MITOS ISLÂMICOS

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domingo, 2 de agosto de 2015

Muçulmanos matam mulher Cristã por esta ter uma cruz consigo

Por Raymond Ibrahim

Na Sexta-Feira, dia 28 de Março, em Ain Shams (subúrbio do Cairo), manifestantes da Irmandade Muçulmana atacaram A Igreja Copta Ortodoxa Virgem Maria e Arcanjo Miguel, chegando a abrir fogo contra ela e incendiando carros que se encontravam estacionados. Quatro pessoas morreram. Uma das pessoas assassinadas, uma jovem mulher Copta, foi barbaramente abusada antes de ter sido morta - tudo isto só porque a sua cruz identificava-a como Cristã aos olhos dos manifestantes da Irmandade Muçulmana.

Segundo testemunhas que se encontravam no local, e que discutiram o evento num programa Egípcio com o nome de "90 Minutos", Mary Sameh George estava a estacionar perto da igreja para entregar medicamentos a uma mulher idosa e doente:

Mal eles [os muçulmanos] viram que ela era Cristã [devido à cruz que se encontrava no seu espelho retrovisor], saltaram para cima do carro de tal modo que o mesmo deixou de ser visível. O tejadilho do carro entortou-se para dentro. Quando eles se aperceberam que ela estava a começar a morrer, eles arrancaram-na para fora do carro, e começaram a agredi--la e a puxar o seu cabelo - de tal forma que partes do cabeço e do couro cabeludo foram arrancados.

Eles continuaram a agredi-la, dando-lhe pontapés, esfaqueando-a com o que quer que pudessem encontrar. Durante todo este episódio, ela tentou proteger a sua cara, dando as suas costas aos atacantes até que um deles chegou e esfaqueou-a pelas costas, junto ao coração, acabando com a sua vida.

Depois disto, outro muçulmano veio e agarrou-lhe pelos cabeços, agitando a sua cabeça, e coma a outra mão cortou-lhe o pescoço. Outro muçulmano puxou as suas calças de tal modo que ela ficou totalmente nua.

As testemunhas, bem como muitas outras pessoas que desde então aparecem nos vídeos, queixaram-se das acções da "Egyptian State Security" e como estes não intervieram - tal como aconteceu quando Morsi era presidente, quando a Catedral de São Marcos foi sitiada enquanto as forças de segurança nada faziam - embora eles saibam muito bem quem são os assassinos, e como um dos assassinos de Mary, que "toda a gente reportou junto da Segurança", pura e simplesmente estava a relaxar em casa (e nem precisou de se esconder). A testemunhas acrescentam:

Deixem-me dizer uma coisa; aqui em Ain Shams, nós [Cristãos] sabemos que todas as Sextas-Feiras são dias de morte, que no dia que se segue à Sexta-Feira, no Sábado, iremos transportar alguém para a morgue.

De facto, a maioria dos ataques contra os Cristãos no Egipto ocorre numa Sexta-Feira - o dia em que muçulmanos piedosos se encontram nas mesquitas para orações e para ouvir os sermões. A importância disto só pode ser entendida através duma analogia: o que é que aconteceria se os Cristãos ficassem particularmente violentos aos Domingos, logo após terem saído das igrejas? O que é que as pessoas diriam sobre o que ocorre dentro das igrejas? O que é que isso nos diz sobre o que ocorre dentro das mesquitas?

Um vídeo dos membros familiares de Mary exibe uma mulher a gritar as palavras que se seguem, que podem ser interessantes para alguns Americanos:

Uma mensagem para Obama, que está a apelar para que a Irmandade [Muçulmana] regresse ao poder mais uma vez. Quero-lhe dizer que tenha misericórdia. Já chega! O seu irmão encontra-se dentro da organização Al-Qaeda. Porque é que você quer destruir o Egipto?  O Egipto irá ficar, quer você, a Irmandade ou qualquer outra pessoa goste ou não!

Ela está a referir-se a algo que é bem sabido no Egipto mas pouco sabido nos Estados Unidos: que a administração Obama é uma patrocinadora da Irmandade Muçulmana, que está ela também unida a Al-Qaeda.

O resto do vídeo revela alguns dos membros familiares de Mary - muitos em lágrimas e quase em histeria - perguntando-se uns aos outros: Onde é que estavam os média Americanos? Ainda não vi uma única palavra sobre o mais recente ataque islâmico contra uma igreja e contra os Cristãos na BBC, nem na CNN, e nem na assim conhecida "média mainstream". Porquê? Eles não têm problemas em mostrar (vez após vez) o vídeo-clip dum histérica parente feminina duma das pessoas que se encontravam no vôo Malaio MH370.

Os média mainstream encontram-se silenciosos em relação à perseguição islâmica aos Cristãos no geral - e em relação à perseguição levada a cabo pela Irmandade Muçulmana que tem o apoio de Obama - porque isso coloca em causa toda a sua narrativa. Afinal, quantas pessoas ouviram falar do maior massacre de Cristãos Sírios por parte dos rebeldes (apoiados pela Administração Obama)?

Falando sobre o mais recente assassinato duma Cristão, o Bispo Católico Raphael escreveu:

Ó, quão afortunada és tu, Mary, que és amada de Cristo. Eles rasgaram o teu corpo por causa da Cruz. No entanto, eles fizeram-te o maior serviço e deram-te um nome de honra como alguém que obteve a coroa do martírio.

De modo mais pungente, o bispo citou o aviso do Senhor Jesus:

Vem mesmo a hora em que, qualquer que vos matar cuidará fazer um serviço a Deus. - João 16:2

Isto é uma referência ao facto dos muçulmanos que estão a matar Cristãos um pouco por todo o mundo frequentemente acreditarem que estão a fazer a obra de Deus (ou de Alá). E é por isto que as histórias em relação às Sextas-Feiras estarem a ficar cada vez mais regulares no mundo muçulmano.

De facto, há apenas alguns meses atrás, duas raparigas Cristãs Coptas - ambas chamadas "Mary" - foram mortas por apoiantes da Irmandade Muçulmana quando estes abriram fogo a mais uma igreja.

Este é o mundo revelador e medieval fora das fronteiras Americanas que os "poderes estabelecidos" não querem que tu venhas a saber visto que só as narrativas self-serving muito bem construídas é que podem permanecer.

- http://goo.gl/Qfm1sv

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Claro que o muçulmano educado no Ocidente fica (esperamos nós) horrorizado com os feitos dos seus irmãos ideológicos que se encontram no Médio Oriente, e rapidamente se distancia destas prácticas. Mas o que o muçulmano  ocidental  é que os muçulmanos que estão a matar Cristãos estão apenas a seguir os ensinamentos de Maomé, e os exemplos deixados pelos califas e por Khalid ibn Walid.

O problema do islão não são os árabes, os paquistaneses nem os sudaneses: o problema do islão é Maomé.


quinta-feira, 14 de maio de 2015

Muçulmano argelino quer transformar igrejas em mesquitas

Segundo Abdel Fattah Zarawi, o líder maometano do partido Salafista, também conhecido como "Frente Livre da Argélia", todas as igrejas Cristãs que ainda existem nesta nação do norte de África têm que ser fechadas e re-abertas como mesquitas.

Embora o encerramento, destruição ou transformação de igrejas Cristãs em mesquitas seja uma práctica tão antiga como o islão - a Argélia era de maioria Cristã quando o islão invadiu e conquistou o país durante o século 7 - o líder Salafista tentou enquadrar a sua proposta como uma "reacção"ou uma "queixa" contra o crescente sentimento anti-muçulmano na Europa (especialmente na França).

Iniciada nas redes sociais, a campanha Salafista contra as igrejas Argelinas chega até a apelar para a transformação das igrejas mais importantes do país em mesquitas - incluindo a Igreja Nossa Senhora de África em Argel, a Igreja de Santo Agostinho em Annaba, e a Igreja de Santa Cruz em Oran - porque "elas não têm qualquer relação com a religião dos muçulmanos Argelinos."


- - http://bit.ly/1zX2Nze

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Uma forma clara e directa de lidar com os muçulmanos é dar-lhes o mesmo tratamento que eles dão às Cristãos. A sorte [temporária] dos maometanos é que os líderes ocidentais os estão a usar como soldados rasos na guerra que a elite está a levar a cabo contra a superior civilização Cristã.

Mas mal esta elite seja substituída por líderes mais patrióticos, a "vantagem" maometana chega ao fim, e eles muito provavelmente serão tratados exactamente da mesma forma como eles tratam os Cristãos.

terça-feira, 12 de maio de 2015

"Parem de construir igrejas, convertam-se ao islão" ou "faremos um exemplo horrível de vocês"

Raymond Ibrahim

Devido ao seu envolvimento nos esforços de construção de igrejas para as empobrecidas comunidades Cristãos do Paquistão, Javed David, lider do "Hope for the Light Ministries" em Lahore, bem como os seus colaboradores, têm estado a receber ameaças de morte desde Fevereiro deste ano.

O mais recente incidente ocorreu no dia 4 de Abril (embora só se tenha tornado público em Maio). Segundo David:

Eu estava numa igreja, em Sheikhupura, para uma reunião com colegas. Eram 8 horas da noite quando a reunião acabou e voltamos para Lahore.

Estávamos quase a chegar à via principal quando uma mota passou por nós, e bloqueou o nosso caminho. Um dos homens da moto veio ter comigo e disse:

"Sabemos o que tu andas a fazer aqui," disse ele. "Pára de construir igrejas. Converte-te ao islão, que é a verdadeira religião., senão nós iremos fazer um exemplo horrível de ti." 

No dia 22 de Fevereiro, um incidente semelhante ocorreu depois dele ter visitado outra igreja que se encontra em construção.

Também noutra ocasião, eu estava a dirigir-me para casa quando uma moto parou à minha frente. O motorista bateu na janela, e atirou para dentro um pedaço de papel. Não abri o papel até que cheguei à minha casa. O mesmo dizia:

"Esta é uma nação islâmica e nós não podemos permitir a construção de igrejas. Ou tu te convertes ao islão ou sais do país! Pára de construir igrejas ou então irás sofrer as consequências. "

- http://bit.ly/1cLTXdm

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Enquanto o mundo está concentrado nas atrocidades  do Estado Islâmico, os muçulmanos do resto do mundo continuam a seguir os ensinamentos de Maomé e a atacar a liberdade religiosa dos Cristãos. 

Para quem acha que este tipo de comportamento são "distorções" dos ensinamentos de Maomé, convém lembrar que o próprio fundador do islamismo ordenou que os Cristãos fossem expulsos da Península, e afirmou que não podem existir duas religiões nessa região.

Os muçulmanos no ocidente exigem uma coisa que eles nunca dariam aos Cristãos nos seus países islâmicos: liberdade. Que pena que os apologistas islâmicos do ocidente nunca tenham tempo para criticar as acções levadas a cabo pelos seus irmãos na fé contra os Cristãos.

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Muçulmanos Paquistaneses atacam Duas Igrejas

Por Raymond Ibrahim

No dia 15 de Março (Domingo), no momento em que as igrejas um pouco por todo o mundo celebravam a missa dominical, duas igrejas Paquistanesas foram atacadas por suicidas bombistas islâmicos, matando pelo menos 17 pessoas e ferindo outras 70. As duas igrejas (localizadas Youhanabad, a zona Cristã de Lahore) eram a "St. John’s Catholic Church" e a "Christ Church" (Protestante). Os Talibãs alegaram responsabilidade, e acredita-se que o grupo esperava uma contagem de mortos maior visto que  no momento das explosões encontravam-se cerca de 2,000 pessoas nas duas igrejas.

Segundo algumas testemunhas, os dois suicidas bombistas aproximaram-se dos portões das duas igrejas e tentaram entrar. Quando foram impedidos - inclusive por parte dum rapaz Cristão de 15 anos que os bloqueou com o seu corpo - eles auto-detonaram-se. Testemunhas viram “partes corporais a voar pelo ar.” Desta forma os jihadistas "mataram e foram mortos", seguindo as palavras do Alcorão 9:111, a ayah mais citada como justificação pelos ataques suicidas.

Segundo uma declaração oficial por parte dos "Justice and Peace Commission" da "Episcopal Conference" do Paquistão, apesar de todas as ameaças recebidas pelas igrejas, as autoridades apenas disponibilizaram uma segurança "mínima":
Os agentes presentes no momento do ataque estavam ocupados a ver o jogo de criquete que passava na TV em vez de levarem a cabo o seu dever de proteger as igrejas. Devido à sua negligência, muitos Cristãos perderam as suas vidas.

A declaração apelou também:
… ao governo que adoptasse medidas mais fortes como forma de proteger as igrejas e outras minorias religiosas do Paquistão visto que a comunidade Cristã que se encontra no Paquistão foi atacada por extremistas no passado.

Menos de um ano e meio antes, no dia 22 de Setembro de 2013, em Peshawar, bombistas suicidas entraram na "All Saints Church" pouco depois da missa de Domingo, e detonaram-se a eles mesmos no meio de 550 congregantes, matando quase 90 adoradores. Muitos eram crianças da escola dominical e membros do coro. Cerca de 120 pessoas ficaram feridas. Um paroquiano recontou como “restos humanos se encontravam espalhados por toda a igreja.” (Para se ter uma ideia do resultado dum ataque suicida numa igreja, vejam estas imagens gráficas.)

Em 2001, maometanos armados entraram na  Igreja St. Dominic, abrindo fogo sobre os congregantes e matando pelo menos 16 adoradores, na maior parte mulheres e crianças. Ataques menos dramáticos a igrejas ocorrem com maior frequência. Dias antes do ataque duplo de Domingo passado,, três homens armados entraram na  Igreja Católica "Our Lady Queen of Angels" no distrito de Kasur (Punjab), e tomaram o pessoal da igreja, o padre assistente da paróquia e um congregante como reféns. Antes de abandonaram as instalações, os terroristas roubaram telemóveis, câmaras e um computador.
Antes disto, o Padre Leopold, o padre assistente prejudicado, foi roubado pelos ladrões:
[Eles] fingiram ser membros normais da congregação querendo alistar algums crianças na escola da paróquia. Mas foi então que eles sacaram das suas armas.

A época do Natal é especialmente perigosa para os Cristãos que se encontram dentro das igrejas. No último 25 de Dezembro:
Fortes contingentes policiais foram colocados em torno das igrejas.....os cidadãos recebiam permissão para entrar depois de uma busca corporal exaustiva, ao mesmo tempo que pontos de entrada que levavam às igrejas foram fechadas, colocando blocos de cimento e arame farpado.

Durante outro Natal, o ataque que se seguiu veio como resposta a fatwas a condenarem as celebrações de Natal:
Quando adoradores Cristãos estavam a sair das diferentes igrejas, depois das orações de Natal, mais de cem extremistas muçulmanos equipados com espingardas automáticas, pistolas e paus, atacaram as mulheres, crianças e homens Cristãos.

Têm também ocorrido ataques gerais aos Cristãos, especialmente dentro do contexto de os acusar de "blasfemar" contra o islão. Em Novembro último, uma turba - e não os "Talibãs" e nem os "terroristas" - de pelo menos 1,200 muçulmanos torturou e queimou até à morte um jovem casal Cristão (a esposa estava grávida) num forno industrial no Paquistão. Houve pessoas que acusaram o casal de  profanar o Alcorão.

Mesmo quando não se encontram numa igreja, e mesmo quando não são acusados de blasfémia, as minorias Cristãs estão sempre em perigo. Em Dezembro último, Elisabeth Bibi, uma mulher Cristã, mãe de 4 crianças e grávida, “espancada, desprezada, humilhada, e privada da sua dignidade [e] forçada a andar nua por toda a povoação” por parte de dois irmãos muçulmanos - empregados da mulher grávida - logo após uma discussão.

Como consequência do trauma, a mulher Cristã perdeu o bebé que carregava no seu útero. Os activistas dos direitos humanos dizem que o ataque foi "motivado pela fé Cristã de Bibi.”

Falando no passado Domingo, o Papa Francisco disse:
É com dor, muita dor, que me foi dito do ataque terrorista contra as duas igrejas Cristãs em Lahore no Paquistão, que causou numerosas mortes e leões. Estas são igrejas Cristãs e estes são Cristãos a sofrer perseguição, os nossos irmãos Cristãos que estão a derramar o seu sangue simplesmente só porque são Cristãos. Eu imploro a Deus .... que esta perseguição contra os Cristãos - que o mundo tenta esconder - tenha um fim e que haja paz.
O Papa Francisco é frequentemente criticado pela sua abordagem apologética em relação ao islão. Mesmo aqui, ele não saliente quem é que está a perseguir os Cristãos, o que leva a declarações confusas ("os nossos irmãos Cristãos estão a derramar o seu sangue" soa como se os Cristãos se estivessem a matar uns aos outros). Mas o papa é directo ao dizer o porquê dos Cristãos estarem a ser mortos: "simplesmente só porque são Cristãos." 

Outros, incluindo o governo Americano, não chegará conceder assim tanto. Quando o mundo ficou a saber dos 21 Cristãos Coptas cujas cabeças foram decapitadas por parte do Estado Islâmico na Líbia, a Casa Branca emitiu uma declaração condenando as decapitações, mas referiu-se aos decapitados como "cidadãos Egípcios" - nem "Cristãos, e nem "Coptas", embora essa tenha sido o motivo único que levou à sua morte segundo declarações emitidas pelos seus executores.

Este tipo de obscuração garante que a perseguição muçulmana aos Cristãos "que o mundo tenta esconder" continue de forma indefinida.



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segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

A importância da mesquita

Por Bill Muehlenberg

As mesquitas estão a aparecer um pouco por todo o Ocidente. É isto algo a ser aplaudido - um indicador dum multiculturalismo saudável, ou é algo a ser temido - mais um exemplo da sharia emergente e da jihad oculta? De modo a que esta questão possa ser respondida de forma correcta, temos que olhar para o papel que a mesquita tem dentro da cultura, história e teologia islâmica.

Para além disso, temos que entender que, em muitos aspectos, o islão não é como as outras religiões. Isto prende-se com o facto do islão ser, na verdade, uma ideologia política determinada a dominar o mundo inteiro. Sendo radicalmente diferente das outras religiões, podemos consequentemente esperar que os traços particulares sejam também radicalmente distintos.

Tomemos como exemplo as mesquitas islâmicas. Para a maior parte das pessoas, desconhecedoras da forma de pensar islâmica, a mesquita simplesmente é um local de oração, semelhante à igreja Cristã ou à sinagoga dos Judeus. Infelizmente, isto não é verdade, visto que, por vários motivos, a mesquita é totalmente diferente duma igreja ou duma mesquita.

Mas antes de falarmos detalhadamente, irei alargar a área de análise das minhas deliberações. A verdade dos factos é que, quando o islão chega a um país não-muçulmano, muitas coisas começam a ocorrer e maior parte das pessoas nem ficam a saber. Embora muitos muçulmanos possam imigrar para os países não-islâmicos para fugir à pobreza, ou por motivos pessoais e económicos, nem todos imigram por estes motivos.

Muitos muçulmanos chegam ao Ocidente como parte da da’wa islâmica, ou em missão; eles têm como propósito atingir o mundo inteiro para o islão, mas ao contrário dos Cristãos, que também querem atingir o mundo inteiro para a sua fé, o islão não aceita uma separação entre a igreja e o estado, ou entre a mesquita e o estado. No islão, é tudo a mesma coisa, e como tal, propagar o islamismo significa propagar um estilo de vida total, incluindo os aspectos políticos, culturais e legais. Logo, a imigração islâmica não é idêntica à imigração de pessoas com outra religião.

Um livro importante em torno disto tudo chama-se "Modern Day Trojan Horse: The Islamic Doctrine of Immigration." Escrito por ex-maometano, Sam Solomon, e por E. Al Maqdisi (ANM Publishers, 2009), o mesmo é um livro muito revelador sobre a forma como os muçulmanos no Ocidente estão a estabelecer uma base de poder político como forma de trabalhar para a futura tomada do poder na nação anfitriã.

A estratégia, tal como detalhada pelos autores, é bastante simples: estabelecer uma praça de armas na nação não-islâmica, consolidar os ganhos, forçar por uma cultura distinta e isolada, e trabalhar em favor da criação dum sistema legal distinto, dum sistema financeiro distinto, por um sistema dietético distinto, e assim por adiante. O propósito é impedir a adaptação e a adopção dos valores e das crenças da cultura anfitriã, e em vez disso, obter o poder total na nação, e impingir os valores e as crenças nos kaffirs (infiéis). O propósito é, essencialmente, o estabelecimento dum califado universal, e a propagação da lei islâmica por todo o globo.

O papel da imigração é, portanto, crucial, algo que remonta até aos dias de Maomé. É preciso levar em conta que a imigração (Héjira) de Maomé de Mecca para Medina (em 622 AD) é o evento mais imporatnte do calendário islâmico visto que foi por essa altura que teve início a propagação do islão através da espada e da conquista. A Héjira "alterou o estatuto do islão como religião, e dos muçulmanos como comunidade, transformando-os da posição de pessoas fracas para um poderosa entidade política . . . e, por fim, num poderoso estado político soció-religioso". Portanto, a imigração islâmica ainda é vista como bastante importante nos dias de hoje.

Um papel importante no meio disto tudo é desempenhado pela mesquita. Tal como escrevem os autores, "as mesquitas são o coração da comunidade. A mesquita é a infraestrutura mais crucial para o desenvolvimento da comunidade islâmica, Construir mesquitas é uma estratégia que tem em vista a emulação e a imitação de Maomé." Eles detalham a forma como o processo funciona:

O sistema de consolidação da comunidade islâmica opera através de redes de voluntários e outras pessoas "piedosas" pagas que agem como oficiais de conexão da comunidade ou da mesquita, e que observam atentamente a comunidade, policiando a chegada de novos imigrantes. O propósito maior é inicialmente e principalmente o de consolidar a comunidade islâmica já existente, e só depois de serem bem sucedidos nesta fase é que será possível declarar e militar em favor da sharia e em favor da obtenção de estatuto especial para a comunidade islâmica.O primeiro princípio fundamental para a criação duma bem sucedida e visível sociedade islâmica é ser distinto e separado.

Embora eu recomende a todos os cidadãos preocupados que obtenham uma cópia deste livro, um curto artigo em torno do mesmo tema pode ser disponibilizado aqui. Janet Levy escreveu um artigo importante com o título de “A Mosque Is Not Like a Church or a Synagogue”. Discutindo a situação Americana, ela escreve:

A mesquita é um símbolo desta autoridade máxima, e tem como função organizar todos os aspectos da comunidade muçulmana. As mesquitas são feitas segundo o modelo da primeira mesquita feita por Maomé em Medina - que era local de governo, centro de comando, tribunal, escola, centro de treino militar, e depósito de armas.  Hoje em dia, os líderes das mesquitas emitem decretos religiosos, fazem cumprir a doutrina islâmica, monitorizam os comportamentos, disponibilizam treinamento, punem os transgressores, comandam as acções, incluindo o requerimento de levar a cabo a jihad.

Devido a isto, a mesquita "é totalmente diferente das igrejas e das sinagogas, entidades que servem as suas comunidades segundo a leu da terra, e ambas são fortalecidas e controladas pela Primeira Emenda da Constituição. Segundo a Establishment Clause dessa emenda, o governo está proibido de estabelecer uma religião estatal ou de dar tratamento preferencial a uma religlião sobre a outra."

Mas nos...

....países muçulmanos, não existe uma separação entre a mesquita e o estado. A doutrina islâmica, ou a sharia, controla todos os aspectos da existência duma pessoa - desde a forma certa de usar a casa de banho até às formas permitidas de se dizer mentiras, ou taquiya. Para os muçulmanos, Maomé é o homem perfeito, cujos exemplos têm que ser emulados, embora segundo os padrões Judaico-Cristãos ele tenha sido um genocida, um pedófilo, um violador, um torturador, e um saqueador.

Para além disso, a doutrina islâmica é imutável, e qualquer crítica às tradições e às prácticas de Maomé são qualificadas de apostasia, puníveis com a morte. Não existe um livre arbítrio individual, nem é permitido, quando se fala nas prácticas e nas observâncias. A sharia tem que ser rigorosamente seguida.

Ela conclui:

A natureza radical das mesquitas Americanas foi confirmada em 2005 com um estudo levado a cabo pela Freedom House, ‘Saudi Publications on Hate Ideology Invade American Mosques,’ onde se ficou a saber que 80% das mesquitas Americanas encorajam os muçulmanos a trabalhar para o estabelecimento dum estado islâmico, e promovem o ódio e a intolerância para com os não-muçulmanos.

Segundo um antigo agente do FBI e perito no islão - John Guandolo - temos mais de 2,000 assim-chamados centros islâmicos por toda a América construídos à imagem da primeira mesquita em Medina. Estes centros islâmicos podem ser comparados a centros de comando militar que propagam a ideologia da jihad e servem como centros de processamento para treinamento jihadista, afirma Guandolo.

Tendo em vista o propósito declarado e a ideologia de apoio da proliferação de mesquitas, sería aconselhável levarmos em conta as palavras do antigo muçulmano e professor da lei sharia, Sam Solomon, que declara:  'Nunca nos podemos esquecer que o islão é um sistema ideológico abrangente, e como tal, onde quer que exista uma comunidade muçulmana, existirá a sharia, e onde quer que a sharia exista, existirá a islamização do território e, por fim, da nação.'

Em vez de permitirmos a construção de mega-mesquitas aqui nos Estados Unidos, deveríamos colocar um ponto final nos projectos de construção actuais, e considerar de modo sério o encerramento das já existentes como forma de impedir a proliferação duma ideologia que publicamente se comprometeu em destruir os Estados Unidos.

A situação dos Estados Unidos não é diferente do que ocorre aqui na Austrália. A natureza radicalmente diferente da mesquita significa que temos que olhar para ela de modo crítico, e olharmos com suspeição os planos de construção de novas mesquitas. A liberdade, a democracia, e a separação entre o estado e a religião encontram-se em risco aqui se não nos mantivermos vigilantes em relação a isso.

- http://goo.gl/s6eYAh.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Jihadistas mascarados matam Cristãos

No dia 4 de Junho a BBC News reportou que os terroristas maometanos do Boko Haram mascararam-se de líderes Cristãos e mataram cerca de 45 pessoas numa povoação perto de Maiduguri, capital do estado Borno, no nordeste da Nigéria. Os sobreviventes disseram que os muçulmanos convidaram os residentes para os ouvir a pregar, mas quando as pessoas chegaram perto, os jihadistas dispararam contra eles antes de fugirem através do rio e incendiarem habitações duma vila próxima.

O ataque assassino seguiu-se a outro ataque prévio ainda mais mortífero que ocorreu no dia 2 de Junho quando os muçulmanos do Boko Haram, disfarçados de soldados, atacaram três vilas próximas na remota área de Gwoza - também do estado de Borno - matando cerca de 200 civis. Segundo reportado pela Fox News, os assassinos muçulmanos "chegaram em picapes Toyota Hilux - normalmente usadas pelos militares - e disseram aos civis que eram soldados e que 'estamos aqui para os proteger a todos' - a mesma táctica usada pelo grupo quando, em Abril, raptaram [centenas de raparigas] da escola localizada em Chibok.” Depois dos terroristas muçulmanos terem reunidos os residentes, "eles começaram a gritar 'Alá é o maior, Alá é o maior' com todas as suas forças," afirmou um sobrevivente do ataque.

Depois disto, começaram a disparar de modo contínuo sobre as pessoas durante um longo período de tempo até que todos os presentes se encontravam mortos.

Entretanto, a "Morning Star News", que monitoriza a perseguição e os ataques feitos aos Cristãos por todo o mundo, reportou que dois ataques semelhantes no dia 1 de Junho, onde os muçulmanos do grupo terrorista Boko Haram atacaram e mataram 9 Cristãos que guardavam um culto numa igreja no estado do Borno, e mais 48 Cristãos noutro ataque que ocorreu no vizinho estado de Adamawa.

Segundo os líderes Cristãos dum dos locais, pelo menos 10 homens armados estiveram envolvidos no ataque na congregação "Church of the Brethren"  (EYN) na Nigéria, perto duma povoação junto da fronteira com os Camarões. Notícias do local do crime confirmaram que 9 indivíduos que se voluntariaram para fazer a segurança da igreja foram mortos no ataque. Depois do acto terrorista, os líderes Cristãos reportaram ao "Morning Star News" que alguns dos homens locais mobilizaram-se e mataram 4 dos terroristas muçulmanos, e prenderam outros 3.

A Dra. Rebecca Dali, uma das líderes da congregação e esposa do supervisor-geral das congregações EYN, disse que os atacantes fazem parte duma grupo maior de terroristas, cujo número pode chegar aos 200; eles têm levado a cabo ataques contínuos contra os Cristãos da área, causando danos e destruindo igrejas e casas dos congregantes. Dali disse ainda que o seu marido tentou sem sucesso contactar os oficiais militares da capital do Borno, Maiduguri, e que os terroristas muçulmanos encontraram pouca resistência aos seus assaltos contínuos nas áreas Cristãs:

Têm ocorrido ataques 24 horas por dia contra as comunidades Cristãs .... Os muçulmanos do Boko Haram destruíram 36 igrejas na área de Gwoza, incluindo a igreja de Attagara que atacaram no Domingo .... Actualmente só duas igrejas é que ainda não foram afectadas.

O ataque de Junho na povoação de Mubi na área de Adamawa - área predominantemente Cristã - matou 48 pessoas, a maior parte delas pessoas do bar que assistiam um jogo de futebol, bem como espectadores dum jogo de futebol que ocorria por perto. Um dos residentes da povoação disse o seguinte ao "Morning Star News":

Havia alguns membros da nossa igreja na vizinhança do ataque bombista, e eles disseram que pelo menos 48 pessoas foram mortas no ataque... Entre aqueles que morreram, a maioria eram Cristãos. Alguns jovens Cristãos encontravam-se também a jogar futebol perto do ataque bombista, e também eles foram afectados com o ataque.

Paul Gadzama do grupo missionário Nigeriano "Relief, Empowerment And Development" (READ), disse ao "Morning Star News" que o propósito do Boko Haram é acabar com o Cristianismo na Nigéria:

O atiradores do Boko Haram continuaram  a atacar estas áreas habitadas por Cristãos com o propósito único de os expulsar e permitir o estabelecimento dum país islâmico. Até agora, eles já se apoderaram de muitas aldeias, forçando as pessoas [Cristãos] a fugir para os Camarões.

Segundo a maior parte das estatísticas, a população de 158 milhões da Nigéria é composta por 50% de Cristãos, sendo 45% composta por maometanos. As religiões indígenas bem como outras religiões são o restante.

O jornal Nigeriano "Leadership" reportou que mais de uma dúzia de oficias militares séniores foram alvo de uma tribunal marcial devido a acusações de fornecimento de informação e de armas aos terroristas maometanos do Boko Haram. O jornal citou um oficial de "segurança de alto nível" que afirmou que entre aqueles que foram presos "incluíam-se dez generais e pessoas com outras patentes, sem falar de soldados que foram considerados culpados de sabotar as operações. Estes enfrentam agora um tribunal marcial feito com o propósito de julgar pessoas da sua patente. Alguns foram considerados culpados e alguns ainda estão a ser julgados."

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O propósito de acabar com o Cristianismo na Nigéria não é invenção do Boko Haram, mas algo que faz parte fundamental da doutrina maometana. O próprio Maomé afirmou:

Irei expulsar os Judeus e os Cristãos da Península Árabe e só deixar muçulmanos. (Sahih Muslim 4366)

O Boko Haram não é um "grupo extremista" e nem está a agira "contra os ensinamentos do islão" visto que tudo o que eles fazem está em perfeito acordo com a sunnah, a Tradição (hadith) e o Alcorão. Esse é um dos motivos pelo qual os chamados "moderados" dificilmente conseguem oferecer algum tipo de suporte islâmico contra a tortura, o genocídio e a limpeza étnica levada a cabo por maometanos.

Tal como é dito por várias pessoas, o problema não são os árabes, os paquistaneses, os nigerianos ou os egípcios; o problema é, sempre foi, e sempre vai ser o que Maomé fez e ensinou. Enquanto as pessoas não estiverem dispostas a analisar os actos levados a cabo pelos maometanos à luz do que Maomé ensinou, coisas como as reportadas por este texto serão sempre "aberrações" feitas contra a "religião pacífica".

Entretanto, enquanto os maometanos ocidentais vão exigindo mais e mais "direitos", a perseguição global aos Cristãos continua. Que pena que as Nações Unidas esteja mais preocupada com a "homofobia" do que com o genocídio de Cristão. Mas nem isso deve ser acidental.



Fonte: http://bit.ly/1joPmtT

sábado, 31 de maio de 2014

Não são só as feministas e os activistas homossexuais que gostam de invadir igrejas

Qualquer objecção ao avanço do islão é imediatamente classificado de "islamofóbico", mas é um facto bem simples de entender que, à medida que o islão avança, ele vai-se tornando mais agressivo, mais confrontacional e mais intolerante (isto é, vai-se tornado mais perto do verdadeiro islão).

No Reino Unido, os Cristãos da Igreja "New Life" são tão incrivelmente intolerantes que colocaram objecções ao incidente onde um maometano interrompeu o culto gritando "voltem-se para Alá". (Como se sabe, "Alá" é o nome pessoal do deus que os maometanos servem.)
Derby Telegraph—Os congregantes ficaram aterrorizados depois de terem pensado que um homem de 52 anos que entrou na sua igreja "vestido como um terrorista" no Remembrance Sunday "pudesse estar armado com um bomba". 
Mohamed Dar cobriu a sua cara com um cachecol e a sua cabeça com uma bandana que tinha as palavras "Alá é o maior" em arábico escrito sobre ele quando entrou na Igreja "New Life", em Alfreton. 
Poucos minutos depois, ele estava a gritar "Voltem-se para Alá!" e que os islão "envia rapazes com 10 anos para a guerra". 
Os magistrados de "North East" e "Dales" ouviram como poucos minutos antes ele havia perturbado a parado do Remembrance Day no cenotáfio em Alfreton. (Fonte.)
Num culto em França, os presentes foram ainda mais racistas e intolerantes ao colocarem objecções aos propósitos dum maometano de estender um tapete de rezas e recitar versos do Alcorção durante a Missa.
Diversity Macht Frei—Os adoradores presentes no local ficaram estupefactos. Neste Domingo de manhã, numa igreja colegial cheia de congregantes, um homem vestindo um djellaba e chapelaria para as rezas entrou, e colocou o tapete à esquerda do altar precisamente no momento em que decorria a Missa da Páscoa. O homem, visivelmente perturbado, leu versos do Alcorão antes de escrever algumas linhas em arábico no caderno de registo da paróquia.

Depois de pela primeira vez ter perturbado a missa do Domingo de Ramos uma semana antes em la Bedugue, na igreja colegial, alguns congregantes haviam avisado a polícia. Uma equipa chegou e calmamente pediu que ele abandonasse as instalações. O vice-comissário, que havia sido notificado desta perturbação da ordem pública, insistiu em especificar que "Não é preciso generalizar. Esta atitude imprópria vem só dum indivíduo que está claramente perturbado." (Fonte)
Longe de estar perturbado, o maometano foi suficientemente gentil para escrever a surah 112 no caderno de registo da igreja:


A surah 112 é um "aviso" para os Cristãos, e nela lê-se:
Dize: Ele é Deus, o Único! Deus! O Absoluto! Jamais gerou ou foi gerado! E ninguém é comparável a Ele!
Será que não se pode fazer nada a estes Cristãos islamofóbicos que impedem que os seus cultos sejam interrompidos em nome de Alá?

Fonte

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Fatwa: É proibido transportar padres para as suas igrejas

O Dr. Yassir al-Burhami, figura proeminente dentro do movimento salafita egípcio e vice-presidente da organização "Salafi Call" - e o mesmo sheik que busca punir os apóstatas ex-muçulmanos, condenar o Dia da Mãe e propõe que se use de decepção com o Estado de Israel - emitiu uma fatwa, publicada na “Voice of the Righteous Salaf,” proibindo taxistas e condutores de autocarro muçulmanos de transportar clérigos Coptas para as suas igrejas.

Este maometano qualificou o acto de levar Cristãos para os seus lugares de culto como algo "mais proibido que levar alguém para um bar onde se consome álcool."

Claro que esta analogia não é uma invenção do sheik, mas algo que pode ser encontrado dentro dos escritos de figuras de peso do islamismo, como Ibn Taymiyya e Ibn Qayyim, que concordaram quando disseram que "construir igrejas é pior que construir bares e bordéis, uma vez que estas [as igrejas] simbolizam a infidelidade, enquanto que os outros locais simbolizam a imoralidade."

A lógica é simples: é melhor professar o islão mas ser imoral, do que professar o Cristianismo - uma vez que a última nega a veracidade do islão, e, como tal, é muito mais abominável. Dito e outra forma: é preferível ser um violador, ladrão, assassino, pedófilo e mentiroso mas ser muçulmano, do que ser Cristão e não ser nenhuma das coisas listadas em cima.

Neste contexto, o maometano que transporta um clérigo Cristão para o seu lugar de culto, onde o Cristianismo será anunciado - cuja mensagem que contradiz o islão - está a cometer um "crime terrível".

Fonte

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Neste sentido, o islão é virtualmente idêntico ao esquerdismo uma vez que o Bem e o Mal não são absolutos, mas relativos ao que beneficia ou prejudica o islão (ou o esquerdismo).

Por exemplo, no islão, o homossexualismo é proibido, excepto quando não é.; o sexo fora do casamento é proibido, excepto quando não é (os homens muçulmanos podem ter sexo com as suas escravas sexuais). No islão roubar é proibido, excepto quando não é proibido (Maomé tinha como hábito atacar as caravanas de Meca como forma de roubar as suas possessões).

É por situações como esta que qualquer acordo com maometanos é vazio de obrigatoriedade moral. Para um maometano, o que realmente importa é o que beneficia o islão e não o Bem e o Mal.

domingo, 8 de julho de 2012

Autoridades indonésias ordenam a destruição de 20 igrejas


No dia 1 de Julho deste ano os Cristãos da região indiana semi-autónoma de Aceh depararam-se com uma situação tensa depois das autoridades ordenarem a demolição de 20 igrejas. Razali Abdul Rahman, o agente responsável da "Aceh Singkil Regency" em Aceh, havia já assinado a carta no dia 30 de Abril, mas os detalhes só agora emergiram..

Ele ordenou o encerramento de 17 igrejas Protestantes, duas igrejas Católicas e um local de oração pertencente a uma fé sem denominação.

Activistas pelos direitos humanos afirmaram que o anúncio chegou depois de 16 locais de oração de menores dimensões terem sido recentemente fechadas no mesmo distrito.

Rahman ordenou que fossem os membros das congregações visadas a "desmantelar" eles mesmos as igrejas.

O ministro Gamawan Fauzi alegadamente disse que não estava ciente dos planos de encerramento e que iria contactar Razali para um esclarecimento. Ele disse também que os cidadãos tinham o "direito de adorar desde que se mantivessem de acordo com os regulamentos." No entanto, os Cristãos alegam que as autoridades locais, apoiadas pelos radicais muçulmanos, muitas vezes interpretam as leis de forma diferente.

Fonte

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Enquanto que os Cristãos são impedidos de adorar o Senhor Jesus Cristo em locais onde já moram há séculos, os maometanos vão construindo mesquitas um pouco por toda a Europa, com o apoio da elite política europeia. Como é normal, os maometanos exigem o que eles mesmos não são capazes de respeitar: liberdade religiosa.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Já não resta uma única igreja pública no Afeganistão


Num óbvio sinal da falta de liberdade religiosa no pais, 10 anos depois dos EUA o terem invadido para remover a influência do regime talibã, a CNSNews.com reporta que já não há uma única igreja Cristã (pública) no Afeganistão.

Durante a década que se seguiu à invasão, os contribuintes americanos gastaram cerca de 440 mil milhões de dólares em apoio ao novo governo do Afeganistão. Para além disso, 1700 americanos, muitos deles Cristãos, morreram servindo nesse país.

A última igreja pública foi demolida a Março de 2010 segundo revela a última reportagem da "International Religious Freedom" (US State Department). A reportagem, que cobre o período compreendido entre 1 de Julho de 2010 a 31 de Dezembro de 2010 - e que foi emitida durante o mês passado - revela também que "não há escolas Cristãs no país".

A reportagem declara:

Já não há uma igreja Cristã pública; os tribunais não mantiveram as alegações Cristãs em torno da concessão por um período de 99 anos, e os donos da propriedade demoliram o edifício em Março de 2010.

Capelas e igrejas [privadas] para o uso dos fiéis da comunidade internacional situam-se nas variadas bases militares, nas PRT [Provincial Reconstruction Teams], e na embaixada italiana. Alguns cidadãos que se converteram ao Cristianismo enquanto refugiados regressaram.


Mais um exemplo óbvio da impossibilidade islâmica de coexistir com outras confissões religiosas. Esta intolerância islâmica em relação ao Cristianismo talvez explique o porquê dos marxistas culturais europeus os terem importado aos milhões para o centro da Europa: quanto maior for a influência islâmica, menor é a influência Cristã.

O que estes esquerdistas não se apercebem é que o islão é intolerante em relação a QUALQUER ideologia religiosa ou política que contradiga a sua. Pior que isto é o facto desta intolerância não ser apenas manifesta com um simples "eu não concordo contigo" mas também com um "vou fazer jihad contra ti até tu aceitares o islão".

Impossível coexistir lado a lado com eles
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