MITOS ISLÂMICOS

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segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

O porquê dos jihadistas estarem a vencer

Por Bill Muehlenberg

Ok. Como uma nação Ocidental, foi nisto que nos tornamos: um maometano devoto, motivado por uma ideologia islâmica, comete um acto de terror nas estradas duma cidade Australiana, matando duas pessoas inocentes, mas os média conseguem transformar isto num caso dum maometano incompreendido alvo de intimidação dos Australianos malignos!

Nós temos agora uma nova vítima infeliz. São os dois Australianos inocentes assassinados? Claro que não! É o maometano tomador de reféns. Ele e toda a comunidade maometana são as verdadeiras vítimas deste evento todo, e, de alguma forma, nós, os Australianos, é que somos os maus da fita. É neste ponto que nos encontramos actualmente; os nossos líderes e os nossos média são dhimmis certificados.

A jihad chegou às nossas ruas mas tudo o que os media querem fazer é dizer-nos que a jihad não chegou às nossas ruas. Os média pegaram num evento real, e voltaram-no por completo: segundo eles, isto não foi um ataque islâmico e o mesmo de maneira alguma está relacionado com o islão. Isto deve ser verdade porque os média têm reportado apologista atrás de apologista a afirmar que esta é a verdade, e como tal, deve ser verdade.

Nós temos assassinos maometanos a matar em nome de Alá, mas tudo o que os média podem repetir constantemente é como os Australianos são "racistas" e "xenófobos". De que lado é que os média estão? Claro que esta é uma pergunta retórica.

Enquanto o drama de 16 horas decorria, escrevi dois artigos em torno desta situação trágica. Agora que tudo acabou, um certo número de artigos começou a aparecer. Deixem-me focar a vossa atenção a alguns deles. Larry Pickering, entre outros, salientou a loucura da teoria de que Man Monis nada mais era que um "lobo isolado":
As gritos de "ataque de lobo solitário" ecoam através dos média como uma alternativa politicamente correcta à expressão "terrorismo islâmico". Mas a distorcida mente islâmica de Sheik Man Haron Monis está à vista de todas as pessoas na sua conta do Facebook com mais de 14,000 "likes"..... bem, estava à vista até a sua página ter sido removida por alguma pessoa embaraçada. 
Não é estranho que um lobo solitário possa ter outros tantos lobos a seguirem-no, prontos e dispostos a juntarem-se na matança? Não, não é, se por acaso queres acreditar na existência de lobos solitários. 
Sabes quem são os lobos solitários, certo? São aqueles que pertecem à mente débil da extrema-esquerda e dos apologistas do terrorismo islâmico. A realidade dos factos é que o lobo solitário pertence a contos de fada tais como "Os Três Porquinhos"; se nós esperarmos um bocado, veremos que por trás do "lobo solitário" vem o resto da matilha.
Outras pessoas salientaram outra verdade inconveniente em tornos ds seguidores do Facebook:
Premier Mike Baird – 11,500 likes 
Clover Moore – 6,500 likes 
Man Haron Monis – 14,725 likes (antes da sua página ter sido apagada ontem; um "pária" da comunidade islâmica".)
E a ideia idiótica de que o islão é a vítima deste incidente, e que nós temos que nos preocupar com os pobrezinhos dos maometanos se encontrarem expostos a alguma campanha de ódio por parte daqueles que estão a ser mortos, está a ser brilhantemente confrontada por Chris Kenny, que diz:
Temos que aceitar a realidade contundente: os extremismo islâmico, quer seja levado a cabo por grupos altamente organizados ou por solitários dementes, quer seja importado ou com origem local, é real e é um perigo. A nossa comunidade alargada e os média têm que lidar com esta realidade como um facto consumado tal como os fazem as nossas forças de segurança. 
Os poucos casos isolados de respostas islamofóbicas normalmente são lidadas de maneira assertiva e denunciadas pelos nossos cidadãos - sem falar nas nossas autoridades. Esses casos são sempre repreensíveis e intoleráveis, mas estão bem longe de serem a norma - algo que não faz parte da maneira de ser Australiana - e qualquer tentativa de estabelecer algum tipo de equivalência entre esses actos e os ataques terroristas mortíferos são um insulto para as vítimas do terror. 
No entanto, enquanto os nossos compatriotas Australianos ainda se encontravam encolhidos à mercê dum atirador extremista, as redes sociais já se encontravam agitadas com uma campanha hashtag sugerindo que os muçulmanos Australianos estariam seguros nos nossos transportes públicos. 
Os muçulmanos estão seguros nos nossos transportes públicos todos os dias. Ontem, nas amontoadas multidões de Martin Place, havia mulheres muçulmanas com lenços nas suas cabeças, misturando-se com as outras pessoas e a expressar as suas preocupações lado a lado com os Australianos não-muçulmanos. Esta é a nossa forma de ser. A ideia de que a Austrália precisa de provar a sua pluralidade e a sua tolerância é uma sugestão equivocada e idiota.
Finalmente, Bernard Gaynor disponibiliza-nos algumas verdades que temos que levar em conta. Ele apresenta-nos "cinco coisas que os média mainstream estão a distorcer" em torno da adição islâmica às festividades Natalícias durante as últimas 24 horas:
1. Nós nunca poderíamos aguardar algo como isto. 
Aparentemente, isto é algo que nunca pensamos que poderia ocorrer em Sydney. Pelo menos foi isso que o Premier de New South Wales, Mike Baird, disse esta manhã. Está lá? Mike? Está alguém em casa? Os Australianos não são peixes-dourados. Nós temos a capacidade de nos lembrar-mos de coisas que aconteceram para lá dos últimos 3 segundos. 
Por exemplo, o facto de 800 polícias terem descido sobre Sydney há apenas algumas semanas atrás para impedir que um pacífico seguidor da religião pacífica pacificamente cortasse a cabeça dum Australiano aleatório. Em Martin Place, exactamente onde está o Lindt Café. Se por acaso alguém não viu que isto poderia acontecer, certamente que tinha a sua cabeça na areia e o seu traseiro a apontar para o céu, quase como se já tivesse abraçado o islão. 
Muito provavelmente, no entanto, a maior parte das pessoas não esperaria receber notícias de que um atirador demente se encontrasse sob fiança devido a uma multitude de ofensas sexuais e em relação ao assassinato da sua esposa (ela foi pacificamente queimada viva). Ou então que este rapaz tinha o hábito de enviar cartas abusivas às famílias de soldados Australianos que haviam morrido no Afeganistão. 
Quem é que precisa de se preocupar com a ameaça islâmica quando o próprio sistema legal Australiano tem tão pouca consideração pelas vidas Australianas ao permitir que este homen andasse livremente pelas ruas? Mas eu não consigo encontrar melhor publicidade para a verdade do islão do que facto deste desviado sexual assassino andar pelo coração de Sydney sob a sombra das mais famosas palavras de Maomé. (...)
4. Os líderes islâmicos condenaram a violência. 
Aparentemente o Grão-Mufti da Austrália condenou o cerco ao Lindt Café. E com isso, os média esforçaram-se para falar da forma como os muçulmanos temem pelas suas vidas, vivendo num país tão racista como a Austrália. Mas a realidade dos factos é que o Grão-Mufti Ibrahim Abu Mohamed tem muito que esconder para emitir essa declaração. 
Este é mesmo homem que em Outubro último enviou uma carta ao Senado Federal, alegando que as novas leis anti-terrorismo inibiam a sua liberdade religiosa. Não é preciso dizer mais nada porque a declaração do Grão-Mufti diz tudo: ela é uma admissão clara que o islão promove o terrorismo. A verdadeira questão é: porque é que os média quase nem reportaram isto? 
5. A comunidade islâmica sofre com isto. 
Se formos acreditar nos média, as últimas 24 horas estão a causar danos terríveis junto da comunidade islâmica. Por favor. Esta é a rotina bom polícia/mau polícia. Alguém entra para dentro dum café e mata duas pessoas. Em resposta a isto, os apologistas islâmicos recebem uma enorme quantidade de tempo de antena. 
O Premier de New South Wales faz conferências junto do homem que disse que as novas leis anti-terrorismo colidem com a liberdade religiosa e com os serviços religiosos interconfessionais que são levadas a cabo nas mesquitas por toda a nação. Os políticos estão a fazer todos os esforços possíveis para promover o islão. E isto porque dois Australianos foram mortos sob a bandeira islâmica. Tal como disse, por favor! 
E, obviamente, os idiotas das redes sociais ficaram doidos. A hashtag #illridewithyou ganhou forma, e, obviamente, é um gesto totalmente vazio criado apenas e só para reforçar os sentimentos arrogantes de superioridade moral mantidos por aqueles que promovem a tolerância à custa da segurança da nossa nação. E nada revela a natureza vazia dos bem-feitores morais que o facto deles não fazerem nada de bom. Eles apenas "tuitam" o bem, tal como deuses nos lugares mais elevados. 
Se por acaso tu defendes a ideia do domínio islamico e da lei sharia, as últimas 24 horas revelaram que assassinar dois Australianos é practicamente tudo o que é preciso para que todos os outros exibam deferência e submissão. Claro que não é assim tanta deferência. Esperem que mais violência ocorra.
Fico feliz que algums outras vozes sóbrias e sensíveis estão a ser ouvidas em relação a isto. Com os média mainstream a ter practivamente vendido a sua alma ao diabo - neste caso, ao diabo islâmico - é refrescante ouvir algumas outras pessoas que não perderam a sua cabeça e nem se juntaram às hordes de zombies.

- http://goo.gl/xsx6sh.

domingo, 16 de novembro de 2014

O terrorismo dos grupos islâmicos está acordo com o exemplo de Maomé?

Por Raymond Ibrahim

Qual é a relação entre o Estado Islâmico, EIIL, com o Islão? A resposta da maioria dos políticos ocidentais é: “Nenhuma.” O presidente dos Estados Unidos, Barack Hussein Obama, declarou de forma firme que o Estado Islâmico não é "Islâmico". Devido a isto, convém perguntar: o que é e o que não é islâmico?

O processo tradicional - a resposta islâmica - é o seguinte: O que é que os textos centrais e as escrituras islâmicos dizem sobre o ponto em questão? Será que o Alcorão, tido pelos muçulmanos como livro que contém os comandos literais de Alá, apela ou justifica o ponto em questão? Será que os textos das hadiths e das siras - que alegam conter os ditados e os actos do profeta de Alá, que o Alcorão coloca como exemplo a ser emulado pelos muçulmanos (Alcorão 33:21) - apelam ou justificam o ponto em questão?

Se ainda permanecer alguma ambiguidade, o próximo passo é: qual é o consenso (ijma) entre as autoridades principais do mundo islâmico em relação a isto? Neste ponto, é comum termos que nos voltar para as tafsirs, as exegeses dos homens mais eruditos dentro do islão - a ulema - e levar em contra as suas conclusões. O próprio Maomé alegadamente disse que "a minha umma [nação islâmica] nunca está de acordo em relação a um erro."

Por exemplo, o Alcorão ordena aos crentes que respeitem as rezas; conformemente, todos concordam que os muçulmanos têm que rezar. Mas o Alcorão não específica o número de vezes. No entanto, nas hadith e na sira Maomé deixa bem claro que se deve rezar cinco vezes por dia, e a ulema, havendo considerado tais textos, concorda que os muçulmanos têm que rezar cinco vezes por dia. Logo, certamente que rezar cinco vezes por dia é um acto islâmico.

Embora os políticos Ocidentais e os apologistas islâmicos Ocidentais prontamente aceitem tal metodologia para determinar o que é islâmico - as rezas estão no Alcorão, Maomé esclareceu a sua implementação nas hadith, e a ulema está de acordo em relação a isso - sempre que a questão lida com coisas que colocam o islão sob "má luz" segundo as sensibilidades [esquerdistas] Ocidentais, então a abordagem-padrão mencionada em cima, criada para se estabelecer o que é islâmico, é totalmente ignorada.

Consideremos alguns dos actos mais extremos cometidos pelo Estado Islâmico - decapitações, crucificações, escravizações, predação sexual, massacres, e a perseguição de minorias religiosas - e testá-las à luz da tradicional metodologia islâmica . Iremos analisar se estes actos  estão de acordo com o critério islâmico, especialmente dentro do contexto da jihad - que tem a sua própria regra de conduta.

Decapitações

O Estado Islâmico decapita os "Infiéis" - incluindo mulheres e crianças. Este aspecto do Estado Islâmico provocou o horror um pouco por todo o mundo, mas o que eles fizeram é islâmico ou não? O Alcorão apela para a decapitação dos inimigos do islão, especialmente dentro dum contexto bélico, ou jihad:

"E quando vos enfrentardes com os incrédulos, (em batalha), golpeai-lhes os pescoços, até que os tenhais dominado, e tomai (os sobreviventes) como prisioneiros." (47:4)

Outra ayah declara:
"E de quando o teu Senhor revelou aos anjos: Estou convosco; firmeza, pois, aos fiéis! Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos!" (8:12).
E em relação ao outro critério - o exemplo do "profeta" e o onsenso da umma -  Timothy Furnish, autor do ensaio de com o título de “Beheading in the Name of Islam,” escreve:
A práctica da decapitação de cativos não-muçulmanos remonta até ao tempo do profeta. Ibn Ishaq (d. 768 C.E.), o mais antigo biógrafo de Moamé, registou a forma como o profeta ordenou a execução através da decapitação de 700 homens da tribo Judaica de Banu Qurayza em Medina por uma alegada conspiração contra ele. Os líderes islâmicos desde os tempos de Maomé até aos dias de hoje seguiram este modelo. Exemplos de decapitações, tanto dos vivos como dos mortos, dentro da história islâmica são uma miríade. (...) Durante séculos os principais estudiosos interpretaram este versículo [47:4, o versículo da decapitação] de forma literal. (....) Muitas interpretações recentes permaneceram consistentes com aqueles de há mais de mil anos atrás.
Crucificações

Com regularidade, o Estado Islâmico crucifica pessoas inocentes; os órgãos de informação mainstream alegam que até a al-Qaeda está “chocada” com tal comportamento. No entanto, o Alcorão declara na sura 5:33 o seguinte:
O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo.
Consequentemente, as crucificações são comuns por toda a história islâmica. Depois do "profeta" do islão ter morrido em 632 [envenenado por uma mulher judia], muitos Árabes foram acusados de apostasia. O primeiro califa, Abu Bakr, deu então início a uma jihad contra eles e muitos "apóstatas" foram crucificados como um exemplo para os demais. No livro Witnesses For Christ: Orthodox Christian Neomartyrs of the Ottoman Period 1437-1860, a crucificação é listada como uma das muitas formas através das quais os Cristãos foram executados pelos muçulmanos Turcos. 

Mais dramático ainda, no seu livro de memórias Ravished Armenia, Aurora Mardiganian descreveu a forma como observou 16 raparigas crucificadas e os abutres a comerem os seus corpos mortos - tudo isto no início de século 20 e na cidade de Malatia:
Cada uma das raparigas havia sido pregada à cruz viva, cravos espetados nos pés e nas mãos..... Só o seu cabelo, agitado pelo vento, cobria os seus corpos.
Mais recentemente, algumas pessoas (incluindo crianças) foram crucificadas pelos auto-proclamados Jihadistas em nome do islão em países tão diversos como a Costa do Marfim e o Iémen.

Escravatura e Violação Sexual

O que dizer da escravatura, especialmente a escravatura de mulheres não-muçulmanas para propósitos sexuais que está a ser levada a cabo pelo Estado Islâmico? Partindo da mais elevada autoridade escritural dentro do islão - o Alcorão -, passando pelo ao maior exemplo comportamental para os muçulmanos - o "profeta" Maomé - e levando em conta a história islâmica e os eventos mais recentes, a escravização sexual das mulheres "infiéis" é um aspecto canónico dentro da civilização islâmica. O Alcorão 4:3 permite que os muçulmanos tenham relações sexuais com "o que tendes à mão", termo categoricamente definido pela ulema como as mulheres "infiéis" capturadas durante a jihad.

O próprio "profeta" do islão manteve concubinas conquistadas durante a jihad, e teve relações sexuais com elas. Uma mulher Judia com o nome de Safiya bint Huyay foi dada em "casamento" a Maomé imediatamente após o seu pai, o marido e os irmãos terem sido chacinados pelos muçulmanos durante o raid à sua tribo. Maomé tomou-a como despojo de guerra depois de ficar a saber da beleza da jovem mulher. Sem surpresa alguma, ela mais tarde confessou, "De todos os homens, aquele que eu mais odiava era o profeta uma vez que ele matou o meu marido, o meu irmão, e o meu pai" pouco antes de ter "casado" (ou, menos eufemísticamente, "violado") com ela.

Khalid bin Walid - a "espada de Alá" e herói para todos os que aspiram a ser jihadistas - violou outra mulher conhecida pela sua beleza no campo de batalha, com o nome de Layla, pouco depois de ter cortado a cabeça "apóstata" do seu marido, a ter incendiado, e ter cozinhado o seu jantar sobre esse fogo.

Massacres

O que dizer dos massacres em larga escala? Neste video, o Estado Islâmico parecer reunir, humilhar e marchar centenas de reféns masculinos (cujo número disponibilizado é o de 1400) para as suas trincheiras, onde o Estado Islâmico procede disparando contra a cabeça de cada um - ao mesmo tempo que a bandeira negra do islão é agitada.

O próprio "profeta" ordenou o massacre cruel de "infiéis"; depois da batalha de Badr, onde Maomé e os primeiros maometanos prevalecerem sobre os seus inimigos, Maomé ordenou a execução de alguns dos reféns. Quando um dos reféns, com o nome de ‘Uqba, implorou a Maomé para poupar a sua vida, perguntando "Mas, Ó Maomé, quem irá olhar pelos meus filhos?", o "profeta respondeu, “o inferno.”

Ainda mais conhecida é a ordem de Maomé para a execução de aproximadamente 700 homens Judeus da tribo de Banu Qurayza. Segundo a descrição da sira, depois da tribo Judaica se ter rendido depois do cerco, Maomé ordenou que todos os homens fossem levados para onde valas haviam sido escavadas, onde prontamente ele os decapitou - tal como o Estado Islâmico marchou e executou as suas vítimas nas trincheiras tal como observado neste video.


Dhimmitude

O Estado Islâmico é também responsável por ressuscitar uma distinta instituição islâmica que foi banida no século 19, graças à intervenção das forças coloniais: a “dhimmitude.” O estabelecimento da dhimmitude é a práctica de exigir um tributo (jizya) da parte dos Cristãos e Judeus conquistados, e sujeitá-los a uma vida de cidadãos de terceira categoria. Ambos os grupos têm que aceitar uma gama de medidas debilitantes e humilhantes: não podem construir ou reparar igrejas, não podem ter sinos nas igrejas ou adorar de forma ruidosa, não podem exibir cruzes, não podem enterrar os seus mortos perto dos muçulmanos, etc.

Estas medidas derivam também dos principais textos islâmicos; o Alcorão 9:29 apela aos muçulmanos que lutem contra "O Povo do Livro" (interpretado como os Cristãos e os Judeus) "até que, submissos, paguem o Jizya". E as Condições de Omar - nomeado segundo um dos "califas piedosos" - explica a forma como eles têm que "se sentir subjugados", que é precisamente o que o Estado Islâmico decretou.

As ulemas do passado e as do presente confirmaram que o Alcorão 9:29 e as Condições de Omar têm o significado literal. Logo, segundo o Sheikh Saudita Marzouk Salem al-Ghamdi, falando durante um sermão de Sexta-Feira:
Se os infiéis vivem entre os muçulmanos, segundo as condições estabelecidas pelo profeta - não há nada de errado com isso, desde que eles paguem o Jizya ao erário islâmico. As outras condições [em referência às Condições de Omar] são .. que eles não renovem a igreja ou o mosteiro, não reconstruam as que foram destruídas ... que dêem o seu lugar aos muçulmanos, se estes se quiserem sentar .... que não exibam a sua cruz, que não façam soar os sinos da igreja, que não levantem as suas vozes durante as suas orações ..... Se eles violarem estas condições, eles ficam sem protecção.
É falso afirmar, como o fez o presidente Obama, que o Estado Islâmico "não é islâmico". Na realidade, até os detalhes mais bárbaros - incluindo a exibição pública dos mutilados corpos dos "infiéis", rindo e posando com as suas cabeças decapitadas - têm o apoio no Alcorão e nas histórias em torno do "profeta".

É desonesto aceitar a metodologia da jurisprudência islâmica - "X faz parte do Alcorão, das hadith, das sira, e é isso consensual entre a ulema?" - só para rejeitar essa mesma metodologia sempre que X coloca o islão sob "má luz". Dentro do contexto da jihad, tudo o que o Estado Islâmico está a fazer - decapitações, crucificações, massacres, escravizações e subjugação de minorias religiosas - está de acordo com o islão, e desde logo, são actos islâmicos.

Fonte: http://bit.ly/1Df83vt

quarta-feira, 23 de abril de 2014

O desaparecimento de Samra Kesinovic e de Sabina Selimovic

Duas raparigas Austríacas que se pensa terem sido enganadas para viajar para o meio do conflito na Síria estão actualmente a ser buscadas pela Interpol.

Samra Kesinovic, de 16 anos, e Sabina Selimovic, de 15, desapareceram das suas casas na capital Austríaca de Viena no dia 10 de Abril deste ano, reporta o Daily Mail. No entanto, os pais encontraram imensos posts nas redes sociais que sugerem que elas foram combater uma "guerra santa" na Síria.


Os pais das raparigas, que são refugiados Bósnios que se estabeleceram na Áustria depois dos conflitos étnicos dos anos 90, alegam que as tais mensagens presentes na internet nâo estão a ser escritas por elas. Eles alegam também que as duas meninas haviam começado há pouco tempo a frequentar uma mesquita liderada pelo clérigo radical Ebu Tejma.

Acredita-se que os pais das raparigas se encontrem no estrangeiro em busca das filhas - filhas essas que não têm estado em contacto com os pais. 

As fotos que se encontram no Facebook mostra as raparigas segurando em espingardas AK47. Numa das postagens as raparigas anunciam planos de casar como forma de se tornarem "guerreiras santas" enquanto que noutra postagem afirma que "a morte é o nosso objectivo".

Os oficiais Austríacos afirmam que não só o par muito provavelmente já se encontra num campo de treino jihadista, como é bem provável que elas já estejam casadas com maridos que fazem parte dos rebeldes.
Samra Kesinovic e Sabina Selimovic convertidas ao islão

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Mais duas meninas engolidas pela ideologia islâmica. E mesmo que elas voltem para os seus lares, o problema vai-se manter visto que o problema não são elas, e nem é o pregador "radical" Ebu Temja, mas sim a própria ideologia islâmica que ensina a jihad e o martírio como coisas nobres e merecedoras da vida eterna.

Curiosamente, se alguém dissesse a estas meninas como é o "céu" islâmico, é bem provável que elas tomassem outra decisão.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Jihadistas "Ingleses" e a Síria

Figura de relevo do MI5 revelou que os serviços secretos ingleses já impediram 34 ataques terroristas desde 7 de Julho de 2005, dia em que maometanos levaram a cabo o terrível ataque em Londres.

Numa aparência conjunta sem precedentes perante o "Intelligence and Security Committee" do Parlamento, os líderes do MI5 e do MI6  responderam a perguntas feitas em público.

O comité ficou a saber que a Síria tornou-se num refúgio para os jihadistas desde que a guerra civil teve início, e que, consequentemente, centenas de cidadãos Britânicos já viajaram para esse país.

O chefe do MI5 Andrew Parker disse que existiam milhares de pessoas a viver na Grã-Bretanha actualmente que apoiam a al-Qaida, e o chefe do MI6 Sir John Sawers avisou que a ameaça dum ataque terrorista contra a Grã-Bretanha está a aumentar.


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Impressionante como nunca ouvimos os serviços secretos de algum país Europeu a falar da "ameaça" que os Hindus são, ou a "ameaça" que os Budistas são para a segurança europeia. São sempre os aderentes da mesma fé religiosa-política que parecem ser o grande problema.

domingo, 17 de novembro de 2013

Muçulmano decapita cristão e provoca: “Jesus não veio para salvá-lo”


-> http://bit.ly/16RaTsh

As forças rebeldes jihadistas da Síria continuam sua perseguição implacável que deseja eliminar o cristianismo do país. Enquanto líderes políticos mundiais discutem qual o melhor caminho para a busca da paz, cristãos são mortos diariamente.

Os horríveis ataques contra ortodoxos, maronitas e católicos são justificados pelo apelido de “cruzados” que receberam dos soldados rebeldes. Moradores que fugiram da pequena cidade de Maalula contaram a jornalistas da agência France Press que desde que os jihadistas invadiram a cidade, na semana passada, estão forçando as pessoas a se converter ao islamismo.

Eles chegaram à nossa cidade ao amanhecer… gritavam: ‘Nós somos da Frente Al-Nusra e viemos tornar a vida miserável para os cruzados”, disse uma mulher identificada como Marie que agora está refugiada na capital Damasco.

O termo “cruzados” remete aos soldados cristãos que participaram das Cruzadas que tentaram retomar Jerusalém das mãos dos árabes na Idade Média.

Uma das comunidades cristãs mais antigas do mundo, Maalula se tornou um símbolo internacional por seu valor estratégico na ameaça de tomada da capital, que marcaria a derrota do regime de Bashar Al-Asaad.

A pequena cidade vivia em harmonia religiosa há séculos. No verão, a população é de 4.500 pessoas, dentre elas cerca de 3.000, na maioria cristãos, vêm de Damasco e de outros países. Já no inverno a população fica reduzida a duas mil pessoas, e então os muçulmanos são a maioria.

Marie estava entre as centenas de outros cristãos que participaram do enterro de cristãos que acabou se tornando uma marcha de protesto contra os invasores patrocinados pela Al Qaeda. O movimento enfureceu ainda mais alguns líderes dos rebeldes que ocupam a cidade.

Adnan Nasrallah, 62, conta que uma explosão destruiu parte de uma igreja perto de sua casa. “Eu vi pessoas usando faixas da Al-Nusra na cabeça que começaram a atirar nas cruzes. Um dos atiradores, colocou uma pistola na cabeça do meu vizinho e obrigou-o a se converter ao Islã, obrigando-o a repetir que só Alá é Deus e Maomé o único profeta… Depois, ele disse aos outros soldados: Este é um dos nossos agora”.

Nasrallah disse que quando os rebeldes chegaram à cidade, muitos de seus vizinhos muçulmanos se alegraram, mas nem todos.

Outra moradora de Maalula, a jovem Rasha conta que os jihadistas assassinaram brutalmente seu noivo Atef e outros cristãos da cidade.

Liguei para o celular e um deles respondeu: Bom dia. Somos do Exército Livre da Síria. Você sabia que seu noivo era um membro que apoiava o regime [do presidente] e por isso tivemos de cortar a garganta dele?

Enquanto Rasha ainda tentava entender o que estava acontecendo, o homem contou sarcasticamente que Atef foi “convidado” a renunciar sua fé e se converter ao islamismo, mas se recusou. “Jesus não veio para salvá-lo”, finalizou o rebelde.

[Com informações de Christian Post, via Gospel Prime)

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Como sempre acontece, os jihadistas são muito "corajosos" para atacar mulheres e homens indefesos, mas totalmente cobardes para enfrentar um exército bem treinado e bem armado como o israelita.

Cobardes muçulmanos serão cobarfes muçulmanos.

domingo, 13 de outubro de 2013

Homossexualismo islâmico aprovado por Alá

O abuso sexual de rapazes, algo raramente discutido no Afeganistão e no Paquistão, está, agora, a tornar-se num tópico de conversa cada vez mais comum. Nematullah, que chegou a ser um potencial bombista suicida, disse à "National Directorate of Security" (NDS) do Afeganistão que os jovens rapazes, incluindo ele mesmo, suportam abuso sexual por parte dos homens que os treinavam.

O líder militante Mullah Ahmad (aka Mullah Akhtar), que treinou o jovem rapaz de modo a que ele levasse a cabo um ataque suicida na sua mota (no Distrito de Adraskan da Província de Herat em Setembro último), também abusou sexualmente dele, afirmou Nematullah. A polícia impediu o ataque de Nematullah e informou os oficiais da NDS dos planos e da vitimização dos rapazes por parte dos Talibãs.

Segundo Nematullah, os mullahs Nasim e Akhtar drogaram vários rapazes que estavam a ser treinados para serem suicidas e depois abusaram deles repetidamente enquanto eles se encontravam inconscientes. Os médicos e os activistas presentes no Paquistão e no Afeganistão confirmaram tais abusos. O Dr. Muhammad Hashim (do "Khalifa Gul Nawaz Teaching Hospital" no Distrito de Bannu) disse o seguinte ao Central Asia Online:

Examinamos pelo menos cinco rapazes . . . . que foram sexualmente abusados pelos Talibãs no Waziristão do Sul.

O Dr. Hashim acrescentou ainda que os rapazes fugiram do cativeiro dos Talibãs e declararam às autoridades que os militantes os molestavam.

Mustafa Gul, professor no Departamento de Ciência Forense da "Khyber Medical College Peshawar", afirmou também que trabalhou com os jovens que foram abusados pelos Talibãs:

Desde o dia 1 de Janeiro deste ano que nós tivemos 27 casos de abuso sexual envolvendo rapazes. Estiveram envolvidos 5 Talibãs.

Apesar disso, Gul não disponibilizou qualquer tipo de informação em torno da possibilidade dos Talibãs poderem a vir enfrentar acusações de abuso sexual, caso sejam apanhados.

Com relativa frequência, os miitantes raptam rapazes pobres que se encontram susceptíveis de se tornarem vítimas. Khalid Khan, oficial dum ramo policial especial, disse à  Central Asia Online que vários rapazes fugiram dos centros de treino dos Talibás nas "Federally Administered Tribal Areas" (FATA) afirmaram aos investigadores que eles foram abusados e que os seus pais nada poderiam fazer em relação a isso.

Fonte

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Portanto, nos seus países de origem os jihadistas abusam sexualmente de rapazes, mas no ocidente, eles abusam de meninas brancas. Logo, o islão é contra a violação, excepto quando não é contra a violação..

sábado, 14 de setembro de 2013

Sheik Sunita Omar Bakri diz que o Islão está a ganhar a guerra

Numa entrevista exclusiva à RTP, o Sheik Sunita Omar Bakri considera que o Islão está a ganhar no terreno e terá sido isso que levou Barack Obama a ameaçar com uma intervenção militar na Síria. 

Expulso de Londres em 2006, acusado de ter ligações à Al Qaeda, o Sheik vive agora em Tripoli, no Líbano, de onde olha para a guerra na Síria como um conflito que opõe o mundo islâmico ao não-islâmico. 


Uma coisa que se torna manifesta durante a entrevista é o foco que o islão tem na aquisição do poder. Para o islão, o mais importante não é tanto que as pessoas adorem o deus Alá, mas sim que o islão tenha o poder e o controle da sociedade. Esta sede de poder é que torna o islão uma ideologia política análoga ao Comunismo ou ao Nacional Socialismo. 

O discurso religioso que existe no islão, tal como o discurso da "guerra de classes" dentro do comunismo e o discurso racial pró-Ariano dentro do Nacional Socialismo, são formas através das quais estes grupos políticos lutam para adquirir o poder total.



quinta-feira, 25 de julho de 2013

O jihadista americano

Um adolescente da Florida acusado de viajar para o Médio Oriente para treinar com terroristas muçulmanos depara-se agora com acusações por parte do governo federal.

O Gabinete do procurador dos EUA em Tampa anunciou recentemente que Shelton Thomas Bell, de  19 anos e proveniente de Jacksonville, foi acusado de conspirar e tentar disponibilizar material para apoiar os terroristas. Ele depara-se agora com a perspectiva de passar 15 anos na prisão por cada uma das acusações.

Segundo a acusação, Bell havia planeado viajar para a Península Árabe e juntar-se ao grupo terrorista Ansar Al-Sharia, que nada mais é que um grupo pertencente à Al Qaeda local.  

Este grupo assumiu a responsabilidade por múltiplos ataques às forças Yemenitas, incluíndo um ataque suicida durante uma parada em Maio de 2012, que matou mais de 100 soldados Yeminitas.

O grupo assumiu também o crédito por uma série de ataques armados durante o mês de Março de 2012, que matou mais de 100 pessoas, incluindo soldados Yemenitas.

Os investigadores reportaram que entre Maio e Setembro de 2012, Bell e outros levaram a cabo treino físico, bélico e outro tipo de treino como forma de se prepararem para um conflito armado no Médio Oriente. Bell foi também acusado de solicitar outros, includindo jovens, para viajar com ele e obter treino em outros países.

Segundo os registos legais, Bell fez gravações de vídeos e de áudio com o propósito de distribuí-los mal chegasse ao Médio Oriente. As autoridades federais  disseram também que o propósito era o de solicitar e recrutar outros para participarem na jihad violenta. 

A Setembro de 2012 Bell e outro jovem viajaram até o Jordão e Amã e entraram em contacto com alguém que os investigadores alegam ser uma pessoa capaz de os ajudar a viajar para o Yémen como forma de participar na jihad violenta.

Fonte

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A expressão "jihad violenta" é redundante uma vez que, para o maometano, a jihad é sempre uma iniciativa que envolve algum tipo de violencia sancionada por Alá, o deus árabe. Sim, etimologicamente a palavra jihad pode significar "luta" ou "resistência" mas muitas vezes o signficado duma palavra é-nos dado pelo entendimento que ela tem junto das pessoas que a usam.

Outra coisa que convém notar é como a violência é algo que faz parte da religião maometana. Como sempre é dito aqui, o problema do terrorismo islâmico não são os árabes, os paquistaneses ou os sudaneses ; o problema do terrorismo islâmico centra-se naquilo que o islão ensina (e não na etnia das pessoas que seguem o que Maomé ensinou).
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quinta-feira, 25 de abril de 2013

A quinta coluna da jihad na Europa

A Bélgica está longe de ser o primeiro país europeu cujas autoridades se começaram a preocupar com o recrutamento de cidadãos seus para os grupos armados da oposição síria. Contra as tropas governamentais, neste momento estão a combater cerca de uma centena de "voluntários" britânicos e de cinquenta a cem cidadãos franceses. Segundo diferentes informações, na guerra contra o regime de Bashar Assad participam várias centenas de cidadãos da UE.

O MRE do Reino Unido reforçou o controle sobre os indivíduos que viajam para fora do país em direcção à Síria. Também as autoridades francesas tentam monitorizar essa situação. Os órgãos policiais europeus não estão certamente preocupados com os danos que os seus compatriotas possam provocar a Bashar Assad.

O problema é que todos esses “voluntários”, apesar de possuírem passaportes europeus, são na sua esmagadora maioria originários dos países do Norte de África, do Oriente Médio e da Ásia Central. Por isso, os europeus de origem têm um sério receio do regresso desses mercenários islamitas vindos da guerra: o que irão fazer por cá esses “soldados da fortuna”? Porque esses homens, sobretudo jovens, nem tiveram tempo de aprender mais nada, nem tiveram essa aspiração, além de combater os infiéis.

Esse meio criou uma estrutura bem organizada de células e grupos extremistas, explicou à Voz da Rússia o coronel Lev Korolkov, perito em situações de crise e veterano dos Serviços de Informações Exteriores da Federação Russa:
Se trata de uma rede muito bem estruturada e desenvolvida pelo menos durante toda a última década com os seus pontos de recrutamento situados perto dos locais de concentração do contingente alvo, que são as diásporas gigantescas de pessoas originárias dos países islâmicos que se estabeleceram na Europa. A área da sua principal concentração é a Holanda, numa maior escala – a Bélgica e em menor escala – a Suécia. Na Noruega a dimensão ainda é menor, mas existem nos locais em que foram criadas condições mais favoráveis para os chamados refugiados-vítimas.

O mais importante é a base material para o recrutamento dos novos militantes islamitas, ou seja – o financiamento, diz Lev Korolkov. O perito considera que as actividades que visam o recrutamento de combatentes do Islão são financiadas, principalmente, pelos países do Golfo Pérsico.

Ao canalizar meios financeiros para o recrutamento de voluntários, por exemplo para a oposição síria, esses países visam o seu objectivo principal que é garantir uma bolsa de recrutamento para o caso de surgir alguma situação desfavorável para eles próprios. Os mercenários que regressam da guerra, que tiveram uma excelente preparação operacional e que absorveram o espírito da jihad, são um excelente material consumível, completamente pronto para ser utilizado. São pessoas que já ultrapassaram os limites da moral, do medo, armados com a ideologia perfeita, na sua opinião, do assassinato em nome de uma causa superior.

A política externa da União Europeia tem fomentado, nos últimos anos, a ameaça do terrorismo interno na Europa. Isso é especialmente favorecido pela ingerência interna da UE nos processos em curso no Oriente Médio, no Norte de África e na Ásia Central, considera o responsável pelo departamento de segurança europeia do Instituto da Europa da Academia das Ciências Russa Dmitri Danilov:
É totalmente compreensível que, nesse contexto, a ameaça terrorista não apenas se mantenha, mas que aumente. Quanto mais os Estados europeus se envolverem na luta contra o terrorismo internacional (não só fora da Europa, como também dentro dos seus próprios países), tanto maior será o perigo de haver ataques terroristas. Eu não associaria directamente o envolvimento militar dos países europeus no mundo árabe ao aumento de uma ameaça terrorista direta. Mas existe uma relação lógica entre ambos. Inicialmente, os europeus tentaram apresentar as coisas como se se tratasse de terrorismo internacional. Mas rapidamente se tornou evidente que é impossível dissociar o terrorismo internacional do terrorismo interno.

De acordo com uma série de especialistas, a quarta geração de imigrantes muçulmanos, actualmente activa, diz inequivocamente um “Não!” à civilização ocidental e está se preparando de forma deliberada para lhe fazer guerra. Esta geração é uma bomba-relógio depositada na Europa, ou a “quinta coluna” da jihad, mas a terminologia não altera a relação de causa-efeito entre o que se passa hoje e o que será altamente provável num futuro próximo.
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quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Os jihadistas da Califórnia

Quatro homens do Sul da Califórnia foram acusados de planear matar americanos e destruir alvos americanos, aliando-se à Al Qaeda e aos Talibãs. Os acusados, incluindo um homem que serviu na "U.S. Air Force", foram presos por planear fazer explodir bases militares americanas e instalações governamentais, e por planear levar a cabo uma "violenta jihad" (supostamente em oposição a uma "pacífica jihad").

A queixa federal revelada diz que Sohiel Omar Kabir de 34 anos levou dois outros homens a tomar conhecimento da doutrina islâmica radical de Anwar al-Awlaki, um falecido líder da Al Qaeda. Kabir serviu na Air Force de 2000 a 2001.

Os dois outros homens - Ralph Deleon, de 23 anos e proveniente de Ontário, e Miguel Alejandro Santana Vidriales de 21 anos e de Upland - converteram-se ao islão em 2010 e começaram a interagir com Kabir e outros através de discussões online em torno da jihad, incluindo a publicação de conteúdo radical no Facebook e a expressão de pontos de vista extremistas nos comentários.

Mais tarde, eles recrutaram Arifeen David Gojali (21 anos) de Riverside.

As autoridades alegam que a partir de chamadas de Skype provenientes de Afeganistão, Kabir disse ao trio que ele desenvolveria esforços para levar a cabo encontros com terroristas. Kabir acrescentou que os jihadistas poderiam dormir nas mesquitas ou nas casas de outros jihadistas, mas eles chegassem ao Afeganistão.

O trio planeou abandonar o país a meio de Novembro e levar a cabo os ataques no Afeganistão, no Iémen.

Fonte

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Incrível como os maometanos ficam "radicalizados" sempre que seguem os preceitos islâmicos como expressos no Alcorão e nas Hadiths.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Finalmente uma fatwa com a qual podemos concordar

Omar al-Haddouchi, líder ideológico do movimento jihadista marroquino, publicou uma fatwa afirmando que todos os maometanos deveriam abandonar a França e regressar ao norte de África.

Al-Haddouchi afirma que os muçulmanos não possuem motivos válidos para ficar em França, citando a proibição das burqas, as limitações nos chamamentos para as rezas de Sexta-Feira, e o controle mais rigoroso feito sobre os muçulmanos radicais como consequência dos ataques de Toulouse.

Ele disse ainda que os países não-islâmicos são como as casas de banho, onde se entra para fazer o que se tem a fazer, mas depois sai-se

O seu vídeo de 14 minutos circula actualmente nos sites jihadistas.

Al-Haddouchi foi sentenciado a 30 anos de prisão devido às suas ligações com os ataques terroristas a Casablanca (Maio de 2003) mas no ano passado o Mohammed VI revogou a sentença.

Fonte

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Se os países civilizados são como casas de banho, e uma vez que os maometanos viajam de livre vontade e aos milhões para esses países, o que é que isso faz deles?



"Voltem para os países muçulmanos!"

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