MITOS ISLÂMICOS

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quarta-feira, 22 de outubro de 2014

A tirolesa ofensiva

Homem Austríaco foi multado por cantar a tirolesa enquanto cortava a relva da sua casa uma vez que isso "ofendeu" os seus vizinhos maometanos. Helmut Griese, de 63 anos, foi considerado culpado por "ridicularizar" as crenças religiosas dos maometanos, e condenado a pagar quase £700 por parte dum tribunal de Graz. Como forma de evitar um processo judicial prolongado, com todos os custos legais inerentes, o senhor Griese concordou em pagar.

O tribunal ficou a saber como a família maometana considerou o senhor Griese como um "velho resmungão" cujo cantar Alpino público alegadamente tinha como propósito ridicularizar a sua religião. O homem reformado foi acusado de tentar "gozar e imitar" o chamamento do Muezzin, que chama os fiéis maometanos para a mesquita. Os maometanos alegaram que ele dava início ao seu cantar no preciso momento em que eles se ajoelhavam para as suas rezas.

No entanto, o senhor Griese disso ao jornal Austríaco Kornen que "não era a minha intenção imitar ou insultá-los. Eu simplesmente cantava algumas músicas tirolesas porque estava bem disposto." O tribunal ouviu como as coisas aqueceram na parte final do Verão quando o senhor Griese estava a cortar a relva do seu quintal e a cantar a tirolesa ao mesmo tempo que a família maometana rezava. A polícia foi chamada e ele foi intimidado.

O senhor Griese foi acusado de "menosprezo de símbolos religiosos" - uma ofensa que é normalmente usada para acusar neo-nazis que atacam sepulturas judaicas - e de dificultar uma práctica religiosa.

Fonte da notícia: http://bit.ly/1te9GlQ

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Mais uma vez se torna claro que os interesses da elite que governa a Europa não estão de acordo com os interesses da maioria dos Europeus. Numa situação normal, não seria o estrangeiro a ver as suas "crenças religiosas" respeitadas e o nativo ofendido, mas exactamente o contrário.

Ainda existem pessoas que se admiram com a ascenção dos partidos nacionalistas na Europa, mas depois de se lerem notícias como esta, esta ascenção é mais do que previsível. Se um nativo se sente como um renegado no seu próprio pais, ao mesmo tempo que vê estrangeiros a serem protegidos pelo mesmo governo que deveria colocar os interesses dos nativos em primeiro lugar, é mais do que óbvio que a semântica dos partidos nacionalistas ganhará mais força.

A paciência dos nativos Europeus invariavelmente atingirá o ponto de rotura e por essa altura uma guerra civil ocorrerá por toda a Europa.  O que os nativos Europeus podem ficar a saber desde já é que em caso de guerra civil, a elite Europeia estará do lado dos colonizadores maometanos.


domingo, 4 de agosto de 2013

A intolerância islâmica

Numa recente visita à Síria como parte duma missão de ajuda humanitária, o Dr. John Eibner, CEO da "Christian Solidarity International (CSI)", encontrou-se com Cristãos Sírios da cidade de Qusayr que descreveram a limpeza religiosa da sua cada por parte de extremistas maometanos.

Segundo a CSI, antes da guerra civil, a Qusayr, localizada ma porção Este da Síria, perto da fronteira Libanesa, tinha cerca de 40,000 pessoas, incluindo 7,000 Cristãos.

“Na parte final de 2011, os Sunitas locais vieram ter connosco e disseram-nos para tornarmos parte nas demonstrações anti-regime, ou abandonar a cidade.Se nós não fizéssemos uma das duas, seríamos mortos,” afirmou Fadul Abu Yohanna Kasouhah, residente Cristão de Qusayr.

Segundo Fadul, os islamitas Sunitas da povoação usaram os megafones das mesquitas para nomear as famílias Cristãs e ordenar que abandonassem as suas casas.

Fadul disse à CSI como o seu primo foi morto por Sunitas quando se recusou a abandonar o local.

O meu primo disse 'Não sairemos daqui. Esta é a nossa cidade e a nossa terra.' Ele era recém-casado e a sua esposa estava grávida de 7 meses. Os Sunitas atiraram sobre ele e mataram-no quando ele se dirigia para o emprego na sua moto.

Segundo Fadul, eventualmente os extremistas Sunitas locais receberam a ajuda de jiadistas estrangeiros e a cidade foi esvaziada de Cristãos.

Em Março de 2012, muitos jihadistas estrangeiros vieram até Qusayr e rodearam a Estrada Cristã. Estes jihadistas receberam a ajuda duma turba de Sunitas locais.... No dia seguinte, todos os Cristãos abandonaram Qusayr—870 famílias. Só dois ou três Cristãos bem velhinhos é que ficaram. A maioria saiu da cidade sem nada. Ninguém nos ajudou.

Fonte.

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Isto é o islão no seu melhor. Enquanto são poucos em número, todos eles falam em "tolerância" e "entendimento". Mas quando se encontram em número suficiente, eles tornam-se intolerantes.

domingo, 17 de junho de 2012

Multiculturalismo floresce por toda a Europa

Uma vez que o multiculturalismo já está perfeitamente enraizado na Europa, é altura de se fazer uma avaliação do seu "sucesso". Para quem não sabe, o multiculturalismo apela a imigração em massa de pessoas com culturas distintas e impede ao mesmo tempo que sejam feitos movimentos que visem a assimilação das mesmas.

Eis então a forma como isso está a funcionar na Europa.

Grã-Bretanha:

Na área Tower Hamlets do Este de Londres (também conhecida como "A República Islâmica de Tower Hamlets"), clérigos maometanos, conhecidos como Talibãs de Tower Hamlets, regularmente emitem ameaças de morte dirigidas às mulheres que se recusam a usar o véu. As estradas foram invadidas por cartazes contendo frases como:

Acabou de entrar numa área controlada pela sharia. As leis islâmicas estão em operação.
Em Luton os maometanos foram acusados de levar a cabo uma "limpeza étnica" ao assediarem os não-muçulmanos ao ponto de muitos deles simplesmente se mudarem para fora das áreas muçulmanas.

Em West Midlands, dois Cristãos foram acusados de "crimes de ódio" por oferecerem panfletos Bíblicos nesta área predominantemente muçulmana de Birmingham.

Em Leytonstone, Este de Londres, o extremista maometano Abu Izzadeen perturbou o discurso público do Home Secretary John Reid dizendo “Como é que te atreves a vir para uma área islâmica?

França:

Largo número de vizinhanças muçulmanas são agora consideradas zonas "no-go" pela polícia local. Zonas "no-go" são aquelas áreas onde os não-muçulmanos não se atrevem a entrar ou só se atrevem a entrar acompanhados por uma escolta policial.

Segundo contagem recente, existem cerca de 751 Zonas Urbanas Sensíveis (Zones Urbaines Sensibles, ZUS), como elas são eufemisticamente conhecidas. Cerca de 5 milhões de maometanos vivem nas ZUS, parte da França que o governo já perdeu o controle.

Os imigrantes maometanos estão, ao mesmo tempo, a tomar conta de outras partes da França. Em Paris e em outras cidades com elevada presença muçulmana - tais como Lyon, Marselha e Toulouse - milhares de muçulmanos fecham as estradas e as passadeiras - e, por extensão, fecham o comércio local, encerrando os não-maometanos nas suas casas e escritórios - de modo a acomodar as multidões que se juntam para as rezas de 6-Feira.

Algumas mesquitas começaram já a emitir sermões e gritos de "Alá é o maior" pelos megafones e altifalantes. Apesar das inúmeras queixas públicas, as autoridades declinaram levar a cabo qualquer tipo de iniciativa temendo dar início a tumultos.

Bélgica:

Na capital belga de Bruxelas (onde 20% da população é maometana) várias vizinhanças maometanas tornaram-se também em zonas "no-go" para a polícia local - onde são frequentemente atacados por pedras provenientes de jovens muçulmanos.

No distrito de Kuregem em Bruxelas, que aparenta ser uma zona de guerra urbana, a polícia é forçada a patrulhar a área com dois carros: um carro para fazer o serviço de patrulha e outro para prevenir que o primeiro seja atacado.

No distrito de Molenbeek em Bruxelas a polícia foi ordenada a não beber café ou comer sandwiches em público durante o mês islâmico do ramadão.

Alemanha:

Numa entrevista dada ao Der Westen, o Comissário policial Bernhard Witthaut revelou que os imigrantes estão a impor zonas “no-go por toda a Alemanha a um ritmo preocupante.

Itália:

Os maometanos têm vindo a ocupar a Piazza Venezia em Roma para as suas rezas de 6ª Feira. Em Bolonha os muçulmanos repetidamente ameaçam bombardear a catedral de San Petronio devido ao facto dela conter um fresco com 600 anos exibindo o Inferno de Dante e Maomé a ser atormentado no inferno.

Holanda:

Um tribunal ordenou ao governo que publica-se a politicamente incorrecta lista de 40 zonas “no-go” da Holanda.

Suécia:,

Largas zonas da cidade de Malmö -- que é mais de 25% muçulmana -- são agora zonas "no-go" para os não-maometanos. Por exemplo, os bombeiros e os serviços de emergência médica recusassem a entrar na predominantemente muçulmana área do distrito de Rosengaard sem escolta policial. Estima-se que a taxa de desemprego dos homens em Rosengaard seja superior a 80%. Na cidade sueca de Gotemburgo jovens muçulmanos têm estado a atirar bombas de petróleo aos carros policiais.

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Enquanto esta destruição vai ocorrendo, a elite esquerdista dominante continua a subsidiar os invasores e a propagandear em seu nome. Críticas à conquista islâmica têm que ser criminalizadas.

A menos que a Europa morra de forma tranquila e se torne em algo análogo ao Médio Oriente, pobre, violento e retrógrado, o continente está em vias de entrar num momento bastante colorido da sua história onde a população nativa irá reclamar o seu território de forma violenta depois de se ver livre da elite politica - tanto da esquerda como da direita - que os traiu .

Fonte

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Por incrível que pareça, as coisas estão a evoluir tal como a elite esquerdista pretende. Eles sabiam que a imigração maciça de pessoas não assimiláveis traria desorganização social, e como tal, deram o seu apoio activo a essa traição dos europeus.

O multiculturalismo foi instalado não para acomodar as várias culturas no ocidente, mas sim para destruir a unidade social ocidental. Depois dessa unidade social ter sido reduzida a cacos, a elite esquerdista irá usar a força policial para "restaurar a ordem" - ordem essa que foi destruída pelas suas políticas.

É assim que funciona o esquerdismo. Eles criam os problemas e depois colocam-se a eles mesmos como agentes capazes e de resolver os problemas que eles mesmos criaram.

Dentro em breve?

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Belgistão? Sharia ganha forças


Abu Imran (na foto), o líder do grupo maometano "Shariah4Belgium", afirma que é só uma questão de tempo até que a sharia domine sobre o país. Ele não diz isto de forma que nós dizemos "é só uma questão de tempo até começarmos a envelhecer" mas sim com o mesmo espírito com que dizemos "é só uma questão de tempo até que sejamos suficientemente numerosos para controlar os destinos desta região".

Entretanto, os maometanos engravatados defendem que o islão não tem propósitos imperialistas, e que os maometanos "apenas" querem viver a sua vida tranquilamente. Sabendo que o islão permite que os muçulmanos usem de "taqqiyah" para avançar com a causa islâmica, em quem é que devemos acreditar?

Sem dúvida que os maometanos tem o direito de viver a sua vida de forma tranquila e pacífica e não serem vítimas de qualquer tipo de descriminação injusta religiosamente motivada. O problema que a Europa enfrenta não é com a maioria dos muçulmanos que não está politicamente envolvida, mas com a minoria que está e que tem o apoio da maioria.

O que é que a superior civilização Cristã deve fazer para sobreviver a esta invasão?

segunda-feira, 12 de março de 2012

Síria: Encontrados pelo menos 47 corpos de mulheres e crianças

«Os corpos de pelo menos 47 mulheres e crianças foram encontrados nos bairros de Karm Al Seitum e Al Adauié, alguns deles degolados e outros apunhalados pelos shabiha (milícias do regime)», afirmou Hadi Abdala, militante da comissão geral da revolução síria, que mostrou um vídeo como prova.

A TV estatal, no entanto, acusou «grupos terroristas armados» de terem «sequestrado cidadãos em bairros de Homs e tê-los filmado para provocar reações internacionais contra a Síria».

Pelo menos 34 pessoas já tinham morrido no domingo vítimas da violência no país, principalmente nas províncias de Idleb (noroeste) e de Damasco, bem como na cidade de Hama (centro), segundo uma ONG síria.

Entre os mortos, havia 15 civis, 14 militares e cinco rebeldes, indicou o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH), que dá conta de violentos combates na província rebelde de Idleb, cenário desde sexta-feira de uma violenta ofensiva do Exército.

Em breve discurso, o enviado internacional à Síria e ex-secretário-geral da ONU, Kofi Annan, disse ter apresentado a Assad propostas concretas para cessar a violência e promover um diálogo «que terão um impacto real in loco».

Fonte

terça-feira, 6 de março de 2012

Israel usa hospitais para torturar muçulmanos

Aliás, é a Síria que usa hospitais para torturar a sua própria população. Se Israel fizesse algo remotamente parecido com isto, a ONU, os EUA e a Rússia bombardeariam o Estado Judaico.

Esperamos ansiosamente que os muçulmanos e os esquerdistas que são rápidos a criticar Israel quando eles se defendem do terrorismo islâmico, sejam igualmente lestos a criticar as acções da Síria.

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O Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos assegurou hoje que alguns hospitais sírios converteram-se em centros de tortura dos feridos nos protestos contra o regime de Bashar Al-Assad.

"Em vários casos, as missões de investigação da ONU puderam comprovar que os hospitais se converteram, de facto, em centros de tortura dos feridos nos distúrbios", afirmou em conferência de imprensa Rupert Colville, porta-voz do Alto Comissariado para os Direitos Humanos.

Colville confirmou que as autoridades exigem ao pessoal sanitário que "não trate, não cure" os feridos que chegam ao hospital e que participaram nos protestos.

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