MITOS ISLÂMICOS

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segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

A importância da mesquita

Por Bill Muehlenberg

As mesquitas estão a aparecer um pouco por todo o Ocidente. É isto algo a ser aplaudido - um indicador dum multiculturalismo saudável, ou é algo a ser temido - mais um exemplo da sharia emergente e da jihad oculta? De modo a que esta questão possa ser respondida de forma correcta, temos que olhar para o papel que a mesquita tem dentro da cultura, história e teologia islâmica.

Para além disso, temos que entender que, em muitos aspectos, o islão não é como as outras religiões. Isto prende-se com o facto do islão ser, na verdade, uma ideologia política determinada a dominar o mundo inteiro. Sendo radicalmente diferente das outras religiões, podemos consequentemente esperar que os traços particulares sejam também radicalmente distintos.

Tomemos como exemplo as mesquitas islâmicas. Para a maior parte das pessoas, desconhecedoras da forma de pensar islâmica, a mesquita simplesmente é um local de oração, semelhante à igreja Cristã ou à sinagoga dos Judeus. Infelizmente, isto não é verdade, visto que, por vários motivos, a mesquita é totalmente diferente duma igreja ou duma mesquita.

Mas antes de falarmos detalhadamente, irei alargar a área de análise das minhas deliberações. A verdade dos factos é que, quando o islão chega a um país não-muçulmano, muitas coisas começam a ocorrer e maior parte das pessoas nem ficam a saber. Embora muitos muçulmanos possam imigrar para os países não-islâmicos para fugir à pobreza, ou por motivos pessoais e económicos, nem todos imigram por estes motivos.

Muitos muçulmanos chegam ao Ocidente como parte da da’wa islâmica, ou em missão; eles têm como propósito atingir o mundo inteiro para o islão, mas ao contrário dos Cristãos, que também querem atingir o mundo inteiro para a sua fé, o islão não aceita uma separação entre a igreja e o estado, ou entre a mesquita e o estado. No islão, é tudo a mesma coisa, e como tal, propagar o islamismo significa propagar um estilo de vida total, incluindo os aspectos políticos, culturais e legais. Logo, a imigração islâmica não é idêntica à imigração de pessoas com outra religião.

Um livro importante em torno disto tudo chama-se "Modern Day Trojan Horse: The Islamic Doctrine of Immigration." Escrito por ex-maometano, Sam Solomon, e por E. Al Maqdisi (ANM Publishers, 2009), o mesmo é um livro muito revelador sobre a forma como os muçulmanos no Ocidente estão a estabelecer uma base de poder político como forma de trabalhar para a futura tomada do poder na nação anfitriã.

A estratégia, tal como detalhada pelos autores, é bastante simples: estabelecer uma praça de armas na nação não-islâmica, consolidar os ganhos, forçar por uma cultura distinta e isolada, e trabalhar em favor da criação dum sistema legal distinto, dum sistema financeiro distinto, por um sistema dietético distinto, e assim por adiante. O propósito é impedir a adaptação e a adopção dos valores e das crenças da cultura anfitriã, e em vez disso, obter o poder total na nação, e impingir os valores e as crenças nos kaffirs (infiéis). O propósito é, essencialmente, o estabelecimento dum califado universal, e a propagação da lei islâmica por todo o globo.

O papel da imigração é, portanto, crucial, algo que remonta até aos dias de Maomé. É preciso levar em conta que a imigração (Héjira) de Maomé de Mecca para Medina (em 622 AD) é o evento mais imporatnte do calendário islâmico visto que foi por essa altura que teve início a propagação do islão através da espada e da conquista. A Héjira "alterou o estatuto do islão como religião, e dos muçulmanos como comunidade, transformando-os da posição de pessoas fracas para um poderosa entidade política . . . e, por fim, num poderoso estado político soció-religioso". Portanto, a imigração islâmica ainda é vista como bastante importante nos dias de hoje.

Um papel importante no meio disto tudo é desempenhado pela mesquita. Tal como escrevem os autores, "as mesquitas são o coração da comunidade. A mesquita é a infraestrutura mais crucial para o desenvolvimento da comunidade islâmica, Construir mesquitas é uma estratégia que tem em vista a emulação e a imitação de Maomé." Eles detalham a forma como o processo funciona:

O sistema de consolidação da comunidade islâmica opera através de redes de voluntários e outras pessoas "piedosas" pagas que agem como oficiais de conexão da comunidade ou da mesquita, e que observam atentamente a comunidade, policiando a chegada de novos imigrantes. O propósito maior é inicialmente e principalmente o de consolidar a comunidade islâmica já existente, e só depois de serem bem sucedidos nesta fase é que será possível declarar e militar em favor da sharia e em favor da obtenção de estatuto especial para a comunidade islâmica.O primeiro princípio fundamental para a criação duma bem sucedida e visível sociedade islâmica é ser distinto e separado.

Embora eu recomende a todos os cidadãos preocupados que obtenham uma cópia deste livro, um curto artigo em torno do mesmo tema pode ser disponibilizado aqui. Janet Levy escreveu um artigo importante com o título de “A Mosque Is Not Like a Church or a Synagogue”. Discutindo a situação Americana, ela escreve:

A mesquita é um símbolo desta autoridade máxima, e tem como função organizar todos os aspectos da comunidade muçulmana. As mesquitas são feitas segundo o modelo da primeira mesquita feita por Maomé em Medina - que era local de governo, centro de comando, tribunal, escola, centro de treino militar, e depósito de armas.  Hoje em dia, os líderes das mesquitas emitem decretos religiosos, fazem cumprir a doutrina islâmica, monitorizam os comportamentos, disponibilizam treinamento, punem os transgressores, comandam as acções, incluindo o requerimento de levar a cabo a jihad.

Devido a isto, a mesquita "é totalmente diferente das igrejas e das sinagogas, entidades que servem as suas comunidades segundo a leu da terra, e ambas são fortalecidas e controladas pela Primeira Emenda da Constituição. Segundo a Establishment Clause dessa emenda, o governo está proibido de estabelecer uma religião estatal ou de dar tratamento preferencial a uma religlião sobre a outra."

Mas nos...

....países muçulmanos, não existe uma separação entre a mesquita e o estado. A doutrina islâmica, ou a sharia, controla todos os aspectos da existência duma pessoa - desde a forma certa de usar a casa de banho até às formas permitidas de se dizer mentiras, ou taquiya. Para os muçulmanos, Maomé é o homem perfeito, cujos exemplos têm que ser emulados, embora segundo os padrões Judaico-Cristãos ele tenha sido um genocida, um pedófilo, um violador, um torturador, e um saqueador.

Para além disso, a doutrina islâmica é imutável, e qualquer crítica às tradições e às prácticas de Maomé são qualificadas de apostasia, puníveis com a morte. Não existe um livre arbítrio individual, nem é permitido, quando se fala nas prácticas e nas observâncias. A sharia tem que ser rigorosamente seguida.

Ela conclui:

A natureza radical das mesquitas Americanas foi confirmada em 2005 com um estudo levado a cabo pela Freedom House, ‘Saudi Publications on Hate Ideology Invade American Mosques,’ onde se ficou a saber que 80% das mesquitas Americanas encorajam os muçulmanos a trabalhar para o estabelecimento dum estado islâmico, e promovem o ódio e a intolerância para com os não-muçulmanos.

Segundo um antigo agente do FBI e perito no islão - John Guandolo - temos mais de 2,000 assim-chamados centros islâmicos por toda a América construídos à imagem da primeira mesquita em Medina. Estes centros islâmicos podem ser comparados a centros de comando militar que propagam a ideologia da jihad e servem como centros de processamento para treinamento jihadista, afirma Guandolo.

Tendo em vista o propósito declarado e a ideologia de apoio da proliferação de mesquitas, sería aconselhável levarmos em conta as palavras do antigo muçulmano e professor da lei sharia, Sam Solomon, que declara:  'Nunca nos podemos esquecer que o islão é um sistema ideológico abrangente, e como tal, onde quer que exista uma comunidade muçulmana, existirá a sharia, e onde quer que a sharia exista, existirá a islamização do território e, por fim, da nação.'

Em vez de permitirmos a construção de mega-mesquitas aqui nos Estados Unidos, deveríamos colocar um ponto final nos projectos de construção actuais, e considerar de modo sério o encerramento das já existentes como forma de impedir a proliferação duma ideologia que publicamente se comprometeu em destruir os Estados Unidos.

A situação dos Estados Unidos não é diferente do que ocorre aqui na Austrália. A natureza radicalmente diferente da mesquita significa que temos que olhar para ela de modo crítico, e olharmos com suspeição os planos de construção de novas mesquitas. A liberdade, a democracia, e a separação entre o estado e a religião encontram-se em risco aqui se não nos mantivermos vigilantes em relação a isso.

- http://goo.gl/s6eYAh.

sábado, 11 de janeiro de 2014

Chicotadas para quem falha as rezas

A Síria está a atravessar um acelerado período de islamização, que é liderado pelos grupos rebeldes extremistas que seguem e usam os tribunais Sharia, e que operam uma força policial "moral" que impõe a lei e a ordem ao estilo islâmico.

Em Haleb, dois homens foram condenados por não terem tomado parte das orações da Sexta-Feira, e foram sentenciados a 25 chicotadas públicas cada um.

Os dois homens condenados foram trazidos para a praça da cidade, onde foram chicoteados nas costas. A população que se reuniu entretanto observou a cena em silêncio.

Esta não é a primeira vez que a organização islamista Ahrar al-Sham levou a cabo sentenças que envolveram chicotadas. Este mesmo grupo maometano já emitiu sentenças legais que envolviam a pena capital.



quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

A revolta francesa



França - Segundo a "Observatoire contre l’islamophobie", os actos anti-islâmicos aumentaram em cerca de 42%, quando comparados com os primeiros 10 meses de 2011. O recém-eleito presidente francês Francois Hollande tem revelado pouca vontade em fazer alguma coisa em relação a isso.

Os números actuais podem até ser bem maiores porque os dados obtidos centram-se em queixas que foram apresentadas. Os sítios mais atacados são os locais de adoração e os cemitérios. Para além de emails insultuosos, etiquetas e tentativas de incêndio, vários sítios foram contaminados com carne de porco ou excremento.

"O fascismo islâmico não avançará"

Mohammed Moussaoui, presidente do "Conseil français du Culte musulman" (CFCM) [Conselho Francês da Religião Muçulmana], afirma:

Houve uma multiplicação de banalizações e de profanações. Pela primeira vez, as pessoas entoaram slogans bélicos anti-islâmicos de forma aberta. Atingimos um novo nível.

O gesto mais notável foi a ocupação recente dum local de construção por parte do grupo Generation Identittaire; eles entraram dentro das instalações incompletas da mesquita como forma de protestar as políticas de imigração que levaram a que a França tivesse actualmente a maior população muçulmana da Europa.



Deparado com ameaças, o CFCM exigiu uma "declaração solene" por parte do presidente François Hollande contra o aumento da islamofobia. Até hoje, ele manteve-se calado.


domingo, 2 de dezembro de 2012

A meia-vida da utopia secular

"Não durmamos, pois, como os demais, mas vigiemos, e sejamos sóbrios"
1 Tess 5:6
Por Vox Day
 
O pós-Cristianismo é secular e divertido até que o vazio seja preenchido.  E todos nós sabemos como a natureza preenche o vazio:
Imigrantes muçulmanos duma cidade próxima de Copenhague forçaram o cancelamento das tradicionais exposições de Natal deste ano ao mesmo tempo que investiram generosamente para as festividades envolvidos na celebração do Eid - que marca o fim do Ramadão.

A controvérsia escalou até se tornar num debate nacional em torno do papel do islão na Dinamarca pós-Cristã, onde uma florescente população muçulmana está-se a tornar cada vez mais assertiva na imposição da sua vontade em questões de vasto alcance social e cívico.

Um porta-voz do Partido Conservador Dinamarquês, Tom Behnke, afirma que teme que as pessoas estejam a tentar converter a Dinamarca num país muçulmano. Numa entrevista dada à DR News, Behnke disse:

"É profundamente alarmante que os nossos esforços de integração sejam tão ineficazes e que, mal haja uma maioria muçulmana, as antigas tradições dinamarquesas sejam colocadas de parte, e as muçulmanas sejam introduzidas. Vivêmos na Dinamarca e as pessoas têm que se adaptar à situação que se aplica aqui."

Quando questionado se as associações de habitação com minorias islâmicas deveriam apoiar as festividades em torno do Eid, Behnke respondeu:

"Temos que levar em conta que, no passado, o festival Eid era a celebração levada a cabo por muçulmanos depois de terem chacinado Cristãos, portanto não sei quanto disso há para celebrar na Dinamarca. Mesmo assim, as pessoas deveriam ter permissão para celebrar qualquer que seja a festividade, mas deveriam ao mesmo tempo respeitar as festividades existentes no país para onde imigraram."

Behnke acrescentou ainda:

"Não faz sentido nenhum tentar converter a Dinamarca num país islâmico só porque se tem origens muçulmanas. Isso não pode acontecer de maneira nenhuma. Pelo contrário, temos que ter respeito mútuo uns pelos outros. Isto [supressão do Natal/imposição do islão] é falta de respeito pelas tradições e cultura dinamarquesas. Não podemos aceitar a existência duma Dinamarca onde as tradições dinamarquesas desapareçam mal haja maioria muçulmana."
Claro que a forma da Dinamarca evitar a perda das tradições dinamarquesas é evitar uma maioria muçulmana. Como eu [Vox Day] repetidamente tentei explicar aos ateus e agnósticos presentes no meio de nós, não existe nem nunca vai existir uma utopia secular baseada na ciência. É uma categoria de erro fundamental fingir que isso é remotamente possível.

Aquilo que nós pensamos ser secularismo mais não é que o estado transicional entre uma forma religiosa dominante e aquela que toma o seu lugar. A cultura pós-Cristã não é nem secular nem científica mas sim pagã e pré-Civilização Ocidental.

Há duas opções por onde escolher. O iluminismo secular não é uma delas. O que é tido como progresso é, na verdade, uma reversão social em larga escala de proporções significantes, e nem a tecnologia nem dívida em quantidades crescentes (que actualmente é interpretada como "riqueza") serão capazes de prevenir isso.

Tendo como base o que estamos a observar, a meia-vida da sociedade secular é de cerca de 20 anos.

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Uma das frases mais emblemáticas da falta de vontade de viver dos Europeus e quando Behnke diz"devemos ter respeito mútuo".

Mas não é por demais aparente que os invasores colonizadores imigrantes maometanos não querem viver num clima de "respeito mútuo" mas sim impor a sua ideologia neste país?

O pior é que tanto os dinamarqueses como os maometanos sabem que, mal haja maioria islâmica, o islão vai ser imposto à força, mas os dinamarqueses ainda tentam cordialmente chegar a um ponto de concordância - enquanto, anualmente, o número de muçulmanos aumenta de modo explosivo.

Se alguém diz "vou-te destruir" a nossa resposta só pode ser "não, não vais". Dizer "vamos chegar a um acordo" é estupidez e suicídio.


domingo, 11 de novembro de 2012

Ajudando o inimigo

Graças à inteligente ocupação duma mesquita há algumas semanas atrás, a Génération Identitaire recebeu extensiva cobertura mediática por parte dos órgãos de informação franceses. Proeminente na cobertura tem sido o inteligente e articulado Damien Rieu, um dos porta-vozes do grupo.

Até a alguns dias atrás, ele trabalhava como estagiário numa editora de Lyon (responsável pelas comunicações). Ele foi agora despedido dessas posição como resultado do seu activismo político. 


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Há alguns dias atrás um documentário feito pela Sharia4Belgium foi transmitido pela televisão belga. Presente no documentário encontravam-se frases ditas pelo porta-voz do movimento Fouad Belkacem tais como o facto dele não ter "uma grama de respeito" pelos belgas não maometanos.
A nossa religião é superior à vossa. O nosso sistema é superior ao vosso. Os nossos valores são superiores aos vossos.
Em resposta a isto, Stéphanie Gilson, estudante no colégio IPES (Verviers) na sua página do Facebook:  "Superiores a nós? Desculpa? LOL e um grande LOL". Ela disse também que na sua turma, no colégio, encontravam-se presentes duas raparigas que afirmavam as mesmas coisas, o que lhe deixava assustada.


No dia seguinte as tais duas raparigas, que obviamente leram o que ela escreveu na sua página do Facebook, atiraram-lhe bancos e cadeiras e as três raparigas foram suspensas por um dia. Para além disso, a gerência disse à Stéphanie que ela não tinha o direito de expressar a sua opinião em relação aos maometanos na sua conta de Facebook.

Sim, leram bem. Uma cidadã belga não pode escrever na sua conta pessoal o que ela pensa sobre um vídeo onde se vê estrangeiros a dizer que a sua cultura (a belga) é inferior à cultura dos estrangeiros. Como as coisas já estão.

Recusando-se a aceitar isto, Stéphanie anulou a sua matrícula neste colégio e apresentou queixa à polícia (boa sorte!). Ela disse ainda:
Eu é que sou a vítima mas tudo o que fiz foi dar a minha opinião.
Um estrangeiro humilha a cultura local, mas a pessoa que vê a sua liberdade de expressão limitada é a pessoa ofendida e não quem ofendeu a cultura belga? "Fantástico"

Este incidente revela também o complexo de inferioridade que os maometanos têm em relação à  (por enquanto) superior cultura europeia. Bastou uma crítica por parte uma rapariga para que outras raparigas se sentissem "ofendidas" e tomassem medidas de intimidação em relação a isso.. As muçulmanas, melhor que ninguém, sabem que a sua cultura é claramente inferior à europeia, mas elas nada podem fazer contra isso, e como tal viram a sua falsa indignação contra a pessoa que diz "o rei vai nu!".

Sinceramente, de que forma é que a civilização islâmica é superior à europeia? Ciência? Liberdade? Direitos Humanos? Artes e outras áreas culturais?

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Muitos outros exemplos poderiam ser dados que demonstram como a elite europeia se coloca do lado dos muçulmanos sempre (ou quase sempre) que há diferenças de opinião entre europeus e maometanos. Os europeus indígenas estão a ser perseguidos como criminosos ao mesmo tempo que pessoas que atacam a cultura europeia recebem permissão para emitir os seus programas sem qualquer tipo de constrangimento.

A traição não poderia ser mais óbvia.

domingo, 4 de novembro de 2012

A quarta geração do califado europeu

Fonte
A verdadeira escala da islamização da Europa Ocidental pode ser debatida, mas ainda ninguém teve coragem de mostrar o quotidiano e a profundidade desse processo. Isso foi realizado pelo jornalista israelita Zvi Yehezkeli no seu documentário "Allah Islam".
Os correspondentes da Voz da Rússia ouviram a opinião do autor e perito sobre o filme.
As filmagens decorreram em vários países europeus e terminaram na primavera deste ano. O autor e director, que domina vários dialectos da língua árabe, se fez passar frequentemente durante o seu trabalho por palestino. 

Zvi Yehezkeli é o chefe da Secção Árabe do serviço noticioso do Canal 10 da televisão israelita. Segundo informa, no início não havia qualquer intenção de fazer um filme: 
Nós tencionávamos fazer umas duas reportagens para o noticiário principal. Mas eu informei imediatamente que, na minha opinião, aqui havia espaço para algo maior do que um episódio de notícias. Quanto mais aprofundas e estudas esta situação, melhor entendes a profundidade do problema.
Os episódios mais eloquentes foram filmados na Suécia, na Bélgica e na Grã-Bretanha. Na cidade sueca de Malmö, a equipe de filmagens registou uma mesquita onde se apelava abertamente à jihad. As suas paredes ostentam incentivos a uma guerra impiedosa contra os infiéis. Não é difícil adivinhar o conteúdo das orações e dos sermões que aqui se pronunciam diariamente. Mais tarde, em casa de uma família de muçulmanos locais, à pergunta do jornalista "Quem queres vir a ser?", um adolescente, filho de uma imigrante, irá responder sem hesitar: "O meu sonho é a jihad!"

Em Bruxelas, um dos membros da organização Sharia for Belgium promete que, quando a lei da sharia for instaurada, os belgas terão de ceder bastante o seu espaço e, mais tarde, abandonar de todo o país. "Nós nunca iremos parar. Não temos medo da prisão, nem mesmo da própria morte, porque estamos prontos a morrer como mártires!", diz para a câmara outro activista da célula belga.

O xeque Anjem Choudary, líder dos islamitas em Londres, reconhece ao repórter palestino que para eles o 11 de Setembro é como o início da ressurreição. Depois desse atentado terrorista, todos os muçulmanos do mundo regressaram às suas origens e se dedicaram ao estudo correto do Corão. 

No Centro Islâmico da cidade de Luton, um jovem muçulmano declara solenemente: 
Agora o Islão está em todo o lado! Nós trabalhamos dias inteiros para a criação do califado mundial. E nós venceremos!
Ao longo do filme, Zvi Yehezkeli explica que a maioria dos heróis mais agressivos desse filme representam a quarta geração de imigrantes muçulmanos. Esta diz um Não! veemente à civilização ocidental e se prepara metodicamente para a jihad. Esta geração é uma bomba-relógio na Europa, conclui Yehezkeli.
Em princípio, se sabia desde o início que eles não conseguiram ser integrados pela sociedade europeia. Consideremos a França. Nós vemos o que lá se passa, os atentados terroristas, os recontros nas mesquitas que lá se constroem sem parar, a tentativa de limitar com recurso a leis os ilegais e os estrangeiros em geral. Esse é o exemplo claro do choque civilizacional.
No filme do jornalista israelita, se dedica muita atenção ao novo tipo de antissemitismo na Europa. O seu aparecimento e o seu alastramento assustador se deve aos imigrantes muçulmanos. A judeofobia floresce nas universidades francesas, ela atinge até os franceses de origem. Contudo, o autor do filme se abstém de afirmar que as coisas são assim tão assustadoras:
Isso parece mais um desafio do que uma catástrofe. No fim de contas, isso não ocorreu num só dia. Os imigrantes ilegais não caíram na Europa de pára-quedas. Essas pessoas chegaram a convite dos europeus, são mão-de-obra barata, taxistas, empregadas de limpeza nos restaurantes. Aquilo que eu digo no filme é uma coisa muito simples: esses rapazes não se tornaram parte de um grande multiculturalismo, temos de nos ocupar deles e resolver os seus problemas.
Zvi Yehezkeli descreveu um quadro extremamente duro da situação que se vive na Europa, considera, por seu turno, Alexei Yudin, docente do Centro de Estudo das Religiões da Universidade Estatal Humanitária Russa.
Claro que não se pode dizer que se trata já de uma ameaça absoluta à Europa. Mas é um problema muito sério ao qual não se pode, de modo algum, fechar os olhos usando a abordagem tradicional do politicamente correto. Já não há quaisquer possibilidades de ignorá-lo.
 A maioria dos políticos europeus procura métodos para a pacificação do Islã radical com decisões econômicas e sociais. Mas a realidade é mais dura. Um dos heróis do filme constata que a juventude da quarta geração da imigração islâmica, que nasceu e cresceu na Europa, não quer reconhecer os valores culturais e civilizacionais europeus. 

Essas pessoas não tencionam regressar à Argélia ou a Marrocos. O seu objectivo é se afirmarem como os futuros donos da Europa.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Havendo resolvido os problemas do seu país, o governo marroquino exige agora que o ensino do árabe faça parte dos currículos escolares europeus

O ministro marroquino encarregado da pasta "Marroquinos a Viver no Estrangeiro", Abdellatif Mâazouz, está a pressionar os governos europeus de modo a que estes incluam o árabe nos currículos oficiais das escolas europeias.

Há já alguns meses que ele e o seu governo desenvolvem uma autêntica ofensiva cultural de modo a que a língua árabe seja imposta nas escolas europeias, ao lado do inglês, francês, português e/ou mandarim.

Segundo Maazouz, "um esforço especial está a ser feito ao nível cultural, bem como ao nível do ensino da língua". Segundo parece, o seu activismo está a dar frutos uma vez que ele insiste que a voz do governo marroquino "começa a ser ouvida, especialmente em França, que, brevemente, anunciará algo relativo a isto.

Segundo o ministro, esta iniciativa tem como propósito facilitar que as segundas, terceiras e quartas gerações de marroquinos permaneçam conectados com Marrocos não só nos seus corações e nos seus pensamentos, mas através da cultura.

Não há notícias do inglês, português, francês e/ou mandarim ser imposto no sistema escolar marroquino.

Fonte

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À medida que a população maometana vai aumentando na Europa, os líderes maometanos vão ficando cada vez mais ousados nas suas exigências. Mas apesar disto, convém lembrar que as coisas só estão como estão porque os esquerdistas que controlam a política europeia querem usar a influência muçulmana para destruir a homogeneidade social europeia.

domingo, 27 de maio de 2012

Brasileiros discutem na internet criação de um partido islâmico


Não é só na Europa.
O blog da SIM (Sociedade Islâmica do Maranhão) revela estar havendo entre as comunidades de muçulmanos um debate para a criação do PIB (Partido Islâmico Brasileiro). No blog há, inclusive, o que seria a bandeira de um Brasil de Maomé: uma lua crescente com uma estrela (símbolo do Islã) no lugar da inscrição positivista “ordem e progresso” e do Cruzeiro do Sul (que pode ser tomado como uma referência ao cristianismo).

O autor do post que apresentou uma proposta para a doutrina do partido se manteve no anonimato, identificando com o nome da sociedade, embora em alguns trechos escreva na primeira pessoa. É de se supor que seja um director da SIM.

Ele afirmou que o lema do PIB é "Islã, Propriedade e Família". O que lembra a TFP (Tradição, Família e Propriedade), uma organização católica de ultradireita [sic].

O autor do post, contudo, ressaltou que o PIB vai combater “as doutrinas socialista e fascista”. “Queremos apresentar uma alternativa concreta ao povo brasileiro, a qual não é capitalista, nem comunista, não é liberal nem socialista, mas é única e exclusivamente ISLÂMICA”, escreveu.

O autor reconheceu que ainda é cedo para iniciar uma campanha para o recolhimento das 450 mil assinaturas para a criação do partido, conforme exige da legislação. Por isso, o “momento é para a construção [informal] de directórios municipais e estaduais e depois o diretório nacional”.

Ele sugeriu colocar o nome do partido em “banho-maria”, de modo que possa ser mudado, se preciso, para torná-lo mais digerível, conforme ficou subentendido no blog.

Disse que o partido islâmico vai ter de enfrentar uma grande oposição porque “o Islã propõe uma total inversão da maioria dos valores cultuados pela sociedade brasileira”.

Como exemplos, mencionou que o islamismo não admite a cobrança de juros e a comercialização de bebidas alcoólicas. Por isso, disse, bancos e sector de bebidas estão entre os principais “inimigos” do Islã.

Ele reconheceu que, se fosse criado agora, o partido islâmico não teria condições de enfrentar os conflitos desencadeados pela sua proposta de “inversão dos valores” dos brasileiros.

Escreveu que a estratégia agora é a de “acúmulo de forças”, o que inclui, já nas próximas eleições, apoiar candidatos a vereador e a prefeito de partidos que “sejam aprovados pelo movimento [dos muçulmanos]”.

O autor revelou que se tornou muçulmano há dois anos e que participou da criação em 2005 do PSOL, partido que, segundo ele, se desviou de seus objectivos.

Quando me reverti ao Islã, abandonei esta militância por acreditar que não há alternativa para o futuro da humanidade nas propostas defendidas por socialistas, capitalistas, fascistas, comunistas e outros istas”, disse. "O futuro e a libertação da barbárie passam, inequivocamente, PELO ISLÃ!

Não há dados oficiais sobre quantos brasileiros são muçulmanos. A estimativa de suas lideranças varia muito, vai de 200 mil a mais de um 1 milhão de fiéis.
"Libertação da barbárie" por meios maometanos sem dúvida que é uma ideia revolucionária. Que pena que durante os 1400 que os islamismo tem estado na Terra isso nunca tenha acontecido. Se calhar o "verdadeiro islão", tal como o "verdadeiro comunismo", ainda não tenha sido posto em práctica.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Crianças alemãs obrigadas a estudar o islão e aprender turco


Crianças alemãs da região da Bavária estão a ser forçadas a estudar o islão e a aprender turco nas suas aulas de religião. A foto no final do texto mostra parte do material de estudo usado nesta indoutrinação pró-islâmica.

Uma das passagens reproduz uma das rezas islâmicas em alemão.

Creio em Alá e nos seus anjos, nos seus livros, nos seus mensageiros, no Dia do Julgamento e que o destino, tanto o bom como o mau, é dado por Alá - e acredito na vida depois da morte.
Outro material urge as crianças a aprender turco de modo a que uma boa atmosfera possa ser criada quando eles se depararem com crianças de descendência a viver na Alemanha.

Supostamente quem imigra para o novo país é que tem que modificar a sua forma de estar na vida de modo a que se possa integrar com mais facilidade no país que o recebeu. Com o multiculturalismo é precisamente o contrário: os ocidentais é que têm que mudar a sua cultura, religião e forma de estar na vida como forma de não "ofender" os imigrantes.

Construindo pontes de linguagem.

Embora o arábico seja o mais importante idioma dentro do islão, a maior parte dos muçulmanos a viver na Alemanha fala turco. Quando te encontrares com jovens turcos podes contribuir para uma boa atmosfera e entendimento mútuo se usares algumas frases na sua própria língua.
A seguir são fornecidas versões alemãs e turcas de frases como "Olá", "Adeus", "Como estás?" e a saudação islâmica "A paz esteja contigo" normalmente usada pelos muçulmanos quando saúdam outros muçulmanos.

Outro material "didáctico" apela às crianças que procurem saber onde fica a mesquita mais próxima da sua casa e que tentem visitá-la.

Não se sabe se os apedrejamentos, as amputações, as matanças de honra e as decapitações irão num futuro próximo fazer parte do currículo de ensino.

Fonte

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Austrália: exigências islâmicas não têm fim


Aparentemente não é suficientemente mau que os australianos estejam a ser colonizados por povos do 3ª mundo com ajuda do seu próprio governo. Parece que eles agora vão ser obrigados subsidiar a sua própria obliteração.

Mas por mais que se disponibilize dinheiro público para suportar os caprichos dos colonistas, eles vão sempre exigir mais.

Grupo islâmico australiano afirmou junto do Governo Federal que os novos imigrantes deveriam receber subsídios do Estado para visitar os parentes que moram em outros países.

O grupo islâmico "Islamic Women’s Welfare Association" afirma também que os muçulmanos preferem viver próximos do seu povo e como tal a Austrália deveria considerar a "facilitação da aquisição de casas por parte dos novos migrantes".

Esta perda deveria ser compensada pelo Governo duma forma ou doutra como forma de reter os migrantes no seu país adoptivo.
Porque carga de água é que um governo dum país civilizado haveria de querer reter imigrantes que apenas gostam de viver "próximos do seu povo"? Ora, porque não tendo qualquer tipo de história cultural ou compreensão das liberdades individuais, este grupo é mais facilmente controlável pelo governo esquerdista.

Para isso basta ir aos bolsos de quem trabalha, roubar-lhes o dinheiro e subsidiar os caprichos dos migrantes como forma de os "acomodar". Estes irão para sempre votar de acordo com os desejos de quem lhes atira dinheiro que não lhes pertence.

Usando o dinheiro público para instalar o islamismo.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Suécia começa a resistir à islamização



Para além da Suécia, por toda a Europa se sente um renascer de partidos centrados na identidade e culturas nacionais. Este sentimento popular está a dar força a líderes populares que se manifestam abertamente contra as destrutivas políticas de imigração existentes.

O partido dos Democratas Suecos conquistou 6% dos votos e entrou no parlamento (pela primeira vez) com 20 representantes. Este partido junta-se a outros partidos nacionalistas da Noruega e da Dinamarca na sua luta contra o marxismo multiculturalista.


O grande problema destes supostos partidos de direita é a falta duma espinha dorsal conservadora Cristã. Sem esta moral dentro de si, estes partidos rapidamente se degeneram em partidos racistas e, desde logo, passam a pensar de forma análoga ao socialista Hitler e outros supremacistas raciais afiliados .

O problema com o islão nada tem a ver com a etnia (os muçulmanos não são uma etnia ou uma "raça") mas sim com ideologia. O islão é uma ideologia política que visa destruir os estados democráticos e implantar a lei sharia - a mesma lei que tem mantido os países islâmicos na cauda do desenvolvimento tecnológico, científico e social.

Se os supostos "partidos de direita" focarem-se na etnia/raça, eles desvirtuam-se por completo. Se, por outro lado, eles se restringirem a denunciar os perigos que o multiculturalismo é para a superior civilização ocidental, então podem ser mais bem sucedidos.

Claro que isto são medidas que visam tratar dos sintomas e não da verdadeira causa da doença. A causa da doença que aflige a Suécia, é a mesma para a Inglaterra, a Dinamarca, a Noruega e todos os países que hoje tentam sobreviver: a destruição do Cristianismo.

A ideologia que mantinha os países europeus fortes e saudáveis era o Cristianismo. Uma vez que esses países perderam a fé no Deus da Bíblia (chegando até a lutar para a destruição do Cristianismo), então outras ideologias irão preencher o vazio. Uma dessas ideologias é o islão que tanto mal tem causado ao mundo.

O multiculturalismo é uma ideologia humanista secular e esquerdista que visa remover a influência do Cristianismo como forma de preparar o caminho para o socialismo. Muitas pessoas, desconhecedoras dos verdadeiros e ocultos propósitos, aliaram-se ao multiculturalismo devido a slogans como "tolerância" e "fim ao racismo" e todas essas coisas.

Só que a remoção do Cristianismo na Europa é análogo a fazer buracos num barco em alto mar. Os ideólogos do multiculturalismo sabiam disso; os soldados-rasos (aqueles que de facto têm que viver lado a lado com pessoas que as visam destruir) não sabiam disso, e agora sofrem as consequências.

O fim do multiculturalismo é bom sinal, mas é preciso cuidado com o que vai tomar o seu lugar.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Catalães resistem à islamização

Para além de terem a melhor equipa de futebol de todos os tempos, os catalães parecem ter pelo menos um candidato em sintonia com os desejos populares.

Um pouco por toda a Europa o número de maometanos tem vindo a aumentar e as consequências já se fazem sentir. As prisões estão desproporcionalmente lotadas de muçulmanos, e taxas de violação nos países nórdicos aumentou precisamente devido à imigração islamista.

Com dados como estes, o que é que um político sensato (raridade na Europa) deve fazer? Candidato catalão mostra o caminho a seguir:

O blogue do Fireherad reporta:

O partido tem crescido nos últimos tempos (conseguiu 3% dos votos nas últimas eleições regionais e espera agora um significativo aumento). Um dos seus cavalos de batalha é a questão da imigração, pois muita gente vê os imigrantes (que constitui 12% da população espanhola) como responsáveis pelo aumento da criminalidade e pela falta de trabalho (20% de desemprego).
Reparem que isto não tem nada a ver com racismo uma vez que "muçulmano" não é uma raça, mas sim alguém que adere a um conjunto de crenças político-religiosas baseadas na conduta dum homem árabe do século 7.

Se a Europa ainda tem desilusões em sobreviver, então uma das medidas a tomar é fechar a porta a pessoas que não respeitam os valores e costumes locais.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Esquerdaria internacional tenta instalar muçulmano na presidência da Costa do Marfim

O massacre de não muçulmanos na Costa do Marfim tem uma explicação muito simples.

Segundo as leis da Costa do Marfim, quem quiser ser eleito presidente do país não só tem que ter nascido no país, mas os seus pais também tem que ter nascido na Costa do Marfim. Alassane Ouattarra , o muçulmano, nasceu no país mas os seus pais não. Devido a isso, Ouattarra legalmente nunca poderia ser presidente.

Para evitar este "pequeno" detalhe, Ouattarra apresentou documentos falsos, o que resultou num mandado de busca. Mas ele tentou outra vez ser presidente, mas desta vez trouxe um largo número de imigrantes muçulmanos que não estavam legalmente capacitados para votar.

Numericamente, ele "venceu" as eleições" mas os votos inválidos foram rejeitados pelo Concílio Constitucional. Laurent Gbagb é, portanto, o presidente legítimo do país.

A "comunidade internacional" - que tem um fraco por muçulmanos - resolveu ignorar as leis e normas internas da Costa do Marfim, e resolveu apoiar Ouattarra (que não tem direito legal nenhum para estar no lugar de presidente) na sua jihad contra os Cristãos e os animistas.

Muito graças a este "apoio", os muçulmanos tem cometido actos bárbaros que normalmente acompanham os muçulmanos para onde quer que eles se movam.

O candidato não-muçulmano, Gbago, não é nenhum santo (poucos líderes africanos o são) mas a Constituição do país é absurdamente clara nesse ponto: Alassane Ouattarra não é elegível para ser presidente.

Ele e os assassinos muçulmanos estão a levar a cabo mais um genocídio que pode acabar em algo parecido com o que ocorreu no Sudão. A "comunidade internacional", que é sempre tão rápida a criticar Israel quando os Judeus se defendem dos assassinos muçulmanos, colocaram-se do lado do homem que roubou as eleições.

O mais irritante neste ponto (deixando de lado as mortes de Cristãos e animistas) é que os franceses e Obama estejam a ver o que acontece sempre que os muçulmanos atingem um certo número e nada façam para controlar as suas fronteiras. Será que eles pensam mesmo que isto não vai acontecer nos seus países?

Há algumas décadas atrás a população muçulmana na Costa do Marfim não passava dos 20%, mas hoje está a volta dos 50%. Como acontece com frequência, o aumento da população muçulmana coincidiu com o aumento da tensão social.

O Obama, marxista de todo o tamanho e com um fraco pelo islão, quer usar os muçulmanos como forma de atacar a cultura Cristã americana (na expectativa de transformar os EUA algo que se pareça com a Europa Ocidental). Sarkozy deve ter grandes interesses financeiros enormes para ignorar as leis dum país livre e democrático.


Parece que nem todo o imperialismo é mau. Segundo as Nações Unidas, o Obama e a França tem todo o direito de perturbar o normal funcionamento do sistema legal dum país africano desde que seja em favor do "candidato" que agrade à elite mundial. O imperialismo de esquerda é aceitável.

Esta guerra civil foca-se na tentativa dos imigrantes muçulmanos de se apoderarem dum país. As Nações Unidas dizem que sim, a França diz que sim, e o marxista Obama diz que sim, O que estes burros não entendem é que isto é uma amostra do que vai acontecer na Europa e nos EUA.

Mas acho que por esta altura já sabemos que é isso mesmo que os marxistas culturais querem: destruir a civilização ocidental.

segunda-feira, 28 de março de 2011

O mito da “civilização islâmica”

Há dez anos atrás, a minha opinião sobre a chamada “civilização árabe” era amiúde considerada como sendo uma blasfémia. O tempo acabou por me dar razão; aliás, é sina minha: falo sempre antes do tempo próprio das ideias.

A influência do desconstrucionismo histórico-revolucionário na cultura contemporânea é de tal forma que qualquer opinião que corrobore uma evidência histórica é sumariamente ostracizada. Até mesmo personalidades marcantes da Direita, como o Prof. Hermano Saraiva, acabaram por apoiar (tacitamente) algumas ideias construídas acerca do que foi, na realidade, um império maometano, e não uma civilização.

Um exemplo do que quero dizer é este postal (em espanhol): vejam que se diz que Averróis era espanhol, quando Espanha não existia como tal e quando se sabe que o árabe Averróis nasceu na Córdova islâmica do califado dissidente do ocidente dos Almóadas (ou Umáiadas), cujo califado durou até 750, e cujo representante fugiu da Síria para a península ibérica onde fundou um califado dissidente.

A oriente, os Abássidas tomaram conta do califado (750) por pressão política dos Xiitas da Pérsia que seguiam Ali, o genro de Maomé, e mudaram a capital do califado do oriente, de Damasco para Bagdade. Dizer que Averróis era espanhol não é simples ignorância: é uma barbaridade propositada e uma aviltação da História ― faz parte da desconstrução ideológica da História que caracteriza a Esquerda.

Uma civilização pode gerar um Império, mas um Império não se constrói automaticamente a partir de uma civilização ― existiram civilizações que não se constituíram em impérios ― e existiram impérios que não foram civilizações. Misturar os dois conceitos não faz sentido. O Império mongol não foi uma civilização, e a civilização Maia não foi um Império. Subjacente à ideia de “civilização” está a criação intelectual genuína e endógena, e não o simples “comércio” de ideias.

Embora tivesse existido alguma criação intelectual endógena por parte dos árabes islâmicos, a sua quantificação não permite que possamos considerar o Império maometano como uma civilização. Eu não devo ser considerado “civilizado” quando me aproprio das ideias dos outros; os outros serão os civilizados; eu não.

A Arábia era (e é) um território desértico e incapaz de manter a sua população crescente. A hegira (a fuga de Maomé de Meca para Medina) aconteceu em 622 d.C., e com ela começou a Era Maometana. Nessa altura, o árabe era um povo semi-nómada e muito atrasado em relação aos seus vizinhos.

Depois da morte de Maomé, as conquistas militares árabes processaram-se a uma velocidade vertiginosa: a Síria foi conquistada em 634, a Pérsia foi invadida em 637, Constantinopla (a capital cristã do Império Romano do Oriente) foi cercada pelos maometanos em 669 (e de novo em 716), o Egipto foi anexado em 642, Cartago conquistada em 697, e em 711 o território da península ibérica estava anexado pelos maometanos (com a preciosa ajuda dos judeus ibéricos que se rebelaram contra os visigodos) ― com excepção de uma parte do norte de Portugal, da Galiza e das Astúrias.

Em menos de um século, os árabes maometanos construíram um Império pela força das cimitarras, que se estendia desde as fronteiras da Índia até à península ibérica, e só foram parados na batalha de Tours em 732 ― exactamente um século depois da morte de Maomé.

Dizer-se que os árabes passaram de um povo atrasado (em relação aos seus vizinhos) para um povo com civilização própria e endógena, em apenas 100 anos, é um absurdo que tem sido alimentado pelo anticristianismo primário da Esquerda. Se não fosse absolutamente irracional, a Esquerda seria capaz de defender a cultura do canibalismo da Papuásia para assim tentar justificar a “inferioridade cultural cristã”.


Já vimos que quem abriu as hostilidades históricas entre maometanos e cristãos foram os primeiros. Toda a reacção bélica europeia e cristã foi consequência da invasão e implantação exclusivista do Império maometano.

Os maometanos não eram (nem nunca foram) de facto mais tolerantes do que os cristãos; eles tinham e têm o conceito da “Jizya”, que é o tributo islâmico: todas as pessoas que professassem uma religião diferente da islâmica eram obrigadas a pagar um imposto especial (a Jyzia); se não o pagassem, essas pessoas eram decapitadas. Em tempo de guerra, a Jizya era aumentada de tal forma que reduzia os não-maometanos à penúria e à miséria, e muitas vezes à condição de escravatura ― salvo se se convertessem ao Islão. Esta era a “tolerância” islâmica.

O Império árabe era uma monarquia absoluta governada pelo califa ― sucessor de Maomé. A primeira dinastia do califado foi a dos Umáiadas que durou até 750, e os califas da primeira dinastia aceitavam Maomé mas não aceitavam o fanatismo religioso.

Os árabes, embora conquistando territórios em nome da religião, não eram uma raça muito religiosa. Com a entrada dos persas no jogo político, o fanatismo religioso acentuou-se e os Umáiadas foram substituídos pelo califado dos Abássidas.

O último califa abássida foi morto pelos mongóis em 1256, numa carnificina sem precedentes históricos que matou cerca de 1 milhão de habitantes de Bagdade e da Pérsia ― comparado com isto, as reclamadas atrocidades das cruzadas cristãs foram “peanuts”.

A cultura grega chegou aos maometanos através da Síria que tinha sido ocupada em 634 pelos exércitos islâmicos. Os sírios há muito tempo que conheciam Aristóteles, e os nestorianos (cristãos) sírios veneravam Platão. Por oposição política aos nestorianos cristãos, os árabes islamitas adoptaram Aristóteles e consideraram-no como sendo mais importante do que Platão ― e vem daqui o aristotelismo do árabe Averróis e da cultura islâmica em geral: Platão foi relegado para segundo plano porque era um filósofo ao gosto dos cristãos.

Contudo, o platonismo era incontornável, e Kindi (m. 873) foi o primeiro que escreveu filosofia em árabe e o único de nota e que era genuinamente árabe. Kindi traduziu parte das Enneades de Plotino a que chamou de “Teologia de Aristóteles”: ceder ao platonismo formal era uma blasfémia entre os maometanos, por oposição aos cristãos platónicos.

Os nestorianos Sírios cristãos, de quem os maometanos receberam as primeiras influências gregas, espalharam-se pela Pérsia antes da invasão muçulmana e foram os grandes responsáveis pela divulgação da cultura grega no mundo que se veio a tornar islâmico.

A civilização persa permaneceu resplandecente, como já era antes da invasão maometana. A partir da Pérsia, os maometanos tiveram contacto com as civilizações da Índia e da China.

Um persa (e não um árabe), Omar Kayam, reformou o calendário islâmico em 1079. Os “grandes poetas árabes” não foram, na sua esmagadora maioria, árabes; o poeta Firdusi (m. 941), autor do Shahnama era persa e reza a História que repudiou o islamismo mas foi obrigado a aceitá-lo sob pena de morte.

A pouca cultura do Império islâmico aconteceu nas extremidades do Império: na península ibérica e na Pérsia. A filosofia dita “islâmica” resume-se a duas personalidades: Avicena e Averróis.

Ibn Sina Avicena (980 ― 1037) era persa, nascido na província de Bokara. A cultura apologista do islamismo considera Avicena como tendo sido famoso em medicina, quando Avicena nada mais fez do que copiar as ideias de Galeno ― Avicena foi guia da medicina na Europa até ao século 17, quando ele de facto acrescentou muito pouco à teoria médica de Galeno.

A fórmula segundo a qual “o pensamento produz a generalidade nas formas”, mais tarde repetida por Averróis e por Alberto Magno, e que serviu de suporte ao “nominalismo” de George Berkeley, é de autoria do persa Avicena.

Ibn Rochd Averróis (1126 ― 98) nasceu em Córdova, filho e neto de cádis (ele próprio foi cádis de Sevilha e de Córdova) foi perseguido politicamente pelo califa almóada (umáiada) Yakub Al-Mansur, por ser considerado um relapso em relação aos ensinamentos de Maomé, acabando por se refugiar em Marrocos.

A filosofia árabe não é importante pela originalidade ― pessoas como Avicena e Averróis são essencialmente comentadores. Maimónides (n. Córdova, 1135) era judeu. As concepções dos filósofos mais científicos vêm de Aristóteles e dos neoplatónicos em lógica e metafísica, de Galeno na medicina, de fontes gregas e indiana em matemática e astrologia (de onde veio a chamada “numeração árabe”, que é de origem indiana, incluindo a noção de “zero”), e em filosofia mística ― que inclui o sufismo ― há uma mistura de velhas crenças persas.

A “arquitectura árabe” e as artes em geral foram “sacadas” aos persas ― nada têm de genuíno e original, e não revelaram capacidade de especulação independente em matéria teórica: a sua importância é a de simples transmissor de outras civilizações.

O Islão foi um Império; não foi uma civilização.

domingo, 6 de março de 2011

Carne halal: ingleses apercebem-se de que estão a ser islamizados

A imprensa britânica começou a revelar o rastejo da Jihad Secreta para a posição de supremacia na cultura inglesa. Em Janeiro passado o Daily Mail revelou que carne halal é servida rotineiramente em alguns dos mais populares recintos desportvos, pubs, escolas e hospitais sem a aprovação nem o conhecimento das demais.

Toda a carne bovina, carne de galinha e carne de cabrito vendida aos fãs no Estádio do Wembley tem sido secretamente preparada de acordo com a lei islâmica.

Centenas de pubs e restaurantes por toda a Grã-Bretanha - bem como casas de corridas, escolas e hospitais - agora só servem galinha que tenha sido ritualmente preparada de acordo com a lei Sharia.

Os fãs dos jogos de râguebi em Twickenham e os entusiastas pelas corridas de cavalo em visita a Ascot só podem comprar galinha halal.

Um pouco por toda Inglaterra as escolas dão carne halal às crianças. A alternativa é comida vegetariana. Num município de Londres, em Tower Hamlets, mais de 100 escolas usam apenas carne halal.

Hospitais públicos insistem que toda a carne tem que estar de acordo com a lei Sharia. O maior grupo de hotéis e restaurantes de Inglaterra , a Whitbread, admitiu que mais de 3/4 da sua comida é halal.


Uma coisa é quando uma ideologia inimiga tenta conquistar a tua cultura, mas outra é quando os teus líderes se aliam ao inimigo ideológico para destruir a tua civilização.

O medo de ofender as sensibilidades islâmicas não explica tudo. A resposta mais racional é a de que os líderes ingleses quererem "transformar fundamentalmente" a cultura inglesa de modo a que as pessoas que possam travar o avanço do marxismo cultural sejam coagidas a submissão.

O inimigo ideológico do marxismo cultural é, foi e sempre há-de ser o Cristianismo, e como tal, os marxistas culturais que controlam a Inglaterra tratam de promover uma ideologia alternativa (no bom espírito da "guerra de classes") e esperam criar suficiente caos de modo a que eles se possam colocar como os "estabilizadores da sociedade".

Essa auto-conferida capacidade vai requerer (claro) que eles tenham mais e mais poder de modo a que possam "trazer a paz e justiça social".

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