MITOS ISLÂMICOS

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sábado, 30 de novembro de 2013

Muçulmanos atiram rapariga Cristã do terceiro andar


Isto aconteceu na mesma cidade onde os Cristãos viram os seus locais de adoração queimados pelos maometanos. 
A história da rapariga a ser atirada pela janela foi enterrada na parte final do artigo que fala dos maometanos que se revoltaram contra a proibição dos protestos.

Enquanto isso, os residentes muçulmanos duma povoação do sul da província de Minya atacaram as casas Cristãs, queimando 10 casas e ferindo 15 Cristãos, incluindo uma rapariga Cristã de 15 anos que foi atirada do terceiro andar, segundo Ezzat Ibrahim, activista que monitoriza os direitos das minorias.

Ibrahim disse que o ataque foi instigado por rumores dum romance entre um homem Cristão local e uma muçulmana, factor que pode frequentemente dar início a violência sectária.

Fonte

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Nem a ONU, nem Obama, nem a União Europeia vão dizer uma só palavra de condenação a este acto bárbaro de violência contra os Cristãos (e contra uma mulher - onde estão as feministas?) porque esses grupos têm planos de fazer a mesma coisa aqui no Ocidente.

"vem mesmo a hora em que qualquer que vos matar cuidará fazer um serviço a Deus." João 16:2

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Queimada viva pelo pai por ter se encontrado com noivo

Um pai de família no Iêmen queimou sua filha de 15 anos viva apenas por suspeitar que ela teria se encontrado com seu noivo, anunciou nesta terça-feira a polícia iemenita.

O homem de 35 anos matou sua filha "queimando-a viva, com o pretexto de que ela teria tido dois encontros com seu noivo", acrescentou a polícia em seu site, indicando que o assassinato aconteceu em Shabaa, um povoado da província de Taëz, no centro do Iêmen.

O corpo da jovem foi levado para o hospital e o pai vai ser julgado, segundo a polícia.

O assassinato mostra o peso da tradição no Iêmen, país pobre da Península Arábica, afectado por escândalos relacionados ao casamento de menores de idade, prática patriarcal comum em uma sociedade com estrutura tribal

Fonte

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Tribunal sueco promove a violação de mulheres suecas

Seis maometanos foram condenados a serviço comunitário depois de terem tomado parte numa violação em grupo a uma rapariga sueca de 15 anos. Os seis adolescentes, que foram colocados num julgamento pela violação, representam um arco-iris da diversidade maometana: eles são Turcos, Árabes e Africanos.

Devido a isso, obviamente que, depois do julgamento, o juiz lhes atirou com um livro de uma forma que só um juiz Sueco pode atirar um livro a um imigrante maometano que está a contribuir para a rica diversidade do país. Cinco dos adolescentes foram declarados culpados de violação agravada pelo Solna District Court, e o sexto foi declarado culpado de tentative de violação agravada.

O ataque ocorreu em Março último num apartamento de Tensta, onde um dos adolescentes geriu os preservativos enquanto os outros violavam a rapariga de 15 anos.

O tribunal levou em consideração o facto do relato da rapariga incluir informação "coesa, longa e relativamente detalhada" do incidente, e a masma não incluir "qualquer tipo de contradição ou elementos na história que se poderiam considerar inexplicáveis".

Apesar de terem negado o incidente aquando do início do julgamento, os quatro rapazes, entretanto, confessaram ter tido relações sexuais com a rapariga na altura, mas negaram ter cometido qualquer tipo de crime. O rapaz que alegadamente ofereceu os preservativos  negou tudo.

"Segundo o tribunal, as suas explicações em torno dos motivos que lhes levou a modificar a sua história eram insustentáveis, mas sugeriram que eles escondiam algo," escreveu o tribunal.

Cinco dos rapazes foram condenados a 100 horas de serviço comunitário cada uma, e foram ordenados a pagar  55,000 kronor ($8,500) cada em danos causados à vitima. O castigo foi menos severo do que poderia ter sido uma vez que os rapazes são menores, e o tribunal concluiu que eles haviam já sido punidos de alguma forma por terem as suas fotos e os seus detalhes pessoais expostos pela internet.

"Menos severo"? Isso é algo "surpreendente".

Mas não há problemas uma vez que a ONU coloca a Suécia num lugar bastante elevado, no que toca os direitos das mulheres. Infelizmente, o direito de não ser violada por imgrantes não é um deles. Mas se eles fossem para a "prisão", as coisas não seriam assim tão más.
 
"Prisão" sueca.
 
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Os direitos das mulheres pasam para o segundo lugar sempre que estes entram em rota de colisão com o multiculturalismo.
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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

"A minha sogra arrancou-me as unhas"

Um vídeo fornecido pela BBC mostra a dimensão das lesões sofridas por uma menina afegã de 15 anos, vítima de aprisionamento e tortura por parte do marido.

A pequena Sahar Gul disse que "a minha sogra arrancou-me as unhas".

As feministas, obviamente, vão ignorar mais este caso de abuso contra mulheres visto que o mesmo não tem qualquer tipo de utilidade política para elas.


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