Sharia... O Islão é a solução.
Embora eles alegadamente rejeitem a violência, eles não põem de parte a "rebelião e a desobediência civil de modo a estabelecer um estado islâmico."
Na religião islâmica, a nação tem o direito de depôr os líderes, mesmo que seja através do uso da força.
Paralelamente, Ridha Belhaj condenou o debate sobre a aquisição de direitos por parte das mulheres na Tunísia - o único país árabe onde a poligamia está banida.

A organização Hizb At-Tahrir planeia tomar parte das eleições marcadas para o dia 24 de Julho de modo a ganhar representação no parlamento - embora não reconheça as leis vigentes. "A Sharia é a única fonte de leis", afirmou o secretário geral Abdelmajid Habibi. O mesmo homem afirmou também que se os islamistas forem bem sucedidos em ganhar o poder, eles irão banir os outros partidos.


Usando a democracia para acabar com a democracia.


O Hizb At-Tahrir (que é um partido legal em Inglaterra e em muitos outros países ocidentais) também promete banir os partidos políticos opositores em caso de vitória eleitoral no ocidente.

Sinceramente, se não fosse a utilidade dos muçulmanos para o marxismo cultural (como arma com a qual atacar a superior cultura judaico-cristã) estes partidos políticos islâmicos que visam substituir regimes democráticos por regimes totalitários seriam banidos. Mas para os marxistas culturais as leis e as normas são irrelevantes se não podem ser usadas para o avanço da ideologia.

Por aqui se vê também que o islão não é uma religião como nos as conhecemos, mas sim uma teoria política que visa instalar uma forma de governo em tudo semelhante à que existia na Arábia durante a existência do "profeta" Muhammad. Todos os planos que os muçulmanos tem para o ocidente são planos políticos e não espirituais. As suas referências a Allah é uma forma de legitimar a sua visão política.

Por isso é que a "guerra contra o terrorismo" está a ser perdida - porque o lado da civilização não identificou ainda o inimigo: a ideologia política com o nome de islão.

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