MITOS ISLÂMICOS

Mostrar mensagens com a etiqueta Revisionismo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Revisionismo. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Os mitos sobre al-Andalus

Por: Eduard Yitzhak*

Grande parte da esquerda e os islamitas repetem o mito da tolerância do Islão na época do al-Andalus

Continuamente se repete que: "Al-Andalus foi uma civilização que irradiou uma personalidade própria tanto no Ocidente como no Oriente. Situada na terra dos encontros, dos cruzamentos culturais e fecundas mestiçagens, al-Andalus foi esquecida, depois de seu esplendor, tanto pela Europa como pelo universo muçulmano, como uma bela lenda que não pertencera a nenhum dos dois mundos".

A península ibérica foi submetida pela espada ao islão, foi al-Andalus, terra dos vândalos, em árabe.
Durante a segunda metade do século VIII produziu-se uma séria cisão no império muçulmano. Uma ruptura dinástica que acabou com os omíadas que governavam em Damasco, para entronizar os abássidas, que se assentaram em Bagdad. Um príncipe omíada fugido de Damasco, Abderrahman I, penetraria en al-Andalus formando um novo Estado com base em Córdoba: o emirado, independente da política bagdali.

Oito emires se sucederam de 756 a 929, com diversos insurreições maometanas e moçárabes (cristãos ibéricos vivendo sob a dominação muçulmana e  de seus descendentes) – até que Abderrahman III decidiu fundar um califado, declarando-se Emir al-Muminin (príncipe dos crentes), o qual lhe outorgava, além do poder terreno, o poder espiritual sobre a umma (comunidade de crentes).

Abderrahman III e seu sucessor al-Hakam II, apaziguaram a população, permitiram a colaboração em seus domínios de judeus e cristãos. Fizeram acordos com os cristãos, construíram e ampliaram numerosos edifícios – alguns notáveis como a Mesquita de Córdoba – e se rodearam da inteligência de sua época. Mantiveram contactos comerciais com Bagdad, França, Tunis, Marrocos, Bizâncio, Itália, e Alemanha.

Enquanto isso, no final do século XI, no Magreb ocidental, hoje Marrocos, surgiu um novo movimento político e religioso no seio de uma tribo bérbere do sul, os lamtuna, que fundaram a dinastia almorávida. Em pouco tempo, sua atitude religiosa fundamentalista, fanática e intransigente "convenceu grande parte da desencantada população, e com o seu apoio empreenderam uma série de contendas logrando formar um império que abarcaria parte do norte da África e al-Andalus que, através do rei sevilhano al-Mutamid, tinha pedido sua ajuda para frear o avanço cristão.

Liderados Ibn Tashfin, penetraram os almorávidas na Península, infligindo uma séria derrota às tropas de Alfonso VI em Sagrajas. Logo conseguiriam acabar com os reis dos emirados e governar al-Andalus, não sem certa oposição da população, que se rebelava contra seu modo intransigente e fundamentalista.

Os cristãos obtiveram durante isso importantes avanços, conquistando Alfonso I de Aragão, Zaragoça em 1118. Ao mesmo tempo, os almorávidas viam ameaçada sua  própria supremacia por um novo movimento religioso surgido no Magreb: o almoáda. Esta nova dinastia foi gerada no meio de uma tribo bérbere procedente do coração do Atlas que, chefiada pelo guerreiro Ibn Tumart, logo se organizou para derrocar os seus predecessores. Também a partir de Marraquech, governaram e se fizeram com as rendas de al-Andalus. Entretanto, da mesma forma que os almorávidas, terminaram por sucumbir ante o relaxamento do islão que tinham os fiéis muçulmanos.

O islão floresceu intelectualmente em al-Andalus quando se relaxou e rompeu com a umma governada a partir de Bagdá, e com o islão oficial e imperante. Abderrahman III e Hakam II possuíam o poder terreno e espiritual da umma em terras ibéricas. Foram uns "traidores" do espírito do islão. A umma não pode ser fracionada segundo as leis corânicas.

É a época do esplendor de al-Andalus. Ainda que permitissem aos judeus e cristãos colaborar em seus domínios muçulmanos, eram dhimmis, cidadãos de segunda classe, porém melhor tratados que os anteriores e posteriores emires.

Os que recorrem ao mito da tolerância em al-Andalus, omitem voluntariamente ou por ignorância, que quando houve — relativamente — mais tolerância foi na época do maior relaxamento e distância do islão, e que a maior reislamização, com os almorávidas e com os almoádas, maior era a intolerância e perseguição de judeus e cristãos e de heterodoxos muçulmanos. Quando em al-Andalus os muçulmanos se distanciavam do islão podia florescer a cultura. Mas de onde provinha essa cultura?

Os árabes se expandiram a partir da península de Arábia, no século VII, impelidos pelo islão. Eram beduínos sem acervo cultural importante, mas com o islão, cópia do judaísmo e do cristianismo nestoriano1, acreditavam num só D-us, incitados por Maomé a impor seu credo, e ante a negativa dos judeus a seguir-lhes os fazia degolar. Foi o início de sua Jihad contra "os outros". Maomé mesmo sancionou o massacre de Qurayza, uma tribo judaica derrotada no século VII. Designou um "árbitro" que logo rendeu este julgamento conciso: os homens deviam ser submetidos à morte, as mulheres e as crianças vendidas como escravos e o botim dividido entre os muçulmanos. 

Maomé ratificou este juízo, indicando que era um decreto divino pronunciado do alto dos Sete Céus. Assim, entre 600 e 900 homens de Qurayza foram conduzidos por ordem de Maomé ao Mercado de Medina. As fundações caíram, os homens foram decapitados e os cadáveres enterrados nas valas, enquanto Maomé presenciava. As mulheres e as crianças foram vendidas como escravos e várias delas foram distribuídas como presentes entre os aparentados a Maomé, que escolheu uma das mulheres de Qurayza (Rayhana) para ele próprio. As propriedades dos Qurayza e outras possessões (incluindo as armas) também foram divididas como botim adicional entre os muçulmanos, para sustentar as campanhas adicionais da Jihad.

Al-Mawardi, jurista de Bagdá, era um erudito prolífico que viveu durante a chamada Idade Dourada islâmica do califado Abbássida de Bagdá e faleceu em 1058. Escreveu a seguinte citação, baseando-se em interpretações extensamente aceitas do Corão e Sunna (ou seja, as palavras e o atos registrados de Maomé), com respeito aos capturados infiéis de campanhas da Jihad:

 "Quanto aos captivos, o emir [governante] tem a escolha de tomar a ação mais beneficente de quatro possibilidades: a primeira, condená-los à morte cortando-lhes os pescoços; a segunda, escravizá-los e aplicar as leis da escravidão com respeito à venda e a libertação; a terceira, lista de bens ou presos; e quarta, mostrar-lhes favor e perdoá-los. Alá, que seja venerado, diz, ‘Quando você se encontrar com aqueles (infiéis) que negam (a Verdade = islão) então corta-lhes os pescoços (Corão, sura 47, verso 4)"....Abu'l-Hasan al-Mawardi, al-Ahkam as-Sultaniyyah." (As Leis do
Governo Islâmico, traduzidas pelo doutor Asadullah Yate, (Londres), Ta-Ha Editores Ltd., 1996, p. 192)

A "sagrada" prática muçulmana da decapitação do infiel se baseia nas "regras" corânicas reiteradas por todas as quatro escolas clássicas de jurisprudência islâmica, através do vasto império muçulmano. Por séculos, da península ibérica até o subcontinente hindu, as campanhas da Jihad empreendidas pelos exércitos muçulmanos contra os infiéis — judeus, cristãos, zoroastristas, budistas e hindus — foram marcadas por massacres, com decapitações em massa. Durante o período do domínio muçulmano "iluminado", os cristãos da Toledo ibérica, que inicialmente submeteram os seus invasores muçulmanos árabes em 711 ou 712, depois se rebelaram em 713. Na dura represália muçulmana que resultou, Toledo foi saqueada e todos os cristãos proeminentes foram degolados.

As decapitações recentes de infiéis por muçulmanos inspiradas pela Jihad ocorreram em todo o mundo - cristãos na Indonésia, nas Filipinas e na Nigéria; sacerdotes e mulheres hindus "descobertas" na Cachemira; o jornalista judeu do The Wall Street Journal, Daniel Pearl. Não deve surpreender-nos que estes paroxismos contemporâneos da violência da Jihad eram acompanhadas das decapitações rituais. Tais atos horríveis são, de fato, aprovados pelos textos sagrados islâmicos, e pela jurisprudência muçulmana clássica. 

As reclamações vazias — dos relativistas culturais e dos que predicam sobre alianças entre "civilizações" — que as decapitações da Jihad são de certa forma "alheias ao islão verdadeiro," são totalmente falsas, e por bem-intencionados que fossem, minavam os esforços sérios para reformar e desacralizar a doutrina islâmica.

Os guerreiros árabes entraram em contato com a cultura européia graças aos tradutores judeus cristãos nestorianos que povoavam a península da Arábia e as terras conquistadas pelos muçulmanos. Seu grande aporte à cultura e civilização foi ter traduzido os textos da filosofia e do saber grego — da Europa — ao árabe, sendo a maior parte dos tradutores judeus.

Os árabes aprenderam que com a força militar da espada do islão, com o medo que infundiam seus guerreiros e com a doutrina corânica podiam se estender amplamente.

Os mais civilizados entre eles foram suficientemente inteligentes em pedir a colaboração dos intelectuais de sua época, em grande parte judeus, que contribuíram — traduzindo — o saber dos gregos clássicos, e desenvolveram este conhecimento. Foram inumeráveis os tradutores judeus que transmitiram aos muçulmanos os tesouros da literatura científica da Grécia antiga. Formavam uma legião de matemáticos, astrônomos e médicos judeus no mundo árabe.

Entre os que se encarregavam de descobrir obras clássicas e traduzi-las ao árabe se conta uma multidão de doutores judeus e cristãos sírios. Eles contribuíram de maneira decisiva para cimentar os fundamentos para o desenvolvimento posterior no mundo do islão. Os nomes dos judeus que exerceram sua atividade nas escolas superiores árabes, e de al-Andalus — são quase incontáveis. Até o século XIX não eram conhecidos esses nomes, muitos dos quais são apenas reconhecíveis nos caracteres árabes, e valorizado sua contribuição no campo da astronomia, química, e de a matemática e da medicina, tal como ressalta Werner Keller en seu trabalho "Und wurden zerstreut unter alle Völker".

Os muçulmanos que querem um retorno às fontes do islão criticam o relaxamento de Abderrahman III, de Hakam II, o rei erudito que criou uma biblioteca de mais de 400 mil volumes, porque a partir da ruptura da umma, e da independência do califado de Bagdá, em 1031, cai a dinastia omíada, e começam a surgir reinos independentes de emirados em toda al-Andalus, e os reinos cristãos poderão expulsar da península ibérica os muçulmanos.

Os puristas do islão culpam o pensamento ocidental e o estado laico de Kemal Ataturk na Turquia como as causas de sua declinação e decadência religiosa.

Os ocidentais que "admiram" a "tolerância" que houve em al-Andalus não querem lembrar que esta tolerância foi breve e totalmente incompleta – os dhimmis judeus e cristãos eram cidadãos de segunda classe – e o pensamento que os árabes contribuíram os árabes era em grande parte devido aos judeus e o saber era de matriz européia – Grécia Antiga. O declínio político religioso, o distanciamento com o islão, permitiu o florescimento cultural, e graças a "tolerância" a colaboração de judeus e cristãos.

Actualmente qualquer esperança de que o islão se modernize é remota, possivelmente uma ilustração necessitaria de um par de séculos ou mais. Os muçulmanos estão sendo controlados cada vez mais pelos islâmicos, que admiram os almoádas que perseguiram os dois maiores filósofos de Al-Andalus, o médico judeu Maimônides e o cadji (juiz) muçulmano Averrois.

Os ventos da modernidade sopram em direcção contraria aos que se movem pela Europa árabe. Os “eurábicos” têm medo da liberdade, fazem autocensura, os jornais não publicam caricaturas do islão, mas de judeus e cristãos. As óperas de Mozart são censuradas por medo de ofender os muçulmanos, porém  não da mesma forma se se ofende judeus e cristãos. Há medo, medo da liberdade.

Notas:
1. O Nestorianismo é uma doutrina cristã, nascida no Século V, segundo a qual há em Cristo duas pessoas distintas, uma humana e outra divina, completas de tal forma que constituem dois entes independentes. A doutrina surgiu em Antióquia e manteve forte influência na Síria, e é sustentada ainda hoje pela Rosacruz e outras doutrinas ligadas à gnose. Foi proposto por Nestório, monge oriundo de Alexandria, que assumiu o bispado de Constantinopla. Ele se opôs a Cirilo, bispo de Alexandria. No Concílio de Éfeso, em 431, resolveu-se adotar como verdade de fé a doutrina proposta por Cirilo, e os nestorianos foram considerados hereges.

Os nestorianos foram desterrados do Império Romano, todavia, em algumas regiões isoladas do Oriente Próximo é ainda possível encontrá-los. Os nestorianos se propagaram pela Ásia Central, chegando até a China, e durante algum tempo influenciaram os mongóis, até a conversão destes ao lamaísmo, quando abandonaram o nestorianismo. 

Atualmente subsistem as igrejas nestorianas na Índia e no Iraque (Igreja Assíria), Irã, China e nos Estados Unidos e em outros lugares onde tenham migrado comunidades cristãs dos países citados. Os nestorianos tiveram papel fundamental na conservação de antigos textos gregos que foram traduzidos para o siríaco (um ramo do arameu). Mais tarde foram traduzidos para o árabe e no século XIII para o latim.

2. Averróis ou Abu al-Walid Muhammad Ibn Ahmad Ibn Munhammad Ibn Ruchd, filósofo árabe nasceu em Córdoba, 1126 e morreu em Marrakech, 1198. Foi um dos maiores conhecedores e comentaristas de Aristóteles. Aliás, o próprio Aristóteles foi redescoberto na Europa graças aos comentários de Averróis que muito contribuíram para a recepção do pensamento aristotélico. Averróis também se ocupou com astronomia, medicina e direito canônico muçulmano.
* Eduard Yitzhak é escritor e um dos principais colaboradores do website Es-Israel (www.es-israel.org), parceiro do jornal Visão Judaica.


sábado, 18 de janeiro de 2014

A verdade sobre a "civilização árabe"

Esta carta foi enviada a Carly Fiorina, CEO [Chief Executive Officer] da "Hewlett Packard Corporation", em resposta a um discurso dado por ela no dia 26 de Setembro de 2001.



Por Peter BetBasoo - 7 de Novembro de 2001

Cara Senhora Fiorina:

Foi com grande interesse que li o seu discurso dado no dia 26 de Setembro de 2011, com o título "Technology, Business and Our way of Life: What's Next" [sic]. Fiquei particularmente interessado na história que você contou no final do seu discurso em torno da civilização Árabe/Muçulmana. Como um Assírio, não-Árabe, nativo do Médio Oriente cujos ancestrais remontam a 5,000 antes de Cristo, quero esclarecer alguns pontos que você fez nesta pequena história, e alertá-la para os perigos de ser involuntariamente atraída para a ideologia Arabista/Islamita, que tem como propósito assimilar todas as culturas e religiões para dentro da "pasta" Árabe/Islâmica.

Sei que você é uma mulher ocupada, mas por favor separe 10 minutos para ler o que se segue uma vez que é uma perspectiva que você dificilmente obterá em algum outro lugar. Irei responder aos pontos específicos que você levantou no seu discurso, e concluir com uma breve perspectiva desta ideologia Arabista/Islamita.

Os Árabes e os Muçulmanos apareceram na cena mundial em 630 A.D. quando os exércitos de Maomé começaram a conquistar o Médio Oriente. Temos que ser bastante claros em ver que isto foi uma conquista militar, e não uma iniciativa missionária, e que através do uso da força, autorizada por uma declaração de Jihad contra os infiéis, os Árabes/Muçulmanos foram capazes de converter e assimilar os não-Árabes para o seu grupo. Muito poucas comunidades indígenas sobreviveram a isto - maioritariamente Assírios, Judeus, Arménios e Coptas (do Egipto).

Havendo conquistado o Médio Oriente, os Árabes colocaram estas comunidades sob um sistema de governo com o nome de "Dhimmi" (ver o livro "Dhimmi", por Bat Ye'Or), onde estas comunidades tinham permissão para se governarem como uma minoria religiosa (Cristãos, Judeus, Zoroastristas). Estas comunidades tinham, no entanto,  que pagar um imposto (com o nome de Jizya em arábico) que era, para todos os efeitos, uma penalização por não serem Muçulmanos, e era normalmente 80% do rendimento em tempos de tolerância, e 150% em épocas de opressão. Esta imposto forçou muitas comunidades a converterem-se ao islão, tal como era suposto.
Você diz:

Os seus [dos Árabes/Muçulmanos] arquitectos construíram edifícios que desafiavam a gravidade.

Não sei bem do quê é que você está a falar, mas se por acaso você tem em mente as abóbadas e os arcos, a inovação fundamental arquitectónica de se usar a forma parabólica em vez da forma circular nestas estruturas foi feita pelos Assírios cerca de 1300 anos antes, tal como pode ser confirmado pelos registos arqueológicos.
Você diz:

Os seus matemáticos criaram a álgebra e os algoritmos que permitiriam mais tarde a construção de computadores, e a criação de criptografia.

As bases fundamentais da matemática moderna foram estabelecidas não centenas mas milhares de anos antes pelos Assírios e pelos Babilónios, que já conheciam o conceito do zero, já usavam o Teorema de Pitágoras e muitos outros desenvolvimentos expropriados pelos Árabes/Muçulmanos (ver "History of Babylonian Mathematics", Neugebauer).

Você diz:

Os seus médicos examinaram o corpo humano e descobriram novas curas para as doenças.

A maior parte destes médicos (99%) eram Assírios. Durante o 4ª, o 5ª e o 6ª séculos os Assírios começaram uma tradução sistemática do corpo de conhecimento Grego para o Assírio. Inicialmente eles concentraram-se nos trabalhos religiosos, mas rapidamente passaram para a ciência, a filosofia e a medicina. Sócrates, Platão, Aristóteles, Galeno e muitos outros foram traduzidos para o Assírio, e do Assírio para o Arábico.

Foram estas traduções Arábicas que os Mouros trouxeram para a Espanha, e que os Espanhóis traduziram para o latim e espalharam por toda a Europa, dando assim início ao Renascimento Europeu.

Por volta do século 6, os Assírios começaram a exportar de volta para Bizâncio os seus próprios trabalhos de ciência, filosofia e medicina. Na área da medicina, a família Assíria com o nome de Bakhteesho produziu 9 gerações de médicos, e fundaram a grande escola de medicina em Gundeshapur (Irão). Também na área da medicina, o livro de medicina centrado na oftalmologia escrito em 950 AD pelo Assírio Hunayn ibn-Ishaq foi a fonte autoritária do tópico até 1800 AD.

Na área da filosofia, o filósofo Assírio Job of Edessa desenvolveu uma teoria física para o universo (na língua Assíria) que rivalizou com a teoria de Aristóteles, e que buscou forma de substituir a matéria com forças (teoria que antecipou algumas ideias da mecânica quântica, tais como a criação e a destruição espontânea que ocorrem no vácuo quântico).

Uma das maiores realizações Assírias do 4ª século foi o estabelecimento da primeira universidade do mundo. A Escola de Nisibis, que tinha três departamentos, Teologia, filosofia e medicina, tornou-se num imã e centro de desenvolvimento intelectual no Médio Oriente. Os estatutos da Escola de Nisibis, que foram preservados, tornaram-se mais tarde no modelo sobre o qual a primeira universidade Italiana se baseou (ver "The Statutes of the School of Nisibis", por Arthur Voobus).

Quando os Árabes e o Islão varreram o Médio Oriente por volta de 630 AD, eles encontraram 600 anos de Civilização Cristã Assíria, com uma rica herança, uma cultura altamente desenvolvida e instituições de ensino avançados. Foi esta civilização que se tornou na base da civilização Árabe.

Você declara:

Os seus astrónomos olharam para os céus, deram nomes às estrelas, e pavimentaram o caminho para as viagens e para as explorações espaciais.

Isto é ligeiramente melodramático. Na verdade, os astrónomos dos quais você se refere não eram Árabes mas Caldeus e Babilónios (da parte que é hoje o Sul do Iraque), que há milénios eram conhecidos por serem astrónomos e astrólogos, e que foram Arabizados e Islamizados à força - tão rapidamente que por volta de 750 AD eles tinham desaparecido completamente.

Você declara:

Os seus escritores criaram milhares de histórias. Histórias de coragem, romance, e magia. Os seus poetas falaram de amor quando os outros estavam demasiado imersos no medo para falar de tais coisas.

Há muito pouco literatura na língua árabe que procede do período do qual você se refere (sendo o Alcorão a única obra de literatura significativa), enquanto que a produção literária dos Assírios e dos Judeus era enorme. O terceiro maior corpo de literatura Cristã, depois do Latim e do Grego, foi feita pelos Assírios na língua Assíria (também conhecida como "Siríaco"; ver aqui.)

Você declara:

Enquanto que as outras nações tinham receio das ideias, esta civilização prosperou por causa delas, e manteve-as vivas. Quando os censuradores ameaçaram apagar o  conhecimento das antigas civilizações, esta civilização manteve o conhecimento vivo e passou-o aos outros.

Este ponto que você levanta é muito importante, e é o cerno do que a civilização Árabe/Islâmica representa.

Eu revi um livro com o nome "How Greek Science Passed to the Arabs", onde o autor lista importantes tradutores e interpretadores da ciência Grega. Dos 22 estudiosos listados, 20 eram Assírios, 1 era Persa e 1 era Árabe. No final da minha revisão, declarei:

A conclusão saliente que pode ser feita do livro de O'Leary é que os Assírios desempenharam um papel significante na construção do mundo islâmico através do corpo de conhecimento dos Gregos. Se isto é assim, temos que perguntar o que foi que aconteceu com as comunidades Cristãs que fez com que elas perdessem todo este grande empreendimento intelectual que elas haviam estabelecido. O mesmo pode ser perguntado sobre os Árabes. Infelizmente, o livro de O'Leary não responde a esta pergunta, e como tal, temos que procurar respostas noutros sítios.

Eu não respondi a esta pergunta que coloquei na minha revisão porque não era o lugar próprio para a responder, mas a resposta é bastante clara.

A comunidade Assíria foi drenada da sua população através da conversão forçada para o islão (através da jizya), e mal a comunidade foi reduzida para abaixo dum limiar crítico, ela parou de produzir os grandes estudiosos que eram a força condutora da civilização islâmica. e foi aí que a assim chamada "Idade de Ouro do Islão" chegou ao fim (por volta de 850 AD).

A própria religião islâmica foi significativamente moldada pelos Assírios e pelos Judeus (ver "Nestorian Influence on Islam" e "Hagarism: the Making of the Islamic World").

A civilização Árabe/Islâmica não é uma força de progresso mas sim força de retrocesso; ela não dá ímpeto, ela atrasa. A grande civilização que você descreve não era Árabe/Muçulmana mas sim uma civilização baseada nos avanços Assírios - avanços esses que foram expropriados e subsequentemente perdidos quando eles [os Muçulmanos] usaram as conversões forçadas para o islão como forma de drenar a fonte de vitalidade intelectual que impulsionou a tal civilização "Arabe/Islâmica".

Você declara:

E muito provavelmente podemos aprender uma lição do seu [Suleiman] exemplo: foi uma liderança baseada no mérito e não na herança. Foi uma liderança que aproveitou todo o potencial da população diversa que incluíam tradições Cristãs, Islâmicas e Judaicas.

Na verdade, os Otomanos eram extremamente opressivos em relação os não-Muçulmanos. Por exemplo, rapazes Cristãos eram levados à força das suas famílias - normalmente com idades dos 8 aos 10 -  e introduzidos os janízaros, (yeniceri em Turco) onde eles eram islamizados e forçados a combater do lado dos Otomanos.

Que empreendimentos artísticos e científicos podem ser atribuídas aos Otomanos? Podemos, por outro lado, apontar para o genocídio de 750,000 Assírios, 1,5 milhões de Arménios, e 400,000 Gregos durante a Primeira Grande Guerra sob o governo dos "Jovens turcos" Kemalistas. Esta é a verdadeira face do islão.

Os Árabes/Muçulmanos estão envolvidos numa campanha explícita de destruição e expropriação de culturas, comunidades, identidades e ideias. Sempre que a civilização Árabe/Muçulmana se depara com uma civilização não-Árabe/não-Muçulmana, ela tenta destruir (tal como as estátuas Budistas foram destruídas no Afeganistão, tal como Persépolis foi destruída pelo Ayotollah Khomeini). Este é um padrão que tem sido recorrente desde o advento do islão - há cerca de 1400 anos - e está amplamente confirmado pelos registos históricos.

Se a cultura "estrangeira" não pode ser destruída, ela é então expropriada, e os historiadores revisionistas alegam que era uma civilização Árabe, como aconteceu no seu discurso com a maior parte das realizações "Árabes". Por exemplo, os textos em torno da história dos Árabes no Médio Oriente ensinam que os Assírios eram Árabes, quando nenhum estudioso respeitável afirmaria tal coisa, e nenhum Assírio vivo o aceitaria.

Os Assírios estabeleceram-se inicialmente em Nínive (uma das maiores cidades Assírias) por volta de 5000 AC, o que é 5630 anos antes dos Árabes chegarem a essa área. A própria palavra "Árabe" é uma palavra Assíria que significa "Ocidental" (a primeira referência escrita foi feita pelo Rei Assírio Senaqueribe, onde ele fala de conquistar os  "ma'rabayeh" -- Ocidentais. Ver "The Might That Was Assyria", por H. W. F. Saggs).

Até nos Estados Unidos esta política de Arabização continua. No dia 27 de Outubro uma coligação de 7 organizações Assírias e Maronitas enviou uma carta carta oficial ao "Instituto Árabe Americano" pedindo-lhes que parassem de identificar os Assírios e os Maronitas como Árabes, coisa que eles faziam de um modo deliberado.

Existem minorias e nações que lutam para sobreviver no oceano Árabe/Muçulmano do Médio Oriente e em África (Assírios, Arménios, Coptas, Judeus, Sul-Sudaneses, Etíopes, Nigerianos....) e como tal temos que ser muito sensíveis para que, inadvertidamente e involuntariamente, ofereçamos o nosso apoio ao fascismo islâmico e ao imperialismo Árabe na sua tentativa de erradicar todas as outras culturas, religiões e civilizações.

Cabe a cada um de nós fazer o nosso trabalho de cada e a nossa pesquisa sempre que fazemos declarações e discursos sobre temas sensíveis.

Espero que esta informação lhe seja iluminadora. Para mais informação, refira-se aos links mais em baixo. Você pode-me contactar no email keepa@ninevehsoft.com para mais questões.

Obrigado pelas suas considerações.

Links:

Brief History of Assyrians | Assyrian International News Agency | Assyrian American National Federation  | Assyrian Academic Society | Zinda Magazine Beth Suryoyo | Nineveh Online | World Maronite Union  | Maronite Research Council | World Lebanese Organization | Coptic Web
...........................

Entrevista ao autor do texto

domingo, 23 de dezembro de 2012

Historicidade selectiva

Quando os académicos maometanos acusam o Ocidente de "agressão", eles esquecem-se de levar em conta o facto do islão só existir em algumas áreas do globo precisamente devido à jihad - guerra violenta com o propósito de expandir o domínio islâmico.
A História há muito que deixou para trás os ataques islâmicos à Europ,a que duraram do século 7 até ao século 20, mas fixou-se nas Cruzadas Cristãs na Terra Santa, que duraram só entre o período que vai do século 11 ao século 12.

Podemos dizer que a perspectiva histórica neste ponto está totalmente desfocada. . . . .  A sua visão das Cruzadas, e a sua visão da colonização posterior,  afectaram gravemente as atitudes e o pensamento político dos muçulmanos, particularmente a atitude dos muçulmanos do Médio Oriente em relação ao Ocidente Cristão. 


Quando acusam o Ocidente de imperialismo, os muçulmanos encontram-se obcecados com as Cruzadas Cristãs, mas esqueceram-se da sua jihad (comparativamente maior).
Paul Fregosi, historiador e autor de "Jihad in the West"

Vitória Cristã em Lepanto (1571)
Fonte

* * * * * * *
O motivo que leva os maometanos a colocar de lado a sua jihad é o facto dela ter aprovação islâmica; de maneira nenhuma um muçulmano pode criticar a ofensiva islâmica contra o Ocidente sem, com isso, entrar em rota de colisão com os ensinamentos islâmicos.

Os muçulmanos, tal como todos os membros de movimentos politicos que visam o poder total, usam e abusam da dualidade de critérios porque eles realmente acreditam que a sua violência é "justificada". Por exemplo, nenhum muçulmano condenará coisas como esta:
"Foi narrado por 'Umar b. al-Khattib que ele ouviu o mensageiro de Allah (que a paz esteja com ele) dizer:
"Vou expulsar os Judeus e os Cristãos da Península Árabe e não vou deixar mais ninguém a não ser muçulmanos." (Fonte)
Portanto, as suas acusações de violência Cristã são hipocrisia; eles não são realmente contra a violência, mas sim contra a violência que não ajuda o islão.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

O islamismo de Leonardo Da Vinci

O livro de Morteza Khalaj Amirhosseini “Leonardo Da Vinci’s Drawings” contém os seus melhores desenhos bem como uma biografia detalhada do eminente artista. Tendo como base fontes válidas, o livro "prova" que Da Vinci havia-se convertido.

Amirhosseini acrescentou:

Preparei o livro de modo a abordar as necessidades dos estudantes de arte uma vez que não existia livro compreensivo algum disponível no Irão. Nós temos que conhecer um artista pelo seu trabalho, mas infelizmente, no Irão, Da Vinci é apenas um ícone com popularidade mitológica.
Amirhosseini prosseguiu afirmando que o livro apresenta uma biografia integral de Da Vinci onde, supostamente com base em fontes primárias, é demonstrado que o artista se havia convertido ao islão. No entanto, diz o autor, o ocidente prefere manter um silêncio em torno deste assunto.

Ele diz:

Um escritor francês do século 19 analisou o assunto (em torno da conversão de Da Vinci) num tratado, mas o ocidente baniu a publicação deste tratado.

* * * * * * *

O activistas homossexuais afirmam que Leonardo era homossexual ao mesmo tempo que os maometanos afirmam que ele era muçulmano. Se calhar ele era um homossexual muçulmano?

Oh, a ironia!

É curioso que os maometanos nunca afirmem que monstros e sádicos como o Marques de Sade ou o nacional-socialista Adolf Hitler se tenham convertido ao islão.

Outra coisa que é preciso levar em conta é que, mesmo que Leonardo fosse maometano ou homossexual de forma alguma isto valida o maometanismo ou o homossexualismo.

Converteu-se ao islão depois de morrer.

domingo, 2 de outubro de 2011

Os muçulmanos não "salvaram" a literatura helénica da destruição


Um comentador deste blogue foi enganado por uma lenda bastante popular, subscrita por muitos membros da comunidade historicamente iletrada:
Se não fossem os malditos muçulmanos, nós não teríamos a fantástica literatura antiga!!! Sabias que eles preservaram-na para nós? Oh, não sabias, pois não?

Não só eles preservaram aquela porcaria toda, mas contribuíram muito para a matemática, medicina e ciência (isto, ironicamente, numa altura em que a Europa atravessava um caos total, cheia de corpos em decomposição).

É sempre interessante receber o que supostamente seria uma aula de História de alguém que nada sabe acerca Império Romano Oriental

A ideia da "transmissão dos clássicos por parte dos árabes" é falsa, como deveria ser óbvio para aqueles cientes que a maioria dos antigos textos perdidos para o Ocidente foram "descobertos" na Espanha conquistada e não no Médio Oriente.

Para além disso, é sobejamente conhecido que os muçulmanos não contribuíram muito durante o período em que eles possuíram os clássicos gregos (e os latinos pós-imperiais não os tinham consigo).

A transmissão dos clássicos por parte dos árabes é um mito comum e persistente onde se diz que autores como Avicenna e Averroes "salvaram" os trabalhos de Aristóteles e dos outros filósofos gregos da destruição.

De acordo com o mito, estes trabalhos teriam sido destruídos durante o longo período da Idade das Trevas europeia (entre o 5º e o 10º séculos) se os filósofos islâmicos não os tivessem preservado e traduzido para o arábico - apenas para serem transmitidos aos filósofos latinos do Ocidente depois da reconquista de Espanha durante os séculos 12 e 13.

Isto está incorrecto. Na verdade, foram os Bizantinos do Oriente que salvaram o conhecimento antigo dos gregos na língua original, e os primeiros textos latinos a serem usados foram traduções do grego (século 12)


segunda-feira, 15 de agosto de 2011

sábado, 12 de fevereiro de 2011

"Os Judeus e os Cristãos distorceram o que Allah revelou"

Os ensinamentos islâmicos apropriam-se de quase todas as figuras do Judaísmo e do Cristianismo e constroem-nos como "mensageiros do islão". Quando um porta-voz nos diz que os muçulmanos "seguem os ensinamentos" de Abraão, Moisés e do Senhor Jesus, e acreditam no Torah (Taurat) e no Evangelho (Injil), o que eles querem dizer é:
  • Nós acreditamos nos ensinamentos contidos nas versões inadulteradas desses livros, e não nas cópias actuais.

Segundo a mitologia islâmica, as versões "originais" (que, antes de terem sido falsificadas, estavam de acordo com os ensinamentos do Alcorão) continham, por exemplo, referências a vinda futura de Muhammad, e não continham versos como João 3:16 ("Porque Deus amou o mundo de tal forma que deu o Seu Filho Unigénito para que todo aquele que Nele creia não pereça mas tenha a vida eterna").

Ignoremos por uns instantes a tarefa hercúlea que seria remover de todo o planeta os islamicamente correctos Torah e Evangelhos. Só o facto de ter que se entrar em contacto com toda a Diáspora Judaica e comunidades cristãs remotas seria quase impossível.

Garantir o silêncio dos envolvidos na conspiração, e certificar-se que nenhum judeu ou cristão piedoso ficaria com algum original, seria igualmente problemático. O controle de qualidade de forma a garantir que as novas versões do Torah e dos Evangelhos fossem distorcidas exactamente da mesma forma seria um pesadelo.

Por último, porque é que os de outro modo piedosos leitores do Torah e dos Evangelhos escolheriam Muhammad - e só Muhammad - como objecto de conspiração e distorção em relação à sua inevitável vinda?

Apesar destas dificuldades, o mundo islâmico não só acredita piamente que isto é verdade, como usa estes mitos como justificação para a perseguição violenta aos judeus e aos cristãos.

Para piorar as coisas, nós temos um membro de alta patente do comité Europeu das Fatwas a apoiar abertamente tal mitologia.


As perguntas que eu gosto de fazer aos muçulmanos são:

  • Onde está a Bíblia (Torah e o Evangelho)* "original"?
  • Se ela não existe, como é que os muçulmanos sabem onde estão as adulterações?
  • Quando é que foram adulterados os Evangelhos? Logo no primeiro século? Portanto, enquanto fugiam das lanças dos pagãos romanos, ou enquanto eram lançados nos coliseus pagãos, os cristãos encontraram tempo para remover os versos que (surpresa!) estariam 100% de acordo com o islão?
  • Será que para os muçulmanos o único critério para demonstrar "falsificação" é a existência do Alcorão?

O que eles fazem essencialmente é usar uma forma de pensamento circular muito comum entre os muçulmanos:

  • [Muçulmano] O Alcorão foi enviado Pelo Mesmo Deus que enviou o Torah e os Evangelhos.
  • [Judeu/Cristão] Mas o Alcorão é totalmente diferente do Torah e dos Evangelhos.
  • [Muçulmano] Mas isso é porque a Bíblia foi adulterada.
  • [Judeu/Cristão] Como é que sabes que a Bíblia foi alterada?
  • [Muçulmano] Porque não está de acordo com o Alcorão.
  • [Muçulmano] Ah, não, isso é impossível porque Muhammad era um verdadeiro profeta. Até a Bíblia tem profecias sobre a sua vinda futura.
  • [Judeu/Cristão] Não há nenhuma referência Bíblica sobre a vinda futura dum profeta árabe.
  • [Muçulmano] Mas isso é porque a Bíblia foi alterada. A Bíblia original tinha profecias de Muhammad.
  • [Judeu/Cristão] Como é que sabes disso?
  • [Muçulmano] Precisamente porque o Alcorão diz que as Escrituras prévias anunciavam a vinda de Muhammad.

Etc, etc. Este tipo de revisionismo histórico é muito comum com partidos políticos que tentam aumentar a sua legitimidade com referência ao passado. Supostamente o que eles fazem hoje era "aludido" no passado. O facto de hoje não encontrarmos esse tal "passado" nos livros de História é porque houve "distorção" ou "adulteração" das fontes "originais".

O islão, como movimento político que é, apenas segue a mesma linha de pensamento.


* Os muçulmanos acreditam que a Bíblia é apenas Torah + Evangelho. Eles não estão cientes que, embora os judeus muitas vezes usem o termo "a Lei" para identificar toda a Bíblia Hebraica (exemplo seguido pelo Senhor e os Seus Discípulos), o Torah são "apenas" os primeiros livros da Bíblia Hebraica.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

ShareThis