domingo, 1 de junho de 2014
Egipto Tribunal condena 163 seguidores da Irmandade Muçulmana
domingo, 4 de maio de 2014
Egipto recomenda pena de morte para mais 700 islamitas
Segundo o sistema judicial egípcio, a recomendação é feita ao mufti do país, a principal figura religiosa do Islão Sunita no Egipto, mas a sua opinião não é vinculativa e pode ser ignorada pelo tribunal.
Em Março, por exemplo, foram condenados mais de 500 militantes mas na decisão definitiva, que também foi divulgada esta segunda-feira, apenas se manteve a pena de morte para 37, com as restantes penas a serem comutadas a prisão perpétua.
Desde a queda do regime de Mohamed Morsi, da Irmandade Muçulmana, esta organização foi ilegalizada e é actualmente considerado um movimento terrorista. A situação levou a um conflito aberto entre os militantes islâmicos e as forças do Governo.
O Egipto prepara-se agora para eleições presidenciais, que se realizam já em finais de Maio. O actual ministro da Defesa e arquitecto da deposição de Morsi, General Sisi, é candidato e prevê-se que vença o escrutínio.
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terça-feira, 22 de abril de 2014
Condenados à morte
O tribunal de Minya emitiu a sua decisão na 2º Feira depois de apenas duas sessões onde os advogados dos acusados se queixaram de não terem tido a chance de apresentar o seu caso.
Aqueles condenados fazem parte dum grupo de 545 pessoas sob julgamento pelo assassinato dum polícia, tentativa de assassinato de outros dois, ataque a uma esquadra de polícia, e outros actos de violência.
Mais de 150 suspeitos estiveram no julgamento, outros julgados in absentia, e 16 foram declarados inocentes.
Os acusados foram presos depois de demonstrações violentas que foram uma consequência do ataque policial às manifestações pró-Morsi no Cairo que mataram centenas de pessoas.
A decisão legal pode ser apelada.
quarta-feira, 26 de março de 2014
Líder da Irmandade Islâmica começou a ser julgado no Cairo
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sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Tribunal Egípcio condena 113 apoiantes da Irmandade Muçulmana
Reuters
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quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Tribunal Egípcio ataca os islamistas
Numa declaração emitida na Segunda-Feira. o Juiz Mohammed al-Sayed afirmou:
O tribunal ordenou também que os bens da Irmandade Muçulmana sejam confiscados.
A Irmandade esteve ilegal durante a maior parte dos seus 85 anos de existência, no entanto, em 2011, aquando da expulsão do autocrata Hosni Mubarak, a organização recebeu permissão para operar livremente.
Fonte
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Este desenvolvimento é uma das poucas coisas boas que ocorreram depois da Primavera Árabe. Durante o reinado de Mubarak, a maior parte da população maometana do Egipto inocentemente pensava que, dada a oportunidade, a Irmandade Muçulmana governaria o país justamente e segundo os princípios islâmicos.
Quando a IM obteve o poder depois da queda de Mubarak, os Egípcios descobriram o que esses princípios islâmicos fazem a um país. Agora, a Irmandade Muçulmana voltou a ser banida.
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Tribunal sueco promove a violação de mulheres suecas
Devido a isso, obviamente que, depois do julgamento, o juiz lhes atirou com um livro de uma forma que só um juiz Sueco pode atirar um livro a um imigrante maometano que está a contribuir para a rica diversidade do país. Cinco dos adolescentes foram declarados culpados de violação agravada pelo Solna District Court, e o sexto foi declarado culpado de tentative de violação agravada.
O ataque ocorreu em Março último num apartamento de Tensta, onde um dos adolescentes geriu os preservativos enquanto os outros violavam a rapariga de 15 anos.
O tribunal levou em consideração o facto do relato da rapariga incluir informação "coesa, longa e relativamente detalhada" do incidente, e a masma não incluir "qualquer tipo de contradição ou elementos na história que se poderiam considerar inexplicáveis".
Apesar de terem negado o incidente aquando do início do julgamento, os quatro rapazes, entretanto, confessaram ter tido relações sexuais com a rapariga na altura, mas negaram ter cometido qualquer tipo de crime. O rapaz que alegadamente ofereceu os preservativos negou tudo.
"Segundo o tribunal, as suas explicações em torno dos motivos que lhes levou a modificar a sua história eram insustentáveis, mas sugeriram que eles escondiam algo," escreveu o tribunal.
"Menos severo"? Isso é algo "surpreendente".
Mas não há problemas uma vez que a ONU coloca a Suécia num lugar bastante elevado, no que toca os direitos das mulheres. Infelizmente, o direito de não ser violada por imgrantes não é um deles. Mas se eles fossem para a "prisão", as coisas não seriam assim tão más.
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| "Prisão" sueca. |
domingo, 19 de maio de 2013
Turco exige que crucifixo seja removido duma sala de tribunal . . . . na Alemanha.
Para além disso, a cruz era também uma "ameaça" para todos os não-Cristãos, afirmou Tanal, em referência aos familiares muçulmanos das vítimas turcas de NSU. Devido a isto, a cruz "tem que desaparecer imediatamente".
Tanal pertence ao partido da oposição secular CHP, e foi um dos seis membros da delegação parlamentar de Ankara que esteve presente no tribunal no início do julgamento.
O político deu o seu apoio à suspeita - previamente vocalizada na Turquia - de que o assim conhecido grupo "National Socialist Underground" tem o apoio de forças próximas do aparato estatal alemão.
Quando um gang consegue matar 8 turcos e um grego em diferentes partes da Alemnha com a mesma arma sem ser detectado, isso significa que as forças policiais estão por trás.
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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Ajudando os terroristas
No ano de 2008 o "U.S. State Department" classificou o grupo al-Shabaab como grupo terrorista, e desde então membros do Ministério Público Federal têm vindo desmantelar o apoio que o grupo tem nos EUA, especialmente na área de Minnesota.
Entre os condenados encontra-se um imã de San Diego de 40 anos, com o nome de Mohamed Mohamud, bem como 2 taxistas e um homem que geria um negócio financeiro usado para transportar o dinheiro.
A sentença será lida em Maio.
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Aparentemente, estes maometanos não foram informados de que o islão significa "paz" e que só os "intolerantes" acham que "jihad" significa "guerra". Se calhar é melhor eles entrarem em contacto com o imã local.
Ah, espera. O imã também está envolvido no caso. Bem, agora fiquei confuso.
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Tribunal Egípcio suspende a YouTube
O vídeo de 13 minutos provocou um dilúvio de sentimentos anti-americanos no Egipto, na Líbia e em muitos outros países islâmicos. O vídeo caracteriza o profeta do islão como um tolo e um depravado sexual. Para a maioria dos maometanos, qualquer caracterização gráfica do seu profeta é blasfémia.
O tribunal afirmou que se encontrava a meio duma decisão legal em torno dum caso trazido até si relativo ao filme. Para além disto, não foram disponibilizados mais detalhes.
Segundo o tribunal, a YouTube havia "insistido em disponibilizar o filme insultado o Islão e o Profeta [sic], desrespeitando as crenças de milhões de egípcios e ignorando a raiva de todos os muçulmanos."
O "Egypt's National Telecommunication Regulatory Authority" afirmou que agiria de acordo com a decisão legal mal recebesse uma cópia do veredicto.
Maha Abouelenein, porta-voz da Google em Cairo, disse que a companhia ainda não recebeu qualquer tipo de notificação da decisão.
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
"Suecos" acusados de terrorismo nos EUA
"Os acusados não são aspirantes a terroristas, eles são terroristas. Eles fizeram mais do que receber treino: eles usaram o que aprenderam em operações levadas a cabo pelos al-Shabaab," afirmou George Venizelos do FBI, em New York.
Os dois "suecos", de 27 e 29 anos de idade, foram acusados de participar em treinos envolvendo armas e explosivos, com o grupo terrorista islâmico al-Shabaab, desde 2008. Se forem considerados culpados, ele enfrentam uma pena de prisão perpétua.
Os homens foram presos em Agosto último pelas autoridades localizadas em África quando se deslocavam para o Iémen. Eles apareceram no tribunal de Brooklyn com a ajuda dum interpretador sueco.
Segundo o New York Times, muita da informação relativa a este caso está envolta em mistério. O mesmo manteve-se selado durante 4 meses e os documentos legaus abertos na Sexta-Feira continham pouca elaboração em torno dos crimes, ou algum indicativo do porquê este caso ter sido trazido para New York.
(...)
Loretta E. Lynch, advogada dos EUA pelo Distrino Este de New York afirmou:
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quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Mãe confessa ter morto o filho por este não memorizar o Alcorão
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Tribunal arquiva caso contra muçulmanos que atacaram uma mulher com ácido

Naaz, hoje com 34 anos, disse:
Os homens que me atiraram ácido à cara foram presos após o ataque, e mantidos na delegacia da policia por uma noite. No dia seguinte foram libertos.Naaz afirmou ao mesmo tempo que tenciona apresentar um recurso contra a decisão.O caso foi levado aos tribunais, e eu fui chamada para testemunhar o ocorrido. Foi-me dito que seria chamada outra vez, mas isso nunca aconteceu.
A polícia informou-me que o caso havia sido fechado e que os acusados haviam sido exonerados pelo tribunal.
Em 2006, Naaz, que tem 3 filhos, abriu um salão de beleza em Kishtwar como forma de sustentar a família, visto que o marido havia sofrido lesões sérias num acidente de viação. Ela disse que dois muçulmanos – Sajjad Ahmad e Liyqat Ali – disseram-lhe para fechar o salão de beleza ou que se preparasse para enfrentar "consequências sérias".
Na altura, eu ri-me de Sajjad, que na altura era o imã da mesquita local. Pensei que eles estavam a brincar, mas mais tarde, eles executaram a ameaça.
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Enquanto as feministas ocidentais se queixam de "opressão" por não terem permissão legal para decapitar, esquartejar, e queimar com químicos os seus próprios filhos (aborto), as mulheres muçulmanas vêem a sua beleza destruída para o resto da vida apenas e só por abrirem um salão de beleza.
Um sobrevivente do Holocausto disse algo do género "se alguém diz que te vai matar, acredita no que eles afirmam." Semelhantemente, se muçulmanos devotos afirmam que nutrem ódio por ti, e que estão dispostos a levar a cabo acções violentas contra ti, acredita no que eles dizem.
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Ateísmo é proibido na Indonésia
Ateu indonésio foi condenado a 30 meses de prisão depois de escrever "Deus não existe" na sua página do Facebook. Alexander Aan, de 30 anos, foi preso na Quinta Feira por partilhar online material explícito em torno de Maomé, o "profeta" do islão. Durante a audiência no tribunal de Sumatra, ficou-se a saber que ele deu início a um grupo ateu onde partilhou material cómico exibindo Maomé a ter relações sexuais com o seu servo.
Segundo o que o juiz-presidente Eka Prasetya Budi Dharma disse ao tribunal do distrito de Muaro Sijunjung, Alexander foi declarado culpado de deliberadamente propagar informação que incitava o ódio religioso e a animosidade.
Para além do material explícito acima referido, Aan fez upload de 3 artigos na sua conta de Facebook, incluindo um que descrevia a atracção que o "profeta" teve pela sua nora.
Dharma disse:
Segundo a lei em torno das "Informações e Transacções Electrónicas", nós sentencia-mo-lo a um período de 2 anos e 6 meses na prisão. O que ele fez causou ansiedade à comunidade e manchou o islão.
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É por notícias como esta que podemos prever como o ateísmo europeu vai "prosperar" à medida que o maometanismo continuar a crescer na Europa. Num futuro não muito longínquo, a aliança estratégica que os militantes ateus fizeram em favor do avanço do islamismo europeu vai ser qualificado como um dos maiores erros históricos que os anti-Cristãos alguma vez fizeram.
Deve ser por isso que alguns ateus apercebem-se do erro que foi atacar e fragilizar o Cristianismo europeu. Mas agora pode já ser tarde demais.
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Suíços precisam de permissão para proteger a Suíça

O Concílio de Fribourg havia proibido o grupo - O Movimento Contra a Islamização da Suíça - de estabelecer uma tenda informativa durante uma campanha anti-minarete que se realizou no ano de 2009.
O Concílio afirmou que se tinha recusado a autorizar o grupo de propagar a sua mensagem devido ao medo da reacção violenta que supostamente poderia surgir [por parte de quem?].
O grupo venceu, assim, o direito de propagar informação que visa alertar os locais dos perigos que resultam do aumento da influência islâmica na Suíça. Portanto, em certas áreas da Suíça é preciso autorização (e protecção) legal para se defender o seu próprio país da invasão islâmica.
Ridículo.
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Breivik estudou grupos terroristas Cristãos para se preparar para os ataques
Correcção: "Breivik estudou ataques da al-Qaida para se preparar para os ataques"
O autor confesso dos ataques de Julho de 2011 em Oslo afirmou, na quinta audiência do seu julgamento, ter estudado em particular os atentados à bomba de 1993 contra o World Trade Center, em Nova Iorque, e de 1995 em Oklahoma, perpetrado por Timothy McVeigh.
Referindo-se à Al-Qaida, Breivik afirmou: “Estudei cada um dos ataques, o que fizeram mal e o que fizeram bem”.
Para o extremista, a rede terrorista é “o mais bem sucedido movimento revolucionário do mundo” e devia servir de inspiração aos militantes de extrema-direita, apesar de os seus objectivos serem diferentes. “Queremos criar uma versão europeia da al-Qaida”, disse.
A avaliação da sanidade mental de Breivik, da qual vai depender a sua condenação à prisão ou a internamento psiquiátrico, voltou hoje a ocupar boa parte da audiência.
“Eu não sou um caso psiquiátrico e sou criminalmente responsável”, respondeu Breivik quando questionado sobre a sua aparente falta de empatia com uma advogada das partes civis no processo.
“Sou, normalmente, uma pessoa muito simpática”, disse, acrescentando ter tido de suprimir as suas emoções, nomeadamente através da prática de meditação e do isolamento, para se preparar para os ataques.
Observado por especialistas psiquiátricos que, na sala de audiências, estão sentados à sua frente, Breivik explicou também que tem utilizado uma “linguagem técnica” para explicar os ataques para “se distanciar” dos seus actos e poder testemunhar melhor.
“Se tivesse utilizado uma linguagem mais normal, penso que não me conseguiria explicar”, disse.
Breivik está a ser julgado pelo assassínio a tiro de 69 pessoas que participavam num acampamento da juventude do Partido Trabalhista na ilha de Utoeya e pelo ataque à bomba junto à sede do governo no centro de Oslo que fez oito vítimas mortais.
Afirmando-se em guerra contra “as elites” que permitem a “islamização da Europa”, Breivik admite os factos mas recusa dar-se como culpado.
“São actos horríveis, actos bárbaros. Nem consigo imaginar como é que as outras pessoas os vivem”, disse. Mas, prosseguiu, decidiu cometer uma “operação suicida” – pensava que seria morto durante os ataques – depois de esgotar “todas as vias pacíficas” para promover a sua causa nacionalista, nomeadamente devido “à censura” dos ‘media’.
Para ser capaz de cometer o tiroteio, o extremista, de 33 anos, disse ter recorrido a um “mecanismo de defesa” para “desumanizar” as suas vítimas, treinando-se mentalmente durante vários anos.
“É preciso desumanizar o inimigo (…) Se não o tivesse feito, não teria conseguido”, disse.
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Desumanizar os seres humanos que se quer matar é muito comum na esquerda militante. Hitler fê-lo com os judeus e as feministas seguem o exemplo com o bebé que se encontra no útero.
Outra coisa que convém notar é a semelhança operacional E REVOLUCIONARIA entre Breivik, os terroristas muçulmanos e a esquerda militante.












