MITOS ISLÂMICOS

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quinta-feira, 14 de maio de 2015

Muçulmano argelino quer transformar igrejas em mesquitas

Segundo Abdel Fattah Zarawi, o líder maometano do partido Salafista, também conhecido como "Frente Livre da Argélia", todas as igrejas Cristãs que ainda existem nesta nação do norte de África têm que ser fechadas e re-abertas como mesquitas.

Embora o encerramento, destruição ou transformação de igrejas Cristãs em mesquitas seja uma práctica tão antiga como o islão - a Argélia era de maioria Cristã quando o islão invadiu e conquistou o país durante o século 7 - o líder Salafista tentou enquadrar a sua proposta como uma "reacção"ou uma "queixa" contra o crescente sentimento anti-muçulmano na Europa (especialmente na França).

Iniciada nas redes sociais, a campanha Salafista contra as igrejas Argelinas chega até a apelar para a transformação das igrejas mais importantes do país em mesquitas - incluindo a Igreja Nossa Senhora de África em Argel, a Igreja de Santo Agostinho em Annaba, e a Igreja de Santa Cruz em Oran - porque "elas não têm qualquer relação com a religião dos muçulmanos Argelinos."


- - http://bit.ly/1zX2Nze

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Uma forma clara e directa de lidar com os muçulmanos é dar-lhes o mesmo tratamento que eles dão às Cristãos. A sorte [temporária] dos maometanos é que os líderes ocidentais os estão a usar como soldados rasos na guerra que a elite está a levar a cabo contra a superior civilização Cristã.

Mas mal esta elite seja substituída por líderes mais patrióticos, a "vantagem" maometana chega ao fim, e eles muito provavelmente serão tratados exactamente da mesma forma como eles tratam os Cristãos.

domingo, 26 de abril de 2015

Malásia: muçulmanos atacam igreja por esta ter uma cruz

Por Raymond Ibrahim

No dia 19 de Abril deste ano (2015), um grupo de muçulmanos composto sensivelmente por 50 pessoas manifestou-se e protestou contra uma pequena igreja Protestante em Kuala Lumpur, capital do país. O motivo da raiva islâmica era a cruz que se encontrava no topo do edifício - que entretanto foi removida durante o protesto islâmico.

Os manifestantes afirmaram que a cruz, símbolo central do Cristianismo, representava "um desafio ao islão", e poderia "influenciar a fé dos mais novos". O irmão dum inspector-general da polícia encontrava-se entre os líderes do protesto.

Um crescente número de Cristãos e de muçulmanos seculares está a manifestar as suas vozes de preocupação contra os crescentes sinais de intolerância religiosa num país que é visto como um exemplar "nação islâmica moderada".

Apesar dos protestos, os líderes Cristãos apelaram para que não fossem tomadas medidas legais contra os manifestantes - e apelaram aos Cristãos que "dessem a outra face".

O Pastor Datuk Jerry Dusing, líder da Igreja Evangélica de Borneo, disse que seria "contraproducente penalizar a ignorância com acções legais contra os manifestantes. A humilhação só gera mais ódio". Ele inocentemente acrescentou:

Estamos confiantes que se os manifestantes entendessem o verdadeiro significado da cruz, eles iriam olhar para ela como símbolo do amor e da misericórdia de Deus. A cruz não é um desafio a qualquer pessoa..... Acreditamos que é importante promover um maior entendimento entre todos os Malaios.

Olhemos para um futuro onde possamos construir um diálogo e uma harmonia religiosa na nação.

- http://goo.gl/3KkQba

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Para se saber qual é o propósito das mesquitas no Ocidente, basta ver o que os maometanos pensa das igrejas nos países islâmicos. Se a cruz é um símbolo que "desafio" o islão, então o que dizer dos minaretes nos países ocidentais? Se a cruz pode "influenciar a fé dos mais novos", pode-se dizer o mesmo de todos os símbolos islâmicos espalhados no Ocidente?

A melhor forma de lidar as minorias muçulmanos no Ocidente é dando-lhes o mesmo tratamento que os muçulmanos dão aos Cristãos nos países islâmicos.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

A importância da mesquita

Por Bill Muehlenberg

As mesquitas estão a aparecer um pouco por todo o Ocidente. É isto algo a ser aplaudido - um indicador dum multiculturalismo saudável, ou é algo a ser temido - mais um exemplo da sharia emergente e da jihad oculta? De modo a que esta questão possa ser respondida de forma correcta, temos que olhar para o papel que a mesquita tem dentro da cultura, história e teologia islâmica.

Para além disso, temos que entender que, em muitos aspectos, o islão não é como as outras religiões. Isto prende-se com o facto do islão ser, na verdade, uma ideologia política determinada a dominar o mundo inteiro. Sendo radicalmente diferente das outras religiões, podemos consequentemente esperar que os traços particulares sejam também radicalmente distintos.

Tomemos como exemplo as mesquitas islâmicas. Para a maior parte das pessoas, desconhecedoras da forma de pensar islâmica, a mesquita simplesmente é um local de oração, semelhante à igreja Cristã ou à sinagoga dos Judeus. Infelizmente, isto não é verdade, visto que, por vários motivos, a mesquita é totalmente diferente duma igreja ou duma mesquita.

Mas antes de falarmos detalhadamente, irei alargar a área de análise das minhas deliberações. A verdade dos factos é que, quando o islão chega a um país não-muçulmano, muitas coisas começam a ocorrer e maior parte das pessoas nem ficam a saber. Embora muitos muçulmanos possam imigrar para os países não-islâmicos para fugir à pobreza, ou por motivos pessoais e económicos, nem todos imigram por estes motivos.

Muitos muçulmanos chegam ao Ocidente como parte da da’wa islâmica, ou em missão; eles têm como propósito atingir o mundo inteiro para o islão, mas ao contrário dos Cristãos, que também querem atingir o mundo inteiro para a sua fé, o islão não aceita uma separação entre a igreja e o estado, ou entre a mesquita e o estado. No islão, é tudo a mesma coisa, e como tal, propagar o islamismo significa propagar um estilo de vida total, incluindo os aspectos políticos, culturais e legais. Logo, a imigração islâmica não é idêntica à imigração de pessoas com outra religião.

Um livro importante em torno disto tudo chama-se "Modern Day Trojan Horse: The Islamic Doctrine of Immigration." Escrito por ex-maometano, Sam Solomon, e por E. Al Maqdisi (ANM Publishers, 2009), o mesmo é um livro muito revelador sobre a forma como os muçulmanos no Ocidente estão a estabelecer uma base de poder político como forma de trabalhar para a futura tomada do poder na nação anfitriã.

A estratégia, tal como detalhada pelos autores, é bastante simples: estabelecer uma praça de armas na nação não-islâmica, consolidar os ganhos, forçar por uma cultura distinta e isolada, e trabalhar em favor da criação dum sistema legal distinto, dum sistema financeiro distinto, por um sistema dietético distinto, e assim por adiante. O propósito é impedir a adaptação e a adopção dos valores e das crenças da cultura anfitriã, e em vez disso, obter o poder total na nação, e impingir os valores e as crenças nos kaffirs (infiéis). O propósito é, essencialmente, o estabelecimento dum califado universal, e a propagação da lei islâmica por todo o globo.

O papel da imigração é, portanto, crucial, algo que remonta até aos dias de Maomé. É preciso levar em conta que a imigração (Héjira) de Maomé de Mecca para Medina (em 622 AD) é o evento mais imporatnte do calendário islâmico visto que foi por essa altura que teve início a propagação do islão através da espada e da conquista. A Héjira "alterou o estatuto do islão como religião, e dos muçulmanos como comunidade, transformando-os da posição de pessoas fracas para um poderosa entidade política . . . e, por fim, num poderoso estado político soció-religioso". Portanto, a imigração islâmica ainda é vista como bastante importante nos dias de hoje.

Um papel importante no meio disto tudo é desempenhado pela mesquita. Tal como escrevem os autores, "as mesquitas são o coração da comunidade. A mesquita é a infraestrutura mais crucial para o desenvolvimento da comunidade islâmica, Construir mesquitas é uma estratégia que tem em vista a emulação e a imitação de Maomé." Eles detalham a forma como o processo funciona:

O sistema de consolidação da comunidade islâmica opera através de redes de voluntários e outras pessoas "piedosas" pagas que agem como oficiais de conexão da comunidade ou da mesquita, e que observam atentamente a comunidade, policiando a chegada de novos imigrantes. O propósito maior é inicialmente e principalmente o de consolidar a comunidade islâmica já existente, e só depois de serem bem sucedidos nesta fase é que será possível declarar e militar em favor da sharia e em favor da obtenção de estatuto especial para a comunidade islâmica.O primeiro princípio fundamental para a criação duma bem sucedida e visível sociedade islâmica é ser distinto e separado.

Embora eu recomende a todos os cidadãos preocupados que obtenham uma cópia deste livro, um curto artigo em torno do mesmo tema pode ser disponibilizado aqui. Janet Levy escreveu um artigo importante com o título de “A Mosque Is Not Like a Church or a Synagogue”. Discutindo a situação Americana, ela escreve:

A mesquita é um símbolo desta autoridade máxima, e tem como função organizar todos os aspectos da comunidade muçulmana. As mesquitas são feitas segundo o modelo da primeira mesquita feita por Maomé em Medina - que era local de governo, centro de comando, tribunal, escola, centro de treino militar, e depósito de armas.  Hoje em dia, os líderes das mesquitas emitem decretos religiosos, fazem cumprir a doutrina islâmica, monitorizam os comportamentos, disponibilizam treinamento, punem os transgressores, comandam as acções, incluindo o requerimento de levar a cabo a jihad.

Devido a isto, a mesquita "é totalmente diferente das igrejas e das sinagogas, entidades que servem as suas comunidades segundo a leu da terra, e ambas são fortalecidas e controladas pela Primeira Emenda da Constituição. Segundo a Establishment Clause dessa emenda, o governo está proibido de estabelecer uma religião estatal ou de dar tratamento preferencial a uma religlião sobre a outra."

Mas nos...

....países muçulmanos, não existe uma separação entre a mesquita e o estado. A doutrina islâmica, ou a sharia, controla todos os aspectos da existência duma pessoa - desde a forma certa de usar a casa de banho até às formas permitidas de se dizer mentiras, ou taquiya. Para os muçulmanos, Maomé é o homem perfeito, cujos exemplos têm que ser emulados, embora segundo os padrões Judaico-Cristãos ele tenha sido um genocida, um pedófilo, um violador, um torturador, e um saqueador.

Para além disso, a doutrina islâmica é imutável, e qualquer crítica às tradições e às prácticas de Maomé são qualificadas de apostasia, puníveis com a morte. Não existe um livre arbítrio individual, nem é permitido, quando se fala nas prácticas e nas observâncias. A sharia tem que ser rigorosamente seguida.

Ela conclui:

A natureza radical das mesquitas Americanas foi confirmada em 2005 com um estudo levado a cabo pela Freedom House, ‘Saudi Publications on Hate Ideology Invade American Mosques,’ onde se ficou a saber que 80% das mesquitas Americanas encorajam os muçulmanos a trabalhar para o estabelecimento dum estado islâmico, e promovem o ódio e a intolerância para com os não-muçulmanos.

Segundo um antigo agente do FBI e perito no islão - John Guandolo - temos mais de 2,000 assim-chamados centros islâmicos por toda a América construídos à imagem da primeira mesquita em Medina. Estes centros islâmicos podem ser comparados a centros de comando militar que propagam a ideologia da jihad e servem como centros de processamento para treinamento jihadista, afirma Guandolo.

Tendo em vista o propósito declarado e a ideologia de apoio da proliferação de mesquitas, sería aconselhável levarmos em conta as palavras do antigo muçulmano e professor da lei sharia, Sam Solomon, que declara:  'Nunca nos podemos esquecer que o islão é um sistema ideológico abrangente, e como tal, onde quer que exista uma comunidade muçulmana, existirá a sharia, e onde quer que a sharia exista, existirá a islamização do território e, por fim, da nação.'

Em vez de permitirmos a construção de mega-mesquitas aqui nos Estados Unidos, deveríamos colocar um ponto final nos projectos de construção actuais, e considerar de modo sério o encerramento das já existentes como forma de impedir a proliferação duma ideologia que publicamente se comprometeu em destruir os Estados Unidos.

A situação dos Estados Unidos não é diferente do que ocorre aqui na Austrália. A natureza radicalmente diferente da mesquita significa que temos que olhar para ela de modo crítico, e olharmos com suspeição os planos de construção de novas mesquitas. A liberdade, a democracia, e a separação entre o estado e a religião encontram-se em risco aqui se não nos mantivermos vigilantes em relação a isso.

- http://goo.gl/s6eYAh.

domingo, 13 de abril de 2014

Mulher converte-se ao islamismo e descobre o que o islão pensa das mulheres

Quando Matea se converteu ao islão, em Dezembro de 2013, ela ansiava juntar-se à vida da sua mesquita local. Hoje, Matea, e tal como muitas mulheres muçulmanas, está desapontada.

Falando para a "Women's eNews" durante uma discussão organizada na semana passada pela "Women in Islam" (organização que luta por melhorar as mulheres maometanos através da práctica e do conhecimento do islão), ela afirma:

Quando me converti ao islão, queria fazer parte do ambiente da mesquita. Mas fui para a mesquita e o que descobri foi um ambiente não muito acolhedor para as mulheres.

Matea não queria que o seu nome fosse revelado.

Os espaços são separados, há quartos diferentes e por vezes esses quartos são no porão... E como convertida, isto tudo parece-te estranho. Estou habituada a ir à igreja onde todos fazem parte da mesma comunidade. Pode-se ver o pregador, e podemos ouvir muito bem o sermão.

Está-se a gerar um momentum que visa melhorar os espaços de reza destinados às mulheres dentro das mesquitas. Durante o ano passado, Hind Makki, residente de Chicago que se identifica como educadora inter-religiosa e activista comunitária, deu início a um projecto no Tumblr e no Facebook com o nome de Side Entrance, convidando pessoas de todo o mundo a partilhar fotos das mesquitas onde congregam de forma a mostrar as diferenças entre as áreas reservadas aos homens e as áreas destinadas às mulheres. A nota introdutória do projecto Side Entrance no Tumblr diz:

Mostramos o bonito, o adequado e o patético.

Makki está esperançosa que o site Side Entrance ajude mais homens muçulmanos a tomar consciência do estado dos espaços para rezas para as mulheres, e encorajá-los a juntarem-se ao apelo das mulheres para que se tomem medidas e as coisas mudem.

Numa entrevista por email, Makki disse que a chave para melhorar o tratamento dado às mulheres nas mesquitas é levar a cabo discussões alargadas que incluem líderes religiosos, arquitectos das mesquitas e maometanos comuns.

Todas as vezes que visito uma mesquita, assumo que tenho que entrar pela porta traseira ou pela porta lateral. Assumo também que o meu local de oração não é o mesmo que os homens usam, e que tenho que buscar por sinais que me levam ao porão ou ao andar da mezanino. Isto tem acontecido em quase toda as mesquitas que visitei no Canadá, nos EUA e na Europa Ocidental.

Fonte

segunda-feira, 3 de março de 2014

5 Passos para acabar com a "islamofobia"

Os grupos maometanos do mundo ocidental frequentemente levantam a bandeira da "islamofobia" como forma de enfraquecer todos os esforços que visam impedir que o código moral dos desertos da Arábia do século 7 depois de Cristo seja implantado no mundo civilizado.

Aparentemente, o facto da maioria das pessoas identificar o terrorismo com o islão não é consequência das actividades dos maometanos, mas sim da nossa forma hitleriana de olhar para os actos destes. Isto por sua vez, dizem eles, leva a marginalização de pessoas que doutro modo não seguiriam o caminho da jihad mas sim o caminho da paz, da harmonia e do amor (embora a jihad seja uma obrigação para todos os maometanos que têm essa possibilidade).

O problema, claro está, é que, para além da "islamofobia" ser uma palavra sem qualquer tipo de definição coerente, é profundamente ilógico atribuir culpas aos não-maometanos pela desconfiança que estes nutrem pelos maometanos - e pela religião islâmica em si - quando os actos islâmicos justificam na perfeição a desconfiança ocidental. Para além disso, não há qualquer tipo de evidência que confirme a tese de que a alteração do comportamento dos não-maometanos de alguma forma acabará com a mitológica "islamofobia".

Em vez disso, existem, sim, alguns passos que, a serem tomados, reduzirão drasticamente a desconfiança que os ocidentais têm do islão. Eis aqui algumas coisas que os maometanos podem fazer entre si para reduzir a "islamobia":
  1. Foquem a vossa indignação nos maometanos que levam a cabo actos de violência no nome do islão, e não nos não-maometanos que os reportam.

  2. Renunciem a título definitivo, sincero e honesto, e com actos claros e não com palavras de conforto, não ao "terrorismo", mas sim ao desejo de substituir as constituições ocidentais (ou as constituições de qualquer país não-maometano) com a Sharia, mesmo que essa substituição seja feita através de métodos pacíficos. Na mesma linha, esclareçam o que querem dizer com a matança de pessoas inocentes, declarando de forma inequívoca que os civis não-maometanos, incluindo os Israelitas, são pessoas inocentes, ensinando isso nas vossas mesquitas e escolas islâmicas, e levando a cabo um comportamento que esteja de acordo com estes novos ensinamentos.

  3. Também de uma forma sincera e honesta, transparente e observável, ensinem nas vossas mesquitas e nas escolas islâmicas o imperativo dos maometanos coexistiram de uma forma pacífica, e como iguais, com os não-maometanos, e a título indefinido; e vivam de acordo com esta posição.

  4. Ensinem de uma forma sincera, e em todas as mesquitas do mundo, ideias contra a jihad violenta e contra o supremacismo islâmico.

  5. Trabalhem de uma forma honesta e activa com as forças de segurança do ocidente na identificação e apreensão de jihadistas dentro das comunidades maometanas no mundo ocidental.
Se os maometanos levarem a cabo estes cinco passos, voilá! A "islamofobia" desaparece. Mas, claro está, as organizações maometanos sabem que é virtualmente levar a cabo tais ensinamentos no mundo islâmico, e como tal, a "islamofobia" muito provavelmente irá continuar.

Modificado a partir do original..

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Será que existe um excesso de mesquistas em Moscovo?

O prefeito (inglês: "Mayor") de Moscovo afirmou que não há planos para a construção duma nova mesquita na cidade, afirmando ao mesmo tempo que há um "excessivo" número de migrantes económicos e que isso é "uma coisa prejudicial".

Nume entrevista feita à rádio moscovita Echo, Sergey Sobyanin afirmou o seguinte:

Ficamos a saber que os muçulmanos que rezam em Moscovo não são todos cidadãos Russos e nem são residentes em Moscovo. Eles são trabalhadores migrantes. Só 10% deles é que são residentes moscovitas e construir mesquitas para todos os que pedem - acho que seria demasiado.

Este oficial de topo continuou dizendo que

Os moscovitas ficam irritados com pessoas que falam um língua diferente, têm modos distintos e um comportamento agressivo. Isto não é algo puramente étnico mas encontra-se conectado com alguns traços étnicos.

Ao mesmo tempo, o prefeito de Moscovo afirmou que não existem enclaves étnicos na cidade, e expressou um desejo profundo que tais enclaves nunca cheguem a aparecer visto que distritos fechados como esses normalmente possuem uma taxa de criminalidade muito elevada.

Sobyanin continuou afirmando ainda que da quota actual de 200,000 operários emigrantes na cidade, só 35% eram especialistas qualificados. O oficial disse que era necessário diminuir gradualmente a porção de trabalhadores não-qualificados e acrescentou que isto só poderia ser feito se os ordenados fossem aumentados.

Segundo algumas estimativas, Moscovo tem 10 imigrantes ilegais por cada imigrante registado. Isto faz com que o número de operários imigrantes aumente bem para cima dos 2 milhões. Em 2012 as autoridades deportaram 16,000 estrangeiros da cidade por trabalharem ilegalmente.

Os muçulmanos Russos não receberam de bom grado a declaração do prefeito Sobyanin. O co-presidente do Concílio dos Muftis da Rússia, Nafigulla Ashirov , afirmou à "Russian News Service" que os muçulmanos não concordavam com os planos de Sobyanin e que, se fosse necessário, eles entrariam em contacto com o Presidente Putin como forma de requisitar algum tipo de ajuda.

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