MITOS ISLÂMICOS

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sábado, 16 de agosto de 2014

Muçulmanos cortam ao meio criança Cristã de 5 anos

Uma criança Cristã de 5 anos, que era filho de um dos fundadores da "St. George's Anglican Church" em Bagdade, foi chacinada por muçulmanos membros do "Estado Islâmico", mais conhecido por ISIS ( "Islamic State of Iraq and Sham" ou em português "Estado Islâmico no Iraque e no Levante"), cortada ao meio durante um ataque à povoação Cristã de Qaraqosh. Andrew White, canône Anglicano da "St. George''s Church", disse o seguinte ao  Anglican Communion News Service:

Estou quase em lágrimas porque estive com alguém  na minha sala cuja pequena criança foi cortada ao meio. Fui eu que baptizei a criança na minha igreja em Bagdade, e este rapaz - que os pais colocaram o meu nome - chamava-se Andrew.

Refugiados Cristãos que fugiram de Qaraqosh buscando abrigo na povoação Cristã foram forçados a fugir mais uma vez à medida que as forças do Estado Islâmico começaram a invadir estas regiões do país. Os pais da criança morta, bem como o irmão George (que recebeu o mesmo nome da igreja em Bagdade), reportaram terem fugido com outros Cristãos para a cidade de Arbil onde se encontra o consulado dos Estados Unidos - local que o Presidente Barack Obama disse que estaria protegido pelos militares Americanos através de ataques aéreos contra as forças do Estado Islâmico.

Segundo a Reuters, os combatentes de Peshmerga controlavam largas zonas de território fora da zona autónoma, que servia de santuário contra os Cristãos em fuga, bem como para outras minorias religiosas, antes dos muçulmanos do Estado Islâmico terem chegado à região no mês passado. A Reuters reporta:

Mas a última semana viu Peshmerga desmoronar-se perante o avanço dos combatentes, que estão na posse de armas pesadas obtidas junto das tropas Iraquianas que abandonaram os seus postos em Junho último. Para além disso, os combatentes estão cheio de dinheiro roubado aos bancos.

Shamil Abu Madian, um Cristão de 45 anos, disse à Reuters que fugiu da cidade de Mosul quando ela caiu em Junho deste ano. Foi por essa altura que ele buscou refúgio na cidade protegida pelos peshmerga, "mas que foi forçado a fugir mais uma vez, em pânico e a meio da noite, quando as tropas Curdas Peshmerga desapareceram subitamente."

Não fomos capazes de trazer nada mais connosco para além de algumas roupas em malas de nylon. As pessoas estão a viver nos passeios, nos jardins públicos, em qualquer lugar.

White disse à ACNS que graças às contribuições financeiras de apoiantes estrangeiros, a igreja Anglicana no Iraque tem sido capaz de disponibilizar comida, água e mantimentos aos Cristãos bem como aos outros grupos religiosos que fugiram de Mosul e Níneve para as regiões nortenhas, como forma de escapar dos terroristas islâmicos do Estado Islâmico:

Precisamos de duas coisas: orações e dinheiro. Com essas duas coisas, podemos fazer qualquer coisa. Sem isso, nada podemos fazer. Eu tenho três P's que eu nunca deixo de mencionar: protecção, provisão e perseverança. Precisamos de protecção para aquelas pessoas de modo a que possamos avançar.

O "Christian Post" reportou na Segunda-Feira que protestos que ressalvam o apuro dos Cristãos Iraquianos estão a ser levados a cabo por todo o mundo, em parte graças à campanha #WeAreN que atraiu a atenção para a perseguição sem precedentes que os Cristãos do Iraque estão a sofrer.

Os líderes Ocidentais foram instados a colocar um fim ao genocídio através de demonstrações na França, Dinamarca, Alemanha, Inglaterra, Suécia, Austrália, Canadá e muitas outras cidades dos Estados Unidos, ao mesmo tempo que os apoiantes de todo o mundo a sua foto do Twitter para a imagem da letra Árabe ن or N, que significa Nazarenos ou Cristãos em Árabe.

Sabe-se que os terroristas muçulmanos do Estado Islâmico pintaram a letra árabe "N" nas casas de  Cristãos de Mosul antes de os forçarem a fugir da cidade, que se encontra actualmente sob o seu controle.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Itália: Imigrantes cometem 40% das violações

Ele era horrível; não tinha dentes e a sua estava desfigurada com cicatrizes.
Esta foi a forma que uma vítima de violação, uma mulher de negócios de 42 anos, descreveu  o violador,  Mohamed K., de 32 anos e um imigrante ilegal já condenado previamente por roubo, agressão e danos físicos. 

Durante a semana passada, quando ela tinha saído para ir ter com uma amiga com quem esperava preparar o Natal, Mohamed K. seguiu-a, agarrou-a no jardim público onde ela tinha tentado esconder, atirou-a para o chão, espancou-a e violou-a ao mesmo que gritava "italiana p--a suja". Depois de a ter violado, roubou a sua carteira. 

Os carabinieri foram capazes de o encontrar e prender; ele tinha ainda a carteira da vitima consigo.

O caso provocou uma discussão enorme junto do público italiano, com os multiculturalistas a desdobrarem-se para defender a reputação dos imigrantes. Um blogue esquerdista amigo da imigração afirmou:
Os perpetradores das violações não são os imigrantes mas sim os italianos!
Para além disso, este blogue multiculturalista citou estatísticas de 2009 que mostravam como 60% das violações ocorridas em solo Italiano eram feitas por Italianos. Mas como os imigrantes são "só" 6% da população Italiana, isto significa que os imigrantes estão desproporcionalmente representados nas estatísticas.

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O esquerdismo não se preocupa assim tanto com a integridade física das mulheres, como muitas delas pensam. Para o esquerdismo é mais importante usar os imigrantes para a subversão da ordem social do que proteger as mulheres do seu próprio país.

Levando isto em conta, não deixa de ser curioso que a maior parte das mulheres, principalmente as solteiras jovens, continuem a dar o seu apoio a movimentos multiculturalistas e afins quando estes não defendem os seus interesses. (A menos que os interesses das mulheres se resumam ao aborto "gratuito" e acesso a contraceptivos.)

Seria interessante ver o que aconteceria se os grupos que lutam contra a imigração colocassem a segurança das mulheres em plano mais destacado.

domingo, 2 de dezembro de 2012

A meia-vida da utopia secular

"Não durmamos, pois, como os demais, mas vigiemos, e sejamos sóbrios"
1 Tess 5:6
Por Vox Day
 
O pós-Cristianismo é secular e divertido até que o vazio seja preenchido.  E todos nós sabemos como a natureza preenche o vazio:
Imigrantes muçulmanos duma cidade próxima de Copenhague forçaram o cancelamento das tradicionais exposições de Natal deste ano ao mesmo tempo que investiram generosamente para as festividades envolvidos na celebração do Eid - que marca o fim do Ramadão.

A controvérsia escalou até se tornar num debate nacional em torno do papel do islão na Dinamarca pós-Cristã, onde uma florescente população muçulmana está-se a tornar cada vez mais assertiva na imposição da sua vontade em questões de vasto alcance social e cívico.

Um porta-voz do Partido Conservador Dinamarquês, Tom Behnke, afirma que teme que as pessoas estejam a tentar converter a Dinamarca num país muçulmano. Numa entrevista dada à DR News, Behnke disse:

"É profundamente alarmante que os nossos esforços de integração sejam tão ineficazes e que, mal haja uma maioria muçulmana, as antigas tradições dinamarquesas sejam colocadas de parte, e as muçulmanas sejam introduzidas. Vivêmos na Dinamarca e as pessoas têm que se adaptar à situação que se aplica aqui."

Quando questionado se as associações de habitação com minorias islâmicas deveriam apoiar as festividades em torno do Eid, Behnke respondeu:

"Temos que levar em conta que, no passado, o festival Eid era a celebração levada a cabo por muçulmanos depois de terem chacinado Cristãos, portanto não sei quanto disso há para celebrar na Dinamarca. Mesmo assim, as pessoas deveriam ter permissão para celebrar qualquer que seja a festividade, mas deveriam ao mesmo tempo respeitar as festividades existentes no país para onde imigraram."

Behnke acrescentou ainda:

"Não faz sentido nenhum tentar converter a Dinamarca num país islâmico só porque se tem origens muçulmanas. Isso não pode acontecer de maneira nenhuma. Pelo contrário, temos que ter respeito mútuo uns pelos outros. Isto [supressão do Natal/imposição do islão] é falta de respeito pelas tradições e cultura dinamarquesas. Não podemos aceitar a existência duma Dinamarca onde as tradições dinamarquesas desapareçam mal haja maioria muçulmana."
Claro que a forma da Dinamarca evitar a perda das tradições dinamarquesas é evitar uma maioria muçulmana. Como eu [Vox Day] repetidamente tentei explicar aos ateus e agnósticos presentes no meio de nós, não existe nem nunca vai existir uma utopia secular baseada na ciência. É uma categoria de erro fundamental fingir que isso é remotamente possível.

Aquilo que nós pensamos ser secularismo mais não é que o estado transicional entre uma forma religiosa dominante e aquela que toma o seu lugar. A cultura pós-Cristã não é nem secular nem científica mas sim pagã e pré-Civilização Ocidental.

Há duas opções por onde escolher. O iluminismo secular não é uma delas. O que é tido como progresso é, na verdade, uma reversão social em larga escala de proporções significantes, e nem a tecnologia nem dívida em quantidades crescentes (que actualmente é interpretada como "riqueza") serão capazes de prevenir isso.

Tendo como base o que estamos a observar, a meia-vida da sociedade secular é de cerca de 20 anos.

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Uma das frases mais emblemáticas da falta de vontade de viver dos Europeus e quando Behnke diz"devemos ter respeito mútuo".

Mas não é por demais aparente que os invasores colonizadores imigrantes maometanos não querem viver num clima de "respeito mútuo" mas sim impor a sua ideologia neste país?

O pior é que tanto os dinamarqueses como os maometanos sabem que, mal haja maioria islâmica, o islão vai ser imposto à força, mas os dinamarqueses ainda tentam cordialmente chegar a um ponto de concordância - enquanto, anualmente, o número de muçulmanos aumenta de modo explosivo.

Se alguém diz "vou-te destruir" a nossa resposta só pode ser "não, não vais". Dizer "vamos chegar a um acordo" é estupidez e suicídio.


quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Repórter russo: "Em algumas zonas de Paris, é quase impossível encontrar um francês"

Na Europa, vizinhanças com uma substancial população muçulmana invariavelmente tornam-se em zonas "NO-GO" para os não muçulmanos, onde os guettos imigrantes se tornaram em ghettos criminosos.

As forças policias recusam-se em entrar nestas áreas a menos que seja em grupos, e muio bem armados.

Os muçulmanos deliberadamente divertem-se a incendiar contentores de lixo, e quando os bombeiros chegam, eles  [os muçulmanos] atacam-nos.


domingo, 12 de agosto de 2012

O sucesso do multiculturalismo belga

A história duma mulher belga tornou-se notícia das manchetes depois dela ter filmado o que aconteceu quando ela andou pelas ruas de Bruxelas. Homens de origem africana (muçulmanos?) assediaram-na, quer seja com piropos rudes ou chamando-lhe nomes como "prostituta" ou "vadia".

As imagens que ela recolheu foram gravadas numa tarde, e num "quarteirão problemático" de Bruxelas chamado de Anneessenswijk.

Na versão do filme exibido no Daily Mail, ela entrevista um dos imigrantes, que começa por colocar culpas em alguns aspectos da sua própria cultura (as mulheres cobrem-se demasiadamente, o que alegadamente causa frustração) , mas depois culpa a cultura ocidental (a objectivação da mulher). Mais para o final da entrevista, um bode de expiação é encontrado: as mulheres ocidentais não estão emancipadas o suficiente, e como tal, precisamos de mais feminismo.

Mas isto evita duas conclusões óbvias.

Primeiro: no que toca o tratamento diário da mulher, os homens ocidentais (brancos, heterossexuais, Cristãos ou Judeus) não são assim tão maus, como nos é dito 24/7.

Segundo: uma percentagem de africanos a viver em Anneessenswijk nutre muito pouco respeito pela mulher ocidental, criando efectivamente uma área "no-go" (barrada aos não-locais) para as mulheres belgas que não queiram ser assediadas em plena rua.

Quem estiver interessado em ver o vídeo na totalidade, pode vê-lo aqui. O mesmo termina duma forma interessante: um certo número de mulheres reconta como foram vítimas nessas áreas, e como se sentiram pressionadas para mudar de residência.

Fonte

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Como já foi dito noutro post, "Os bárbaros agirão como bárbaros. Foi assim com os bárbaros vikings, foi assim com os bárbaros germânicos, foi assim com os bárbaros mongóis, e vai ser assim com todos os bárbaros que foram importados pelos marxistas culturais como forma de obter um bloco permanente de votantes . Os bárbaros reproduzem-se, alimentam-se e destroem. Mais nada."

"eles são cruéis, e não usarão de misericórdia"
Jeremias 6:23

O que está a acontecer com a Bélgica acontecerá com todos os países Europeus que importaram para o seu seio culturas não assimiláveis . O que muitos não sabem é que foi mesmo com esse propósito que essas minorias foram importadas.

domingo, 17 de junho de 2012

Multiculturalismo floresce por toda a Europa

Uma vez que o multiculturalismo já está perfeitamente enraizado na Europa, é altura de se fazer uma avaliação do seu "sucesso". Para quem não sabe, o multiculturalismo apela a imigração em massa de pessoas com culturas distintas e impede ao mesmo tempo que sejam feitos movimentos que visem a assimilação das mesmas.

Eis então a forma como isso está a funcionar na Europa.

Grã-Bretanha:

Na área Tower Hamlets do Este de Londres (também conhecida como "A República Islâmica de Tower Hamlets"), clérigos maometanos, conhecidos como Talibãs de Tower Hamlets, regularmente emitem ameaças de morte dirigidas às mulheres que se recusam a usar o véu. As estradas foram invadidas por cartazes contendo frases como:

Acabou de entrar numa área controlada pela sharia. As leis islâmicas estão em operação.
Em Luton os maometanos foram acusados de levar a cabo uma "limpeza étnica" ao assediarem os não-muçulmanos ao ponto de muitos deles simplesmente se mudarem para fora das áreas muçulmanas.

Em West Midlands, dois Cristãos foram acusados de "crimes de ódio" por oferecerem panfletos Bíblicos nesta área predominantemente muçulmana de Birmingham.

Em Leytonstone, Este de Londres, o extremista maometano Abu Izzadeen perturbou o discurso público do Home Secretary John Reid dizendo “Como é que te atreves a vir para uma área islâmica?

França:

Largo número de vizinhanças muçulmanas são agora consideradas zonas "no-go" pela polícia local. Zonas "no-go" são aquelas áreas onde os não-muçulmanos não se atrevem a entrar ou só se atrevem a entrar acompanhados por uma escolta policial.

Segundo contagem recente, existem cerca de 751 Zonas Urbanas Sensíveis (Zones Urbaines Sensibles, ZUS), como elas são eufemisticamente conhecidas. Cerca de 5 milhões de maometanos vivem nas ZUS, parte da França que o governo já perdeu o controle.

Os imigrantes maometanos estão, ao mesmo tempo, a tomar conta de outras partes da França. Em Paris e em outras cidades com elevada presença muçulmana - tais como Lyon, Marselha e Toulouse - milhares de muçulmanos fecham as estradas e as passadeiras - e, por extensão, fecham o comércio local, encerrando os não-maometanos nas suas casas e escritórios - de modo a acomodar as multidões que se juntam para as rezas de 6-Feira.

Algumas mesquitas começaram já a emitir sermões e gritos de "Alá é o maior" pelos megafones e altifalantes. Apesar das inúmeras queixas públicas, as autoridades declinaram levar a cabo qualquer tipo de iniciativa temendo dar início a tumultos.

Bélgica:

Na capital belga de Bruxelas (onde 20% da população é maometana) várias vizinhanças maometanas tornaram-se também em zonas "no-go" para a polícia local - onde são frequentemente atacados por pedras provenientes de jovens muçulmanos.

No distrito de Kuregem em Bruxelas, que aparenta ser uma zona de guerra urbana, a polícia é forçada a patrulhar a área com dois carros: um carro para fazer o serviço de patrulha e outro para prevenir que o primeiro seja atacado.

No distrito de Molenbeek em Bruxelas a polícia foi ordenada a não beber café ou comer sandwiches em público durante o mês islâmico do ramadão.

Alemanha:

Numa entrevista dada ao Der Westen, o Comissário policial Bernhard Witthaut revelou que os imigrantes estão a impor zonas “no-go por toda a Alemanha a um ritmo preocupante.

Itália:

Os maometanos têm vindo a ocupar a Piazza Venezia em Roma para as suas rezas de 6ª Feira. Em Bolonha os muçulmanos repetidamente ameaçam bombardear a catedral de San Petronio devido ao facto dela conter um fresco com 600 anos exibindo o Inferno de Dante e Maomé a ser atormentado no inferno.

Holanda:

Um tribunal ordenou ao governo que publica-se a politicamente incorrecta lista de 40 zonas “no-go” da Holanda.

Suécia:,

Largas zonas da cidade de Malmö -- que é mais de 25% muçulmana -- são agora zonas "no-go" para os não-maometanos. Por exemplo, os bombeiros e os serviços de emergência médica recusassem a entrar na predominantemente muçulmana área do distrito de Rosengaard sem escolta policial. Estima-se que a taxa de desemprego dos homens em Rosengaard seja superior a 80%. Na cidade sueca de Gotemburgo jovens muçulmanos têm estado a atirar bombas de petróleo aos carros policiais.

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Enquanto esta destruição vai ocorrendo, a elite esquerdista dominante continua a subsidiar os invasores e a propagandear em seu nome. Críticas à conquista islâmica têm que ser criminalizadas.

A menos que a Europa morra de forma tranquila e se torne em algo análogo ao Médio Oriente, pobre, violento e retrógrado, o continente está em vias de entrar num momento bastante colorido da sua história onde a população nativa irá reclamar o seu território de forma violenta depois de se ver livre da elite politica - tanto da esquerda como da direita - que os traiu .

Fonte

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Por incrível que pareça, as coisas estão a evoluir tal como a elite esquerdista pretende. Eles sabiam que a imigração maciça de pessoas não assimiláveis traria desorganização social, e como tal, deram o seu apoio activo a essa traição dos europeus.

O multiculturalismo foi instalado não para acomodar as várias culturas no ocidente, mas sim para destruir a unidade social ocidental. Depois dessa unidade social ter sido reduzida a cacos, a elite esquerdista irá usar a força policial para "restaurar a ordem" - ordem essa que foi destruída pelas suas políticas.

É assim que funciona o esquerdismo. Eles criam os problemas e depois colocam-se a eles mesmos como agentes capazes e de resolver os problemas que eles mesmos criaram.

Dentro em breve?

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Os mutiladores muçulmanos

Por todo o Reino Unido (RU) as forças policias estão a levar a cabo uma investigação exaustiva em torno do extraordinário número de mutilações genitais femininas (MGF) que têm ocorrido durante a última década.

Não se deixem enganar: o culpado por este fenómeno é o partido Labour visto que, à custa das tradições e dos valores do nosso país, esse governo teve uma obsessão pelo multiculturalismo e pela imigração descontrolada.

Um dos valores particularmente em causa é o da igualdade de género, valor esse pelo qual muitos imigrantes mostram ter um desprezo absoluto - quer seja na violência doméstica, nos casamentos forçados ou na agora crescente vulgaridade da MGF (baseada na ideia de que as mulheres não deveriam ter prazer sexual).

Mais de 100,000 mulheres no RU foram forçadas a suportar o procedimento, mostrando que, no que toca ao multiculturalismo, vivemos actualmente em duas sociedades separadas - não só com valores distintos mas agora com valores em competição num pais com divisão crescente e falta de coerência no que toca a identidade nacional.

Isto é trágico para uma nação que tinha uma ideia clara do que defendia e forneceu os seus melhores ideias ao mundo.

Várias gravações foram já publicadas mostrando um médico e um dentista disponibilizando-se para levar a cabo ou facilitar uma MGF em raparigas de comunidades imigrantes.

Segundo a organização 'Forward', a maioria das vítimas britânicas provém de áreas predominantemente islâmicas de África: Egipto, Etiópia, Somália e famílias sudanesas. Como existem perversões da cultura islâmica similares na Nigéria, Quénia, Togo e Senegal, as raparigas destes países estão também em risco no RU. Só em Londres, e nos últimos 3 anos, mais de 150 meninas foram forçadas a uma MGF por parte dos seus próprios pais.

Contrário ao espírito da igualdade e emancipação feminina da nossa cultura, segmentos minoritários da cultura islâmica defendem que a MGF é importante como forma de refrear o apetite sexual feminino, que é visto como moralmente errado.

Durante os últimos 10, e para lidar com o multiculturalismo nesta frente e com a contínua mudança do nosso país, tivemos que investir enormes quantidades de verbas e tempo erigindo leis criminais para lidar com estas culturas retrógradas que buscam formas de levar a cabo estas prácticas repugnantes.

Qual são os supostos benefícios económicos provenientes destes imigrantes se eles chegam aqui para fazer coisas destas? O aumento de imigrantes da Somália, Etiópia, Sudão durante a última década, levada a cabo pelo partido Labour, conduziu-nos a um aumento significativo da MGF.

Este incidente pode ser apenas uma das muitas minhocas que, com o multiculturalismo sem a integração, se tornou oculta devido à imigração em massa para o nosso país, motivada pela crença socialista do partido Labour (e também pela sua busca vulgar pelo poder e votos) de que todas as culturas são iguais.

Fonte

sábado, 28 de abril de 2012

Os benefícios médicos da imigração islâmica

Duvido muito que este aspecto "interessante" da imigração seja levado em conta pelo teóricos pro-imigração maometana quando estes afirmam que a imigração "é sempre boa".

Uma investigação levada a cabo pela BBC há alguns anos atrás revelou que pelo menos 55% da comunidade paquistanesa se casa com um primo directo. O Times of India afirmou que "assume-se que isto tenha ligação com as probabilidades das famílias paquistanesas de serem 13 vezes mais susceptíveis que o resto da população de ter crianças com desordens genéticas recessivas."

A pesquisa da BBC verificou também que, embora os paquistaneses britânicos sejam responsáveis 3,4% de todos os nascimentos na Grã-Bretanha (GB), eles constituem 30% dos nascimentos de bebés com com desordens recessivas e possuem uma taxa de mortalidade infantil mais elevada que a população geral. Não é surpreendente, portanto, que, à luz destes dados, um membro do Partido Labour tenha apelado ao fim dos casamentos entre primos directos.

Ao mesmo tempo, estima-se que um terço de todos os deficientes de Copenhaga tenham origem estrangeira. Sessenta e quatro porcento das crianças dinamarquesas com pais árabes são iletradas - mesmo depois de estarem cerca de 10 anos no sistema de ensino dinamarquês.

O mesmo estudo concluiu que no que toca a habilidade de leitura, matemática e ciência, o padrão é o mesmo:

As habilidades dos imigrantes bilingues (na maioria muçulmanos) são extremamente pobres quando comparadas com os colegas dinamarqueses.
Estes problemas dentro da comunidade islâmica trazem várias complicações aos países ocidentais. As despesas em torno dos deficientes mentais e físicos muçulmanos, por exemplo, drenam severamente os orçamentos dos países europeus.

Tomando ainda como exemplo a Dinamarca, um terço do orçamento das escolas é usado com crianças com necessidades especiais, grupo onde as crianças muçulmanas estão desproporcionalmente representadas. Mais de metade das crianças com idade escolar e com deficiências mentais ou físicas são filhos de imigrantes - entre os quais os muçulmanos são o grupo maioritário.

Um estudo conclui que, devido ao número de crianças e adultos com deficiências, "a endogamia dos imigrantes custa milhões aos municípios ".

Fonte

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Claro que o problema maior da imigração muçulmana excessiva (ou a imigração excessiva de qualquer cultura com um código moral totalmente distinto da moral ocidental) é o seu duplo efeito transformador. A cultura anfitriã vai ser afectada pela cultura imigrante, e como tal, é tão razoável esperar que os casamentos entre primos directos seja legalizada e adoptada por vários segmentos da população nativa, como é razoável esperar que os mesmos casamentos sejam banidos.

Embora isto possam ser boas notícias para aqueles que entre vocês tenha primos e primas atraentes, aquilo que a esquerda militante qualifica de "progresso" e "melhoria", na verdade é prejudicial para a civilização ocidental. Tal como planeado.

Isto é mais uma consequência óbvia da perda de identidade Cristã: se a cultura e a moral Cristã não podem ser consideradas como melhores e, como tal, usadas como árbitro em relação a comportamentos provenientes de outras culturas (porque supostamente isso seria "racismo") , então não é possível justificar a censura de comportamentos trazidos por membros de outras culturas.

Não é preciso ser-se um darwinista social para se duvidar dos benefícios a longo prazo da importação de massas ideológicos estatisticamente mais capazes de gerar bebés com deficiências mentais e físicas.

Mais um exemplo óbvio dos malefícios do multiculturalismo.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Itália: Muçulmano agride filha de 12 anos com uma vassoura por esta não recitar o Alcorão correctamente

O Tribunal Supremo italiano manteve uma sentença emitida contra um marroquino por este ter agredido a filha.

Os advogados de defesa (pagos por quem?) mantiveram a alegação inicial e afirmaram que o pai, que alegadamente bateu na filha com um cabo de vassoura por motivos "correctivos" por esta não saber recitar o Alcorão (o livro do deus árabe Alá), apenas fez o que fez por "motivos culturais" e como tal, ele deveria receber uma sentença mais leve.

O juiz italiano, obviamente, rejeitou o argumento da defesa e classificou o tratamento que a menina recebeu por parte do pai muçulmano como "violento e sem justificação", independentemente de ter sido levado a cabo por nacionais ou estrangeiros.

Fonte

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A incoerência dos multiculturalistas não pode deixar de ser ressalvada. Com um canto da boca afirmam que todas as culturas possuem essencialmente a mesma dignidade e honra, mas com o outro canto da boca afirmam que pessoas de culturas especificas devem ser tratadas de forma distinta precisamente por pertencerem a essa cultura.

Ou seja, as culturas são todas iguais, excepto quando não são iguais.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Consequências "inesperadas" da primavera árabe

Inesperadas, se tu fores um esquerdista ignorante.


O JPost reporta um estudo onde se lê que que após a "primavera árabe", o anti-semitismo (socialmente identificado como ódio aos Judeus) diminuiu aumentou. Esta é a conclusão a que o ministro da Diplomacia Pública e Assuntos em Torno da Diáspora Yuli Edelstein chegou, num estudo que será submetido ao governo.

O estudo, escrito por escolásticos da " Kantor Center for the Study of Contemporary European Jewry" da Universidade de Tel Aviv, revela:
Embora o levantamento popular no mundo árabe não representem uma modificação geral da atitude dirigida a Israel, ao sionismo e aos Judeus, parece que o discurso e o incitamento anti-semita tornaram-se mais extremistas e violentos.

Acusações duma conspiração judaica internacional têm sido têm sido tema central da propaganda anti-semita que acompanhou os levantamentos da primavera árabe.

Este tema tem recebido ênfase em cada um dos países especialmente na forma como o dedo tem sido apontado a Israel, ao Sionismo e aos Judeus como agentes de conspiração contra os árabes e os muçulmanos.
Alguém esperava que eles mudassem em 6 meses, quando não o fizeram em 1400 anos?

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

A destruição da Europa

O líder da igreja Free Church "Church of Love" Massoud Fouroozandeh (origem iraniana) foi forçado a sair da sua casa em Odense para uma localização secreta depois da sua família ter visto dois carros vandalizados por estes terem uma cruz à vista.
Os jovens da área de Vollsmose disseram-me para não conduzir com a cruz pendurada no carro. Pouco depois o carro foi vandalizado e queimado. Os assentos foram cortados. Desde então, as janelas laterais do novo carro foram partidas 3 vezes.
Depois deste actos, Fouroozandeh Massoud e a esposa nunca mais se atreveram a deixar as crianças brincar no parque recreativo de Vollsmose.
Elas não cobrem a cabeça, algo que 99% das outras crianças fazem, e como tal, elas atraem atenção. Como tal, não era seguro deixá-las brincar por lá.

Devido a isto, decidimos ir morar para um sítio longe de Vollsmose.

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A "glória" do multiculturalismo está manifesta nesta história. Aparentemente os Cristãos não estão a salvo . . . . no ocidente.

Muçulmanos imigram para a Dinamarca, provenientes de países onde é perfeitamente aceitável perseguir e Cristãos, e trazem consigo o mesmo ódio anti-Cristão. O governo do país onde eles vivem agora recusa-se a criticar as prácticas culturais indígenas (porque isso seria "intolerante") e como tal, os maometanos continuam a fazer o que já fazem há 1400 anos: oprimir os Cristãos.

Quanto tempo mais até que os próprios dhimmis dinamarqueses comecem a afirmar que a culpa é dos Cristãos por este se atreverem a viver numa "vizinhança muçulmana"? O que é que podemos dizer da ideologia política com o nome de multiculturalismo quando esta ideologia - em vez de gerar harmonia entre os grupos culturais - aumenta o racismo, a descriminação e o preconceito?

Exemplos como este demonstram de forma cabal que 1) a sã convivência com maometanos é impossível e 2) o multiculturalismo é uma ideologia criada com o expresso propósito de destruir a estrutura social dos países ocidentais. Se dúvidas existem em relação ao segundo ponto, façam esta pergunta: onde estão os promotores do multiculturalismo nos países islâmicos?

Porque é que o multiculturalismo só é promovido onde há maioria Judaico-Cristã mas nunca entre hindus, maometanos, budistas ou aderentes de outras filosofas religiosas?

Não é por acaso que o marxista cultural e um dos fundadores da Escola de Frankfurt Georg Lukács disse "Quem é que nos salvará da civilização ocidental?"

Os muçulmanos estão a desempenhar na perfeição o papel que os arquitectos da nova Europa lhes entregaram: destruir a estrutura social da superior civilização ocidental.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Homem pergunta a nacionalidade e a religião das vítimas antes de violá-las

No dia 23 de Dezembro do ano passado, em Paris, o homem violou duas mulheres loiras de olhos azuis. Dois dias depois violou outras duas em Étampes (Essonne).

A polícia estava na posse de várias fotos e imagens CCTV do homem mas não as libertou até que a história foi reportada por uma revista com o nome de Le Nouveau Detective (O Novo Detective), e depois do Le Parisien publicar um croqui do homem.


O Le Parisien disse que a divisão-detective da polícia francesa estava a "manter o mais rigoroso silêncio em torno deste assunto", descrito como "muito sensível".

Este é mais um exemplo onde se nota a forma como as forças policiais europeias colocam a vida dos europeus em risco por motivos puramente políticos (esquerdistas e multiculturalistas). Quantas mulheres poderiam ter evitado violação se tivessem visto a cara do homem na televisão local?

Aparentemente as forças policiais já absorveram a mensagem da esquerda política: não actuem de forma que possa levar a população geral a questionar a sabedoria de se deixar que o seu país seja colonizado por imigrantes não-assimiláveis do 3º mundo.

Bárbaros serão sempre bárbaros, quer eles sejam da Escandinávia (vikings), quer eles sejam da África, quer eles sejam da China. Se a tua cultura te ensina o desrespeito pela integridade sexual das mulheres, tu vais levar essa cultura para onde quer que estejas.

A única coisa que pode impedir que tu leves avante esse tipo de violência contra a mulher é se o sistema legal local te separar do resto da população de forma eficiente. Não estou só a falar da prisão dos violadores (de qualquer etnia) mas também na neutralização das ideologias que neutralizem homens que queiram fazer isto às mulheres.

Infelizmente, o sistema legal europeu não tem em vista o bem estar da população. Como tal, eles suprimem informação importante como forma de evitar o descontentamento geral em torno das suicidas políticas de imigração europeia.

Este tipo de mentalidade ocorre também em Inglaterra quando os violadores são paquistaneses ou muçulmanos. Escusado será dizer isto, mas este tipo de acção tem o apoio (e se calhar a ordenança) do Concilio Europeu. Para eles é mais importante manter o poder do que proteger a população.

O homem é considerado muito perigoso (a sério? Então porque é que esconderam a sua descrição?). Ele já se mostrou muito violento embora tenha, ao mesmo tempo, falado bastante com as suas vítimas. Durante essas tais "conversas", ele levantou questões em torno da confissão religiosa das vítimas ou da sua nacionalidade.

Paralelamente, ele feriu uma adolescente com vários golpes com uma faca, antes de tentar estrangular a jovem. Ele tem tendência a tornar-se muito violente quando as vitimas oferecem resistência.

Para grande desespero do esquerdume militante, este animal só ataca mulheres com pele clara e olhos azuis. Ou seja, as violações são baseadas no ódio às mulheres brancas.

Abençoado multiculturalismo.

Fonte

. . . . . . . .

As probabilidades deste racista violador ser um adorador de Alá, o deus árabe, são muito significativas. Porque razão ele quereria saber a fé religiosa das vítimas? Ora, porque ele não quer violar mulheres da sua religião.

Claro que como as forças policiais colocam os interesses da esquerda política a frente da segurança das mulheres brancas, é bem provável que a fé religiosa deste violador seja suprimida.


sábado, 17 de dezembro de 2011

Político finlandês multado por dizer a verdade sobre a imigração maometana

Um dos motivos que leva a que a Europa não esteja a tomar medidas razoáveis para se defender do avanço do perigo islâmico é a presença de dhimmis esquerdistas em lugares de autoridade prontos a multar aqueles que se atrevem a falar a verdade.

O MP James Hirvisaari foi multado com €1,425 por emitir este aviso num blogue:

Infelizmente, e como consequência do aumento explosivo da imigração muçulmana na Finlândia, o genuíno racismo irá aumentar, especialmente aquele dirigido aos Judeus. Mas a população nativa e os outros grupos étnicos também vão ser atingidos.

Acrescenta-se a isto, a descriminação, a insuportável arrogância, o comportamento grosseiro, a raiva, a opressão da mulher, a mutilação de crianças, a má conduta sexual, a perseguição de minorias, os tumultos, a queima da bandeira, os distúrbios, as drogas, os assaltos, os crimes de violação, a pedofilia, a poligamia, os casamentos infantis, a violência de "honra", as matanças ritualistas, as chicotadas, os apedrejamento e outros crimes, bem como tradições totalmente insanas e outros fenómenos.

Eventualmente, chegaremos aos ataques bombistas e ao terrorismo. Isto, claro, se nós não agirmos de acordo com o que eles querem.

Ninguém disputa que o que Hirvisaari é verdade. A única questão aqui é se ele é livre de o afirmar, sendo ele um político e sendo a imigração uma das áreas que os políticos têm que levar e consideração.

Aparentemente, na Europa já não é permitido a um europeu (ou outra minoria perfeitamente integrada) levantar questões importantes em torno das consequências da invasão islâmica.

Dentro em breve a Europa vai ter que escolher entre ser conquistada ou lutar pela sobrevivência. Se os europeus escolherem a última alternativa, o ambiente vai ficar tenso para os marxistas culturais que importaram milhões de maometanos não assimiláveis.

Tempo de acrescentar a Finlândia à Eurábia.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

França: 5 norte-africanos atacam casal branco

Sem dúvida que o SOS Racisme foi contactado e notificado deste óbvio caso de crime de ódio.

Certo? Certo?!!

Claro que não. Só é "racismo" quando os grupos protegidos da esquerda política são as vítimas. Quando os brancos ou os Judeus ou os Cristãos ou qualquer outro grupo que não se alinha com a esquerda política é vitima de violência e/ou descriminação, grupos esquerdistas como o SOS Racisme ignoram esses casos.

A ideologia toma preeminência sobre a moralidade.

A noção do multiculturalismo, criada sob a fachada de que as várias culturas podem co-existir de modo pacífico, é estrondosamente falsificado com a intolerância islâmica em relação aos não-muçulmanos.

Como tudo na vida, há boas culturas e há más culturas. Uma cultura que ensina que as mulheres podem ser espancadas pelo marido (Alcorão 4:34) é uma má cultura. Por outro lado, uma cultura que ensina “Maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a Si mesmo se entregou por ela” (Efésios 5.25) é sem dúvida superior.

Mas não para os multiculturalistas. Para este grupo ideológico, e apesar das evidências em contrário, ambas as culturas são igualmente válidas. Mas os multiculturalistas que pensam assim são os idiotas úteis (usados para propagar a fé multiculturalista). Os arquitectos do multiculturalismo (os ideólogos) sabiam desde o princípio que a harmonia ocidental seria destruída mal se importassem milhões de pessoas não assimiláveis.

É por isso que a presença islâmica na Europa é algo defendido pela esquerda política. Para eles, quanto maior for a influência islâmica na Europa, menor é a influência Cristã. Os esquerdistas esperam assim reinar sobre a confusão como donos e senhores.

O que eles não sabem é que essa confusão também lhes vai atingir uma vez que o islão, ao contrário do Cristianismo, não é uma força de regeneração espiritual e social mas sim uma ideologia política.

Devido a isso, quando os muçulmanos forem em número suficiente na Europa, eles vão dar aos esquerdistas europeus o mesmo tratamento que os muçulmanos iranianos deram aos comunistas iranianos:

After the failure of the “Amol Uprising” the group [Union of Iranian Communists] went through a difficult period with most of its leadership and cadres arrested or killed.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

93,000 Cristãos já saíram do Egipto desde a "Primavera Árabe"

Segundo uma organização não governamental, cerca de 93,000 Cristãos Coptas saíram do Egipto desde 19 de Março de 2011. O número pode aumentar até 250,000 até ao final de 2011, segundo Naguib Gabriel, director da "Egyptian Federation of Human Rights" (que emitiu a reportagem).

A tendência migratória actual põe em perigo a estrutura da população do Egipto, disse Gabriel à Al-Masry Al-Youm no Domingo.

Gabriel baseou os dados declarados em informação proveniente de igrejas Coptas e comunidades no estrangeiro. De acordo com os dados, 16,000 migraram para a Califórnia, 10,000 para a New Jersey, 8,000 para New York, e 8,000 para outros estados americanos. Cerca de 14,000 foram para a Austrália, 17,000 para o Canadá e 20,000 fixaram-se na Holanda, Itália, Inglaterra, Áustria, Alemanha e França.

Gabriel atribuiu a emigração Copta aos grupos radicais muçulmanos que querem impôr a lei islâmica no Egipto, negar aos Coptas o acesso a lugares governamentais de topo e reduzir o turismo. Ele culpou também o êxodo aos ataques que os muçulmanos tem levado a cabo contra as igrejas e o falhanço do governo em julgar os atacantes.

Escritor Copta Kamal Zakher disse que os números da reportagem são exagerados mas os medos em relação à emigração Copta são justificados.


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