MITOS ISLÂMICOS

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quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Curdos: "Fomos roubados pelos nosso vizinhos Árabes"

Refugiados Curdos-Sírios relembram a forma como os seus vizinhos Árabes, em quem eles confiavam, se voltaram contra eles e furtaram as suas propriedades quando os jihadistas do Estado Islâmico invadiram as suas terras. Os lenços usados pelos homens que pilhavam a casa de Hassan Khashman e dos seus amigos Curdos, à medida que eles desesperadamente fugiam dos jihadistas invasores, escondiam as suas faces mas não as suas identidades.

O senhor Khashman, de 40 anos, agricultor, relembrando a visão das pessoas com quem tinha vivido lado a lado toda a sua vida a tratar as suas posses como coisas passíveis de serem levadas (como se fossem suas) enquanto a sua família fugia da povoação etnicamente mista de Kanaiyah como forma de proteger as suas vida, afirma:

Estas eram pessoas que nós todos conhecíamos, nossos vizinhos. .... Vimos Árabes a entrar na nossa casa e a roubar as nossas coisas. Alguns tentaram até roubar a nossa comida enquanto outros tentaram vender as nossas posses nos mercados locais. 

Histórias semelhantes são normais entre os milhares de Curdos que abandonaram a sitiada povoação de Kobane, e zonas circundantes, para a vizinha Turquia, à medida que a região foi varrida pelos impiedosos e ideologicamente motivados combatentes fervorosos do Estado Islâmico do Iraque e do Levante [EIIL]. Juntando-se à dor de ser forçado a sair das suas terras ancestrais está o roubo das suas posses - incluindo carros, animais do campo e casas - por parte de pessoas em que eles pensavam que poderiam confiar.

Muito descrevem a forma como os vizinhos [Árabes], que eles consideravam "irmãos", terem subitamente mudado de atitude, e se terem oferecido para se tornarem informadores locais - e até combatentes - para as forças maioritariamente estrangeiras do EIIL, à medida que eles varriam povoação atrás de povoação à caminho para Kobane - a zona fronteiriça-chave onde as milícias Curdas estão a combater o seu último ponto-sem-retorno.

Mostafa Bakr, de 33 anos, ferreiro de Nour Ali - povoação próxima de Kobane - que se encontra a viver num superlotado campo de refugiados na cidade fronteiriça Turca com o nome de Suruc, afirmou:

Eles [os Árabes locais] começaram por agir como guias para o EIIL, dizendo coisas como "esta é Curda, aquela vila é Curda, esta é a casa dum combatente dos YPG [milícia Curda]."


Em troca, segundo Mostafa Bakr, os voluntários Árabes receberam carta branca para roubar os Curdos:

Através dos altifalantes da mesquita, eles disseram que tudo o que pertence aos Curdos é halal [permitido] para ser roubado. Disseram "Allahu akbar" três vezes e eu testemunhei eles a dizerem que tudo o que pertence aos Curdos é halal.

Os Curdos dizem que o propósito é provocar uma alteração demográfica equivalente a uma limpeza étnica no norte da Síria, onde existem três Cantões Curdos maioritariamente autónomos.

Eles querem fazer desta área uma área puramente Árabe.

Esta posição é confirmada pelos oficiais Curdos, que afirmam que os Curdos que se recusaram a fugir na zona, baseando-se na crença de que a sua falta de posição política os haveria de salvar, estão a ser expulsos pelo EIIL. Idris Nassan, vice-chanceler Curdo, também exilado na Turquia, afirmou:

Eles [os jihadistas do EIIL] ordenaram que os Curdos de mais de 10 povoações abandonassem as suas casas no espaço duma semana. Numa povoação, Zarek, a cerca de 16 milhas de Kobane, eles substituíram todos os Curdos por Árabes. Esta povoação era importante, tendo a sua panificadora automatizada que providenciava trigo e farinha. Existem centenas de combatentes de povoações e aldeias vizinhas que se juntaram ao EIIL e foram até Kobane para roubar as propriedades das pessoas.

No entanto, o conflicto não é só entre Árabes contra Curdos visto que muitos Sírios Árabes fugiram também perante o avanço do EIIL e estão actualmente e viver em campos de refugiados ao lado dos seus compatriotras Curdos. Alguns Árabes foram vitimizados por terem parentes Curdos, tal como aconteceu com Jasm Mohammed, de 60 anos, que afirmou que foi forçado a fugir quando os Árabes locais o caracterizaram como alguém simpatético com a milícia Curda com o nome de YPG:

Eu viajava para a frente e para trás da minha povoação em al-Jasmiyeh para Dir Bazim, que é Curda, porque a minha filha casou-se com um Curdo e vivia lá. O meu primo avisou-me para sair daqui depois da chegada do EIIL, e disse-me que eu era procurado porque eu visitava uma povoaçâo Curda com regularidade. Eles querem criar uma divisão entre os Curdos e os Árabes.

O EIIL tem alguns Curdos na suas fileiras. Um deles, Khatab al-Kurdi, da cidade Iraquiana de Halabja, liderava o assalto a Kobane mas, segundo activistas Curdos-Sírios,  crê-se que tenha sido morto durante combates recentes. Mohammed Amin, um advogado Curdo-Sírio, encontra-se actualmente na posição de juiz numa administração sob o controle do EIIL numa povoação a 20 milhas de Kobane.

Mas mesmo assim, dizem os Curdos, mesmo que nem todos os Árabes tenham traído os seus vizinhos Curdos, a batalha tem conotações étnicas tangíveis. Diz-se que residentes de povoações Árabes próximas disparam tiros para o ar em celebração sempre que um míssil atinge Kobane. Marwan Islamil Osman, activista politica de Kobane, afirmou:

No passado, nós éramos amigos dos nossos vizinhos Árabes e estudávamos na universidade com eles. Mas eles [os Árabes] não têm lealdades fortes. Durante mais de 35 anos, eles colocaram-se do lado do partido Ba'ath [que se encontra no poder] na opressão feita por estes ao povo. Agora, eles estão a fazer o mesmo para o EIIL Oitenta por cento deles [Árabes] são assim. Se por acaso os Curdos voltarem para as suas terras e para suas povoações, temo que ocorram actos de vingança - e creio que os Árabes irão fugir.

Fonte: http://bit.ly/1wbQv1c


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Claro que os Curdos têm razão ao atacarem o racismo Árabe, mas eles não se apercebem que esse racismo só foi exacerbado pela ideologia islâmica que eles tanto adoram e veneram.

O islão, dito de forma clara, é um movimento supremacista Árabe, mascarado de religião, com o proposito único de estabelecer um regime político Árabe onde quer que seja possível.

As minorias étnicas são pragmaticamente "toleradas", mas o seu estatuto inferior nunca deixa de ser ressalvado - mesmo que elas sejam da fé islâmica.

Em caso de dúvida, perguntem aos oriundos do Bangladesh como é que eles são tratados nos países do Golfo Pérsico.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

As vítimas Cristãs esquecidas de Aleppo

Andando pelas vizinhanças predominantemente Cristãs da cidade de Aleppo - Azizieh, Siryan, Sulaimaniyah e Midan - ainda se podem ver os cartazes dos dois bispos, raptados pelos militantes islâmicos no ano passado, pendurados sobre as janelas das lojas, sobre as paredes e até nos carros. As pessoas por aqui não os esqueceram visto que o evento ainda se encontra bem fresco e bem doloroso tal como se ele tivesse ocorrido ontem. O rapto dos bispos foi um evento simbólico, indicado o colapso generalizado das relações comunitárias inter-religiosas num países sob o reino duma guerra civil sectária, e marcou o fim duma longa era de paz e de segurança relativas para os Cristãos da Síria.

As próprias ruas exibem um tipo de "normalidade" enganadora e surreal, o tipo de "normalidade" onde edifícios esburacados, ruas com buracos, carros destruídos, e até calçadas manchadas de sangue são visões normais e esperadas à medida que as pessoas seguem a sua vida normal sem olhar duas vezes. Esta é a vida actual, e esta é a realidade aqui. Como as coisas eram antes da guerra é irrelevante, as memórias daqueles lindos e distantes dias não importam e nem são mais levados em consideração.

O medo é palpável na cidade; ele paira de modo pesado no ar e um pouco por todo os sítios onde se vai, semelhante a um potente e enjoativo perfume. Ainda é possivel ver o medo no olhar das pessoas, nas linhas profundas das suas faces; pode-se ouvir o medo através da forma como andam e nas suas conversas; só se fala nisso.

Mas um novo tipo de medo permeia esta antiga e profundamente enraizada comunidade. O genocídio e a limpeza étnica são ameaças reais que assombram a consciência colectiva dos Cristãos da Síria. O destino terrível que se abateu sobre os seus co-religionistas do outro lado da fronteira em Mosul fez com que esta realidade fosse assimilada duma forma brutal e assustadora. A genocida e niilista seita da morte conhecida como "Estado Islâmico" está determinada em destruir tudo o que não seja igual a ela, e tem estado envolvida numa violência imparável que deixou para trás um trilho de corpos decapitados e valas comuns, normalmente corpos de minorias étnicas e religiosas.

Os militantes não escondem as suas campanhas genocidas compostas por matanças em massa e violência medieval; pelo contrário, para além de se divertirem com elas, eles celebram-nas abertamente e com alegria. Para eles, a violência não é um meio para um fim, mas o próprio fim.


Yousef é um lojista na vizinhança predominantemente Cristã de Sulaimaniyah, que testemunhou bombardeamentos constantes por parte dos rebeldes desde que a guerra civil dividiu o país em Julho de 2012. O seu irmão serve no exército Sírio em Damasco. Durante uma conversa, ele falou-me das questões e ansiedades predominantes que estão a atravessar a sua comunidade:

Porque é que os muçulmanos moderados não fazem mais para parar os extremistas que se encontram no meio deles? Será que eles concordam com a sua ideologia e com o seu extremismo? Vimos centenas de milhares de protestantes nas ruas manifestando-se contra os abusos do regime, portanto, porque é que não estamos a ver milhares de protestantes contra o que o EIIL tem vindo a fazer? Pior, temos visto actualmente muitas pessoas e grupos rebeldes a juntarem-se a eles. Existem muitas centenas destes grupos rebeldes, mas eles são todos iguais, todos eles têm esta ideologia extremista contra nós. A minha conclusão é que estes grupos e o EIIL têm o apoio das forças anti-governamentais para o que estão a fazer.

Os Cristãos da Síria tentaram, no seu todo, ficar de parte desta furiosa guerra civil mas frequentemente vêem-se envolvidos na confusão e nestes eventos sangrentos. Em mais do que uma ocasião, os Cristãos tornaram-se no ponto central da acção, tal como em Maaloula, Yabrud e Kassab, bem como em raptos altamente publicitados de freiras e sacerdotes.

Mas as vozes começam a questionar se eles devem continuar na sua neutralidade durante este conflito, que eles olham como um que se modificou para se tornar num conflito que os tem como alvo, e que está a ameaçar a sua comunidade com a aniquilação. Muitos acreditam que pegar em armas, pelo menos para auto-defesa, é uma escolha sábia, mas outros sentem que isto iria irritar e inflamar ainda mais os seus inimigos, fazendo com que eles venham a levar a cabo actos criminosos ainda mais horrendos.

Tal como muitos habitantes do Oeste de Aleppo, também alguns Cristãos tiveram que fugir à violência que rasgou a sua cidade; muitos nunca mais irão regressar. Mas ao contrário do êxodo em massa dos Cristãos em outros lugares, de modo geral, os Cristãos de Aleppo ficaram na sua cidade, sugerindo que a comunidade Cristã de Aleppo permanece ainda conectada com a sua casa ancestral, e são uma parte integral do diverso mosaico social, étnico e cultural da cidade.

Mas o medo duma limpeza étnica tal como aquela que está a ser observada no Iraque ainda causa medo. George, mecânico e dono duma garagem em Sulaimaniyah, afirmou:

Os Cristãos de Aleppo não irão ficar se o regime perder o controle da cidade. A sua estadia aqui será finalizada. Talvez para sempre. Os jihadis takfiri assegurar-se-ão disso. O seu plano é o de limpar a nação de pessoas não-sunitas. Por enquanto, eles estão a usar tácticas de medo e propaganda para intimidar as pessoas de modo a que elas abandonem a cidade antes deles chegarem; é assim tão fácil. É por isso que eles levam a cabo esses crimes macabros perante as câmaras, para vencer sem que tenham que disparar uma única bala. E quando eles invadem novas áreas, eles queimam as nossas igrejas e confiscam as nossas casas e os nossos negócios. Eles querem apagar todos os traços da nossa presença nas nossas terras. Que tipo de mensagem estão eles a emitir? Porque é que alguém haveria de querer juntar-se a tua religião sob ameaça?

George acusa o Ocidente de ser cúmplice da remoção de Cristãos do Médio Oriente:

Porque é que os Estados Unidos não levaram a cabo acções militares quando o EIIL perseguiu os Cristãos em Raqqa e Mosul? Porque é que só agora, quando são os Yazidis a serem atacados, é que eles levaram a cabo uma acção militar? Existe um plano de remoção de todos os Cristãos do Médio Oriente. É uma coisa de doidos. O Ocidente tem os mesmos planos que os terroristas têm para nós! E isto é claro: actualmente a França está a aceitar os refugiados Cristãos provenientes do Iraque, mas no Mali, a França enviou um exército para derrotar os terroristas. Será que eles são terroristas no Iraque e no Mali, mas revolucionários na Síria?

Muitos do argumentos que Yousef e George abordaram foram ecoados por toda a comunidade Cristã em Aleppo, indicando a sua partilhada situação e ansiedade, independentemente da sua afiliação política. Nem todos os Cristão de Aleppo apoiam o regime; de facto, uma larga percentagem deles não apoia, mas igualmente significante é que não se encontrará Cristão algum que dê o seu apoio aos rebeldes.

O bombardeamento recente e repetido da Igreja Católica Siríaca, um edifício enorme e icónico bem no centro da antiga comunidade Cristã de Azizeh, é visto por muitos como uma mensagem clara por parte dos rebeldes, revelando as suas verdadeiras intenções em relação à comunidade Cristã. Yousef afirma:

Já não há mais necessidade de manter a pretensão de libertação e liberdade. Eles [os rebeldes] foram bem sucedidos em vender essa imagem para o mundo exterior ao mesmo tempo que levavam a cabo as suas verdadeiras intenções na Síria em plena luz do dia.

sexta-feira, 9 de maio de 2014

A eterna "primavera"

É uma cena gravada para sempre na memória das testemunhas: homens mascarados arrastam o ensanguentado corpo de um homem pela praça pública, e amarram-no a uma cruz de metal improvisada. Cordas verdes fixam os braços esticados do corpo através da plataforma de madeira à medida que sangue jorra da cabeça (consequência dos ferimentos causados por balas).

Os militantes envolvem a t-shirt "WhatsApp" do morto com um letreiro contendo palavras escritas a vermelho onde se lê, em árabe, "Este homem lutou contra os muçulmanos e detonou um DEI [Dispositivo Explosivo Improvisado] aqui". A testemunha - um homem que iremos chamar de Abu Ibrahim - faz mais do que observar. Ele aproxima-se e tira fotos com o seu telemóvel; as crianças à volta dele, numa calma curiosidade, ficam de boca aberta perante tal espectáculo horroroso.

Abu Ibrahim pediu que a sua identidade seja mantida secreta temendo represálias. As suas fotos documentam a história dum corpo colocado de forma a imitar uma crucificação - e colocado de forma a enviar uma mensagem - numa cidade do norte da Siria com o nome de Raqqa. Um grupo proveniente da al-Qaeda, Islamic State of Iraq and Syria (ISIS), afirma que a brutal exibição serve de lição para quem quer que coloque em causa o seu domínio.

Passados 3 dias, o corpo "crucificado" do homem e de outra vítima alegadamente ainda se encontravam pendurados em Raqqa. Abbas Barzegar, professor-assistente de Estudos Islâmicos na "Georgia State University", afirmou:

A mensagem que eles querem passar é que aqueles que resistem ao domínio do grupo ISIS, resistem ao domínio de Alá, e aqueles que são inimigos do ISIS são inimigos de Alá e merecem a forma mais severa de castigo possível.

Na Terça-Feira o grupo jihadista levou a cabo um total de sete execuções públicas em Riqqa, mas só dois corpos foram expostos posteriormente, afirmou o "Syrian Observatory for Human Rights", grupo de monitorização sediado em Londres.

Abu Ibrahim, membro do recentemente criado grupo activista anti-ISIS em Raqqa, disse que as restantes 5 vítimas eram crianças com menos de 18 anos, uma delas um estudante da sétima-classe.

Fonte

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Mais fotos da brutalidade islâmica a decorrer na Síria podem ser vistas aqui.

O que é interessante, mas previsível, é o quão voluntariamente ignorantes os média ocidentais são:  segundo o Alcorão, existem penalidades duras para quem "semear a corrupção" dentro da comunidade maometana:

Alcorão 5:33 - O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo.

Note-se que os rebeldes maometanos que estão a crucificar os seus opositores são cuidadosos ao referir que estes adversários estavam a causar a  "semear a corrupção" dentro da comunidade maometana. No entanto, os média ocidentais, controlados por globalistas a quem lhe interessa derrubar Assad, caracteriza estes mesmos maometanos de "radicais" quando eles estão a fazer exactamente o que o Alcorão lhes ordena que façam. 

Ou seja, mesmo quando os maometanos fazem o que o Alcorão lhes ordena durante esta infindável "Primavera Árabe", eles são qualificados de "radicais" e "extremistas" e não de maometanos que apenas obedecem o que o seu "profeta" lhes ordenou.

quarta-feira, 23 de abril de 2014

O desaparecimento de Samra Kesinovic e de Sabina Selimovic

Duas raparigas Austríacas que se pensa terem sido enganadas para viajar para o meio do conflito na Síria estão actualmente a ser buscadas pela Interpol.

Samra Kesinovic, de 16 anos, e Sabina Selimovic, de 15, desapareceram das suas casas na capital Austríaca de Viena no dia 10 de Abril deste ano, reporta o Daily Mail. No entanto, os pais encontraram imensos posts nas redes sociais que sugerem que elas foram combater uma "guerra santa" na Síria.


Os pais das raparigas, que são refugiados Bósnios que se estabeleceram na Áustria depois dos conflitos étnicos dos anos 90, alegam que as tais mensagens presentes na internet nâo estão a ser escritas por elas. Eles alegam também que as duas meninas haviam começado há pouco tempo a frequentar uma mesquita liderada pelo clérigo radical Ebu Tejma.

Acredita-se que os pais das raparigas se encontrem no estrangeiro em busca das filhas - filhas essas que não têm estado em contacto com os pais. 

As fotos que se encontram no Facebook mostra as raparigas segurando em espingardas AK47. Numa das postagens as raparigas anunciam planos de casar como forma de se tornarem "guerreiras santas" enquanto que noutra postagem afirma que "a morte é o nosso objectivo".

Os oficiais Austríacos afirmam que não só o par muito provavelmente já se encontra num campo de treino jihadista, como é bem provável que elas já estejam casadas com maridos que fazem parte dos rebeldes.
Samra Kesinovic e Sabina Selimovic convertidas ao islão

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Mais duas meninas engolidas pela ideologia islâmica. E mesmo que elas voltem para os seus lares, o problema vai-se manter visto que o problema não são elas, e nem é o pregador "radical" Ebu Temja, mas sim a própria ideologia islâmica que ensina a jihad e o martírio como coisas nobres e merecedoras da vida eterna.

Curiosamente, se alguém dissesse a estas meninas como é o "céu" islâmico, é bem provável que elas tomassem outra decisão.

domingo, 9 de março de 2014

Seguidores de Maomé matam família Cristã no Egipto

Família Cristã composta por 4 membros e a viver em Alexandria (Egipto) foi barbaramente esfaqueada até à morte no Domingo quando se encontravam na sua casa em  al-Ibrahamya. A família era composta pelo pai, de 44 anos, a esposa, 35, o seu filho de 6 anos e o irmão da esposa.

Depois do assassinato, a casa, onde a família já vivia há alguns anos, foi incendiada pelos assassinos como forma de esconder o crime, mas a polícia controlou e apagou o fogo. Todos os corpos foram encontrados contendo marcas de esfaqueamento e outros sinais de violência extrema. A esposa e a criança tiveram os seus pescoços cortados enquanto que o pai foi esfaqueado até  à morte - com marcas de esfaqueamento por todo o seu corpo.

O crime não foi motivado por roubo, visto que a casa não foi roubada, e os relatórios preliminares dizem que a família foi assassinada por dar o seu apoio ao governo de Bashar Assad na Síria. Segundo se sabe, a esposa era uma apoiante bastante vocal, chegando a discutir assuntos políticos.

Os islamitas por todo o Médio Oriente, e especialmente no Egipto, são contra Assad e apoiam de forma  vigorosa a jihad contra o moderado governo de Assad numa tentativa de o remover do poder, e instalar um estado sharia na Síria.

A maior parte das minorias religiosas, incluindo os Cristãos, apoiam o regime secular de Assad, havendo visto a enorme violência feita contra outros Cristãos por parte dos rebeldes islamitas

Fonte


 "vem mesmo a hora em que, qualquer que vos matar cuidará fazer um serviço a Deus."
João 16:2

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terça-feira, 14 de janeiro de 2014

A tragédia dos hospitais Sírios

As lutas que estão a ocorrer entre os rebeldes Sírios colocou em xeque a segurança dum hospital na cidade nortenha de Aleppo, forçando os médicos a esconder os pacientes à medida que os confrontos entre os islamitas e o "Free Syrian Army" aumentavam.

Uma fonte local, que pediu anonimato por medo de represálias, disse que, "Os médicos fazem o seu trabalho de uma forma neutra, cuidando dos feridos de ambos os lados."

À medida que os médicos tratam os feridos, os combatentes do FSA e do grupo ligado à al-Qaeda "Islamic State of Iraq and Syria", ou ISIS, lutam no exterior do hospital e planeiam atacar-se mutuamente no interior. Os confrontos chegam depois do FSA ter dado um ultimato de 24 horas ao ISIS para se render e abandonar o país, e depois de ter prendido 200 membros ligados ao grupo com conexões com a al-Qaeda. O porta-voz do FSA, Loauy Mokdad, disse o seguinte à CNN:

Repetimos que não queremos combatentes estrangeiros na Síria. Não queremos grupos terroristas na Síria, e nós não deixaremos que eles façam bases na Síria.

Durante alguns meses, os grupos mantiveram uma aliança nervosa à medida que lutavam para derrubar o governo do Presidente Bashar al-Assad. Mas agora, as lutas entre ambos os grupos ameaça alterar o equilíbrio entre as forças rebeldes em favor dos grupos militantes e para longe dos grupos mais seculares.

O FSA acusou o ISIS de matar oficiais do FSA e de cometer crimes contra civis. Mokdad afirma:

Depois de seis meses a tentar raptar a nossa revolução e depois de terem controlado algumas zonas libertadas e depois de terem começado a forçar o nosso povo a agir como se estivessemos num estado islâmico, lançamos o aviso de que isso é algo inaceitável para nós.

O ISIS emitiu o seu próprio ultimato no Sábado, dando 24 horas aos membros do FSA para libertar os prisioneiros, ou então eles irão abandonar os seus pontos de comando comuns em Aleppo.

Entretanto, segundo uma fonte, o tempo está a escoar-se para os hospitais de áreas afligidas pela violência, onde o combustível necessário para os geradores e para as ambulâncias está escasso, e pode acabar no espaço de dias. A mesma fonte acrescenta que os médicos enfrentam perigos por todos os lados, e que as forças governamentais estão a ganhar vantagem em três lados da cidade.

A equipa médica em Aleppo será vitimizada pelo ISIS se este grupo vier a saber que o hospital está a tratar pacientes do FSA, e pelo FSA se eles souberem que os feridos do ISIS estão a receber ajuda médica, e pelos ataques aéreos do regime se eles souberem que a equipa médica trata membros de ambos os grupos.

Fonte

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Tribunal Egípcio condena 113 apoiantes da Irmandade Muçulmana


Tribunais egípcios condenaram 113 apoiantes da Irmandade Muçulmana sob acusações de atacar a polícia, distúrbios e posse de armas em três casos distintos levados a julgamento depois de protestos contra o governo militar.

As autoridades têm estado a atacar a Irmandade de forma agressiva desde que os militares depuseram o antigo presidente, o islamista Mohamed Morsi, após ondas de protesto contra a sua liderança. O governo acusa a Irmandade de recorrer à violência e como consequência, a mesma foi declarada como um grupo terrorista no dia 25 de Dezembro  de 2013. O grupo, por sua vez, defende que está comprometida com formas de protesto pacíficas. 

A decisão de Quinta-Feira, que está relacionada com os protestos de Novembro de 2013, inclui penas de 3 anos para 63 pessoas num só caso, uma das maiores sentenças em grupo dos últimos anos. O juiz multou cada um deles com 50,000 libras Egípcias ($7,200 dólares), e estabeleceu a fiança em 5,000 libras o que lhes permite evitar a prisão enquanto apelam o veredicto. 

Noutro caso distinto, 24 apoiantes da Irmandade foram também sentenciados a 3 anos de prisão (com trabalhos forçados) devido aos confrontos que ocorreram essencialmente durante a mesma altura noutra parte de Cairo. As acusações contra eles incluíam tumultos, reuniões ilegais, ataques dirigidos às forças policiais e membrasia num gangue terrorista armado. 

Num terceiro caso, um tribunal sentenciou 26 estudantes da Universidade de Al-Azhar a 2-1/2 anos de prisão cada um, também como consequência de acusações de ataques às forças de segurança, reuniões ilegais, e banditismo.

A Universidade de Al-Azhar tem sido palco frequente de protestos anti-governamentais desde a queda de Morsi. 

Reuters

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terça-feira, 17 de dezembro de 2013

A decapitação acidental


Combatentes anti-governamentais da Síria decapitaram por engano um outro combatente anti-governamental depois de assumirem que ele era um apoiante do Presidente Bashar al-Assad, segundo uma declaração online do grupo dos combatentes maometanos radicais.

Um outro vídeo exibia de forma chocante os insurgentes com o que parece ser a cabeça da vítima.

Segundo o Observatório Sírio para os Direitos Humanos, depois da decapitação determinou-se que a vítima era Mohammed Fares, um combatente anti-governamental ferido durante os confrontos contra o exército Sírio.

Poucos dias depois, uma declaração online dum porta-voz do grupo afiliado à al-Qaeda com o nome de "Islamic State of Iraq and the Levant" (ISIS), cujos combatentes aparentemente levaram a cabo a decapitação, apelaram ao perdão pelos assassínos e pediriam "contenção e piedade" por parte dos apoiantes anti-governamentais.

Numa declaração por parte da ISIS, Omar Al-Qahatani disse:
Apelamos a Alá que aceite Mohammed Fares no seu reino e perdoe os seus irmãos que buscavam formas de nos livrar dos inimigos de Alá e dos nossos inimigos.
Fonte.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Muçulmanos matam Cristãos e lançam os corpos num poço

Habitantes de Sadad (perto de Homs) que fugiram da povoação largamente Ortodoxa Síria quando os rebeldes a atacaram no mês passado, estão agora a regressar a casa só para descobrirem a dimensão das atrocidades naquele que é visto como o pior ataque de perseguição anti-Cristã desde que a guerra na Síria começou.

As informações enviadas pelos líderes da Igreja à agência de Caridade Católica "Aid to the Church in Need" descrevem a forma como nesta antiga cidade Síria, mencionada na Bíblia (Livro de Ezequiel), as pessoas vulneráveis não foram capazes de escapar - inclusive os idosos, os incapacitados, as mulheres e as crianças - e foram sujeitas à tortura tais como o estrangulamento. Fontes da Igreja afirmam que 30 corpos foram encontrados em duas valas comuns distintas.

Num dos poços de Sadad encontravam-se os restos de seis membros duma família, incluindo Matanios El Sheikh (85 anos), a sua esposa (75), a sua filha Njala (45) e os netos Ranim (18 anos e estudante universitário no primeiro ano) e o seu irmão Fadi (16 anos). 

Segundo se sabe, eles foram atirados para dentro do poço no dia 26 de Outubro juntamente com a avó maternal dos rapazes, Mariam de 90 anos. Os seus funerais, que se realizaram no dia 4 de Novembro de 2013, chegaram numa altura em que a comunidade começa a lamentar a perda daqueles identificados como "mártires" pelos líderes da Igreja.

As atrocidades decorreram durante a ocupação de uma semana a Sadad levada a cabo pelos militantes dos grupos "Al-Nusra Front" e "Daash", forças rebeldes que, segundo os líderes da Igreja, mantiveram 1,500 famílias como escudos humanos como forma de impedir o governo de retomar a povoação.


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Se 6 maometanos tivessem sido mortos por Cristãos e os seus corpos lançados num poço, a atrocidade estaria presente em todas as organizações de informação do mundmo ocidental. Mas como são Cristãos - e não maometanos - a serem mortos em nome de Alá, os políticos ocidentais e os média não se importam. Afinal de contas, é um acto de islmofobia criticar os actos violentos levados a cabo por maometanos.

Aparentemente, nós somos obrigados a demonstrar a nossa tolerância ignorando por completo a aniquilação de Cristãos Africanos, Asiáticos e do Médio Oriente.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Tribunal Egípcio ataca os islamistas

O Egipto proibiu a Irmandade Muçulmana de levar a cabo as suas actividades dentro do país à medida que o governo interino busca maneiras de acabar com os tumultos que se seguiram à deposição do antigo presidente Mohammed Morsi.

Numa declaração emitida na Segunda-Feira. o Juiz Mohammed al-Sayed afirmou:

O Egipto proibiu as actividades da Irmandade Muçulmana e das suas organizações não-governamentais, e também de todas as actividades nas quais ela participa ou que derivam dela.

O tribunal ordenou também que os bens da Irmandade Muçulmana sejam confiscados.

A Irmandade esteve ilegal durante a maior parte dos seus 85 anos de existência, no entanto, em 2011, aquando da expulsão do autocrata Hosni Mubarak, a organização recebeu permissão para operar livremente.

O grupo aproveitou a ocasião para organizar o seu partido político e ascender ao poder numa série de eleições pós-Mubarak. Em Março último a Irmandade Muçulmana foi reconhecida como uma ONG.

Fonte

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Este desenvolvimento é uma das poucas coisas boas que ocorreram depois da Primavera Árabe. Durante o reinado de Mubarak, a maior parte da população maometana do Egipto inocentemente pensava que, dada a oportunidade, a Irmandade Muçulmana governaria o país justamente e segundo os princípios islâmicos.

Quando a IM obteve o poder depois da queda de Mubarak, os Egípcios descobriram o que esses princípios islâmicos fazem a um país. Agora, a Irmandade Muçulmana voltou a ser banida.

sábado, 14 de setembro de 2013

Sheik Sunita Omar Bakri diz que o Islão está a ganhar a guerra

Numa entrevista exclusiva à RTP, o Sheik Sunita Omar Bakri considera que o Islão está a ganhar no terreno e terá sido isso que levou Barack Obama a ameaçar com uma intervenção militar na Síria. 

Expulso de Londres em 2006, acusado de ter ligações à Al Qaeda, o Sheik vive agora em Tripoli, no Líbano, de onde olha para a guerra na Síria como um conflito que opõe o mundo islâmico ao não-islâmico. 


Uma coisa que se torna manifesta durante a entrevista é o foco que o islão tem na aquisição do poder. Para o islão, o mais importante não é tanto que as pessoas adorem o deus Alá, mas sim que o islão tenha o poder e o controle da sociedade. Esta sede de poder é que torna o islão uma ideologia política análoga ao Comunismo ou ao Nacional Socialismo. 

O discurso religioso que existe no islão, tal como o discurso da "guerra de classes" dentro do comunismo e o discurso racial pró-Ariano dentro do Nacional Socialismo, são formas através das quais estes grupos políticos lutam para adquirir o poder total.



domingo, 4 de agosto de 2013

A intolerância islâmica

Numa recente visita à Síria como parte duma missão de ajuda humanitária, o Dr. John Eibner, CEO da "Christian Solidarity International (CSI)", encontrou-se com Cristãos Sírios da cidade de Qusayr que descreveram a limpeza religiosa da sua cada por parte de extremistas maometanos.

Segundo a CSI, antes da guerra civil, a Qusayr, localizada ma porção Este da Síria, perto da fronteira Libanesa, tinha cerca de 40,000 pessoas, incluindo 7,000 Cristãos.

“Na parte final de 2011, os Sunitas locais vieram ter connosco e disseram-nos para tornarmos parte nas demonstrações anti-regime, ou abandonar a cidade.Se nós não fizéssemos uma das duas, seríamos mortos,” afirmou Fadul Abu Yohanna Kasouhah, residente Cristão de Qusayr.

Segundo Fadul, os islamitas Sunitas da povoação usaram os megafones das mesquitas para nomear as famílias Cristãs e ordenar que abandonassem as suas casas.

Fadul disse à CSI como o seu primo foi morto por Sunitas quando se recusou a abandonar o local.

O meu primo disse 'Não sairemos daqui. Esta é a nossa cidade e a nossa terra.' Ele era recém-casado e a sua esposa estava grávida de 7 meses. Os Sunitas atiraram sobre ele e mataram-no quando ele se dirigia para o emprego na sua moto.

Segundo Fadul, eventualmente os extremistas Sunitas locais receberam a ajuda de jiadistas estrangeiros e a cidade foi esvaziada de Cristãos.

Em Março de 2012, muitos jihadistas estrangeiros vieram até Qusayr e rodearam a Estrada Cristã. Estes jihadistas receberam a ajuda duma turba de Sunitas locais.... No dia seguinte, todos os Cristãos abandonaram Qusayr—870 famílias. Só dois ou três Cristãos bem velhinhos é que ficaram. A maioria saiu da cidade sem nada. Ninguém nos ajudou.

Fonte.

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Isto é o islão no seu melhor. Enquanto são poucos em número, todos eles falam em "tolerância" e "entendimento". Mas quando se encontram em número suficiente, eles tornam-se intolerantes.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Quem foi Nicole Lynn Mansfield ?

É a primeira vítima norte-americana do conflito na Síria. Chamava-se Nicole Lynn Mansfield e viajara dos Estados Unidos para lutar ao lado dos rebeldes. Está a ser classificada como uma terrorista, que segundo o regime sírio lutava com a Frente Al-Nusra — o grupo mais radical que combate na Síria contra Bashar Al-Assad e que o Conselho das Nações Unidas classificou na semana passada como “terrorista”. Quando foi encontrada morta, usava um véu islâmico. A família não sabia dela.

A sua filha de 18 anos, Triana Lynn Mansfield, não concorda com essa imagem radical: “A minha mãe não era uma terrorista. Ela foi para lá por um motivo desconhecido e foi obrigada a ficar. Disse-me que voltaria ao fim de uma semana”, escreveu no Facebook. Mas de onde? Ninguém sabia. “Era uma mulher comum e foi mal influenciada por pessoas que quiseram aproveitar-se dela só por ser americana”, acrescenta a filha, citada pelo Guardian.

A sua identidade foi revelada pela televisão síria: nascera há 33 anos em Flint, no Michigan, onde deixara a filha de 18 anos antes de partir para a Síria, há três meses. Foi mãe aos 15 anos, deixou os estudos, deu apoio domiciliário a doentes e idosos e converteu-se ao islão, que identificava com uma religião de paz.

Muito mais caberia no seu retrato, segundo os familiares, para quem Nicole Mansfield tinha vocação para ajudar os mais necessitados. Familiares e amigos não sabiam onde andava ela há mais de três meses. Não ousavam adivinhar, mas secretamente pensavam que Nicole talvez tivesse voltado ao Dubai, onde esteve alguns anos casada com um homem que conhecera através da Internet.

Algo a levou a partir para um país em guerra, a Síria. É pelo menos essa a versão da televisão estatal síria, que mostrou imagens do carro baleado onde ela seguia e do corpo já sem vida, na província de Idlib, no norte, junto à fronteira com a Turquia. Segundo Damasco, Nicole terá sido alvo de um ataque das forças governamentais, depois de lhes ter lançado uma granada. Com ela, seguiriam dois ocidentais, um canadiano e o britânico Ali Almanasfi, de 22 anos.

Junto aos documentos encontrados e mostrados pelos media sírios estaria uma declaração que provava a sua ligação a um dos grupos rebeldes, como representante ou porta-voz, escreve o The New York Times, que contactou activistas em Idlib.

“Era uma boa pessoa, pacífica”, conta ao New York Times a amiga Janice Wilson. “Ela era toda virada para a paz, para ajudar as pessoas. Não percebo isto. Enviou-me uma mensagem há três semanas e meia a dizer que vinha para casa.” A única ligação que aparentava ter à Síria eram as fotografias do conflito que publicava no Facebook, tal como em 2011 publicara imagens da revolta no Egipto que levou à queda de Mubarak.

Nicole estudava o islão num mesquita de Flint — isso era conhecido, embora nem sempre compreendido pela família, protestante. Essa ligação começou no tempo em que Nicole e a amiga Janice Wilson partilhavam casa em Flint, davam assistência domiciliária a doentes e idosos e ambas se converteram ao islão, contou Janice Wilson ao The New York Times. “Era uma religião pacífica para ela, e isso dava-lhe um sentido numa altura em que tentava perceber quem era.”

O FBI lançou uma investigação e muito mais poderá vir a saber-se sobre as circunstâncias da morte de Nicole Mansfield. Mas grande parte da sua vida — e em particular a sua ligação à Síria — ainda está envolta em mistério. A avó, Carol Mansfield, disse à ABC News: “O que quer que ela estivesse a fazer não altera o facto de que terei sempre amor no meu coração para ela.”acto de que terei sempre amor no meu coração para ela.”


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Apesar de todo o romantismo envolvido na tragédia (tal como é trágico todas as outras pessoas inocentes que estão a morrer no confronto Sírio) a verdade é que muito provavelmente ela foi para a Síria para fazer jihad (obrigação islâmica).

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Mãe e filhos condenados por trocarem Islão pelo Cristianismo


A egípcia Nadia Mohamed e os seus sete filhos foram condenados em tribunal a 15 anos de prisão, em Beni Suef, no centro do país, por se terem convertido ao Cristianismo.

Nadia foi criada e educada na fé cristã mas converteu-se ao Islão quando se casou, há 23 anos, com Mohamed Abdel-Wahhab Mustafa. Porém, quando o marido morreu, decidiu reconverter-se à sua antiga religião, bem como todos os filhos.


A nova conversão de Nadia só foi conhecida depois de a família ter adquirido novos documentos de identificação, em 2004.


Um dos filhos da mulher foi preso dois anos mais tarde e confessou que a mãe e os irmãos tinham forjado novas identificações. Foram então todos presos, acusados e condenados.


   

Advogados dos Direitos Humanos alertam para o facto da sentença ser um sinal das políticas adoptadas no Egipto sob a lei islâmica, que consideram um autêntico atentado à liberdade religiosa. 

Recorde-se que laicos e cristãos coptas opuseram-se à nova Constituição, que gerou grande polémica aquando da sua votação e aprovação por incluir, precisamente, a lei islâmica (Sharia) como um dos preceitos constitucionais.

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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Muçulmanos continuam a expulsar Cristãos do Médio Oriente

Zahle é uma cidade cristã do Líbano, que fica no alto do vale do Bekaa, numa antiga estrada ligando Damasco a Beirute.  Ela tem um testemunhado, ao longo dos séculos, batalhas entre muçulmanos e cristãos, como a guerra civil que tomou o Líbano nos anos 1980. Ou os conflitos semelhante na década de 1860, quando a cidade foi incendiada por combatentes drusos e turcos que massacraram os cristãos.

Hoje em dia, a cidade é uma espécie de refúgio para as famílias cristãs que tentam fugir da morte trazida pela guerra civil na Síria. Este é um dos lugares escolhidos pelas agências cristãs que ajudam os refugiados. A maioria dos cristãos que saíram da Síria eram partidários do regime de Assad, mas muitos foram perseguidos mesmo tendo trabalhado activamente no movimento de oposição que tentou derrubá-lo.

Como um todo, a população cristã do Oriente Médio continua diminuindo.  Estima-se que cerca de cem anos atrás eles eram um quinto da população. Em 2012, o índice é de pouco mais de 5 por cento. Mesmo em países como o Líbano, que já teve uma maioria cristã, o número tem diminuído.  Alguns especialistas acreditam que esse é o percentual mais baixo da história e pode significar que eles podem estar perto da extinção.

Além da violência anticristã, um dos principais motivos é que os cristãos está têm uma taxa de natalidade muito menor do que os muçulmanos e uma alta propensão a emigrar.

Fadi Halisso, um ex-engenheiro católico, da cidade de Aleppo, ao norte da Síria, agora se prepara para o sacerdócio jesuíta na capital do Líbano. Ele acredita que os cristãos desejam  viver em paz nessa região turbulenta e por isso vão embora assim que a paz é ameaçada. “No Iraque os cristãos estão no meio de uma guerra. Não acho que foram alvo mais do que os outros grupos minoritários. Em geral, os cristãos nunca são maioria na região, não andam armados e por isso preferem recuar.”

Quando perguntado sobre os ataques recentes a igrejas em Alexandria ou Bagdad, ele é enfático: “Quando você tem algumas pessoas que causam problemas, acabam afectando toda uma região. Após esses ataques às igrejas, os cristãos da região se sentiram ameaçados. A impressão geral é que não somos mais bem-vindos, embora tenhamos boas relações com nossos vizinhos.”

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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Quem realmente controla a "Primavera Árabe"

Apareceu recentemente em sites árabes um video demonstrando a verdadeira natureza da insurgência Síria contra o regime de Assad - isto é, que os elementos dominantes da mesma não são só islamitas mas também de natureza terrorista. 

Para além disso, e como aconteceu em paises como a Líbia, muitos estrangeiros - incluindo terroristas afiliados à al-Qaeda - encontram-se na Síria, misturando-se com o resto das forças de oposição. 

Os mesmos elementos reveladores que emergiram por todo o lado - incluindo no Egipto durante o ataque à embaixada americana - encontram-se presentes no vídeo: a bandeira preta do islão, muçulmanos  com a aparência de Salafis, slogans jihadistas e louvor pelos terroristas e pelo terrorismo.

Dois homens encontram-se num edifício que parece ter sido esvaziado devido à violência; eles usam um microfone para cantar ao mesmo tempo que as pessoas se congregam nas ruas para cantarem juntas. Eles gritam palavras de louvor - especialmente quando o nome "Bin Laden" é cantado - e gritam "Alá é o maior!".

Eis aqui algumas palavras ditas pelos homens num sotaque árabe não-sírio (provavelmente sotaque saudita):
Chamaram-me terrorista, e eu disse "isso será a minha honra," este é um apelo divino . . . . derrotamos a América . . . o Trade (Center) tornou-se num amontoado de pedragulhos . . . Saudações por parte dos Talibãs e do seu líder mullah Omar . . . A vitória e nosssa, vencer é connosco, e Alá, com todo o seu poder, encontra-se do nosso lado. Os infiéis juntaram-se para nos derrotar mas não serão bem sucedidos.




Fonte

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Portanto, os maometanos estão em guerra uns com os outros, mas os seus cânticos são dirigidos aos americanos. Faz "sentido".

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Rebeldes sírios mataram 28 soldados das tropas regulares


Mais um ataque da oposição síria resultou na morte de 28 soldados, informou hoje o Conselho para Observação dos Direitos Humanos na Síria, sediado em Londres.

Homens armados da oposição atacaram três postos de controle do exército sírio nas proximidades da cidade de Sarakeb, perto da fronteira turca.

Os líderes da oposição, nessa cidade, confirmaram aos observadores de entidades defensoras dos direitos humanos que os ataques foram perpetrados por vários grupos.

 Informa-se também sobre a morte de 5 rebeldes no decurso dos choques.

Fonte

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Vídeo de mulher esfaqueada no Egipto [Gráfico]



Com a Primavera Árabe, tão querida pela Esquerda, pelos liberais e pelos “progressistas” — incluindo as feministas, os gueis, etc. — os chamados “crimes de honra” islâmicos, perpetrados em público, tornaram-se legais no Egipto, resultado da validação da lei islâmica (Sharia). Neste vídeo vemos o assassinato público de uma mulher por esfaqueamento.


¡ Tudo legal ! A Esquerda e os liberais devem estar muito orgulhosos.



quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Caricaturas de Maomé levam França a fechar embaixadas e escolas


O semanário satírico francês Charlie Hebdo publicou na capa desta quarta-feira um novo cartoon alusivo a Maomé.

Sobre um fundo verde, a caricatura mostra Maomé sentado numa cadeira de rodas que é empurrada por um judeu. Os dois bonecos, de olhos esbugalhados, afirmam que “não se pode rir”. No topo da página, uma manchete, que parece o título de um filme: “Intocáveis 2”. O Governo teme reacções violentas e anunciou medidas preventivas.

Esta foi a forma escolhida pela revista para dedicar a mais recente edição às manifestações que agitam o mundo muçulmano por causa de um filme, produzido nos Estados Unidos, que ridiculariza o profeta Maomé. O site da revista está inacessível. Há milhares de comentários na página da revista no Facebook, e também se pode ver uma cópia da primeira página com a caricatura de Maomé, mas não há informação sobre o que terá acontecido ao site.

Por que terá a revista publicado estas caricaturas quando os muçulmanos estão em alvoroço por causa de um filme que consideram ofensivo? O director da Charlie Hebdo, Charb, sustenta que essa não pode ser a questão. “Se nos começarmos a questionar se temos ou não o direito a desenhar Maomé, ou se é perigoso fazê-lo, a questão seguinte vai ser se podemos representar os muçulmanos num jornal. E depois talvez nos questionemos se podemos representar seres humanos, etc. No final, não poderemos representar nada. E um punhado de radicais que se mobilizaram pelo mundo e em França terão ganho”, afirmou o director em declarações à rádio RTL. Trata-se, portanto, de exercer a liberdade de expressão e de imprensa, sustenta Charb.

O Conselho francês do culto muçulmano, encara as caricaturas com “profunda consternação”, classificando os desenhos como “insultuosos”. O presidente deste órgão, Mohammed Moussaoui condenou, num comunicado, “com grande vigor, este novo acto islamofóbico que visa ofender deliberadamente os muçulmanos”. Ao mesmo tempo reafirmou o respeito pela liberdade de expressão, porém exprime também uma “profunda inquietação face a este acto irresponsável que, num contexto de grande tensão, pode tornar a situação ainda mais difícil e provocar reacções negativas”.

O Governo francês desaprova as caricaturas “no contexto actual”, disse o primeiro-ministro francês Jean Marc Ayrault (socialista), que apelou à contenção e à “responsabilidade individual” de todos. Porém, também disse à rádio RTL que a França é um país “onde a liberdade de expressão está garantida, tal como a liberdade de caricaturar”.

Em Paris, no sábado, 150 manifestantes foram detidos depois de terem participado num protesto não autorizado à porta da embaixada norte-americana. Isto por causa do filme Innocence of Muslims, que entre outras coisas apresenta o profeta em diversas cenas de sexo, com mulheres e com homens, e aprova o abuso sexual de crianças. Quatro dias depois, a revista francesa publica as caricaturas, e o Governo de Paris teme uma reacção mais problemática.

As embaixadas e escolas francesas em países muçulmanos serão encerradas na próxima sexta-feira, dia de oração para os muçulmanos

O ministro dos Negócios Estrangeiros mandou reforçar a protecção nas embaixadas localizadas em países onde possa haver reacções violentas como sucedeu com o consulado norte-americano em Bengasi, na Líbia. Foi aqui que se registaram alguns dos actos mais graves, na última semana, e que levaram à morte do próprio embaixador americano.

Na Indonésia, o país muçulmano mais populoso do mundo, todas as estruturas diplomáticas e de representação da França foram encerradas temporariamente, adianta o jornal francês Le Monde.Não é a primeira vez que esta revista põe caricaturas de Maomé na capa. Em Fevereiro de 2006 republicou os desenhos que tinham saído num jornal dinamarquês, o Jyllands-Posten, à mistura com outras caricaturas originais. Um acto que, na altura, foi condenado pelo então presidente francês, Jacques Chirac (direita).

Os responsáveis da revista foram julgados em França e absolvidos, um ano mais tarde. Mas a vida da equipa da revista não ficou mais fácil. Em Novembro de 2011, a redacção foi completamente destruída após um ataque com uma bomba incendiária. Na véspera do ataque, a revista tinha anunciado que o número seguinte seria chefiado por Maomé, para “celebrar” a vitória do partido islamista Ennahda nas eleições legislativas na Tunísia, um dos países que assistiu a uma mudança política da chamada Primavera Árabe.

Fonte



sábado, 1 de setembro de 2012

Jihadistas egípcios livremente apelam para o genocídio de Cristãos.

Segundo a El Fegr, "Elementos pertencentes a organizações jihadistas distribuíram panfletos (...) apelando à matança de Coptas no Suez, Ismailia, e o Alto Egipto, prometendo que eles [os Coptas] um fim trágico se eles não regressassem à verdade."

O medo e o terror entre os Cristãos egípcios aumenta todos os dias.

Uma imagem com a cópia da carta apareceu no site da El Feg. Com o título de "Um Urgente e Importante Aviso," a mesma começa apelando "a todos os irmãos e irmãs" para "matar ou atacar fisicamente os inimigos da religião de Alá - os Cristãos de todas as províncias do Egipto, os escravos da Cruz, que a maldição de Alá esteja sobre eles . . . "

A mesma carta procede prometendo recompensas monetárias a quem ajudar a "atingir os direitos de Alá sobre os seus inimigos."

Como testemunho do quão à vontade as organizações jihadistas se sentem no Egipto actual, sob a presidência de Muhammad Morsi (Irmandade Muçulmana) , a usual linguagem críptica é abandonada, uma vez que a carta nomeia pontos de contacto e até uma mesquita - Sheikh Ahmed Mosque em Kasfrit - onde todos os interessados se devem reunir "depois das rezas de 6ª Feira, onde novos membros da organização serão recebidos."

Segundo se sabe, este apelo só terá fim quando os Cristãos egípcios "regressarem à verdade," referência que provavelmente significa que 1) ou os Cristãos aceitam a "verdade" - isto é, o islamismo - 2) ou então aceitam o estatuto sub-humano de dhimmi (Alcorão 9:29).

Conversões forçadas e estatuto de dhimmi são ocorrências regulares no panorama Egípcio de hoje, tal como já o eram no passado.

Fonte

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Infelizmente para os Cristãos, quem controla as organizações mundiais que podem impedir este tipo de actividade (ou pelo menos colocar pressão sobre os líderes egípcios) odeia o Cristianismo tal como os muçulmanos odeiam o Cristianismo. Devido a isto, o genocídio Cristão está a ser feito com a complacência das Nações Unidas, da União Europeia e de muitas outras ONGs "humanitárias" que estão mais preocupadas com a morte de *1* homossexual no Chile, ou preocupados com a promoção do aborto, do que com as dezenas de Cristãos que são mortos mensalmente nos países islâmicos, países comunistas ou na Índia.

O motivo para este desprezo do sofrimento Cristão é simples: os esquerdistas têm planos semelhantes para os Cristãos ocidentais. Aquilo que os maometanos fazem aos Cristãos no Médio Oriente, é exactamente o mesmo que os esquerdistas querem fazer aos Cristãos ocidentais. Por isso é que de maneira nenhuma eles podem condenar estes gestos jihadistas quando eles mesmos querem colocar em práctica os mesmos gestos o mais rápido possível.

O que os jihadistas e os esquerdistas não sabem (mas vão ficar a saber) é que Quem controla os destinos da humanidade é o Deus dos Cristãos,o Deus dos Judeus - o Deus de Israel - não o deus dos árabes. Devido a isto "Maior é Aquele que está em vós do que aquele que está no mundo." [1 João 4:4]

Para além disto, convém levar em conta que, como o islão é uma ideologia política mascarada de religião, este apelo ao genocídio de Cristãos, para além de ser consequência lógica de quem leva o Alcorão a sério, é também uma arma política útil para a elite muçulmana; quanto menos não-muçulmanos houver entre a população mais fácil vai ser controlar a mesma.



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