MITOS ISLÂMICOS

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sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Escritora indiana assassinada por muçulmanos

Autora indiana cujo livro de memórias em torno da sua fuga dramática dos Talibãs se tornou num filme em Bollywood foi morta por militantes no Afeganistão.

Segundo Dawlat Khan Zadran, o chefe policial da província oriental de Paktika, Sushmita Banerjee, também conhecida como Sushmita Bandhopadhya, foi morta no exterior da sua casa na província de Paktika.

Para além desta declaração, Zadran acredita que insurgentes do Talibã invadiram a sua casa, vendaram e amarraram o marido, e raptaram Banerjee.

O seu corpo foi encontrado na Quinta Feira perto duma madrassa, ou escola religiosa, nas vizinhanças de Sharana city, a capital da província.

"Ela tinha cerca de 20 balas no seu corpo," afirmou Zadran.

Banerjee ganhou popularidade com o seu livro de 1995 com o nome de "A Kabuliwala's Bengali Wife." No livro ela reconta a sua história em torno da forma como se casou por amor e se mudou para o Afeganistão para estar com o marido.

Para além disso, o livro rastreia a sua vida nesse país, o assédio sofrido por parte dos Talibãs, e a sua viagem de regresso à Índia.


Fonte

terça-feira, 27 de agosto de 2013

O que a falta da autorização do marido pode causar à mulher maometana

Um porta-voz da polícia Afegã reportou que um homem da provícia nortenha de Kunduz baleou e matou a sua esposa por esta ter ido ao mercado sem a sua autorização. Segundo Sarwar Hussaini, o incidente ocorreu no Domingo no distrito de Chahar Dara, e o assassino, identificado apenas como Khodaidad, matou a sua esposa de 24 anos quando ela regressou das compras.

Depois da matança, Khodaidad fugiu e o seu paradeiro continua a ser uma incerteza, afirmou o porta-voz.

Apesar dos avanços sociais feitos depois da queda dos Talibã, há 12 anos atrás, os direitos das mulheres no Afeganistão continuam a ser sistematicamente abusado ou ignorados.

Em Maio último o Parlamento Afegão rejeitou a aprovação duma lei contra a violência sexual devido à oposição levantada por mais do que um partido conservador, que consideram a existência de abrigos para as vítimas de violência, entre outras coisas, como não-islâmicas.

Segundo a Comissão Independente dos Direitos Humanos do Afeganistão, entre Março de Outubro de 2012 mais de 4,000 casos de violência contra as mulheres foram registados no país, 28% mais do que o período idêntico do ano anterior.


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Os editores do Global Post parecem confusos em relação ao facto dos direitos das mulheres continuarem a deteriorar apesar da remoção dos Talibã. O motivo que faz com que os direitos das mulheres não sejam respeitados no Afeganistão não se centra nos Talibã, mas sim naquilo que Maomé pensava das mulheres.

Narrado por Abu Said Al-Khudri:

A dada altura, o Apóstolo de Alá dirigiu-se a Musalla (para executar as rezas) o 'Id-al-Adha e a reza Al-Fitr. Enquanto se dirigia para lá, ele passou pelas mulheres e disse: "Ó mulheres! Ofereçam esmolas porque eu vi que a maioria das pessoas no inferno eram vocês (mulheres)".

Elas perguntam, "Porque é que as coisas são assim, ó Apóstolo de Alá?"

Ele respondeu, "Vocês amaldiçoam frequentemente e são mal agradecidas aos vossos maridos. Eu nunca alguém com maiores deficiências na inteligência e na religião que vocês. Um homem cauteloso e sensível pode ser desencaminhado por algumas de vocês."

As mulheres perguntaram, "Ó Apóstolo de Alá! Em quê é que a nossa inteligência ou a nossa religião é deficiente?"

Ele respondeu,
"Não é o testemunho de duas mulheres igual ao testemunho de um homem?" Elas responderam afirmativamente.

Ele disse, "Esta é a deficiência na sua inteligência. Não é verdade que a mulher não pode rezar ou jejuar durante a sua menstruação?" Elas responderam afirmativamente. Ele disse "Isto é uma deficiência na sua religião".



Portanto, a razão que leva alguns homens maometanos a tratar as mulheres da forma que tratam prende-se com aquilo que Maomé ensinou em relação ao lugar e à natureza da mulher.


quinta-feira, 11 de julho de 2013

Porque é que o parlamento afegão não quer criminalizar a pedofilia?

O parlamento afegão rejeitou uma medida que proibiria os homens de casar com raparigas com idades inferiores a 16 anos, afirmando que tal proposta é contra a ideologia islâmica.

A medida proibiria também o costume com o nome de “baad, a práctica tradicional de vender as mulheres como forma de resolver disputas", e tornaria ilegal acusações  legais que possam ser feitas contas as vítimas de violação. No Afeganistão é comum as vítimas de violação serem acusadas de fornicação e adultério.

O presidente Hamid Karzai alegadamente deu o seu apoio às medidas, mas os opositores afirmaram que as mesmas "violam os princípios islâmicos".

O facto do parlamento ter falhado nas suas tentativas de agir em sintonia com Karzai ressalvam as divisões profundas que existem entre os políticos locais. E isto chega numa altura em que as eleições presidenciais encontram-se marcadas para Abril de 2014.

A Sky News reportou que "existem divisões entre os conservadores e os membros mais seculares da comunidade"

 Fonte

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O governo afegão recusa-se a tornar ilegal a práctica de casar com crianças porque tal regulamentação violaria a Sharia.  Isto prende-se com o facto do fundador da fé islâmica ter casado com Aisha quando ela tinha menos que 10 anos:

Sahih Muslim, Livro 008, Número 3311:
'A'isha (que Allah esteja satisfeito com ela) reportou que o apóstolo de Allah (que a paz esteja com ele) casou-se com ela quando ela tinha sete anos, e que ela foi levada para sua casa como noiva quando ela tinha nove anos, e as suas bonecas estavam com ela; e quando ele (o santo profeta) morreu ela tinha dezoito anos.
Sahih Bukhari, Volume 7, Livro 62, Número 88:
Narrado por 'Ursa:
O profeta escreveu (o contrato matrimonial) com a 'Aisha quando ela tinha seis anos e consumou o casamento com ela quando ela tinha nove anos, e ela permaneceu com ele durante nove anos (isto é, até a morte dele).
Sahih Bukhari, Volume 8, Livro 73, Número 151:
Narrado por 'Aisha:
Eu costumava brincar com bonecas na presença do profeta, e as minhas amigas também brincavam comigo. Quando o apóstolo de Allah entrava (na minha casa), elas escondiam-se, mas o profeta chamava-as para virem brincar comigo. (Brincar com bonecas ou imagens semelhantes é proibido, mas tal foi permitido a 'Aisha, naquela altura, porque ela era ainda uma rapariga pequena e ainda não tinha atingido a puberdade.) (Fateh-al-Bari page 143, Vol.13)
Sahih Muslim, Livro 031, Numero 5981:
'A'isha reportou que ela costuma brincar com bonecas na presença do mensageiro de Allah (que a paz esteja com ele) e quando as suas amigas vinham a ela, elas saíam da casa porque ficavam tímidas na presença do mensageiro de Allah (que a paz esteja com ele), embora o mensageiro de Allah (que a paz esteja com ele) as enviasse a ela.

Todas aquelas acusações de "descontextualização" que nos são oferecidas quando se alude para a a pedofilia do "profeta" do islão são falsas. As fontes islâmicas confirmam que Muhammad casou-se e consumou o casamento com uma rapariga de 7/9 anos. É precisamente por isso que os políticos muçulmanos que lideram o Afeganistão não querem criminalizar a pedofilia.


sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

O silêncio dos líderes islâmicos

Na semana passada uma jovem mulher afegã com 20 anos foi decapitada pelos sogros por se recusar a ser uma prostituta. A sogra e um homem contratado cortaram a cabeça de Mah Gul na província de Herat.

O horrível caso confirmou o sofrimento que as raparigas e as mulheres muçulmanas sofrem nos sítios  controlados pelos Talibãs (tal como Herat). Este ataque vem na sequência do ataque também levado a cabo pelos Talibás contra a menina  Malala Yousafzai, de 14 anos, que fez campanha para que as raparigas tenham acesso a educação.

A "Human Rights Watch", no seu relatório sobre a situação no Afeganistão, não poupa palavras:

A situação dos direitos das mulheres é particularmente má, com ameaças e ataques levados a cabo pelos insurgentes contra 1) as mulheres em lugares de liderança, 2) as escolas para meninas e contra as próprias meninas, e com a polícia local a prender mulheres por "crimes morais" tais fugir dum casamento forçado ou fugir dum casamento onde ela era vítima de violência doméstica.

Este relatório foi publicado há dois anos, mas a situação não melhorou durante o tempo decorrido. Só este ano, foram reportados 100 ataques a meninas e a mulheres. (...)

No princípio deste ano, dois pais britânicos de origem paquistanesa foram sentenciados a prisão perpétua por assassinarem a sua filha adolescente - Shafilea Ahmed - por esta ter adoptado um estilo de vida "ocidental", e ter contestado os desejos paternos em torno dum casamento combinado.

Mais uma vez, onde estão as condenações enfurecidas dos líderes muçulmanos ao assassinato desta rapariga?

Fonte

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Os lideres muçulmanos nada ou pouco dizem destes crimes porque eles estão bem cientes que os mesmos têm a aprovação islâmica. A ONU nada faz porque não lhes interessa ofender o poderoso bloco islâmico dentro da organização.

Portanto, as mulheres muçulmanas não têm virtualmente ninguém a quem recorrer - excepto Ele.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Menina de 14 anos decapitada no Afeganistão

Polícia do Afeganistão prendeu no último 29 de Novembro dois homens acusados de decapitar uma menina de 14 anos de idade na província do Kunduz.

"Nossas investigações mostram que os que a mataram eram pessoas que se queriam casar-se com ela. Estavam assediando a família e pedindo a sua mão. Quando a família se negou, eles a mataram", acrescentaram fontes da polícia em declarações concedidas à cadeia britânica BBC.

O pai da menina assassinada disse que se negou a dá-la em matrimônio por "ser muito jovem para ficar noiva", informa a agência afegã de notícias Pajhwok.

Fontes oficiais afegãs indicaram que os dois suspeitos são familiares próximos da garota assassinada.

Após o facto, o fiscal anexo do Afeganistão, Rahmatulá Nazari, assinalou que toda pessoa que for declarada culpada de assassinar mulheres ou meninas será executada. Nazari afirmou que, já que o número de casos de violência contra mulheres aumenta, as medidas contra os culpados também serão mais duras.

"Só um Kabul há 1.320 casos de violência contra mulheres sendo investigados. Alguns deles foram enviados ao Tribunal Supremo", adicionou.

"Os assassinatos e as decapitações são casos nos quais a lei contempla a execução dos responsáveis", disse ainda o fiscal.

O presidente do país, Hamid Karzai, também se referiu a estes casos durante a jornada da quinta-feira e recalcou que "tanto o Islão como a cultura afegã são muito respeitosos com a mulher".

"As mulheres são mães e desfrutam de total respeito no Islão", assinalou, por isso pediu aos Imãs e aos líderes comunitários que peçam por este respeito em seus discursos.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Os jihadistas da Califórnia

Quatro homens do Sul da Califórnia foram acusados de planear matar americanos e destruir alvos americanos, aliando-se à Al Qaeda e aos Talibãs. Os acusados, incluindo um homem que serviu na "U.S. Air Force", foram presos por planear fazer explodir bases militares americanas e instalações governamentais, e por planear levar a cabo uma "violenta jihad" (supostamente em oposição a uma "pacífica jihad").

A queixa federal revelada diz que Sohiel Omar Kabir de 34 anos levou dois outros homens a tomar conhecimento da doutrina islâmica radical de Anwar al-Awlaki, um falecido líder da Al Qaeda. Kabir serviu na Air Force de 2000 a 2001.

Os dois outros homens - Ralph Deleon, de 23 anos e proveniente de Ontário, e Miguel Alejandro Santana Vidriales de 21 anos e de Upland - converteram-se ao islão em 2010 e começaram a interagir com Kabir e outros através de discussões online em torno da jihad, incluindo a publicação de conteúdo radical no Facebook e a expressão de pontos de vista extremistas nos comentários.

Mais tarde, eles recrutaram Arifeen David Gojali (21 anos) de Riverside.

As autoridades alegam que a partir de chamadas de Skype provenientes de Afeganistão, Kabir disse ao trio que ele desenvolveria esforços para levar a cabo encontros com terroristas. Kabir acrescentou que os jihadistas poderiam dormir nas mesquitas ou nas casas de outros jihadistas, mas eles chegassem ao Afeganistão.

O trio planeou abandonar o país a meio de Novembro e levar a cabo os ataques no Afeganistão, no Iémen.

Fonte

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Incrível como os maometanos ficam "radicalizados" sempre que seguem os preceitos islâmicos como expressos no Alcorão e nas Hadiths.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Pirâmides ofensivas


Um líder jihadista egípcio apelou a uma "destruição da Esfinge e das Pirâmides de Gizé no Egipto", estabelecendo paralelos entre essas relíquias egípcias e as estátuas budistas destruídas pelos Talibãs há cerca de 10 anos atrás.

Murgan Salem al-Gohary, islamita duas vezes condenado durante a presidência de Presidente Hosni Mubarak por apregoar o uso da violência, apelou aos maometanos que removam tais "ídolos":
Todos os muçulmanos têm o dever de aplicar os ensinamentos do islão e remover estes ídolos, tal como fizemos no Afeganistão quando destruímos as estátuas de Buda.
Alá ordenou ao profeta [sic] Muhammad que destruísse os ídolos.
Quando eu estive com os Talibãs, destruímos a estátua de Buda, algo que o governo falhou ao não levar a cabo.
Os seus comentários chegam um dia depois de milhares de islamistas ultra-radicais se reunirem na Praça Tahrir e apelarem a uma aplicação mais rigorosa da lei Sharia na nova constituição.


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Sempre que vejo um maometano a insurgir-se contra a "idolatria", sei que estou a falar com 1) alguém que não conhece a sua religião, ou 2) alguém que conhece a sua religião, mas que deu novo significado aos termos. Será que ele não sabe como surgiu o islão? Não sabe ele que virtualmente todos os rituais islâmicos foram herdados dos árabes pagãos?

Porque é que os muçulmanos não fazem o que Maomé fez com os estátuas pagãs de Meca depois dele ocupar a cidade e incorporar um dos seus ídolos (a Pedra Negra) na sua nova religião?

Maomé foi mais esperto que os maometanos actuais, e justificou a incorporação destes ídolos na sua religião alegando - sem evidências - que, originalmente, a Ka'ba e a Pedra Negra eram islâmicas e não pagãs.

Porque é que os maometanos não fazem o mesmo com as pirâmides e a Esfinge?  Os ulemas e a 'ummah poderiam começar a alegar que as pirâmides foram originalmente construídas por Abraão e Ismael e que a Esfinge desceu do céu. Depois disto, os maometanos poderiam começar a prostrar-se em direcção às pirâmides e a Esfinge, tal como eles se prostram em direcção à Ka'ba e a Pedra Negra.

Problema resolvido.

Paganismo




quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Eficiência prematura



Mais de 18 terroristas maometanos foram mortos em operações militares levadas a cabo em várias partes do Afeganistão, afirmou o Ministro do Interior.
Durante as últimas 24 horas a Policial Nacional Afegâ ( Afghan National Police - ANP), com apoio do exército e das forças de coligação da NATO, deram início a operações . . . em Kabul, Nangarhar, Paktika e nas províncias de Helmand, matando 18 insurgentes\membros dos Talibã, e prendendo outros 4. 
Separadamente, 4 militantes que preparavam um Engenho Explosivo Improvisado (EEI) numa rua do distrito Saved Abad, este da província de Wardak, morreram quando os seus EEIs explodiram prematuramente.

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Fica aí o aviso para todos os terroristas muçulmanos que aspiram ter as suas 72 virgens através do "martírio". Para além de não serem "mártires" no genuíno sentido do termo, pode ser que o vosso EEI prematuramente vos tire a vida.

Será que vale a pena perder a vida por Maomé?

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Talibãs decapitam 17 civis após estes irem a uma festa no sul do Afeganistão

CABUL - Os talibãs decapitaram 17 civis afegãos que fizeram uma festa mista - entre homens e mulheres - no sul do país. Autoridades locais confirmaram as execuções nesta Segunda-Feira, 27, afirmando que os insurgentes mataram os 15 homens e as duas mulheres.

Supostamente o crime seria uma castigo pelo facto de terem ido a uma festa na qual os participantes ouviram música e dançaram, o que contraria a interpretação do islão seguida pelos maometanos da região.

Os assassinatos ocorreram em Musa Qala, distrito da província afegã de Helmand, onde soldados norte-americanos passaram alguns anos a combater os talibãs.

Na noite de Domingo, os mortos haviam participado duma festa com música e dança, disse o chefe de governo local - Neyamatullah Khan. Segundo ele, seguidores dos talibãs mataram o grupo para demonstrar a sua reprovação ao evento.

Todos os corpos estavam decapitados. Daoud Ahmadi, porta-voz do governo de Helmand, afirmou que não se sabe ainda se as vítimas foram baleadas antes de terem a cabeça decepada. As informações sobre a chacina estão lentamente a emergir uma vez que a área onde decorreu a matança é controlada pelos talibãs, comentou Khan.

Um porta-voz da milícia na região foi procurado, mas até o momento não foi encontrado. A retirada das forças estrangeiros que invadiram o Afeganistão em resposta aos ataques de 11 de Setembro de 2001 contra os Estados Unidos tem alimentado temores de que volte a vigorar no país a interpretação radical das leis islâmicas feitas pelos talibãs. De 1996 a 2001, período em que os talibãs controlaram o Afeganistão, toda execução de música e filmes era proibida.

Soldados

Em um ataque separado, dez soldados foram mortos em um ataque reivindicado pelos talibãs, também no sul do Afeganistão, segundo autoridades locais.

domingo, 22 de julho de 2012

Afegão mata filhas por terem fugido com tradutor da NATO

Um homem matou as suas duas filhas adolescentes a tiro, no sul do Afeganistão, quando as jovens, de 15 e 16 anos, voltaram para casa após terem fugido durante quatro dias com um tradutor que trabalha para a NATO, informou este domingo o chefe da polícia local, Omerajan Haqmal.

O crime aconteceu ontem à noite no distrito de Nad Ali, na província de Helmand, no sul do país.

«Detivemos o pai, e a nossa investigação sobre o caso está em curso», acrescentou Haqmal.

O crime aconteceu duas semanas depois de uma jovem de 22 anos ter sido executada em público perto de Cabul acusada de ter cometido adultério. As imagens da execução chocaram a opinião pública internacional quando foram divulgadas na Internet, e o episódio gerou inúmeras críticas.

Fonte

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Gerou muitas críticas mas ninguém se atreve a colocar o dedo na ferida e identificar o problema. Felizmente para os maometanos, quem practicamente controla as grandes instituições internacionais nutre um ódio maior pelo Cristianismo do que ao islão.

sábado, 23 de junho de 2012

Talibãs invadem hotel em Kabul e matam 20 pessoas

Na passada 5ª-Feira terroristas maometanos afiliados aos talibãs atacaram um popular local de diversão perto de Kabul (Spozhmai Hotel) e envolveram-se numa troca de tiros com as forças de segurança afegãs até o romper da manhã. Este facto demonstra a contínua habilidade do grupo em desafiar as forças de segurança, mesmo na capital do país.

Perto das 23:10, mais de 7 muçulmanos invadiram o restaurante e fizeram reféns os convidados presentes, incluindo crianças. A polícia afegã disse que entre 250 a 300 convidados foram libertos nas primeiras horas do ataque, mas outros 40 só foram libertos na manhã seguinte.

Vários convidados saltaram para o lago, como forma de escapar ao ataque, mas incapazes de nadar, agarraram-se à parede de pedra até que a polícia os salvou pela manhã.

Pelo menos 20 pessoas morreram nos confrontos.

Os talibãs reivindicaram responsabilidade pelo ataque, alegando que os oficiais do governo e os estrangeiros bebiam álcool com frequência no hotel.

Zabiullah Mujahid, porta-voz dos talibã, disse:

Os mujahideen [cobardes maometanos que atacam pessoas indefesas e desarmadas, inclusive crianças, para a glória de Alá, o deus árabe] entraram num pequeno hotel e atacaram o hotel vizinho que era usado pelos estrangeiros para diversão ilícita e para festas. Era um hotel especial para os oficiais do governo afegão e para os estrangeiros.

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Quem já conhece a retórica maometana sabe que a alegação em torno da "diversão ilícita" é uma forma de dar ao ataque terrorista um carácter piedoso e nobre. A verdade dos factos é que este ataque foi levado a cabo onde foi apenas e só porque se encontravam presentes pessoas afiliadas ao governo - e estrangeiros.

Sem dúvida que há muitos sítios em Kabul onde acontecem "diversões ilícitas" e "festas". Porque é que os talibãs não se focam nesses sítios?

Uma vez que os países muçulmanos são dos maiores consumidores de pornografia no mundo actual, todas as vezes que terroristas maometanos tentarem associar o seu ataque a instintos nobres e puros, podemos ter a certeza que as suas palavras não são dirigidas aos não-muçulmanos mas sim aos muçulmanos; eles estão-se a justificar perante os seus.

O islão é uma teoria política e como tal, os seus ataques são motivados pelo expansionismo da sua ideologia.

A moralidade que normalmente é associada aos seus ataques (por aqueles que os levam a cabo) é meramente uma manobra de diversão que visa "atirar areia" para os olhos de quem os analisa. A verdade dos factos é que, directa ou indirectamente, todos os ataques islâmicos têm em vista o mesmo fim: avanço da área de influência política do islão.

domingo, 15 de abril de 2012

O bigode não-islâmico


Há já 18 anos que o bigode de Amir Muhammad Afridi o tornou numa espécie de celebridade através das terras tribais da zona fronteiriça do Afeganistão.

Mas isto foi antes do seu luxuriante cabelo facial atrair a atenção do grupo islâmico Lashkar-i-Islam - grupo este que se determinou a impor a sharia no zona onde Afridi vivia.

Durante os últimos dois anos ele recebeu ameaças de morte e intimidação, e foi forçado a fugir da sua casa tudo por causa do bigode que lhe ocupa 30 minutos por dia em higiene:

Prenderam-me em plena luz do dia, puseram-me num carro, levaram-me para uma escola religiosa, declararam que o bigode não é islâmico e ordenaram que eu o cortasse.

Eu nada poderia fazer visto que me encontrava rodeado de armas Se eu tivesse resistido, seria morto.

Desde então, Afridi, de 42 anos, saiu de casa (em Banna) e recolocou a sua esposa e os seus 10 filhos na cidade de Peshawar, onde ele vive anonimamente e dirige um pequeno negócio de importação de relógios.

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quarta-feira, 21 de março de 2012

Toulouse: Suspeito de massacre já foi capturado

O suspeito do massacre de Toulouse de terça-feira foi já capturado, depois de várias horas barricado em casa e cercado pelas forças de segurança francesas, noticia a BFM TV.

O alegado autor do massacre da escola judaica de Toulouse, identificado como Mohammed Merah, assegura pertencer à Al Qaeda e disse agir «para vingar as crianças palestinianas e denunciar a presença estrangeira no Afeganistão».

O suspeito «repete o seu compromisso com a Al Qaeda e com meios jihadistas», assinalou o ministro do Interior francês, Claude Guéant, confirmando que se trata de um jovem de nacionalidade francesa e origem argelina, residente em Toulouse, que se deslocou ao Afeganistão e Paquistão e que «tem laços com pessoas do salafismo e do jihadismo».

O suspeito esteve preso numa prisão de Kandahar, no Afeganistão, de onde escapou numa fuga em massa de talibãs.

Fonte

terça-feira, 20 de março de 2012

O mistério

A mente dum esquerdista nunca pára de nos surpreender e divertir:
Decapitações Lançam Dúvidas Se os Talibãs Mudaram

Segundo oficiais governamentais regionais, os talibãs levaram os quatro homens para o bazar principal dum distrito da zona sul do Afeganistão, denunciaram-nos como espiões do governo por levarem consigo telefones por satélite, e posteriormente decapitaram-nos em frente aos residentes locais que haviam sido chamados para observar.

Três dias depois, numa Quarta Feira de manhã, o director duma estação de rádio relativamente progressiva na zona este do Afeganistão foi encontrado no seu carro, esfaqueado até à morte.

Segundo o irmão do homem assassinado, as suas costas, estômago e peito haviam sido retalhados, o seu pescoço cortado e a sua cabeça havia sido practicamente cortada do seu corpo.

Apenas "dúvidas", como se pode ver. Sim, eles andam a decapitar pessoas por andarem com telemóveis, mas não sabemos ainda se eles são totalitários fanáticos plantados num regime político e militar do século 7 Anno Domini.

O artigo do NYT (New York Times) levanta uma questão óbvia: se decapitações públicas não são suficientes para que os esquerdistas vejam que os talibãs não mudaram nada após 11 anos de ocupação americana, então o que será suficiente?

É claro que os esquerdistas, não sendo totalmente ignorantes, estão bem cientes da verdadeira natureza dos talibãs. O problema é que os muçulmanos são seus aliados na luta conjunta contra a as instituições ocidentais. e como tal, os esquerdistas propositadamente se fazem de burros como forma de manter a união entre esquerdistas e maometanos intacta.

Pode ser que um dia eles mudem.

sábado, 17 de março de 2012

Afeganistão: video de explosão prematura

Como Cristão, não me alegro com a morte de terroristas muçulmanos. No entanto, e como já foi dito, entre a morte dele e a morte de crianças e mulheres muçulmanas inocentes, não há muita escolha.

Ele escolheu estar ali a preparar o atentado.


terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

O mal existe

O governo afegão afirmou recentemente que a polícia havia salvo 41 crianças de se tornarem suicidas bombistas quando estas estavam para ser transladadas através das montanhas até ao Paquistão.

Sediq Sediqqi - do governo - declarou durante um conferência de imprensa que crianças com idades entre os 6 e os 11 haviam sido libertas das garras de quatro insurgentes muçulmanos da área oriental da província de Kunar.

Ele disse que as suas famílias foram "enganadas pelos terroristas", que lhes garantiram que as crianças seriam enviadas para seminários onde elas levariam uma "lavagem cerebral" e "preparadas para levar a cabo ataques suicidas bombistas contra o Afeganistão e contra as tropas internacionais lá presentes".

A polícia prendeu os 4 suspeitos e retornou as crianças às suas famílias.

O governo afegão acusou as madrassas paquistanesas de ensinar extremismo violento e de apoiar violência islâmica - um legado do período 1979-1989 onde os afegãos receberam o apoio do governo americano e dos paquistaneses para se revoltarem contra a ocupação soviética.

Fonte

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Espero ansiosamente que os maometanos que tanto criticam aqueles que apontam o dedo acusador contra os assassinatos que os maometanos levam a cabo por todo o mundo se insurjam contra este tipo de actos.

Claro, eu assumo que os muçulmanos a viver confortavelmente entre os ocidentais qualifiquem de condenável o acto de usar crianças como "suicidas" bombistas.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Muçulmano mata a esposa por esta dar à luz uma menina e não um rapaz

Uma mulher afegã foi estrangulada pelo próprio marido e pela sogra devido ao facto de ter dado à luz uma menina pela 3ª vez. Storay, uma mãe de 3 com 30 anos, foi morta na vila remota do distrito de Khanabad da província de Kunduz.

O governador do distrito de Khanabad Sofi Habib disse que o marido, Sher Mohammad, é um membro activo duma milícia pró-governamental composta por cerca de 20 a 30 homens locais.

Um oficial policial com o nome de Hussaini afirmou:

O marido avisou-lhe que se ela desse à luz outra menina, ele matava-a.
A mulher deu à luz a 3ª menina há cerca de 3 meses.
Prendemos a sogra da falecida e estamos em busca do marido, que continua em fuga.
O governo afegão, com o suporte de forças internacionais, armou habitantes de algumas vilas como forma de destes resistirem às investidas dos talibãs. Esta medida foi largamente criticada pelos activistas dos direitos humanos visto que as milícias pró-governamentais são frequentemente acusadas de extorsão de dinheiro, abusos sexuais e assassínio de rivais.

Em Novembro último membros de milícias atacaram com ácido uma família inteira por esta se ter recusado a entregar a filha mais velha em casamento com um líder miliciano local.

No passado uma jovem afegã foi salva pela polícia depois dos sogros lhe terem torturado e a terem mantido numa casa de banho durante seis meses por esta se recusar a prostituir.

Os activistas pelos direitos humanos levantam com frequência preocupações em torno do tratamento das mulheres na sociedade afegã. Uma reportagem das Nações Unidas de 2010 disse que aproximadamente 1/3 das mulheres afegãs estão expostas a algum tipo de violência física ou psicológica, e cerca de 25% sofre abuso sexual.

Fonte

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Enquanto as mulheres muçulmanas sofrem genuíno abuso aos seus direitos humanos, as feministas ocidentais demonstram que a sua ideologia é uma farsa ao não se unirem de forma concreta para libertar a mulher muçulmana do opressivo jugo islâmico.

Mais uma coisa dirigida aos maometanos que tenham planos para culpar a mulher pelo sexo dos filhos: quem determina se o bebé nasce macho ou fêmea . . . é o homem e não a mulher. Parem de matar as vossas mulheres porque elas não têm culpa nenhuma.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Paquistão: 2 maometanos descem à prisão eterna depois de explosão prematura


Dois maometanos morreram no Domingo passado quando um engenho controlado remotamente explodiu prematuramente. Fontes junto da administração política disseram que os dois terroristas colocavam o aparelho na zona de Zakhakhel quando o mesmo foi activado.

Os corpos dos militantes foram totalmente desfeitos em pedaços pela bomba que se destinava a destruir uma ponte local. Foi impossível identificar os militantes devido ao facto da explosão ter transformado os seus corpos em pedaços dispersos.

Fontes oficiais afirmaram também que é possível que as forças de segurança ou outros oficiais possam ser os alvos do grupo a que pertenciam os militantes que morreram devido ao facto de Landi kotal-Torkhum ser a via principal com destino ao Afeganistão.

Fonte

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Não me alegro com a morte dos terroristas, mas dada a escolha entre eles, e os inocentes muçulmanos que eventualmente passariam por lá (crianças muçulmanas incluídas), acho que não há muito por onde escolher.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

"A minha sogra arrancou-me as unhas"

Um vídeo fornecido pela BBC mostra a dimensão das lesões sofridas por uma menina afegã de 15 anos, vítima de aprisionamento e tortura por parte do marido.

A pequena Sahar Gul disse que "a minha sogra arrancou-me as unhas".

As feministas, obviamente, vão ignorar mais este caso de abuso contra mulheres visto que o mesmo não tem qualquer tipo de utilidade política para elas.


segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Inquérito recente confirma que talibãs mataram médica britânica que ajudou mais de 2,000 vidas

Médica inglesa morta pelos talibãs em Agosto do ano passado fazia parte duma missão humanitária que ajudou mais de 2,000 afegãos. Segundo um audiência recente que fazia parte dum inquérito, a Dra. Karen Woo foi executada juntamente com 9 outros funcionários humanitários depois deles tentarem atravessar um rio.

A médica de 36 anos, que tencionava casar uma quinzena de dias depois, sofreu lesões "catastróficas" devido a feridas causadas por tiros de armas.

Pouco antes da sua morte, ela ajudou a salvar a vida dum bebé que lutava para respirar.

A sua equipa estava a meio caminho duma expedição de 3 semanas na província nortenha de Nuristan quando sofreram uma emboscada.

Este ataque foi o terceiro pior a acontecer com funcionários humanitários nos últimos 30 anos.

Morta pelas pessoas que tentava ajudar

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