MITOS ISLÂMICOS

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segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Tribunal sueco promove a violação de mulheres suecas

Seis maometanos foram condenados a serviço comunitário depois de terem tomado parte numa violação em grupo a uma rapariga sueca de 15 anos. Os seis adolescentes, que foram colocados num julgamento pela violação, representam um arco-iris da diversidade maometana: eles são Turcos, Árabes e Africanos.

Devido a isso, obviamente que, depois do julgamento, o juiz lhes atirou com um livro de uma forma que só um juiz Sueco pode atirar um livro a um imigrante maometano que está a contribuir para a rica diversidade do país. Cinco dos adolescentes foram declarados culpados de violação agravada pelo Solna District Court, e o sexto foi declarado culpado de tentative de violação agravada.

O ataque ocorreu em Março último num apartamento de Tensta, onde um dos adolescentes geriu os preservativos enquanto os outros violavam a rapariga de 15 anos.

O tribunal levou em consideração o facto do relato da rapariga incluir informação "coesa, longa e relativamente detalhada" do incidente, e a masma não incluir "qualquer tipo de contradição ou elementos na história que se poderiam considerar inexplicáveis".

Apesar de terem negado o incidente aquando do início do julgamento, os quatro rapazes, entretanto, confessaram ter tido relações sexuais com a rapariga na altura, mas negaram ter cometido qualquer tipo de crime. O rapaz que alegadamente ofereceu os preservativos  negou tudo.

"Segundo o tribunal, as suas explicações em torno dos motivos que lhes levou a modificar a sua história eram insustentáveis, mas sugeriram que eles escondiam algo," escreveu o tribunal.

Cinco dos rapazes foram condenados a 100 horas de serviço comunitário cada uma, e foram ordenados a pagar  55,000 kronor ($8,500) cada em danos causados à vitima. O castigo foi menos severo do que poderia ter sido uma vez que os rapazes são menores, e o tribunal concluiu que eles haviam já sido punidos de alguma forma por terem as suas fotos e os seus detalhes pessoais expostos pela internet.

"Menos severo"? Isso é algo "surpreendente".

Mas não há problemas uma vez que a ONU coloca a Suécia num lugar bastante elevado, no que toca os direitos das mulheres. Infelizmente, o direito de não ser violada por imgrantes não é um deles. Mas se eles fossem para a "prisão", as coisas não seriam assim tão más.
 
"Prisão" sueca.
 
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Os direitos das mulheres pasam para o segundo lugar sempre que estes entram em rota de colisão com o multiculturalismo.
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segunda-feira, 8 de julho de 2013

A hipocrisia de Evin Cetin

O Partido Social Democrata Sueco (PSDS) é um partido esquerdista desse país. Um dos membros do mesmo é uma jovem mulher com ascendência curda chamada Evin Cetin.

Evin Cetin não gosta dos rivais Democratas Suecos (DS), o partido dos nacionalistas Suecos. Devido a isso, vestida com indumentária tradicional Sueca, ela alegou que ela era "mais Sueca" do que os DS porque ela "ama todos os Suecos":
"Para mim, ser Sueco gira em torno da tolerância, da abertura e em torno da ajuda que se dá às pessoas como forma delas terem uma chance para construir uma boa vida," diz ela ao The Local, acrescentando que esta é a ideologia política que ela tenciona levar para Bruxelas, se for eleita.

"Usar um vestido tradicional Sueco no dia dos Democratas Suecos enviava uma mensagem bem clara de que nós não devemos entregar o conceito do que é ser Sueco a forças que são contra a Suécia", disse ela.

"Os Democratas Suecos são hostis à Suécia."

Cetin disse que se considera mais Sueca do que os Democratas Suecos porque ela ama 9 milhões de Suecos, enquanto que o partido só ama 5 milhões.

"Eles só amam alguns Suecos. Eu amo-os a todos."
Mas eis aqui a parte interessante da história. Evin Cetin causou alguma controvérsia durante o ano passado quando fez uma viagem ao Médio Oriente e foi fotografada a dançar com membros do "Kurdistan’s Free Life Party" (PJAK)


Portanto, por um lado Evin Cetim quer definir o que é ser Sueco para fora da realidade ao alegar que a identidade Sueca baseia-se em nada mais do que a "tolerância" e a "atitude de ajudar os outros". Mas por outro lado, ela apoio a luta armada em prol dum país próprio para o seu grupo étnico - os Curdos.

A Evin Cetin não ama todos os Suecos. Se ela amasse os Suecos, ela desejaria para eles o que ela quer para si, nomeadamente, o bem de poder viver dentro dum país etnicamente homogéneo. A sua atitude de definir os Suecos para fora de existência como um povo distinto do mundo é um acto de agressão e não um acto de amor.

Fonte

sábado, 23 de fevereiro de 2013

A tormento da mulher sueca

Durante os últimos anos a Suécia importou um largo número de imigrantes muçulmanos, o que tem tido efeitos catastróficos. A população sueca aumentou de 9 milhões para 9,5 milhões durante os anos 2004-2012 - muito devido à imigração de países como o Afeganistão, Iraque e Somália. 16 porcento de todos os recém-nascidos têm uma mãe que nasceu num pais não-ocidental.

A Suécia tem hoje a segunda maior taxa de violações do mundo, logo depois da África do Sul, que, com 53.2 por cada 100.000, é seis vezes mais elevada que a taxa dos Estados Unidos. As estatísticas sugerem que 1 em cada 4 mulheres suecas será vítima de abuso sexual.

Por volta de 2003, a estatística de violações da Suécia já era mais elevada que a média quando se encontrava à volta dos 9.24, mas em 2005 ele explodiu para 36.8 e por volta de 2008 ela atingiu os 53.2. Actualmente, ele deve ser ainda mais alta à medida que os imigrantes muçulmanos continuam a aumentar a sua presença junto da população.

Com os muçulmanos a representarem cerca de 77% de todas as violações, e existindo uma equivalência entre o aumento das violações e o aumento da população muçulmana, o resultado da imigração muçulmana é uma epidemia de abusos sexuais levados a cabo por uma ideologia misógina.

As estatísticas encontram-se focadas nos centros urbanos, onde os colonistas islâmicos se concentram. Em Estocolmo, neste Verão, ocorreram em média 5 violações por dia. A Suécia deixou de ser uma cidade sueca e passou a ser uma cidade onde 1/3 das pessoas são imigrantes, e onde entre 1/5 a 1/4 dos locais adere a fé de Maomé.

Fonte

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Entretanto, e como demonstração clara da total subversão do senso comum europeu, em vez de se lidar com as causas da violação de mulheres (a imigração islâmica), os europeus constroem
cintos anti-violação.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

"Suecos" acusados de terrorismo nos EUA

Fonte

"Os acusados não são aspirantes a terroristas, eles são terroristas. Eles fizeram mais do que receber treino: eles usaram o que aprenderam em operações levadas a cabo pelos al-Shabaab," afirmou George Venizelos do FBI, em New York.

Os dois "suecos", de 27 e 29 anos de idade, foram acusados de participar em treinos envolvendo armas e explosivos, com o grupo terrorista islâmico al-Shabaab,  desde 2008. Se forem considerados culpados, ele enfrentam uma pena de prisão perpétua.

Os homens foram presos em Agosto último pelas autoridades localizadas em África quando se deslocavam para o Iémen. Eles apareceram no tribunal de  Brooklyn com a ajuda dum interpretador sueco.

Segundo o New York Times, muita da informação relativa a este caso está envolta em mistério. O mesmo manteve-se selado durante 4 meses e os documentos legaus abertos na Sexta-Feira continham pouca elaboração em torno dos crimes, ou algum indicativo do porquê este caso ter sido trazido para New York.

(...)

Loretta E. Lynch, advogada dos EUA pelo Distrino Este de New York afirmou:

Usaremos todas as ferramentes ao nosso dispor para combater os grupos terroristas, deter actividades terroristas e incapacitar os terroristas individuais.

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domingo, 17 de junho de 2012

Multiculturalismo floresce por toda a Europa

Uma vez que o multiculturalismo já está perfeitamente enraizado na Europa, é altura de se fazer uma avaliação do seu "sucesso". Para quem não sabe, o multiculturalismo apela a imigração em massa de pessoas com culturas distintas e impede ao mesmo tempo que sejam feitos movimentos que visem a assimilação das mesmas.

Eis então a forma como isso está a funcionar na Europa.

Grã-Bretanha:

Na área Tower Hamlets do Este de Londres (também conhecida como "A República Islâmica de Tower Hamlets"), clérigos maometanos, conhecidos como Talibãs de Tower Hamlets, regularmente emitem ameaças de morte dirigidas às mulheres que se recusam a usar o véu. As estradas foram invadidas por cartazes contendo frases como:

Acabou de entrar numa área controlada pela sharia. As leis islâmicas estão em operação.
Em Luton os maometanos foram acusados de levar a cabo uma "limpeza étnica" ao assediarem os não-muçulmanos ao ponto de muitos deles simplesmente se mudarem para fora das áreas muçulmanas.

Em West Midlands, dois Cristãos foram acusados de "crimes de ódio" por oferecerem panfletos Bíblicos nesta área predominantemente muçulmana de Birmingham.

Em Leytonstone, Este de Londres, o extremista maometano Abu Izzadeen perturbou o discurso público do Home Secretary John Reid dizendo “Como é que te atreves a vir para uma área islâmica?

França:

Largo número de vizinhanças muçulmanas são agora consideradas zonas "no-go" pela polícia local. Zonas "no-go" são aquelas áreas onde os não-muçulmanos não se atrevem a entrar ou só se atrevem a entrar acompanhados por uma escolta policial.

Segundo contagem recente, existem cerca de 751 Zonas Urbanas Sensíveis (Zones Urbaines Sensibles, ZUS), como elas são eufemisticamente conhecidas. Cerca de 5 milhões de maometanos vivem nas ZUS, parte da França que o governo já perdeu o controle.

Os imigrantes maometanos estão, ao mesmo tempo, a tomar conta de outras partes da França. Em Paris e em outras cidades com elevada presença muçulmana - tais como Lyon, Marselha e Toulouse - milhares de muçulmanos fecham as estradas e as passadeiras - e, por extensão, fecham o comércio local, encerrando os não-maometanos nas suas casas e escritórios - de modo a acomodar as multidões que se juntam para as rezas de 6-Feira.

Algumas mesquitas começaram já a emitir sermões e gritos de "Alá é o maior" pelos megafones e altifalantes. Apesar das inúmeras queixas públicas, as autoridades declinaram levar a cabo qualquer tipo de iniciativa temendo dar início a tumultos.

Bélgica:

Na capital belga de Bruxelas (onde 20% da população é maometana) várias vizinhanças maometanas tornaram-se também em zonas "no-go" para a polícia local - onde são frequentemente atacados por pedras provenientes de jovens muçulmanos.

No distrito de Kuregem em Bruxelas, que aparenta ser uma zona de guerra urbana, a polícia é forçada a patrulhar a área com dois carros: um carro para fazer o serviço de patrulha e outro para prevenir que o primeiro seja atacado.

No distrito de Molenbeek em Bruxelas a polícia foi ordenada a não beber café ou comer sandwiches em público durante o mês islâmico do ramadão.

Alemanha:

Numa entrevista dada ao Der Westen, o Comissário policial Bernhard Witthaut revelou que os imigrantes estão a impor zonas “no-go por toda a Alemanha a um ritmo preocupante.

Itália:

Os maometanos têm vindo a ocupar a Piazza Venezia em Roma para as suas rezas de 6ª Feira. Em Bolonha os muçulmanos repetidamente ameaçam bombardear a catedral de San Petronio devido ao facto dela conter um fresco com 600 anos exibindo o Inferno de Dante e Maomé a ser atormentado no inferno.

Holanda:

Um tribunal ordenou ao governo que publica-se a politicamente incorrecta lista de 40 zonas “no-go” da Holanda.

Suécia:,

Largas zonas da cidade de Malmö -- que é mais de 25% muçulmana -- são agora zonas "no-go" para os não-maometanos. Por exemplo, os bombeiros e os serviços de emergência médica recusassem a entrar na predominantemente muçulmana área do distrito de Rosengaard sem escolta policial. Estima-se que a taxa de desemprego dos homens em Rosengaard seja superior a 80%. Na cidade sueca de Gotemburgo jovens muçulmanos têm estado a atirar bombas de petróleo aos carros policiais.

. . . .

Enquanto esta destruição vai ocorrendo, a elite esquerdista dominante continua a subsidiar os invasores e a propagandear em seu nome. Críticas à conquista islâmica têm que ser criminalizadas.

A menos que a Europa morra de forma tranquila e se torne em algo análogo ao Médio Oriente, pobre, violento e retrógrado, o continente está em vias de entrar num momento bastante colorido da sua história onde a população nativa irá reclamar o seu território de forma violenta depois de se ver livre da elite politica - tanto da esquerda como da direita - que os traiu .

Fonte

* * * * * * *

Por incrível que pareça, as coisas estão a evoluir tal como a elite esquerdista pretende. Eles sabiam que a imigração maciça de pessoas não assimiláveis traria desorganização social, e como tal, deram o seu apoio activo a essa traição dos europeus.

O multiculturalismo foi instalado não para acomodar as várias culturas no ocidente, mas sim para destruir a unidade social ocidental. Depois dessa unidade social ter sido reduzida a cacos, a elite esquerdista irá usar a força policial para "restaurar a ordem" - ordem essa que foi destruída pelas suas políticas.

É assim que funciona o esquerdismo. Eles criam os problemas e depois colocam-se a eles mesmos como agentes capazes e de resolver os problemas que eles mesmos criaram.

Dentro em breve?

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Polícia de Malmo vai ser sujeita a aulas de arábico

As forças policiais que patrulham o distrito de Rosengård - Malmö - vão ser submetidas a aulas especiais de ensino do arábico como forma de os ajudar a melhor entender e comunicar com os residentes locais.

Ou seja, em vez dos imigrantes aprenderem o idioma local como forma de se integrarem, os suecos é que vão ser forçados a aprender a língua dos colonizadores imigrantes.

Até agora 45 oficiais inscreveram-se para as aulas. O programa inclui doze semanas de aulas voluntárias que providenciarão treino em torno de uma vasta gama de saudações e amabilidades em arábico.

O chefe policial local Bengt Hersler disse o seguinte ao jornal Skånska Dagbladet

Isto é uma forma de lidar com os imigrantes de uma forma mais digna e mais civil.
Não, não é. Isto é a total capitulação multicultural à ideologia invasora. Quem dita as regras são os muçulmanos e não os suecos.

De acordo com Hersler, o curso foi organizado a pedido dos oficiais policiais uma vez que eles forçaram o departamento a providenciar as ferramentas que melhor lhes permitisse comunicar com os residentes de Rosengård - a maioria dos quais tem o sueco como a segunda língua.

Aparentemente nenhum dos policias parou para pensar sobre o porquê de pessoas a viver na Suécia terem a língua local como a segunda língua. É certo que dentro da família é normal os imigrantes falarem nos dialectos dos seus países, mas se as pessoas se mudam para um novo país, espera-se que eles aprendam a língua local como forma de melhor se integrarem. Mas, como todos sabemos, os maometanos não estão no mundo ocidental para se integrarem.

Hersler disse ainda:

Com estas medidas visamos alargar o nosso conhecimento. Todas as vezes que falamos, nós expressa-mo-nos a partir da nossa cultura. Mesmo quando falamos a mesma língua não há garantias de que as pessoas se entendam.
Ou seja, tem que se aprender a língua do invasor imigrante porque, mesmo quando falamos a mesma língua, problemas de comunicação podem ocorrer. Então eles que aprendam a sua língua, sr Hersler. Eles vieram para o seu país, então são eles que têm que se adaptar ao seu país. Não é você que tem que aprender a língua que eles falam nos seus países de origem.

O curso feito à medida, organizado pela studieförbundet Vuxenskolan, vai ser levado a cabo durante o tempo livre dos participantes e vai-se focar em expressões que eles serão capazes de usar no seu dia à dia de trabalho.

Ou seja, para além de se submeterem à língua do ocupante, os suecos vão ter que tirar horas do seu tempo livre (e não das horas de trabalho).

Lena Gustafsson da Studieförbundet Vuxenskolan disse o seguinte ao jornal:

Obviamente que eles não vão aprender toda a língua.
A sério?

Embora nenhum curso subsequente esteja a ser planeado, Hersler disse ao jornal que se o curso em torno da língua e cultura arábica se revelar um sucesso, outro pode ser organizado. Hersler declarou também que, como forma de acomodar a comunidade muçulmana, Malmö realizará apedrejamentos e decapitações ao fim de semana como forma de entretenimento familiar.

(Este último parágrafo pode ter sofrido de alguma adulteração da minha parte.)

-Fonte-


Mais um exemplo da natureza destrutiva do multiculturalismo - aliado a uma ideologia política totalitária como o islão. Em vez dos imigrantes serem motivados a assimilarem os valores e costumes locais, o multiculturalismo faz com que os locais se tenham que adaptar à cultura invasora.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Mentalidade esquerdista entre somalis suecos

Atenção que eles não só pedem exigem uma casa, como exigem uma casa GRANDE.

Uma casa pequena não serve (apesar de gratuita) porque eles precisam mesmo duma casa grande; com baloiços, vários quartos coisas assim.

Talvez uma piscina não ficasse mal, e quem sabe um plasma enorme bem no meio da sala.

Tudo pago pelos contribuintes suecos (aqueles que trabalham sem exigir nada ao governo, mas que são esfaqueados pelas costas pelo mesmo governo).


segunda-feira, 25 de julho de 2011

Suécia começa a resistir à islamização



Para além da Suécia, por toda a Europa se sente um renascer de partidos centrados na identidade e culturas nacionais. Este sentimento popular está a dar força a líderes populares que se manifestam abertamente contra as destrutivas políticas de imigração existentes.

O partido dos Democratas Suecos conquistou 6% dos votos e entrou no parlamento (pela primeira vez) com 20 representantes. Este partido junta-se a outros partidos nacionalistas da Noruega e da Dinamarca na sua luta contra o marxismo multiculturalista.


O grande problema destes supostos partidos de direita é a falta duma espinha dorsal conservadora Cristã. Sem esta moral dentro de si, estes partidos rapidamente se degeneram em partidos racistas e, desde logo, passam a pensar de forma análoga ao socialista Hitler e outros supremacistas raciais afiliados .

O problema com o islão nada tem a ver com a etnia (os muçulmanos não são uma etnia ou uma "raça") mas sim com ideologia. O islão é uma ideologia política que visa destruir os estados democráticos e implantar a lei sharia - a mesma lei que tem mantido os países islâmicos na cauda do desenvolvimento tecnológico, científico e social.

Se os supostos "partidos de direita" focarem-se na etnia/raça, eles desvirtuam-se por completo. Se, por outro lado, eles se restringirem a denunciar os perigos que o multiculturalismo é para a superior civilização ocidental, então podem ser mais bem sucedidos.

Claro que isto são medidas que visam tratar dos sintomas e não da verdadeira causa da doença. A causa da doença que aflige a Suécia, é a mesma para a Inglaterra, a Dinamarca, a Noruega e todos os países que hoje tentam sobreviver: a destruição do Cristianismo.

A ideologia que mantinha os países europeus fortes e saudáveis era o Cristianismo. Uma vez que esses países perderam a fé no Deus da Bíblia (chegando até a lutar para a destruição do Cristianismo), então outras ideologias irão preencher o vazio. Uma dessas ideologias é o islão que tanto mal tem causado ao mundo.

O multiculturalismo é uma ideologia humanista secular e esquerdista que visa remover a influência do Cristianismo como forma de preparar o caminho para o socialismo. Muitas pessoas, desconhecedoras dos verdadeiros e ocultos propósitos, aliaram-se ao multiculturalismo devido a slogans como "tolerância" e "fim ao racismo" e todas essas coisas.

Só que a remoção do Cristianismo na Europa é análogo a fazer buracos num barco em alto mar. Os ideólogos do multiculturalismo sabiam disso; os soldados-rasos (aqueles que de facto têm que viver lado a lado com pessoas que as visam destruir) não sabiam disso, e agora sofrem as consequências.

O fim do multiculturalismo é bom sinal, mas é preciso cuidado com o que vai tomar o seu lugar.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Muçulmano condenado a 18 anos de prisão por matar a filha

O jornal The Local, informa-nos que um muçulmano a viver na Suécia foi condenado a 18 anos de prisão por ter morto a própria filha numa "matança de honra".

Subhi Othman, que admitiu em Novembro último ter esfaqueado a filha até a morte, foi sentenciado a 18 anos de prisão pelo tribunal distrital de Nyköping (a sul de Estocolmo).

Depois de ter morto a filha nas escadas da casa familiar, Othman entregou-se às autoridades policiais. Quando a polícia chegou ao local do assassinato, encontraram a filha na base das escadas deitada na posição fetal. Ela havia sido esfaqueada 53 vezes.

Durante o seu interrogatório, Othman alegou que não viu solução alternativa uma vez que a sua filha mantinha um estilo de vida que ele considerava de "indecente".

De acordo com o tablóide Aftonbladet, Othman começou a odiar a sua filha depois do seu marido ter iniciado com o processo de divórcio devido a rumores de infidelidade.

(Fonte)


A mulher muçulmana é das pessoas mais oprimidas que existe neste mundo. A sua condição é algo que ramifica da visão que Maomé tinha delas e isso é algo que não pode ser negado. Os apologistas ocidentais, principalmente as feminazis que gostam de apontar o dedo aos ocidentais pelo "sofrimento" das mulheres, nada fazem para aliviar o seu tormento.

Coisas como as descritas em cima vão continuar a acontecer enquanto não houver coragem popular para acabar com ela.

Vêr também:
1. Muçulmana linda de morrer ameaçada de ir para o inferno por "ofender o islão" .
2. Tratamento islâmico a mulheres desobedientes

sábado, 2 de abril de 2011

Violência de "honra" aumenta na Suécia

Cerca de 60% dos serviços sociais da Suécia já ajudaram vítimas de violência de "honra" - ou aqueles ameaçados com violência de "honra" - a encontrarem formas de se esconderem dos prováveis agressores.

75% dos serviços sociais do país responderam ao inquérito levado a cabo pela Sveriges Radio, e dessas, 7 em cada 10 afirmou já ter lidado com casos que envolviam violência de "honra". Este tipo de violência afecta na sua esmagadora maioria as mulheres e as meninas.

Nas famílias onde este tipo de violência ocorre, ela é usada para manter as raparigas sob controle e restringir a sua vida social consideravelmente.

Para além disso, a violência de "honra" está muito relacionada com casos de casamentos forçados.

*Fonte*

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