MITOS ISLÂMICOS

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terça-feira, 12 de maio de 2015

"Parem de construir igrejas, convertam-se ao islão" ou "faremos um exemplo horrível de vocês"

Raymond Ibrahim

Devido ao seu envolvimento nos esforços de construção de igrejas para as empobrecidas comunidades Cristãos do Paquistão, Javed David, lider do "Hope for the Light Ministries" em Lahore, bem como os seus colaboradores, têm estado a receber ameaças de morte desde Fevereiro deste ano.

O mais recente incidente ocorreu no dia 4 de Abril (embora só se tenha tornado público em Maio). Segundo David:

Eu estava numa igreja, em Sheikhupura, para uma reunião com colegas. Eram 8 horas da noite quando a reunião acabou e voltamos para Lahore.

Estávamos quase a chegar à via principal quando uma mota passou por nós, e bloqueou o nosso caminho. Um dos homens da moto veio ter comigo e disse:

"Sabemos o que tu andas a fazer aqui," disse ele. "Pára de construir igrejas. Converte-te ao islão, que é a verdadeira religião., senão nós iremos fazer um exemplo horrível de ti." 

No dia 22 de Fevereiro, um incidente semelhante ocorreu depois dele ter visitado outra igreja que se encontra em construção.

Também noutra ocasião, eu estava a dirigir-me para casa quando uma moto parou à minha frente. O motorista bateu na janela, e atirou para dentro um pedaço de papel. Não abri o papel até que cheguei à minha casa. O mesmo dizia:

"Esta é uma nação islâmica e nós não podemos permitir a construção de igrejas. Ou tu te convertes ao islão ou sais do país! Pára de construir igrejas ou então irás sofrer as consequências. "

- http://bit.ly/1cLTXdm

* * * * * * *

Enquanto o mundo está concentrado nas atrocidades  do Estado Islâmico, os muçulmanos do resto do mundo continuam a seguir os ensinamentos de Maomé e a atacar a liberdade religiosa dos Cristãos. 

Para quem acha que este tipo de comportamento são "distorções" dos ensinamentos de Maomé, convém lembrar que o próprio fundador do islamismo ordenou que os Cristãos fossem expulsos da Península, e afirmou que não podem existir duas religiões nessa região.

Os muçulmanos no ocidente exigem uma coisa que eles nunca dariam aos Cristãos nos seus países islâmicos: liberdade. Que pena que os apologistas islâmicos do ocidente nunca tenham tempo para criticar as acções levadas a cabo pelos seus irmãos na fé contra os Cristãos.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Comunidade islâmica de Lisboa atribui texto jihadista a ataque informático

A comunidade islâmica de Lisboa atribuiu este domingo a um ataque informático o texto jihadista apelando à violência, publicado no seu site com a data de quarta-feira.

Numa mensagem publicada no site da comunidade islâmica de Lisboa, pode ler-se que aquela página da Internet foi alvo de um “ataque de hackers com introdução de um texto jihadista apelando à violência”.

“Não conheço ninguém da nossa comunidade ou qualquer muçulmano residente em Portugal que possa ter esse tipo de atitude, parecendo mais uma acção de um agente provocador”, afirma o presidente da direcção da comunidade islâmica, Abdool Vakil, numa mensagem divulgada no referido site.

Abdool Vakil salienta que “o que se está a passar [referindo-se aos actos de violência do autodenominado Estado Islâmico] nada tem a ver com os muçulmanos portugueses e apenas traz uma ideia errada do que de facto é o Islão”.

“Não passa de uma tentativa de provocar reacções contra muçulmanos e de denegrir a imagem da sua religião”, observa. Na mesma mensagem, Abdool Vakil sublinha ainda que os muçulmanos estão “todos bem integrados na sociedade portuguesa” e defendem “uma harmonia e respeito mútuo entre todas as religiões”, promovendo até “frequentes diálogos entre todas elas”.

O dirigente muçulmano recorda ainda que “todos os supostos jihadistas portugueses mencionados nos jornais já viviam fora de Portugal há algum tempo, antes de serem aliciados por esses movimentos”.

A mensagem alegadamente publicada por piratas informáticos no site da comunidade islâmica de Lisboa, e entretanto retirada, dizia que “está na hora de demonstrar ao mundo a força do islamismo e de combater os infiéis”.

“O plano está traçado e preparado. Iremos tomar conta de Portugal e deste povo fraco e levaremos o nosso Islão ao mais elevado patamar do desejo do Senhor!”, podia ler-se no texto datado de quarta-feira, e que esteve disponível até cerca das 19h deste domingo...

PÚBLICO http://bit.ly/1x5X32Q

segunda-feira, 8 de julho de 2013

A hipocrisia de Evin Cetin

O Partido Social Democrata Sueco (PSDS) é um partido esquerdista desse país. Um dos membros do mesmo é uma jovem mulher com ascendência curda chamada Evin Cetin.

Evin Cetin não gosta dos rivais Democratas Suecos (DS), o partido dos nacionalistas Suecos. Devido a isso, vestida com indumentária tradicional Sueca, ela alegou que ela era "mais Sueca" do que os DS porque ela "ama todos os Suecos":
"Para mim, ser Sueco gira em torno da tolerância, da abertura e em torno da ajuda que se dá às pessoas como forma delas terem uma chance para construir uma boa vida," diz ela ao The Local, acrescentando que esta é a ideologia política que ela tenciona levar para Bruxelas, se for eleita.

"Usar um vestido tradicional Sueco no dia dos Democratas Suecos enviava uma mensagem bem clara de que nós não devemos entregar o conceito do que é ser Sueco a forças que são contra a Suécia", disse ela.

"Os Democratas Suecos são hostis à Suécia."

Cetin disse que se considera mais Sueca do que os Democratas Suecos porque ela ama 9 milhões de Suecos, enquanto que o partido só ama 5 milhões.

"Eles só amam alguns Suecos. Eu amo-os a todos."
Mas eis aqui a parte interessante da história. Evin Cetin causou alguma controvérsia durante o ano passado quando fez uma viagem ao Médio Oriente e foi fotografada a dançar com membros do "Kurdistan’s Free Life Party" (PJAK)


Portanto, por um lado Evin Cetim quer definir o que é ser Sueco para fora da realidade ao alegar que a identidade Sueca baseia-se em nada mais do que a "tolerância" e a "atitude de ajudar os outros". Mas por outro lado, ela apoio a luta armada em prol dum país próprio para o seu grupo étnico - os Curdos.

A Evin Cetin não ama todos os Suecos. Se ela amasse os Suecos, ela desejaria para eles o que ela quer para si, nomeadamente, o bem de poder viver dentro dum país etnicamente homogéneo. A sua atitude de definir os Suecos para fora de existência como um povo distinto do mundo é um acto de agressão e não um acto de amor.

Fonte

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Suíços precisam de permissão para proteger a Suíça


Grupo que reúne esforços para resistir à islamização da Suíça recebeu a aprovação do Tribunal Federal para exercer o direito de distribuir panfletos a partir do seu stand publicitário. Para além disso, o Tribunal determinou que as autoridades locais têm a obrigação de protege-los.

O Concílio de Fribourg havia proibido o grupo - O Movimento Contra a Islamização da Suíça - de estabelecer uma tenda informativa durante uma campanha anti-minarete que se realizou no ano de 2009.

O Concílio afirmou que se tinha recusado a autorizar o grupo de propagar a sua mensagem devido ao medo da reacção violenta que supostamente poderia surgir [por parte de quem?].

O grupo venceu, assim, o direito de propagar informação que visa alertar os locais dos perigos que resultam do aumento da influência islâmica na Suíça. Portanto, em certas áreas da Suíça é preciso autorização (e protecção) legal para se defender o seu próprio país da invasão islâmica.

Ridículo.

Fonte

sábado, 28 de abril de 2012

Os benefícios médicos da imigração islâmica

Duvido muito que este aspecto "interessante" da imigração seja levado em conta pelo teóricos pro-imigração maometana quando estes afirmam que a imigração "é sempre boa".

Uma investigação levada a cabo pela BBC há alguns anos atrás revelou que pelo menos 55% da comunidade paquistanesa se casa com um primo directo. O Times of India afirmou que "assume-se que isto tenha ligação com as probabilidades das famílias paquistanesas de serem 13 vezes mais susceptíveis que o resto da população de ter crianças com desordens genéticas recessivas."

A pesquisa da BBC verificou também que, embora os paquistaneses britânicos sejam responsáveis 3,4% de todos os nascimentos na Grã-Bretanha (GB), eles constituem 30% dos nascimentos de bebés com com desordens recessivas e possuem uma taxa de mortalidade infantil mais elevada que a população geral. Não é surpreendente, portanto, que, à luz destes dados, um membro do Partido Labour tenha apelado ao fim dos casamentos entre primos directos.

Ao mesmo tempo, estima-se que um terço de todos os deficientes de Copenhaga tenham origem estrangeira. Sessenta e quatro porcento das crianças dinamarquesas com pais árabes são iletradas - mesmo depois de estarem cerca de 10 anos no sistema de ensino dinamarquês.

O mesmo estudo concluiu que no que toca a habilidade de leitura, matemática e ciência, o padrão é o mesmo:

As habilidades dos imigrantes bilingues (na maioria muçulmanos) são extremamente pobres quando comparadas com os colegas dinamarqueses.
Estes problemas dentro da comunidade islâmica trazem várias complicações aos países ocidentais. As despesas em torno dos deficientes mentais e físicos muçulmanos, por exemplo, drenam severamente os orçamentos dos países europeus.

Tomando ainda como exemplo a Dinamarca, um terço do orçamento das escolas é usado com crianças com necessidades especiais, grupo onde as crianças muçulmanas estão desproporcionalmente representadas. Mais de metade das crianças com idade escolar e com deficiências mentais ou físicas são filhos de imigrantes - entre os quais os muçulmanos são o grupo maioritário.

Um estudo conclui que, devido ao número de crianças e adultos com deficiências, "a endogamia dos imigrantes custa milhões aos municípios ".

Fonte

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Claro que o problema maior da imigração muçulmana excessiva (ou a imigração excessiva de qualquer cultura com um código moral totalmente distinto da moral ocidental) é o seu duplo efeito transformador. A cultura anfitriã vai ser afectada pela cultura imigrante, e como tal, é tão razoável esperar que os casamentos entre primos directos seja legalizada e adoptada por vários segmentos da população nativa, como é razoável esperar que os mesmos casamentos sejam banidos.

Embora isto possam ser boas notícias para aqueles que entre vocês tenha primos e primas atraentes, aquilo que a esquerda militante qualifica de "progresso" e "melhoria", na verdade é prejudicial para a civilização ocidental. Tal como planeado.

Isto é mais uma consequência óbvia da perda de identidade Cristã: se a cultura e a moral Cristã não podem ser consideradas como melhores e, como tal, usadas como árbitro em relação a comportamentos provenientes de outras culturas (porque supostamente isso seria "racismo") , então não é possível justificar a censura de comportamentos trazidos por membros de outras culturas.

Não é preciso ser-se um darwinista social para se duvidar dos benefícios a longo prazo da importação de massas ideológicos estatisticamente mais capazes de gerar bebés com deficiências mentais e físicas.

Mais um exemplo óbvio dos malefícios do multiculturalismo.

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