MITOS ISLÂMICOS

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quinta-feira, 14 de maio de 2015

Muçulmano argelino quer transformar igrejas em mesquitas

Segundo Abdel Fattah Zarawi, o líder maometano do partido Salafista, também conhecido como "Frente Livre da Argélia", todas as igrejas Cristãs que ainda existem nesta nação do norte de África têm que ser fechadas e re-abertas como mesquitas.

Embora o encerramento, destruição ou transformação de igrejas Cristãs em mesquitas seja uma práctica tão antiga como o islão - a Argélia era de maioria Cristã quando o islão invadiu e conquistou o país durante o século 7 - o líder Salafista tentou enquadrar a sua proposta como uma "reacção"ou uma "queixa" contra o crescente sentimento anti-muçulmano na Europa (especialmente na França).

Iniciada nas redes sociais, a campanha Salafista contra as igrejas Argelinas chega até a apelar para a transformação das igrejas mais importantes do país em mesquitas - incluindo a Igreja Nossa Senhora de África em Argel, a Igreja de Santo Agostinho em Annaba, e a Igreja de Santa Cruz em Oran - porque "elas não têm qualquer relação com a religião dos muçulmanos Argelinos."


- - http://bit.ly/1zX2Nze

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Uma forma clara e directa de lidar com os muçulmanos é dar-lhes o mesmo tratamento que eles dão às Cristãos. A sorte [temporária] dos maometanos é que os líderes ocidentais os estão a usar como soldados rasos na guerra que a elite está a levar a cabo contra a superior civilização Cristã.

Mas mal esta elite seja substituída por líderes mais patrióticos, a "vantagem" maometana chega ao fim, e eles muito provavelmente serão tratados exactamente da mesma forma como eles tratam os Cristãos.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

O verdadeiro significado da jihad

Por Raymond Ibrahim

Um artigo recentemente publicado no jornal Egípcio Al Ahram intitulado “O Terrorismo é Jihad?", e escrito por Dr. Abdul Fatah Idris (perito na lei islâmica), fornece-nos lições importantes - desde o facto da jihad realmente se centrar na subjugação dos não-maometanos, até ao porquê da mentalidade Ocidental ainda ser incapaz de o aceitar.

Idris, professor e presidente do Departamento de Jurisprudência Comparativa na Faculdade da Lei Sharia (Universidade de Al Azhar) é um jurista bem reputado. O seu artigo começa com ele citando varias instituições internacionais que correctamente definem o terrorismo como violência ou ameaças levadas a cabo como meio de coerção.

Idris menciona também a forma como "a Academia de Pesquisas Islâmicas, no seu relatório emitido no dia 4 de Novembro de 2001, define o terrorismo como o acto de aterrorizar pessoas inocentes e a destruição das suas propriedades, dos seus elementos essenciais de subsistência, das suas finanças, das suas pessoas, das suas liberdades e da sua dignidade humana sem justificação, e a propagação de corrupção por toda o território."

Apesar de Idris citar várias instituições internacionais, é interessante notar a forma como só a "Academia de Pesquisas Islâmicas" é que inclui as palavras "inocentes" e "sem justificação" na sua definição, ambas palavras que deixam margem de manobra para exonerar actos de terrorismo contra aqueles que são qualificados como "culpados" ou  aqueles contra quem é "justificável" dar início a ataques. Para muitos maometanos, o Ocidente está incluído neste último grupo.

De qualquer das formas, no contexto dos recentes ataques terroristas levados a cabo pela Irmandade Muçulmana por todo o Egipto - incluindo a destruição de mais de 80 igrejas Cristãs - Idris diz o seguinte:
Está, portanto, certo definir o que aconteceu [no Egipto] de terrorismo, e, tal como foi feito por alguns, não pode ser qualificado de jihad ou ribat nos caminhos de Alá uma vez que a diferença é enorme. O terrorismo é um crime - tanto segundo a Sharia tal como segundo a lei; e todas as convenções internacionais qualificam isso de crime e apelam as pessoas para lutar contra ele de todas as formas.
Até a este ponto, Idris qualifica e concorda com a definição internacional de terrorismo, e caracteriza as acções da Irmandade Muçulmana (que ele nunca identifica por nome) como actos de terrorismo.

Até aqui tudo bem.

No entanto, logo a seguir a Idris faz uma reversão completa em relação ao que ele tinha acabado de dizer:
Mas a jihad nos caminhos de Alá, para fazer a sua palavra suprema, propagar a sua religião, defender a honra da nação islâmica [umma], e responder à agressão contra os muçulmanos por toda a Terra - isto é a jihad: quando um muçulmano luta contra um infiél - sem qualquer tratado - para fazer da palavra de Alá, o Exaltado, suprema, forcando-o a combater ou a invadir as suas terras, isto é permitido segundo o consenso dos juristas [islâmicos]. De facto, isto é uma obrigação para todos os muçulmanos. 
Se os actos da jihad - o que inclui lutar contra os infiéis e partir-lhes a espinha de qualquer modo possível - são permissíveis segundo a Sharia, então é impossível defini-los como actos de terrorismo uma vez que as evidências fundamentadas na Sharia as tornaram legítimas. 
Existe uma diferença enorme entre ambas [jihad e terrorismo], e não há qualquer ligação entre o que é obrigatório [jihad] e o que é proibido [terrorismo].
Por esta altura, o confuso leitor ocidental pode-se questionar do como, exactamente, é que a jihad - "segundo o consenso dos juristas" - é diferente das definições de terrorismo mencionadas em cima. Em situações como esta, o não-maometano tem que transcender a sua epistemologia e, por alguns momentos, começar a pensar como um maometano devoto - especialmente no contexto dos pontos que se seguem:
  1. Segundo a doutrina islâmica, tal como assegura o Dr. Idris, a jihad é uma obrigação para os muçulmanos (jihad ofensiva sendo um esforço comunal enquanto que a jihad defensiva é individual). É exactamente como este perito na jurisprudência islâmica declara: "Mas a jihad nos caminhos de Alá, para fazer a sua palavra suprema, propagar a sua religião, defender a honra da nação islâmica [umma], e responder à agressão contra os muçulmanos por toda a Terra - isto é a jihad: quando um muçulmano luta contra um infiel - sem qualquer tratado - para fazer da palavra de Alá, o Exaltado, suprema, forcando-o a combater ou a invadir as suas terras..."

  2. Segundo o pensamento islâmico, a jihad ofensiva - "que inclui lutar contra os infiéis e partir-lhes a espinha de qualquer modo possível" - é vista como uma actividade altruísta para o bem do mundo. Dito de outra forma, o fim justifica os meios.
Levando em conta estes dois pontos - (1) Alá ordena os maometanos a levar a cabo a jihad e (2) essa jihad é benéfica para todos os envolvidos, um meio de levar a cabo algo glorioso, isto é, "tornar a palavra de Alá suprema" - como é que os muçulmanos podem classificar a jihad de "terrorismo" mesmo quando, do ponto de vista dum não-maometano, ela parece ser idêntica à definição internacional de terrorismo que o próprio Idris ressalvou e com a qual ele concordou?

A resposta mais directa é, a jihad não é terrorismo apenas e só porque Alá assim o diz - mesmo que no mundo real e em termos prácticos, a jihad e o terrorismo sejam idênticos. Nas palavras de Idris: "Se os actos da jihad - o que inclui lutar contra os infiéis e partir-lhes a espinha de qualquer modo possível - são permissíveis segundo a Sharia, então é impossível defini-los como actos de terrorismo."

Três pensamentos finais:
  1. Da próxima vez que vocês acharem estranho o porquê dos muçulmanos "moderados" raramente (se alguma vez) condenarem o terrorismo habitualmente cometido no nome da sua religião, tente-se lembrar do artigo escrito pelo Dr. Idris e pela sua forma de pensar.

  2. Em relação à supostamente "controversa" questão do que a jihad realmente é, qual é a voz mais autoritária: 1) Um instrutor da lei Sharia que trabalha para a universidade islâmica mais prestigiada do mundo, escrevendo em árabe para outros maometanos, 2) ou a Karen Armstrong, que escreve artigos (falando do benigno e "mal-entendido" islão) dirigidos ao público Ocidental?

  3. Porque é que o artigo de Idris não foi denunciado? Imaginem a raiva internacional que seria gerada se um teólogo Cristão escreve-se para o New York Times - que é o equivalente do Al Ahram para o Egipto - afirmando que "é uma obrigação" para os Cristãos levar a cabo uma "guerra santa" contra os infiéis não-Cristãos e "lutar ou invadir as suas terras [não-Cristãs] de modo a tornar a Palavra do Senhor Jesus suprema".
E voltamos assim para o mesmo facto lamentável: embora os mandamentos islâmicos sejam claros como a água - claramente visíveis para quem quer ver - o Ocidente não consegue aceitar a realidade, largamente graças a uma quantidade sem fim de mentirosos, ignorantes e traidores.

sábado, 16 de março de 2013

Clérigo líbio emite fatwa contra documento da ONU

O mufti al-Sadiq al-Ghiryani, o líder religioso supremo da Líbia, emitiu uma fatwah contra um recente documento das Nações Unidas - centrado nos direitos das mulheres - alegando que o mesmo é contra a Shariah.

O documento será assinado pelas nações na 57ª sessão da "Comissão do Estatuto da Mulher" este mês, segundo a Associated Press.

O ponto de argumento central do clérigo é o facto da lei islâmica favorecer as testemunhas para o divórcio, enquanto que o documento da ONU exige envolvimento judicial. Outro ponto de discórdia é a provisão do documento da ONU no que toca aos assuntos da herança, onde este declara que a mulher é igual ao homem.

Embora Al-Ghiryani afirme que a sua preocupação seja a sua ideia de que o documento coloque sobre as mulheres o fardo de também parilhar as despesas domésticas, é mais provável que ele apenas e só se sinta incomodado com o facto do documento da ONU garantir estuto idêntico entre o homem e a mulher.

Segundo a AP, outro item proibido que irritou o clérigo centra-se na forma como o documento definiu as "liberdades sexuais" e os direitos das crianças geradas fora do matrimónio.

Com o número de activistas da al-Qaeda a aumentar e a preencher o vazio deixado por Moammar Gadhafi, é muito provável que o avanço dos direitos das mulheres se tenha tornado numa batalha perdida.  

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Uma guerra entre os globalistas que controlam a ONU e o mundo islâmico vai ser interessante de seguir.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Os novos "países islâmicos"

Omar Bakri, clérigo maometano nascido na Síria, falou com o jornal búlgaro 24 Chasa e colocou no ar a possibilidade de dar início a ataques terroristas contra a Sérvia, Bulgária, Roménia, e outros países da região porque, segundo eles, esses territórios "pertecem ao islão" por via do facto de terem estado sob domínio islâmico no passado. Bakri acrescentou ainda:

Quando o islão entra num território, o mesmo torna-se islâmico; devido a isso torna-se uma obrigação islâmica libertar esse território [caso os maometanos sejam expulsos do mesmo].

A agência noticiosa Mediafax reporta também que ele listou como "territórios muçulmanos" os seguintes países: Espanha, Bulgária, Albânia, Macedónia, Sérvia, Kosovo e Bósnia.
A Espanha, por exemplo, é território muçulmano. Tal como a Europa Oriental.

Roménia, Albânia, Macedónia, Sérvia, Kosovo, Bósnia. Mas devido à sua decisão de enviar tropas para o Afeganistão e para o Iraque, e a sua cooperação com Israel, a Bulgária também é um alvo legítimo.


Bakri, que vivei em Londres durante 20 anos, foi banido de regressar a Inglaterra depois de ter abandonado o país depois dos ataques terroristas de Julho de 2005. Segundo se sabe, ele tem "fortes ligações com a Al Qaeda".

Fonte

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Usando a mesma lógica, somos levados a considerar a Síria, o Egipto, o Iraque e muitos outros países do Médio Oriente como "território Cristão" visto que num passado longínquo essas terras estavam sob o domínio Cristão. No entanto, como a "única verdadeira fé é o islão", esta lógica só se aplica para o islão - e não para as outras confissões religiosas.

Por isto (e por muitos mais) é que é difícil debater com um muçulmano uma vez que para ele, o mais importante não é o que é a verdade mas sim o que é benéfico para o islão. A lógica e a coerência não importam se isso contradiz o maometanismo.
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