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terça-feira, 6 de outubro de 2015
Activista do grupo "No Borders" violada por um grupo de imigrantes.
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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
O Mundial da Escravatura
Como o primeiro país do Médio Oriente a receber o Campeonato do Mundo, o Qatar trará o torneio para uma região já de si obcecada pelo futebol. De facto, os líderes do Qatar promoveram a sua candidatura para o Campeonato de Mundo de 2022 como uma chance de se unir as divisões culturais, um encontro amigável de civilizações no campo de futebol.
O Qatar irá investir uns estimados $100 mil milhões em projectos infraestruturais e $20 mil milhões em novas estradas. Para além disso, irá construir nove estádios e 55,000 quartos de hotel.
No entanto, por trás da grande ambição encontra-se o lado negro da candidatura do Qatar para o Campeonato do Mundo: a exploração institucionalizada de trabalhadores provenientes do Sul da Ásia. As instalações que se encontram em construção estão, em muitos casos, a ser construídas por trabalhadores que são essencialmente escravos. Dos 2 milhões de habitantes do Qatar, só 225,000 são nacionais; o resto são operários migrantes, maioritariamente do Bangladesh, Índia, Nepal e Paquistão - trazidos para o trabalho manual.
Tem havido notícias de milhares de trabalhadores a serem abusados e outras centenas que morreram na obscuridade. A "International Trade Union Confederation" estimou que, sem acção urgente para remediar a situação, 4,000 trabalhadores morrerão antes do pontapé-de-saída do Mundial (em Doha). Uma investigação levada a cabo pelo jornal Britânico The Guardian revelou recentemente níveis chocantes de mau tratamento de operários da construção civil Nepaleses por parte dos seus patrões Qatari.
Para além de lhes negar água e salários, algumas companhias retiraram as suas identificações (ID) e impediram que eles fugissem. Neste Verão, 44 trabalhadores Nepaleses morreram e as suas mortes foram, de modo suspeito, atribuídas a "complicações coronárias". Cerca de 80% dos trabalhadores dos projectos de desenvolvimento de maior prestígio do Qatar não recebem um ordenado há 18 meses; e eles obviamente passam fome. Os dormitórios onde os operários do Sul da Ásia são colocados são esqualidos e pouco higiénicos (na maior parte das vezes, várias dezenas de operários "vivem" no mesmo quarto).
O abuso não se limita ao Qatar; os operários migrantes enfrentam as mesmas condições horríveis na Arábia Saudita. No mês passado, chegou ao público um vídeo que revelava um operário a ser violentamente tratado por um homem saudita. Os grupos sauditas dedicados aos direitos humanos condenaram o tratamento brutal, e as autoridades prometeram levar a cabo uma "investigação"; mas nada aconteceu.
Infelizmente, nada disto é incomum na região do Golfo onde as atitudes dirigidas aos operários de pele escura são em larga parte discriminatórias - e onde os operários não têm qualquer tipo de protecção legal.
A escravização dos operários migrantes por parte do Qatar está bem embutida na sociedade. Sob o regime kalafa, do trabalho patrocinado pelas companhias, os patrões têm a responsabilidade legal pelo bem-estar dos seus funcionários. Em teoria, isto garantiria protecção contra o tratamento injusto: os operários não podem trabalhar mais do que 8 horas por dia (e nem 5 horas consecutivas sem intervalo). Na realidade, no entanto, as companhias ignoram a lei constantemente, confiscam os passaportes, e não pagam aos operários.
Os operários frequentemente assinam um contracto antes de viajar para Doha, só para o verem rasgado à sua frente ao mesmo que recebem outro contracto com enormes reduções no salário. As companhias patrocinadoras têm que dar permissão aos seus empregados para se movimentarem ou abandonarem o país. Na práctica, milhares de operários migrantes - com falta de educação, normalmente imersos em dívidas e sem apoio da justiça - tornam-se, de facto, na "propriedade" dos seus patrões.
Embora a FIFA tenha estado estranhamente silenciosa em relação ao tratamento que os trabalhadores migrantes recebem no Qatar - apenas recentemente chamou à práctica laboral do emirato de "inaceitável" - outras organizações mundiais têm falado. O Parlamento Europeu aprovou uma resolução exigindo que a FIFA "mande uma mensagem bem clara ao Qatar", dizendo que o Mundial de 2022 não pode ser "entregue após trabalho da moderna escravatura."
A FIFPro, o sindicato internacional de jogadores, composto por 50,000 membros, declarou que se encontra "profundamente alarmada" pelos relatórios da brutalidade presente nos locais de trabalho do Qatar, e exigiram que a FIFA actuasse.
Felizmente para os adeptos do futebol, ainda há tempo para pressionar o Qatar de modo a que o país reforme e melhore o tratamento que ele dá aos operários migrantes. Um lugar lógico para começar seria com a abolição do sistema kafala e a permissão da livre circulação dos operários no país. O aumento das inspecções e penalizações mais duras sobre as companhias que violem a lei deveriam também ser introduzidas.
Pressão internacional tem que ser aplicada: os Estados Unidos e os seus parceiros têm que responsabilizar o Qatar de modo a garantir que a prosperidade que é causada pelos torneios desportivos não seja paga com a vida de operários. No Qatar, e através de toda a região do Golfo, milhares de migrantes sem nome trabalham no deserto como forma de providenciar às suas famílias uma réstia de oportunidade. No entanto, eles são tratados como servos e não como seres humanos. Albert Camus escreveu:
É também o trabalho dos Ocidentais não ficar do lado dos donos de escravos. Quem, conscientemente, desfrutaria do espectáculo do Mundial de 2022 sendo ele construído por esta escravatura moderna?
Fonte
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Os maometanos a viver no ocidente asseguram-nos de que o islão pode "salvar" a Europa e os Estados Unidos da decadência moral, mas a realidade diz-nos exactamente o contrário: por pior que o Ocidente esteja (e graças aos esquerdistas e aos pseudo-Cristãos, ele está mesmo mal) subscrever o islamismo como filosofia moral não melhoria em nada a nossa condição.
Em vez dos maometanos tentarem "salvar" o ocidente, eles deveriam centrar os seus esforços nos países islâmicos que ainda levam a cabo prácticas que os mundo Cristianizado aboliu há mais de 100 anos.
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
O enriquecimento cultural Francês
O primeiro incidente bizarro a fazer manchetes foi um assalto a um comboio ao estilo do velho oeste americano. Carrinhos de compras, pedras e pedaços de metal foram colocados numa linha férrea obrigando um comboio de passageiros a parar. Um comboio de carga chegou ao local pouco depois e encontrou o caminho barrado pelo de passageiros. Cerca de vinte muçulmanos encapuçados, "jovens" como lhe chama a elite francesa, apareceram então, invadindo o comboio e desaparecendo com alguma da sua carga. De acordo com as notícias, este não foi o primeiro incidente semelhante.
No último Domingo, entre as 4 e as 5 da manhã, cerca de 15 pessoas, “aparentemente em estado de alcoolizados” entraram num quartel de bombeiros, gritando contra os soldados de serviço, os quais reagiram. Sete bombeiros ficaram feridos, quatro deles levados para o hospital. Aparentemente, os "jovens" em festa eram um grupo de cabo-verdianos em viagem de autocarro desde Nice para se divertirem na "noite africana" de Marselha.
Esta semana, um condutor de autocarro foi atacado pelos passageiros quando se recusou a transportar duas mulheres vestidas com burcas. Em França, este traje muçulmano é ilegal. Quando uma mulher quis entrar no autocarro mostrando um cartão de viagem com fotografia, o condutor insistiu que ela destapasse o rosto para poder confirmar a sua identidade.Ela recusou fazê-lo e, após uma curta discussão, decidiu sair e esperar por outro autocarro. Então, alguns passageiros, "jovens", vieram em defesa da mulher e espancaram o condutor. Depois convidaram a mulher de burca a entrar novamente no autocarro.
Quando a polícia chegou, fugiram. A polícia acabou por multar a mulher pelo uso da burca.
Em resposta ao incidente, o presidente da Autoridade de Transportes de Marselha, responsável pelo autocarro, surgiu mostrando-se solidário com a passageira em vez de, como seria expectável, com o seu motorista. A reacção do motorista foi "desadequada", disse. Isto explica-se pelo nome do presidente: Karim Zéribi. Um inflitrado.
Os muçulmanos também têm agora vários postos de controlo rodoviário, ilegais, em vários locais de Marselha. Qualquer pessoa que entre nas "suas" zonas tem de parar e submeter-se a inspecção. Na última semana, o condutor de uma carrinha pertencente a um banco alimentar que distribui mantimentos a pessoas pobres, foi parado por um grupo de "jovens" quando tentava entrar no distrito marselhês de "Air-Bel". A estrada tinha sido cortada com blocos de cimento e caixotes cheios de areia. Eles revistaram o veículo, "como se fossem polícias exercendo a lei do território", de forma "a verificar se não se encontravam polícias no interior". Quando viram que apenas se transportava leite, deixaram a viatura prosseguir.
Jacques Ansquer, presidente do Banco Alimentar local, ficou indignado. of the local “Primeiro, atacavam polícias, bombeiros, motoristas de autocarros. Agora atacam aqueles que trazem auxílio aos mais desprotegidos! Ele apresentou queixa à polícia local mas muitas pessoas contactaram-no alertando ser melhorar retirar a queixa por sentirem que mantê-la iria complicar as futuras operações de rua do Banco Alimentar.
Ainda assim, insistiu Ansquer: "Políticos e autoridades administrativas devem assumir as suas responsabilidades pelo restabelecimento da ordem pública. Essas zonas sem-lei estão a tornar-se zonas governadas por outras leis que não as nossas, um tipo de lei de costumes."
Valérie Boyer, deputada local do maior partido francês de Direita (UMP), diz que estes "postos de controlo" sempre existiram em maior ou menor número, mas não com a "dimensão e regularidade" que têm agora. Ela diz que a cidade é agora um verdadeiro "tabuleiro de xadrez" com áreas pacíficas próximas de "enclaves" menos seguros. "Precisamos fechar um pouco os olhos ao problema porque iríamos ter um problema com os traficantes de droga", diz, falando abertamente de uma "guerra territorial".
Mais recursos têm sido recentemente destinados à polícia local, mas o porta-voz do sindicato diz que não têm comparação com os recursos dos "traficantes de droga extremamente armados". "Não estamos ao mesmo nível", diz, queixando-se da falta de pessoal e equipamento. "Deparando-nos contra metralhadoras AK-47, basicamente somos indefesos".
Por "Islão vs Europa." (Tradução: Jairo Filipe)
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De todas as nações ocidentais, a França é provavelmente a mais prejudicada pela imigração, estando no limiar de perder a sua identidade europeia para a população muçulmana em franco crescimento dentro das fronteiras francesas.
(As fotografias mostram a praga de motins constantes, carros a arder e violência física.)
sábado, 28 de dezembro de 2013
MITO: Maomé era um abolicionista
Típico daqueles que propagam o mito de que Maomé era um abolicionista é esta pequena pérola, proveniente dum site maometano conhecido por avançar com a taqiyya:
Sem dúvida alguma, existe uma quantidade enorme de pessoas crédulas na internet que engoliram por inteiro esta mentira, mas eis aqui a verdadeira história na qual a mentira se baseia:
Certamente que isto coloca a história de "Maomé o Abolicionista" sob um luz completamente diferente.
Antes de mais, Maomé "comprou" o escravo trocando-o por dois escravos negros, o que dificilmente será um exemplo estelar de emancipação. Não só isso, mas este incidente estabelece que Maomé tinha e comercializava escravos Africanos. Como um rico homem de negócios, ele poderia muito bem ter libertado os três escravos, mas em vez disso, ele escolheu vender os dois Africanos para um futuro incerto.
Segundo: Pelo que se pode ler do incidente, é bastante óbvio que Maomé sentiu que havia sido enganado a libertar um escravo que tinha vindo ter com ele (visto que ele não revelou a sua condição de escravo). Devido a isto, Maomé tomou a decisão de nunca mais ser enganado. Futuramente, ele perguntaria primeiro se o homem era livre ou não antes de tomar uma decisão em torno a uma possível aliança.
Paralelamente, não há qualquer registo de Maomé a libertar escravos capturados em batalha sem que isso envolvesse algum tipo de ganho pessoal para ele. De facto, ele transformou em escravos pessoas que previamente eram pessoas livres, particularmente se eram criança ou mulheres. Em algumas situações, ele usou as famílias como forma de levar os respectivos homens a aceitar o islão:
As mulheres capturadas em batalhas eram passadas aos seus homens. A passagem que se segue mostra-nos Maomé a dar mulheres como escravas sexuais a três homens que mais tarde se tornariam seus sucessores, os futuros califas Umar, Uthman e Ali:
Alá deu aos maometanos o mandamento "divino" de manter as escravas sexuais que bem quisessem (Alcorão 4:24, 33:52…).Os apologistas maometanos actuais frequentemente fingem que isto só se aplicava às mulheres capturadas em batalha (ver: Maomé nunca sancionou a violação sexual), mas o mesmo privilégio é conferido aos maometanos devotos na sura 70:30, passagem "revelada" aos maometanos em Meca quando eles ainda não tinham combatido batalha alguma.
Muito se poderia escrever em torno da prolífica e amplamente documentada relação de Maomé com escravos, mas um dos exemplos mais reveladores chega-nos desta hadith (que é repetida em outros sítios):
O próprio que Maomé usava para pregar o islão foi construído por um escravo após ordens de Maomé. Não é por demais óbvio que Maomé não tinha problemas nenhuns com a escravatura?
Fonte
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Militar decapitado por muçulmanos em ataque terrorista
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quinta-feira, 25 de outubro de 2012
O lamento duma idosa perante o avanço do multiculturalismo
Fonte
"A minha vida no meu amado país acabou; eles venceram. A Austrália, tal como a conhecemos, já não existe. Choro por isso. O meu paraíso já não existe.".
Em Janeiro de 2008 o Bispo Nazir Ali de Rochester desencadeou um ultraje geral ao escrever no Sunday Telegraph que um cada vez maior número de nativos brancos britânicos olham para as suas ruas dominadas por imigrantes muçulmanos como área "no-go" [isto é, barradas aos não-muçulmanos]. Enquanto a comoção gerada pelas palavras do Bispo se mantinham, Olga Craig pesquisou as áreas de Yorkshire dominadas pelos muçulmanos para apurar se o Bishop Nazir Ali estava correcto nas suas alegações.
Tim Carbin, na casa dos 50 anos e alguém que cresceu em Oak Lane em Bradford e que teve que se mudar para 10 milhas a norte de Bradford, disse à sraª Craig:
O que preocupava Tim Carbin, escreveu Olga Craig, "é que a crescente promoção do multiculturalismo na Grã-Bretanha não levou a uma sociedade integrada mas, em vez disso, a uma guettozação das pessoas, com comunidades só para brancos, e comunidades só para Asiáticos a existirem em paralelo mas sem qualquer fundo comum. E isso, acredita Tim, pode ter consequências sinistras." [ed: sempre que os ingleses usam a expressão "asiáticos", na maior parte das vezes eles têm em mente os muçulmanos]
Tim Corbin faz parte dum grupo composto por muitos Britânicos que teve que se mudar para fora de áreas britânicas dominadas por Muçulmanos, ao mesmo tempo que muitos outros abandonam por completo a Grã-Bretanha dirigindo-se para a Australiásia e a América do Norte. Uma pesquisa levada a cabo há alguns anos atrás revelou que, actualmente, mais Britânicos abandonam os país do que aqueles que se mudam para lá.
Havendo sido "corridos" para fora do seu país por parte de imigrantes maioritariamente provenientes de países islâmicos do terceiro mundo, muitos Europeus consideram a Austrália a sua próxima habitação de sonho. Mas isso pode não durar por muito mais tempo.
Uma avó de 70 anos escreveu uma carta explicando como a sua casa, que ela considerava ser um paraíso, se perdeu graças à imigração Muçulmana. Eis aqui a sua história.
Sou uma avó com 69, com pouco mais que 1,50m de altura. Um dia desses encontrava-me numa loja Big W quando o altifalante anunciou que um saldo (...). Enquanto me dirigia para lá, um homem com cerca de 1,80m empurrou-me para o lado e eu tive que receber ajuda de outra mulher - que me agarrou pelas costas - para que não caísse.
Eu dirigi-me para o homem e disse, "Desculpe-me, mas o que é que você pensa que está a fazer?" Ele respondeu, "Quero roupas." Eu disse "Também eu. De onde é que você é?" Ele disse "Afeganistão."
Eu disse "Pois, neste país as pessoas NÃO empurram as velhinhas para fora do seu caminho." Ele inclinou-se na minha direcção e disse:
E ele começou a pegar em tudo. As pessoas pura e simplesmente saíam do seu caminho. Até parecia que ele estava possuído.
Noutro dia, enquanto eu andava pela baixa da cidade em direcção à catedral, deparei-me com alguns homens do Médio Oriente que estavam dispostos em forma de corrente através do pavimento. Tive que sair do caminho onde estava, e andar pela rua - cruzando-me com carros. Enquanto eu fazia isto, eles cuspiam para o chão junto aos meus pés.
Ainda noutra ocasião, enquanto me dirigia a uma instalação governamental, tive que andar bem pelo meio dum local que havia sido povoado por Muçulmanos e Africanos. À medida que eu andava, eles começaram a projectar os seus queixos na minha direcção e a gritar na sua língua. O segurança acompanhou-me de volta para o outro lado. No preciso momento em que eu entrava no carro reparei num homem negro com quase 2 metros de altura e de olhos esbugalhados. Ele era enorme. Tinha um grande cinto na sua mão e batia o mesmo na sua outra mão. Tranquei as portas do carro e liguei o motor. Ele estava a perseguir-me. Eu pura e simplesmente saí dali. Se eu o tivesse atropelado, continuaria a conduzir.
Na minha livraria estavam presentes dezenas de negros. Alguns Muçulmanos vieram ao hall da porta seguinte. Eu estava sentada a encomendar um livro à menina da livraria. Um jovem rapaz negro chegou e bateu na parte traseira da minha cadeira de uma forma tão violenta que quase caí. Ele riu-se e foi-se embora.
A menina disse "Hey, tu!" Eu disse, "NÃO, não faça nada. Se você fizer alguma coisa, ele ficará lá fora à minha espera."
A minha vida no meu amado país acabou; eles venceram. A Austrália, tal como a conhecemos, já não existe. Choro por isso. O meu paraíso já não existe.
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Resumindo, o multiculturalismo destruiu a Grã-Bretanha e está a destruir a Austrália; no entanto, os idiotas úteis do multiculturalismo continuam a forçar essa ideologia supostamente "falhada" às nações. Eu digo "supostamente falhada" porque, contrariamente ao que se possa pensar, o multiculturalismo não está a falhar, mas a fazer exactamente aquilo para o qual foi construído: destruir a ordem geral de modo a que não haja força social capaz de resistir ao governo.
O avanço dos bárbaros no mundo civilizado não se deve ao seu superior plano de acção ou à sua superior tecnologia, mas sim ao facto da elite ocidental os ter importado precisamente para destruir, desorganizar e fragilizar as forças não-esquerdistas.
Essencialmente, os bárbaros só fazem 3 coisas: comer, reproduzir e destruir. Eles não constroem, não cooperam, não ajudam, não produzem e nem pacificam. Eles não estão cá para coexistir mas para dominar. Eles não respeitam ninguém (nem mulheres de 70 anos), não temem ninguém, e odeiam todos aqueles que resistem o seu avanço.
Mas há uma coisa que é preciso lembrar em relação aos practicantes de culturas bárbaras, qualquer que seja a sua etnia: eles são muito limitados. Eles não projectam o futuro, e nem se preparam para o que está para acontecer. Eles reagem aos estímulos mais básicos do ser humano, o que lhes torna facilmente manipuláveis. Quem quiser reverter o seu avanço tem que saber os motivos que os trouxe para cá, e "fechar a torneira".
A Roma antiga teve que lidar com os bárbaros germânicos, e conseguiu vencê-los (ou pelo menos controlá-los). Isto, claro, até Roma entrar em decadência. A Europa Medieval teve os seus violentos confrontos com os bárbaros nórdicos, mas no fim, foram os bárbaros vikings (e germânicos) que adoptaram os modos e o estilo de vida da superior civilização greco-romana-Cristã.
Mas, como dito em cima, e ao contrário da Roma Imperial, a sociedade ocidental actual não está a combater os bárbaros modernos, mas a facilitar o seu domínio. A agenda esquerdista, ao contrário da Europa Medieval, não está a oferecer resistência à subjugação bárbara, mas a censurar as vozes daqueles que soam o alarme perante esta invasão silenciosa. Isto faz-nos concluir que a elite Europeia QUER a nossa destruição e a nossa subjugação.
A pergunta é: porquê? Talvez este texto levante um pouco o véu.
domingo, 12 de agosto de 2012
O sucesso do multiculturalismo belga
As imagens que ela recolheu foram gravadas numa tarde, e num "quarteirão problemático" de Bruxelas chamado de Anneessenswijk.
Na versão do filme exibido no Daily Mail, ela entrevista um dos imigrantes, que começa por colocar culpas em alguns aspectos da sua própria cultura (as mulheres cobrem-se demasiadamente, o que alegadamente causa frustração) , mas depois culpa a cultura ocidental (a objectivação da mulher). Mais para o final da entrevista, um bode de expiação é encontrado: as mulheres ocidentais não estão emancipadas o suficiente, e como tal, precisamos de mais feminismo.
Mas isto evita duas conclusões óbvias.
Primeiro: no que toca o tratamento diário da mulher, os homens ocidentais (brancos, heterossexuais, Cristãos ou Judeus) não são assim tão maus, como nos é dito 24/7.
Segundo: uma percentagem de africanos a viver em Anneessenswijk nutre muito pouco respeito pela mulher ocidental, criando efectivamente uma área "no-go" (barrada aos não-locais) para as mulheres belgas que não queiram ser assediadas em plena rua.
Quem estiver interessado em ver o vídeo na totalidade, pode vê-lo aqui. O mesmo termina duma forma interessante: um certo número de mulheres reconta como foram vítimas nessas áreas, e como se sentiram pressionadas para mudar de residência.
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Como já foi dito noutro post, "Os bárbaros agirão como bárbaros. Foi assim com os bárbaros vikings, foi assim com os bárbaros germânicos, foi assim com os bárbaros mongóis, e vai ser assim com todos os bárbaros que foram importados pelos marxistas culturais como forma de obter um bloco permanente de votantes . Os bárbaros reproduzem-se, alimentam-se e destroem. Mais nada."
Jeremias 6:23
O que está a acontecer com a Bélgica acontecerá com todos os países Europeus que importaram para o seu seio culturas não assimiláveis . O que muitos não sabem é que foi mesmo com esse propósito que essas minorias foram importadas.
sábado, 17 de março de 2012
Multiculturalismo produz infelicidade geral
O governo inglês publicou um relatório onde se lê que as áreas da União onde os níveis de felicidade são inferiores coincidem com as áreas onde a colonização islâmica se faz sentir com mais peso. Como contraste, a zona do Reino Unido onde a felicidade é maior é na Irlanda do Norte, precisamente a parte do Reino onde a colonização por parte dos não-europeus é mínima.A notícia em torno de pesquisas feitas a 80,000 pessoas reportou que a ONS (Office for National Statistics) apurou que os homens com idades compreendidas entre os 45 e os 49 são os menos satisfeitos com a vida no Reino Unido (RU).
Reciprocamente, homens e mulheres com idades entre os 65 e os 80 eram os mais satisfeitos. A estes seguem-se os adolescentes com idades entre os 16 e os 19.
Londres e as West Midlands são as zonas mais tristes do RU. As pessoas que vivem lá são as menos felizes com as suas vidas, e são aquelas valorizam menos o que elas fazem com as suas vidas. Isto é o que foi apurado, mesmo sabendo-se que Londres é - e por uma larga margem - a zona mais abastada da região.
Os mais elevados níveis de felicidade no Reino Unido foram encontrados entre os brancos, os indianos e entre outras minorias asiáticas.Os níveis de felicidade mais baixos foram encontrados entre os negros, africanos, os provenientes das Caraíbas e outros grupos de negros britânicos.
Os membros da comunidade paquistanesa e bangladeshi demonstraram serem aqueles com os mais elevados níveis de ansiedade.
Isto não é de forma alguma surpreendente uma vez que estas pessoas foram cortadas das suas raízes históricas e esvaziadas da sua personalidade. Eles são agora um grupo de pessoas sem nacionalidade reduzidas a um estado de queixume permanente em relação à forma como os brancos se recusam a conferir-lhe respeito ou dinheiro em quantidades suficientes.
sábado, 14 de janeiro de 2012
Homem pergunta a nacionalidade e a religião das vítimas antes de violá-las
A polícia estava na posse de várias fotos e imagens CCTV do homem mas não as libertou até que a história foi reportada por uma revista com o nome de Le Nouveau Detective (O Novo Detective), e depois do Le Parisien publicar um croqui do homem.
Este é mais um exemplo onde se nota a forma como as forças policiais europeias colocam a vida dos europeus em risco por motivos puramente políticos (esquerdistas e multiculturalistas). Quantas mulheres poderiam ter evitado violação se tivessem visto a cara do homem na televisão local?
Aparentemente as forças policiais já absorveram a mensagem da esquerda política: não actuem de forma que possa levar a população geral a questionar a sabedoria de se deixar que o seu país seja colonizado por imigrantes não-assimiláveis do 3º mundo.
Bárbaros serão sempre bárbaros, quer eles sejam da Escandinávia (vikings), quer eles sejam da África, quer eles sejam da China. Se a tua cultura te ensina o desrespeito pela integridade sexual das mulheres, tu vais levar essa cultura para onde quer que estejas.
A única coisa que pode impedir que tu leves avante esse tipo de violência contra a mulher é se o sistema legal local te separar do resto da população de forma eficiente. Não estou só a falar da prisão dos violadores (de qualquer etnia) mas também na neutralização das ideologias que neutralizem homens que queiram fazer isto às mulheres.
Infelizmente, o sistema legal europeu não tem em vista o bem estar da população. Como tal, eles suprimem informação importante como forma de evitar o descontentamento geral em torno das suicidas políticas de imigração europeia.
Este tipo de mentalidade ocorre também em Inglaterra quando os violadores são paquistaneses ou muçulmanos. Escusado será dizer isto, mas este tipo de acção tem o apoio (e se calhar a ordenança) do Concilio Europeu. Para eles é mais importante manter o poder do que proteger a população.
O homem é considerado muito perigoso (a sério? Então porque é que esconderam a sua descrição?). Ele já se mostrou muito violento embora tenha, ao mesmo tempo, falado bastante com as suas vítimas. Durante essas tais "conversas", ele levantou questões em torno da confissão religiosa das vítimas ou da sua nacionalidade.
Paralelamente, ele feriu uma adolescente com vários golpes com uma faca, antes de tentar estrangular a jovem. Ele tem tendência a tornar-se muito violente quando as vitimas oferecem resistência.
Para grande desespero do esquerdume militante, este animal só ataca mulheres com pele clara e olhos azuis. Ou seja, as violações são baseadas no ódio às mulheres brancas.
Abençoado multiculturalismo.
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As probabilidades deste racista violador ser um adorador de Alá, o deus árabe, são muito significativas. Porque razão ele quereria saber a fé religiosa das vítimas? Ora, porque ele não quer violar mulheres da sua religião.
Claro que como as forças policiais colocam os interesses da esquerda política a frente da segurança das mulheres brancas, é bem provável que a fé religiosa deste violador seja suprimida.
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Rapariga branca espancada por 4 muçulmanas
Apesar das negras muçulmanas terem gritado "Matem a escória branca", o juiz Robert Brown, que um dia vai responder por esta decisão politicamente correcta, recusou-se a condená-las por crime racial, prevenindo assim que elas passassem 5 anos numa cadeia.
Segundo este juiz, como elas haviam consumido álcool e isso é contra o islão, elas não estavam habituadas ao efeito do mesmo. O juiz não disse, no entanto, como é que ele sabia que esta era a primeira vez que elas bebiam álcool.
domingo, 4 de setembro de 2011
Servos de Satanás matam Pastor Shawari e incendiam a sua igreja
João 16:2
Aqueles que conheciam o Pastor G.C Shawari, pastor sénior da igreja "Christ Apostolic Church" (CAC) em Haliru Street, afirmam que ele era a personificação da paz. Nesta área desgastada pela guerra religiosa (culpa dos intolerantes muçulmanos e não dos Cristãos), ele dedicava os seus sermões ao apelo à tolerância religiosa entre as distintas religiões e grupos étnicos.
No entanto, na 2ª Feira, O Pstor Shawari e o seu filho tornaram-se vítimas de de rufiões "altamente intolerantes" durante uma disputa sangrenta entre supostos Cristãos e muçulmanos. Eles foram assassinados por muçulmanos que conseguiram entrar na sua casa. A esposa do pastor conseguiu escapar, mesmo quando o edifício estava a ser vandalizado.
O assistente do Pastor Shawari, o sr Emmanuel Adetula Oludare - que escapou à morte com feridas de machado na cabeça - descreveu a morte do pastor e do filho como horrífica:
No dia fatídico, o pastor encontrava-se em casa com os membros familiares quando por volta da uma da tarde, alguns jovens muçulmanos, provenientes das rezas Eid-El-Fitr, forçaram o portão da igreja e iniciaram uma discussão com o pastor.Emmanuel disse que as pessoas dentro da igreja fugiram como forma de salvarem a vida à medida que o fumo ascendia por volta das instalações.Não havia ninguém a quem eles pudessem pedir ajuda, e num piscar de olhos, os jovens muçulmanos haviam já esvaziado 3 bidões de petróleo no edifício, na igreja e nos veículos dentro do complexo antes de atear fogo a tudo.
-Fonte-
Quando é que as pessoas irão entender que o islão é uma ideologia política determinada a remover todas as ideologias que contradigam a sua? Se isto acontece assim em todo o lado, porque é que as pessoas pensam que o mesmo não acontecerá aqui nos países civilizados?
Não se pode chegar a qualquer tipo de entendimento com a ideologia islâmica porque ela não está aqui para chegar a acordos ou entendimentos mas para dominar sobre tudo e todos. Mil e quatrocentos anos de História provam isso de forma cabal, mas os ignorantes multiculturalistas não aceitam isso.
Entretanto, os Cristãos vão sendo mortos à machadada.
Pastor Shawari, mártir e exemplo Cristão. Actualmente na Glória de Deus, depois de entregar a vida por Cristo Jesus, o seu Criador.Maranatha, Kurios.
"E ouvi uma grande voz do céu, que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles, e será o seu Deus."
"E Deus limpará dos seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas."
Revelação 21:3-4














