MITOS ISLÂMICOS

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sexta-feira, 21 de março de 2014

Porque é que o islão proíbe a adopção?

Maomé tinha um filho adoptivo chamado Zayd, que era chamado de "Zayd bin Muhammad" ("Zayd, filho de Maomé"). num belo dia, Maomé foi visitar Zayd e foi recebido pela esposa dele, Zaynab, que era extremamente atraente e que por essa altura estava a usar muito pouca roupa. Eis aqui o que aconteceu, segundo al-Tabari: 
Ela saltou apressadamente, e excitada, por ter sido alvo da admiração do mensageiro de Alá, tanto que ele se voltou e murmurou algo que dificilmente poderia ser ouvido. No entanto, ele claramente disse "Glória a Alá o todo poderoso. Glória a Alá, que causa a que os corações mudem!" (The History of al-Tabari, Volume VIII, p. 2)
Quando Zayd ficou a saber que Maomé estava atraído pela sua esposa, tomou a decisão de se divorciar dela. Maomé, obviamente, estava preocupado com o que as pessoas diriam disto tudo, e como tal, disse a Zayd para manter a sua esposa. No entanto, quando Zaynab soube que Maomé tinha atracção por si, começou a desprezar o seu marido, querendo dar ao seu pai adoptivo exactamente aquilo que ele queria, uma esposa divorciada.

Mas enquanto Maomé ainda se encontrava preocupado com o que as pessoas pensariam se ele se casasse com Zaynab, ele começou a receber revelações que justificavam o casamento com a Zaynab. Surah 33:37 diz:
Recorda-te de quando disseste àquele que Deus agraciou, e tu favoreceste: Permanece com tua esposa e teme a Deus!, ocultando em teu coração o que Deus ia revelar; temais, acaso, mais as pessoas, sabendo que Deus é mais digno de que O temas? Porém, quando Zaid resolveu dissolver o seu casamento com a necessária (formalidade), permitimos que tu a desposasses, a fim de que os fiéis não tivessem inconvenientes em contrair matrimónio com as esposas de seus filhos adoptivos, sempre que estes decidissem separar-se com a necessária (formalidade); e fica sabendo que o mandamento de Deus deve ser cumprido.
Note-se na parte que está sublinhada, que diz que o motivo que levou Alá a desejar unir Maomé com Zaynab era o de informar às futuras gerações de maometanos de que era perfeitamente aceitável um homem casar-se com as esposas divorciadas dos seus filhos adoptivos.

Por esta altura, nós começamos a ficar suspeitos: "Será este um problema que os homens enfrentam com frequência? Será este um problema assim tão importante entre os homens que Alá não só tenha que colocar este versículo na sua Palavra eterna, mas tenha que causar a que o seu profeta se case com a esposa do seu filho adoptivo?" Mentes curiosas querem saber.

A revelação especial que Maomé recebeu de Alá não impediu o seu povo de o criticar por se ter casado com Zaynab, e como tal, ele "recebeu" mais uma revelação conveniente, surah 33:4-5, que diz que os filhos adoptivos não são filhos de verdade. Uma vez que os filhos adoptivos não são filhos de verdade, aynab não era sua genra de verdade, e como tal ninguém lhe poderia criticar por se casar com ela. A passagem diz:

"Deus não pôs no peito do homem dois corações; tampouco fez com que vossas esposas, as quais repudiais através do zihar, fossem para vós como vossas mães, nem tampouco que vossos filhos adoptivos fossem como vossos próprios filhos. Estas são vãs palavras das vossas bocas. E Deus disse a verdade, e Ele mostra a (verdadeira) senda. Dai-lhes os sobrenomes dos seus verdadeiros pais; isto é mais eqüitativo ante Deus. Contudo, se não lhes conheceis os pais, sabei que eles são vossos irmãos, na religião, e vossos tutelados. Porém, se vos equivocardes, não sereis recriminados; (o que conta) são as intenções de vossos corações; sabei que Deus é Indulgente, Misericordiosíssimo

A partir daqui, Zayd não foi mais chamado de filho de Maomé, e Maomé e Zaynab puderam viver juntos para sempre (pelo menos até que Maomé morreu duma morte agonizante depois de ter sido envenenado por uma judia cuja família Maomé matou após invadir as suas terras).

Mas pensemos nisto por alguns momentos: Alá queria que os homens entendessem que era perfeitamente legal casar com as mulheres divorciadas dos seus filhos adoptivos, e como tal, ordenou que Maomé se casasse com Zaynab. Mas depois disto, Alá proibiu a adopção, o que significa que os homens nunca irão ter filhos adoptivos, e como tal, nunca terão que se preocupar com a questão de poderem ou não casar com as mulheres que se divorciam dos seus filhos adoptivos.

Parece que Alá colocou Maomé a fazer algo inconsequente (e colocou um fim a uma das tradições mais nobres e humanas do homem).

Fonte

terça-feira, 27 de agosto de 2013

O que a falta da autorização do marido pode causar à mulher maometana

Um porta-voz da polícia Afegã reportou que um homem da provícia nortenha de Kunduz baleou e matou a sua esposa por esta ter ido ao mercado sem a sua autorização. Segundo Sarwar Hussaini, o incidente ocorreu no Domingo no distrito de Chahar Dara, e o assassino, identificado apenas como Khodaidad, matou a sua esposa de 24 anos quando ela regressou das compras.

Depois da matança, Khodaidad fugiu e o seu paradeiro continua a ser uma incerteza, afirmou o porta-voz.

Apesar dos avanços sociais feitos depois da queda dos Talibã, há 12 anos atrás, os direitos das mulheres no Afeganistão continuam a ser sistematicamente abusado ou ignorados.

Em Maio último o Parlamento Afegão rejeitou a aprovação duma lei contra a violência sexual devido à oposição levantada por mais do que um partido conservador, que consideram a existência de abrigos para as vítimas de violência, entre outras coisas, como não-islâmicas.

Segundo a Comissão Independente dos Direitos Humanos do Afeganistão, entre Março de Outubro de 2012 mais de 4,000 casos de violência contra as mulheres foram registados no país, 28% mais do que o período idêntico do ano anterior.


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Os editores do Global Post parecem confusos em relação ao facto dos direitos das mulheres continuarem a deteriorar apesar da remoção dos Talibã. O motivo que faz com que os direitos das mulheres não sejam respeitados no Afeganistão não se centra nos Talibã, mas sim naquilo que Maomé pensava das mulheres.

Narrado por Abu Said Al-Khudri:

A dada altura, o Apóstolo de Alá dirigiu-se a Musalla (para executar as rezas) o 'Id-al-Adha e a reza Al-Fitr. Enquanto se dirigia para lá, ele passou pelas mulheres e disse: "Ó mulheres! Ofereçam esmolas porque eu vi que a maioria das pessoas no inferno eram vocês (mulheres)".

Elas perguntam, "Porque é que as coisas são assim, ó Apóstolo de Alá?"

Ele respondeu, "Vocês amaldiçoam frequentemente e são mal agradecidas aos vossos maridos. Eu nunca alguém com maiores deficiências na inteligência e na religião que vocês. Um homem cauteloso e sensível pode ser desencaminhado por algumas de vocês."

As mulheres perguntaram, "Ó Apóstolo de Alá! Em quê é que a nossa inteligência ou a nossa religião é deficiente?"

Ele respondeu,
"Não é o testemunho de duas mulheres igual ao testemunho de um homem?" Elas responderam afirmativamente.

Ele disse, "Esta é a deficiência na sua inteligência. Não é verdade que a mulher não pode rezar ou jejuar durante a sua menstruação?" Elas responderam afirmativamente. Ele disse "Isto é uma deficiência na sua religião".



Portanto, a razão que leva alguns homens maometanos a tratar as mulheres da forma que tratam prende-se com aquilo que Maomé ensinou em relação ao lugar e à natureza da mulher.


quinta-feira, 26 de abril de 2012

Poligamia em crescimento no Reino Unido

O "Islamic Sharia Council" (ISC) da Grã-Bretanha (GB) revelou que um número sem precedentes de mulheres muçulmanas estão a levantar questões em torno da poligamia.

As notícias reveladas pelos jornais sugerem que milhares de mulheres muçulmanas estão a entrar em relações poligâmicas.

Estas notícias chegam no preciso momento em que o governo deu início a uma consulta popular em torno da redefinição do casamento de modo a que esta instituição possa incluir uniões entre pessoas do mesmo sexo.

Alegadamente, todos os anos os homens muçulmanos britânicos trazem cerca de 12,000 noivas para a GB, deixando as muçulmanas nascidas no Reino Unido em dificuldades para encontrar um esposo.

Embora a poligamia seja ilegal na GB, muitas comunidades maometanas defendem que é perfeitamente legítimo um homem ter até 4 esposas. Segundo a lei do Reino Unido, apenas um casamento é legal, mas os homens podem ter cerimónias religiosas.

Uma produtora da BBC, que no ano pesquisou a poligamia para um seu documentário, afirmou que a opção "co-esposa" era apelativa para muitas mulheres. Perminder Khatkar disse:

Em alguns casos, mulheres com carreira gostam da ideia de ser a segunda ou terceira esposa uma vez que isso lhes ajuda com a carreira.

Se a primeira mulher é mais tradicional, ela pode cuidar dos filhos da segunda esposa também.

Hinnah Qureshi, que é de West Sussex e usa um site muçulmano de encontros , disse:

Muitas mulheres muçulmanas que não conseguem encontrar alguém com quem casar contentam-se em ser a 2ª ou a 3ª esposa.

Pessoalmente, eu preferia não fazer isso, mas se em 10 anos eu não estiver casada, vou passar a considerar essa opção.

Durante o mês passado o blogueiro do Guardian Martin Robbins afirmou que existiam "vantagens económicas" para crianças com 3 pais. Ele afirma:

Qual é o problema com a poligamia? Parece que a criança criada por 3 pais amorosos possuiria vantagens económicas e os seres humanos cooperam na educação de crianças desde o princípio.

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sexta-feira, 9 de março de 2012

Esposa ciumenta ao serviço da Al-Qaeda pode ter entregue Bin Laden a EUA

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Osama Bin Laden, senil e afastado da Al-Qaeda, foi entregue aos norte-americanos por uma das suas primeiras esposas, que sentia ciúmes de uma rival mais jovem na casa em que viviam, segundo a tese elaborada por um general paquistanês que realizou uma longa investigação.

Dez meses depois, a incursão de um comando de elite norte-americano que matou o chefe da Al-Qaeda no seu tranquilo refúgio na cidade paquistanesa de Abbottabad continua um mistério que alimenta inúmeras teorias, inclusivamente esta, a da traição por ciúmes.

Shaukat Qadir, um general de brigada reformado, investigou o episódio durante oito meses, utilizando as suas relações com a cúpula das Forças Armadas, o que lhe permitiu visitar a casa onde Bin Laden viveu e falar com os agentes que interrogaram as esposas do terrorista, presas depois da operação.

Segundo Qadir, Bin Laden foi vítima de um complot da Al-Qaeda, que utilizou uma das suas mulheres para colocar os norte-americanos no seu rasto.

De acordo com Qadir, Bin Laden começou em 2001 a sofrer com uma deficiência mental, que progressivamente levou o seu «braço direito», o egípcio Ayman Al Zawahiri, a decidir eliminá-lo.

Depois de vários anos de fuga no noroeste paquistanês, a Al-Qaeda decidiu escondê-lo em Abbottabad, onde mandou construir quase uma mansão.

Bin Laden estabeleceu-se nessa casa em 2005 com duas das suas esposas, Amal e Seehan, e vários dos seus filhos. O grupo incluía Khalid, filho adulto fruto da relação com Seehan e que, como os guarda-costas paquistaneses do seu pai, tinha esposas e filhos.

No entanto, as coisas mudaram em 2011 quando chegou à casa outra esposa de Bin Laden, Jairia, saudita como Seehan e com quem o líder da Al Qaeda se tinha casado no final dos anos 1980 e a quem não via desde 2001.

Refugiada (e vigiada) numa casa no Irão até ao fim de 2010, Jairia passou, segundo o general Qadir, vários meses num campo da Al-Qaeda no Afeganistão antes de chegar a Abbottabad em março de 2011, menos de dois meses antes do ataque norte-americano.

Qadir não tem dúvidas de que foi Jairia quem traiu Bin Laden.

«É o que Amal também acha e disse aos investigadores», explicou.

Ao chegar à casa, Jairia, já conhecida pelos seus ciúmes doentios, instalou-se no primeiro andar e logo levantou suspeitas, em particular por parte de Khalid.

Mencionando um depoimento de Amal aos seus interrogadores, Qadir relatou que «Khalid não parava de perguntar a Jairia por que tinha ido para Abbottabad e o que queria com Bin Laden».

«Tenho que fazer uma última coisa pelo meu marido», terá ela respondido.

Sempre de acordo com o general Qadir, «Khalid, preocupado, levou ao conhecimento do seu pai os receios de uma traição», mas Bin Laden, ter-se-á limitado a comentar: «O que tiver de acontecer acontecerá».

De acordo com Amal, «Bin Laden tentou convencer as suas outras duas mulheres a deixar a casa e fugir, mas estas quiseram ficar com ele», contou Qadir.

Para o general, a Al-Qaeda e Al-Zawahiri guiaram Jairia para que orientasse os norte-americanos a chegar à casa em Abbottabad. A intercepão, por parte dos norte-americanos, de uma comunicação telefónica de Jairia contribuiu para convencê-los de que Bin Laden se encontrava efectivamente naquela casa.

O governo de Washington descartou qualquer complot e assegurou ter chegado até Bin Laden pelos seus próprios meios, enquanto o exército do Paquistão insiste que ignorava a presença do terrorista em Abbottabad.

Segundo Qadir, o exército paquistanês também descobriu a presença de Bin Laden, mas já muito tardiamente, no final de Abril, e foi surpreendido pelo ataque norte-americano.

Fonte

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