MITOS ISLÂMICOS

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domingo, 1 de junho de 2014

Egipto Tribunal condena 163 seguidores da Irmandade Muçulmana

Um tribunal egípcio condenou hoje 163 seguidores da organização Irmandade Muçulmana a 10 anos de prisão por participarem em protestos e pela intenção de homicídios, entre outras acusações, disseram fontes judiciais à agência noticiosa de informação.

Do total de condenados, 126 fundamentalistas islâmicos foram sentenciados à pena de prisão por protestos e pela violenta intervenção junto de pessoas acampadas nas praças de Rabea al Adauiya e Al Nahda, no Cairo, onde se concentraram multidões em Agosto do ano passado, após a destituição do Presidente Mohamed Morsi.

O tribunal de Kafer al Sheij decretou ainda que cada um dos arguidos proceda ao pagamento de uma multa de 1.000 libras egípcias (102 euros, ao câmbio actual).

Em outro processo, o mesmo juiz condenou cada um dos 37 membros da Irmandade Muçulmana, declarada organização terrorista pelo atual Governo interino do Egipto, à pena de prisão e a uma multa de 20.000 libras egípcias (2.044 euros).

A condenação foi atribuída pela intenção de atentar contra a estação de metropolitano da Faculdade de Agronomia, a 06 de Outubro de 2013, e de interromperem a circulação dos comboios, além da tentativa de homicídio de um agente da polícia egípcia, posse de 51 bombas e de armas de fogo.
A 28 de Abril último, o Tribunal de Minia, no sul do Egipto, condenou à morte 720 supostos seguidores da Irmandade Islâmica, incluindo o seu líder, Mohamed Badía, pela prática de actos violentos em dois processos.

Desde a destituição de Morsi, Presidente eleito legitimamente e posteriormente destituído, que as autoridades egípcias perseguem os membros da Irmandade Muçulmana.

Fonte

domingo, 4 de maio de 2014

Egipto recomenda pena de morte para mais 700 islamitas

Um tribunal egípcio recomendou a pena de morte para 682 militantes da Irmandade Muçulmana, esta segunda-feira.

Segundo o sistema judicial egípcio, a recomendação é feita ao mufti do país, a principal figura religiosa do Islão Sunita no Egipto, mas a sua opinião não é vinculativa e pode ser ignorada pelo tribunal.

Em Março, por exemplo, foram condenados mais de 500 militantes mas na decisão definitiva, que também foi divulgada esta segunda-feira, apenas se manteve a pena de morte para 37, com as restantes penas a serem comutadas a prisão perpétua.

Desde a queda do regime de Mohamed Morsi, da Irmandade Muçulmana, esta organização foi ilegalizada e é actualmente considerado um movimento terrorista. A situação levou a um conflito aberto entre os militantes islâmicos e as forças do Governo.

O Egipto prepara-se agora para eleições presidenciais, que se realizam já em finais de Maio. O actual ministro da Defesa e arquitecto da deposição de Morsi, General Sisi, é candidato e prevê-se que vença o escrutínio.

Fonte 

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Enquanto o Egipto correctamente condena à morte os assassinos envolvidos na matança de vários Egípcios inocentes, o mundo ocidental desenvolve esforços para dar legitimidade a mesma ideologia que inspira a Irmandade Muçulmana.

terça-feira, 22 de abril de 2014

Condenados à morte


Tribunal do sul do Egipto condenou 529 apoiantes do entretanto removido presidente Mohammed Morsi à morte sob acusações de assassinarem um policia e atacarem outros policias.

O tribunal de Minya emitiu a sua decisão na 2º Feira depois de apenas duas sessões onde os advogados dos acusados se queixaram de não terem tido a chance de apresentar o seu caso.

Aqueles condenados fazem parte dum grupo de 545 pessoas sob julgamento pelo assassinato dum polícia, tentativa de assassinato de outros dois, ataque a uma esquadra de polícia, e outros actos de violência.

Mais de 150 suspeitos estiveram no julgamento, outros julgados in absentia, e 16 foram declarados inocentes.

Os acusados foram presos depois de demonstrações violentas que foram uma consequência do ataque policial às manifestações pró-Morsi no Cairo que mataram centenas de pessoas.

A decisão legal pode ser apelada.

Fonte

quarta-feira, 26 de março de 2014

Líder da Irmandade Islâmica começou a ser julgado no Cairo

O supremo guia da Irmandade Muçulmana, no Egipto, começou a ser julgado esta terça-feira no Cairo. 

Mas Mohamed Badie está acompanhado, uma vez que outros 628 membros da organização - declarada ilegal pelo novo Governo -, estão também a ser julgados. 

O julgamento começa no dia depois de 529 militantes da Irmandade Muçulmana terem sido condenados à morte por participação nos protestos contra o Governo de transição. 

Os defensores de Badie e da Irmandade Muçulmana alegam graves atropelos à justiça nestes casos, dizendo que o juiz não permitiu a defesa dos arguidos. 

A Irmandade Muçulmana foi a principal fonte de oposição ao regime de Mubarak durante a sua ditadura e, estando bem organizada, venceu as primeiras eleições livres depois da "Primavera Árabe". Contudo, apenas um ano depois, este Governo foi deposto após manifestações em massa de egípcios descontentes com a islamização da sociedade.

Fonte


sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Tribunal Egípcio condena 113 apoiantes da Irmandade Muçulmana


Tribunais egípcios condenaram 113 apoiantes da Irmandade Muçulmana sob acusações de atacar a polícia, distúrbios e posse de armas em três casos distintos levados a julgamento depois de protestos contra o governo militar.

As autoridades têm estado a atacar a Irmandade de forma agressiva desde que os militares depuseram o antigo presidente, o islamista Mohamed Morsi, após ondas de protesto contra a sua liderança. O governo acusa a Irmandade de recorrer à violência e como consequência, a mesma foi declarada como um grupo terrorista no dia 25 de Dezembro  de 2013. O grupo, por sua vez, defende que está comprometida com formas de protesto pacíficas. 

A decisão de Quinta-Feira, que está relacionada com os protestos de Novembro de 2013, inclui penas de 3 anos para 63 pessoas num só caso, uma das maiores sentenças em grupo dos últimos anos. O juiz multou cada um deles com 50,000 libras Egípcias ($7,200 dólares), e estabeleceu a fiança em 5,000 libras o que lhes permite evitar a prisão enquanto apelam o veredicto. 

Noutro caso distinto, 24 apoiantes da Irmandade foram também sentenciados a 3 anos de prisão (com trabalhos forçados) devido aos confrontos que ocorreram essencialmente durante a mesma altura noutra parte de Cairo. As acusações contra eles incluíam tumultos, reuniões ilegais, ataques dirigidos às forças policiais e membrasia num gangue terrorista armado. 

Num terceiro caso, um tribunal sentenciou 26 estudantes da Universidade de Al-Azhar a 2-1/2 anos de prisão cada um, também como consequência de acusações de ataques às forças de segurança, reuniões ilegais, e banditismo.

A Universidade de Al-Azhar tem sido palco frequente de protestos anti-governamentais desde a queda de Morsi. 

Reuters

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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Tribunal Egípcio ataca os islamistas

O Egipto proibiu a Irmandade Muçulmana de levar a cabo as suas actividades dentro do país à medida que o governo interino busca maneiras de acabar com os tumultos que se seguiram à deposição do antigo presidente Mohammed Morsi.

Numa declaração emitida na Segunda-Feira. o Juiz Mohammed al-Sayed afirmou:

O Egipto proibiu as actividades da Irmandade Muçulmana e das suas organizações não-governamentais, e também de todas as actividades nas quais ela participa ou que derivam dela.

O tribunal ordenou também que os bens da Irmandade Muçulmana sejam confiscados.

A Irmandade esteve ilegal durante a maior parte dos seus 85 anos de existência, no entanto, em 2011, aquando da expulsão do autocrata Hosni Mubarak, a organização recebeu permissão para operar livremente.

O grupo aproveitou a ocasião para organizar o seu partido político e ascender ao poder numa série de eleições pós-Mubarak. Em Março último a Irmandade Muçulmana foi reconhecida como uma ONG.

Fonte

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Este desenvolvimento é uma das poucas coisas boas que ocorreram depois da Primavera Árabe. Durante o reinado de Mubarak, a maior parte da população maometana do Egipto inocentemente pensava que, dada a oportunidade, a Irmandade Muçulmana governaria o país justamente e segundo os princípios islâmicos.

Quando a IM obteve o poder depois da queda de Mubarak, os Egípcios descobriram o que esses princípios islâmicos fazem a um país. Agora, a Irmandade Muçulmana voltou a ser banida.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Tribunal sueco promove a violação de mulheres suecas

Seis maometanos foram condenados a serviço comunitário depois de terem tomado parte numa violação em grupo a uma rapariga sueca de 15 anos. Os seis adolescentes, que foram colocados num julgamento pela violação, representam um arco-iris da diversidade maometana: eles são Turcos, Árabes e Africanos.

Devido a isso, obviamente que, depois do julgamento, o juiz lhes atirou com um livro de uma forma que só um juiz Sueco pode atirar um livro a um imigrante maometano que está a contribuir para a rica diversidade do país. Cinco dos adolescentes foram declarados culpados de violação agravada pelo Solna District Court, e o sexto foi declarado culpado de tentative de violação agravada.

O ataque ocorreu em Março último num apartamento de Tensta, onde um dos adolescentes geriu os preservativos enquanto os outros violavam a rapariga de 15 anos.

O tribunal levou em consideração o facto do relato da rapariga incluir informação "coesa, longa e relativamente detalhada" do incidente, e a masma não incluir "qualquer tipo de contradição ou elementos na história que se poderiam considerar inexplicáveis".

Apesar de terem negado o incidente aquando do início do julgamento, os quatro rapazes, entretanto, confessaram ter tido relações sexuais com a rapariga na altura, mas negaram ter cometido qualquer tipo de crime. O rapaz que alegadamente ofereceu os preservativos  negou tudo.

"Segundo o tribunal, as suas explicações em torno dos motivos que lhes levou a modificar a sua história eram insustentáveis, mas sugeriram que eles escondiam algo," escreveu o tribunal.

Cinco dos rapazes foram condenados a 100 horas de serviço comunitário cada uma, e foram ordenados a pagar  55,000 kronor ($8,500) cada em danos causados à vitima. O castigo foi menos severo do que poderia ter sido uma vez que os rapazes são menores, e o tribunal concluiu que eles haviam já sido punidos de alguma forma por terem as suas fotos e os seus detalhes pessoais expostos pela internet.

"Menos severo"? Isso é algo "surpreendente".

Mas não há problemas uma vez que a ONU coloca a Suécia num lugar bastante elevado, no que toca os direitos das mulheres. Infelizmente, o direito de não ser violada por imgrantes não é um deles. Mas se eles fossem para a "prisão", as coisas não seriam assim tão más.
 
"Prisão" sueca.
 
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Os direitos das mulheres pasam para o segundo lugar sempre que estes entram em rota de colisão com o multiculturalismo.
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domingo, 19 de maio de 2013

Turco exige que crucifixo seja removido duma sala de tribunal . . . . na Alemanha.


Depois do início do julgamento em torno do grupo NSU [National Socialist Underground], um político turco exigiu que o "Upper Regional Court" em Munique removesse o crucifixo da sala de tribunal. Segundo informação veiculada pela imprensa, Mahmut Tanal alegou que o símbol Cristão era "uma violação dos princípios seculares do Estado".

Para além disso, a cruz era também uma "ameaça" para todos os não-Cristãos, afirmou Tanal, em referência aos familiares muçulmanos das vítimas turcas de NSU. Devido a isto, a cruz "tem que desaparecer imediatamente".

Tanal pertence ao partido da oposição secular CHP, e foi um dos seis membros da delegação parlamentar de Ankara que esteve presente no tribunal no início do julgamento.

O político deu o seu apoio à suspeita - previamente vocalizada na Turquia - de que o assim conhecido grupo "National Socialist Underground" tem o apoio de forças próximas do aparato estatal alemão. 
Quando um gang consegue matar 8 turcos e um grego em diferentes partes da Alemnha com a mesma arma sem ser detectado, isso significa que as forças policiais estão por trás.
Segundo Tanal, sem a protecção das forças de segurança do establishment alemão, o grupo NSU nunca teria conseguido agir desta forma.

Fonte

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Ajudando os terroristas

Júri federal de San Diego condenou 4 imigrantes muçulmanos - incluindo o imã - de conspirarem para canalizar dinheiro para um grupo terrorista do seu país. Depois de 3 semanas de julgamento, e 3 dias de deliberações, na passada Sexta-Feira o júri condenou os homens de conspirarem para angariarem fundos para o grupo terrorista al-Shabaab (AHL-shuh-BAHB').

No ano de 2008 o "U.S. State Department" classificou o grupo al-Shabaab como grupo terrorista, e desde então membros do Ministério Público Federal têm vindo desmantelar o apoio que o grupo tem nos EUA, especialmente na área de Minnesota.

Entre os condenados encontra-se um imã de San Diego de 40 anos, com o nome de Mohamed Mohamud, bem como 2 taxistas e um homem que geria um negócio financeiro usado para transportar o dinheiro.

A sentença será lida em Maio.

 Fonte
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Aparentemente, estes maometanos não foram informados de que o islão significa "paz" e que só os "intolerantes" acham que "jihad" significa "guerra". Se calhar é melhor eles entrarem em contacto com o imã local.

Ah, espera. O imã também está envolvido no caso. Bem, agora fiquei confuso.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Tribunal Egípcio suspende a YouTube



O tribunal administrativo do Egipto ordenou aos ministérios da comunicação que bloqueassem a YouTube - que pertence à Google - por todo o país devido ao facto do site de hospedagem de vídeos difundir o filme "Innocence of Muslims," afirmou a agência noticiosa estatal MENA. 

O vídeo de 13 minutos provocou um dilúvio de sentimentos anti-americanos no Egipto, na Líbia e em muitos outros países islâmicos. O vídeo caracteriza o profeta do islão como um tolo e um depravado sexual. Para a maioria dos maometanos, qualquer caracterização gráfica do seu profeta é blasfémia. 

O tribunal afirmou que se encontrava a meio duma decisão legal em torno dum caso trazido até si relativo ao filme. Para além disto, não foram disponibilizados mais detalhes. 

Segundo o tribunal, a YouTube havia "insistido em disponibilizar o filme insultado o Islão e o Profeta [sic], desrespeitando as crenças de milhões de egípcios e ignorando a raiva de todos os muçulmanos." 

O "Egypt's National Telecommunication Regulatory Authority" afirmou que agiria de acordo com a decisão legal mal recebesse uma cópia do veredicto. 

Maha Abouelenein, porta-voz da Google em Cairo, disse que a companhia ainda não recebeu qualquer tipo de notificação da decisão.

Fonte

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 Mais uma tentativa de conferir um estatuto especial ao islão.


quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

"Suecos" acusados de terrorismo nos EUA

Fonte

"Os acusados não são aspirantes a terroristas, eles são terroristas. Eles fizeram mais do que receber treino: eles usaram o que aprenderam em operações levadas a cabo pelos al-Shabaab," afirmou George Venizelos do FBI, em New York.

Os dois "suecos", de 27 e 29 anos de idade, foram acusados de participar em treinos envolvendo armas e explosivos, com o grupo terrorista islâmico al-Shabaab,  desde 2008. Se forem considerados culpados, ele enfrentam uma pena de prisão perpétua.

Os homens foram presos em Agosto último pelas autoridades localizadas em África quando se deslocavam para o Iémen. Eles apareceram no tribunal de  Brooklyn com a ajuda dum interpretador sueco.

Segundo o New York Times, muita da informação relativa a este caso está envolta em mistério. O mesmo manteve-se selado durante 4 meses e os documentos legaus abertos na Sexta-Feira continham pouca elaboração em torno dos crimes, ou algum indicativo do porquê este caso ter sido trazido para New York.

(...)

Loretta E. Lynch, advogada dos EUA pelo Distrino Este de New York afirmou:

Usaremos todas as ferramentes ao nosso dispor para combater os grupos terroristas, deter actividades terroristas e incapacitar os terroristas individuais.

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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Mãe confessa ter morto o filho por este não memorizar o Alcorão

Uma mulher acusada de espancar o próprio filho até a morte por não conseguir decorar trechos do Corão gravou um vídeo de confissão apresentado perante o júri durante seu julgamento na Grã-Bretanha.
Sara Ege, de 33 anos, teria cometido o crime em Julho de 2010, e enfrenta a Justiça de Cardiff, capital do País de Gales.

Embora tenha feito confissões em julho de 2010, poucos dias após a tragédia, registradas no vídeo e em outros documentos, ela mudou sua versão e vem negando o crime.

Na gravação de mais de uma hora de duração, ela diz que seu filho, Yaseen Ali Ege, caiu enquanto murmurava trechos do livro sagrado islâmico e afirma ter pensado que ele tivesse adormecido.

Sara diz que deixou o filho onde ele estava, sobre um tapete ao lado da cama. "Ele estava respirando como se estivesse dormindo quando o deixei. Ele continuava sussurrando a mesma coisa. Achei que ele só estivesse cansado".

No depoimento, ela diz ter voltado ao quarto do filho dez minutos depois, e que o encontrou tremendo, com calafrios, ainda no chão. E que, logo depois, ele morreu.

Surpreendentemente, ela explica no vídeo que sua decisão imediata foi de queimar o corpo e que, para isso, foi até a cozinha para pegar um frasco de álcool em gel usado para churrascos. O fogo fez com que a polícia acreditasse, inicialmente, na versão de que o menino havia morrido vítima do incêndio. A autópsia, no entanto, revelou que Yaseen já estava morto quando o incêndio começou.

Em outro momento do julgamento, depoimentos da ré prestados em Julho de 2010, poucos dias após a tragédia, foram lidos aos jurados, que se mostraram estupefatos diante de algumas declarações.

Em alguns trechos, ela confessa que estava fora do controle e que espancou seu filho sem motivos. O depoimento de uma professora da escola que Yasseen frequentava reforçou a tese de violência recorrente. A professora disse que, certa vez, Yaseen relatou sentir dores na mão e, ao ser questionado sobre o motivo, disse ter apanhado da mãe com uma régua.

A queixa foi repassada à directora da escola, que teria chamado a mãe do garoto para uma conversa, mas o teor do encontro não foi divulgado. Também não se sabe se a escola informou as autoridades sobre o incidente.

A própria mãe admitiu que as surras eram recorrentes. Ela disse, em um dos depoimentos registrados em 2010, ter prometido a si mesma que não bateria mais na criança –algo que não conseguiu cumprir, voltando a espancar o filho de forma sistemática.

O presentes no tribunal ficaram chocados quando um policial leu os trechos em que Sara descreve como queimou o corpo do filho.

"Na hora eu não estava pensando em nada, eu só estava muito assustada. Era sempre assim, de novo e de novo, quando eu batia no Yaseen com um bastão. Não era minha intenção fazer nada. Eu não posso explicar, eu amava muito o meu filho. Ele era tão comportado, ele nunca, nunca reclamava de nada".
Ela indicou que seus acessos de raiva foram os responsáveis pela tragédia.

"Eu culpo a minha raiva. Eu perdi o controle. Não consigo entender o que aconteceu. Não houve intenção de ferir meu filho".

Yusef Ali Ege, de 38 anos, pai do menino, também está sendo julgado por ter causado ou permitido a morte do filho ao não ter protegido a criança.

...

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Tribunal arquiva caso contra muçulmanos que atacaram uma mulher com ácido


Ela esperou 7 anos por justiça, mas foi tudo em vão. Gul Naaz veio a saber há alguns dias atrás que o tribunal exonerou os homens acusados de lhe terem atirado ácido à cara - e a terem desfigurado para toda a vida. O seu crime: ter aberto um salão de beleza.

Naaz, hoje com 34 anos, disse:

Os homens que me atiraram ácido à cara foram presos após o ataque, e mantidos na delegacia da policia por uma noite. No dia seguinte foram libertos.

O caso foi levado aos tribunais, e eu fui chamada para testemunhar o ocorrido. Foi-me dito que seria chamada outra vez, mas isso nunca aconteceu.

A polícia informou-me que o caso havia sido fechado e que os acusados haviam sido exonerados pelo tribunal.

Naaz afirmou ao mesmo tempo que tenciona apresentar um recurso contra a decisão.

Em 2006, Naaz, que tem 3 filhos, abriu um salão de beleza em Kishtwar como forma de sustentar a família, visto que o marido havia sofrido lesões sérias num acidente de viação. Ela disse que dois muçulmanos – Sajjad Ahmad e Liyqat Ali – disseram-lhe para fechar o salão de beleza ou que se preparasse para enfrentar "consequências sérias".

Na altura, eu ri-me de Sajjad, que na altura era o imã da mesquita local. Pensei que eles estavam a brincar, mas mais tarde, eles executaram a ameaça.

* * * * * * *

Enquanto as feministas ocidentais se queixam de "opressão" por não terem permissão legal para decapitar, esquartejar, e queimar com químicos os seus próprios filhos (aborto), as mulheres muçulmanas vêem a sua beleza destruída para o resto da vida apenas e só por abrirem um salão de beleza.

Um sobrevivente do Holocausto disse algo do género "se alguém diz que te vai matar, acredita no que eles afirmam." Semelhantemente, se muçulmanos devotos afirmam que nutrem ódio por ti, e que estão dispostos a levar a cabo acções violentas contra ti, acredita no que eles dizem.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Ateísmo é proibido na Indonésia

Ateu indonésio foi condenado a 30 meses de prisão depois de escrever "Deus não existe" na sua página do Facebook. Alexander Aan, de 30 anos, foi preso na Quinta Feira por partilhar online material explícito em torno de Maomé, o "profeta" do islão.

Durante a audiência no tribunal de Sumatra, ficou-se a saber que ele deu início a um grupo ateu onde partilhou material cómico exibindo Maomé a ter relações sexuais com o seu servo.

Segundo o que o juiz-presidente Eka Prasetya Budi Dharma disse ao tribunal do distrito de Muaro Sijunjung, Alexander foi declarado culpado de deliberadamente propagar informação que incitava o ódio religioso e a animosidade.

Para além do material explícito acima referido, Aan fez upload de 3 artigos na sua conta de Facebook, incluindo um que descrevia a atracção que o "profeta" teve pela sua nora.

Dharma disse:

Segundo a lei em torno das "Informações e Transacções Electrónicas", nós sentencia-mo-lo a um período de 2 anos e 6 meses na prisão. O que ele fez causou ansiedade à comunidade e manchou o islão.

* * * * * * *

É por notícias como esta que podemos prever como o ateísmo europeu vai "prosperar" à medida que o maometanismo continuar a crescer na Europa. Num futuro não muito longínquo, a aliança estratégica que os militantes ateus fizeram em favor do avanço do islamismo europeu vai ser qualificado como um dos maiores erros históricos que os anti-Cristãos alguma vez fizeram.

Deve ser por isso que alguns ateus apercebem-se do erro que foi atacar e fragilizar o Cristianismo europeu. Mas agora pode já ser tarde demais.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Suíços precisam de permissão para proteger a Suíça


Grupo que reúne esforços para resistir à islamização da Suíça recebeu a aprovação do Tribunal Federal para exercer o direito de distribuir panfletos a partir do seu stand publicitário. Para além disso, o Tribunal determinou que as autoridades locais têm a obrigação de protege-los.

O Concílio de Fribourg havia proibido o grupo - O Movimento Contra a Islamização da Suíça - de estabelecer uma tenda informativa durante uma campanha anti-minarete que se realizou no ano de 2009.

O Concílio afirmou que se tinha recusado a autorizar o grupo de propagar a sua mensagem devido ao medo da reacção violenta que supostamente poderia surgir [por parte de quem?].

O grupo venceu, assim, o direito de propagar informação que visa alertar os locais dos perigos que resultam do aumento da influência islâmica na Suíça. Portanto, em certas áreas da Suíça é preciso autorização (e protecção) legal para se defender o seu próprio país da invasão islâmica.

Ridículo.

Fonte

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Breivik estudou grupos terroristas Cristãos para se preparar para os ataques

Correcção: "Breivik estudou ataques da al-Qaida para se preparar para os ataques"


O extremista Anders Behring Breivik afirmou hoje em tribunal que se preparou para os ataques de Oslo analisando ao pormenor atentados da al-Qaida e de outros grupos e lendo mais de 600 manuais para fabrico de bombas.

O autor confesso dos ataques de Julho de 2011 em Oslo afirmou, na quinta audiência do seu julgamento, ter estudado em particular os atentados à bomba de 1993 contra o World Trade Center, em Nova Iorque, e de 1995 em Oklahoma, perpetrado por Timothy McVeigh.

Referindo-se à Al-Qaida, Breivik afirmou: “Estudei cada um dos ataques, o que fizeram mal e o que fizeram bem”.

Para o extremista, a rede terrorista é “o mais bem sucedido movimento revolucionário do mundo” e devia servir de inspiração aos militantes de extrema-direita, apesar de os seus objectivos serem diferentes. “Queremos criar uma versão europeia da al-Qaida”, disse.

A avaliação da sanidade mental de Breivik, da qual vai depender a sua condenação à prisão ou a internamento psiquiátrico, voltou hoje a ocupar boa parte da audiência.

“Eu não sou um caso psiquiátrico e sou criminalmente responsável”, respondeu Breivik quando questionado sobre a sua aparente falta de empatia com uma advogada das partes civis no processo.

“Sou, normalmente, uma pessoa muito simpática”, disse, acrescentando ter tido de suprimir as suas emoções, nomeadamente através da prática de meditação e do isolamento, para se preparar para os ataques.

Observado por especialistas psiquiátricos que, na sala de audiências, estão sentados à sua frente, Breivik explicou também que tem utilizado uma “linguagem técnica” para explicar os ataques para “se distanciar” dos seus actos e poder testemunhar melhor.

“Se tivesse utilizado uma linguagem mais normal, penso que não me conseguiria explicar”, disse.

Breivik está a ser julgado pelo assassínio a tiro de 69 pessoas que participavam num acampamento da juventude do Partido Trabalhista na ilha de Utoeya e pelo ataque à bomba junto à sede do governo no centro de Oslo que fez oito vítimas mortais.

Afirmando-se em guerra contra “as elites” que permitem a “islamização da Europa”, Breivik admite os factos mas recusa dar-se como culpado.

“São actos horríveis, actos bárbaros. Nem consigo imaginar como é que as outras pessoas os vivem”, disse. Mas, prosseguiu, decidiu cometer uma “operação suicida” – pensava que seria morto durante os ataques – depois de esgotar “todas as vias pacíficas” para promover a sua causa nacionalista, nomeadamente devido “à censura” dos ‘media’.

Para ser capaz de cometer o tiroteio, o extremista, de 33 anos, disse ter recorrido a um “mecanismo de defesa” para “desumanizar” as suas vítimas, treinando-se mentalmente durante vários anos.

“É preciso desumanizar o inimigo (…) Se não o tivesse feito, não teria conseguido”, disse.

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Desumanizar os seres humanos que se quer matar é muito comum na esquerda militante. Hitler fê-lo com os judeus e as feministas seguem o exemplo com o bebé que se encontra no útero.

Outra coisa que convém notar é a semelhança operacional E REVOLUCIONARIA entre Breivik, os terroristas muçulmanos e a esquerda militante.

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