MITOS ISLÂMICOS

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sábado, 11 de maio de 2013

A cegueira dos líderes ocidentais

 
O "Foreign Office" reportou que o Reino Unido retirou algumas pessoas do quadro de funcionários da sua embaixada da Síria como resposta à "decorrente incerteza política" que existe no país:

A Embaixada Britânica retirou temporariamente um pequeno número de pessoas dos seus quadros, na sua maioria pessoas que dão apoio aos ministérios governamentais que foram afectados com os desenvolvimentos recentes..

No entanto, o mesmo documento acrescenta ainda que a sua missão na capital líbia - Tripoli - permanecerá "aberta como sempre", incluindo para serviços de consulado e de oficialização de vistos.

Durante o último mês, milícias fortemente armadas têm estado a sitiar os edifícios governamentais de Tripoli, bloqueando o acesso aos ministérios como forma de avançar com as suas exigências políticas.

No mês passado uma bomba explodiu perto da embaixada francesa localizada em Tripoli, ferindo dois guardas franceses e vários residentes.

Este foi o primeiro ataque a uma embaixada estrangeira no capital da Líbia.

Fonte

* * * * * *
Analisemos a lógica dos líderes ocidentais à luz do que as pessoas que entendem a natureza do maometanismo sempre defenderam:

LÍDERES OCIDENTAIS: "Têmos que apoiar a Primavera Árabe! Não seria excelente se fundamentalistas muçulmanos controlassem países inteiros?"

PESSOAS QUE CONHECEM A JIHAD: "Somos de opinião de que vocês não entendem o islão. Isso não vai acabar bem."

LÍDERES OCIDENTAIS: "Racistas! Toda a gente sabe que o islão é uma religião pacífica e tolerante! Certamente que se deixarmos que os aderentes mais devotos dessa religião controlem os governos, a paz e a tolerância propagar-se-á como fogo!"

PESSOAS QUE CONHECEM A JIHAD: "Isso não será a única coisa em fogo, se nós dermos apoio à Primavera Árabe. Esperamos bem que vocês tenham uma boa segurança nas vossas embaixadas."

[MAIS TARDE] . . . .

LÍDERES OCIDENTAIS: "Temos que começar a evacuar os nossos conterrâneos dos países que ajudamos a libertar uma vez que eles estão-se a tornar demasiado violentos e intolerantes. Mas não se preocupem! Foquemo-nos agora em libertar a Síria e em instalar um governo controlado pela Irmandade Muçulmana!"

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

O politicamente correcto e o fundamentalismo islâmico.

The Telegraph, 14 Setembro de 2012 - Fonte

É refrescante ler palavras tão claras e inequívocas no editorial do jornal Telegraph de hoje:

O realidade dos factos é que os fundamentalistas islâmicos são irreconciliáveis. Para eles, os EUA permanecerão como o Grande Satanás.

Isto, claro, foi um comentário ao assassinato do embaixador americano colocado na Líbia.

Pergunto-me se no meio deste horror poderemos ver sinais de esperança? Será que, finalmente, começamos a escapar do mundo delicado onde há muito tempo algumas coisas não poderiam ser ditas? Se calhar existem limites para o politicamente correcto.

Atrevo-me a inalar a esperança de que talvez os sistemas ocidentais não morram por baixo de mil eufemismos. Pensei que tinha detectado sinais de sanidade logo após o 11 de Setembro. Por essa altura, estavamos chocados com a realidade. E estávamos prontos para a guerra. As pessoas esperavam isso mesmo. Havia um silêncio assustador nas ruas de Londres. Havia sinais que confirmaram a seriedade.

Foi então, e no espaço de algumas semanas, e após uma inundação de propaganda dos média a reportar que o 11 de Setembro nada teve a ver com o islão, que a ortodoxia eufemistica e a fatal doença do apaziguamento voltou.

O Ministério da Verdade controlado pelos Guardianistas [referência aos esquerdistas do jornal "The Guardian"] e pela BBC alegraram-se com o que eles qualificaram de "Primavera árabe", como se isto fosse o princípio da democracia por todo o Norte de África e pelo Médio Oriente. Como viémos a aprender com os eventos que se desenrolaram no Egipto, na Síria, no Iémen e no Sinai - e mais recentemente na Líbia - isto sempre foi uma desilusão, uma perversão da realidade perante os factos concretos.

A realidade dos factos é que o fundamentalismo islâmico anti-ocidente, militante e ressurgente, é a maior ameaça à civilização. Isto, obviamente, são más notícias. Mas as boas notícias são as de que finalmente temos permissão para nomear o perigo por aquilo que ele é.

Onde quer, e quando quer, que o fanatismo militante apareça, ele tem que ser resistido, e derrotado. Foi derrotado na Batalha de Tours em 732AD, no cerco de Malta em 1565, na Batalha de Lepanto em 1571, e não foi há muitos séculos que os bárbaros se encontravam às portas de Viena. Sem a nossa resistência, mais cedo ou mais tarde eles encontrar-se-ão lá outra vez.

Mas não acreditem nisto só porque eu o digo. Há não muito tempo atrás, Samuel Taylor Coleridge descreveu a cena como:

A instalação dum monarca temporal sob a pretensão de ser uma autoridade espiritual, o que não não era possível na Cristandade sem a extinção ou colocação num estado de transe o espírito do Cristianismo: isto foi colocado em práctica por Maomé, até ao estabelecimento do nepotismo mais extenso e mais déspota que alguma vez guerreou a civilização e os interesses da humanidade.

Será que aprendo a partir do editorial desta manhã que, finalmente, temos permissão para reconhecer e declarar a verdade? Se sim, então por mais sombria que seja a hora, ainda há espaço para a esperança.

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