MITOS ISLÂMICOS

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quarta-feira, 21 de maio de 2014

Boko Haram prova do seu próprio veneno

Um grupo organizado de aldeões matou entre 100 e 200 membros do grupo terrorista Boko Haram no que pode ser visto como uma violenta resposta às acções dos islamitas, mas também à ineficácia do exército da Nigéria. A emboscada ocorreu em Kala-Balge, no Norte do país, no estado de Borno e evitou um ataque dos terroristas planeado para várias localidades na região.

Armados com arcos e flechas, machados e facas, os residentes provocaram um enorme número de mortos, feridos e detidos entre os fundamentalistas islâmicos que têm aterrorizado o país e o mundo. Esta é a segunda vez que um ataque do grupo terrorista Boko Haram é evitado.

Há alguns meses, foi igualmente impedido o ataque à localidade de Kala-Balge, próxima da fronteira com os Camarões. Apesar do estado de emergência que foi imposto há um ano em toda a região Norte, as autoridades nigerianas mostram-se incapazes de assegurar a protecção e segurança das pessoas e bens.

Entretanto, o Parlamento da Nigéria aprovou o prolongamento da declaração de emergência nos estados de Adamawa, Yobe y Borno, a principal área de acção dos terroristas. A medida foi solicitada pelo Presidente nigeriano Goodluck Jonathan, e foi aprovada por uma larga maioria da Câmara dos Representantes.

A realidade mostra, no entanto, que a situação de insegurança se mantém, com a multiplicação nos últimos meses de ataques terroristas, roubos e sequestros. Goodluck Jonathan, de caminho para Paris onde se encontrará com François Hollande, planeou visitar Chibok, o local onde as mais de 200 meninas foram raptadas. A visita foi anulada. Por motivos de segurança.

domingo, 13 de abril de 2014

Mulher converte-se ao islamismo e descobre o que o islão pensa das mulheres

Quando Matea se converteu ao islão, em Dezembro de 2013, ela ansiava juntar-se à vida da sua mesquita local. Hoje, Matea, e tal como muitas mulheres muçulmanas, está desapontada.

Falando para a "Women's eNews" durante uma discussão organizada na semana passada pela "Women in Islam" (organização que luta por melhorar as mulheres maometanos através da práctica e do conhecimento do islão), ela afirma:

Quando me converti ao islão, queria fazer parte do ambiente da mesquita. Mas fui para a mesquita e o que descobri foi um ambiente não muito acolhedor para as mulheres.

Matea não queria que o seu nome fosse revelado.

Os espaços são separados, há quartos diferentes e por vezes esses quartos são no porão... E como convertida, isto tudo parece-te estranho. Estou habituada a ir à igreja onde todos fazem parte da mesma comunidade. Pode-se ver o pregador, e podemos ouvir muito bem o sermão.

Está-se a gerar um momentum que visa melhorar os espaços de reza destinados às mulheres dentro das mesquitas. Durante o ano passado, Hind Makki, residente de Chicago que se identifica como educadora inter-religiosa e activista comunitária, deu início a um projecto no Tumblr e no Facebook com o nome de Side Entrance, convidando pessoas de todo o mundo a partilhar fotos das mesquitas onde congregam de forma a mostrar as diferenças entre as áreas reservadas aos homens e as áreas destinadas às mulheres. A nota introdutória do projecto Side Entrance no Tumblr diz:

Mostramos o bonito, o adequado e o patético.

Makki está esperançosa que o site Side Entrance ajude mais homens muçulmanos a tomar consciência do estado dos espaços para rezas para as mulheres, e encorajá-los a juntarem-se ao apelo das mulheres para que se tomem medidas e as coisas mudem.

Numa entrevista por email, Makki disse que a chave para melhorar o tratamento dado às mulheres nas mesquitas é levar a cabo discussões alargadas que incluem líderes religiosos, arquitectos das mesquitas e maometanos comuns.

Todas as vezes que visito uma mesquita, assumo que tenho que entrar pela porta traseira ou pela porta lateral. Assumo também que o meu local de oração não é o mesmo que os homens usam, e que tenho que buscar por sinais que me levam ao porão ou ao andar da mezanino. Isto tem acontecido em quase toda as mesquitas que visitei no Canadá, nos EUA e na Europa Ocidental.

Fonte
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