segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
Os mitos sobre al-Andalus
sábado, 18 de janeiro de 2014
A verdade sobre a "civilização árabe"
Sei que você é uma mulher ocupada, mas por favor separe 10 minutos para ler o que se segue uma vez que é uma perspectiva que você dificilmente obterá em algum outro lugar. Irei responder aos pontos específicos que você levantou no seu discurso, e concluir com uma breve perspectiva desta ideologia Arabista/Islamita.
Os Árabes e os Muçulmanos apareceram na cena mundial em 630 A.D. quando os exércitos de Maomé começaram a conquistar o Médio Oriente. Temos que ser bastante claros em ver que isto foi uma conquista militar, e não uma iniciativa missionária, e que através do uso da força, autorizada por uma declaração de Jihad contra os infiéis, os Árabes/Muçulmanos foram capazes de converter e assimilar os não-Árabes para o seu grupo. Muito poucas comunidades indígenas sobreviveram a isto - maioritariamente Assírios, Judeus, Arménios e Coptas (do Egipto).
Havendo conquistado o Médio Oriente, os Árabes colocaram estas comunidades sob um sistema de governo com o nome de "Dhimmi" (ver o livro "Dhimmi", por Bat Ye'Or), onde estas comunidades tinham permissão para se governarem como uma minoria religiosa (Cristãos, Judeus, Zoroastristas). Estas comunidades tinham, no entanto, que pagar um imposto (com o nome de Jizya em arábico) que era, para todos os efeitos, uma penalização por não serem Muçulmanos, e era normalmente 80% do rendimento em tempos de tolerância, e 150% em épocas de opressão. Esta imposto forçou muitas comunidades a converterem-se ao islão, tal como era suposto.
Você declara:
Cabe a cada um de nós fazer o nosso trabalho de cada e a nossa pesquisa sempre que fazemos declarações e discursos sobre temas sensíveis.
Brief History of Assyrians | Assyrian International News Agency | Assyrian American National Federation | Assyrian Academic Society | Zinda Magazine Beth Suryoyo | Nineveh Online | World Maronite Union | Maronite Research Council | World Lebanese Organization | Coptic Web
Entrevista ao autor do texto
domingo, 23 de dezembro de 2012
Historicidade selectiva
A História há muito que deixou para trás os ataques islâmicos à Europ,a que duraram do século 7 até ao século 20, mas fixou-se nas Cruzadas Cristãs na Terra Santa, que duraram só entre o período que vai do século 11 ao século 12.
Podemos dizer que a perspectiva histórica neste ponto está totalmente desfocada. . . . . A sua visão das Cruzadas, e a sua visão da colonização posterior, afectaram gravemente as atitudes e o pensamento político dos muçulmanos, particularmente a atitude dos muçulmanos do Médio Oriente em relação ao Ocidente Cristão.
Quando acusam o Ocidente de imperialismo, os muçulmanos encontram-se obcecados com as Cruzadas Cristãs, mas esqueceram-se da sua jihad (comparativamente maior).
Paul Fregosi, historiador e autor de "Jihad in the West"
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| Vitória Cristã em Lepanto (1571) |
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"Foi narrado por 'Umar b. al-Khattib que ele ouviu o mensageiro de Allah (que a paz esteja com ele) dizer:
"Vou expulsar os Judeus e os Cristãos da Península Árabe e não vou deixar mais ninguém a não ser muçulmanos." (Fonte)
quarta-feira, 11 de abril de 2012
O islamismo de Leonardo Da Vinci
Amirhosseini acrescentou:
Preparei o livro de modo a abordar as necessidades dos estudantes de arte uma vez que não existia livro compreensivo algum disponível no Irão. Nós temos que conhecer um artista pelo seu trabalho, mas infelizmente, no Irão, Da Vinci é apenas um ícone com popularidade mitológica.Amirhosseini prosseguiu afirmando que o livro apresenta uma biografia integral de Da Vinci onde, supostamente com base em fontes primárias, é demonstrado que o artista se havia convertido ao islão. No entanto, diz o autor, o ocidente prefere manter um silêncio em torno deste assunto.
Ele diz:
Um escritor francês do século 19 analisou o assunto (em torno da conversão de Da Vinci) num tratado, mas o ocidente baniu a publicação deste tratado.
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O activistas homossexuais afirmam que Leonardo era homossexual ao mesmo tempo que os maometanos afirmam que ele era muçulmano. Se calhar ele era um homossexual muçulmano?
Oh, a ironia!
É curioso que os maometanos nunca afirmem que monstros e sádicos como o Marques de Sade ou o nacional-socialista Adolf Hitler se tenham convertido ao islão.
Outra coisa que é preciso levar em conta é que, mesmo que Leonardo fosse maometano ou homossexual de forma alguma isto valida o maometanismo ou o homossexualismo.
Converteu-se ao islão depois de morrer.
domingo, 2 de outubro de 2011
Os muçulmanos não "salvaram" a literatura helénica da destruição

Um comentador deste blogue foi enganado por uma lenda bastante popular, subscrita por muitos membros da comunidade historicamente iletrada:
Se não fossem os malditos muçulmanos, nós não teríamos a fantástica literatura antiga!!! Sabias que eles preservaram-na para nós? Oh, não sabias, pois não?É sempre interessante receber o que supostamente seria uma aula de História de alguém que nada sabe acerca Império Romano OrientalNão só eles preservaram aquela porcaria toda, mas contribuíram muito para a matemática, medicina e ciência (isto, ironicamente, numa altura em que a Europa atravessava um caos total, cheia de corpos em decomposição).
A ideia da "transmissão dos clássicos por parte dos árabes" é falsa, como deveria ser óbvio para aqueles cientes que a maioria dos antigos textos perdidos para o Ocidente foram "descobertos" na Espanha conquistada e não no Médio Oriente.
Para além disso, é sobejamente conhecido que os muçulmanos não contribuíram muito durante o período em que eles possuíram os clássicos gregos (e os latinos pós-imperiais não os tinham consigo).
A transmissão dos clássicos por parte dos árabes é um mito comum e persistente onde se diz que autores como Avicenna e Averroes "salvaram" os trabalhos de Aristóteles e dos outros filósofos gregos da destruição.De acordo com o mito, estes trabalhos teriam sido destruídos durante o longo período da Idade das Trevas europeia (entre o 5º e o 10º séculos) se os filósofos islâmicos não os tivessem preservado e traduzido para o arábico - apenas para serem transmitidos aos filósofos latinos do Ocidente depois da reconquista de Espanha durante os séculos 12 e 13.
Isto está incorrecto. Na verdade, foram os Bizantinos do Oriente que salvaram o conhecimento antigo dos gregos na língua original, e os primeiros textos latinos a serem usados foram traduções do grego (século 12)
terça-feira, 16 de agosto de 2011
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
"Invenções" Islâmicas
sábado, 12 de fevereiro de 2011
"Os Judeus e os Cristãos distorceram o que Allah revelou"
- Nós acreditamos nos ensinamentos contidos nas versões inadulteradas desses livros, e não nas cópias actuais.
Segundo a mitologia islâmica, as versões "originais" (que, antes de terem sido falsificadas, estavam de acordo com os ensinamentos do Alcorão) continham, por exemplo, referências a vinda futura de Muhammad, e não continham versos como João 3:16 ("Porque Deus amou o mundo de tal forma que deu o Seu Filho Unigénito para que todo aquele que Nele creia não pereça mas tenha a vida eterna").
Ignoremos por uns instantes a tarefa hercúlea que seria remover de todo o planeta os islamicamente correctos Torah e Evangelhos. Só o facto de ter que se entrar em contacto com toda a Diáspora Judaica e comunidades cristãs remotas seria quase impossível.
Garantir o silêncio dos envolvidos na conspiração, e certificar-se que nenhum judeu ou cristão piedoso ficaria com algum original, seria igualmente problemático. O controle de qualidade de forma a garantir que as novas versões do Torah e dos Evangelhos fossem distorcidas exactamente da mesma forma seria um pesadelo.
Por último, porque é que os de outro modo piedosos leitores do Torah e dos Evangelhos escolheriam Muhammad - e só Muhammad - como objecto de conspiração e distorção em relação à sua inevitável vinda?
Apesar destas dificuldades, o mundo islâmico não só acredita piamente que isto é verdade, como usa estes mitos como justificação para a perseguição violenta aos judeus e aos cristãos.
Para piorar as coisas, nós temos um membro de alta patente do comité Europeu das Fatwas a apoiar abertamente tal mitologia.
As perguntas que eu gosto de fazer aos muçulmanos são:
- Onde está a Bíblia (Torah e o Evangelho)* "original"?
- Se ela não existe, como é que os muçulmanos sabem onde estão as adulterações?
- Quando é que foram adulterados os Evangelhos? Logo no primeiro século? Portanto, enquanto fugiam das lanças dos pagãos romanos, ou enquanto eram lançados nos coliseus pagãos, os cristãos encontraram tempo para remover os versos que (surpresa!) estariam 100% de acordo com o islão?
- Será que para os muçulmanos o único critério para demonstrar "falsificação" é a existência do Alcorão?
O que eles fazem essencialmente é usar uma forma de pensamento circular muito comum entre os muçulmanos:
- [Muçulmano] O Alcorão foi enviado Pelo Mesmo Deus que enviou o Torah e os Evangelhos.
- [Judeu/Cristão] Mas o Alcorão é totalmente diferente do Torah e dos Evangelhos.
- [Muçulmano] Mas isso é porque a Bíblia foi adulterada.
- [Judeu/Cristão] Como é que sabes que a Bíblia foi alterada?
- [Muçulmano] Porque não está de acordo com o Alcorão.
- [Judeu/Cristão] Mas o facto de não estar de acordo com o Alcorão não é evidência de que a Bíblia foi alterada. Até pode ser que o Alcorão seja falso e as suas revelações nada mais sejam que as divagações de um homem possuído por demónios.
- [Muçulmano] Ah, não, isso é impossível porque Muhammad era um verdadeiro profeta. Até a Bíblia tem profecias sobre a sua vinda futura.
- [Judeu/Cristão] Não há nenhuma referência Bíblica sobre a vinda futura dum profeta árabe.
- [Muçulmano] Mas isso é porque a Bíblia foi alterada. A Bíblia original tinha profecias de Muhammad.
- [Judeu/Cristão] Como é que sabes disso?
- [Muçulmano] Precisamente porque o Alcorão diz que as Escrituras prévias anunciavam a vinda de Muhammad.
Etc, etc. Este tipo de revisionismo histórico é muito comum com partidos políticos que tentam aumentar a sua legitimidade com referência ao passado. Supostamente o que eles fazem hoje era "aludido" no passado. O facto de hoje não encontrarmos esse tal "passado" nos livros de História é porque houve "distorção" ou "adulteração" das fontes "originais".
O islão, como movimento político que é, apenas segue a mesma linha de pensamento.





