MITOS ISLÂMICOS

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segunda-feira, 1 de junho de 2015

O holocausto de Hindu Kush

Por Francois Gautier

(...)
Os Hindus também sofreram um terrível holocausto, e um provavelmente sem paralelo na história da humanidade. Tomemos como exemplo Hindu Kush, que é muito provavelmente um dos maiores genocídios de Hindus. Practicamente não existe pesquisa séria em relação a ele, e nenhuma menção é feita nos livros de História.

Hindu Kush é um conjunto montanhoso com quase 1000 milhas de comprimento e 200 milhas de largura, percorrendo do nordeste ao sudoeste e dividindo o Amu Darya River Valley e o Indus River Valley. O Hindu Kush tem mais de duas dúzias de cumes com mais de 23,000 pés em altura, e historicamente esta passagem, especialmente a Passagem Khyber, tem sido duma imensa importância militar visto que eles dão acesso às planícies nortenhas da Índia.

A maior parte dos invasores estrangeiros usaram a Passagem de Khyber: Alexandre o Grande em 327 BC, Mahmud de Ghazni, em 1001 AD, Tamerlão em 1398 AD, ou Nader Shah em 1739 AD. No entanto, no primeiro milénio antes de Cristo, dois importantes reinos Hindus - Gandhaar (Kandahar) e Vaahic Pradesh (Balkh of Bactria) - tinham fronteiras que se estendiam para além do Hindu Kush.

O reino de Gandhaar, por exemplo, foi estabelecido por Taksha, neto de Bharat de Ayodhya e as suas fronteiras iam desde Takshashila (Taxila) até Tashkent (palavra que é uma corrupção de ‘Taksha Khand’), que hoje é o Uzbequistão. No período mais avançado, o Mahabharat, um dos grandes épicos da Índia fala de Gaandhaari como uma princesa de Gandhaar e do irmão dela, Shakuni como príncipe e mais tarde como governante de Gandhaar (o último rei Hindu Shahiya de Kabul, Bhimapal, foi morto 1026 AD).

Depois disto, veio o imperador Budista do 3º século antes de Cristo chamado Kanishka, cujo império se estendia desde Mathura até Aral Sea (para além do que é hoje o  Uzbequistão, Tajiquistão, e Krygzystão), e sob a sua influência, o Budismo prosperou em Gandhaar. Os dois Budas gigantes de arenito esculpidos nos penhascos de Bamian, que foram destruídos pelos Talibãs, datam do período Kanishka.

Em Persa, a palavra "Kush" deriva do verbo Kushtar – matar ou carnificina. A Encyclopaedia Americana diz o seguinte em relação ao Hindu Kush:

Literalmente, o nome significa "Mata o Hindu", um lembrete dos dias em que os escravos Hindus do subcontinente Indiano morriam sob as condições adversas das montanhas Afegãs quando eram transportados para os átrios muçulmanos  da Ásia Central.

A Encyclopaedia Britannica, por seu lado, menciona "que o nome Hindu Kush aparece pela primeira vez em 1333 AD nos escritos de Ibn Battutah, o viajante Berbere medieval, que disse que o nome significava "Matador de Hindus", um significado ainda usado pelos moradores das montanhas afegãs. (...)

O número exacto do genocídio Hindu sugerido pelo nome Hindu Kush não se encontra disponível. "No entanto," escreve o especialista do Hindu Kush Srinandan Vyas, "o número facilmente e provavelmente se centra na ordem dos milhões”.

Alguns dados históricos podem ser usados para se justificar essa estimativa. A Encyclopaedia Britannica relembra que em Dezembro de 1398 AD, Tamerlão ordenou a execução de pelo menos 50,000 cativos antes da batalha por Deli; semelhantemente, o número de cativos massacrados pelo exército de Tamerlão era de cerca de 100,000.

Mais uma vez, a Encyclopaedia Britannica menciona que o imperador Mughal Akbar ‘ordenou, no dia 24 de Fevereiro de 1568, o massacre de cerca de 30,000 Hindus Rajput, depois da batalha por Chitod (número confirmado por Abul Fazl, historiador da corte de Akbar).

O historiador Afegão Khondamir saliente que durante uma das muitas e repetidas invasões da cidade de Hera, na parte ocidental do Afeganistão e que era parte dos reinos Hindus Shahiya, “1,500,000 residentes morreram”. "Logo" escreve Vyas, "é evidente que a cadeia de montanhas recebeu o nome de 'Hindu Kush' como um lembrete para as futuras gerações de Hindus, da matança e da escravização de Hindus durante as conquistas muçulmanas".

Visto que os conquistadores muçulmanos tomaram os habitantes da planície como escravos, surge uma pergunta: o que foi que aconteceu com esta população de escravos?  A resposta surpreendente chega-nos do New York Times (edições de Maio e Junho de 1993).

Os Ciganos, que costumavam ser um povo errante na Ásia Central e na Europa desde pelo menos o século 12, têm sido perseguidos em quase todos os países.(...) Até agora, o seu país de origem não foi identificado visto que a sua língua tem muito pouco em comum com as outras línguas Europeias.

No entanto, estudos recentes mostraram que a sua língua é parecida com o Punjabi e, embora com um grau inferior, com o Sânscrito. Portanto, os Ciganos muito provavelmente são oriundos do Punjab alargado. O período temporal das andanças dos Ciganos também coincide com as conquistas islâmicas iniciais; consequentemente, é bem provável que os seus antepassados tenham sido expulsos das suas casas no Punjab e tomados como escravos para além d Hindu Kush

O que é que o governo Indiano diz às crianças sobre o genocídio de Hindu Kush? (...) Em 1982 o National Council of Educational Research and Training emitiu uma directriz para a reescrição dos livros escolares. Entre outras coisas, ela estipulava que:

É expressamente proibido a caracterização do período medieval como um tempo de conflicto entre Hindus e muçulmanos.

A negação da história, ou o Negacionismo, tornou-se na política "educacional" oficial da Índia. Felizmente que o governo actual dará início, como se espera, duma reescrição da História que se encontra nos seus livros escolares, embora esta política muito certamente venha a ser alvo de ataque sob acusação de ser uma "perigosa saffronização" da História.

É por isso que a Foundation Against Continuing Terrorism (FACT), que eu fundei, abriu o "Chhatrapati Shivaji Maharaj Museum of Indian History" em Pune, que revela a História da Índia TAL COMO ACONTECEU, e não como foi escrita. 

Ela regista não só a perseguição feita aos Hindus por parte dos muçulmanos, mas também as terríveis perseguições levadas a cabo pelos Portugueses (algo que também raramente mencionado pelos livros de História da Índia)

Também incluímos os Britânicos - ninguém sabe dos 20 milhões de Indianos que morreram devido à fome entre 1815 e 1920 (um genocídio) à medida que os Ingleses quebravam a espinha dorsal da Índia como forma de obter o matéria-prima que eles precisavam: algodão, juta, etc. (...)

~ ~ http://bit.ly/1BEaYMk.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Jihad no Quénia: Muçulmanos decapitam Cristãos no pior ataque dos últimos 17 anos

Mais de 150 pessoas foram assassinadas por membros mascarados do grupo muçulmano com o nome de al-Shabaab, depois destes terem invadido uma universidade Queniana e ter disparado e decapitado Cristãos naquele que é tido como o pior ataque dos últimos 17 anos.

O grupo islâmico invadiu a "Garissa University College" pouco depois das 5 da manhã, sobrepujando os guardas e assassinando as pessoas que eles desconfiavam serem Cristãs.

A contagem de mortos subiu para 147 e o cerco de 13 horas terminou. Um total de 79 pessoas foram feridas e 587 foram transportadas para a sua segurança. A maior parte dos mortos eram estudantes, mas dois oficiais da polícia, um soldado e dois vigias encontram-se entre os mortos.

O ministro do Interior Queniano, Joseph Nkaissery, disse que os 4 terroristas se haviam amarrado com explosivos. Quando os oficiais disparavam contra eles, eles "explodiam como bombas" e os estilhaços feriam os oficiais. Foi dito pelos oficiais que se encontravam no local que os reféns foram libertos e os 4 muçulmanos, que se acreditava estarem armados com AK-47s, foram mortos.

Acredita-se que o ataque foi o pior que alguma vez ocorreu em solo Queniano desde o bombardeamento da Embaixada dos Estados Unidos em Nairobi (1998) que matou mais de 200 pessoas. 


* * * * * * *
Eventos como este marcam o fim eminente da liberdade religiosa no Ocidente. Esqueçam o anti-Cristão e infestado de maçónicos Charlie Hebdo. O que o Ocidente precisa é de um novo Charlie Martel. É bem provável que ele apareça em cena mal coisas como esta ocorram numa Universidade Americana. Se houver alguma justiça no universo, isso irá ocorrer numa universidade cheia de estudantes que estão sempre dispostos a insistir que grupos como o Estado Islâmico ou o al-Shabaab não estão cheios de muçulmanos de verdade.

Os Cristãos estão a ser decapitados por todo o lado, desde o Médio Oriente a África ao Reino Unido. Quanto mais tempo teremos que aceitar isto? E, vocês ateus, reparem que não ser Cristão não vos vai salvar. Uma mera suspeição de não ser muçulmano é o suficiente para vos condenar.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

O porquê dos jihadistas estarem a vencer

Por Bill Muehlenberg

Ok. Como uma nação Ocidental, foi nisto que nos tornamos: um maometano devoto, motivado por uma ideologia islâmica, comete um acto de terror nas estradas duma cidade Australiana, matando duas pessoas inocentes, mas os média conseguem transformar isto num caso dum maometano incompreendido alvo de intimidação dos Australianos malignos!

Nós temos agora uma nova vítima infeliz. São os dois Australianos inocentes assassinados? Claro que não! É o maometano tomador de reféns. Ele e toda a comunidade maometana são as verdadeiras vítimas deste evento todo, e, de alguma forma, nós, os Australianos, é que somos os maus da fita. É neste ponto que nos encontramos actualmente; os nossos líderes e os nossos média são dhimmis certificados.

A jihad chegou às nossas ruas mas tudo o que os media querem fazer é dizer-nos que a jihad não chegou às nossas ruas. Os média pegaram num evento real, e voltaram-no por completo: segundo eles, isto não foi um ataque islâmico e o mesmo de maneira alguma está relacionado com o islão. Isto deve ser verdade porque os média têm reportado apologista atrás de apologista a afirmar que esta é a verdade, e como tal, deve ser verdade.

Nós temos assassinos maometanos a matar em nome de Alá, mas tudo o que os média podem repetir constantemente é como os Australianos são "racistas" e "xenófobos". De que lado é que os média estão? Claro que esta é uma pergunta retórica.

Enquanto o drama de 16 horas decorria, escrevi dois artigos em torno desta situação trágica. Agora que tudo acabou, um certo número de artigos começou a aparecer. Deixem-me focar a vossa atenção a alguns deles. Larry Pickering, entre outros, salientou a loucura da teoria de que Man Monis nada mais era que um "lobo isolado":
As gritos de "ataque de lobo solitário" ecoam através dos média como uma alternativa politicamente correcta à expressão "terrorismo islâmico". Mas a distorcida mente islâmica de Sheik Man Haron Monis está à vista de todas as pessoas na sua conta do Facebook com mais de 14,000 "likes"..... bem, estava à vista até a sua página ter sido removida por alguma pessoa embaraçada. 
Não é estranho que um lobo solitário possa ter outros tantos lobos a seguirem-no, prontos e dispostos a juntarem-se na matança? Não, não é, se por acaso queres acreditar na existência de lobos solitários. 
Sabes quem são os lobos solitários, certo? São aqueles que pertecem à mente débil da extrema-esquerda e dos apologistas do terrorismo islâmico. A realidade dos factos é que o lobo solitário pertence a contos de fada tais como "Os Três Porquinhos"; se nós esperarmos um bocado, veremos que por trás do "lobo solitário" vem o resto da matilha.
Outras pessoas salientaram outra verdade inconveniente em tornos ds seguidores do Facebook:
Premier Mike Baird – 11,500 likes 
Clover Moore – 6,500 likes 
Man Haron Monis – 14,725 likes (antes da sua página ter sido apagada ontem; um "pária" da comunidade islâmica".)
E a ideia idiótica de que o islão é a vítima deste incidente, e que nós temos que nos preocupar com os pobrezinhos dos maometanos se encontrarem expostos a alguma campanha de ódio por parte daqueles que estão a ser mortos, está a ser brilhantemente confrontada por Chris Kenny, que diz:
Temos que aceitar a realidade contundente: os extremismo islâmico, quer seja levado a cabo por grupos altamente organizados ou por solitários dementes, quer seja importado ou com origem local, é real e é um perigo. A nossa comunidade alargada e os média têm que lidar com esta realidade como um facto consumado tal como os fazem as nossas forças de segurança. 
Os poucos casos isolados de respostas islamofóbicas normalmente são lidadas de maneira assertiva e denunciadas pelos nossos cidadãos - sem falar nas nossas autoridades. Esses casos são sempre repreensíveis e intoleráveis, mas estão bem longe de serem a norma - algo que não faz parte da maneira de ser Australiana - e qualquer tentativa de estabelecer algum tipo de equivalência entre esses actos e os ataques terroristas mortíferos são um insulto para as vítimas do terror. 
No entanto, enquanto os nossos compatriotas Australianos ainda se encontravam encolhidos à mercê dum atirador extremista, as redes sociais já se encontravam agitadas com uma campanha hashtag sugerindo que os muçulmanos Australianos estariam seguros nos nossos transportes públicos. 
Os muçulmanos estão seguros nos nossos transportes públicos todos os dias. Ontem, nas amontoadas multidões de Martin Place, havia mulheres muçulmanas com lenços nas suas cabeças, misturando-se com as outras pessoas e a expressar as suas preocupações lado a lado com os Australianos não-muçulmanos. Esta é a nossa forma de ser. A ideia de que a Austrália precisa de provar a sua pluralidade e a sua tolerância é uma sugestão equivocada e idiota.
Finalmente, Bernard Gaynor disponibiliza-nos algumas verdades que temos que levar em conta. Ele apresenta-nos "cinco coisas que os média mainstream estão a distorcer" em torno da adição islâmica às festividades Natalícias durante as últimas 24 horas:
1. Nós nunca poderíamos aguardar algo como isto. 
Aparentemente, isto é algo que nunca pensamos que poderia ocorrer em Sydney. Pelo menos foi isso que o Premier de New South Wales, Mike Baird, disse esta manhã. Está lá? Mike? Está alguém em casa? Os Australianos não são peixes-dourados. Nós temos a capacidade de nos lembrar-mos de coisas que aconteceram para lá dos últimos 3 segundos. 
Por exemplo, o facto de 800 polícias terem descido sobre Sydney há apenas algumas semanas atrás para impedir que um pacífico seguidor da religião pacífica pacificamente cortasse a cabeça dum Australiano aleatório. Em Martin Place, exactamente onde está o Lindt Café. Se por acaso alguém não viu que isto poderia acontecer, certamente que tinha a sua cabeça na areia e o seu traseiro a apontar para o céu, quase como se já tivesse abraçado o islão. 
Muito provavelmente, no entanto, a maior parte das pessoas não esperaria receber notícias de que um atirador demente se encontrasse sob fiança devido a uma multitude de ofensas sexuais e em relação ao assassinato da sua esposa (ela foi pacificamente queimada viva). Ou então que este rapaz tinha o hábito de enviar cartas abusivas às famílias de soldados Australianos que haviam morrido no Afeganistão. 
Quem é que precisa de se preocupar com a ameaça islâmica quando o próprio sistema legal Australiano tem tão pouca consideração pelas vidas Australianas ao permitir que este homen andasse livremente pelas ruas? Mas eu não consigo encontrar melhor publicidade para a verdade do islão do que facto deste desviado sexual assassino andar pelo coração de Sydney sob a sombra das mais famosas palavras de Maomé. (...)
4. Os líderes islâmicos condenaram a violência. 
Aparentemente o Grão-Mufti da Austrália condenou o cerco ao Lindt Café. E com isso, os média esforçaram-se para falar da forma como os muçulmanos temem pelas suas vidas, vivendo num país tão racista como a Austrália. Mas a realidade dos factos é que o Grão-Mufti Ibrahim Abu Mohamed tem muito que esconder para emitir essa declaração. 
Este é mesmo homem que em Outubro último enviou uma carta ao Senado Federal, alegando que as novas leis anti-terrorismo inibiam a sua liberdade religiosa. Não é preciso dizer mais nada porque a declaração do Grão-Mufti diz tudo: ela é uma admissão clara que o islão promove o terrorismo. A verdadeira questão é: porque é que os média quase nem reportaram isto? 
5. A comunidade islâmica sofre com isto. 
Se formos acreditar nos média, as últimas 24 horas estão a causar danos terríveis junto da comunidade islâmica. Por favor. Esta é a rotina bom polícia/mau polícia. Alguém entra para dentro dum café e mata duas pessoas. Em resposta a isto, os apologistas islâmicos recebem uma enorme quantidade de tempo de antena. 
O Premier de New South Wales faz conferências junto do homem que disse que as novas leis anti-terrorismo colidem com a liberdade religiosa e com os serviços religiosos interconfessionais que são levadas a cabo nas mesquitas por toda a nação. Os políticos estão a fazer todos os esforços possíveis para promover o islão. E isto porque dois Australianos foram mortos sob a bandeira islâmica. Tal como disse, por favor! 
E, obviamente, os idiotas das redes sociais ficaram doidos. A hashtag #illridewithyou ganhou forma, e, obviamente, é um gesto totalmente vazio criado apenas e só para reforçar os sentimentos arrogantes de superioridade moral mantidos por aqueles que promovem a tolerância à custa da segurança da nossa nação. E nada revela a natureza vazia dos bem-feitores morais que o facto deles não fazerem nada de bom. Eles apenas "tuitam" o bem, tal como deuses nos lugares mais elevados. 
Se por acaso tu defendes a ideia do domínio islamico e da lei sharia, as últimas 24 horas revelaram que assassinar dois Australianos é practicamente tudo o que é preciso para que todos os outros exibam deferência e submissão. Claro que não é assim tanta deferência. Esperem que mais violência ocorra.
Fico feliz que algums outras vozes sóbrias e sensíveis estão a ser ouvidas em relação a isto. Com os média mainstream a ter practivamente vendido a sua alma ao diabo - neste caso, ao diabo islâmico - é refrescante ouvir algumas outras pessoas que não perderam a sua cabeça e nem se juntaram às hordes de zombies.

- http://goo.gl/xsx6sh.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Decapitações: Quantas pessoas terão que morrer até que o Ocidente abra os olhos?

Ocorreu mais uma horrível decapitação, e não, não foi mais um episódio triste que nos chegou do Iraque ou de qualquer outra parte do Médio Oriente. Esta decapitação ocorreu nos confortáveis subúrbios de Londres. Sim, a mulher foi decapitada por um muçulmano armado com uma faca enquanto ela se encontrava no seu jardim. E a minha maior preocupação é: embora a decapitação da mulher idosa possa não agitar muitas penas, mais pessoas ficarão mais alertas para a barbárie islâmica devido aa facto de alguns gatos terem sido decapitados antes dela. Sim, parece que temos as nossas prioridades na ordem correcta.

Tal como o artigo do Sun começa, "Uma avó foi decapitada no seu jardim ontem por um maníaco com uma faca de mato. O perturbado homem, alegadamente um convertido ao islão, atacou Palmira Silva, de 82 anos, depois de ter decapitado gatos num massacre sangrento."

Obviamente que ambas as coisas são horríveis, mas porque é que temo que a única coisa que acordará o adormecido ocidental não é o facto dela ter sido decapitada mas sim o facto de alguns gatos terem sido decapitados antes dela? Como foi que chegamos a um lugar no nossa civilização onde podemos ficar adormecidos rodeados de maldade, e só acordar quando esse mal acontece à porta das nossas casas?

Ainda ontem escrevi sobre o horrível caso de abuso sexual que ocorreu na Inglaterra, levado a cabo maioritariamente por muçulmanos. Cerca de 1,400 crianças foram torturadas e abusadas sexualmente, e isto foi acontecendo ano após ano porque os falsos deuses do multiculturalismo e do politicamente correcto disseram que não poderíamos usar palavra que começa com um "M".

A Inglaterra, bem como a maior parte do mundo Ocidental, está mais preocupada em não ofender os muçulmanos do que proteger as crianças vítimas da violação e do abuso sexual. Tudo isto devido a esta horrível aliança com o multiculturalismo - um deus fracassado, se é que alguma vez existiu algum. Tal como Mark Steyn disse sobre isto:
Portanto, agora, na Grã-Bretanha multicultural, o negócio do sexo infantil voltou, como parte da rica e vibrante tapeçaria da diversidade - juntamente com o ódio aos Judeus, matanças de honra, e pornografia de decapitações. A solução para as contradições internas do multiculturalismo são:
1) Um estado segurança expandido por David Cameron
2) A prostração universal de Afsun Qureshi perante o islão.
3) Uma diminuição à imigração em massa muçulmana.
Esta última é demasiado óbvia para que qualquer político ocidental alguma vez chegue a propor.

Voltando para a história da decapitação, só recentemente me ocorreu que muitos órgãos dos médias se estão a recusar a usar a palavra "M". Eles estão a jogar pelo seguro, mas isso só significa que teremos mais do mesmo no futuro. Eis a forma como o Daily Mail dá início à sua cobertura:
Mulher que foi encontrada decapitada no jardim traseiro dum subúrbio, depois dum homem "munido com uma faca, ter perdido a cabeça", foi identificada como sendo Palmira Silva, de 82 anos. A vítima, que se crê ser de origem Italiana e ser também conhecida como "Palmela", foi encontrada morta do lado de fora da sua casa em Edmonton, norte de Londres. 
A polícia diz que a matança não está actualmente a ser associada a algum acto de terrorismo e que oficiais especialistas em armas de fogo foram chamados ao local devido a notícias dum homem munido com uma faca que estava a atacar animais... Testemunhas dizem que ele tinha estado a "cortar a cabeça dum gato" à medida que caminhava pela estrada. 
Quando os oficiais chegaram ao local, encontraram a vítima no chã e ela foi declarada morta no local. Os oficiais da polícia encurralaram o homem como forma de o impedir de atacar mais alguém, ao mesmo tempo que evacuavam as casas da Nightingale Road. O homem de 25 anos foi preso sob suspeita de assassinato e encontra-se sob custódia. Ele está também a receber tratamento médico depois de ter sofrido lesões aquando da sua prisão. 
Rickie Benson, um construtor que se encontrava a trabalhar um pouco mais acima na mesma rua, disse: "Ouvi que havia um homem a subir a rua a cortar a cabeça dum gato à medida que caminhava para dentro da casa."
Quando se está numa guerra, temos que identificar o inimigo de forma correcta visto que a nossa recusa em fazê-lo significa que estamos condenados a perder a dita guerra. Se as pessoas estão a fazer coisas totalmente diabólicas no nome do islão, então nós temos que identificar o culpado. Fingir que o islão é uma religião pacífica, e tratá-la como espécie protegida, não ajuda ninguém mas só torna as coisa piores.

Portanto, quer seja o desprezível abuso sexual de crianças ou a decapitação de avós, tudo isto irá continuar a acontecer e a piorar se nos recusarmos a chamar os bois pelos nomes. A verdade mais simples é que o islão não é uma religião pacífica mas sim um ideologia política assassina e uma seita da morte. Quando mais cedo nós pararmos de mentir a nós mesmos, melhor. 

Fonte: http://bit.ly/1rPwuxF.

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Muçulmanos chacinam pelo menos 200 estudantes

Pelo menos 200 estudantes foram recentemente assassinados pelo grupo muçulmano Boko Hatrm quando se dirigiam para a escola. Boko Haram, quer em português quer dizer "a educação ocidental é proibida", trabalha para seguir os ensinamentos de Maomé e instalar um regime islâmico no nordeste da Nigéria.

Têm ocorrido diversos ataques a civis desde que o grupo Boko Haram deu início às suas actividades islâmicas. Este grupo, fundado em 2002 como forma de impedir a "ocidentalização" da Nigéria, tem como método primário atacar covardemente estudantes desarmados um pouco por todo o lado. Neste ponto (bem como em muitos outros, eles seguem a sunnah do seu profeta visto que também ele tinha como hábito lançar ofensivas assassinas contra povoações pacíficas que não tinham planos de atacar os maometanos.

Os terroristas do Boko Haram asseguraram-se de se apresentarem bem equipados no seu ataque aos estudantes e às outras povoações, chegando em dois veículos blindados e pick-ups de cabine dupla. Note-se: tudo isto para atacar estudantes desarmados.

O senador Zannah Ahmed, um líder local, declarou o seguinte:
Isto é uma prioridade para mim, visto que vidas inocentes estão envolvidas e elas são o meu povo. Tudo isto está a acontecer no meu distrito eleitoral, e não estaria certo manter o silêncio. Sinto-me muito mais pesaroso gostaria de não ter falado, mas a minha consciência não me deixa fazer isso.
O Boko Haram cometeu também outra atrocidade contra estudantes, desta vez escravizando pelo menos 200 raparigas. Previamente, quando o Boko Haram escravizou raparigas, elas frequentemente tornaram-se cozinheiras e escravas sexuais dos terroristas maometanos. Em vez da vida melhor que eles buscavam através da educação, muito provavelmente estas raparigas mais não são que escravas sexuais e não esposas, cozinheiras em vez de profissionais.

O grupo Boko Haram está a cometer atrocidades em nome de Alá e o que eles fazem está de acordo com os ensinamentos de Maomé. Através de numerosos ataques a civis, eles buscam impor, à força, a sua visão do que é uma boa sociedade. De facto, os seus ataques aos estudantes são abominações covardes que nunca podem deixar de ser questionadas.

Os esquerdistas que fazem parte do site MoveOn.org (financiado pelo capitalista George Soros) criaram uma petição requisitando que o Boko Haram não seja classificado de "Grupo Terrorista Estrangeiro" por parte dos EUA mas felizmente o "Department of State" ignorou tal atitude lunática e seguiu em frente com a designação.

Fonte
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Não deixa de ser sintomático que sejam os esquerdistas os principais agentes de desculpabilização das atrocidades islâmicas. Sem o apoio tácito da esquerda mundial, bem como com o apoio da maioria da suposta "direita conservadora", os maometanos muito provavelmente não se sentiriam tão confiantes para matar Cristãos.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

MITO: Maomé nunca aceitou conversões forçadas

O frequentemente citado verso do Alcorão onde se lê "que não haja compulsão na religião" (2:256) é alvo duma refutação bem forte se o analisarmos à luz da realidade da parte final da vida de Maomé. O profeta do islão não tinha qualquer tipo de poder efectivo quando esta passagem aparentemente tolerante foi "revelada", mas as coisas eram muito diferentes quando a sura 9ª foi revelada, encorajando os maometanos a forçar os demais à oração e ao pagamento da jiziyah (Alcorão 9:29).

Exemplos da vida de Maomé provam para além de qualquer dúvida que ele não se opunha à conversão forçada, chegando mesmo a ordenar as mesmas mal ele teve a autoridade militar para o fazer.

Continuando com a história de Abu Safyan (ver "Maomé preferiu sempre a paz"), quando o líder dos habitantes de Meca visitou o exército maometano no ano de 630, numa tentativa de convencer Maomé a não fazer guerra, ele foi levado até à presença do "profeta" ameaçado por espadas. Aí, ele foi "convidado" a abraçar o islão:

[Maomé] disse: "Aí de ti, Abu Sufyan, será que não chegou a hora de reconheceres que eu sou o apóstolo de Alá?" Ele (Abu Sufyan) respondeu: "Quanto a isso, ainda tenho algumas dúvidas." Eu (o narrador) disse-lhe: "Submete-te e testifica que não há deus sem ser Alá e que Maomé é o apóstolo de Alá antes que percas a tua cabeça," e assim fez ele. (Ibn Ishaq/Hisham 814)

Não ficou registada qualquer palavra de aviso ou de condenação por parte de Maomé, o que nos leva a concluir que ele aceitou imediatamente a "conversão" de Abu Safyan como forma de avançar com os seus objectivos políticos. (Abu Safyan e a sua descendência riram-se por último visto que eles herdarem o império de Maomé e mataram os netos favoritos do "profeta").

Depois dele ter conquistado Meca, Maomé começou a ordenar a execução de todos aqueles que o haviam insultado ou que haviam abandonado a fé islâmica. Uma destas pessoas foi o seu antigo escriba - Abdullah bin Sa'd - que havia transcrito as "revelações" provenientes de Alá, mas que havia perdido a fé no profeta depois dele (Maomé) ter aceite as sugestões de Sa'd quando supostamente a palavra de Alá era inalterável. Abdullah salvou-se revertendo de volta para o islão na presença de Maomé, em Meca, no preciso instante em que o "profeta" esperava que alguém o decapitasse:

O profeta permaneceu em silêncio por um longo período de tempo até que finalmente ele disse "Sim".

Quando Uthman [e Abdullah] havia saído, ele disse o seguinte aos companheiros que se encontravam à sua volta, "Fiquei em silêncio de modo a que algum de vocês se levantasse e cortasse a sua cabeça!" Um dos Ansar disse, "Então porque é que não nos deste um sinal, ó apóstolo de Alá?" Ele respondeu que um profeta não mata apontando o seu dedo. (Ibn Ishaq/Hisham)


[ed: Isto é falso, visto que o Rei David mandou matar o Amalequita que mentiu e disse que ele (o Amalequita) havia morto o Rei Salomão - 2 Sam 1:16.]

Vários poetas foram assassinados por Maomé em Meca pelo "crime" de o terem ridicularizado. Outro poeta, chamado Ka'b bin Zuhayr, salvou a sua vida "convertendo" ao islão depois de descobrir que não havia outra forma de evitar a execução. (Ibn Ishaq/Hisham 888-889). A Tradição (Hadeeth) regista também que muitos habitantes de Meca "converteram-se" ao islão sob coação óbvia. Um observador apreensivo disse o seguinte a Maomé:

(Eles abraçaram o islão) porque foram derrotados às nossas mãos (e como tal, o seu islamismo não é de confiança). (Sahih Muslim 4453)

Este tipo de "conversões" eram plenamente reconhecidas por Maomé, tal como está bem óbvio pela tradição que se segue onde ele critica um soldado por matar uma pessoa que havia "convertido" apenas e só para salvar a sua vida:
O apóstolo de Alá enviou-nos rumo a Al-Huruqa, e pela manhã atacamos e derrotamos os locais. Eu e um homem Ansari perseguíamos um homem dentre eles e  quando o sobrepujamos, ele disse "La ilaha illal-Lah." Quando ouviram isto, os homens Ansari pararam mas eu matei-o, espetando uma lança nele. Quando regressei, o profeta veio a saber do que havia ocorrido e disse, "Ó Usama! Mataste-o depois dele dizer La ilaha ilal-Lah?" Eu disse, "Mas ele só disse isso para se salvar." O profeta repetiu isto de modo tão constante que desejei nunca ter abraçado o islão antes desse dia. (Bukhari 59:568)
(Note-se que Maomé não ficou minimamente preocupado com o facto de vítimas estarem a ser mortas enquanto fugiam do exército maometano. Isto refuta por completo o mito de que as guerras levadas a cabo por Maomé era em legítima defesa.)
Por esta altura Maomé estava a propagar o islão de qualquer meio possível, chegando a usar a riqueza obtida como forma de comprar a lealdade das pessoas:

O apóstolo de Alá deu (Presentes) a algumas pessoas, excluindo outras. Estes últimos pareciam desagradados com isto. O profeta disse: "Dei a algumas pessoas como forma de impedir que elas se desviem da Verdadeira Fé." (Bukhari 53:373)

Maomé chegou a capturar a mulher a os filhos dum homem como forma de usá-los a levar um homem a aceitar o islão:

O apóstolo disse-lhes para dizer a Malik que se ele viesse até ele como um muçulmano, ele teria de volta a sua família e as suas propriedades, e ele [Maomé] lhe daria cem camelos. (Ibn Ishaq/Hisham 879)

Isto desvalorizou a fé islâmica, fazendo com que ela deixasse de ser uma religião para passar a ser uma aliança política estabelecida à força. Maomé enviou um dos seus homens - e uma força militar - ao Iémen onde foi dito ao líder pagão local, "Testemunha que ninguém tem o direito de ser adorado sem ser Alá, ou então cortamos-te a cabeça". (Bukhari 59:643) Para além disso, não havia qualquer tipo de convicção religiosa profunda na "conversão" da tribo Thaqif:

[Os líderes da tribo Thaqif disseram o seguinte uns aos outros:] Estamos num impasse. Vocês viram o quanto que a questão em torno deste homem [Maomé] progrediu. Todos os Árabes já aceitaram o islão e vocês não têm o poder para os combater ... Será que não conseguem ver que os vossos rebanhos não estão seguros? Nenhum de vocês pode avançar sem ser eliminado. (Ibn Ishaq/Hisham)

A sua solução foi "aceitar o islão" e como tal, enviaram informação a Maomé para anunciar a sua "conversão", pedindo uma garantia de que não seriam mais assediados pelos maometanos, e pedindo um tempo de graça até que "renunciassem" a sua antiga religião:

Os cavaleiros da tribo Thaqif vieram para fazer a sua submissão e aceitar o islão segundo os termos do apóstolo, desde que eles pudessem obter um documento garantindo a segurança do seu povo, das suas terras e dos seus animais... Entre as coisas que eles pediram ao apóstolo foi a retenção do ídolo al-Lat intacto por um período de 3 anos. O apóstolo recusou, mas eles continuaram a pedir isto por um período de um ou dois anos, mas ele recusou... (Ibn Ishaq/Hisham)

Obviamente que os Thaqif não agiram por firme convicção na veracidade do islão mas sim com base no mesmo tipo de desespero que se abateu sobre os Árabes não-maometanos após as agressões militares de Maomé. O "profeta" tinha o poder total e ele usava-o para ordenar aos seus exércitos que eliminassem todos aqueles que não se submetessem ao islão. "Lutem contra todos da forma que Alá quer que se lute, e matem todos os que não acreditam em Alá" foram as suas instruções para um dos seus líderes (Ibn Ishaq/Hisham 992).

Maomé congratulou um rei distante por este ter aceite o islão, e por "ter morto os politeístas" que viviam no seu reino, ao mesmo tempo que ele instruía outro líder islâmico para este "convidar" uma tribo vizinha para o islão e chaciná-los se eles se recusassem:
O apóstolo enviou Khalid bin Walid . . . rumo à tribo Banu al-Harith e ordenou que ele os convidasse a abraçar o islão três dias antes de os atacar. Se eles aceitassem, então ele [Khalid] aceitaria isso da parte deles; mas se eles se recusassem, ele tinha que os combater. (Ibn Ishaq/Hisham 959)
A famosa declaração de Khalid "Se vocês aceitarem o islão, então estarão seguros," é repetido pelos jihadistas . . . até os dias de hoje.



Mais "Mitos em torno de Maomé"

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Tribunal sueco promove a violação de mulheres suecas

Seis maometanos foram condenados a serviço comunitário depois de terem tomado parte numa violação em grupo a uma rapariga sueca de 15 anos. Os seis adolescentes, que foram colocados num julgamento pela violação, representam um arco-iris da diversidade maometana: eles são Turcos, Árabes e Africanos.

Devido a isso, obviamente que, depois do julgamento, o juiz lhes atirou com um livro de uma forma que só um juiz Sueco pode atirar um livro a um imigrante maometano que está a contribuir para a rica diversidade do país. Cinco dos adolescentes foram declarados culpados de violação agravada pelo Solna District Court, e o sexto foi declarado culpado de tentative de violação agravada.

O ataque ocorreu em Março último num apartamento de Tensta, onde um dos adolescentes geriu os preservativos enquanto os outros violavam a rapariga de 15 anos.

O tribunal levou em consideração o facto do relato da rapariga incluir informação "coesa, longa e relativamente detalhada" do incidente, e a masma não incluir "qualquer tipo de contradição ou elementos na história que se poderiam considerar inexplicáveis".

Apesar de terem negado o incidente aquando do início do julgamento, os quatro rapazes, entretanto, confessaram ter tido relações sexuais com a rapariga na altura, mas negaram ter cometido qualquer tipo de crime. O rapaz que alegadamente ofereceu os preservativos  negou tudo.

"Segundo o tribunal, as suas explicações em torno dos motivos que lhes levou a modificar a sua história eram insustentáveis, mas sugeriram que eles escondiam algo," escreveu o tribunal.

Cinco dos rapazes foram condenados a 100 horas de serviço comunitário cada uma, e foram ordenados a pagar  55,000 kronor ($8,500) cada em danos causados à vitima. O castigo foi menos severo do que poderia ter sido uma vez que os rapazes são menores, e o tribunal concluiu que eles haviam já sido punidos de alguma forma por terem as suas fotos e os seus detalhes pessoais expostos pela internet.

"Menos severo"? Isso é algo "surpreendente".

Mas não há problemas uma vez que a ONU coloca a Suécia num lugar bastante elevado, no que toca os direitos das mulheres. Infelizmente, o direito de não ser violada por imgrantes não é um deles. Mas se eles fossem para a "prisão", as coisas não seriam assim tão más.
 
"Prisão" sueca.
 
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Os direitos das mulheres pasam para o segundo lugar sempre que estes entram em rota de colisão com o multiculturalismo.
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quarta-feira, 22 de maio de 2013

Evangélico invade delegacia policial gritando "Sola Scriptura!" e esfaqueia policial católico


Na verdade foi um maometano que invadiu uma esquadra policial, gritando "Alá é o maior!" (Allah akbar).

Por volta das 11:50 do dia 7 de Maio um homem invadiu uma delegacia policial localizada em Roussillon. Segundo as testemunhas presentes no local do drama, o homem entrou nas instalações gritando "Alá é o maior" antes de atacar um oficial da polícia que se encontrava na recepção, ferindo-o na zona do pescoço com uma faca. 

Outro polícia que se encontrava por perto disparou a sua arma, ferindo o atacante na coxa. No entanto, uma das balas fez ricochete e feriu o polícia na sua  perna.

As mazelas que se encontram nos três vão de ligeiras até sérias e todos eles foram transferidos para os hospitais da região.

Os oficiais não sabem ainda o que motivou este homem a invadir a delegacia desta forma mas as suas opiniões variam de 1) acto dum extremista islâmico ou 2) loucura. Actualmente, os investigadores encontram-se entretidos a investigar a personalidade do atacante.

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Sempre que um maometano leva a cabo um acto de jihad (claramente com motivações religiosas), os politicamente correctos oficias ocidentais coçam as suas cabeças de modo ostensivo e tentam saber, admirados, o que motivou o ataque (colocando até a possibildade do atacante estar louco). A explicação mais óbvia é demasiado terrível para eles contemplarem.

Uma testemunha afirma ter ouvido o homem dizer algumas coisas em árabe, para além de terem sido encontradas no seu quarto revistas com a frase "A vitória está próxima" escritas nelas. Para esclarecer ainda mais as motivações do homem, ficou-se a saber que ele havia feito recentemente uma peregrinação a Meca. 


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