MITOS ISLÂMICOS

Mostrar mensagens com a etiqueta Mito. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Mito. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 4 de junho de 2014

O mito da preservação do Alcorão


Terminei há pouco tempo um novo folheto que os Cristãos podem oferecer aos seus amigos maometanos sobre a preservação do Alcorão e enquanto o escrevia, levei em consideração a hadith familiar que se segue:
Abu Harb b. Abu al-Aswad reportou, segundo a autoridade do seu pai, que Abu Musa al-Ash'ari enviou recitadores do Alcorão para Basra. Eles vieram até ele e  eram 300 em número. Eles recitaram o Alcorão e então ele disse: 
Vocês são os melhores entre os habitantes de Basra visto que entre eles, vocês são os recitadores. Portanto, continuem a recitar. (Mas tomem atenção para) que a vossa recitação não endureça os vossos corações tal como foram endurecidos os corações daqueles que vieram antes de vocês. Nós tinhamos o hábito de recitar o que parecia, em duração e severidade, a (Surah) Bara'at (surah 9). No entanto, eu já me esqueci disso com a excepção desta parte que me lembro: "Se existissem dois vales cheios de riquezas para o filho de Adão, ele ansiaria por um terceiro vale, e nada encheria o estômago do filho de Adão senão o pó." 
E eu tinha o hábito de recitar uma surah que tinha a aparência de uma das surahs de Musabbihat, mas já me esqueci, embora me lembre desta parte: "Ó povo que acredita, porque é que vocês afirmam aquilo que vocês não practicam?" (LXI 2) e "que está gravado nos vossos pescoços como testemunho (contra vocês) e vocês serão questionados sobre isso no Dia da Ressurreição" (XVII 13) (Sahih Muslim: bk. 5, no. 2286)
Esta hadith menciona suras que haviam sido recitadas mas que já não faziam parte do Alcorão. No entanto, o que eu não tinha reparado eram as hadiths que se encontravam perto da hadith citada em cima:
Anas b. Malik reportou: Ouvi o mensageiro de Alá (que a paz esteja com ele) a afirmar isto, mas não sei se isto foi revelado a ele ou não, mas ele afirmou-o. (Sahih Muslim: bk. 5, no. 2283) 
Ibn Abbas reportou o mensageiro de Alá (que a paz esteja com ele) a afirmar: Se para o filho de Adão existisse um vale cheio de riquezas, ele ansiaria por possuir um outro tal como esse, e o filho de Adão não se sente satisfeito senão com o pó. 1413 E Alá retorna para ele quem retorna (para ele). 1414 Ibn Abbas disse: Não sei se isto é do Alcorão ou não; e na narração transmitida por Zuhair foi dito: Não sei se é do Alcorão ou não, e não mencionou Ibn Abbas. (Sahih Muslim: bk. 5, no. 2285)
Uma coisa que me saltou logo à vista foi a forma aberta como grandes companheiros de Maomé - tais como Anas b. Malik e Ibn Abbas - afirmaram não saber se o que eles afirmavam fazia ou não parte do Alcorão.

Estas hadiths confirmam outras hadiths que afirmam que o Alcorão foi recolhido de várias fontes, refutando o mito islâmico contemporâneo de que os companheiros de Maomé tinham o Alcorão "totalmente memorizado" e que tudo o que foi preciso fazer foi escreve-lo. Na realidade dos factos, o Alcorão é uma péssima junção de mitos pagãos, fábulas Cristãs, e mitologia talmudica.

Que pena que milhões de seres humanos criados à Imagem de Deus tenham dado a sua alma a seguir um livro claramente fraudulento.
--------------------------------------

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Os mitos sobre al-Andalus

Por: Eduard Yitzhak*

Grande parte da esquerda e os islamitas repetem o mito da tolerância do Islão na época do al-Andalus

Continuamente se repete que: "Al-Andalus foi uma civilização que irradiou uma personalidade própria tanto no Ocidente como no Oriente. Situada na terra dos encontros, dos cruzamentos culturais e fecundas mestiçagens, al-Andalus foi esquecida, depois de seu esplendor, tanto pela Europa como pelo universo muçulmano, como uma bela lenda que não pertencera a nenhum dos dois mundos".

A península ibérica foi submetida pela espada ao islão, foi al-Andalus, terra dos vândalos, em árabe.
Durante a segunda metade do século VIII produziu-se uma séria cisão no império muçulmano. Uma ruptura dinástica que acabou com os omíadas que governavam em Damasco, para entronizar os abássidas, que se assentaram em Bagdad. Um príncipe omíada fugido de Damasco, Abderrahman I, penetraria en al-Andalus formando um novo Estado com base em Córdoba: o emirado, independente da política bagdali.

Oito emires se sucederam de 756 a 929, com diversos insurreições maometanas e moçárabes (cristãos ibéricos vivendo sob a dominação muçulmana e  de seus descendentes) – até que Abderrahman III decidiu fundar um califado, declarando-se Emir al-Muminin (príncipe dos crentes), o qual lhe outorgava, além do poder terreno, o poder espiritual sobre a umma (comunidade de crentes).

Abderrahman III e seu sucessor al-Hakam II, apaziguaram a população, permitiram a colaboração em seus domínios de judeus e cristãos. Fizeram acordos com os cristãos, construíram e ampliaram numerosos edifícios – alguns notáveis como a Mesquita de Córdoba – e se rodearam da inteligência de sua época. Mantiveram contactos comerciais com Bagdad, França, Tunis, Marrocos, Bizâncio, Itália, e Alemanha.

Enquanto isso, no final do século XI, no Magreb ocidental, hoje Marrocos, surgiu um novo movimento político e religioso no seio de uma tribo bérbere do sul, os lamtuna, que fundaram a dinastia almorávida. Em pouco tempo, sua atitude religiosa fundamentalista, fanática e intransigente "convenceu grande parte da desencantada população, e com o seu apoio empreenderam uma série de contendas logrando formar um império que abarcaria parte do norte da África e al-Andalus que, através do rei sevilhano al-Mutamid, tinha pedido sua ajuda para frear o avanço cristão.

Liderados Ibn Tashfin, penetraram os almorávidas na Península, infligindo uma séria derrota às tropas de Alfonso VI em Sagrajas. Logo conseguiriam acabar com os reis dos emirados e governar al-Andalus, não sem certa oposição da população, que se rebelava contra seu modo intransigente e fundamentalista.

Os cristãos obtiveram durante isso importantes avanços, conquistando Alfonso I de Aragão, Zaragoça em 1118. Ao mesmo tempo, os almorávidas viam ameaçada sua  própria supremacia por um novo movimento religioso surgido no Magreb: o almoáda. Esta nova dinastia foi gerada no meio de uma tribo bérbere procedente do coração do Atlas que, chefiada pelo guerreiro Ibn Tumart, logo se organizou para derrocar os seus predecessores. Também a partir de Marraquech, governaram e se fizeram com as rendas de al-Andalus. Entretanto, da mesma forma que os almorávidas, terminaram por sucumbir ante o relaxamento do islão que tinham os fiéis muçulmanos.

O islão floresceu intelectualmente em al-Andalus quando se relaxou e rompeu com a umma governada a partir de Bagdá, e com o islão oficial e imperante. Abderrahman III e Hakam II possuíam o poder terreno e espiritual da umma em terras ibéricas. Foram uns "traidores" do espírito do islão. A umma não pode ser fracionada segundo as leis corânicas.

É a época do esplendor de al-Andalus. Ainda que permitissem aos judeus e cristãos colaborar em seus domínios muçulmanos, eram dhimmis, cidadãos de segunda classe, porém melhor tratados que os anteriores e posteriores emires.

Os que recorrem ao mito da tolerância em al-Andalus, omitem voluntariamente ou por ignorância, que quando houve — relativamente — mais tolerância foi na época do maior relaxamento e distância do islão, e que a maior reislamização, com os almorávidas e com os almoádas, maior era a intolerância e perseguição de judeus e cristãos e de heterodoxos muçulmanos. Quando em al-Andalus os muçulmanos se distanciavam do islão podia florescer a cultura. Mas de onde provinha essa cultura?

Os árabes se expandiram a partir da península de Arábia, no século VII, impelidos pelo islão. Eram beduínos sem acervo cultural importante, mas com o islão, cópia do judaísmo e do cristianismo nestoriano1, acreditavam num só D-us, incitados por Maomé a impor seu credo, e ante a negativa dos judeus a seguir-lhes os fazia degolar. Foi o início de sua Jihad contra "os outros". Maomé mesmo sancionou o massacre de Qurayza, uma tribo judaica derrotada no século VII. Designou um "árbitro" que logo rendeu este julgamento conciso: os homens deviam ser submetidos à morte, as mulheres e as crianças vendidas como escravos e o botim dividido entre os muçulmanos. 

Maomé ratificou este juízo, indicando que era um decreto divino pronunciado do alto dos Sete Céus. Assim, entre 600 e 900 homens de Qurayza foram conduzidos por ordem de Maomé ao Mercado de Medina. As fundações caíram, os homens foram decapitados e os cadáveres enterrados nas valas, enquanto Maomé presenciava. As mulheres e as crianças foram vendidas como escravos e várias delas foram distribuídas como presentes entre os aparentados a Maomé, que escolheu uma das mulheres de Qurayza (Rayhana) para ele próprio. As propriedades dos Qurayza e outras possessões (incluindo as armas) também foram divididas como botim adicional entre os muçulmanos, para sustentar as campanhas adicionais da Jihad.

Al-Mawardi, jurista de Bagdá, era um erudito prolífico que viveu durante a chamada Idade Dourada islâmica do califado Abbássida de Bagdá e faleceu em 1058. Escreveu a seguinte citação, baseando-se em interpretações extensamente aceitas do Corão e Sunna (ou seja, as palavras e o atos registrados de Maomé), com respeito aos capturados infiéis de campanhas da Jihad:

 "Quanto aos captivos, o emir [governante] tem a escolha de tomar a ação mais beneficente de quatro possibilidades: a primeira, condená-los à morte cortando-lhes os pescoços; a segunda, escravizá-los e aplicar as leis da escravidão com respeito à venda e a libertação; a terceira, lista de bens ou presos; e quarta, mostrar-lhes favor e perdoá-los. Alá, que seja venerado, diz, ‘Quando você se encontrar com aqueles (infiéis) que negam (a Verdade = islão) então corta-lhes os pescoços (Corão, sura 47, verso 4)"....Abu'l-Hasan al-Mawardi, al-Ahkam as-Sultaniyyah." (As Leis do
Governo Islâmico, traduzidas pelo doutor Asadullah Yate, (Londres), Ta-Ha Editores Ltd., 1996, p. 192)

A "sagrada" prática muçulmana da decapitação do infiel se baseia nas "regras" corânicas reiteradas por todas as quatro escolas clássicas de jurisprudência islâmica, através do vasto império muçulmano. Por séculos, da península ibérica até o subcontinente hindu, as campanhas da Jihad empreendidas pelos exércitos muçulmanos contra os infiéis — judeus, cristãos, zoroastristas, budistas e hindus — foram marcadas por massacres, com decapitações em massa. Durante o período do domínio muçulmano "iluminado", os cristãos da Toledo ibérica, que inicialmente submeteram os seus invasores muçulmanos árabes em 711 ou 712, depois se rebelaram em 713. Na dura represália muçulmana que resultou, Toledo foi saqueada e todos os cristãos proeminentes foram degolados.

As decapitações recentes de infiéis por muçulmanos inspiradas pela Jihad ocorreram em todo o mundo - cristãos na Indonésia, nas Filipinas e na Nigéria; sacerdotes e mulheres hindus "descobertas" na Cachemira; o jornalista judeu do The Wall Street Journal, Daniel Pearl. Não deve surpreender-nos que estes paroxismos contemporâneos da violência da Jihad eram acompanhadas das decapitações rituais. Tais atos horríveis são, de fato, aprovados pelos textos sagrados islâmicos, e pela jurisprudência muçulmana clássica. 

As reclamações vazias — dos relativistas culturais e dos que predicam sobre alianças entre "civilizações" — que as decapitações da Jihad são de certa forma "alheias ao islão verdadeiro," são totalmente falsas, e por bem-intencionados que fossem, minavam os esforços sérios para reformar e desacralizar a doutrina islâmica.

Os guerreiros árabes entraram em contato com a cultura européia graças aos tradutores judeus cristãos nestorianos que povoavam a península da Arábia e as terras conquistadas pelos muçulmanos. Seu grande aporte à cultura e civilização foi ter traduzido os textos da filosofia e do saber grego — da Europa — ao árabe, sendo a maior parte dos tradutores judeus.

Os árabes aprenderam que com a força militar da espada do islão, com o medo que infundiam seus guerreiros e com a doutrina corânica podiam se estender amplamente.

Os mais civilizados entre eles foram suficientemente inteligentes em pedir a colaboração dos intelectuais de sua época, em grande parte judeus, que contribuíram — traduzindo — o saber dos gregos clássicos, e desenvolveram este conhecimento. Foram inumeráveis os tradutores judeus que transmitiram aos muçulmanos os tesouros da literatura científica da Grécia antiga. Formavam uma legião de matemáticos, astrônomos e médicos judeus no mundo árabe.

Entre os que se encarregavam de descobrir obras clássicas e traduzi-las ao árabe se conta uma multidão de doutores judeus e cristãos sírios. Eles contribuíram de maneira decisiva para cimentar os fundamentos para o desenvolvimento posterior no mundo do islão. Os nomes dos judeus que exerceram sua atividade nas escolas superiores árabes, e de al-Andalus — são quase incontáveis. Até o século XIX não eram conhecidos esses nomes, muitos dos quais são apenas reconhecíveis nos caracteres árabes, e valorizado sua contribuição no campo da astronomia, química, e de a matemática e da medicina, tal como ressalta Werner Keller en seu trabalho "Und wurden zerstreut unter alle Völker".

Os muçulmanos que querem um retorno às fontes do islão criticam o relaxamento de Abderrahman III, de Hakam II, o rei erudito que criou uma biblioteca de mais de 400 mil volumes, porque a partir da ruptura da umma, e da independência do califado de Bagdá, em 1031, cai a dinastia omíada, e começam a surgir reinos independentes de emirados em toda al-Andalus, e os reinos cristãos poderão expulsar da península ibérica os muçulmanos.

Os puristas do islão culpam o pensamento ocidental e o estado laico de Kemal Ataturk na Turquia como as causas de sua declinação e decadência religiosa.

Os ocidentais que "admiram" a "tolerância" que houve em al-Andalus não querem lembrar que esta tolerância foi breve e totalmente incompleta – os dhimmis judeus e cristãos eram cidadãos de segunda classe – e o pensamento que os árabes contribuíram os árabes era em grande parte devido aos judeus e o saber era de matriz européia – Grécia Antiga. O declínio político religioso, o distanciamento com o islão, permitiu o florescimento cultural, e graças a "tolerância" a colaboração de judeus e cristãos.

Actualmente qualquer esperança de que o islão se modernize é remota, possivelmente uma ilustração necessitaria de um par de séculos ou mais. Os muçulmanos estão sendo controlados cada vez mais pelos islâmicos, que admiram os almoádas que perseguiram os dois maiores filósofos de Al-Andalus, o médico judeu Maimônides e o cadji (juiz) muçulmano Averrois.

Os ventos da modernidade sopram em direcção contraria aos que se movem pela Europa árabe. Os “eurábicos” têm medo da liberdade, fazem autocensura, os jornais não publicam caricaturas do islão, mas de judeus e cristãos. As óperas de Mozart são censuradas por medo de ofender os muçulmanos, porém  não da mesma forma se se ofende judeus e cristãos. Há medo, medo da liberdade.

Notas:
1. O Nestorianismo é uma doutrina cristã, nascida no Século V, segundo a qual há em Cristo duas pessoas distintas, uma humana e outra divina, completas de tal forma que constituem dois entes independentes. A doutrina surgiu em Antióquia e manteve forte influência na Síria, e é sustentada ainda hoje pela Rosacruz e outras doutrinas ligadas à gnose. Foi proposto por Nestório, monge oriundo de Alexandria, que assumiu o bispado de Constantinopla. Ele se opôs a Cirilo, bispo de Alexandria. No Concílio de Éfeso, em 431, resolveu-se adotar como verdade de fé a doutrina proposta por Cirilo, e os nestorianos foram considerados hereges.

Os nestorianos foram desterrados do Império Romano, todavia, em algumas regiões isoladas do Oriente Próximo é ainda possível encontrá-los. Os nestorianos se propagaram pela Ásia Central, chegando até a China, e durante algum tempo influenciaram os mongóis, até a conversão destes ao lamaísmo, quando abandonaram o nestorianismo. 

Atualmente subsistem as igrejas nestorianas na Índia e no Iraque (Igreja Assíria), Irã, China e nos Estados Unidos e em outros lugares onde tenham migrado comunidades cristãs dos países citados. Os nestorianos tiveram papel fundamental na conservação de antigos textos gregos que foram traduzidos para o siríaco (um ramo do arameu). Mais tarde foram traduzidos para o árabe e no século XIII para o latim.

2. Averróis ou Abu al-Walid Muhammad Ibn Ahmad Ibn Munhammad Ibn Ruchd, filósofo árabe nasceu em Córdoba, 1126 e morreu em Marrakech, 1198. Foi um dos maiores conhecedores e comentaristas de Aristóteles. Aliás, o próprio Aristóteles foi redescoberto na Europa graças aos comentários de Averróis que muito contribuíram para a recepção do pensamento aristotélico. Averróis também se ocupou com astronomia, medicina e direito canônico muçulmano.
* Eduard Yitzhak é escritor e um dos principais colaboradores do website Es-Israel (www.es-israel.org), parceiro do jornal Visão Judaica.


sábado, 28 de dezembro de 2013

MITO: Maomé acabou com a superstição


Embora os maometanos actuais queiram acreditar que o islamismo é uma religião Abraâmica madura que não aceita superstições arcaicas, a verdade dos factos é que Maomé acreditava na magia negra e nas maldições e isto está documentado no Alcorão e na Tradição (Hadith).

O Alcorão, o livro mais sagrado do islamismo, contém várias referências à magia e à feitiçaria. Segundo 2:102, demónios ensinaram magia aos homens. O próprio Moisés foi capaz de executar actos de magia (7:116). Maomé foi alertado para "buscar auxílio" contra a bruxaria na sura 113, uma passagem que supostamente deve ser recitada seis vezes por dia por parte dos maometanos devotos.

Na Tradição, Maomé estabelece que o "mau olhado" é uma realidade:

Ibn 'Abbas reportou o mensageiro de Alá (que a paz esteja com ele) dizendo: A influência dum mau olhado é um facto; se existe algo que precede o destino, isso é a influência do mau olhado, e quando vos pedirem para tomar um banho (como cura) da influência do mau olhado, façam-no. (Muslim 5427)

Os inimigos do Maomé foram até capazes de lançar feitiços sobre ele (ou pelo menos assim pensava ele):

Aisha reportou que um Judeu de entre os Judeus de Banu Zuraiq, chamado Labid b. al-A'sam, lançou um feitiço sobre o mensageiro de Alá (que a paz esteja com ele) e causou a que, sempre que ele estava sob a sua influência, sentisse que havia feito algo quando na verdade ele não tinha feito. (Esta condição) durou até que um dia ou durante uma noite o mensageiro de Alá (que a paz esteja com ele) fez uma súplica (para se ver livre dos seus efeitos( (Muslim 5428).

(Bukhari 54:490 repete a mesma história, acrescentando que Maomé estava "enfeitiçado").

Bukhari 71:660 dá mais detalhes, afirmando que Maomé foi levado a pensar que tinha tido relações sexuais com as suas esposas quando não tinha; isto ocorreu devido à magia. Essa mesma passagem lista também o material que foi usado para lançar um feitiço, o que incluia uma trança do próprio cabelo - algo remanescente das prácticas vudu.

Maomé prescreveu a ingestão de sete tâmaras pela manhã como forma de afastar os maus feitícios (Muslim 5081, Bukhari 65:365). Até aos dias de hoje, em países profundamente islâmicos, algumas mulheres são presas e até executadas sob suspeita de "magia negra". O próprio profeta do islão alegou ter poder sobrenatural sobre demónios invisíveis:

O profeta disse: "Na noite passada um demónio enorme (afreet) proveniente dos Jinns veio até mim e queria interromper as minhas orações (ou disse algo desse género) mas Alá deu-me poder sobre ele. Queria prendê-lo a um dos pilares da mesquita de modo a que todos vocês pudessem vê-lo pela manhã, mas lembrei-me duma declaração do meu irmão Salomão (tal como escrito no Alcorão): Senhor! Perdoa-me e dá-me um reino tal como nenhum outro após mim virá a ter." (Bukhari 8:450)

Os seus crédulos seguidores acreditaram que era mais importante para Maomé perdoar e libertar o demónio, em vez de mantê-lo preso ao pilar até ao momento em que eles pudessem verificar esta história fantástica.

Maomé era extremamente supersticioso. Ele acreditava que:
  • A criança nasce com a aparência de quem tem um clímax sexual primeiro (Bukhari 55:546)
  • Satanás causa o bocejo (Bukhari 73:254)
  • As colheres têm que ser tapadas antes de se ir dormir (Bukhari 68:492)
  • Dormir tempo a mais é causado pelo facto de Satanás urinar na orelha da pessoa (Bukhari 54:492)
  • Deve-se entrar nas casas de banho com o pé esquerdo em primeiro lugar (Fiqh - Lei islâmica) 
  • Possuir um cão pode custar a perda das recompensas celestiais à pessoa (Bukhari 67:389)
  • Um homem só pode cuspir para a sua esquerda (Muslim 7149)
  • O pénis deve ser agarrado com a mão esquerda quando se está a urinar (Muslim 512)
  • A pessoa deve limpar o seu traseiro com um número impar de pedras depois de defecar (Bukhari 4:162) 
  • Satanás dorme no nariz das pessoas, e como tal, água deve ser aspirada pelo nariz todos os dias (Bukhari 54:516)
  • Ninguém deve dormir sobre as suas costas e com um pé a cruzar o outro
  • Os pesadelos podem ser evitados cuspindo para o lado esquerdo da cama (Bukhari 87:115)
  • O sapato direito deve ser colocado antes do esquerdo (Muslim 514)
  • Ninguém deve entrar numa casa pela porta dos fundos (Alcorão 2:189)
Maomé disse também aos maometanos para onde deveriam voltar a sua face quando estão a defecar (de costas para Meca, segundo Muslim 507), e em que direcção eles deveriam enterrar os seus mortos (virados para Meca).

Muito provavelmente a maior superstição maometana (uma que já causou a perda de elevadas somas e a perda de vidas humanas) é a crença de que os maometanos precisam que viajar para Meca e circular sete vezes um meteorito. Esta práctica, que foi directamente emprestada dos Árabes pagãos, foi achada curiosa até pelos sucessores de Maomé (Muslim 2915).


De todos os ídolos adorados pelos pagãos de Meca durante o tempo de Maomé, só a pedra negra recebeu permissão para ficar visto que era sagrada para a tribo de Maomé, a tribo Quraish.

sábado, 10 de agosto de 2013

MITO: Maomé tornou a cidade de Meca mais tolerante

A maior parte das pessoas concorda que, após 13 anos a pregar a sua nova religião em Meca, Maomé não teve muito sucesso e devido a isso, viu-se forçado a fugir de Meca com os seus 150 seguidores. Foi durante o tempo que ele esteve fora da cidade de Meca que ele formou um exército militar, e regressou 8 anos mais tarde (como conquistador) para a cidade que o havia rejeitado.

Os maometanos que não conhecem assim os registos deixados pelos historiadores islâmicos acreditam que Meca era uma cidade de perseguição religiosa extrema, onde era imperioso conquistar os malignos pagãos devido ao perigo que eles representavam. Supostamente, depois da conquista, Maomé perdoou toda a gente e todos passaram a viver em harmonia, desfrutando da nova era de paz e tolerância religiosa que o islão trouxe à cidade. 

Os maometanos actuais têm uma necessidade imensa de acreditar que a sua religião transformou a cidade de Meca numa cidade melhor, visto que se o islão não era melhor que o paganismo que havia dominado previamente, então o islão tem poucas hipóteses de ser melhor que a religião Ocidental, ou melhor que as outras alternativas que existem hoje.

Infelizmente para os maometanos, a imagem pintada pelos historiadores islâmicos está em total contraste com aquilo que os maometanos querem tão desesperadamente acreditar. A realidade dos factos é que o islão transformou uma cidade altamente tolerante, e religiosamente pluralista, numa das duas cidades do mundo onde só aqueles que professam a fé dominante têm permissão para entrar. (Sem surpresa alguma, a outra cidade onde só os membros da fé local podem entrar é Medina).

Antes de Maomé, Meca era uma das seis cidades da Arábia que continha uma Ka'ba - o edifício com a forma dum cubo que albergava centenas de ídolos e artefactos religiosos. Os habitantes de Meca eram, em larga escala, politeístas que adoravam cada um o seu deus preferido, respeitando os deuses venerados pelos demais. Meca era também o local da peregrinação religiosa anual, onde as pessoas das regiões circundantes visitavam a cidade e lá permaneciam por um período de 4 meses. Pessoas de terras distantes tinham permissão para guardar os seus deuses dentro da Ka'ba (incluindo Hindus). Havia também uma secção reservada aos Judeus e aos Cristãos, que adoravam lado a lado com os outros. 

Os habitantes permitiam a conversão para outras confissões religiosas, e como tal, não há registo de perseguição contra aqueles que practicavam a sua fé sem insultar os outros. Até a própria experiência de Maomé é evidência do desejo dos habitantes de Meca de viver paz. Segundo as fontes islâmicas, o povo de Meca não se importava que Maomé pregasse a sua nova religião, tal como ele começou a fazer em 610 quando tinha 40 anos. Eles apenas pediram que ele fosse tão tolerante com eles tal como eles o eram em relação a ele. 

O auto-proclamado "profeta" Maomé, no entanto, violou a tradição, insultou abertamente as religiões locais, e insultou os ancestrais das pessoas que as practicavam. (Ver  MITO: Maomé foi perseguido em Meca por pregar o Islão). 

Isto não só causou grande ofensa, mas colocou em causa a fonte de rendimento de muitos residentes. Mesmo assim, as pessoas permitiram que Maomé pregasse durante 13 anos, mesmo sabendo que a sua pregação era uma ofensa para os locais. Isto revela o quão tolerantes os habitantes de Meca eram. Na verdade, foram os maometanos os primeiros a verter o sangue do inimigo à medida que se foram tornando cada vez mais violentos e ao mesmo tempo que crescia o cepticismo geral da sociedade.

Para sermos totalmente justos, houve alguns habitantes de Meca que responderam de forma igualmente violenta depois dos maometanos passarem a ser violentos. No entanto, a Sira só regista a morte de uma pessoa (um escravo envelhecido e devido ao stress) e nenhuma morte é regista pelas Hadith. A presença de Maomé foi tolerada até ao momento em que ele se aliou a uma tribo estrangeira contra a cidade onde ele mesmo vivia. Quando as coisas chegaram a este ponto (em 622), Maomé foi expulso de Meca.

Embora os seus adversários tivessem ficado satisfeitos em deixá-lo em paz em Medina - para onde ele fugiu juntamente com os membros da sua seita - Maomé não superou a amargura da rejeição de que foi alvo em Meca. Ele perturbou constantemente os habitantes de Meca atacando as suas caravanas e forçando-os a conflitos armados. Eventualmente ele enganou-os a assinar um pacto de não-agressão com a validade de 10 anos, o que deixou Meca indefensável perante o exército de Maomé quando este tomou a decisão de quebrar o acordo que tinha feito, e atacar a cidade de surpresa menos de dois anos após a assinatura do acordo de paz. 

[ed: É precisamente devido a incidentes como este que a palavra de alguém que tem Maomé como exemplo moral não vale nada. Acordos com maometanos devotos não são vinculativos para ele porque, segundo o profeta do islão, é perfeitamente moral violar acordos com os não-maometanos.]

A violenta história do islão primitivo deixa pouca margem de manobra para os apologistas islâmicos na sua vã tentativa de defender a tese de que a sua religião é pacífica e tolerante. A ocupação de Meca após a vitória de Maomé é normalmente o seu exemplo primário uma vez que a conquista de Maomé não precedeu um massacre em larga escala dos residentes locais (excepto a aniquilação de quem quer que tentasse defender a sua casa da ocupação estrangeira, o que foi feito por alguns). 

No entanto, é fascinante a forma como os próprios defensores do maometanismo colocam o nível de exigências num patamar bem baixo. 

Segundo as narrativas de Ibn Ishaq/Hisham, e as narrativas de outros historiados maometanos, era absurdamente óbvio que os habitantes de Meca não queriam qualquer tipo de conflito, não estavam preparados para um conflito e não contavam que Maomé marchasse contra a sua cidade com um exército de 10,000 homens. Não há qualquer razão para esperar que estas pessoas inocentes fossem chacinadas (para além do facto de Maomé já ter ordenado a morte de outras pessoas no passado).

Sem surpresa alguma, houve algumas pessoas que foram de facto condenadas à morte por Maomé ("um pequeno número de pessoas que foram mortas mesmo que se fossem encontradas por baixo das cortinas da Ka'ba" Ishaq/Hisham 818, ver também Abu Dawud 2677). Entre estas pessoas encontravam-se antigos inimigos de Maomé que o haviam ridicularizado e o haviam rejeitado no passado, incluindo duas raparigas escravas que haviam cantado músicas sobre ele:

Ele tinha duas raparigas cantoras, Fartana e a sua amiga, que costumavam cantar músicas de sátira emrealção oa aóstolo, e devido a isso, ele ordenou a sua execução.  (Ibn Ishaq/Hisham 819)

O dono delas, Ibn Khatal, um apóstata do islão, foi também morto por Maomé mesmo quando se tentou refugiar no que era considerado o lugar mais sagrado:

O Apóstolo de Alá entrou em Meca no ano da sua Conquista usando um capacete Árabe na sua cabeça; quando ele o tirou da cabeça, uma pessoa aproximou-se dele e disse "Ibn Khatal agarrou-se à cobertura da Ka'ba (buscando refúgio na Ka'ba)." O Profeta disse, "Matem--no." (Bukhari 29:72, Muslim 7:3145)

Um antigo escriba de Maomé, com o nome de Abdullah, fez também parte da lista de pessoas a serem executadas devido ao facto dele ter abandonado o islão depois de se ter apercebido que as "revelações" de Alá eram arbitrárias, coisa que ele notou quando sugeriu a Maomé mudanças em torno das palavras "reveladas" - palavras essas que deveriam ser "revelações imutáveis". 

Tal como muitos outros, Abdullah conseguiu preservar a sua vida "convertendo-se" ao islão pouco antes da sua execução. Em vez de ridicularizar aqueles que o haviam ridicularizado, ou oferecer a outra face (como Um Outro "Profeta" Jesus havia pregado previamente), Maomé matou aqueles que não se arrependeram do "crime" de o terem rejeitado. 

Foi por esta altura que Meca, uma das cidades mais tolerantes do mundo, se tornou numa das mais opressivas e intolerantes cidades da altura (e actuais). A primeira ordem de serviço de Maomé foi destruir os ídolos do povo que permitiu que ele pregasse a sua religião na sua cidade durante 13 anos:

O Profeta entrou em Meca e (por essa altura) existiam por lá 360 ídolos em volta da Ka'ba. Ele começou a esfaquear os ídolos com o pedaço de pau que tinha na sua mão recitando: "A Verdade (islão) chegou e a Falsidade (descrença) foi erradicada." (Bukhari 43:658)

Depois disto, o profeta do islão mandou os seus homens destruir os templos das outras tribos, tanto em redor de Meca (Ibn Ishaq/Hisham 840) como em localizações tão remotas como o Iêmen (Bukhari 59:643).

Com o fim violento da sua religião, a maior parte dos habitantes de Meca não teve outra escolha senão "abraçar" (na sua aparência exterior) a religião exacta que eles haviam rejeitado de forma assertiva durante os 21 anos prévios, antes de terem uma espada colada aos seus pescoços. Afirmar que esta conversão foi genuína (como alegado por alguns apologistas islâmicos) é esticar a credulidade para além dos limites do imaginável.

Antes de expulsar aqueles que se recusaram a converter ao islão, Maomé usou a força aliada dos habitantes de Meca para conquistar a cidade vizinha de al-Taif como vingança pela sua rejeição de Maomé (e, ironicamente, por estes se recusarem a formar uma aliança com Maomé contra Meca). 

Passados que estavam alguns meses, Maomé encontrava-se em posição de poder violar todos os seus pactos e expulsar os não-maometanos que ainda se encontravam na sua cidade.

Mas quanto os meses sagrados houverem transcorrido, matai os idólatras, onde quer que os acheis; capturai-os, acossai-os e espreitai-os; porém, caso se arrependam, observem a oração e paguem o zakat, abri-lhes o caminho. Sabei que Deus é Indulgente, Misericordiosíssimo. - Alcorão 9:5







As rezas e as "ofertas para os pobres encontram-se entre os pilares do islão - a salat e o zakat, respectivamente. Segundo o texto mais sagrado do islamismo, portanto, a única forma dos politeístas evitarem a morte era a conversão para o islão ou a fuga da cidade. Considere-se o destino dum idoso que preferiu rezar à sua maneira:

O Profeta recitou a Suratan-Najm (103) em Meca e prostrou-se enquanto a recitava, do mesmo modo que quem se encontrava com ele também se prostrou excepto um idoso que pegou em pedras pequenas ou areia, levantou a mão até a sua teste e disse, "Isto é suficiente para mim." Mais tarde, viu-o a ser morto como um descrente.  (Sahih Muslim 19:173)

Escusado será dizer isto, mas aqueles que, depois dos 4 meses de graça, não professavam fé nas palavras de Maomé, eram impedidos de voltar a Meca e de levar a cabo a peregrinação - tradição que já ocorria há séculos. Segundo o Alcorão, isto era assim não porque eles constituíssem algum tipo de perigo físico, mas sim porque eles eram "impuros" (Alcorão 9:28).

A história da expulsão violenta de não-maometanos das suas cidades pode também ser encontrada em Ibn Ishaq/Hisham 920-923. 

Os apologistas maometanos frequentemente alegam que Maomé apenas ordenou a matança dos pagãos que haviam "violado o acordo", mas o contexto histórico revela que o mandamento de lutar aplicava-se "aos politeístas que haviam violado o acordo, bem como aqueles que tinham um acordo geral passados que estivessem os 4 meses que lhes haviam sido conferidos como período fixo" (Ishaq/Hisham 922). Por outras palavras, os descrentes tinham 4 meses para abandonar as suas casas, quer eles tivessem feito algo de errado ou não.

Aqueles que ficaram na outrora tolerante cidade de Meca passaram a viver sob uma teocracia draconiana onde uma demonstração externa de religiosidade era exigida por Maomé como um teste à lealdade pessoal. Aqueles que se recusavam a agir em conformidade eram, literalmente, queimados vivos:

O Profeta disse 'Nenhuma reza é mais difícil que a reza Fajr e a reza Isha', mas eles soubessem as recompensas que são obtidas mediante estas rezas feitas no tempo certo, eles certamente que se apresentariam (nas mesquitas) mesmo que tivessem que rastejar.'  O Profeta acrescentou 'Certamente que ordenei que o Mu'adh-dhin (o homem que faz o chamamento para as rezas)  anunciasse o Iqama e ordenasse um homem para liderar as rezas, e posteriormente, pegasse em fogo de modo a queimar todos aqueles que não haviam abandonado as suas casas (para vir rezar), bem como para queimar as suas habitações.' Bukhari 11:626

Os Judeus e os Cristãos não foram poupados da intolerância religiosa. De facto, eles foram eventualmente perseguidos e expulsos da Península Arábica segundo os mandamentos finais de Maomé, quando este se encontrava no seu leito de morte:
Vou expulsar os Judeus e os Cristãos da Península Arábica e não vou deixar mais ninguém a não ser muçulmanos. (Sahih Muslim 4366)
Portanto, não só Maomé expulsou os não-muçulmanos de Meca, como os baniu de todo de se aproximarem da Ka'ba. Este foi um extraordinário exemplo de hipocrisia por parte do "profeta" do islão uma vez que, de acordo com a Surah 2, prevenir as pessoas de adorarem na Ka'ba era uma"perseguição", e era algo tão sério que Alá permitiu a chacina como forma de acabar com ela.

O isláo tornou-se, então, um sistema com padrões distintos onde "a força determina o que está certo" [inglês: "might makes right"], e onde a moralidade da acção é julgada pelos seus efeitos prácticos - especificamente, se ajuda os muçulmanos e o islão ou não - e não pela natureza do acto em si.

Esta forma de pensar perdura até aos dias de hoje: os maometanos exigem liberdade para pregar a sua fé nos países não-muçulmanos mas trabalham de modo activo para negar às outras confissões religiosas essa mesma liberdade nos seus países (ou em zonas onde eles se encontram em número suficiente para modificar as leis e os costumes).

Semelhantemente, eles insistem que as pessoas devem ser livres para se converterem ao islão, mas ninguém não têm liberdade para abandonar o islão ("Quem abandonar a fé islâmica deve ser morto" - Volume 9, Livro 84, Número 5).

Conclusão:

Os efeitos da remoção do paganismo pré-islâmico em favor do intolerante sistema de Maomé são manifestos. Cinquenta anos depois da morte de Maomé, a Ka'ba, que se havia mantido durante séculos sob a bandeira da liberdade religiosa e do respeito pela fé alheia, encontrava-se em ruínas devido a mais uma das muitas guerras entre os maometanos que se geraram após a morte do "profeta".

Actualmente, os maometanos continuam a lutar uns contra os outros e não há país islâmico no mundo que permite de modo real a liberdade para se pregar outras confissões, ou recrutar jovens maometanos para fora da fé islâmica - algo que Maomé teve a liberdade para fazer em Meca em favor da sua religião. 

Em contraste com a sua história pré-islâmica, a cidade de Meca tem hoje a "honra" de ser, em termos de liberdade religiosa, a cidade mais intolerante do mundo, visto que os não-maometanos não têm sequer a permissão para a visitar. Como é normal, os apologistas maometanos não falam disto.

---------------------------------------------------------------------------------------------------------

Mitos em torno de Maomé

MECA



















MEDINA






















MAOMÉ - O CONQUISTADOR














terça-feira, 13 de novembro de 2012

MITO: Maomé escolheu sempre a paz

A VERDADE

Na verdade, Maomé raramente escolhia a paz se ele tinha a hipótese de dominar. Tal como está registado em vários sítios das Hadith, o profeta do islão havia sido "chamado para lutar até que todos testemunhassem que não havia outro deus senão Alá, e que Maomé era o seu mensageiro." O objectivo do islão é a implantação da dominação islâmica.

Embora tenha sido originalmente convidado para Medina para ser um pacificador (imagine-se!), o profeta do islão rapidamente trouxe a guerra para o seio desta comunidade de mercadores ao atacar as caravanas de Meca - o que atraiu a hostilidade estrangeira contra os residentes locais - e mais tarde explorou as divisões internas para proveito pessoal. 

[Ver "Quando os maometanos chegaram a Medina, eles foram vítimas de perseguição por parte dos habitantes de Meca" para se ver a linha temporal das constantes tentativas de Maomé em provocar uma guerra com os habitantes de Meca.]

Como já detalhamos, Maomé conquistou as tribos Judaicas de Medina mal ele teve a habilidade para tal. Para além disso, ele fez ospossíveis para provocar a Batalha de Badr, forçando os habitantes de Meca a guerrear quando esse não era o seu objectivo. Mais para o final da sua vida, ele dirigiu uma série contínua de expedições militares externas como forma de atacar pessoas que não se encontravam em guerra com os Muçulmanos, como forma de obter tributo e conversões.

Um exemplo que refuta o mito de que Maomé escolheu a paz em vez  da guerra é o que ocorreu quando ele recebeu notícias de que um homem com o nome de Usayr ibn Zarim estava a desenvolver esforços tendo em vista a organização duma força armada contra os muçulmanos. Segundo a historia verdadeira em torno do que aconteceu,  documentada por Ibn Ishaq/Hisham 981, Maomé enviou um grupo armado em direção à comunidade de Usayr. Este grupo armado convenceu-o de que ele teria acesso seguro para se encontrar com Maomé para discutir os termos de paz. No entanto, mal o líder se encontrou vulnerável, ele e os seus 30 companheiros foram chacinados pelos mentirosos muçulmanos.

Outro exemplo bem documentado é a série de eventos que acabou no ataque a Meca por parte do Maomé, em 630. Como já demonstramos, os maometanos foram os primeiros a violar o tratado de paz entre eles e os habitantes de Meca, ao não devolverem de volta para Meca os muçulmanos que haviam fugido para Medina (o que se encontrava estipulado no acordo entre ambas as partes), bem como ao atacarem as caravanas de Meca e ao assassinarem os condutores das caravanas. Estes ataques ocorreram antes e depois do acordo entre as partes.

Mas quando uma tribo aliada com os habitantes de Meca matou membros duma tribo aliada com os  maometanos, como forma de vingança por um assassinato prévio, temeu-se que Maomé não fosse tão compreensivo. O líder de Meca era um homem chamado Abu Sufyan. Antecipando que os maometanos poderiam buscar uma desculpa para atacar o seu povo, Abu Sufyan viajou para Medina para levar a cabo encontros com Maomé como forma de assegurar um clima de paz entre as duas partes.

Ibn Ishaq/Hisham 807 detalha os esforços do desafortunado homem em ver o líder maometano, passagem essa que revela o seu crescente desespero em manter a paz. Foi durante esta visita que Abu Sufyan entrou nas casas de um certo número de muçulmanos proeminentes, incluindo na casa do genro e da filha. Claramente ele não tem qualquer interesse em causar-lhes qualquer tipo de dano.

Por fim, Abu Sufyan é criticado por Maomé e não tem a chance de falar de paz. O profeta do islão está mais interessado em levar a cabo um ataque surpresa a Meca:

[Maomé] disse: "Ó Alá, retira os olhos e os ouvidos dos Quraysh [Meca] de modo a que nós os possamos atacar de surpresa." e os homens ficaram prontos. (Ibn Ishaq/Hisham 808)

O facto dos outros habitantes de Meca não saberem que supostamente estavam em guerra com os maometanos revela como Maomé foi bem sucedido:
Quando o apóstolo chegou a Marr al-Azhran, [os] Quraysh não estavam ao corrente disso e nem sabiam o que se estava a passar. (Ibn Ishaq/Hisham 811).

Quando Abu Sufyan soube que Maomé marchava contra a cidade, ele levou a cabo um derradeiro esforço para estabelecer uma paz entre eles, desta vez tentando usar a esposa de Maomé como intercessora. A esposa tentou chegar a um ponto razoável com Maomé, referindo-se a Abu Sufyan e o seu companheiro como "o primo e o cunhado" de Maomé (algo que ele era). Maomé rejeitou o que eles diziam com estas palavras:
Não tenho qualquer utilidade para eles. Quanto ao meu primo, ele feriu o meu orgulho. Quando ao filho da minha tia e meu cunhado, ele falou mal de mim em Meca. (Ibn Ishaq/Hisham 811)

Portanto, segundo o seu próprio biógrafo, o profeta do islão escolheu ir para a guerra contra um adversário que queria a paz, apenas e só por motivos de ofensa pessoa e orgulho próprio. Depois de ter conquistado Meca, ele chegou a ordenar a execução daqueles que o haviam insultado, aparentemente esquecido da hipocrisia uma vez que essa foi uma matança de vingança duma terceira parte que originalmente ele usou como justificação para o seu ataque à cidade.
 
................

Mitos em torno de Maomé

MECA

1. MITO: Maomé foi perseguido em Meca por pregar o Islão

2. MITO: Maomé foi torturado em Meca.

3. MITO: os Muçulmanos foram perseguidos e sofreram muitas baixas em Meca

4. MITO: Os pagãos de Meca foram os primeiros a verter sangue no conflito contra os muçulmanos

5. MITO: Maomé viajou até Jerusalém numa noite

6. MITO: a perseguição forçou Maomé e os muçulmanos a fugirem de Meca


MEDINA

1. MITO: Quando os maometanos chegaram a Medina, eles foram vítimas de perseguição por parte dos habitantes de Meca

2. MITO: Maomé atacou as caravanas para recuperar bens roubados

3. MITO: A batalha de Badr foi em legítima defesa


4. MITO: Maomé foi um guerreiro bravo que dependeu da protecção de Alá

5. MITO: Maomé viveu em paz com os Judeus de Medina (1) - Banu Qaynuqa 

6. MITO: Maomé viveu em paz com os Judeus de Medina (2) - Banu Nadir 

7. MITO: Maomé viveu em paz com os Judeus de Medina (3) - Banu Qurayza


MAOMÉ - O CONQUISTADOR

1.  MITO: As guerras de Maomé foram em legítima defesa

2.  MITO: Maomé nunca sancionou a violação sexual

3.  MITO: Maomé nunca matou crianças

4.  MITO: Os habitantes de Meca foram os primeiros a violar o Tratado de Hudaibiya

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Pagãos muçulmanos acusam os Cristãos de venderem "ídolos imundos"

Youm-7, um dos órgãos de informação seculares mais populares no Egipto, e que recentemente atacado por apoiantes da Irmandade Muçulmana, reportou que pelo menos 17 lojas Cristãs em Shubra (Cairo) estão sob ameaça por venderem ícones e estátuas. Os donos das lojas, que se encontram "em pânico", afirmam que receberem cartas ameaçadoras exigindo que eles parem de vender a sua "idolatria."

Entre outras coisas, as cópias que foram apresentadas à Youm-7 dizem "Avisamos a vocês, Nassara [termo derrogatório que o Alcorão usa para identificar os Cristãos] para pararem o vosso comércio imundo através do qual vocês vendem ídolos sujos."

Devido a isto, os donos das lojas dirigiram-se apressadamente para a delegacia local e apresentaram as suas queixas na esperança de que os autores das cartas sejam identificados.

A reportagem conclui afirmando que não foram desenvolvidos esforços substanciais de modo a proteger as lojas, e que apenas um agente foi enviado para patrulhar, e só pela manhã.

Fonte

* * * * * * *

Sempre que vemos maometanos a acusar os Cristãos de idolatria, podemos ter a certeza que estamos na presença de alguém que não conhece as origens da sua fé (para além de não conhecer o Cristianismo). Será que ele não sabe que a adoração na Kaaba é uma práctica que tem as suas origens no paganismo pré-islâmico?

Maomé disse, através do Alcorão, que a Kaaba foi construída por Abraão e Ismael (Alcorão 2:125), 40 anos antes do Templo de Salomão. O problema é que o Templo de Jerusalém foi construído entre 958 a 951 Antes de Cristo. Portanto, se levarmos a sério as palavras de Maomé [o que não é de todo aconselhável], a Kaaba deve ter sido construída aproximadamente entre 998-991 Antes de Cristo. Mas isto é problemático para os maometanos uma vez que Abraão viveu cerca de mil anos antes (+/- 2000 Antes de Cristo) e tanto ele como o seu filho Ismael já estavam mortos.

Para além disso, a Pedra Negra, o jejum, o número de orações, a circum-ambulação, a lua crescente, e muitas outras características e costumes islâmicos, têm a sua origem nas prácticas pagãs.

Devido a isto, talvez seja melhor os maometanos explicarem as origens pagãs da sua fé antes de lançarem críticas aos Cristãos.

domingo, 3 de junho de 2012

Mito: Os habitantes de Meca foram os primeiros a violar o Tratado de Hudaibiya

Menos de dois anos depois de ter feito um tratado com os habitantes de Meca, Maomé regressou à cidade com um exército e tomou a cidade de surpresa. Embora através dos séculos isto tenha sido uma fonte de orgulho por parte dos maometanos, os eruditos contemporâneos são mais susceptíveis desculpabilizar o comportamento de Maomé visto que o mesmo contradiz a alegação de que o islão é uma religião pacífica.

Em vez de construir um argumento em favor da tese de que Maomé foi forçado a escolher a guerra - algo que os registos históricos contradizem - os apologistas maometanos actuais alegam que Maomé tinha "justificações" para tomar Meca visto que o parceiro do acordo havia violado o tratado entre ambos. De particular importância são os pormenores técnicos em torno da aliança.

Depois do Tratado de Hudaibiya (TdH) ter sido feito, duas tribos em guerra aliaram-se a lados opostos na guerra Maomé versus habitantes de Meca. Devido ao facto da tribo que se aliou aos habitantes de Meca ter sofrido uma série de assassinatos por parte da tribo que se aliou aos muçulmanos, os primeiros buscavam forma de vingança junto dos segundos.

A evolução dos eventos pode ser resumida da seguinte forma:

  • Membro da Tribo A (que se alinhou com Meca) foi assassinado por membros da Tribo B (que mais tarde se alinhou com Maomé).
  • Tribo A mata um membro da Tribo B como forma de vingança.
  • Tribo B mata 3 membros da Tribo A.
  • Depois de levar a cabo estes assassinatos, a Tribo B junta-se aos muçulmanos.
  • Em jeito de resposta, a Tribo A junta-se aos habitantes de Meca.
  • Tribo A busca vingança pela morte de 3 membros seus.

Este desenrolar de ventos está detalhada em Ibn Ishaq/Hisham 803, onde a Tribo A chama-se Banu Bakr e a Tribo B tem o nome de Khuza’a.

Embora os Khuza’a (Tribo B) tenham iniciado a sequência de assassinatos, o facto deles terem sido atacados pela Tribo A (Bani Bakr) depois de se terem aliado a Maomé constituía uma violação técnica do acordo - que Maomé capitalizou como forma de fazer marchar as suas superiores forças para Meca e estabelecer a autoridade islâmica pela via da força.

Superficialmente, os habitantes de Meca parecem ter sido os primeiros a violar o TdH. Embora muitos maometanos admitam que os habitantes de Meca não desejavam a guerra, eles insistem à mesma que Maomé tinha justificação para atacar Meca tendo como base a violação do TdH.

A verdade dos factos revela que Maomé foi o primeiro a violar o TdH, tal como o Alcorão reconhece - o que significa que qualquer maometano conhecedor do Alcorão também o deva reconhecer.

Os termos do tratado especificavam que qualquer maometano que fugisse de Meca para Medina (onde Maomé vivia) deveria ser retornado. No entanto, quando um grupo de maometanos fez exactamente isso (fugir para Medina), Maomé não os retornou na totalidade, mas reteve para si as mulheres. Sem surpresa alguma, um verso "desceu" de Alá para justificar esta violação do TdH (60:10).

Os maometanos actuais possuem apenas uma resposta para isto: Alá deu a Maomé a permissão pessoal para violar o tratado. Só que isto constitui uma gritante dualidade de critérios - uma com a qual os muçulmanos estão perfeitamente confortáveis visto que eles acreditam que a sua religião lhes torna superiores aos demais. (Não deixa de ser curioso que o deus Alá tenha permitido que Maomé assinasse um tratado cujos termos eles tencionava violar).

Pondo de parte os pormenores técnicos por agora, os apologistas maometanos começam então a falar na "gravidade" das violações contratuais, alegando que a morte dos membros da tribo aliada com Maomé constituía uma "ofensa grave".

Claro que eles estão certos no que dizem, mas há ainda outro pormenor da história que demonstra a dualidade de critérios do gesto: Segundo se sabe, os maometanos estavam a matar habitantes de Meca DEPOIS do tratado ter sido assinado, e ANTES dos membros da Tribo A terem morto alguém da Tribo B.

Bukhari 50:891 relata a história dum homem chamado Abu Basir que "abraçou" o islão e posteriormente matou um habitante de Meca. Maomé ordenou que o homem fosse viver para a costa, onde ele formou um grupo de 70 maometanos que se financiava atacando as caravanas de Meca.

Segundo a hadith, ele e os outros maometanos "mataram-nos e tomaram as suas possessões". Muir descreve o incidente do seguinte modo:

Eles assaltaram todas as caravanas provenientes de Meca (uma vez que, desde as tréguas, o tráfego com a Síria tinha reatado) e não pouparam a vida de ninguém.
Atacar e matar habitantes de Meca era uma óbvia violação do TdH mas uma vez que as vítimas (habitantes de Meca) não queriam guerra com Maomé, eles não marcharam contra Medina. No entanto, Maomé agarrou a primeira desculpa para atacar Meca embora estes últimos não constituíssem qualquer tipo de ameaça para ele. Os seus adversários queriam a paz, mas ele - Maomé - queria poder.

Escusado será dizer isto, mas eles não tiveram alternativa senão renderem-se a ele em vez de enfrentar o seu exército numa guerra convencional.

A dualidade ética do islão está impregnada na religião, incluindo a forma díspar no tratamento dos descrentes. Sem surpresa alguma, Maomé colocava imposições morais sobre os outros mas ele não estava disposto a viver segundo os mesmos padrões.

Neste caso, como ele foi o primeiro a violar o TdH, ele estabeleceu um exemplo para os seus seguidores: uma promessa feita aos descrentes não é vinculativa para os maometanos. O próprio Abu Bakr declarou:

Se eu faço um juramento mas mais tarde deparo-me com algo melhor que o juramento prévio, então faço o que é melhor e mais tarde faço expiação pelo meu juramento. (Bukhari 78:618)
Sem dúvida que Maomé teria concordado com Abu Bakr porque ele mesmo disse "fazer guerra é enganar" (Bukhari 52:269)

Fonte

sexta-feira, 6 de abril de 2012

MITO: Maomé nunca sancionou a violação sexual

É contra o maometanismo (=islão) a violação de mulheres muçulmanas, mas Maomé encorajou a violação de mulheres capturadas. A seguinte hadith oferece-nos o contexto à volta do verso alcorânico 4:24:
O apóstolo de Alá (que a paz esteja com ele) enviou uma expedição militar até Awtas por ocasião da batalha de Hunain. Eles depararam-se com o inimigo e combateram-no. Depois de os terem vencido, levaram consigo os cativos.

Alguns dos Companheiros do apóstolo de Alá (que a paz esteja com ele) estavam relutantes em ter relações sexuais com as cativas na presença dos seus esposos, que eram descrentes. Então Alá, o exaltado, enviou o verso alcorânico onde se lê:

"Também vos está vedado desposar as mulheres casadas, salvo as que tendes à mão." (4:24)

Abu Dawud 2150 e Muslim 3433

Na verdade, e como indica a tradição islâmica supracitada, não foi Maomé mas "Alá o exaltado" quem deu permissão aos maometanos para abusar sexualmente as cativas em frente aos seus esposos. Isto é suficiente para vermos que o islão é totalmente distinto do Judaísmo e do Cristianismo, onde Deus nunca deu permissão para abusar sexualmente de mulheres.

Note-se também que os esposos destas vítimas infortunadas estavam ainda vivos depois da batalha. Isto é muito importante visto que refuta os apologistas maometanos que gostam de afirmar que as mulheres que Maomé escravizou eram "viúvas" e, como tal, incapazes de tomar conta de si mesmas.

Mas mesmo que os embaraçados apologistas islâmicos estivessem correctos, e elas fossem viúvas, que espécie de "código moral" é este que obriga uma viúva a escolher entre ser violada ou morrer a fome?

Há muitos outros episódios onde a Maomé são fornecidas oportunidades para condenar a violação de mulheres, mas onde ele oferece conselhos em como avançar com o abuso sexual.

Num dos casos, os seus homens estavam relutantes em desvalorizar as escravas (para venda futura) engravidando-as. Perguntaram a Maomé o que ele tinha a dizer sobre coitus interruptus:

Ó apóstolo de Alá! Temos cativas como parte do nosso espólio e estamos interessados no seu preço. Qual é a tua opinião àcerca do coitus interruptus? O apóstolo respondeu: "Vocês fazem mesmo isso? É melhor não o fazerem. Nenhuma alma que Alá destinou que viesse a existir deixará de existir."

Bukhari 34:432

Como indicado, o profeta do islão não se importou com o facto dos seus homens abusarem sexualmente de mulheres; desde que eles ejaculassem dentro delas, estava tudo bem.

Como se pode imaginar, a óbvia aprovação de Maomé pela violação das mulheres capturadas em batalhas e a sua participação pessoal nelas - tal como registado em muitas fontes islâmicas - é um facto de extrema inconveniência para os apologistas maometanos que tentam a todo o custo pintar Maomé como um líder religioso ao nível do Senhor Jesus ou do Profeta Moisés.

Devido a isto, alguns destes jihadistas-do-teclado tentam explicar estes episódios e as referências alcorânicas em favor do sexo com as cativas como situações onde as mulheres supostamente tinham "maus casamentos" com os maridos e buscavam "refúgio" junto dos maometanos.

Alguns apologistas chegam a referir estas prisioneiras de guerra como "esposas", embora o Alcorão faça a distinção clara entre "aquelas que tendas à mão" e as genuínas esposas (ver Sura 33:50). Para além do previsível desespero dos apologistas maometanos do século 21, não há nada historicamente defensível que suporte a versão rosada dos factos que eles apresentam.

As mulheres da tribo Banu Mustaliq foram vendidas como escravas depois de terem sido violadas:

Fomos com o apóstolo de Alá (que a paz esteja com ele) na expedição até Bi'l-Mustalia e levamos cativas excelentes mulheres árabes; tínhamos desejo por elas visto que sofríamos a ausência das nossas mulheres, [mas ao mesmo tempo] queríamos também compensação por elas.

Decidimos então ter relações sexuais com elas mas observar ao mesmo tempo o azl (remoção do órgão sexual masculino antes da emissão do sémen como forma de impedir a concepção). No entanto dissemos: "Vamos levar isto a cabo enquanto o mensageiro de Alá está entre nós; porque não questioná-lo?"

Perguntamos então ao mensageiro de Alá (que a paz esteja com ele) e ele respondeu "Não faz mal" [ou "não é importante"].

Sahih Muslim 3371

Na verdade, Maomé e o seu grupo de fiéis seguidores comercializaram as escravas como se fossem uma comodidade na sua posse:

Foi então que o apóstolo enviou Sa-d b. Zayd al-Ansari, irmão de Abdu'l-Ashal com algumas das cativas da tribo Banu Quraiza a Najd e ele vendeu-as em troca de cavalos e armas.

Ibn Ishaq/Hisham/Hisham 693

Faz parte da religião islâmica vender as "esposas" em troca de cavalos? Como se pode ver, e contrariamente ao que os apologistas afirmam, estas não eram esposas mas escravas.

Mais importante ainda, por definição, uma mulher "capturada" não é aquela que foge do marido. Ela foge dos seus captores (isto é, os esclavagistas maometanos). A hadith seguinte descreve um típico raid muçulmano onde as mulheres e crianças são capturadas no momento em que tentam fugir dos invasores maometanos:

[...] e então nós atacamos por todos os lados e atingimos o lugar onde davam de beber os animais, onde uma batalha foi combatida. Alguns dos nossos inimigos foram mortos e alguns foram levados como prisioneiros.

Vi um grupo consistido por mulheres e crianças [a escapar]. Temi que eles atingissem a montanha antes de mim e como tal, atirei uma seta entre eles e a montanha. Quando eles viram a seta, pararam. Foi então que os conduzi de volta.

Sahin Muslim 4345

O narrador maometano - que por acaso é o filho adoptivo de Maomé - viu ao longe mulheres e crianças a fugir da investida islâmica depois do massacre dos seus homens. Como forma de impedir a sua fuga, ele atira uma seta como forma de aviso. A seta cai um pouco mais à frente do grupo em fuga e eles param de fugir mal a vêem.

Claramente estas mulheres não buscam "refúgio" junto dos muçulmanos. Elas fogem DOS muçulmanos como forma de evitar a captura.

A mesma hadith reporta ainda que Maomé pessoalmente exigiu uma das mulheres capturadas para o seu "uso pessoal":

Conduzi-as [mulheres e crianças] até junto de Abu Bakr, e ele concedeu-me aquela rapariga como prémio. Então chegamos a Medina.

Eu não a tinha ainda desnudado quando o mensageiro (que a paz esteja com ele) encontrou-se comigo no caminho e disse: "Dá-me aquela rapariga."

Sahih Muslim 4345

Portanto, para além de violador, aparentemente Maomé cobiçou uma cativa que havia já sido escolhida pelo filho adoptivo.

Conclusão:

O "profeta" do maometanismo e os seus companheiros usaram a jihad como forma de obter mulheres para uso sexual pessoal e para comércio. A menos que ela fosse arbitrariamente declarada esposa de alguém, ela tornar-se-ia numa escrava sexual.

De qualquer forma, o seu destino não era consequência de algo que ela tivesse feito, e nem possuía ela qualquer tipo de escolha em relação ao seu trágico futuro.

Que "religião" é esta?


Mais mitos em torno de Maomé.

Fonte

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

ShareThis