MITOS ISLÂMICOS

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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Britânica acaba detida depois de insultos racistas no metro

Uma britânica de 34 anos acabou detida depois de ter insultado várias pessoas durante uma viagem de metro. A mulher seguia com o filho ao colo quando começou a lançar insultos racistas a vários passageiros criticando as minorias étnicas que vivem actualmente no Reino Unido.

Segundo o jornal “The Guardian”, a mulher começou por questionar: “Onde é que este país chegou?” “Estamos rodeados de negros e polacos. Nenhum de vocês é inglês. Voltem para o vosso país”.

A polícia teve acesso ao vídeo, que depois de colocado no Facebook já teve mais de um milhão de visualizações, e acabou por deter a mulher.

Fonte.


Este blogue é totalmente contra todas as iniciativas que visem descriminar pessoas com base na sua composição genética. É moralmente reprovável um chinês, um negro ou um branco serem vítimas de descriminação apenas e só porque nasceram dessa forma.

Dito isto, condena-se de forma clara o que a mulher fez ao apelar a expulsão de um grupo de pessoas apenas e só por serem negras, polacas (brancas) ou paquistanesas.

Mas há uma coisa que é preciso vêr: embora o racismo nunca seja justificável, o sentimento desta senhora não nasceu num vazio. O que ela e muitos outros ingleses sentem é que são liderados por um governo que não se importa com eles.

O desemprego aumenta, a insegurança aumenta, a criminalidade (desproporcionalmente levada a cabo por estrangeiros) aumenta e o governo nada faz para defender a identidade e cultura nacionais. Uma mulher sueca tem mais probabilidades de ser violada no seu próprio país do que em Nova York.

Levando isto em consideração, e principalmente sabendo que são os governos esquerdistas que tem levado a cabo uma política de imigração em massa como forma de trazer potenciais votantes a Inglaterra, o que é que um inglês pode fazer? "Calar e comer" ?

Se o governo inglês não toma medidas para aplacar a fúria crescente dos nativos, mais vídeos virão a lume, mas dessa vez podem ser bem piores que este. A experiência multicultural falhou porque era suposto falhar.

Um ponto importante é: como é que ela pode ser racista contra os polacos se eles são tão brancos (ou mais) que esta mulher? Não demonstra isto que a sua raiva não é contra a etnia de quem lhe está a roubar os empregos mas sim contra o facto de haver pessoas (independente da etnia) que lhe estão a roubar os empregos?

terça-feira, 9 de agosto de 2011

7 em cada 10 ingleses acha que há demasiados imigrantes


De acordo com dados recentes, cerca de 3/4 dos britânicos defende que há demasiados imigrantes no país. Segundo uma sondagem internacional levada a cabo pela IPSOS Mori, isto coloca o Reino Unido (RU) no terceiro lugar na tabela dos países mais preocupados com a imigração desenfreada.

A mesma fonte mostrou que o RU está no topo dos países preocupados com o impacto dos imigrantes nos serviços públicos. Cerca de 76% dos inquiridos afirma que a imigração colocou demasiada pressão sobre os hospitais, os transportes públicos e as escolas.

A sondagem expõe a enorme dimensão da preocupação pública em torno dos níveis da imigração dos últimos anos.

Durante o reino de terror dos esquerdistas do Partido Trabalhista, a população aumentou com a chegada de cerca de 3,2 milhões de imigrantes. Theresa May, a "Home Secretary", deixou bem clara a sua determinação em reduzir a imigração "na ordem das dezenas de milhares". Boa sorte!

Mas o projecto que visa reduzir o número de imigrantes para níveis mais baixos foi dificultado com o recente influxo de mais imigrantes. Sir Andrew Green, presidente da "MigrationWatch" disse:

A preocupação na Grã-Bretanha (GB) é quase das mais elevadas do mundo. Isto é a régua de medir da herança caótica de 3 milhões de imigrantes admitidos pelos governos anteriores.

A sondagem é um lembrete oportuno do compromisso que o governo actual fez em torno da redução da imigração na ordem das dezenas de milhares ou pagar um preço elevado junto da opinião pública.

○Fonte○

Esta onda anti-imigração que está a tomar de assalto muitos países europeus é a consequência lógica do forcing excessivo que os multiculturalistas fizeram como forma de destruir a influência Cristã e a identidade nacional dos respectivos países.

Mas as pessoas podem ser forçadas até um certo ponto. Aparentemente esse ponto já foi atingido. Os europeus, cansados de serem chamados de "racistas" pelo crime de quererem andar de forma tranquila nos seus próprios países sem verem as suas mulheres violadas ou os seus homens agredidos, cansaram-se.

O elástico, que foi esticado até onde poderia ser esticado, soltou-se e agora vai estalar na direcção contrária - o que também pode não ser muito bom, no sentido de que grupos genuinamente racistas poderem-se aproveitar disso.

Mas, como sabemos, é exactamente isso que os marxistas culturais querem: provocar uma reacção "irracional" de modo a que se possam colocar como os "racionais" e, devido a isso, os únicos capazes de governar a Europa.

Ou seja, o multiculturalismo mais não é que uma arma usada tendo em vista algo maior (a entrega do poder total aos radicais de esquerda). Foi sempre esse o seu plano. A tragédia dos movimentos anti-imigração actuais é que eles lidam com os sintomas mas não falam das causas: o marxismo cultural.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Ingleses começam a rejeitar o multiculturalismo

Parece que os britânicos estão a seguir a onda anti-multiculturalista que tem varrido a Europa ocidental nos últimos anos.

De acordo com uma sondagem razoavelmente abrangente levada a cabo pelo grupo com apoio governamental "Searchlight Education Trust", 48% dos 5,054 inquiridos disse que suportariam um partido que "defendesse os ingleses, criasse um parlamento inglês, controlasse a imigração e desafiasse o extremismo islâmico".

Eles haveriam também de restringir a construção de mesquitas e ordenar que a bandeira de São Jorge ou a Union Jack fossem colocadas em todos os edifícios públicos.

A mesma sondagem mostrou que 60% acredita que a imigração foi uma "coisa má" para a Inglaterra, contra os 40% que defende que foi uma coisa "boa". 34% disse que a imigração deveria ser parada de modo permanente ou até que a economia melhorasse, e 52% concordou com a frase "os muçulmanos geram problemas no Reino Unido".

Durante os 12 meses que terminaram em Setembro de 2010, 238,950 imigrantes entraram no país, o número mais elevado de sempre, desde que se começaram a registar as entradas.

A pesquisa foi levada cabo pela "Leftist Ruling Class" britânica, que é a favor da imigração maciça e multiculturalismo, e os resultados causaram preocupação.

O antigo Secretário dos Negócios Estrangeiros pelo partido esquerdista "Labour" David Miliband e o MP esquerdista Jon Cruddas revelaram oficialmente a reportagem. Os mesmos declararam que pretendem levar a cabo um projecto que visa acabar com o extremismo entre as comunidades brancas e entre as comunidades islâmicas. O projecto tem o nome de "Uma praga nas suas duas casas".

Vai ser engraçado saber como esta história acaba. Se os esquerdistas do Partido Trabalhista inglês forem inteligentes, eles vão parar de tentar vender a ideia do multiculturalismo ao povo inglês.

(Fonte)

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Suécia começa a resistir à islamização



Para além da Suécia, por toda a Europa se sente um renascer de partidos centrados na identidade e culturas nacionais. Este sentimento popular está a dar força a líderes populares que se manifestam abertamente contra as destrutivas políticas de imigração existentes.

O partido dos Democratas Suecos conquistou 6% dos votos e entrou no parlamento (pela primeira vez) com 20 representantes. Este partido junta-se a outros partidos nacionalistas da Noruega e da Dinamarca na sua luta contra o marxismo multiculturalista.


O grande problema destes supostos partidos de direita é a falta duma espinha dorsal conservadora Cristã. Sem esta moral dentro de si, estes partidos rapidamente se degeneram em partidos racistas e, desde logo, passam a pensar de forma análoga ao socialista Hitler e outros supremacistas raciais afiliados .

O problema com o islão nada tem a ver com a etnia (os muçulmanos não são uma etnia ou uma "raça") mas sim com ideologia. O islão é uma ideologia política que visa destruir os estados democráticos e implantar a lei sharia - a mesma lei que tem mantido os países islâmicos na cauda do desenvolvimento tecnológico, científico e social.

Se os supostos "partidos de direita" focarem-se na etnia/raça, eles desvirtuam-se por completo. Se, por outro lado, eles se restringirem a denunciar os perigos que o multiculturalismo é para a superior civilização ocidental, então podem ser mais bem sucedidos.

Claro que isto são medidas que visam tratar dos sintomas e não da verdadeira causa da doença. A causa da doença que aflige a Suécia, é a mesma para a Inglaterra, a Dinamarca, a Noruega e todos os países que hoje tentam sobreviver: a destruição do Cristianismo.

A ideologia que mantinha os países europeus fortes e saudáveis era o Cristianismo. Uma vez que esses países perderam a fé no Deus da Bíblia (chegando até a lutar para a destruição do Cristianismo), então outras ideologias irão preencher o vazio. Uma dessas ideologias é o islão que tanto mal tem causado ao mundo.

O multiculturalismo é uma ideologia humanista secular e esquerdista que visa remover a influência do Cristianismo como forma de preparar o caminho para o socialismo. Muitas pessoas, desconhecedoras dos verdadeiros e ocultos propósitos, aliaram-se ao multiculturalismo devido a slogans como "tolerância" e "fim ao racismo" e todas essas coisas.

Só que a remoção do Cristianismo na Europa é análogo a fazer buracos num barco em alto mar. Os ideólogos do multiculturalismo sabiam disso; os soldados-rasos (aqueles que de facto têm que viver lado a lado com pessoas que as visam destruir) não sabiam disso, e agora sofrem as consequências.

O fim do multiculturalismo é bom sinal, mas é preciso cuidado com o que vai tomar o seu lugar.

sábado, 23 de abril de 2011

Imigração: Político francês pode ser processado por dizer que 2 + 2 = 4

Queimar vários carros por noite - não há problemas. Criar zonas exclusivas a muçulmanos onde nem as autoridades governamentais se atrevem a entrar sem protecção - sem problema. Tomar conta de estradas e usá-las como locais de oração, em claro desafio às normais e às leis locais - tudo bem. Afirmar que tal comportamento pode gerar dificuldades ao normal funcionamento do país? Isso já é um problema grave!

Ficamos a saber através do Telegraph, que Claude Gueant, o ministro do interior francês, pode ser alvo de acção legal depois de declarar que o "crescente" número de muçulmanos em França é um um "problema".

É verdade que com o aumento dos fiéis islâmicos, um certo número de comportamentos tornam-se um problema.
Identificando o problema que é o muçulmanos rezarem no meio das ruas, ele disse que as leis seculares francesas datam de 1905, quando havia muito poucos muçulmanos, enquanto que hoje eles são entre 5 a 6 milhões.

O grupo esquerdista SOS Racisme disse que irá iniciar uma acção legal contra o sr Gueant por incitar "ódio racial".

►Fonte◄


Perguntas inocentes: Qual é a raça dos muçulmanos? Para alguém ser acusado de "incitar ódio racial", não deveria ele.....incitar ódio racial? Falar contra uma ideologia política como o islão é "incitar ódio racial"? E falar contra o Cristianismo também conta como "incitamento a ódio racial" ou são só os maometanos que são dignos de tal privilégio?

Se não fosse a necessidade esquerdista de recolher votos entre a comunidade muçulmana, este tipo de intimidação (por parte dos esquerdistas) contra quem fala sobre o comportamento de alguns muçulmanos não seria tolerado.

Alguém tem que notificar o SOS Racisme que falar contra uma ideologia não é racismo.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Os benefícios da imigração em massa

Lá se vai a ideia duma Grã-Bretanha pós-Cristã brilhante, sexy e secular:
As mulheres que não usam o véu estão a ser ameaçadas de violência e mesmo de morte por parte de extremistas islâmicos dispostos a impôr a Sharia em partes da Grã-Bretanha.

Outros alvos dos "vilões talibânicos" sob investigação policial numa área de Londres chamada de Tower Hamlets são os homossexuais.

Foram colados papéis em zonas públicas declarando: "Zona livre de gays. Verdadeiramente, Alá é severo no castigo".

A aceitação entusiástica da importação de não-Cristãos por parte dos multiculturalistas seculares esperando reduzir a influência cultural do Cristianismo sem dúvida vai ser considerada uma das mais desastrosas políticas da História do Ocidente. Quanto tempo até que o primeiro oficial do governo britânico seja assassinado por um radical esperançoso em implantar a Sharia?

Vai ser engraçado ver as professoras feministas começarem a usar o véu por medo dos alunos

A comunidade secular dos governos, média, universidades e de outras instituições do Ocidente resolveram aliarem-se ao islão contra o Cristianismo há alguns anos atrás. Pergunto-me quantos deles começam a reconsiderar a sabedoria dessa decisão.

♦Fonte♦


Mesmo que alguns defensores ingénuos do multiculturalismo estejam a abrir os olhos em relação às consequências indesejáveis da imigração maciça de uma ideologia política como o islão, os engenheiros do multiculturalismo (os ideólogos e não os soldados rasos) sabiam bem que mais cedo ou mais tarde o caos haveria de se instalar.

É precisamente com isso em mente que o multiculturalismo, o feminismo, o islamismo, o homossexualismo, o aborcionismo, o ambientalismo radical e a intolerância em relação ao Cristianismo foram criados (isto é, a subversão da cultura Judaico-Cristã).

Portanto, se olharmos para as medidas dos esquerdistas como "ingénuas", nós é que estamos a ser ingénuos uma vez que não há nada de "ingénuo" e "descuidado" naquilo que eles tentam forçar à sociedade. Eles fazem-no tendo em vista a futura aquisição do poder em nome da "restauração da ordem pública". Isto vai acontecer quando as instituições sociais, políticas e económicas estiverem totalmente fora de controle.

O multiculturalismo não falhou nos seus propósitos; o multiculturalismo está a avançar tal como os seus engenheiros quiseram. Quem se assusta com as ramificações desta ideologia são as pessoas que não sabem o verdadeiro propósito da mesma.

sábado, 2 de abril de 2011

Violência de "honra" aumenta na Suécia

Cerca de 60% dos serviços sociais da Suécia já ajudaram vítimas de violência de "honra" - ou aqueles ameaçados com violência de "honra" - a encontrarem formas de se esconderem dos prováveis agressores.

75% dos serviços sociais do país responderam ao inquérito levado a cabo pela Sveriges Radio, e dessas, 7 em cada 10 afirmou já ter lidado com casos que envolviam violência de "honra". Este tipo de violência afecta na sua esmagadora maioria as mulheres e as meninas.

Nas famílias onde este tipo de violência ocorre, ela é usada para manter as raparigas sob controle e restringir a sua vida social consideravelmente.

Para além disso, a violência de "honra" está muito relacionada com casos de casamentos forçados.

*Fonte*

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