MITOS ISLÂMICOS

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quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Violadas por "asiáticos"


A polícia deu início a uma investigação em torno de alegações chocantes feitas contras gangues de homens asiáticos que alegadamente levaram a cabo violações em grupo a meninas menores que se encontravam em casas de acolhimento em North West.

O novo escândalo emergiu depois duma mãe de 27 anos ter alegado que, quando era adolescente, ela foi vítima de um horrível catálogo de abuso sexual num abrigo. A sua descrição da forma como os responsáveis pelo abrigo alegadamente fizeram pouco dos actos dos predadores pedófilos eco as descobertas feitas em torno do "anel sexual" descoberto em Rochdale, onde foram ressalvadas as "oportunidades perdidas" para colocar térmico ao abuso.

"Claire", que não é o seu nome verdadeiro, diz que ela foi uma das muitas meninas vulneráveis qie foram tratadas como "pedaçoes de carne" por homens que rondavam os abrigos onde ela viveu, em Lancashire e Liverpool.

Ela afirma que ela foi atraída e molestada em troca de álcool, cigarros e drogas. Numa ocasião ela foi drogada e violada por vários homens. Um agricultor encontrou-a num campo, nua, coberta de sangue e cheia de ferimentos, mas ela foi enviada de volta para o abrigo sem qualquer tipo de ajuda médica. "Claire" diz:

A minha assistente social disse-me que eu merecia o que me tinha acontecido porque eu tinha estado a beber. Só que eu não tinha. . . . Eu fui drogada.
"Claire" afirma que, embora ela tenha falado com os responsáveis do abrigo "Briar’s Hey Residential Home" em ­Rainhill, Merseyside, que fechou em 2005, não houve qualquer tipo de exame médico ou averiguação policial.

Deram-me uma pílula do dia seguinte como forma de "evitar mais complicações."
"Claire", que vive hoje com o parceiro e os 4 filhos, alega que a sua experiência era comum entre as muitas adolescentes que se encontravam nos abrigos.

O sexo era a moeda usada pelas raparigas como eu. Os homens andavam em redor dos portões. Se nos queixássemos, diziam-nos para os ignorarmos.
Em Maio deste ano, quando 9 homens do gangue pedófilo de Rochdale foi preso, "Claire" contactou a policia na esperança de que eles investigassem o que aconteceu com ela. Ela diz:

Disseram que era muito pouco provável que eles conseguissem provar alguma coisa depois de tantos anos. Mas eu quero que os assistentes sociais saibam o quanto eu sofri.
Entidades ligadas à "Lancashire County Council" afirmou que, "A polícia está a investigar estas alegações. De momento não temos mais comentários".

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Mais mulheres europeias que são vítimas da atitude complacente com a qual as autoridades europeias presenteiam os violadores não-europeus.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Gangues muçulmanos e não " gangues asiáticos"

Por Glen Jenvey

As recentes reportagens da imprensa britânica em torno do escândalo sexual de Rochdale foram injustas e ofensivas ao descreverem os violadores de "asiáticos". O uso deste termo pelos média, como forma de descrever estes criminosos, cataloga todos os asiáticos como potenciais infractores e, de modo implícito (ou mesmo explícito), atribui este tipo de comportamentos a todos os asiáticos no geral, o que é racista e ofensivo para uma larga secção da comunidade asiática obediente à lei.

Porque é que a imprensa nacional não consegue usar as palavras "gangues sexuais paquistaneses" ou "afegãos" quando reporta estes casos? Melhor ainda, porque é que não os descrevem como "gangues sexuais muçulmanos" ? Porque é que ao tentarem ser politicamente correctos, eles têm que publicar manchetes que não só distorcem e escondem a verdade, como difamam todos os indianos e todos os asiáticos com estigmas raciais e criminosos da pior espécie?

Tal como os gangues criminosos prévios, os infractores de Rochdale agiram segundo uma perspectiva cultural inspirada pela sua religião - incompatível com a sociedade britânica - e que não é partilhada pela comunidade asiática. O Hinduísmo, o Budismo, o Sikhismo e o Cristianismo não só possuem tradições culturais e religiosas mais antigas que o islamismo na Ásia, como possuem um código moral compatível com a lei e os valores britânicos. É uma desgraça que os média usem um termo racial como forma de fazer ligação entre estes crimes (perpetuados por muçulmanos) e todos os asiáticos.

Falo como alguém que faz parte duma família Tamil cujos membros lutaram de forma brava na 2ª Guerra ao lado dos britânicos, e que estão orgulhosos da sua herança cultural e do lugar que conquistaram na sociedade britânica. As pessoas da minha comunidade estão fartas dos problemas associados aos gangues de narcotráfico muçulmanos, aos gangues sexuais muçulmanos e aos muçulmanos que apoiam grupos terroristas. As verbas angariadas pelos muçulmanos em favor dos terroristas muçulmanos são usadas como forma de financiar ataques aos indianos inocentes como aos britânicos inocentes; tanto em Londres como em Mumbai.

As contribuições da comunidade Sikh para a cultura e sociedade britânica têm sido leais e honradas. Quão injusto é associá-los com o tipo de comportamento levados a cabo por muçulmanos?

Os Sikhs possuem também uma longa e orgulhosa história tanto nas forças militares britânicas como nas forças militares indianas - como também como parte da sociedade britânica. Um Sikh contou-me hoje que "o problema reside na comunidade muçulmana , na impressa esquerdista politicamente correcta e numa liderança fraca demais para fazer alguma coisa em relação a isto".

Falei também com um amigo Cristão de Goa (índia) e ele disse-me o quão perturbado ele está pelo facto do seu irmão estar a ser qualificado de "besta sexual" pela imprensa britânica.

Os budistas estão também chateados com a imprensa britânica - qualificando-a de racista - devido ao seu uso descuidado e francamente imprudente do termo "asiático" nas suas reportagens. Não só isto coloca um injustificado ângulo racial na história , como demoniza toda a comunidade asiática britânica.

Os asiáticos britânicos estão enojados com os insultos raciais e com a forma como os média estão a reportar o caso. Porque é que eles insistem em acrescentar um elemento racial quando não existe um? Porque é que eles não reportam os genuínos problemas existentes dentro da comunidade muçulmana e dentro da religião islâmica?

Eu mesmo já me queixei à comissão de queixas da imprensa e apelo a todos os asiáticos britânicos que levem a cabo o mesmo esforço de modo a dar um término a estes insultos raciais.

Asian Tribune

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Há motivos bem claros para o uso do termo "asiático" em vez de "muçulmano": votos e petróleo. A esquerda militante depende do voto islâmico para continuar a ter capacidade de influência na política inglesa e o governo inglês não quer ver as suas relações com os países árabes deterioradas.

Como tal, é mais conveniente usar um termo absolutamente racista e ridículo para qualificar os infractores em vez de se usar o único termo que une os gangues de narcotráfico, os gangues sexuais e gangues de angariam dinheiro para grupos terroristas: muçulmanos.

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