MITOS ISLÂMICOS

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sábado, 27 de setembro de 2014

Recém-convertido ao maometanismo decapita mulher inocente

Oficiais do FBI estão a investigar uma decapitação que decorreu num centro de distribuição de comida no Oklahoma depois de colegas de trabalho terem afirmado que o suspeito os tentou converter ao islão depois da sua recente conversão. 

O suspeito, Alton Nolen, de 30 anos, foi recentemente despedido da  Vaughan Foods em Moore antes do ataque de Quinta-Feira passada. A polícia de Moore, representada na pessoa do Sargento Jeremy Lewis, disse ao KFOR que Nolen conduziu para a parte frontal da empresa, antes de atingir um veículo e entrar no edifício.

Depois disso, Nolen atacou Colleen Hufford, de 54 anos, esfaqueando-a várias vezes antes de lhe cortar a cabeça. Depois disso, ele esfaqueou também outra mulher, Traci Johnson, de 43 anos.

O Sgt Lewis disse que Mark Vaughan, o director de operações da companhia, disparou contra Nolan no preciso momento em que ele esfaqueava Johnson, quer permanece no hospital em situação estável. Lewis disse ainda:

Ele é o herói desta situação. As coisas poderiam ter sido bem piores.

Segundo se sabe, Nolan estava a atacar os empregados de modo indiscriminado; o motivo dos ataques ainda permanece uma incógnita, mas os oficiais do FBI confirmaram à Fox News que estavam a prestar assistência ao Departamento Policial de Moore na investigação da vida de Nolan, e se a sua recente conversão para o islão está de alguma forma relacionado com o crime.

O departamento policia emitiu um declaração onde se lê:

Depois de se levarem a cabo entrevistas com os ex-colegas de Nolan, foi obtida informação de que ele havia recentemente tentado converter vários funcionários à fé islâmica. Devido à maneira da morte e das declarações iniciais dos ex-colegas bem como outras informações iniciais, o Departamento Policial de Moore pediu a assistência do FBI para liderar a investigação da vida de Nolan.

Segundo, registos penitenciários estaduais, em Janeiro de 2011 Nolan foi condenado por múltiplos delitos criminais relacionados às drogas, ataque e agressão a um policial, e fuga dum centro de detenção. Ele foi liberto da prisão em 2013.

Fonte: http://fxn.ws/1omSuJm


sábado, 6 de setembro de 2014

A trágica morte de Palmira Silva

Palmira Silva foi decapitada na sua casa em Edmonton num ataque indiscriminado antes da polícia ter subjugado o atacante muçulmano. A idosa de 82 anos foi decapitada num jardim dos subúrbios por um homem armado com uma faca de mato. Silva, viúva e avó, descrita por um dos vizinhos como "uma mulher muito amável", foi morta fora da sua casa num ataque desenfreado por parte dum muçulmano de 25 anos.

As testemunhos afirmam que o homem, armado com uma lâmina com cerca de 30 centímetros, atacou um veículo em movimento e um gato antes de deambular pelos jardins traseiros em busca duma vítima. A polícia acredita que ele tentou também atacar duas pessoas doutra casa na mesma rua, mas elas foram capazes de fugir sem danos físicos.

O homem foi preso depois dos polícias armados, que o haviam distraído para impedir mais ataques, o terem encurralado numa casa e o terem neutralizado com um arma  Taser. Alguns oficiais ficaram feridos. A senhora Silva, que tinha raízes italianas, foi declarada morta no local.

Crê-se que uma linha de investigação para os detectives é a que defende que o homem foi inspirado pelas imagens de terroristas a decapitarem dois jornalistas na Síria. Alguns residentes alegam que o suspeito era um homem local que se havia convertido ao islão no ano passado, mas essas alegações não foram ainda confirmadas. As forças polícias colocaram de parte o hipótese deste acto se enquadrar na definição dum acto terrorista.

Alguns residentes afirmaram terem visto a polícia a partir janelas das propriedades dos vizinhos, levando crianças chorosas e deixando os aterrorizados residentes em locais seguros. Uma das vizinhas, Freda Odame (30 anos), disse que ouviu comoção no exterior e levantou as persianas e viu um homem na casa dos 20 anos com uma faca. Ela falou da forma como ela escapou por pouco.

Alguém estava a gritar e a bater na porta. Eu conseguia ouvir gritos mas não conseguia entender  o que ele estava dizer. Conseguia ver que ele tinha uma longa faca curva na mão, do tamanho do ante-braço dum homem, e inclinado, em busca de algo. Ele tinha um olhar enlouquecido e como tal, fechei as cortinas porque estava com medo. A minha vizinha encontrava-se no jardim e não parecia entender o que se estava a passar.Eu já o tinha visto por aqui várias vezes. Acho que ele vive na mesma rua com a sua família. Cinco minutos depois de o ter ouvido a gritar, a polícia bateu na minha porta e disse-me que eu tinha que sair.

Outro vizinho disse que viu um homem a agitar uma faca de mato e a gritar algo relacionado a gatos, para além de ter visto um gato sem cabeça enquanto olhava pela janela. O homem, que quis permanecer no anonimato, disse:

Houve um grito e como tal, dirigi-me á janela e vi um homem com uma faca de mato coberta de sangue. Ele estava no jardim, andando para cima e para baixo e gritando algo sobre gatos.

O homem apareceu posteriormente no jardim da vítima e começou a cortar as plantas. Sue Mahadooa, de 50 anos, afirmou que, "ele começou a cortar as rosas. Por essa altura nós tentávamos ligar para a polícia." Depois disso, Sue viu a polícia a travar à porta da sua casa antes deles correram pela rua, avisando as pessoas para se afastarem. Munidos com arietes, a polícia começou a forçar as portas frontais e a partir as janelas como forma de ajudar os residentes a dirigirem-se para um lugar seguro, não sabendo ainda em que lugar se encontrava o assassino.

A senhora Mahadooa disse que a propriedade onde se acredita que a mulher foi morta está dividida em três maisonettes e a polícia estava desesperada para retirar os residentes sem causar que eles fugissem pelo corredor partilhado:

Estes oficiais da polícia começaram a tentar ajudar as duas crianças e a mulher a sair pela pequena janela do topo a partir do piso térreo. A mulher não conseguia sair pela janela e como tal eles começaram a partir a janela de maiores dimensões. Mas depois eu vi-os a sair pela porta da frente. Ela estava muito assustada e as crianças choravam. Claramente alguma coisa terrível estava a acontecer no interior..

George Stylianou, outro vizinho, disse:

As mulheres-polícia estavam a correr para cima e para baixo e a gritar para nós, "Saiam daqui! Vocês não sabem o quão perigoso este homem é!"

Antes disso, houve uma pessoa que tuitou: "Homem maluco à solta com uma faca de mato em Edmonton.” Andy Love, o MP de Edmonton disse:

Estou absolutamente horrorizado e surpreendido com o que aconteceu no meu círculo eleitoral. Esta comunidade é relativamente sólida e entre todas as pessoas existe uma boa relação.

Ricardo Kwiek, de 23 anos e taxista, viu um homem jovem a lutar com a políca depois deles terem invadido uma propriedade. Ele disse que o homem foi empurrado para uma carrinha:

Havia polícias a tentar entrar pela porta da frente e pela porta de trás. O homem que se encontrava dentro da casa não queria deixá-los entrar. Eles entraram pela porta de trás, e saíram com o homem na sua posse, que ainda se encontrava a lutar e a resistir. Ele não queria desistir. Consegui ver vários polícias a lutar com ele.

Um dos vizinhos que conhecia a vítima disse que ela ainda foi trabalhar nesse dia:

O seu marido morreu há cerca de 5 anos. Acho que ela era originalmente da Itália e ainda ontem falei com ela. Ela estava a capinar o jardim da frente; ela adorava fazer jardinagem. Acho que hoje ela estava no jardim da rectaguarda. Ela era uma mulher tão doce. Ela era lenta a caminhar mas ainda ia trabalhar. Acho que depois da morte do marido, era ela que mantinha as coisas a funcionar.

A família da senhora Silva gere um café em Edmonton Green chamado "Silva’s Café", e ela ia para lá todos os dias.

O comandante Simon Letchford, da "Metropolitan Police", elogiou a coragem dos oficiais, dizendo que eles "colocaram-se em perigo extremo para proteger o público". O Detective-Chefe John Sandlin, que lidera a investigação, afirmou:

Por enquanto não estamos em busca de mais ninguém. Embora seja muito cedo para especular sobre os motivos por trás deste ataque, com base na informação actual, este não é um ataque com ligações terroristas.

Fonte: http://bit.ly/1uopGox


sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

O silêncio dos líderes islâmicos

Na semana passada uma jovem mulher afegã com 20 anos foi decapitada pelos sogros por se recusar a ser uma prostituta. A sogra e um homem contratado cortaram a cabeça de Mah Gul na província de Herat.

O horrível caso confirmou o sofrimento que as raparigas e as mulheres muçulmanas sofrem nos sítios  controlados pelos Talibãs (tal como Herat). Este ataque vem na sequência do ataque também levado a cabo pelos Talibás contra a menina  Malala Yousafzai, de 14 anos, que fez campanha para que as raparigas tenham acesso a educação.

A "Human Rights Watch", no seu relatório sobre a situação no Afeganistão, não poupa palavras:

A situação dos direitos das mulheres é particularmente má, com ameaças e ataques levados a cabo pelos insurgentes contra 1) as mulheres em lugares de liderança, 2) as escolas para meninas e contra as próprias meninas, e com a polícia local a prender mulheres por "crimes morais" tais fugir dum casamento forçado ou fugir dum casamento onde ela era vítima de violência doméstica.

Este relatório foi publicado há dois anos, mas a situação não melhorou durante o tempo decorrido. Só este ano, foram reportados 100 ataques a meninas e a mulheres. (...)

No princípio deste ano, dois pais britânicos de origem paquistanesa foram sentenciados a prisão perpétua por assassinarem a sua filha adolescente - Shafilea Ahmed - por esta ter adoptado um estilo de vida "ocidental", e ter contestado os desejos paternos em torno dum casamento combinado.

Mais uma vez, onde estão as condenações enfurecidas dos líderes muçulmanos ao assassinato desta rapariga?

Fonte

* * * * * * *
Os lideres muçulmanos nada ou pouco dizem destes crimes porque eles estão bem cientes que os mesmos têm a aprovação islâmica. A ONU nada faz porque não lhes interessa ofender o poderoso bloco islâmico dentro da organização.

Portanto, as mulheres muçulmanas não têm virtualmente ninguém a quem recorrer - excepto Ele.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Menina de 14 anos decapitada no Afeganistão

Polícia do Afeganistão prendeu no último 29 de Novembro dois homens acusados de decapitar uma menina de 14 anos de idade na província do Kunduz.

"Nossas investigações mostram que os que a mataram eram pessoas que se queriam casar-se com ela. Estavam assediando a família e pedindo a sua mão. Quando a família se negou, eles a mataram", acrescentaram fontes da polícia em declarações concedidas à cadeia britânica BBC.

O pai da menina assassinada disse que se negou a dá-la em matrimônio por "ser muito jovem para ficar noiva", informa a agência afegã de notícias Pajhwok.

Fontes oficiais afegãs indicaram que os dois suspeitos são familiares próximos da garota assassinada.

Após o facto, o fiscal anexo do Afeganistão, Rahmatulá Nazari, assinalou que toda pessoa que for declarada culpada de assassinar mulheres ou meninas será executada. Nazari afirmou que, já que o número de casos de violência contra mulheres aumenta, as medidas contra os culpados também serão mais duras.

"Só um Kabul há 1.320 casos de violência contra mulheres sendo investigados. Alguns deles foram enviados ao Tribunal Supremo", adicionou.

"Os assassinatos e as decapitações são casos nos quais a lei contempla a execução dos responsáveis", disse ainda o fiscal.

O presidente do país, Hamid Karzai, também se referiu a estes casos durante a jornada da quinta-feira e recalcou que "tanto o Islão como a cultura afegã são muito respeitosos com a mulher".

"As mulheres são mães e desfrutam de total respeito no Islão", assinalou, por isso pediu aos Imãs e aos líderes comunitários que peçam por este respeito em seus discursos.

domingo, 24 de junho de 2012

Muçulmano decapita a própria filha e exibe a cabeça pelas ruas da aldeia como forma de "limpar" a honra familiar

Um muçulmano do noroeste da Índia permaneceu impenitente depois de ter decapitado a sua filha com uma espada cerimonial numa acesso de raiva devido ao seu relacionamento com um homem. O maometano entregou-se à polícia na delegacia, levando consigo a cabeça numa mão e a espada ensanguentada na outra.

Os residentes da vila Dungarji expressaram choque à medida que levavam a cabo os rituais fúnebres para a mulher de 20 anos. A polícia afirmou que o pai, mineiro de mármore com o nome de Oghad Singh, acusou a sua filha de trazer desonra à família e dificultar o processo de casamento para as suas duas irmãs solteiras.

Os residentes da aldeia não só classificaram o gesto do pai de "extremo", como disseram que o pai, com a camisa ensanguentada, havia exibido a cabeça da filha aos vizinhos ao mesmo tempo que descrevia o que havia feito. Narayan Singh, familiar distante, disse:

Ele disse-me que tirou a espada para fora, e que quando a filha se encontrava sozinha em casa, ele decapitou-a com apenas um golpe, causando a que a cabeça caísse no chão.
O policial Ranjit Singh, que estava presente quando o pai da assassinada se encontrava sentado na delegacia, com a espada numa mão e a cabeça na outra, disse:
Foi um momento sinistro.

Oghad admitiu imediatamente ter morto a filha devido ao facto desta ter adquirido um mau nome para a família.

Fonte

Limpou a honra familiar decapitando a filha e exibindo a cabeça pela aldeia.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Muçulmano decapita mulher em frente aos 6 filhos enquanto grita "Allah akbar"

Muçulmano encontra-se em prisão preventiva depois de ter morto a esposa em frente aos seus 6 filhos e de posteriormente a ter cortado aos pedaços. Depois disso, Orhan Sircasi correu para o topo do complexo de apartamentos com a cabeça da esposa numa mão e uma faca na outra.

O homem de 32 anos e de origem turca resistiu aos avanços da polícia - à medida que as autoridades lhe tentavam agarrar - usando a cabeça da falecida como forma de repelir as forças policiais.

Depois de a ter usado como arma de defesa, o muçulmano atirou a cabeça da esposa do telhado onde se encontrava para o meio da estrada. Enquanto se encontrava ainda no telhado ele foi agarrado e levado para custódia.

Os policias entraram no apartamento - localizado no distrito de Kreuzberg(Alemanha) - e depararam-se com o corpo desmembrado da esposa e com os 6 filhos com idades compreendidas entre os 9 meses aos 10 anos.

Em relação às crianças, uma das vizinhas declarou:

Elas [as crianças] encontravam-se num estado terrível. Ele obrigou-as a observar o processo todo à medida que ela a matava e a cortava em pedaços.
Os vizinhos alertaram a polícia nas horas iniciais da manhã depois de terem ouvido gritos provenientes do apartamento. Não se sabe o que causou a contenda.

As crianças foram colocadas sob observação psiquiátrica enquanto o pai era acusado de assassínio.

Vizinhos perturbados com o que estava a acontecer, cobriram a cabeça da mulher com um saco azul até que a polícia a removeu da rua.

Fonte

* * * * * * *

Pequeno pormenor que o Daily Mail se "esqueceu" de falar é que o muçulmano gritava "Allah akbar" [Alá é o maior] à medida que matava e desmembrava a mãe dos seus seis filhos. Ou seja, este muçulmano acreditava que o que estava a levar a cabo agradaria ao seu deus Alá.

O que é que o levou a pensar assim?


sexta-feira, 9 de março de 2012

Terroristas muçulmanos decapitam rapaz acusado de "espionagem"


Ficamos a saber através da UPI que o corpo dum rapaz alegadamente decapitado pelo grupo maometano terrorista por motivos de espionagem foi encontrado na passada 5ª Feira no norte de Mogadishu.

Os residentes de Gal-galato (área fortemente controlada pelo grupo al-Shabaab) afirmaram (em anonimato) que o rapaz foi morto por se suspeitar que ele fazia espionagem contra os militantes islâmicos.

O grupo ainda não emitiu qualquer tipo de comunicado oficial.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Idosa de 79 anos decapitada na Nigéria.

A AP reporta que a polícia nigeriana descobriu o corpo duma mulher Cristã de 79 anos ( do nordeste do país) com uma nota em árabe sobre o seu peito onde se lê
Dentro em breve vamos-te apanhar.

Este assassínio bárbaro levado a cabo pelos escravos de Alá, o deus árabe, demonstra de forma cabal que os muçulmanos do Boko Haram estão determinados em acabar com a presença Cristã nas áreas do norte do país. Se fosse uma situação reversa - isto é, Cristãos a tentar acabar com a presença de muçulmanos numa área maioritariamente Cristã, sem dúvida que a reacção seria distinta.

Embora a polícia local "não saiba" ou não tenha qualquer suspeito imediato, as testemunhas culparam o ataque aos membros do em cima mencionado Boko Haram - grupo terrorista muçulmano que é responsável pela morte de - pelo menos - 350 só este ano.

A mulher decapitada foi identificada como Shetu Haruna Malgwi, uma Cristã a viver na cidade de Maiduguri no norte da Nigéria (onde os maometanos estão em grande número). Aparentemente os escravos de Alá atacaram a inocente mulher na Quarta Feira - um dia depois dela ter regressado a casa depois de ter recebido um tratamento à vista na cidade de Kaduna.

Estes cobardes muçulmanos cortaram o pescoço da pobre mulher antes de escreverem a nota com caneta vermelha. Segundo uma testemunha, Audu Ibrahim, a família da mulher acredita que a mensagem é dirigida ao seu filho, que é pastor numa igreja local - lugar onde a defunta de 79 cantava no coro.

O grupo Boko Haram, cujo significado na língua Hausa local é "a educação ocidental é proibida" , está a levar a cabo ataques cada vez mais sofisticados no seu esforço de implementar a lei sharia na Nigéria.

* * * * * * * * *

O conforto que nós como Cristãos temos da contínua matança de Cristãos levada a cabo pelos escravos de Alá, o deus árabe, é que a mulher encontra-se agora na Glória Eterna com o Senhor Jesus, por Quem ela deu a sua vida preciosa.

Em direcção contrária - isto é, para o inferno - caminham todos os assassinos do Boko Haram e todos aqueles que servem o mesmo deus que se alegra com a matança de inocentes Cristãs.


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