MITOS ISLÂMICOS

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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

O primeiro dia de aulas, segundo o islão


Menina de 4 anos foi levada ao hospital em Vehari (Paquistão) na Quinta-Feira depois de ter sido sexualmente abusada alegadamente por um dos clérigos-chefe no primeiro dia de aulas na madrassa. Os médicos que se encontram a tratá-la disseram que ela encontra-se num estado crítico. A polícia de Meerapur declarou que o suspeito foi já preso.

O pai da rapariga, um residente em Nawan Shehr (Mailsi), afirmou que ele havia deixado a menina na madrassa de Shaheedanwala, na vizinhança. Ele disse também que mais de 70 crianças provenientes de povoações próximas foram inscritas na mesma madrassa.

Segundo o pai, este era o seu primeiro dia de aulas, e o clérigo-chefe pediu para deixá-la nos seus escritórios. Foi dito ao pai que ele (o clérigo) haveria de apresentar a menina aos outros estudantes. Mais tarde, quando o pai veio buscar a menina, ficou a saber que a filha estava no escritório do clérigo. Esse mesmo escritório estava trancado e o clérigo havia desaparecido.

O pai derrubou a porta do escritório e encontrou a menina deitada no chão, inconsciente. Ela foi prontamente levada para o hospital, onde os médicos trataram-na e disseram que o seu estado é crítico. Mais tarde, e depois dos médicos legistas terem confirmado a violação, os médicos disseram que a menina foi sujeita a cirurgia.

A polícia do distrito disse que uma equipa policial prendeu o suspeito quando este se encontrava noutro seminário, onde estava escondido. O oficial Sadiq Ali Dogar disse ainda que o suspeito tinha sido transferido para um local não-revelado devido às ameaças de violência dos vizinhos. Ele acrescentou que outros dois clérigos da madrassa foram também reportados como  desaparecidos após o incidente.

Os residentes locais planearam uma demonstração para anunciarem o boicote a todas as madrassas. 


sábado, 9 de novembro de 2013

O novo líder dos Talibãs Paquistaneses

Um comandante militante e oficial dos serviços secretos afirmou que, menos de uma semana depois dos EUA terem morto o antigo líder, os Talibãs do Paquistão escolheram o homem que planeou o ataque à activista adolescente Malala Yousafzai como novo líder do grupo.

O concilio da liderança dos Talibãs, ou shura, tomou a decisão numa localização secreta na região tribal do Waziristão do Norte, afirmou o comandante Hazratullah Torashipa, e oficial dos serviços secretos. Segundo o que Torashipa afirmou à Associated Press através do telefone, depois da decisão, os militantes dispararam com as suas AK-47 e com as suas armas anti-aeroplano para o ar.

O antigo líder dos Talibãs Paquistaneses, Hakimullah Mehsud, foi morto pelos EUA num ataque levado a cabo por drone no preciso momento em que ele entrava para o seu complexo, numa povoação no Waziristão do Norte. Apesar de Mehsud ser responsável pela morte de milhares de civis Paquistaneses e de forças de segurança, a sua morte causou indignação junto dos oficiais Paquistaneses, que acusaram os EUA de sabotar as tentativas governamentais de estabelecer um acordo de paz com os militantes.

O novo líder, Fazlullah, foi o líder dos Talibãs Paquistaneses no "Swat Valley" mas acredita-se que ele esteja escondido no vizinho Afeganistão. Ele ascendeu para um lugar de proeminência através das emissões de rádio onde ele exigia a imposição duma variante mais dura do islão, o que lhe valeu ganhar a alcunha de "Mullah Radio".

O seu grupo começou a ganhar proeminência em 2007 quando começou a infiltrar o vale e a propagar o medo entre os residentes, forçando os homens a usar barba, impedindo as mulheres de ir ao mercado, e explodindo escolas. Uma ofensiva militar em 2009 empurrou o grupo para fora do vale.

O grupo de Fazlullah levou a cabo o ataque à activista Malala Yousufzai, que foi baleada em Outubro de 2012 quando se dirigia para casa. Ela foi atacada depois de ter falado contra os Talibãs devido à sua interpretação  do islão, que limita o acesso das meninas à educação.


Fonte

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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Menina de 3 anos vítima de abuso sexual na Arábia Saudita


Vários homens raptaram uma menina Saudita de 3 anos e revezaram-se no abuso sexual à mesma antes de a deixarem perto dum hospital num estado de saúde grave.

Revelando o crime na Segunda-Feira, a polícia disse que haviam prendido 3 suspeitos e duas mulheres mas que poderiam vir a prender mais pessoas ligadas à violação.

Os médicos no hospital da parte Ocidental do porto do Mar Vermelho com o nome de Jeddah disseram que a criança foi encontrada à frente do hospital a chorar e com graves problemas físicos.

Os médicos acrescentaram ainda que a menina se encontra em cuidados intensivos a batalhar pela vida.

O gerente do hospital - Mohammed Ali - citado pelo diário Saudita com o nome de Okaz, afirmou o seguinte:
Ela foi abusada violentamente por alguns homens, e foi encontrada com dores imensas uma vez que o seu corpo estava coberto de contusões e as suas partes mais sensíveis estavam rompidas. Estes lobos humanos são piores que animais. Eles quebraram todos os valores humanos e religiosos com este crime hediondo.

Esperemos que ela reaja ao tratamento e se recupere, embora os médicos acreditem que ela sofrerá traumas para o resto da sua vida.

Fonte: http://ow.ly/qkvt1

domingo, 15 de setembro de 2013

Menina de oito anos morre no Iêmen em lua de mel com marido de 40

Uma criança de oito anos morreu no último sábado (07/09) no Iêmen após a lua de mel com o marido de 40 anos, informaram nesta Segunda-Feira (09/09) as agências dpa e AFP. Segundo os médicos, a menina morreu com ferimentos internos no útero.

A jovem, chamada Rawan, foi vendida pelo padrasto para um saudita por cerca de R$ 6 mil, segundo o jornal alemão Der Tagesspiegel. A morte aconteceu na área tribal de Hardh, na fronteira com a Arábia Saudita.

Activistas de direitos humanos pressionam para que o saudita e a família da menina sejam responsabilizados pela morte. “Após este caso horrível, repetimos nossa exigência para uma lei que restrinja o casamento para maiores de 18 anos”, afirmou um membro do Centro Iemenita de Direitos Humanos para a dpa.

Em 2010, outra garota de 13 anos já havia morrido com sangramentos internos cinco dias após o casamento (forçado), de acordo com outra organização de direitos humanos que atua na região.

Há quatro anos, uma lei tentou colocar a idade mínima de 17 anos para o casamento. No entanto, ela foi rejeitada por parlamentares conservadores, que a classificaram de “não islâmica”.

Fonte

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Para sabermos o porquê dos parlamentares maometanos qualificarem de "não-islâmica" a iniciativa de se aumentar a idade de casamento, temos que ler as fontes islâmicas. O fundador da fé islâmica casou-se com Aisha quando ela tinha menos que 10 anos, e como tal, todos os maometanos podem fazer isso:

Sahih Muslim, Livro 008, Número 3311:
'A'isha (que Allah esteja satisfeito com ela) reportou que o apóstolo de Allah (que a paz esteja com ele) casou-se com ela quando ela tinha sete anos, e que ela foi levada para sua casa como noiva quando ela tinha nove anos, e as suas bonecas estavam com ela; e quando ele (o santo profeta) morreu ela tinha dezoito anos.
Sahih Bukhari, Volume 7, Livro 62, Número 88:
Narrado por 'Ursa:
O profeta escreveu (o contrato matrimonial) com a 'Aisha quando ela tinha seis anos e consumou o casamento com ela quando ela tinha nove anos, e ela permaneceu com ele durante nove anos (isto é, até a morte dele).
Sahih Bukhari, Volume 8, Livro 73, Número 151:
Narrado por 'Aisha:
Eu costumava brincar com bonecas na presença do profeta, e as minhas amigas também brincavam comigo. Quando o apóstolo de Allah entrava (na minha casa), elas escondiam-se, mas o profeta chamava-as para virem brincar comigo. (Brincar com bonecas ou imagens semelhantes é proibido, mas tal foi permitido a 'Aisha, naquela altura, porque ela era ainda uma rapariga pequena e ainda não tinha atingido a puberdade.) (Fateh-al-Bari page 143, Vol.13)
Sahih Muslim, Livro 031, Numero 5981:
'A'isha reportou que ela costuma brincar com bonecas na presença do mensageiro de Allah (que a paz esteja com ele) e quando as suas amigas vinham a ela, elas saíam da casa porque ficavam tímidas na presença do mensageiro de Allah (que a paz esteja com ele), embora o mensageiro de Allah (que a paz esteja com ele) as enviasse a ela.

Todas aquelas acusações de "descontextualização" que nos são oferecidas quando se alude para a a pedofilia do "profeta" do islão são falsas. As fontes islâmicas confirmam que Muhammad casou-se e consumou o casamento com uma rapariga de 7/9 anos. É precisamente por isso que os políticos muçulmanos não querem criminalizar a pedofilia.
 
 

sábado, 1 de dezembro de 2012

Menina de 14 anos decapitada no Afeganistão

Polícia do Afeganistão prendeu no último 29 de Novembro dois homens acusados de decapitar uma menina de 14 anos de idade na província do Kunduz.

"Nossas investigações mostram que os que a mataram eram pessoas que se queriam casar-se com ela. Estavam assediando a família e pedindo a sua mão. Quando a família se negou, eles a mataram", acrescentaram fontes da polícia em declarações concedidas à cadeia britânica BBC.

O pai da menina assassinada disse que se negou a dá-la em matrimônio por "ser muito jovem para ficar noiva", informa a agência afegã de notícias Pajhwok.

Fontes oficiais afegãs indicaram que os dois suspeitos são familiares próximos da garota assassinada.

Após o facto, o fiscal anexo do Afeganistão, Rahmatulá Nazari, assinalou que toda pessoa que for declarada culpada de assassinar mulheres ou meninas será executada. Nazari afirmou que, já que o número de casos de violência contra mulheres aumenta, as medidas contra os culpados também serão mais duras.

"Só um Kabul há 1.320 casos de violência contra mulheres sendo investigados. Alguns deles foram enviados ao Tribunal Supremo", adicionou.

"Os assassinatos e as decapitações são casos nos quais a lei contempla a execução dos responsáveis", disse ainda o fiscal.

O presidente do país, Hamid Karzai, também se referiu a estes casos durante a jornada da quinta-feira e recalcou que "tanto o Islão como a cultura afegã são muito respeitosos com a mulher".

"As mulheres são mães e desfrutam de total respeito no Islão", assinalou, por isso pediu aos Imãs e aos líderes comunitários que peçam por este respeito em seus discursos.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Terroristas muçulmanos baleiam menina de 14 anos.

Malala Yousafzai, uma menina paquistanesa de 14 anos, rosto da luta pelo direito das mulheres à educação, foi, esta madrugada de quarta-feira, baleada no pescoço e na cabeça por extremistas talibã, numa altura em que ia a caminho da escola.






Residente no vale de Swatt, no Norte do Paquistão, zona do país onde, apesar dos esforços do exército para manter a segurança, têm sido os talibãs a impor a lei da tradição, Malala está agora numa cama de hospital da localidade onde vive, tentando sobreviver ao atentado.




Malala Yousafzai ficou famosa quando, aos onze anos, decidiu erguer a sua voz contra o encerramento das escolas para raparigas imposto pelos talibãs, devido ao sonho de ser, um dia, médica. Filha de um director de uma escola privada, Malala rapidamente se tornou num dos rostos opositores para os talibãs, que esta manhã procuraram impor o silêncio da jovem, pela força.

Quer o presidente, quer o primeiro-ministro do Paquistão, vieram já a público condenar o atentado

( http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=595912 )..

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Muçulmano abusa sexualmente de Cristã de 2 anos porque o pai se recusou a converter ao islão

Sinceramente, alguém ainda acha que o islão é uma "religião"? É por coisas como esta que é absolutamente necessário (e correcto) separar o islão do Judaísmo e do Cristianismo, não aceitando a união que é feita das 3 sob o manto de "religiões abraâmicas".

Só há UMA religião abraâmica, e não é o Judaísmo nem o Cristianismo, mas sim a Pessoa do Senhor Jesus Cristo. (Deus não tem "religiões").

Em relação à menina violada; devido aos ferimentos, ela quase morreu e mesmo depois de 5 cirurgias, ela não consegue urinar normalmente. Ele nunca vai ser mãe, e os pais têm que viver escondidos devido aos receios duma retaliação por tornarem público este incidente.




segunda-feira, 27 de junho de 2011

Talibans usam menina de 8 anos em ataque bombista


(Foto de outro atentado)

O The Daily Times reporta que uma rapariga de 8 anos foi morta quando um saco de explosivos que lhe tinha sido dado pelos terroristas Talibans explodiu à medida que ela se aproximava duma estação da polícia na parte sul do Afeganistão.

O ministro do interior declarou:

Os insurgentes deram um saco com bombas caseiras a uma rapariga de 8 anos e pediram que ela o levasse à polícia. À medida que ela se aproximava da polícia, a bomba explodiu e matou a criança. Nenhum polícia foi morto.
As mulheres tem sido usadas ocasionalmente como suicidas bombistas - ou melhor, os terroristas têm-se vestido com o niqab e o burkah dos pés à cabeça - mas o uso de crianças tem sido uma raridade.

Em Maio do ano passado os policias do mesmo país desfilaram 4 rapazes que haviam sido recrutados nas suas aldeias do Paquistão. Um dos rapazes disse que os terroristas lhes disseram que eles sobreviveriam ao ataque suicida.

Como sempre acontece com as ideologias esquerdistas (grupo onde o islão está inserido), os Talibans negaram alguma vez recrutarem crianças para ataques suicidas.

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