MITOS ISLÂMICOS

Mostrar mensagens com a etiqueta Espanha. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Espanha. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 8 de junho de 2015

A corrosiva hagiografia da Espanha muçulmana

Por Andrew G. Bostom

Anúncios comemorativos do dia 10 de Julho de 2003, falando dum "regresso do islão à Espanha", marcaram a finalização da nova mesquita de Granada. (1) Infelizmente, e numa conferência com o título de "O islão na Europa" que acompanhou a abertura da mesquita, foram feitas algumas declarações alarmantes por parte dos líderes muçulmanos Europeus.

Por exemplo, o orador principal deste conferência, Umar Ibrahim Vadillo, um líder muçulmano Espanhol, implorou ao muçulmanos que causassem o colapso económico do Ocidente (passado a usar o dinar de ouro, e parando de usar as moedas Europeias), ao mesmo tempo que o líder muçulmano Alemão Abu Bakr Rieger disse aos atendentes para não se adaptarem as suas prácticas religiosas islâmicas aos valores Europeus (do Iluminismo Ocidental?). (2)

Embora o editorialista do Wall Street Journal tenha repreendido as autoridades Espanholas pela sua aparente falta de "...influência ou conhecimento em relação à direcção da nova mesquita", o autor do op-ed prosseguiu, minando a base factual das suas preocupações com uma sinopse romantizada e não-histórica da Espanha muçulmana, salientando  o quele deu o nome de “humanismo pan-confessional” do islão Andalusiano, chegando até a afirmar que, “ …pode-se até alegar que a frequentemente lamentada "reforma" do islão estava a caminho até que ela foi abortada pela Inquisição” (3).

Na sua hagiografia de 2002 da Espanha muçulmana com o nome de “The Ornament of the World” (4), María Rosa Menocal, Professora de Espanhol e de Português em Yale, alegou:

O novo governo islâmico não só permitiu aos Cristãos e as Judeus sobreviver, mas, e seguindo ordem alcorânica, esse governo protegeu-os.

Eu mantenho que reiterar estas alegações exageradas e historicamente erradas em relação à Espanha muçulmana ajuda a actual agenda islamita, e atrasa a evolução dum "Euro-Islão" liberal, reformado e totalmente compatível com os valores Europeus pós-Iluminismo.

As conquistas jihadistas foram levadas a cabo século após século, desde o subcontinente atè a Península Ibérica, porque a jihad, que significa "lutar nos caminhos de Alá", incorpora uma ideologia e uma jurisdição. O padrão básico da guerra jihadista encontra-se claramente revelado no registo do grande historiador muçulmano al-Tabari das recomendações dadas por Umar b. al-Khattab ao comandante das tropas enviadas a al-Basrah (636 AD), durante a conquista do Iraque. Umar (o segundo “Califa Correctamente Orientado”) alegadamente disse:

Convoquem o povo de Deus; aqueles que responderem ao vosso apelo, aceitem isso da sua parte. (Isto é, aceitem a sua conversão como genuína e abstenham-se de lutar contra eles) mas aqueles que se recusarem, têm que pagar o imposto [jiziyah] com humilhação e com humildade. (Alcorão 9:29) Se eles se recusarem a fazer isso, então é a espada sem clemência. Temam a Alá em relação ao que vos foi confiado. (5)

(por exemplo, A jihad foi formalmente concebida pelos jurisconsultos e teólogos muçulmanos desde o século 8º ao século 9º tendo como base a sua interpretação de versos do Alcorão (6) (por exemplo, 9:5,6; 9:29; 4:76-79; 2: 214-15; 8:39-42), e tendo também por base longos capítulos das Tradições (i.e., “hadith”, actos e ditados de Maomé, especialmente aqueles registados por al-Bukhari [d. 869] (7) e Muslim [d. 874] (8)).

Em relação à natureza da jihad, o consenso entre as 4 escolas de jurisprudência islâmica  (isto é, Maliki, Hanbali,  Hanafi, e Shafi’i) é claro. Ibn Khaldun (morreu em 1406), jurista, filósofo renomeado, historiador, e sociólogo, resumiu estas opiniões consensuais em relação à instituição unicamente islâmica da jihad tendo como base os cinco séculos prévios de jurisprudência:

Dentro da comunidade islâmica, a guerra santa é um dever religioso visto que a universalidade da missão [islâmica] e [obrigação de] converter todos aos islão quer seja por persuasão quer seja à força..... As outras religiões não tiveram uma missão universal, e a guerra santa não era um dever religioso para eles, excepto com propósitos de defesa. O islão tem a obrigação de obter poder sobe as outras nações. (9)

A Espanha muçulmana era um país em constante estado de jihad quando se encontrava sob a jurisdição Maliki visto que esta disponibilizava uma interpretação severa e repressiva da lei islâmica (10). Por exemplo, o jurista Maliki com o nome de Ibn Abi Zayd al-Qayrawani (d. 996), caracterizou a jihad da seguinte forma:

A jihad é um preceito de instituição Divina. A sua performance por parte de certos indivíduos pode dispensar outros da mesma. Nós, os Malikis, mantemos que é preferível não dar início às hostilidades com o inimigo antes de o ter convidado a abraçar a religião de Alá, excepto se o inimigo tiver atacado primeiro. Eles têm a alternativa de ou se converterem ao islão ou pagar o imposto [jizyah], ou então será declarada guerra contra eles. (11)

E o jurista Maliki Ibn Abdun disponibilizou estas opiniões reveladoras em relação aos Judeus e aos Cristãos que viviam em Sevilha por volta de 1100 Era Cristã:

Nenhum...Judeu ou Cristão pode receber permissão para usar as roupas dum aristocrata, nem dum jurista, nem duma pessoa rica; pelo contrário, eles têm que ser detestado e evitados. É proibido abordá-los com a saudação "Que a paz esteja contigo". De facto, "Satanás tomou posse dele, e causou a que eles se esquecessem do aviso de Deus. Eles são os confederados do partido de Satanás; Certamente que os confederados de Satanás serão os perdedores!" (Qur’an 58:19). Um sinal distintivo deve ser imposto a ele como forma deles serem reconhecidos, e isto será para eles uma forma de desgraça. (12)

Os Cristãos e Judeus indígenos de Espanha, conquistados através das guerras jihadistas dos Arabes muçulmanos, foram submetidos ao domínio islâmico sob um "Pacto" - ou "Dhimma" - que impunha regulamentos degradantes e discriminadores, mas consistentes com prescrição alcorânica presente em 9:29. Os princípios centrais desta  “dhimmitude”  eram:
(i) A desigualdade de direitos (em todos os domínios) entre os muçulmanos e is dhimmis;
(ii) Discriminação social e económica contra os dhimmis;
(iii) Humilhação e vulnerabilização dos dhimmis. (13)
E havia consequências terríveis para os dhimmis infiéis da Espanha muçulmana que se revoltassem contra a opressora Dhimma: matança dos rebeldes, e escravatura para as suas mulheres e crianças. (14)

Para além da pequena minoria de Cristãos privilegiados e notáveis, a Espanha muçulmana estava populada por dezenas de milhares de Cristãos escravos, e Cristãos humilhados e oprimidos. Os muwallads (neo-convertidos) estavam num estado perpétuo de revolta contra os imigrantes Árabes que haviam tomado para si grandes espaços latifúndios, cultivados por servos ou escravos Cristãos.

As expropriações e as extorsões fiscais deram início a chamas de rebelião permanentes por parte dos muwallads e dos mozarabs (dhimmis Cristãos) por toda a península Ibéria. Os líderes destas rebeliões eram crucificados, e os seguidores insurgentes eram mortos à espada. Estes conflictos sangrentos, que ocorreram por todo o emirato Hispânico-Umayyad até aos 10º século, um endémico ódio religioso.

No ano de 828 da Era Cristã. uma carta de Louis o Pio para os Cristãos de Mérida resumiu o seu sofrimento sob Abd al-Rahman II, e durante os reinados que se seguiram: confisco da sua propriedade, aumento injusto do seu tributo, remoção da sua liberdade (o que provavelmente significava escravatura), e opressão através de impostos excessivos. (15)

Em Granada, os vizires Judeus Samuel Ibn Naghrela, e o seu filho Joseph, que haviam protegido uma outrora florescente comunidade Judaica, foram ambos assassinados entre 1056 to 1066, a que se seguiu uma aniquilação da população Judaica por parte da comunidade muçulmana local. Pelo menos 3,000 Judeus morreram só no levantamento que se seguiu ao assassinato de 1066. (16).

Os Almoádas muçulmanos Berberes na Espanha e no Norte de África (1130-1232) causaram uma destruição enorme tanto nas populações Judaicas como na Cristã. Este processo de devastação, massacre, cativeiro e conversão forçada foi descrito pelo cronista Judeu Abraham Ibn Daud, e pelo poeta Abraham Ibn Ezra. Desconfiados da sinceridade dos convertidos Judeus para o islão, os "inquisidores" muçulmanos (isto é, antecedendo os inquisidores ristãos Espanhóis em três séculos)  removeram as crianças de tais famílias, e colocaram-nas sob os cuidados educadores muçulmanos. (17)

Maimonides, o conhecido filósofo e médico, sofreu as perseguições levadas a cabo pelos Almoádas, e em 1148 teve que fugir de Córdoba com toda a sua família, vivendo temporariamente em Fez - disfaraçado de muçulmano - antes de encontrar asilo no Egipto Fatimida. De facto, embora Maimonides seja frequentemente referenciado como  um exemplo de sucesso Judaico facilitado pela domínio muçulmano da Espanha, as suas próprias palavras refutam este mito utópico do tratamento que os muçulmanos deram aos Judeus:

...os Árabes perseguiram-nos [aos Judeus] de modo severo, e aprovaram legislação prejudicial e discriminatória contra nós. Nunca houve nação que nos tivesse afligido, degradado, rebaixado e odiado tanto como eles [os muçulmanos]. (18)

Bernard Lewis, eminente historiador do islão, observou há 35 anos que os Judeus "Pro-islâmicos" do século 19 haviam promovido uma visão utópica da natureza igualitária do domínio islâmico, especialmente na Espanha islâmica. Sem surpresa alguma, os muçulmanos eventualmente aperceberam-se deste romântico mito Judaico em relação ao islão, e ela passou a fazer parte integral da sua imagem própria. No entanto, Lewis conclui:

A Idade de Ouro de direitos iguais era um mito, e a crença nela foi o resultado, mais do que a causa, da simpatia Judaica pelo islão. (19)

Uma descrição acertada do relacionamento inter-confessional na Espanha muçulmana, e ds correntes contemporâneas responsáveis pela distorção da história, pode ser encontrada no envolvente livro de Richard Fletcher com o nome de “Moorish Spain”, onde ele disponibiliza estas observações inatacáveis:

O testemunho daqueles que viveram durante os horrores da conquista Berbere, da fitnah Andalusa do início do século 11, da invasão Almorávida - só para mencionar alguns episódios disruptivos - tem que classificar isso [isto é, a visão rosada da Espanha islâmica] como uma mentira. A simples e verificável verdade histórica é que a Espanha Moura era muito mais uma terra de tumulto do que de tranquilidade...

Tolerância? Perguntem as Judeus de Granada que foram massacrados em 1066, ou aos Cristãos que foram deportados pelos Almorávidas para Marrocos em 1126 (tal como os Mouriscos cinco séculos mais tarde)..

Na segunda metade do século 20 um novo agente de obfuscação faz a sua aparência: a culpa da consciência liberal, que vê os males do colonialismo - assumidos mais do que demonstrados - prenunciados na conquista Cristã de al-Andalus e na perseguição dos Mouricos (mas não, curiosamente, na conquista e colonização mourisca).

Agitem bem a mistura, e emitam-no de maneira livre a académicos crédulos e pessoas mediáticas por todo o mundo ocidental. Depois disso, derramem-no de maneira generosa sobre a verdade....Dentro das condições culturais que existem no Ocidente de hoje, o passado tem que ser comercializado e para ser comercializado de maneira bem sucedida, ele tem que ser empacotado de maneira atraente.

A Espanha num estado natural não tem apelo geral. Fantasias auto-indulgente de glamour....fazem milagres na melhoria dessa imagem. Mas a Espanha Mourisca não era uma sociedade tolerante e ilminade, nem mesmo nas suas épocas mais cultas. (20)

Por fim, mesmo que seja classificada de "tolerante" segundo padrões medievais, a dhimmitude é totalmente incompatível com as noções modernas de igualdade entre os indivíduos, independentemente da fé religiosa. Agora que estamos no início do século 21, temos que insistir que os muçulmanos do Ocidente adoptem padrões sociais pós-Iluministas de igualdade, e não de "tolerância", abandonado de vez a hagiografia dos padrões  repressivos e discriminatórios practicados pelos clássicos juristas Maliki dda "iluminada" Espanha muçulmana.

- http://bit.ly/1H1Mn5J

* * * * * * *

Embora  o texto do Dr Bostom esteja essencialmente correcto, convém ressalvar que os mesmos Judeus que criaram o mito da "Espanha tolerante", traindo deste forma os muitos Judeus que foram chacinados pelos "tolerantes" muçulmanos da Ibéria, operaram dentro da filosofia iluminista que o Bostom quer que os muçulmanos adoptem.

Dito de outra forma, os "valores iluministas" não são a alternativa ao islão no Ocidente visto que foram esses valores que 1) criaram um mito da Espanha muçulmana "tolerante", e 2) eles estão na base do ódio ao Ocidente que abriu as portas à imigração em massa de muçulmanos não-assimiláveis .

Para se saber qual é a ideologia a adoptar para se combater o avanço muçulmano na Europa, basta saber qual era a ideologia de Jan Sobieski, Carlos Martel, e dos cavaleiros de combateram os maometanos em Lepanto.

Notas:

1. http://news.bbc.co.uk/1/hi/world/europe/3055377.stm “Mosque signals Muslims return to Spain” BBC July 10, 2003.
2. http://news.bbc.co.uk/1/hi/world/europe/3061833.stm “Muslim call to thwart capitalism” BBC July 12, 2003.
3. http://www.opinionjournal.com/taste/?id=110003764 Melik Keylan. “Back again after 500 years” Opinion Journal July 18, 2003
4. Gloria Rosa Menocal, “The Ornament of the World” (Boston: Little Brown and Company, 2002. p. 28)
5. Al-Tabari, “The History of al-Tabari (Ta’rikh al rusul wa’l-muluk)”, vol. 12, The Battle of Qadissiyah and the Conquest of Syria and Palestine, translated by Yohanan Friedman, (Albany, NY.: State University of New York Press, 1992).
6. The Noble Qur’an http://www.usc.edu/dept/MSA/quran/
7. Translation of Sahih Bukhari http://www.usc.edu/dept/MSA/fundamentals/hadithsunnah/bukhari/
8. Translation of Sahih Muslim: http://www.usc.edu/dept/MSA/fundamentals/hadithsunnah/muslim/
9. Ibn Khaldun, “The Muqudimmah. An Introduction to History”, Translated by Franz Rosenthal. (New York, NY.: Pantheon, 1958, vol. 1, p. 473).
10  Evariste Levi-Provencal. “Histoire De L’Espagne Musulmane” Vol. 3 (Paris G-P Maisonneuve, 1953, Pp. 131-33; 470-76); Bat Ye’or. “Islam and Dhimmitude: Where Civilizations Collide” Translated by Miriam Kochan and David Littman, (Cranbury, NJ.: Associated University Presses, 2001, Pp. 62-63).
11. Ibn Abi Zayd al-Qayrawani, La Risala (Epitre sur les elements du dogme et de la loi de l'Islam selon le rite malikite.) Translated from Arabic by Leon Bercher. 5th ed. Algiers, 1960, p. 165.
12. Evariste Levi-Provencal. “Seville musulmane au debut du 12e siecle” (Traite sur la vie urbaine et les coprs de métiers d’Ibn Abdun). In “Islam d’hier et diaujourd’hui.” (Vol. 2 Paris, 1947, p. 114)
13. Bat Ye’or, “The Dhimmi: Jews and Christians Under Islam”, Translated by David Maisel, Paul Fenton, and David Littman. (Cranbury, NJ.: Associated University Presses, 1985, Pp.51-77).
14. Richard Fletcher. “Moorish Spain” (Berkeley, CA: University of California Press, 1992, Pp. 44-49; 120-21); Bat Ye’or. “Islam and Dhimmitude”, Pp. 62-63;
15. Evariste Levi-Provencal. “Histoire De L’Espagne Musulmane” Vol. 1 (Paris: G-P Maisonneuve, 1950; for  Letter, see p. 228)
16. Moshe Perlmann. “Eleventh Century Andalusian Authors on the Jews of Granada”, Proceedings of the American Academy of Jewish Research, Vol. 18 (1949), Pp. 269-70.
17. H. Z. Hirschberg. “A History of the Jews of North Africa” (Leiden: E.J. Brill, 1974, Vol. 1. Pp. 123-139).
18. Bat Ye’or, “The Dhimmi” Documents III- Aspects of the dhimmis existence as experienced, #94, Forced conversions and degradation (12th century), p. 351.
19. Bernard Lewis. "The Pro-Islamic Jews," Judaism, (Fall 1968), p. 401.
20. Richard Fletcher. “Moorish Spain”, Pp. 171-73..

sábado, 2 de agosto de 2014

ISIS e o sinal do Profeta Jonas

Durante as últimas semanas as conquistas do ISIS por todo o norte do Iraque têm sido compreensivas. Tomando controle de largas partes da região, eles declararam no mês  passado um Califado, e um dos grupos que têm sofrido de modo especial a sua violência têm sido, como sempre, os Cristãos (que já vivem nessas áreas há quase 2,000 anos).

Seguindo-se à consolidação do poder na região por parte do ISIS, estas comunidades ancestrais têm sofrido um tratamento brutal. No que pode ser considerado como perseguição e discriminação ao mais alto nível, o ISIS tem atacado os Cristãos de Mosul manchando as suas casas com a letra N, marcando-os como Nasarah, Cristãos.

Num esforço concertado e deliberado tendo em vista a limpeza étnica, o ISIS  "ofereceu" aos Cristãos três escolhas: converter ao islão, pagar o imposto jizya . . . ou abandonar as suas casas. Quem quer que se recusasse a pagar ou a se converter ao islão, era ameaçado de morte.

Nestas circunstâncias, e temendo o pior, a área de Mosul - que até bem pouco era casa de milhares de Cristãos - tem sido esvaziada desta comunidade antiga. Roubados das suas possessões, até medicamentos, muitos foram forçados a andar 70 quilômetros até atingir um local seguro - eventualmente dirigindo-se para Dohuk na região Curda do país. As 15 famílias Cristãs que escolheram ficar em Mosul fizeram-no convertendo-se ao islão como forma de reter as suas possessões, mas as casas daqueles que abandonaram a cidade foram confiscadas como propriedade do recém-formado "Estado Islãmico".

Este êxodo forçado acabou com a significante presença Cristã em Mosul que antecede em vários séculos a vinda do islão. Numa região que tem testemunhado a ascenção e a  queda de muitos poderes políticos, as políticas do ISIS debilitam a longa co-existência de maometanos e não-maometanos na região.

Em Mosul, os militantes do ISIS começaram a profanar a cidade, representando de forma bem gráfica a sua interpretaçâo extrema e minimalista do islão. As suas acções não se têm focado exclusivamente nos edifícios Cristãos, visto que o antigo túmulo do Profeta Jonas (um ponto de referência importante na cidade de Mosul, venerado por Cristãos, Judeus e maometanos) foi arrasado e muitas mesquitas e templos Xiitas foram também destruídos.

Nos seus esforços em favor da "pureza islâmica", os militantes do ISIS têm atacado de modo particular os edificios Cristãos. A sede diocesana dos Católicos Sírios em Mosul foi incendiada - ela que já existia desde o século 19. Todas as cruzes de 22 igrejas de Mosul form removidas e as igrejas foram convertidas em mesquitas ou destruídas.

Morte duma comunidade antiga

Com as comunidades Cristãs a estenderem-se para fora de Mosul e através das planícies de Nineve, o ISIS alargou o seu foco para as zonas circundantes. Os militantes   tomaram posse do antigo Mosteiro Mar Behnam, alegadamente fundado no local onde os irmãos Sassânidas Behnam e Sara foram martirizados durante o 4º século, que, até a chegada do ISIS, era casa dos monges Católicos Sírios.

Estes mesmos monges foram expulsos de lá, e foi-lhes negado o acesso ao mosteiro como forma de levar qualquer relíquia sagrada que ainda lá se encontrasse. Isto faz com que se tema que os items históricos, juntamente com as colecções manuscritas que lá se encontram, sejam destruídos. Há também a probabilidade de que o mosteiro, com partes que datam do século 13 e que faz parte dos poucos edifícios Iraquianos que sobreviveram ao período Mongol Ilkhanato, seja profanado e destruído.

Os Cristãos já vivem no Iraque virtualmente desde que a sua religião foi fundada - havendo começado a estabelecer-se na região por volta do século 2 e sendo entre as primeiras testemunhas da fé Cristã. As suas igrejas e os seus mosteiros têm sido parte integral do panorama há séculos, produzindo alguns dos mais sofisticados exemplos de arquitectura. Estas comunidades viveram em acordo relativo com os seus vizinhos maometanos através dos séculos, cada comunidade contribuindo para a cultura da outra.

Depois da ofensiva Aliada de 2003, os Cristãos do Iraque começaram a sofrer muitas atrocidades, a mais notável entre elas o massacre do dia 31 de Outubro de 2010 na Igreja Nossa Senhora da Salvação, em Karrada - Bagdad. Agora, os Cristãos, que contribuíram das mais variadas formas para a cultura e para a economia do Iraque, não estão dentro do que o ISIS qualifica de aceitável.

A sua perseguição levanta a possibilidade real de que esta comunidade antiga seja eliminada da sua pátria no Iraque. Para além disso, isto marca o final da noção do "diálogo civilizado", um pilar que já dura deste o período Abássida onde os maometanos e os não-maometanos viveram lado a lado. Não deixa de ser um paradoxo que o ISIS, que tenta emular o Califado de tempos idos, adopte tácticas que só podem ser descritas de brutais e dignas de bárbaros rudes.


* * * * * * *


As "tácticas brutais e dignas de bárbaros rudes" seguem o exemplo do fundador da fé islânica, visto que tudo aquilo que o ISIS está a fazer no Iraque está em perfeito acordo com a sunnah, o Alcorão e as sirats de Maomé.

A noção de que o ISIS está a "perverter" o "verdadeiro islão" segue na mesma linha de pensamento que, contrariando a própria história descrita nos textos islâmicos tidos como autoritários, propõe que o islão é uma "religião pacífica" e que só uma "pequena minoria de extremistas" é que a pervertem.


Uma geração má e adúltera pede um sinal, e nenhum sinal lhe será dado, senão o sinal do profeta Jonas. E, deixando-os, retirou-Se.
Mateus 16:4


segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Os mitos sobre al-Andalus

Por: Eduard Yitzhak*

Grande parte da esquerda e os islamitas repetem o mito da tolerância do Islão na época do al-Andalus

Continuamente se repete que: "Al-Andalus foi uma civilização que irradiou uma personalidade própria tanto no Ocidente como no Oriente. Situada na terra dos encontros, dos cruzamentos culturais e fecundas mestiçagens, al-Andalus foi esquecida, depois de seu esplendor, tanto pela Europa como pelo universo muçulmano, como uma bela lenda que não pertencera a nenhum dos dois mundos".

A península ibérica foi submetida pela espada ao islão, foi al-Andalus, terra dos vândalos, em árabe.
Durante a segunda metade do século VIII produziu-se uma séria cisão no império muçulmano. Uma ruptura dinástica que acabou com os omíadas que governavam em Damasco, para entronizar os abássidas, que se assentaram em Bagdad. Um príncipe omíada fugido de Damasco, Abderrahman I, penetraria en al-Andalus formando um novo Estado com base em Córdoba: o emirado, independente da política bagdali.

Oito emires se sucederam de 756 a 929, com diversos insurreições maometanas e moçárabes (cristãos ibéricos vivendo sob a dominação muçulmana e  de seus descendentes) – até que Abderrahman III decidiu fundar um califado, declarando-se Emir al-Muminin (príncipe dos crentes), o qual lhe outorgava, além do poder terreno, o poder espiritual sobre a umma (comunidade de crentes).

Abderrahman III e seu sucessor al-Hakam II, apaziguaram a população, permitiram a colaboração em seus domínios de judeus e cristãos. Fizeram acordos com os cristãos, construíram e ampliaram numerosos edifícios – alguns notáveis como a Mesquita de Córdoba – e se rodearam da inteligência de sua época. Mantiveram contactos comerciais com Bagdad, França, Tunis, Marrocos, Bizâncio, Itália, e Alemanha.

Enquanto isso, no final do século XI, no Magreb ocidental, hoje Marrocos, surgiu um novo movimento político e religioso no seio de uma tribo bérbere do sul, os lamtuna, que fundaram a dinastia almorávida. Em pouco tempo, sua atitude religiosa fundamentalista, fanática e intransigente "convenceu grande parte da desencantada população, e com o seu apoio empreenderam uma série de contendas logrando formar um império que abarcaria parte do norte da África e al-Andalus que, através do rei sevilhano al-Mutamid, tinha pedido sua ajuda para frear o avanço cristão.

Liderados Ibn Tashfin, penetraram os almorávidas na Península, infligindo uma séria derrota às tropas de Alfonso VI em Sagrajas. Logo conseguiriam acabar com os reis dos emirados e governar al-Andalus, não sem certa oposição da população, que se rebelava contra seu modo intransigente e fundamentalista.

Os cristãos obtiveram durante isso importantes avanços, conquistando Alfonso I de Aragão, Zaragoça em 1118. Ao mesmo tempo, os almorávidas viam ameaçada sua  própria supremacia por um novo movimento religioso surgido no Magreb: o almoáda. Esta nova dinastia foi gerada no meio de uma tribo bérbere procedente do coração do Atlas que, chefiada pelo guerreiro Ibn Tumart, logo se organizou para derrocar os seus predecessores. Também a partir de Marraquech, governaram e se fizeram com as rendas de al-Andalus. Entretanto, da mesma forma que os almorávidas, terminaram por sucumbir ante o relaxamento do islão que tinham os fiéis muçulmanos.

O islão floresceu intelectualmente em al-Andalus quando se relaxou e rompeu com a umma governada a partir de Bagdá, e com o islão oficial e imperante. Abderrahman III e Hakam II possuíam o poder terreno e espiritual da umma em terras ibéricas. Foram uns "traidores" do espírito do islão. A umma não pode ser fracionada segundo as leis corânicas.

É a época do esplendor de al-Andalus. Ainda que permitissem aos judeus e cristãos colaborar em seus domínios muçulmanos, eram dhimmis, cidadãos de segunda classe, porém melhor tratados que os anteriores e posteriores emires.

Os que recorrem ao mito da tolerância em al-Andalus, omitem voluntariamente ou por ignorância, que quando houve — relativamente — mais tolerância foi na época do maior relaxamento e distância do islão, e que a maior reislamização, com os almorávidas e com os almoádas, maior era a intolerância e perseguição de judeus e cristãos e de heterodoxos muçulmanos. Quando em al-Andalus os muçulmanos se distanciavam do islão podia florescer a cultura. Mas de onde provinha essa cultura?

Os árabes se expandiram a partir da península de Arábia, no século VII, impelidos pelo islão. Eram beduínos sem acervo cultural importante, mas com o islão, cópia do judaísmo e do cristianismo nestoriano1, acreditavam num só D-us, incitados por Maomé a impor seu credo, e ante a negativa dos judeus a seguir-lhes os fazia degolar. Foi o início de sua Jihad contra "os outros". Maomé mesmo sancionou o massacre de Qurayza, uma tribo judaica derrotada no século VII. Designou um "árbitro" que logo rendeu este julgamento conciso: os homens deviam ser submetidos à morte, as mulheres e as crianças vendidas como escravos e o botim dividido entre os muçulmanos. 

Maomé ratificou este juízo, indicando que era um decreto divino pronunciado do alto dos Sete Céus. Assim, entre 600 e 900 homens de Qurayza foram conduzidos por ordem de Maomé ao Mercado de Medina. As fundações caíram, os homens foram decapitados e os cadáveres enterrados nas valas, enquanto Maomé presenciava. As mulheres e as crianças foram vendidas como escravos e várias delas foram distribuídas como presentes entre os aparentados a Maomé, que escolheu uma das mulheres de Qurayza (Rayhana) para ele próprio. As propriedades dos Qurayza e outras possessões (incluindo as armas) também foram divididas como botim adicional entre os muçulmanos, para sustentar as campanhas adicionais da Jihad.

Al-Mawardi, jurista de Bagdá, era um erudito prolífico que viveu durante a chamada Idade Dourada islâmica do califado Abbássida de Bagdá e faleceu em 1058. Escreveu a seguinte citação, baseando-se em interpretações extensamente aceitas do Corão e Sunna (ou seja, as palavras e o atos registrados de Maomé), com respeito aos capturados infiéis de campanhas da Jihad:

 "Quanto aos captivos, o emir [governante] tem a escolha de tomar a ação mais beneficente de quatro possibilidades: a primeira, condená-los à morte cortando-lhes os pescoços; a segunda, escravizá-los e aplicar as leis da escravidão com respeito à venda e a libertação; a terceira, lista de bens ou presos; e quarta, mostrar-lhes favor e perdoá-los. Alá, que seja venerado, diz, ‘Quando você se encontrar com aqueles (infiéis) que negam (a Verdade = islão) então corta-lhes os pescoços (Corão, sura 47, verso 4)"....Abu'l-Hasan al-Mawardi, al-Ahkam as-Sultaniyyah." (As Leis do
Governo Islâmico, traduzidas pelo doutor Asadullah Yate, (Londres), Ta-Ha Editores Ltd., 1996, p. 192)

A "sagrada" prática muçulmana da decapitação do infiel se baseia nas "regras" corânicas reiteradas por todas as quatro escolas clássicas de jurisprudência islâmica, através do vasto império muçulmano. Por séculos, da península ibérica até o subcontinente hindu, as campanhas da Jihad empreendidas pelos exércitos muçulmanos contra os infiéis — judeus, cristãos, zoroastristas, budistas e hindus — foram marcadas por massacres, com decapitações em massa. Durante o período do domínio muçulmano "iluminado", os cristãos da Toledo ibérica, que inicialmente submeteram os seus invasores muçulmanos árabes em 711 ou 712, depois se rebelaram em 713. Na dura represália muçulmana que resultou, Toledo foi saqueada e todos os cristãos proeminentes foram degolados.

As decapitações recentes de infiéis por muçulmanos inspiradas pela Jihad ocorreram em todo o mundo - cristãos na Indonésia, nas Filipinas e na Nigéria; sacerdotes e mulheres hindus "descobertas" na Cachemira; o jornalista judeu do The Wall Street Journal, Daniel Pearl. Não deve surpreender-nos que estes paroxismos contemporâneos da violência da Jihad eram acompanhadas das decapitações rituais. Tais atos horríveis são, de fato, aprovados pelos textos sagrados islâmicos, e pela jurisprudência muçulmana clássica. 

As reclamações vazias — dos relativistas culturais e dos que predicam sobre alianças entre "civilizações" — que as decapitações da Jihad são de certa forma "alheias ao islão verdadeiro," são totalmente falsas, e por bem-intencionados que fossem, minavam os esforços sérios para reformar e desacralizar a doutrina islâmica.

Os guerreiros árabes entraram em contato com a cultura européia graças aos tradutores judeus cristãos nestorianos que povoavam a península da Arábia e as terras conquistadas pelos muçulmanos. Seu grande aporte à cultura e civilização foi ter traduzido os textos da filosofia e do saber grego — da Europa — ao árabe, sendo a maior parte dos tradutores judeus.

Os árabes aprenderam que com a força militar da espada do islão, com o medo que infundiam seus guerreiros e com a doutrina corânica podiam se estender amplamente.

Os mais civilizados entre eles foram suficientemente inteligentes em pedir a colaboração dos intelectuais de sua época, em grande parte judeus, que contribuíram — traduzindo — o saber dos gregos clássicos, e desenvolveram este conhecimento. Foram inumeráveis os tradutores judeus que transmitiram aos muçulmanos os tesouros da literatura científica da Grécia antiga. Formavam uma legião de matemáticos, astrônomos e médicos judeus no mundo árabe.

Entre os que se encarregavam de descobrir obras clássicas e traduzi-las ao árabe se conta uma multidão de doutores judeus e cristãos sírios. Eles contribuíram de maneira decisiva para cimentar os fundamentos para o desenvolvimento posterior no mundo do islão. Os nomes dos judeus que exerceram sua atividade nas escolas superiores árabes, e de al-Andalus — são quase incontáveis. Até o século XIX não eram conhecidos esses nomes, muitos dos quais são apenas reconhecíveis nos caracteres árabes, e valorizado sua contribuição no campo da astronomia, química, e de a matemática e da medicina, tal como ressalta Werner Keller en seu trabalho "Und wurden zerstreut unter alle Völker".

Os muçulmanos que querem um retorno às fontes do islão criticam o relaxamento de Abderrahman III, de Hakam II, o rei erudito que criou uma biblioteca de mais de 400 mil volumes, porque a partir da ruptura da umma, e da independência do califado de Bagdá, em 1031, cai a dinastia omíada, e começam a surgir reinos independentes de emirados em toda al-Andalus, e os reinos cristãos poderão expulsar da península ibérica os muçulmanos.

Os puristas do islão culpam o pensamento ocidental e o estado laico de Kemal Ataturk na Turquia como as causas de sua declinação e decadência religiosa.

Os ocidentais que "admiram" a "tolerância" que houve em al-Andalus não querem lembrar que esta tolerância foi breve e totalmente incompleta – os dhimmis judeus e cristãos eram cidadãos de segunda classe – e o pensamento que os árabes contribuíram os árabes era em grande parte devido aos judeus e o saber era de matriz européia – Grécia Antiga. O declínio político religioso, o distanciamento com o islão, permitiu o florescimento cultural, e graças a "tolerância" a colaboração de judeus e cristãos.

Actualmente qualquer esperança de que o islão se modernize é remota, possivelmente uma ilustração necessitaria de um par de séculos ou mais. Os muçulmanos estão sendo controlados cada vez mais pelos islâmicos, que admiram os almoádas que perseguiram os dois maiores filósofos de Al-Andalus, o médico judeu Maimônides e o cadji (juiz) muçulmano Averrois.

Os ventos da modernidade sopram em direcção contraria aos que se movem pela Europa árabe. Os “eurábicos” têm medo da liberdade, fazem autocensura, os jornais não publicam caricaturas do islão, mas de judeus e cristãos. As óperas de Mozart são censuradas por medo de ofender os muçulmanos, porém  não da mesma forma se se ofende judeus e cristãos. Há medo, medo da liberdade.

Notas:
1. O Nestorianismo é uma doutrina cristã, nascida no Século V, segundo a qual há em Cristo duas pessoas distintas, uma humana e outra divina, completas de tal forma que constituem dois entes independentes. A doutrina surgiu em Antióquia e manteve forte influência na Síria, e é sustentada ainda hoje pela Rosacruz e outras doutrinas ligadas à gnose. Foi proposto por Nestório, monge oriundo de Alexandria, que assumiu o bispado de Constantinopla. Ele se opôs a Cirilo, bispo de Alexandria. No Concílio de Éfeso, em 431, resolveu-se adotar como verdade de fé a doutrina proposta por Cirilo, e os nestorianos foram considerados hereges.

Os nestorianos foram desterrados do Império Romano, todavia, em algumas regiões isoladas do Oriente Próximo é ainda possível encontrá-los. Os nestorianos se propagaram pela Ásia Central, chegando até a China, e durante algum tempo influenciaram os mongóis, até a conversão destes ao lamaísmo, quando abandonaram o nestorianismo. 

Atualmente subsistem as igrejas nestorianas na Índia e no Iraque (Igreja Assíria), Irã, China e nos Estados Unidos e em outros lugares onde tenham migrado comunidades cristãs dos países citados. Os nestorianos tiveram papel fundamental na conservação de antigos textos gregos que foram traduzidos para o siríaco (um ramo do arameu). Mais tarde foram traduzidos para o árabe e no século XIII para o latim.

2. Averróis ou Abu al-Walid Muhammad Ibn Ahmad Ibn Munhammad Ibn Ruchd, filósofo árabe nasceu em Córdoba, 1126 e morreu em Marrakech, 1198. Foi um dos maiores conhecedores e comentaristas de Aristóteles. Aliás, o próprio Aristóteles foi redescoberto na Europa graças aos comentários de Averróis que muito contribuíram para a recepção do pensamento aristotélico. Averróis também se ocupou com astronomia, medicina e direito canônico muçulmano.
* Eduard Yitzhak é escritor e um dos principais colaboradores do website Es-Israel (www.es-israel.org), parceiro do jornal Visão Judaica.


segunda-feira, 13 de maio de 2013

Se estás mal, muda-te


O presidente da "Asociación de Amigos del Pueblo Marroquí" (ITRAN), Alami Susi, anunciou recentemente que a situação difícil em que se encontram os marroquinos a viver em Espanha, onde 60% deles se encontra desempregado, o que leva a desmantelação das famílias visto que as crianças nascidas em solo espanhol vêem-se forçadas a viajar com as mães para Marrocos.

Numa carta enviada à EFE, o presidente desta associação denunciou o facto da comunidade marroquina residente em Espanha ser a mais afectada pela crise económica, e que "existem milhares de famílias que foram separadas e que decidiram que a esposa e os filhos deveriam regressar a Marrocos ao mesmo tempo que o marido permanece na Espanha, dividindo um quarto com outra pessoa, esforçando-se para ganhar a vida."

As crianças são as mais afectadas quando elas regressam a Marrocos uma vez que não encontram nenhuma escola que utilize o espanhol (visto que a maioria delas casceram e cresceram em Espanha).

Ele queixou-se também do facto dos governos marroquinos e espanhóis "não fazerem nada para aliviar este drama humano, visto a maior parte deles ter nacionalidade espanhola".

O presidente da ITRAN ressalva o facto de muitos marroquinos residentes em Espanha não saberem a língua, "apesar de já estarem por lá há muitos anos".

Fonte

* * * * * * *
Apesar de não saberem a língua local, e de não terem qualquer tipo de qualificação que os torne úteis em alguma actividade laboral, o presidente da associação diz aos marroquinos de que eles deveriam ter "orgulho nas suas origens"...

sábado, 5 de janeiro de 2013

Arma de destruição demográfica voltada para Espanha

Fonte

Normalmente, um território conquistado por muçulmanos fica permanentemente perdido para a civilização, devido à feroz intolerância islâmica por vozes dissidentes. Uma feliz excepção para esta regra é a Espanha, que, a par com Portugal, conseguiu expulsar os invasores maometanos depois destes terem exercido um domínio impiedoso sobre a Ibéria.

Agora que superior civilização Ocidental está em planeado declínio, os maometanos querem a Espanha de volta.

O islão tem duas formas eficazes de levar a cabo uma guerra: terrorismo e demografia. A última é de longe muito mais perigosa, se levarmos em conta as altíssimas taxas de natalidade que os maometanos normalmente têm. É precisamente por isso que eles querem o "direito de regressar" para os descendentes dos Mouriscos, mouros que foram expulsos de Espanha no início do século 17.
Estima-se que existam cerca de 5 milhões de descendentes dos Mouriscos a viver só em  Marrocos; existem milhões a viver na Algéria, Líbia, Mauritânia, Tunísia e Turquia.
Numa carta enviada ao Rei Juan Carlos, o professor universitário Jamal Bin Ammar al-Ahmar não só exige que os maometanos sabiamente expulsos da Espanha recebam permissão para "regressar" para as suas já-desaparecidas-casas, mas que recebem também todos os direitos de cidadania e a  "restauração de todas as suas propriedades." Sem dúvida que esta compensação terá que levar em conta séculos de juros.

Em tempos mais sãos, estas exigências arrogantes receberiam o tratamento que merecem:

Como lidar com exigências irrealistas.
Mas há já algum tempo que nós deixamos de viver em tempos sãos, e passamos a viver em tempos dominados pela psicose esquerdista anti-Cristã (confirmado pelo total estado de bancarrota que se encontra a Espanha).  

Os espanhóis encontram-se assim entre a espada e a parede. O efeito da chegada de milhões de colonistas com ódio à sua cultura seria sem dúvida fatal para a sua cambaleante economia. No entanto, se eles não se submetem aos desejos expansionistas dos maometanos, serão rapidamente acusados de "discriminação".

Seria interessante saber se a mesma linha de pensamento se aplica aos sítios que eram, em tempos idos, locais Cristãos, Budistas, Hindus e afins, ou se só os maometanos é que têm o "direito" a regressar a sitios que, infelizmente, estiveram sob a sharia.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Jihad em Barcelona

Quatro mães espanholas escreveram uma carta denunciando o que tem acontecido numa escola catalã onde, dizem elas, alunos indígenas são constantemente assediados pelos seus colegas muçulmanos e as autoridades escolares parecem sempre dispostas a tomar o partido dos estrangeiros.

Segundo a carta, infantário não cumpre a exigência legal de possuir pelo menos 20% das turmas a falar a língua nativa como a sua língua mãe. O árabe tornou-se a língua dominante nos corredores e nos recreios.

A escola está agora a enviar notificações em árabe e catalão - mas não em castelhano. Numa das turmas, 83,33% dos alunos fala árabe. Em clara violação da lei, há uma carta em árabe colocada numa das portas da escola.

As enervadas mães alegam também que os alunos maometanos impedem os indígenas de comer sanduiches se as mesmas contiverem presunto ou outra carne derivada do porco. O que os maometanos fazem é tirar as sanduiches das mãos dos indígenas - à força - e atirá-las para o caixote de lixo.

Fonte

* * * * * * *

Isto é o que normalmente acontece quando uma ideologia política violenta e imperialista como o islão ganha números suficientes, portanto o mesmo vai acontecer em todos os lugares onde os maometanos se tornarem suficientemente numerosos.

Os novos donos da Europa não aprovam o consumo de porco.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

O "evangelho" de Barnabas

Revisionismo histórico é algo que é endémico das ideologias esquerdistas. As feministas fazem-no, os activistas homossexuais também, os comunistas obviamente, e os maometanos dde igual modo.

Em relação a estes últimos, e porque estamos num blogue dedicado a essa temática, o seu revisionismo é maioritariamente construído de modo a validar a vida "profética" de Maomé. Isto é feito por diversos motivos, sendo o mais forte é o facto de Maomé não ter confirmado o seu chamado com a marca dos genuínos profetas: fazer profecias.

Sim, parece absurdamente óbvio para nós, que crescemos debaixo da influência Bíblica, que um profeta faça aquilo que lhe confere o estatuto de "profeta", mas os maometanos não levam isso em conta.

No entanto, sem esta forma de validar a vida de Maomé, os maometanos agarram-se a outra coisa que Maomé lhes ensinou: a alegada existência de "profecias" suas na Bíblia Hebraica e no Novo Testamento.

Munidos desta "revelação", os maometanos têm buscado na Bíblia actual (aquela que eles dizem estar "corrompida") os supostos versos que anunciam a vinda dum profeta árabe. Como seria de esperar, tais "profecias" fazem-se notar pela sua ausência. É aqui que surge o "evangelho" de Barnabas.

Antes de mais, convém notar que de facto houve um Cristão da igreja primitiva com o nome de Barnabas. Essa não é a questão. A questão é: "será que este 'evangelho' foi escrito por alguém próximo dos Discípulos? Ou será o mesmo uma falsificação?".

Este site demonstra de forma cabal que este "evangelho" é uma falsificação feita por muçulmanos a viver em Espanha durante a ocupação islâmica, No entanto, a parte mais interessante é que, para além do "evangelho" de Barnabas contradizer a Bíblia , contradiz também o Alcorão.

Portanto, os maometanos tem uma escolha a fazer:

  • * ou o "evangelho" de Barnabas está certo e o Alcorão está errado:
  • * ou o Alcorão está certo e o "evangelho" de Barnabas errado.

Contradições entre o "evangelho" de Barnabas e o Alcorão:

1) O Alcorão diz que os céus são 7 em número (2:29) mas o "evangelho" de Barnadas diz que são nove (178)

2) De acordo com "Barnabas", o homem tem liberdade de escolha (164). No entanto, o Alcorão diz que os homem só faz o que Alá quer que ele faça (Alcorão 76:30, 37:96, 17:13, 10:99-100).

3) Adão não foi o primeiro homem a ser circuncidado (23) mas sim Abraão.

4) De acordo com "Barnabas" (3), Maria deu à luz o Filho sem qualquer tipo de dor. Isto contradiz o Alcorão (19:23).

5) O Alcorão alega seguir a Lei Mosaica de "olho por olho, e dente por dente". Mas "Barnabas" diz:
  • "não superarás o mal com mais mal, mas sim com o bem" (81).
  • "Ai daquele que apela à vingança" (63).
  • "beija a mão daqueles que vos atacam e oferece presentes a quem te persegue e muito te aflige fisicamente" (64).
6) O Alcorão sanciona a poligamia, mas "Barnabas" não a tolera (115).

7) O Alcorão aprova o ensino da abrogação mas "Barnabas" condena-a (38).

8) O Alcorão condena o consumo de carne de porco mas "Barnabas" diz "aquilo que entra no homem não o contamina. O que contamina o homem é o que sai dele." (32).

9) "Barnabas" ignora de todo a existência do Profeta João Baptista (Yahya ibn Zakariyya).

10) Segundo "Barnabas", o Senhor Jesus nega ser o Messias. No entanto, no Alcorão, só Jesus é o Messias. Pior que isso, "Barnabas" não sabe o que "Cristo" = "Messias" visto que nega que Jesus seja o Messias mas ao mesmo tempo inicia o seu "evangelho" da seguinte forma:
Barnabas, apóstolo de Jesus O Nazareno, chamado Cristo.
Segundo "Barnabas", portanto, Jesus é chamado de Cristo mas Ele não é o Messias. Apesar da sua óbvia familiaridade com a Bíblia, "Barnabas" não sabe que o hebraico do qual derivamos a palavra "Messias" tem o mesmo significado da palavra grega donde derivamos "Cristo".


Conclusão:

Uma vez que o "evangelho" de Barnabas contradiz o Alcorão, porque é que os maometanos o usam como suporte para a vida de Maomé? Será desespero? Ou é ignorância em torno do conteúdo do "evangelho" de Barnabas?

sábado, 26 de novembro de 2011

Mouro violador de crianças detido em Málaga

(Mais um exemplo de enriquecimento cultural levado a cabo pelos colonos maometanos?)

A polícia de Málaga deteve no distrito de Churriana um indivíduo de 27 anos como presumível autor do delito de violação a 3 raparigas de 13 anos.

Aparentemente, o jovem de nacionalidade marroquina esperava-as regularmente à saída do colégio, convidando-as a acompanharem-no em certas actividades ou pedindo-lhes o número de telefone.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Jihad contra cães marcam o início da dhimmitude espanhola

The Jihad against dogsA recente matança de mais de uma dúzia de cães em Lérida, Espanha foi perturbadora. À medida que a população muçulmana aumenta - e não apenas em Espanha mas em toda a Europa e nos EUA - podemos ver com mais frequência este tipo de barbarismo.

Não acredito que este incidente represente todos os muçulmanos, mas o mesmo faz-me perguntar se isto pode ser o início do estatuto de "dhimmi" para os não-muçulmanos de Lérida. Actualmente, a população imigrante muçulmana constitui cerca de 20% da população total.

Dois grupos islâmicos em Lérida já estão a requisitar aos oficiais que "regulem" a presença de cães em espaços públicos uma vez que eles são vistos como impuros e a sua presença pública pode ofender os maometanos. Todos eles exigem que os cães sejam banidos de todas as formas de transportes públicos - o que inclui todos os autocarros públicos - e de todas as áreas frequentadas por maometanos.

Ou seja, em vez de serem os maometanos a adaptarem-se aos costumes europeus, têm que ser os europeus a adaptarem-se ao islão. O pior é que há muitas coisas que "ofendem" os seguidores de Maomé. Onde é que estabelecemos limites? Ao mesmo tempo que a população maometana cresce, a sua confiança para fazer exigências vai aumentado. Como é que isso pode ser controlado?

Outra coisa que convém perguntar é: o que é que eles farão quando forem 30% ou 40% da população de Lérida. Será que exigirão que sejam removidos os crucifixos dos edifícios Cristãos? Irão eles abolir todas as outras expressões públicas de religião com a excepção da sua? Afinal, todas essas coisas também "ofendem" os maometanos segundo as leis tradicionais em torno dos dhimmis.

Será que os Católicos serão forçados a levar a cabo os seus rituais religiosos fora do alcance auditivo dos maometanos como forma de evitar que estes últimos fiquem "ofendidos"? Irá a perseguição aos Judeus e aos Cristãos aumentar à medida que os maometanos vão crescendo em número?

Há alguma área do planeta onde os maometanos estejam em maioria e não haja perseguição e descriminação contra os não-maometanos?

Com a baixa taxa de natalidade dos espanhóis e a elevada taxa de natalidade dos maometanos, não demorará muito até que os nativos espanhóis se tornem numa minoria no seu próprio país. Quando os maometanos atingirem 60-70% da população de Lérida, serão os Cristãos forçados a viver segundo o estatuto de dhimmi? Serão eles impedidos de construir novas igrejas ou mesmo reparar as existentes?

Quão tolerantes serão os maometanos? Apoderar-se-ão das igrejas e transformá-las em locais de oração ao deus Alá? Belém foi uma cidade com maioria Cristã durante muito tempo mas mal ela caiu sob o controle dos maometanos (Autoridade Palestina) os Cristãos tornaram-se numa minoria em apenas 10 anos. Será este o destino dos Cristãos de Lérida?

Haverá algum tempo onde os maometanos aprendam a ser tolerantes em relação a outras ideologias? A história diz-nos uma história totalmente diferente.

....

Embora haja muitos muçulmanos tolerantes no mundo, não se vê algum em Lérida. É importante que os europeus e os americanos aprendam com isso e preparem-se para o futuro. A islamização é uma ameaça real para as sociedades livres e democráticas. Estes passos levados a cabo pelos islamitas de Lérida é o primeiro numa longa série de passas que visa transformar a sociedade de Lérida numa sociedade mais ao estilo do islão.

Nem todos os muçulmanos são imperialistas e possuidores dum espírito de colonização, mas isso não invalida que haja maometanos que vejam a sua presença no ocidente como "uma forma de grande jihad na eliminação e destruição da civilização Ocidental a partir de dentro, e "sabotando" a sua miserável estrutura com as suas próprias mãos e a partir das mãos dos crentes [=muçulmanos], de forma a que ela seja eliminada e a religião de Allah se torna vitoriosa sobre todas as outras religiões."


domingo, 30 de outubro de 2011

Líder muçulmano a viver num país de maioria Católica pede que as festas Católicas sejam banidas



Imã Félix Herrero
Alegando ser uma ofensa a imagem do povo muçulmano espanhol, Imã Félix Herrero, o presidente da Federação Espanhola de Entidades Islâmicas, declarou que a tradicional festa "Moros y Cristianos" deve ser banida da Espanha.

Herro disse que "numa Espanha democrática, onde estão representadas várias confissões religiosas, estas celebrações de conquistas devem desaparecer". Ele lembrou que a festa foi criada para celebrar a vitória sobre os muçulmanos e tem tido como resultado actos "ofensivos" contra Maomé.

Portanto, "como qualquer outra manifestação de islamofobia, as comemorações devem ser eliminadas".

Veja-se a forma como este maometano identifica "celebrações de vitória de cariz Cristã" com "islamofobia". Para ele, qualquer evento que exiba uma derrota islâmica é, por definição, equivalente a um "medo irracional ou aversão" de muçulmanos.

As festas de Moros y Cristianos são celebradas principalmente na Andaluzia, Aragão e Valência, mas por toda Espanha encontra-se comemorações. A mesma é considerada uma das maiores festividades da tradição espanhola. O líder maometano quer acabar com isso.

Durante essas festas são simuladas batalhas que levaram os Reis Católicos a libertar a Espanha da opressão e ocupação Islâmica (chamada pelos muçulmanos de Al-Andalus).

Vejam algumas fotos:



quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Coptas, islão e "dhimmis"

No Egipto, a chamada "Primavera Árabe", mostra ao que vem e a razão pela qual os verdadeiros muçulmanos a saudaram e por ela lutaram . Trata-se basicamente de uma deriva islamista, ajudada pelos habituais idiotas úteis, como já tinha acontecido no Irão.

Recorde-se que, neste país, o Xá foi derrubado por uma aliança entre islamistas e comunistas, os quais, uma vez Khomeyni instalado no poder, foram perseguidos e massacrados.

Os media europeus, salvo raras excepções, pintaram os acontecimentos, não como os viam, mas como os queriam ver. Ainda me recordo do tom empolgado e apologético de alguns jornalistas, em plena Praça Tahrir, falando da utopia que aí vinha, pão e liberdade para todos, a generosidade dos "jovens", etc.

Ao mesmo tempo, fechavam os olhos aos activistas da Irmandade Muçulmana que por ali se passeavam e fizeram até por relatar o menos possível a violação colectiva de uma jornalista americana por dezenas de "jovens", por alguém ter sussurrado que era judia. ( não era).

A repressão e a morte dos coptas e outros cristãos, agora tão publicamente testemunhada, não é um facto novo, bem pelo contrário. Outrora a esmagadora maioria da população, a chegada do Islão, implicou para eles aquilo que a sharia prescreve: uns converteram-se, outros fugiram, outros morreram, outros permaneceram com um estatuto de cidadãos menores, "dhimmis", protegidos, desde que paguem a jizzya e aceitem as limitações do seu estatuto.

Que é, basicamente, a de escravos, umas vezes mais bem tratados, outras vezes não. A aceitação do estatuto de dhimmitude, implica a suspensão da jihad. Todavia, segundo a lei corânica, basta que um dhimmi de uma comunidade infrinja os deveres dos seus estatutos, para que a jihad prossiga.

É o que está a acontecer no Egipto. Alguns coptas não aceitaram bem a destruição de algumas igrejas, aproveitaram para reclamar comtra o seu estatuto de escravatura, e a jihad recomeçou. O Exército (onde os cristãos não podem entrar) atacou com ferocidade (que contrasta com a passividade com que deixou atacar e destruir a Embaixada Israelita) e a televisão apelou aos muçulmanos para virem para a rua.

O que se seguiu é conhecido. E o que se seguirá também: os cristãos serão paulatinamente postos no seu lugar e reduzidos à normal "dhimmitude". A prazo desaparecerão, como já desapareceram da maioria dos países islâmicos.

O que espanta, nisto tudo, é que os líderes europeus, a imprensa e os habituais defensores das " boas causas", que berram e protestam desalmadamente quando um palestiniano morre numa troca de tiros, façam vista tão grossa às gigantescas limpezas étnicas que os países muçulmanos levam a cabo, não de forma ocasional e espúria, mas aplicando deliberada e paulatinamente os conceitos típicos do Islão.

Os mesmos políticos que estão a encher a Europa de imigrantes muçulmanos, sem se darem conta de que, a prazo, estão a importar estas terríveis conceitos.

Ainda ontem foi dado à estampa, pelo Instituto Montaigne de Paris, um estudo no qual se constata que alguns bairros dos suburbios de Paris já funcionam segundo a sharia e que o Estado francês já ali não manda, de facto.

Em Lérida, numa zona onde a comunidade muçulmana jé é significativa, têm morrido dezenas de cães, envenenados, e jovens muçulmanos atacam quem ande na rua a passear o cão. O imam local pediu mesmo à autarquia a proibição de cães no espaço público, porque "ofendem o Islão" e não permitem aos muçulmanos exercerem a sua "liberdade religiosa".

Hoje são os cães, amanhã os infiéis. A história confirma este padrão. Onde o Islão assume o poder, não há espaço para outros.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Catalães resistem à islamização

Para além de terem a melhor equipa de futebol de todos os tempos, os catalães parecem ter pelo menos um candidato em sintonia com os desejos populares.

Um pouco por toda a Europa o número de maometanos tem vindo a aumentar e as consequências já se fazem sentir. As prisões estão desproporcionalmente lotadas de muçulmanos, e taxas de violação nos países nórdicos aumentou precisamente devido à imigração islamista.

Com dados como estes, o que é que um político sensato (raridade na Europa) deve fazer? Candidato catalão mostra o caminho a seguir:

O blogue do Fireherad reporta:

O partido tem crescido nos últimos tempos (conseguiu 3% dos votos nas últimas eleições regionais e espera agora um significativo aumento). Um dos seus cavalos de batalha é a questão da imigração, pois muita gente vê os imigrantes (que constitui 12% da população espanhola) como responsáveis pelo aumento da criminalidade e pela falta de trabalho (20% de desemprego).
Reparem que isto não tem nada a ver com racismo uma vez que "muçulmano" não é uma raça, mas sim alguém que adere a um conjunto de crenças político-religiosas baseadas na conduta dum homem árabe do século 7.

Se a Europa ainda tem desilusões em sobreviver, então uma das medidas a tomar é fechar a porta a pessoas que não respeitam os valores e costumes locais.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Joe Klein: Queimar livros é o mesmo que matar pessoas inocentes


Queimar uma cópia do Alcorão é moralmente equivalente a voar aviões contra o World Trade Center e igualmente condenável. Esta é a fatwa por parte de Joe Klein escrevendo para o blog da revista (Swampland)

Klein condenou o "julgamento" que Terry Jones levou a cabo em relação ao Alcorão (e a subsequente queima do mesmo) que alegadamente instigou a carnificina contra os funcionários das Nações Unidas no Afeganistão.

Não deveria haver confusão em relação a isto. o acto do Jones foi tão homicida como um ataque bombista. Se o inferno existe, ele garantiu uma membrazia permanente depois de morrer.

*Fonte*


Portanto, aos olhos deste esquerdista, isto é igual a isto

sábado, 12 de março de 2011

Sete anos depois do atentado islâmico em Madrid

Foi graças a esse atentado bombista levado a cabo por terroristas muçulmanos contra inocentes civis que o socialista Zapatero chegou ao poder. Aparentemente os socialistas servem melhor os propósitos imperialistas da ideologia política com o nome de islão.

A homenagem que recorda o bárbaro acto terrorista que abalou Espanha é justamente prestada e dirigida a todas as vítimas, familiares e amigos, que sofreram na pele e na alma uma cicatriz que pode ser apenas aliviada pela justiça dos homens e pelo tempo.

O 11 de Março de 2004, recorde-se, causou 192 mortos e deixou feridas 1927 pesooas. Os filhos da **** , os autores morais e materiais – e todos aqueles que os desculpabilizam – do atentato terrorista não merecem perdão.


Isto é o islão.

(Fonte)


domingo, 6 de março de 2011

José Rodrigues dos Santos entrevistado em Espanha

Surpreendentemente, ainda há pessoas com alguma visibilidade que não tem medo de afirmar o que o islão realmente defende.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Espanha: muçulmano armado com um machado ataca em centro de saúde

Homem armado com um machado entrou num centro de saúde em Fuenlabrada (Madrid) e atacou os funcionários e pacientes. O homem, de 40 anos e de descendência marroquina, feriu de forma grave 3 pessoas antes de ter sido neutralizado por um homem que esperava que a sua esposa fosse atendida.


Os feridos são dois administrativos e uma enfermeira, e os 3 estão em condições sérias.

Uma testemunha explicou que o homem entrou nas instalações com um machado escondido debaixo da roupa. A testemunha disse que o muçulmano agrediu uma mulher que estava por trás da zona de admissão. Quando a vítima caiu no chão, o muçulmano atacou outra pessoa que se encontrava sentada por perto, e atacou ainda mais uma que se encontrava noutra parte do quarto.

Uma das enfermeiras do centro de saúde disse que o muçulmano gritou "Eu mato-te! Eu mato-te!"

(Fonte)

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Juiz Espanhol Determina que Invasão de Igreja Católica Por Parte de Muçulmanos Não Viola Lei Que Proíbe Ofender Sentimentos Religiosos

Usando a mesma lógica, podemos determinar que matar judeus apenas e só porque são judeus não constitui anti-semitismo.

Claro que se a situação fosse inversa, os esquerdistas que controlam a Espanha não teriam problemas em punir os autores do crime. Mas como os esquerdistas são mais anti-cristãos que anti-religiosos, e como a presença maciça de muçulmanos na Espanha lhes permite usá-los contra a fé abraçado pela esmagadora maioria dos espanhóis, os socialistas espanhóis podem desculpar os crimes dos muçulmanos contra os católicos.

Matthew Cullinan Hoffman, correspondente na América Latina
CORDOBA, Espanha, 10 de novembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um juiz espanhol deu como decisão que uma violenta ocupação da Catedral de Córdoba por parte de um grupo de muçulmanos em março deste ano não violou a lei da nação que proíbe ofender sentimentos religiosos.
De acordo com o serviço noticioso Europa Press, o juiz que ocupa o assento do Quarto Tribunal de Instrução de Córdoba decidiu que a incursão na catedral, que culminou num ataque contra vários guardas e um policial, foi meramente uma “desordem pública” e não tinha a intenção de ofender os sentimentos religiosos de ninguém.
“Não há tanto uma intenção minimizar ou ferir os sentimentos religiosos da religião católica tanto quanto uma tentativa de favorecer, sem mencionar impor com clareza, num falso gesto de tolerância, a possibilidade de realizar uma reunião religiosa conjunta [na catedral]”, o juiz declarou. “Não houve ação para desmerecer ou desacreditar a religião católica, mas em vez disso foi uma ação em favor de um uso conjunto [do espaço da catedral]”.
Mas esse "favor" já tinha sido rejeitado pelos católicos, portanto, o que os muçulmanos fizeram foi um crime de ódio contra os católicos.
Os muçulmanos espanhóis há muito tempo exigem o direito de realizar reuniões religiosas islâmicas na Catedral de Córdoba, que foi demolida pelos muçulmanos no oitavo século e substituída com uma mesquita depois que eles conquistaram a área. A catedral foi reconstruída no século XIII depois que os cristãos reconquistaram Córdoba. Contudo, boa parte da arquitetura original da mesquita foi deixada intacta.
Os muçulmanos apenas "exigem" usar este espaço católico para as suas rezas apenas e só porque tem em mente a futura transformação da igreja em mesquita.
Apesar de uma proibição contra reuniões islâmicas na catedral, um grupo de aproximadamente cem muçulmanos da Áustria entrou no prédio durante a Semana Santa, em 31 de março, liderado por um imame e ostentando walkie-talkies.
Portanto, ignoraram as leis espanholas e prosseguiram em fazer aquilo que já lhes tinha sido proibido.
Depois que começaram a realizar os ritos da religião islâmica eles foram confrontados pelos guardas de segurança e pela polícia, vários dos quais sofreram ferimentos após serem atacados por oito membros do grupo, um dos quais estava brandindo uma faca. Os oito agressores foram presos, embora o resto tivesse sido liberado depois de serem removidos a força da catedral.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/nov/10111001.html
Pouco a pouco a mitologia islâmica vai pervertendo as leis do mundo civilizado de modo a obter impunidade para si. Os esquerdistas europeus, voluntariamente ignorantes da natureza política do islamismo, continuam a conceder-lhe privilégios e benesses na esperança de poderem controlar os muçulmanos para o avanço do socialismo.

O que eles não sabem é que os muçulmanos não são assim tão controláveis. Vejam o exemplo das queima de carros na França e da total ingovernabilidade da 3ª maior cidade sueca, Malmöe.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

ShareThis