MITOS ISLÂMICOS

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quinta-feira, 3 de março de 2016

A invasão da Europa e o que os média não mostram

Durante o fim de semana passado, "refugiados" muçulmanos (merkelianos) que tentam invadir a Europa, cantaram hinos de guerra islâmicos à medida que lançavam pedras à polícia que se encontrava na fronteira com a Macedónia.

Mas lembrem-se: isto não é uma invasão, e todos estes merkelianos serão cidadão Europeus exemplares.

domingo, 16 de agosto de 2015

Três homens que salvaram o Ocidente da invasão islâmica

Por Robert Beckman

Nem sempre a Civilização Ocidental teve o poder militar e científico que tem tido nos últimos 500 anos. Isto só foi possível devido às acções de um grupo de elite de homens a lutar através das gerações. Isto só foi possível através da ponta dos machados, das espadas e dos rifles. Apresento-vos 3 homens assim, que definiram as fronteiras da Civilização Ocidental e demarcaram um futuro para que o Ocidente se tornasse próspero.

1. Charles Martel (O Martelo) e a Batalha de Tours.

A Europa de 732 AD , tal como a de hoje, encontrava-se sitiada por invasores islâmicos. Os Mouros haviam avançado através da Península Ibérica e tinham os seus olhos focados no coração da Europa. Charles não tinha um exército profissional ao seu comando, mas sim agricultores normalmente habituados a lutar entre o plantio a colheita.

O seu grupo-ralé de guerreiros-agricultores encontrava-se excedido em número na ordem de 3:1, e estavam a lutar contra soldados profissionais endurecidos pela guerra. Usando tácticas defensivas, formações unidas, e tendo o terreno como vantagem sua, Martel foi capaz de parar a invasão islâmica da Europa.

2. Jean De Valette e o Cerco de Malta

No ano de 1565 AD, o Império Otomano estava a expandir-se rapidamente para o oeste, havendo já tomado conta da maior parte da zona costeira do Norte de África e dos Balcãs. Tudo o que se encontrava no seu caminho, a impedir mais conquistas, era uma pequena ilha do Mediterrâneo ocupada por uma pequena ordem de 700 cavaleiros. Se os Otomanos tivessem conquistado a ilha, passariam a ter um trampolim para a Sicília, Itália e mais para dentro da Europa.

A Ordem dos Cavaleiros Hospitalários foi reforçada com nativos Malteses, um pequeno número de guerreiros Italianos, Gregos e Espanhóis, bem como os seus serventes. Mesmo com este reforço, as forças dos Cavaleiros encontrava-se excedida em número na ordem dos 8:1. No espaço de um mês, a força de 50,000 guerreiros Otomanos, juntamente com 70 canhões de cerco, capturaram o Forte de São Elmo.

Os corpos dos cavaleiros mortos foram decapitados, amarrados de modo a formar uma cruz, e colocados a flutuar rumo ao Forte São Angelo. De Valette respondeu ao insulto ordenando os seus homens que disparassem, com canhões, cabeças de soldados Otomanos em direcção aos acampamentos dos Otomanos.

O cerco continuou, e cerca de dois meses mais tarde, os Otomanos conseguiram fazer uma brecha nas paredes da ilha principal, e passaram a contar com uma vitória. Mas não foi isso que aconteceu. O próprio De Valette pegou no seu pique e avançou contra a brecha, inspirando os seus homens. Os Otomanos que entravam pela brecha foram cortados e abatidos ao mesmo tempo que eram empurrados para frente pela massa de corpos atrás deles.

Os homens de De Valette resistiram corajosamente durante mais um mês até que uma força de socorro de 28 barcos contendo 10,000 guerreiros provenientes de toda a Europa Cristã expulsou os Otomanos.

3. Jan III Sobieski e Cerco de Viena

No ano de 1683, o Turcos Otomanos estavam a preparar uma ofensiva gigantesca a Viena, um importante ponto estratégico que, se tomado, deixaria as portas da Europa abertas para ao domínio islâmico. Mais uma vez, as forças Europeias encontravam-se numericamente severamente excedidas. Uma coligação de nobres Germânicos, o Santo Império Romano, e a Commonwealth Polaco-Lituana levantou-se contra 300,000 invasores islâmicos.

As fortificações de Viana era as mais fortes e as mais avançadas da altura, com centenas de canhões de ponta colocados estrategicamente por todas as paredes. Sapadores Turcos cavaram túneis por baixo das paredes e colocaram barris de pólvora em locais estratégicos. Durante dois meses, Viena viu-se isolada e passou fome. As paredes estavam a ser destruídas em pedaços e os abastecimentos tinham acabado. No preciso momento em que a cidade estava quase a ser tomada, 80,000 dos melhores soldados da Europa, sob o comando do Rei Sobieski, vieram em defesa de Viena.

O Rei Sobieski, um génio da táctica, colocou cerca de 60,000 homens da infantaria a lutar logo no início do dia. Depois de horas de combate, os Turcos estavam desgastados e cansados. O Rei Sobieski liderou então o maior ataque de cavalaria da História; cerca de 20,000 cavaleiros avançaram ao mesmo tempo pela encosta abaixo rumo aos Turcos desgastados. À frente do ataque encontravam-se 3,000 Hussardos Polacos, a cavalaria pesada mais bem treinada, melhor equipada, mais implacável de sempre.

O resultado foi uma carnificina. Até à moderna política de imigração, nunca o mundo islâmico havia tentado invadir o Ocidente a esta escala. (...)

- http://goo.gl/RY8VNo

segunda-feira, 8 de junho de 2015

A corrosiva hagiografia da Espanha muçulmana

Por Andrew G. Bostom

Anúncios comemorativos do dia 10 de Julho de 2003, falando dum "regresso do islão à Espanha", marcaram a finalização da nova mesquita de Granada. (1) Infelizmente, e numa conferência com o título de "O islão na Europa" que acompanhou a abertura da mesquita, foram feitas algumas declarações alarmantes por parte dos líderes muçulmanos Europeus.

Por exemplo, o orador principal deste conferência, Umar Ibrahim Vadillo, um líder muçulmano Espanhol, implorou ao muçulmanos que causassem o colapso económico do Ocidente (passado a usar o dinar de ouro, e parando de usar as moedas Europeias), ao mesmo tempo que o líder muçulmano Alemão Abu Bakr Rieger disse aos atendentes para não se adaptarem as suas prácticas religiosas islâmicas aos valores Europeus (do Iluminismo Ocidental?). (2)

Embora o editorialista do Wall Street Journal tenha repreendido as autoridades Espanholas pela sua aparente falta de "...influência ou conhecimento em relação à direcção da nova mesquita", o autor do op-ed prosseguiu, minando a base factual das suas preocupações com uma sinopse romantizada e não-histórica da Espanha muçulmana, salientando  o quele deu o nome de “humanismo pan-confessional” do islão Andalusiano, chegando até a afirmar que, “ …pode-se até alegar que a frequentemente lamentada "reforma" do islão estava a caminho até que ela foi abortada pela Inquisição” (3).

Na sua hagiografia de 2002 da Espanha muçulmana com o nome de “The Ornament of the World” (4), María Rosa Menocal, Professora de Espanhol e de Português em Yale, alegou:

O novo governo islâmico não só permitiu aos Cristãos e as Judeus sobreviver, mas, e seguindo ordem alcorânica, esse governo protegeu-os.

Eu mantenho que reiterar estas alegações exageradas e historicamente erradas em relação à Espanha muçulmana ajuda a actual agenda islamita, e atrasa a evolução dum "Euro-Islão" liberal, reformado e totalmente compatível com os valores Europeus pós-Iluminismo.

As conquistas jihadistas foram levadas a cabo século após século, desde o subcontinente atè a Península Ibérica, porque a jihad, que significa "lutar nos caminhos de Alá", incorpora uma ideologia e uma jurisdição. O padrão básico da guerra jihadista encontra-se claramente revelado no registo do grande historiador muçulmano al-Tabari das recomendações dadas por Umar b. al-Khattab ao comandante das tropas enviadas a al-Basrah (636 AD), durante a conquista do Iraque. Umar (o segundo “Califa Correctamente Orientado”) alegadamente disse:

Convoquem o povo de Deus; aqueles que responderem ao vosso apelo, aceitem isso da sua parte. (Isto é, aceitem a sua conversão como genuína e abstenham-se de lutar contra eles) mas aqueles que se recusarem, têm que pagar o imposto [jiziyah] com humilhação e com humildade. (Alcorão 9:29) Se eles se recusarem a fazer isso, então é a espada sem clemência. Temam a Alá em relação ao que vos foi confiado. (5)

(por exemplo, A jihad foi formalmente concebida pelos jurisconsultos e teólogos muçulmanos desde o século 8º ao século 9º tendo como base a sua interpretação de versos do Alcorão (6) (por exemplo, 9:5,6; 9:29; 4:76-79; 2: 214-15; 8:39-42), e tendo também por base longos capítulos das Tradições (i.e., “hadith”, actos e ditados de Maomé, especialmente aqueles registados por al-Bukhari [d. 869] (7) e Muslim [d. 874] (8)).

Em relação à natureza da jihad, o consenso entre as 4 escolas de jurisprudência islâmica  (isto é, Maliki, Hanbali,  Hanafi, e Shafi’i) é claro. Ibn Khaldun (morreu em 1406), jurista, filósofo renomeado, historiador, e sociólogo, resumiu estas opiniões consensuais em relação à instituição unicamente islâmica da jihad tendo como base os cinco séculos prévios de jurisprudência:

Dentro da comunidade islâmica, a guerra santa é um dever religioso visto que a universalidade da missão [islâmica] e [obrigação de] converter todos aos islão quer seja por persuasão quer seja à força..... As outras religiões não tiveram uma missão universal, e a guerra santa não era um dever religioso para eles, excepto com propósitos de defesa. O islão tem a obrigação de obter poder sobe as outras nações. (9)

A Espanha muçulmana era um país em constante estado de jihad quando se encontrava sob a jurisdição Maliki visto que esta disponibilizava uma interpretação severa e repressiva da lei islâmica (10). Por exemplo, o jurista Maliki com o nome de Ibn Abi Zayd al-Qayrawani (d. 996), caracterizou a jihad da seguinte forma:

A jihad é um preceito de instituição Divina. A sua performance por parte de certos indivíduos pode dispensar outros da mesma. Nós, os Malikis, mantemos que é preferível não dar início às hostilidades com o inimigo antes de o ter convidado a abraçar a religião de Alá, excepto se o inimigo tiver atacado primeiro. Eles têm a alternativa de ou se converterem ao islão ou pagar o imposto [jizyah], ou então será declarada guerra contra eles. (11)

E o jurista Maliki Ibn Abdun disponibilizou estas opiniões reveladoras em relação aos Judeus e aos Cristãos que viviam em Sevilha por volta de 1100 Era Cristã:

Nenhum...Judeu ou Cristão pode receber permissão para usar as roupas dum aristocrata, nem dum jurista, nem duma pessoa rica; pelo contrário, eles têm que ser detestado e evitados. É proibido abordá-los com a saudação "Que a paz esteja contigo". De facto, "Satanás tomou posse dele, e causou a que eles se esquecessem do aviso de Deus. Eles são os confederados do partido de Satanás; Certamente que os confederados de Satanás serão os perdedores!" (Qur’an 58:19). Um sinal distintivo deve ser imposto a ele como forma deles serem reconhecidos, e isto será para eles uma forma de desgraça. (12)

Os Cristãos e Judeus indígenos de Espanha, conquistados através das guerras jihadistas dos Arabes muçulmanos, foram submetidos ao domínio islâmico sob um "Pacto" - ou "Dhimma" - que impunha regulamentos degradantes e discriminadores, mas consistentes com prescrição alcorânica presente em 9:29. Os princípios centrais desta  “dhimmitude”  eram:
(i) A desigualdade de direitos (em todos os domínios) entre os muçulmanos e is dhimmis;
(ii) Discriminação social e económica contra os dhimmis;
(iii) Humilhação e vulnerabilização dos dhimmis. (13)
E havia consequências terríveis para os dhimmis infiéis da Espanha muçulmana que se revoltassem contra a opressora Dhimma: matança dos rebeldes, e escravatura para as suas mulheres e crianças. (14)

Para além da pequena minoria de Cristãos privilegiados e notáveis, a Espanha muçulmana estava populada por dezenas de milhares de Cristãos escravos, e Cristãos humilhados e oprimidos. Os muwallads (neo-convertidos) estavam num estado perpétuo de revolta contra os imigrantes Árabes que haviam tomado para si grandes espaços latifúndios, cultivados por servos ou escravos Cristãos.

As expropriações e as extorsões fiscais deram início a chamas de rebelião permanentes por parte dos muwallads e dos mozarabs (dhimmis Cristãos) por toda a península Ibéria. Os líderes destas rebeliões eram crucificados, e os seguidores insurgentes eram mortos à espada. Estes conflictos sangrentos, que ocorreram por todo o emirato Hispânico-Umayyad até aos 10º século, um endémico ódio religioso.

No ano de 828 da Era Cristã. uma carta de Louis o Pio para os Cristãos de Mérida resumiu o seu sofrimento sob Abd al-Rahman II, e durante os reinados que se seguiram: confisco da sua propriedade, aumento injusto do seu tributo, remoção da sua liberdade (o que provavelmente significava escravatura), e opressão através de impostos excessivos. (15)

Em Granada, os vizires Judeus Samuel Ibn Naghrela, e o seu filho Joseph, que haviam protegido uma outrora florescente comunidade Judaica, foram ambos assassinados entre 1056 to 1066, a que se seguiu uma aniquilação da população Judaica por parte da comunidade muçulmana local. Pelo menos 3,000 Judeus morreram só no levantamento que se seguiu ao assassinato de 1066. (16).

Os Almoádas muçulmanos Berberes na Espanha e no Norte de África (1130-1232) causaram uma destruição enorme tanto nas populações Judaicas como na Cristã. Este processo de devastação, massacre, cativeiro e conversão forçada foi descrito pelo cronista Judeu Abraham Ibn Daud, e pelo poeta Abraham Ibn Ezra. Desconfiados da sinceridade dos convertidos Judeus para o islão, os "inquisidores" muçulmanos (isto é, antecedendo os inquisidores ristãos Espanhóis em três séculos)  removeram as crianças de tais famílias, e colocaram-nas sob os cuidados educadores muçulmanos. (17)

Maimonides, o conhecido filósofo e médico, sofreu as perseguições levadas a cabo pelos Almoádas, e em 1148 teve que fugir de Córdoba com toda a sua família, vivendo temporariamente em Fez - disfaraçado de muçulmano - antes de encontrar asilo no Egipto Fatimida. De facto, embora Maimonides seja frequentemente referenciado como  um exemplo de sucesso Judaico facilitado pela domínio muçulmano da Espanha, as suas próprias palavras refutam este mito utópico do tratamento que os muçulmanos deram aos Judeus:

...os Árabes perseguiram-nos [aos Judeus] de modo severo, e aprovaram legislação prejudicial e discriminatória contra nós. Nunca houve nação que nos tivesse afligido, degradado, rebaixado e odiado tanto como eles [os muçulmanos]. (18)

Bernard Lewis, eminente historiador do islão, observou há 35 anos que os Judeus "Pro-islâmicos" do século 19 haviam promovido uma visão utópica da natureza igualitária do domínio islâmico, especialmente na Espanha islâmica. Sem surpresa alguma, os muçulmanos eventualmente aperceberam-se deste romântico mito Judaico em relação ao islão, e ela passou a fazer parte integral da sua imagem própria. No entanto, Lewis conclui:

A Idade de Ouro de direitos iguais era um mito, e a crença nela foi o resultado, mais do que a causa, da simpatia Judaica pelo islão. (19)

Uma descrição acertada do relacionamento inter-confessional na Espanha muçulmana, e ds correntes contemporâneas responsáveis pela distorção da história, pode ser encontrada no envolvente livro de Richard Fletcher com o nome de “Moorish Spain”, onde ele disponibiliza estas observações inatacáveis:

O testemunho daqueles que viveram durante os horrores da conquista Berbere, da fitnah Andalusa do início do século 11, da invasão Almorávida - só para mencionar alguns episódios disruptivos - tem que classificar isso [isto é, a visão rosada da Espanha islâmica] como uma mentira. A simples e verificável verdade histórica é que a Espanha Moura era muito mais uma terra de tumulto do que de tranquilidade...

Tolerância? Perguntem as Judeus de Granada que foram massacrados em 1066, ou aos Cristãos que foram deportados pelos Almorávidas para Marrocos em 1126 (tal como os Mouriscos cinco séculos mais tarde)..

Na segunda metade do século 20 um novo agente de obfuscação faz a sua aparência: a culpa da consciência liberal, que vê os males do colonialismo - assumidos mais do que demonstrados - prenunciados na conquista Cristã de al-Andalus e na perseguição dos Mouricos (mas não, curiosamente, na conquista e colonização mourisca).

Agitem bem a mistura, e emitam-no de maneira livre a académicos crédulos e pessoas mediáticas por todo o mundo ocidental. Depois disso, derramem-no de maneira generosa sobre a verdade....Dentro das condições culturais que existem no Ocidente de hoje, o passado tem que ser comercializado e para ser comercializado de maneira bem sucedida, ele tem que ser empacotado de maneira atraente.

A Espanha num estado natural não tem apelo geral. Fantasias auto-indulgente de glamour....fazem milagres na melhoria dessa imagem. Mas a Espanha Mourisca não era uma sociedade tolerante e ilminade, nem mesmo nas suas épocas mais cultas. (20)

Por fim, mesmo que seja classificada de "tolerante" segundo padrões medievais, a dhimmitude é totalmente incompatível com as noções modernas de igualdade entre os indivíduos, independentemente da fé religiosa. Agora que estamos no início do século 21, temos que insistir que os muçulmanos do Ocidente adoptem padrões sociais pós-Iluministas de igualdade, e não de "tolerância", abandonado de vez a hagiografia dos padrões  repressivos e discriminatórios practicados pelos clássicos juristas Maliki dda "iluminada" Espanha muçulmana.

- http://bit.ly/1H1Mn5J

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Embora  o texto do Dr Bostom esteja essencialmente correcto, convém ressalvar que os mesmos Judeus que criaram o mito da "Espanha tolerante", traindo deste forma os muitos Judeus que foram chacinados pelos "tolerantes" muçulmanos da Ibéria, operaram dentro da filosofia iluminista que o Bostom quer que os muçulmanos adoptem.

Dito de outra forma, os "valores iluministas" não são a alternativa ao islão no Ocidente visto que foram esses valores que 1) criaram um mito da Espanha muçulmana "tolerante", e 2) eles estão na base do ódio ao Ocidente que abriu as portas à imigração em massa de muçulmanos não-assimiláveis .

Para se saber qual é a ideologia a adoptar para se combater o avanço muçulmano na Europa, basta saber qual era a ideologia de Jan Sobieski, Carlos Martel, e dos cavaleiros de combateram os maometanos em Lepanto.

Notas:

1. http://news.bbc.co.uk/1/hi/world/europe/3055377.stm “Mosque signals Muslims return to Spain” BBC July 10, 2003.
2. http://news.bbc.co.uk/1/hi/world/europe/3061833.stm “Muslim call to thwart capitalism” BBC July 12, 2003.
3. http://www.opinionjournal.com/taste/?id=110003764 Melik Keylan. “Back again after 500 years” Opinion Journal July 18, 2003
4. Gloria Rosa Menocal, “The Ornament of the World” (Boston: Little Brown and Company, 2002. p. 28)
5. Al-Tabari, “The History of al-Tabari (Ta’rikh al rusul wa’l-muluk)”, vol. 12, The Battle of Qadissiyah and the Conquest of Syria and Palestine, translated by Yohanan Friedman, (Albany, NY.: State University of New York Press, 1992).
6. The Noble Qur’an http://www.usc.edu/dept/MSA/quran/
7. Translation of Sahih Bukhari http://www.usc.edu/dept/MSA/fundamentals/hadithsunnah/bukhari/
8. Translation of Sahih Muslim: http://www.usc.edu/dept/MSA/fundamentals/hadithsunnah/muslim/
9. Ibn Khaldun, “The Muqudimmah. An Introduction to History”, Translated by Franz Rosenthal. (New York, NY.: Pantheon, 1958, vol. 1, p. 473).
10  Evariste Levi-Provencal. “Histoire De L’Espagne Musulmane” Vol. 3 (Paris G-P Maisonneuve, 1953, Pp. 131-33; 470-76); Bat Ye’or. “Islam and Dhimmitude: Where Civilizations Collide” Translated by Miriam Kochan and David Littman, (Cranbury, NJ.: Associated University Presses, 2001, Pp. 62-63).
11. Ibn Abi Zayd al-Qayrawani, La Risala (Epitre sur les elements du dogme et de la loi de l'Islam selon le rite malikite.) Translated from Arabic by Leon Bercher. 5th ed. Algiers, 1960, p. 165.
12. Evariste Levi-Provencal. “Seville musulmane au debut du 12e siecle” (Traite sur la vie urbaine et les coprs de métiers d’Ibn Abdun). In “Islam d’hier et diaujourd’hui.” (Vol. 2 Paris, 1947, p. 114)
13. Bat Ye’or, “The Dhimmi: Jews and Christians Under Islam”, Translated by David Maisel, Paul Fenton, and David Littman. (Cranbury, NJ.: Associated University Presses, 1985, Pp.51-77).
14. Richard Fletcher. “Moorish Spain” (Berkeley, CA: University of California Press, 1992, Pp. 44-49; 120-21); Bat Ye’or. “Islam and Dhimmitude”, Pp. 62-63;
15. Evariste Levi-Provencal. “Histoire De L’Espagne Musulmane” Vol. 1 (Paris: G-P Maisonneuve, 1950; for  Letter, see p. 228)
16. Moshe Perlmann. “Eleventh Century Andalusian Authors on the Jews of Granada”, Proceedings of the American Academy of Jewish Research, Vol. 18 (1949), Pp. 269-70.
17. H. Z. Hirschberg. “A History of the Jews of North Africa” (Leiden: E.J. Brill, 1974, Vol. 1. Pp. 123-139).
18. Bat Ye’or, “The Dhimmi” Documents III- Aspects of the dhimmis existence as experienced, #94, Forced conversions and degradation (12th century), p. 351.
19. Bernard Lewis. "The Pro-Islamic Jews," Judaism, (Fall 1968), p. 401.
20. Richard Fletcher. “Moorish Spain”, Pp. 171-73..

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Multiculturalismo, Islão e a Guerra ao Ocidente

Por Bill Muehlenberg

Por algum motivo estranho, o mundo Ocidental abraçou uma ideia estúpida a seguir a outra, a maioria das quais está a contribuir para o seu declínio. Muitas ideias poderiam ser mencionadas, mas a brigada multiculti [multicultural] tem que estar no topo da lista. O multiculturalismo pode ter tido boas intenções no início - tais como a coexistência pacífica, feliz e harmoniosa entre as pessoas - mas as intenções têm que se ajustar à realidade, e a realidade é que 1) nem todas as culturas são iguais, 2) nem todas as culturas são compatíveis, e 3) algumas culturas encontram-se dedicadas a destruir as outras.

O multiculturalismo tem sido especialmente desastroso quando tenta negar estas realidades no que toca ao islão. A cultura islâmica não é idêntica à Ocidental; o islão não é compatível com o Ocidente livre e democrático; o islão tem como intenção destruir o Ocidente. No entanto, as maravilhas desmioladas que lideram o Ocidente pensam que podemos ignorar estas verdades inconvenientes, e avançar a todo o gás com políticas multiculturalistas falhadas. Mas com o islão a causar todo o tipo de problemas no Ocidente - incluindo inúmeros casos de mortes e caos - algumas nações Ocidentais estão lentamente a despertar.

Alguns países estão a repensar profundamente as suas políticas em torno disto. Quatro artigos recentes provenientes de 3 nações distintas ressalvaram estas verdades e vale a pena partilhar algumas partes. Comecemos pelo comentador Americano Walter Williams. Ele não pouca nas palavras e diz, “O multiculturalismo é um falhanço”. Ele começa o artigo dizendo:

A chanceler Alemá Angela Merkel declarou que na Alemanha, o multiculturalismo foi "um falhanço total." Tanto o ex-primeiro ministro Australiano como o ex.primeiro ministro Espanhol  José Maria Aznar chegaram à mesma conclusão em torno do multiculturalismo nos seus países. O primeiro-ministro Britânico  David Cameron avisou que o multiculturalismo está a fomentar uma ideologia extremista e a contribuir de forma directa para o terrorismo islâmico doméstico.

O líder do partido inglês UK Independence Party Nigel Farage disse que o impulso do Reino Unido rumo ao multiculturalismo não uniu os Britânicos mas afastou-os uns dos outros, fazendo com que o islão emergisse apesar da cultura Judaico-Cristã da Grã-Bretanha. O antigo primeiro-ministro Britânico Tony Blair disse que as raízes do islão violento não são "superficiais mas profundas" e elas podem ser encontradas "na minoria extremista que actualmente prega o ódio contra o Ocidente e contra o nosso estilo de vida por toda a Europa."

O ponto principal é que a maior parte do mundo islâmico está em guerra contra a civilização Ocidental. Não existem dúvidas de que o Ocidente tem a força militar para contrariar a agenda islâmica. A pergunta é se temos a inteligência para reconhecer o ataque, e a vontade de nos defendermos da aniquilação. O multiculturalismo é o pé islâmico na nossa porta. No centro do multiculturalismo encontra-se um ataque a o Ocidente e aos valores Cristãos.

O multiculturalismo alega que os distintos valores culturais são moralmente equivalentes. Isto não faz sentido nenhum. A cultura Ocidental e os valores Ocidentais são superiores. Para aqueles que me acusam de Eurocentrismo, eu pergunto: é a mutilação genital feminina, tal como practicada em quase 30 países Africanos sub-saharanos bem como no Médio Oriente, um valor cultural moralmente equivalente?

A escravatura é practicada na Mauritânia, no Mali, no Níger, no Chade e no Sudão; é isto moralmente equivalente? Na maior parte do Médio Oriente existem várias limitações impostas às mulheres, tais como proibições em torno da condução, emprego e educação. Segundo a leu islâmica, em alguns países a mulher adúltera pode ser apedrejada, e os ladrões enfrentam castigos tais como ter a sua mão cortada. Em alguns países  o homossexualismo é punido com a morte. Serão estes valores culturais moralmente equivalentes, superiores on inferiores aos valores Ocidentais?

Daniel Greenfield alega que "Islão Moderado é Multuculturalismo Mal Escrito":

Desde o 11 de Setembro que procuro pelo islão moderado, e tal como a peúga perdida no secador, esse islão estava no lugar onde eu menos esperava que ele estivesse Não existe islão moderado nas mesquitas ou em Meca. Não o encontrarás no Alcorão ou nas Hadiths. Se queres encontrar o islão moderado, folheia os editoriais  jornalísticos depois dum ataque terrorista, ou toma parte dum curso de teologia islâmica ensinado por um Sociólogo Unitarista a usar jóias falsas.

Não encontrarás o islão moderado na Arábia Saudita ou no Irão, mas podes encontrar esse mesmo islão nas redes de notícias extra, nos artigos e nos livros que falam dos dois países e dos seus tipos respectivos de islão. Não encontrarás essa fábula do muçulmanos moderados no Oriente, e nem o no Ocidente. Tal como todos os mitos, o islão moderado existe na imaginação daquels que contam as histórias.

Não encontrarás o islão moderado no Alcorão mas o encontrarás nos imensos livros Ocidentais que falam do islão. O islão moderado não é o que a maior parte dos muçulmanos acredita, mas sim o que a maior parte dos esquerdistas acredita que os muçulmanos acreditam. A nova teologia multicultural do Ocidente é o islão moderado. O islão moderado é a religião perfeita para a era secular visto que nem chega a ser uma religião.

Os muçulmanos moderados genuínos são esquerdistas seculares com persuasões vagamente Cristãs e Judaicas que inventaram e acreditam num islão moderado que não existe fora das suas cabeças. Este islão secular, que confere valor a toda vida e se dedica à justiça social e à tolerância universal, é uma contrapartida às suas religiões degradadas, e eles estão demasiado assustados para acordar e ver que ele não existe.

Quando os líderes Americanos e Europeus insistem que o islão de maneira nenhuma está relacionado com a mais recente atrocidade islâmica, eles não estão a falar duma religião practicada pelos muçulmanos, mas sim a falar duma religião que eles imaginam que os muçulmanos devem practicat visto que a alternativa é o ponto final do que eles acreditam.

O seu islão moderado é vazio de detalhes - para além da justiça social, de combater o Aquecimento Global e de apoiar dos direitos dos homossexuais - uma vez que ele é, na verdade, o multiculturalismo com uma barba falsa. Quando um líder Ocidental alega que o mais recente lote de terroristas islâmicos não fala em nome do islão, ele não está a defender o islão mas sim o multiculturalismo. Ele assume que os muçulmanos acreditam no multiculturalismo só porque ele acredita. O islão moderado nada mais é que o multiculturalismo mal escrito. A sua existência é um firme artigo de fé para aqueles que acreditam no multiculturalismo.

Voltando para o Reino Unido, citemos uma passagem que fala do líder do Independence Party, Nigel Farage:

Segundo Farage, a maior parte disso pode ser associado ao impulso do Reino Unido em favor do multiculturalismo, que não uniu os Britânicos mas dividiu-os. Tal como ele explicou, o multiculturalismo permitiu que o islão emergisse, apesar da cultura Judaico-Cristã da nação.

"Temos visto uma radicalização crescente dentro do Reino Unido, e a maior parte disso, sinto muito em dizer isto, é uma ferida auto-infligida. Nós tivemos q décadas de multiculturalismo apoiado pelo estado. Nós chegamos a encorajar as pessoas a não se unirem ao resto da sociedade, mas a permanecerem e a viverem de forma distinta.... Existem semelhanças [com os Estados Unidos]. Tivemos o último Arcebispo de Canterbury a sugerir que a lei Sharia fosse aceite nas cidades Britânicas, e como tal, temo que tenhamos sido fracos e não tenhamos sido mais musculares na nossa defesa, dizendo às pessoas, "Somos um país Cristão. Temos uma Constituição Cristã, e uma cultura Judaico-Cristã. Permitimos que as nossas escolas fossem infiltradas. Actualmente, as nossas prisões, como se sabe, são provavelmente o lugar onde o jihadismo se encontra a crescer mais rapidamente que em qualquer outro lugar. A maior parte disto nós fizemos a nós próprios."

Finalmente, o jornalista Australiano Piers Akerman explica o porquê de ter chegado a hora de abandonar o multiculturalismo:

A guerra contra o terror na Austrália de nada servirá a menos que se faça acompanhar com uma guerra à cultura que permite que o terrorismo se fixe no nossos país. E estou a falar da injusta política com o nome de multiculturalismo promovido pelo notório ministro da imigração de Whitlam, Al Grassby…. O multiculturalismo é um grande exemplo duma decisão política da elite que tem que ser abandonado.

Desde a altura em que a intelligentsia Esquerdista deu início à Revolução Francesa que as elites Esquerdistas têm dado início a revoluções cima-abaixo, com resultados na Rússia, na China, na Sudeste da Ásia e na América Central. Grassby e outros dentro do Partido Trabalhista e dentro do mundo académico têm promovido políticas  culturalmente destrutivas de equivalência moral, sendo o multiculturalismo apenas uma das manifestações.

Infelizmente para os Australianos Aborígenes, a ambição de criar uma forma de reconhecimento constitucional, quer seja através dum  preâmbulo, ou através de alterações na constituição, estão condenadas ao fracasso visto que a maior parte dos Australianos olharão para qualquer tentativa de gerar distinções entre os cidadãos Australianos com suspeição.justificada. No entanto, o multiculturalismo faz exactamente isso, e os contribuintes são obrigados a aceitar uma política injusta que encoraja a divisão e repele a integração.

A maior ironia disto tudo é que as revoluções da juventude dos anos 60 eram todas anti-autoritárias. Os jovens de então queriam políticas que acabavam com os fortes tabus culturais - e eles foram bem sucedidos. No entanto os jovens terroristas que caminham rumo à bandeira negra da seita da morte querem-se submeter à mais severa  forma de autoritarismo religioso.

Todos estes artigos valem uma leitura plena. Alguns comentadores e líderes Ocidentais estão a começar a ver as coisas tal como elas são, mas se nós não queremos que os sonhos falhados e perigosos da elite multiculti se materializem, precisamos que mais dos nossos líderes despertem, e despertem rapidamente.

Fonte: http://bit.ly/1tTPgCZ

* * * * * * *

A frase mais importante do texto é: "Quando um líder Ocidental alega que o mais recente lote de terroristas islâmicos não fala em nome do islão, ele não está a defender o islão mas sim o multiculturalismo." O esquerdista comum pouco ou nada e importa com a vida que os maometanos levam ou podem vir a levar no Ocidente. O que lhe interessa é ter uma cultura com a qual ele pode atacar a civilização Cristã.  Por isso, quando o esquerdista "defende" o islão, ele está a defender o que ele acredita (multiculturalismo) e não o que os maometanos realmente acreditam.

A batalha da superior civilização Cristã não é tanto assim contra pessoas mas sim contra uma ideologia (Marxismo Cultural) que tem como propósito maior destruir tudo de bom que a Civilização Cristã produziu (família, ordem social, artes, sistema legal justo, etc), fazendo assim que as pessoas alienadas se tornem mais susceptíveis de se submeterem às invasivas políticas estatais.

É bem provável que um significativo número de pessoas ainda olhe para os seus líderes como agentes de protecção da sua cultura, mas o que eles não se apercebem é que quem fomenta a destruição da sua cultura é precisamente essa elite em quem ele depositou a sua fé. Não vão ser os líderes políticos que irão combater contra o multiculturalismo e contra o islamismo, mas sim a pessoa comum.


sábado, 31 de maio de 2014

Não são só as feministas e os activistas homossexuais que gostam de invadir igrejas

Qualquer objecção ao avanço do islão é imediatamente classificado de "islamofóbico", mas é um facto bem simples de entender que, à medida que o islão avança, ele vai-se tornando mais agressivo, mais confrontacional e mais intolerante (isto é, vai-se tornado mais perto do verdadeiro islão).

No Reino Unido, os Cristãos da Igreja "New Life" são tão incrivelmente intolerantes que colocaram objecções ao incidente onde um maometano interrompeu o culto gritando "voltem-se para Alá". (Como se sabe, "Alá" é o nome pessoal do deus que os maometanos servem.)
Derby Telegraph—Os congregantes ficaram aterrorizados depois de terem pensado que um homem de 52 anos que entrou na sua igreja "vestido como um terrorista" no Remembrance Sunday "pudesse estar armado com um bomba". 
Mohamed Dar cobriu a sua cara com um cachecol e a sua cabeça com uma bandana que tinha as palavras "Alá é o maior" em arábico escrito sobre ele quando entrou na Igreja "New Life", em Alfreton. 
Poucos minutos depois, ele estava a gritar "Voltem-se para Alá!" e que os islão "envia rapazes com 10 anos para a guerra". 
Os magistrados de "North East" e "Dales" ouviram como poucos minutos antes ele havia perturbado a parado do Remembrance Day no cenotáfio em Alfreton. (Fonte.)
Num culto em França, os presentes foram ainda mais racistas e intolerantes ao colocarem objecções aos propósitos dum maometano de estender um tapete de rezas e recitar versos do Alcorção durante a Missa.
Diversity Macht Frei—Os adoradores presentes no local ficaram estupefactos. Neste Domingo de manhã, numa igreja colegial cheia de congregantes, um homem vestindo um djellaba e chapelaria para as rezas entrou, e colocou o tapete à esquerda do altar precisamente no momento em que decorria a Missa da Páscoa. O homem, visivelmente perturbado, leu versos do Alcorão antes de escrever algumas linhas em arábico no caderno de registo da paróquia.

Depois de pela primeira vez ter perturbado a missa do Domingo de Ramos uma semana antes em la Bedugue, na igreja colegial, alguns congregantes haviam avisado a polícia. Uma equipa chegou e calmamente pediu que ele abandonasse as instalações. O vice-comissário, que havia sido notificado desta perturbação da ordem pública, insistiu em especificar que "Não é preciso generalizar. Esta atitude imprópria vem só dum indivíduo que está claramente perturbado." (Fonte)
Longe de estar perturbado, o maometano foi suficientemente gentil para escrever a surah 112 no caderno de registo da igreja:


A surah 112 é um "aviso" para os Cristãos, e nela lê-se:
Dize: Ele é Deus, o Único! Deus! O Absoluto! Jamais gerou ou foi gerado! E ninguém é comparável a Ele!
Será que não se pode fazer nada a estes Cristãos islamofóbicos que impedem que os seus cultos sejam interrompidos em nome de Alá?

Fonte

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Militantes Sunitas capturam cidade de Fallujah

Depois de confrontos com a duração de 3 dias, militantes ligados à al-Qaeda capturaram a cidade ocidental de Fallujah, colocando a sua bandeira nos edifícios governamentais. Hadi Razeij, líder das forças policiais da província de Anbar, afirmou que a polícia abandonou por completo a zona central da cidade e posicionou-se na periferia da povoação.Falando para a al-Arabiya, ele afirmou:

As paredes da cidade estão nas mãos das forças polícias, mas os habitantes de Fallujah são prisioneiros do ISIL.

Fallujah, juntamente com Ramadi, a capital provincial, era a fortaleza dos insurgentes Sunitas durante a guerra contra o Iraque liderada pelos EUA. Os militantes ligados à al-Qaeda tomaram conta da maior parte de ambas as cidades e têm estado a resistir às investidas governamentais desde então.

O "U.S. State Department" expressou as suas preocupações numa declaração, afirmando que, como forma de "derrotar o nosso inimigo comum", continuariam a trabalhar com as autoridades iraquianas e com as tribos locais contra o grupo ISIL. A porta-voz Marie Harf disse ainda:

Estamos também em contacto com os líderes tribais da província de Anbar, que têm revelado enorme coragem à  medida que lutam como forma de expulsar estes terroristas das suas cidades.

O "The Washington Post" reportou que pelo menos 8 pessoas foram mortas e outras dezenas foram feridas na Sexta-Feira à noite à medida que o exército iraquiano tentava voltar a ter o controle da cidade. O exército havia recebido ajuda por parte das tribos de Ramadi (fortaleza Sunita).

Tribos com expressão relevante voltaram-se contra a al-Qaeda antes da retirada Americana no final de 2011, mas também não apoiam o governo iraquiano liderado por Xiitas, o que cria um estranha aliança na guerra contra os militantes. O número total de mortes resultantes da violência que começou há pouco tempo ainda não se sabe ainda.

Na Sexta-Feira, atiradores da al-Qaeda buscaram formas de conquistar os corações da população de Fallujah, o que levou a que o comandante dos militantes aparecesse perante os adoradores duranta as rezas de Sexta-Feira na estrada principal, proclamando que os combatentes estavam ali para defender os Sunitas dos ataques do governo. Usando um carro policial roubado à polícia, os militantes gritaram:

Somos vossos irmãos no Estado Islâmico do Iraque e do Levante [ed: "Islamic State in Iraq and Levant" = ISIL] e estamos aqui para vos proteger do governo.

A conquista de Fallujah e de Ramadi (outra fortaleza Sunita) por parte do ramo iraquiano da al-Qaeda é um revés para o governo Xiita do primeiro ministro al-Malik. O seu governo tem batalhado para conter o descontentamento entre a minoria Sunita causado pelo domínio político Xiita, que causou um aumento da violência durante o ano passado.

A província de Anbar, uma área deserta ne fronteira entre a Síria a Jordânia, tem practicamente uma população exclusivamente Sunita. A área serviu de palco para a insurgência Sunita que se levantou contra as tropas americanas e contra o governo Iraquiano depois da invasão de 2003 que derrubou Saddam Hussein.

A insurgência actual foi alimentada pela raiva causada pelo transferência de poder da sua comunidade, durante o tempo de Saddam, para os cada vez mais poderosos Xiitas. Foi por essa altura que a al-Qaeda estabeleceu um ramo dentro do país.

Há alguns dias atrás as autoridades prenderam um político Sunita de renome e confrontam uma manifestação Sunita em Ramadi que já durava há alguns meses. Isto gerou raiva entre os Sunitas. 

Como forma de acalmar as tensões, Al-Maliki retirou os militares das cidades de Anbar como forma de transferir os deveres de segurança para a polícia local - visto que os Sunitas haviam exigido isto mesmo uma vez que olhavam para os militares como instrumentos do poder de Al-Maliki. Foi aí que a al-Qaeda atacou Fallujah e Ramadi, devastando a delegacia da polícia e libertando os prisioneiros.

Fonte

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

O conselho de Inger Støjberg para os muçulmanos infelizes

Os muçulmanos que não mostram interesse em adoptar os valores (culturais e não só) Dinamarqueses deveriam pensar nos motivos que os levaram a imigrar para a Dinamarca, afirmou Inger Støjberg (porta-voz do departamento de Imigração do principal partido da oposiçãp - Venstre) num artigo de opinião publicado num jornal.

No seu artigo, Inger Støjberg critica os muçulmanos Dinamarqueses que tentam de modo activo se proteger dos valores e das normas Dinamarquesas, ao mesmo tempo que pensam que as suas crenças religiosas não deveriam ser ridicularizadas. 

Støjberg mencionou um estudo levado a cabo junto dos maometanos Dinamarqueses onde 55 porcento afirmou que criticar a [sua] religião deveria ser proibido e 64 porcento defenderam que a liberdade de expressão deveria ser limitada em circunstâncias particulares. Støjberg escreveu:

A Dinamarca é a terra dos Dinamarqueses e tu és mais do que bem vindo se te quiseres tornar num Dinamarquês e fazer parte do trabalho e da comunidade. Mas aqueles muçulmanos que trabalham constantemente contra nós, que constantemente nos questionam, que se encontram insatisfeitos, que encorajam os outros para se juntarem aos jihadistas na Síria, que cometem matanças de honra, que menosprezam os nossos valores, que enfraquecem o nosso modo de vida, a esses eu digo: Encontrem outro lugar para viver. Ninguém vos força a ficar. Nós deixamos que vocês entrassem no nosso país mas agora é hora de vocês mostrarem o respeito necessário pela nossa sociedade e pelos valores que a construíram.

Støjberg encontrou-se recentemente com o grupo islâmico "Det Islamiske Trossamfund" para um debate, e no seu artigo ela criticou-os por não condenarem o uso do apedrejamento ou a práctica dos pais arranjarem casamentos para os seus filhos. Ele continuou afirmando que algumas prácticas, tais como os professores maometanos que se recusam a apertar a mão das alunas, ou os maometanos a exigirem instalações distintas para a práctica desportiva, contradizem o progresso e a igualdade.

Nós nunca deveríamos chegar a uma situação onde nós, através duma tentativa desencaminhada em favor da tolerância, aceitássemos acções, valores ou visões do mundo apenas e só porque as pessoas que os defendem são uma minoria.

Støjberg disse ainda que ela deveria ter a liberdade para pintar o profeta do islão (Maomé) usando um solidéu na parede da sua casa sem que com isso ela passasse a enfrentar ameaças por parte dos muçulmanos.

Imran Shah, presidente do grupo "Det Islamiske Trossamfund", respondeu a Støjberg no Politiken, falando do apedrejamento e dos casamentos combinados:

Antes de mais nada, o Alcorão não diz nada sobre o apedrejamento. Segundo, nenhum muçulmano na Dinamarca está a falar em apedrejamentos. Ninguém quer introduzir essa práctica. . . . . E se os pais e as crianças concordam, e todos consentem sem serem forçados a nada, qual é o mal com os casamentos combinados?

Shah acrescentou ainda que não foi apanhado de surpresa com o ponto de viste de Støjberg, dado facto dela já ter falado de modo crítico em relação ao islão:

Estamos a aceitar isto com muitas reservas. . . . Mas isto é muito irresponsável no que toca a sociedade Dinamarquesa. Temos que encontrar algumas soluções para os desafios económicos em vez de atirarmos lama uns para os outros. Parece algo sem propósito dar início a uma guerra suja em torno dos valores em vez de tentarmos resolver alguns dos problemas reais.

Ambos os partidos do governo, o "Socialdemokraterne" (S) e o "Socialistisk Folkeparti", declararam estar de acordo com os pontos gerais levantados por Støjberg, mas que a sua abordagem havia sido feita com falta de tacto ("nuance"). Jacob Bjerregaard, porta-voz do departamento de Imigração do partido S, disse o seguinte ao jornal Berlingske:

Concordamos que devemos seguir os valores Dinamarqueses neste país. Mas ela não faz qualquer esforço por distinguir os muçulmanos que vivem uma vida pacífica, levando a cabo a sua vida profissional de modo tranquilo e olhando pelos filhos, daqueles que têm uma abordagem mais conservadora no que toca a vida numa sociedade moderna.  O alvo da Støjberg é muito alargado.

Bjerregaard criticou também Støjberg por não listar novas medidas em favor da integração:

Não houve qualquer tipo de medidas novas. Só retórica. Eu acho que isto se prende com a necessidade de Venstre se mostrar depois de caminhar sem rumo durante algum tempo. Mas vamos dar início ao debate.

Não deixando passar a oportunidade, Martin Henriksen, porta-voz do departamento de Integração do "Dansk Folkeparti", propôs que Venstre usasse esta oportunidade para prosseguir com políticas mais rigorosas focadas em restringir a migração proveniente de países muçulmanos:

Acho que para as próximas eleições Venstre e o "Dansk Folkeparti" deveriam formar uma aliança com o expresso propósito de reduzir a imigração muçulmana para algo próximo do zero. É a solução mais eficaz que se pode levar a cabo de modo a garantir que a Dinamarca permaneça socialmente e culturalmente unida nas décadas vindouras.

Fonte

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Obviamente que os maometanos não têm interesse algum em mostrar respeito pela cultura Dinamarquesa uma vez que isso seria algo muito difícil de se harmonizar com os imperativos islâmicos que fomentam os seguidores de Maomé a tentar subjugar as culturas não-muçulmanos. Por isso é que as tentativas de "integração" de imigrantes islâmicos estão condenadas ao fracasso.

Imran Shah diz que o Alcorão nada diz sobre o apedrejamento; isso é verdade, mas irrelevante. O que interessa é que a cultura islâmica (que não depende exclusivamente do que o Alcorão diz) defende o apedrejamento.

Imran Shah diz ainda que nenhum muçulmano está a falar em apedrejamentos, e que nenhum muçulmano está a tentar implantar o apedrejamento. Isto é uma mentira descarada uma vez que muitos muçulmanos dinamarqueses querem a implantação da Sharia e a Sharia legaliza o apedrejamento.

Imran diz ainda que "Parece algo sem propósito dar início a uma guerra suja em torno dos valores em vez de tentarmos resovler alguns dos problemas reais" mas o que ele não diz é que um dos problemas reais é precisamente a falta de união cultural entre os maometanos e os Dinamarqueses.

Jacob Bjerregaard diz que Inger Støjberg não faz distinção entre os maometanos de bem e os demais; é provável que ela não faça, mas isso é materialmente irrelevante. As observações de Inger Støjberg são feitas com base no padrão geral e não em termos absolutos. É bem provável que existam maometanos a viver na Dinamarca que se esforcem para se integrar na cultura, façam os possíveis para passar valores Dinamarqueses aos seus filhos, mas isto não anula o facto de haver uma larga percentagem de maometanos que não faz isto. 

Se há alguém que se deve distinguir dos demais, são os muçulmanos pacíficos; são eles que têm que apontar o dedo acusador aos maometanos não-pacíficos e mostrar como estes últimos não os representam. Isto não vai acontecer porque os maometanos moderados sabem que os maometanos não-moderados têm a interpretação correcta do islão.

Jacob Bjerregaard diz ainda que Støjberg não listou "medidas novas" que visavam uma maior integração; mas porque é que Støjberg deveria fazer isso se é precisamente isso que está a causar problemas? Melhor, não são as medidas em si, mas os grupos que se recusam a colocar em práctica as medidas de integração e assimilação. 

Uma vez estas medidas não estão a funcionar (e nem foram criadas com o propósito de funcionar), Støjberg diz que quem se sente mal dentro da cultura Dinamarquesa tem que procurar outro sítio para viver. Isto é a coisa mais normal do mundo.


Concluindo, Støjberg tem razão no que diz, mas ela não lida com as causas do problema: multiculturalismo e Marxismo Cultural. Pessoas como a Støjberg estão focadas nos sintomas e não nas causas. Enquanto isso for acontecendo, o número de pessoas hostis à cultura Dinamarquesa vai continuar a aumentar até ser tarde demais.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

França: aluno maometano agride professor

Um professor de Bordéus foi espancado por um dos seus alunos (18 anos) depois de terem surgido diferenças de opinião em torno do sistema político marroquino. O aluno da escola de Trégey esbofeteou e esmurrou o professor antes de ter sido preso pela polícia.

A directora da escola afirmou que o incidente ocorreu devido a diferenças de opinião que se geraram durante um debate em torno do "sistema político do qual provém o aluno, Marrocos" e que isto foi "uma situação educação mundana que nada teve a ver com a religião."

Segundo ela, o aluno queria aprofundar o debate mas o professor não só se recusou, como ameaçou contar tudo ao pai do pupilo. Segundo uma fonte próxima da situação, "gerou-se um desentendimento em torno de alguns personalidades do mundo árabe", "mas não parece que tenha havido qualquer tipo de provocação" por parte da professora.

O pupilo de Bordéus aparecerá junto do magistrado de local dentro dos próximos meses por motivos de "violência contra uma pessoa que leva a cabo um serviço público" e por ter causado danos físicos.

O tom da conversa foi elevado de forma confrontacional entre o aluno e o professor e no seguimento, o aluno atacou inicialmente a mobília da sala. Os outros alunos foram entretanto evacuados e o aluno foi chamado para os escritórios da directora.

Bastante zangado, ele atacou a mobília quando soube que os seus pais haviam sido notificados do incidente. Quando ele saía da escritório, cruzou-se com o professor e aproveitou a ocasião para desferir golpes contra ele antes de atacar um supervisor que tentou intervir.

Fonte: Le Monde

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Não deixa de ser curioso que a directora faça todos os possíveis para ressalvar que a religião não foi a causa da violência. No entanto, isto pode nem ser verdade. A Frente Nacional (FN), por exemplo, parece ter mais informação em torno da discussão.

De facto, a FN insistiu em oferecer "todo o seu apoio" ao professor de Bordéus "espancado por um dos seus alunos depois duma lição de religião, bem como a todos os professores confrontados com o mesmo tipo de violência", afirmou Florian Philippot, vice-presidente do partido.

Ao mesmo tempo, os professores do colégio Jules-Verne em Buxerolles decidiram na passada Quinta-Feira, e depois duma assembleia-geral, não continuar com as lições, como forma de protesto à agressão sofrida por um dos seus colegas.

Segundo a Le Sud-Ouest, e contrariando a directora da escola, a agressão gerou-se durante uma lição em torno do slão:

A lição centrava-se na religião muçulmana.

Portanto, temos um muçulmano a agredir professores e temos professores a tentar desculpabilizar o motivo da agressão [o islão].

De facto, a França merece o castigo que se avizinha. Aliás, se há país que o merece, esse é sem duvida a França - país onde os Católicos são agredidos em plena luz do dia por lésbicas e homossexuais, mas os maometanos são levados ao colo pelas mesmas pessoas a quem eles agridem.

Claro que quando o caos total estiver instalado no país, e a população pedir por um governo que "normalize" o país, a elite esquerdista terá de mão beijada aquilo que a levou a importar os maometanos.


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sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Muçulmanos exigem uma zona exclusiva para si . . . em Oslo

“Não queremos viver lado a lado com bestas sujas como vocês…”

A agência noticiosa norueguesa VG Nett reportou que um grupo terrorista muçulmano, Ansar al-Sunna’, ameaçou levar a cabo ataques terroristas semelhantes aos levados a cabo a 11 de Setembro de 2001 se uma área da capital do país (Oslo) não for transformada numa nação islâmica, seguidora da Sharia.

A VG Nett declarou que a "Norwegian Police Security Service" (Politiets sikkerhetstjeneste - PST) já está familiarizada com muitos dos membros deste grupo terrorista particular.

Eis a notícia, tal como traduzida por Michael Laudahn,

Se os soldados noruegueses podem levar aviões para o Afeganistão, então Osama e Maomé podem também levar aviões até Osla, inshaAllah.

O governo tem que despertar e assumir as suas responsabilidades antes que a guerra se propague pela Noruega. Antes que a facção rival reaja. Antes que os muçulmanos levem a cabo as medidas necessárias.

Não confundam o silêncio muçulmano com fraqueza. Não tentem lucrar com a paciêmcia islâmica. Não nos forcem a fazer algo que pode ser evitado.

Isto não é uma ameaça, apenas palavras de verdade. As palavras de justiça. Um aviso de que as consequências podem ser fatais. Um aviso em torno dum 11 de Setembro em solo norueguês, ou um ataque em larga escala maior que aquele levado a cabo no dia 22 de Julho.

Isto é para o vosso bem e é do vosso interesse.

Não queremos fazer parte da sociedade norueguesa. Mas não achamos que seja necessário mudarmo-nos da Noruega uma vez que nascemos aqui e crescemos aqui. Para além disso. a terra de Alá pertence a todos. Mas deixem que Grønland se torne nossa. Fechem este quarteirão da cidade e deixem-nos controlá-la como achamos melhor.

Isto é o melhor para ambas as partes. Não queremos viver lado a lado com bestas sujas como vocês.

Fonte


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Não querem viver lado a lado com os noruegueses mas querem viver no país que eles - os noruegueses - criaram (próspero e rico). Para além disso, qualificam os locais de "bestas" e "sujos" (que é uma forma de discriminação racial) mas mesmo assim pedem que estas mesmas "bestas sujas" cortem parte da capital do seu país e a entreguem de mão beijada à jurisdição maometana.

Mas, obviamente, o problema não é o islão mas sim a "cultura". Nós é que ainda não estamos suficientemente sensíveis para entender a sua forma de pensar e de ver o mundo.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Jihad em Barcelona

Quatro mães espanholas escreveram uma carta denunciando o que tem acontecido numa escola catalã onde, dizem elas, alunos indígenas são constantemente assediados pelos seus colegas muçulmanos e as autoridades escolares parecem sempre dispostas a tomar o partido dos estrangeiros.

Segundo a carta, infantário não cumpre a exigência legal de possuir pelo menos 20% das turmas a falar a língua nativa como a sua língua mãe. O árabe tornou-se a língua dominante nos corredores e nos recreios.

A escola está agora a enviar notificações em árabe e catalão - mas não em castelhano. Numa das turmas, 83,33% dos alunos fala árabe. Em clara violação da lei, há uma carta em árabe colocada numa das portas da escola.

As enervadas mães alegam também que os alunos maometanos impedem os indígenas de comer sanduiches se as mesmas contiverem presunto ou outra carne derivada do porco. O que os maometanos fazem é tirar as sanduiches das mãos dos indígenas - à força - e atirá-las para o caixote de lixo.

Fonte

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Isto é o que normalmente acontece quando uma ideologia política violenta e imperialista como o islão ganha números suficientes, portanto o mesmo vai acontecer em todos os lugares onde os maometanos se tornarem suficientemente numerosos.

Os novos donos da Europa não aprovam o consumo de porco.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Suíços precisam de permissão para proteger a Suíça


Grupo que reúne esforços para resistir à islamização da Suíça recebeu a aprovação do Tribunal Federal para exercer o direito de distribuir panfletos a partir do seu stand publicitário. Para além disso, o Tribunal determinou que as autoridades locais têm a obrigação de protege-los.

O Concílio de Fribourg havia proibido o grupo - O Movimento Contra a Islamização da Suíça - de estabelecer uma tenda informativa durante uma campanha anti-minarete que se realizou no ano de 2009.

O Concílio afirmou que se tinha recusado a autorizar o grupo de propagar a sua mensagem devido ao medo da reacção violenta que supostamente poderia surgir [por parte de quem?].

O grupo venceu, assim, o direito de propagar informação que visa alertar os locais dos perigos que resultam do aumento da influência islâmica na Suíça. Portanto, em certas áreas da Suíça é preciso autorização (e protecção) legal para se defender o seu próprio país da invasão islâmica.

Ridículo.

Fonte

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