MITOS ISLÂMICOS

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segunda-feira, 6 de abril de 2015

Jihad no Quénia: Muçulmanos decapitam Cristãos no pior ataque dos últimos 17 anos

Mais de 150 pessoas foram assassinadas por membros mascarados do grupo muçulmano com o nome de al-Shabaab, depois destes terem invadido uma universidade Queniana e ter disparado e decapitado Cristãos naquele que é tido como o pior ataque dos últimos 17 anos.

O grupo islâmico invadiu a "Garissa University College" pouco depois das 5 da manhã, sobrepujando os guardas e assassinando as pessoas que eles desconfiavam serem Cristãs.

A contagem de mortos subiu para 147 e o cerco de 13 horas terminou. Um total de 79 pessoas foram feridas e 587 foram transportadas para a sua segurança. A maior parte dos mortos eram estudantes, mas dois oficiais da polícia, um soldado e dois vigias encontram-se entre os mortos.

O ministro do Interior Queniano, Joseph Nkaissery, disse que os 4 terroristas se haviam amarrado com explosivos. Quando os oficiais disparavam contra eles, eles "explodiam como bombas" e os estilhaços feriam os oficiais. Foi dito pelos oficiais que se encontravam no local que os reféns foram libertos e os 4 muçulmanos, que se acreditava estarem armados com AK-47s, foram mortos.

Acredita-se que o ataque foi o pior que alguma vez ocorreu em solo Queniano desde o bombardeamento da Embaixada dos Estados Unidos em Nairobi (1998) que matou mais de 200 pessoas. 


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Eventos como este marcam o fim eminente da liberdade religiosa no Ocidente. Esqueçam o anti-Cristão e infestado de maçónicos Charlie Hebdo. O que o Ocidente precisa é de um novo Charlie Martel. É bem provável que ele apareça em cena mal coisas como esta ocorram numa Universidade Americana. Se houver alguma justiça no universo, isso irá ocorrer numa universidade cheia de estudantes que estão sempre dispostos a insistir que grupos como o Estado Islâmico ou o al-Shabaab não estão cheios de muçulmanos de verdade.

Os Cristãos estão a ser decapitados por todo o lado, desde o Médio Oriente a África ao Reino Unido. Quanto mais tempo teremos que aceitar isto? E, vocês ateus, reparem que não ser Cristão não vos vai salvar. Uma mera suspeição de não ser muçulmano é o suficiente para vos condenar.

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Muçulmanos Paquistaneses atacam Duas Igrejas

Por Raymond Ibrahim

No dia 15 de Março (Domingo), no momento em que as igrejas um pouco por todo o mundo celebravam a missa dominical, duas igrejas Paquistanesas foram atacadas por suicidas bombistas islâmicos, matando pelo menos 17 pessoas e ferindo outras 70. As duas igrejas (localizadas Youhanabad, a zona Cristã de Lahore) eram a "St. John’s Catholic Church" e a "Christ Church" (Protestante). Os Talibãs alegaram responsabilidade, e acredita-se que o grupo esperava uma contagem de mortos maior visto que  no momento das explosões encontravam-se cerca de 2,000 pessoas nas duas igrejas.

Segundo algumas testemunhas, os dois suicidas bombistas aproximaram-se dos portões das duas igrejas e tentaram entrar. Quando foram impedidos - inclusive por parte dum rapaz Cristão de 15 anos que os bloqueou com o seu corpo - eles auto-detonaram-se. Testemunhas viram “partes corporais a voar pelo ar.” Desta forma os jihadistas "mataram e foram mortos", seguindo as palavras do Alcorão 9:111, a ayah mais citada como justificação pelos ataques suicidas.

Segundo uma declaração oficial por parte dos "Justice and Peace Commission" da "Episcopal Conference" do Paquistão, apesar de todas as ameaças recebidas pelas igrejas, as autoridades apenas disponibilizaram uma segurança "mínima":
Os agentes presentes no momento do ataque estavam ocupados a ver o jogo de criquete que passava na TV em vez de levarem a cabo o seu dever de proteger as igrejas. Devido à sua negligência, muitos Cristãos perderam as suas vidas.

A declaração apelou também:
… ao governo que adoptasse medidas mais fortes como forma de proteger as igrejas e outras minorias religiosas do Paquistão visto que a comunidade Cristã que se encontra no Paquistão foi atacada por extremistas no passado.

Menos de um ano e meio antes, no dia 22 de Setembro de 2013, em Peshawar, bombistas suicidas entraram na "All Saints Church" pouco depois da missa de Domingo, e detonaram-se a eles mesmos no meio de 550 congregantes, matando quase 90 adoradores. Muitos eram crianças da escola dominical e membros do coro. Cerca de 120 pessoas ficaram feridas. Um paroquiano recontou como “restos humanos se encontravam espalhados por toda a igreja.” (Para se ter uma ideia do resultado dum ataque suicida numa igreja, vejam estas imagens gráficas.)

Em 2001, maometanos armados entraram na  Igreja St. Dominic, abrindo fogo sobre os congregantes e matando pelo menos 16 adoradores, na maior parte mulheres e crianças. Ataques menos dramáticos a igrejas ocorrem com maior frequência. Dias antes do ataque duplo de Domingo passado,, três homens armados entraram na  Igreja Católica "Our Lady Queen of Angels" no distrito de Kasur (Punjab), e tomaram o pessoal da igreja, o padre assistente da paróquia e um congregante como reféns. Antes de abandonaram as instalações, os terroristas roubaram telemóveis, câmaras e um computador.
Antes disto, o Padre Leopold, o padre assistente prejudicado, foi roubado pelos ladrões:
[Eles] fingiram ser membros normais da congregação querendo alistar algums crianças na escola da paróquia. Mas foi então que eles sacaram das suas armas.

A época do Natal é especialmente perigosa para os Cristãos que se encontram dentro das igrejas. No último 25 de Dezembro:
Fortes contingentes policiais foram colocados em torno das igrejas.....os cidadãos recebiam permissão para entrar depois de uma busca corporal exaustiva, ao mesmo tempo que pontos de entrada que levavam às igrejas foram fechadas, colocando blocos de cimento e arame farpado.

Durante outro Natal, o ataque que se seguiu veio como resposta a fatwas a condenarem as celebrações de Natal:
Quando adoradores Cristãos estavam a sair das diferentes igrejas, depois das orações de Natal, mais de cem extremistas muçulmanos equipados com espingardas automáticas, pistolas e paus, atacaram as mulheres, crianças e homens Cristãos.

Têm também ocorrido ataques gerais aos Cristãos, especialmente dentro do contexto de os acusar de "blasfemar" contra o islão. Em Novembro último, uma turba - e não os "Talibãs" e nem os "terroristas" - de pelo menos 1,200 muçulmanos torturou e queimou até à morte um jovem casal Cristão (a esposa estava grávida) num forno industrial no Paquistão. Houve pessoas que acusaram o casal de  profanar o Alcorão.

Mesmo quando não se encontram numa igreja, e mesmo quando não são acusados de blasfémia, as minorias Cristãs estão sempre em perigo. Em Dezembro último, Elisabeth Bibi, uma mulher Cristã, mãe de 4 crianças e grávida, “espancada, desprezada, humilhada, e privada da sua dignidade [e] forçada a andar nua por toda a povoação” por parte de dois irmãos muçulmanos - empregados da mulher grávida - logo após uma discussão.

Como consequência do trauma, a mulher Cristã perdeu o bebé que carregava no seu útero. Os activistas dos direitos humanos dizem que o ataque foi "motivado pela fé Cristã de Bibi.”

Falando no passado Domingo, o Papa Francisco disse:
É com dor, muita dor, que me foi dito do ataque terrorista contra as duas igrejas Cristãs em Lahore no Paquistão, que causou numerosas mortes e leões. Estas são igrejas Cristãs e estes são Cristãos a sofrer perseguição, os nossos irmãos Cristãos que estão a derramar o seu sangue simplesmente só porque são Cristãos. Eu imploro a Deus .... que esta perseguição contra os Cristãos - que o mundo tenta esconder - tenha um fim e que haja paz.
O Papa Francisco é frequentemente criticado pela sua abordagem apologética em relação ao islão. Mesmo aqui, ele não saliente quem é que está a perseguir os Cristãos, o que leva a declarações confusas ("os nossos irmãos Cristãos estão a derramar o seu sangue" soa como se os Cristãos se estivessem a matar uns aos outros). Mas o papa é directo ao dizer o porquê dos Cristãos estarem a ser mortos: "simplesmente só porque são Cristãos." 

Outros, incluindo o governo Americano, não chegará conceder assim tanto. Quando o mundo ficou a saber dos 21 Cristãos Coptas cujas cabeças foram decapitadas por parte do Estado Islâmico na Líbia, a Casa Branca emitiu uma declaração condenando as decapitações, mas referiu-se aos decapitados como "cidadãos Egípcios" - nem "Cristãos, e nem "Coptas", embora essa tenha sido o motivo único que levou à sua morte segundo declarações emitidas pelos seus executores.

Este tipo de obscuração garante que a perseguição muçulmana aos Cristãos "que o mundo tenta esconder" continue de forma indefinida.



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sexta-feira, 27 de março de 2015

O que leva um professor de Biologia juntar-se aos jihadistas?

Um professor de biologia que estava determinado a viajar para a Síria como forma de se juntar ao grupo que é conhecido como Estado Islâmico foi preso por seis anos. Jamshed Javeed, de Manchester, estava "determinado a levar a cabo uma jihad" apesar dos pedidos da sua família para que ele não fizesse isso. De 30 anos, Javeed admitiu as acusações de planeamento de levar a cabo actividades terroristas, disse que queria ir à Síria para ajudar os Sírios comuns. Ele foi preso no dia 30 de Dezembro horas antes de sair do Reino Unido.

Javeed, que ensinava na "Sharples School" em Bolton, tinha estado a preparar-se para abandonar a sua casa em Cringle Road, Levenshulme, depois de ter ajudado o seu irmão mais novo - Mohammed - a fazer a viagem até à Síria. Inicialmente, os familiares do professor frustraram os seus planos escondendo o seu passaporte, mas ele permaneceu imóvel na sua decisão mesmo depois de ficar a saber que a sua esposa estava grávida.

A polícia encontrou £1,490 em dinheiro, luvas térmicas e calças com estilo de combate numa mochila durante uma busca à sua casa. Numa audiência prévia, Javeed admitiu duas ofensas de levar a cabo preparativos para ataques terroristas mas insistiu que iria viajar só para ajudar o povo Sírio e não juntar-se ao Estado Islâmico. Mas no momento em que emitiu a sentença, o Juiz Michael Topolski disse que ele "não estava satisfeito" com o facto de Javeed ter rejeitado "os propósitos finais do Estado Islâmico", e acreditava que ele continuava a ser "um aderente duma forma de pensar jihadista violenta", para além de o considerar "perigoso".

Ele disse que por volta de Outono de 2013 ele havia sido "suficientemente radicalizado e de alguma forma comprometido com a violenta ideologia jihadista que você fazia parte dum grupo de homens jovens que se encontrava determinado a viajar para a Síria para se juntarem ao Estado Islâmico, lutar e morrer por eles". O Kuiz Topolski disse ainda:

Sou de opinião que você não planeava regressar a este país....mas sim morrer, se pudesse, como um mártir.

Ele disse ainda que Javeed desempenhou um "papel importante" ao permitir que o seu irmão mais novo e três outros homens viajasse ate à Síria para lutar.

Um destes jovens homens está, agora, morto e os outros três desapareceram.

Durante o seu julgamento,  o Promotor-Público Simon Denison QC, que fazia a acusação, disse que as evidências indicavam que Javeed "planeava lutar com o grupo terrorista", acrescentando ainda:

Segue-se que a acção que ele tencionava levar a cabo inevitavelmente incluía actos de assassinato, usando armas de fogo e/ou explosivos.

O juri ouviu também gravações feitas em segredo pela família de Javeed, onde se pode ouvir ele a dizer a uma mulher não-identificada o seguinte:

Não me importa o que a polícia pode fazer. Por mim, eles podem-me prender. Não fiz nada de mal. Não estou preocupado com a polícia. Prendam-me. Será que me importa que eles me prendam? ..... Vocês não querem que eu vá, mas mesmo assim eu quero ir. E apesar de tudo, estou pronto a ir.

Quando a sua irmã que lhe perguntou para onde é que ele planeava ir, ele disse:

Para onde eu quiser.

O Juiz Topolski impôs uma pena acrescida de 9 anos, composta por uma prisão custodial de seis anos e uma período estendido de licença de 3 anos. Falando depois da sentença ter sido emitida, Tony Mole da "Greater Manchester Police" disse:

Javeed era, apesar de tudo, um cidadão exemplar, com um emprego responsável, com uma criança e com outra a caminho. No entanto, começando em Agosto do ano passado, o seu comportamento começou a mudar, e num curto espaço de tempo ele começou a apoiar a causa do Estado Islâmico, bem como a causa daqueles que tencionavam viajar para a Síria. Ele havia comprado equipamento que tencionava levar, e havia dado dinheiro para que outros pudessem viajar para lá.

O Juiz Topolski louvou a "corajosa e determinado" família de Javeed por tentar impedir que ele levasse a cabo os seus planos. Semelhantemente, a sua família foi elogiada pelo Superintendente Tony Mole por dar "passos corajosos" no sentido de impedir que ele voasse para a Síria antes da sua prisão.

Fonte: http://www.bbc.com/news/uk-england-31749157

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Jamshed Javeed tinha um emprego, uma esposa grávida, e uma família que se preocupava com ele. O que foi que o motivou a abandonar o seu emprego, a sua esposa grávida, e a sua família e viajar para o Médio Oriente como forma de morrer como um mártir? Será que os ensinamentos de Alá e Maomé tiveram alguma influência?
Alcorão 9:29 - Combatei aqueles que não crêem em Deus e no Dia do Juízo Final, nem abstêm do que Deus e Seu Mensageiro proibiram, e nem professam a verdadeira religião daqueles que receberam o Livro, até que, submissos, paguem o Jizya.

Alcorão 48:29 - Muhammad é o Mensageiro de Deus, e aqueles que estão com ele são severos para com os incrédulos, porém compassivos entre si.
Sahih Muslim 33 - Foi narrado sob a autoridade de Abdullah b. Umar que o Mensageiro de Alá disse: "Fui ordenado a lutar contra as pessoas até que eles testemunhem que não há deus a não ser Alá, que Maomé é o mensageiro de Alá, e eles estabelecerem as rezas, e pagaram a Zakat e se eles fizerem isso, o seu sangue e as suas propriedades encontram-se sob protecção garantida em meu nome, excepto quand for justificado pela lei, e os seus assuntos encontram-se com Alá.

Sahih al-Bukhari 2785 - Narrado por Abu Hurairah: Um homem dirigiu-se ao Mensageiro de Alá e disse: "Oriente-me para tal obra igual à Jihad (em recompensa).” Ele respondeu, "Eu não sei da existência de tal obra.”

Sahih al-Bukhari 2787 - Alá garante que ele irá admitir o Mujahid na sua habitação se ele for morto, ou então Alá irá fazê-lo regressar à sua casa em segurança com recompensas e espólio de guerra.

Sahih al-Bukhari 2795 - Narrado por Anas bin Malik: O Profeta disse: "Ninguém que morre e encontra o bem que vem da parte de Alá (no Além) irá desejar regressar a este mundo, mesmo se lhe fosse dado o mundo e tudo o que se encontra nele - excepto o mártir que, ao observar a superioridade do martírio, desejará regressar ao mundo e ser morto outra vez (pela causa de Alá).”

Sahih al-Bukhari 2796 - Narrado por Anas: O Profeta disse, "Um único esforço (de lutar) pela causa de Alá pela tarde ou manhã é melhor que todo o mundo e o que quer que se encontre nele.”

Sahih al-Bukhari 2797 - Narrado por Abu Hurairah: O Profeta disse,......"Por Aquele em Cujas Mãos a minha alma se encontra! Gostaria de ser martirizado pela  casa de Alá e regressar, e ser martirizado outra vez, e então regressar à vida e ser outra vez martirizado, e regressar à vida, e ser martirizado outra vez.”

Sahih al-Bukhari 2810 - Narrado por Abu Musa: Veio um homem ter com o Profeta e perguntou, “Um homem luta pelo espólio enquanto outro luta pela fama, e um terceiro luta para se exibir; qual deles está dentro da causa de Alá?" O Profeta disse, "Aquele que luta para que a palavra de Alá (isto é, a religião de Alá, o monoteísmo islâmico) seja superior, esse luta pela causa de Alá.”
Será que se um homem for ler estas passagens concluirá que é suposto ele levar a cabo uma jihad? Pelo menos não é isso que os nossos média e os nossos políticos pensam.

Como vários blogues e páginas já alertaram por variadas vezes, o problema encontra-se na teologia islâmica - e não entre os Paquistaneses, ou os Sudaneses, ou os Somalis ou os Árabes. Enquanto os idiotas úteis que se encontram no Ocidente continuarem a assumir que todas as religiões são iguais, e que o islão apenas e só foi "deturpado", eventos como este serão de difícil explicação.

A realidade dos factos é que o islão não é, e nunca será uma religião pacífica. Aliás, chamar de "religião" ao islão é fazer o seu jogo visto que o islão é mais um movimento político do que uma religião no verdadeiro sentido do termo. Mas de qualquer das formas, o importante a reter é que a violência levada a cabo pelos maometanos é reflexo dos ensinamentos presentes no Alcorão, na Tradição (Hadeeth), nas Sirats  e nos exemplos deixados pelos al-Khulafāʾu ar-Rāshidūn.

Com e sem jihadismo

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Rivalidade mimética

Por Jaime Nogueira Pinto

O que é o jihadismo militante? Quais os seus objectivos? Quais os seus recursos humanos e materiais? E, sobretudo, o que quer, e por que é que odeia e ataca a Europa, o Ocidente, esse Outro que também somos?

Para responder a estas perguntas – ou melhor, para tentar começar a responder-lhes – é preciso refrear a histeria que vem do medo e a euforia que vem da superação do medo. Ambas conduzem à simplificação maniqueísta de ignorar ‘o outro’ e as suas razões, para apenas pensar na sua eliminação.

O moderno jihadismo é constituído por um conjunto de movimentos clandestinos armados, e agora também pelo chamado ‘Estado Islâmico’, inspirados no reformismo integrista, de origem salafista. O jihadismo proclama a guerra santa como uma obrigação do crente, sempre que as terras do Islão sejam ocupadas, as gentes do Islão ameaçadas e os princípios do Islão pervertidos ou traídos. Para os jihadistas, só os ensinamentos do Alcorão, os hadiths (tradições) do profeta e as memórias dos primeiros califas são fontes da verdade. Quando os clérigos oficiais se afastam deles, devem os crentes desobedecer-lhes.

Modernamente, os referenciais e inspiradores desta linha são os Irmãos Muçulmanos, cujos doutrinadores e líderes, Hassan al-Banna e Said Qutb, acabaram presos e executados pelo regime militar egípcio. Os rebeldes do Ikwan dos anos 20 e os atacantes da Grande Mesquita em 1979, na Arábia Saudita, pertencem também a este sunismo integrista e contestante.

Foi a partir destas bases teóricas e experiências políticas que Osama Bin Laden e a al-Qaeda justificaram o seu activismo revolucionário: à guerra contra os soviéticos no Afeganistão, sucedeu a guerra contra os americanos e os ataques do 11 de Setembro de 2001; e, depois, uma longa lista de acções em Madrid e em Londres contra cristãos e judeus mas também – e maioritariamente – contra muçulmanos e em terras muçulmanas, atingindo xiitas, dirigentes considerados apóstatas e aliados dos infiéis e dos ditos ‘cristãos e judeus’.

Bin Laden rompeu com a Casa de Saud a seguir à invasão do Kuwait, quando o Rei Fahd aceitou os americanos no reino. A Casa de Saud, como os governos da maioria dos Estados islâmicos, passaram a ser o inimigo próximo, cúmplices do ‘inimigo distante’, o Ocidente.

Mas se o ponto de partida de toda esta guerra é uma metapolítica quase escatológica, a execução das suas operações obedece a linhas estratégicas bem definidas. André Glucksmann, no seu Dostoiévski em Manhattan, compara os chefes desta ofensiva a Stravogin e aos niilistas retratados nos Possessos e, como eles, possuídos por uma fúria caótica.

Mas, quanto à execução, estará mais perto da verdade René Girard, quando aplica à guerra jihadista contra a América a teoria da ‘rivalidade mimética’. Para o autor de La Violence et le Sacré, Bin Laden e os seus querem juntar e mobilizar ‘sob a bandeira do Islão’ todo o terceiro mundo e as vítimas do Ocidente, mas fazem-no segundo uma lógica ocidental e usando meios ocidentais; imitando, não apenas os processos de comando, controle e subversão, mas a própria causa para agir.

- http://sol.pt/noticia/122351

sábado, 10 de janeiro de 2015

O ataque terrorista de Paris está de acordo com os ensinamentos de Maomé?

Sempre que ocorre um ataque terrorista levado a cabo por muçulmanos, as vozes de costume levantam-se para 1) desculpar a violência islâmica, 2) usar de relativismo moral, afirmando que os "Cristãos são tão violentos", e 3) afirmar que "a  maioria dos muçulmanos está chocada" com mais um acto jihadista.

Embora a última destas três linhas de argumentação possa estar correcta, ela é irrelevante, e as duas primeiras são claramente falácias lógicas (ou deturpações da realidade). Para se ver isso, basta olhar de forma mais atenta para a forma como o fundador da religião política com o nome de islão (Maomé) agiu quando foi alvo de críticas.

O ASSASSINATO DE ASMA BINT MARWAN

Quando Maomé fugiu de Meca para Medina com o seu grupo de seguidores, ele rapidamente descobriu que a comunidade local não seria mais mais susceptível de acreditar nas suas "revelações" que os habitantes de Meca. Várias pessoas levantaram os seus dedos acusadores ao auto-denominado "profeta de Alá", mostrando descontentamento claro pela forma ele agia no seu novo lar.

Uma das vozes que se levantou contra Maomé foi uma mulher, mãe de cinco crianças, com o nome de Asma bint Marwan. O livro de Ibn Sa`d com o nome de "Kitab al-Tabaqat al-Kabir", traduzido por S. Moinul Haq, (volume 2, páginas 30-31), diz:

Asma' era a esposa de Yazid Ibn Zayd Ibn Hisn al-Khatmi. Ela tinha o costume de falar mal do islão, ofender o profeta e instigar as pessoas contra ele. Ela compôs alguns versos [atacando Maomé].  
Umayr Ibn Adi veio até ela durante a noite, e entrou na sua casa. Os seus filhos encontravam-se a dormir em seu redor e  havia um que se encontrava a mamar no seu peito. "Umayr, que era cego, foi tacteando com a mão, e separou a criança da sua mãe. Depois disto ele inseriu a sua espada no peito dela até que a mesma saiu pelas costas. 
Depois disto ele fez as rezas da manhã com o profeta em Medina. "O apóstolo de Alá [Maomé] disse-lhe: "Mataste a filha de Marwan?" Ele disse: "Sim. Há mais alguma coisa que queres que eu faça?" Ele [Maomé] disse: "Não. Nem duas cabras se irão importar com ela."  
Estas foram as primeiras palavras que foram ouvidas por parte do apóstolo de Alá. Depois disto, Maomé deu a `Umayr a alcunha de 'o visionário'.
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Note-se que Asma bint Marwan não era uma ameaça física para Maomé nem para os maometanos, mas sim uma mulher que colocava em causa a credibilidade do islão. Sem querer defender os actos de Charlie Hebdo (que  criou imensas imagens ofensivas para os Cristãos), as suas imagens tinham como propósito ridicularizar e afectar a credibilidade do islão e do seu "profeta" - exactamente o que Asma bint Marwan fazia com os seus versos.

Isto leva-nos a concluir que os maometanos que levaram a cabo o ataque contra a revista, não "perverteram" o islão, e nem "deturparam os ensinamentos pacíficos" de Maomé, mas agiram em total conformidade com o exemplo do fundador (sunnah). 

Quem alega que os jihadistas "distorceram" o islão, tem que explicar de que forma é que eles "distorceram", visto que o que eles fizeram está em total acordo com a jurisprudência islâmica.

A ler: 
"O terrorismo dos grupos islâmicos está acordo com o exemplo de Maomé?" - http://goo.gl/jW1qN3 

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Quando a sharia chega à cidade

Por Bill Muehlenberg

Se por acaso tu pensas que se pode permitir uma enorme quantidade de imigração muçulmana para dentro das nações Ocidentais, mas mesmo assim ser poupado dos problemas que existem nos países muçulmanos, então estás a viver no mundo da fantasia. Obviamente que onde quer que um grupo de muçulmanos viva, lá se irão manifestar os comportamentos e as actividades tipicamente muçulmanas. Logo, se o islão permite coisas como o "casamento" com crianças, a jihad violenta contra os infiéis, e a propagação da lei sharia por toda a terra, então é claro que encontraremos estas coisas a serem promovidas onde quer que os muçulmanos se encontrem - mesmo que eles vivam em nações Ocidentais - livres e democráticas. 

Levando isto em conta, não há nada de errado com o acto das nações Ocidentais exigirem requerimentos mínimos às pessoas que buscam viver no Ocidente. Coisas simples tais como disposição para aprender a língua e adoptar os valores e os princípios centrais da cultura para onde se mudaram não são coisas onerosas, mas sim totalmente razoáveis.

Se por acaso um imigrante se recusa a aceitar estes requerimentos básicos, então a nação Ocidental tem todo o direito de lhes barrar a entrada. Infelizmente, pelo menos até recentemente, a maior parte das nações Ocidentais tem estado mais preocupada em não ser acusada de "racismo" ou "islamofobia" do que colocar em prácticas as condições razoáveis listadas em cima.

Para além disso, eles adoptaram de modo irracional o politicamente correcto e as políticas fracassadas do multiculturalismo, o que lhes impede de tomar os passos necessários para se protegerem. Como resultado, temos observado o lento crescimento da sharia e da jihad oculta por todo o mundo ocidental. E as coisas estão feias. Neste preciso momento, temos muçulmanos a causar tumultos nas ruas de Paris, com fogos a escaldar a capital, e protestos violentos estão a ocorrer noutras cidades importantes tais como em Londres (Inglaterra). Para além disso, a Europa tem passado por estes tipo de problemas relacionados com o islão há anos. 

Mas por agora, vamos dar uma vista de olhos à cena Australiana. Também aqui o influxo de muçulmanos, com pouca ou nenhuma preocupação em torno da zona onde se encontra a sua lealdade principal, tem causado vários problemas. Embora muitos muçulmanos queiram viver por aqui em paz, um demasiado número deles simplesmente se recusa a integrar dentro da cultura Australiana, preferindo em vez disso continuar com as guerras em torno da sharia que decorrem nos seus países de origem.

Deixem-me oferecer três exemplos recentes disto mesmo. Em Sydney temos mais um caso trágico de noiva-criança e mais uma instância onde é exigido que a lei sharia se sobreponha à lei Australiana. Assim é reportado por uma fonte noticiosa:
Documentos legais revelam que foi dito a uma noiva-criança, alegadamente casada com a idade de 12 anos, que a lei sharia "sobrepõe-se" à lei Australiana. Num caso que alertou as consciências para o torno do tópico das noivas-crianças secretas existentes na Austrália,em Fevereiro último o pai da criança e o homem de 26 com quem ela se "casou" foram acusados de múltiplas crimes envolvendo sexo com crianças. 
Documentos que fizeram parte duma aprendida e bem sucedida "violence order application" por parte da polícia no momento em que o "marido" da criança declaram que a jovem rapariga "acreditava ou havia sido informada que a lei sharia suplanta a lei Australiana”. Os documentos legais declaram que “Ela declarou que, juntamente com o acusado, eles haviam tentado que ele a registasse como guardião legal junto do Centrelink de modo a poderem obter os benefícios previdenciários que fossem possíveis”. 
A polícia alega no documento AVO que o homem de 26 anos, que foi acusado de 25 instâncias de relação sexual com a criança, admitiu junto dos oficiais no dia em que foi preso que ele teve relações sexuais diariamente desde o dia da cerimónia religiosa que decorreu no sala da casa da rapariga em Hunter Valley no dia 12 de Janeiro.
Exactamente; a lei sharia tem sempre que suplantar a lei Australiana. E isto não é um incidente isolado; os muçulmanos genuínos acreditam que só as leis de Alá são válidas, e que as leis Ocidentais não o são. Portanto, temos aqui um exemplo perfeito duma cultura do século 6º a entrar em contacto com o Ocidente moderno e a tentar implementar a sua cultura arcaica.

O meu segundo exemplo não é muito melhor:
Um xeque de Sydney foi acusado de financiar uma figura central do conflito Sírio, um Australiano-Libanês com ligações à Al-Qaeda que gere uma bem armada milícia no norte do Líbano. Zouheir Issa já prega na mesquita Al-Azhar Belmore (Sudoeste do Sydney) desde que se mudou para a Austrália em 2005. Aderente do vertente ultraconservadora Salafi, ele não tem amigos dentro do governo Sírio de Bashar al Assad. Mas o que não havia sido revelado até agora é que as autoridades Australianas acreditam que ele andava a disponibilizar fundos monetários a Houssam Sabbagh – homem Libanês que viveu em Sydney por duas décadas mas que é, actualmente, um poderoso líder duma milícia em Tripoli, cidade no norte do Líbano. 
Sabbagh é procurado pela polícia sob acusações envolvendo armas. Ele é regularmente descrito pela impresna Libanesa como alguém que está envolvido com a Al Qaeda, e alguém que está a ajudar a providenciar combatentes e armas para os grupos jihadistas a lutar na Síria - incluindo o grupo com ligações à Al Qaeda com o nome de Jabhat Al-Nusrah. Financiar organizações tais como a Al-Nusrah, que é um grupo terrorista proscrito na Austrália, é crime. 
As alegações irão preocupar as autoridades, que já se encontram em alerta devido às dúzias de jovens Australianos que viajaram para a Síria para se juntarem  a grupos tais como a Al-Nusrah e o Estado Islâmico do Iraque e da Síria (EIIS). Falando para o canal televisivo ABC, Nick O'Brien, antigo líder duma equipa de combate ao terrorismo da Scotland Yard, disse que "Esta é a maior ameaça à segurança da Austrália deste século”.
Mais uma vez, isto não é um caso isolado. As mesquitas são frequentemente usadas como centros de recrutamento para os jihadistas e para guerra santa - tanto internamente como fora do pais. A mesquita não é igual à igreja Cristã, mas muito mais como um centro político, um tribunal da lei sharia, uma escola, um centro de treinamento militar. Ver mais sobre isso aqui.

O meu terceiro exemplo é igualmente assustador. Os jovens muçulmanos Australianos estão a viajar para o exterior para lutarem e morrerem por Alá.
Um jovem adolescente de Sydney Ocidental tornou-se no segundo suicida bombista Australiano, explodindo-se a ele mesmo num ataque terrorista que matou pelo menos cinco pessoas e feriu outras 90 num mercado de Bagdad. O Saturday Telegraph apurou que o rapaz tinha 16 anos quando abandonou Sydney para o Iraque no ano passado para se juntar aos insurgentes terroristas na Síria; entretanto, ele fez anos e passou a ter 17. Os serviços secretos confirmaram a idade do rapaz e confirmaram também que ele era de Sydney Ocidental. 
Acredita-se que ele viajou com outros jovens que buscavam alistarem-se às forças do EIIS (Estado Islâmico do Iraque e da Síria) a combater na Síria e no Iraque, para além de se ficar à saber que ele tinha ligações familiares com o famoso terrorista condenado Khaled Sharrouf. Acredita-se que membros da família sabiam das suas intenções mas que não puderam impedi-lo.
Um artigo posterior revelou que ele era, na verdade, de Melbourne. Mas mais uma vez, ele não foi o primeiro muçulmano Australiano a fazer isto, e nem será o último. Estes tristes casos ilustram mais uma vez a verdade que tenho tentado salientar aqui: Podem tirar o muçulmano do país muçulmano, mas não se consegue extrair o islão de dentro dele.

É por isso que temos que começar a ficar mais inteligentes e mais cuidadosos. Permitir que qualquer pessoa entre no nosso país sem no entanto tomar cuidados em torno de quem eles são e no que é que eles acreditam, é receita para o desastre. E é isso que estamos a observar virtualmente todos os dias.


segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

O porquê dos jihadistas estarem a vencer

Por Bill Muehlenberg

Ok. Como uma nação Ocidental, foi nisto que nos tornamos: um maometano devoto, motivado por uma ideologia islâmica, comete um acto de terror nas estradas duma cidade Australiana, matando duas pessoas inocentes, mas os média conseguem transformar isto num caso dum maometano incompreendido alvo de intimidação dos Australianos malignos!

Nós temos agora uma nova vítima infeliz. São os dois Australianos inocentes assassinados? Claro que não! É o maometano tomador de reféns. Ele e toda a comunidade maometana são as verdadeiras vítimas deste evento todo, e, de alguma forma, nós, os Australianos, é que somos os maus da fita. É neste ponto que nos encontramos actualmente; os nossos líderes e os nossos média são dhimmis certificados.

A jihad chegou às nossas ruas mas tudo o que os media querem fazer é dizer-nos que a jihad não chegou às nossas ruas. Os média pegaram num evento real, e voltaram-no por completo: segundo eles, isto não foi um ataque islâmico e o mesmo de maneira alguma está relacionado com o islão. Isto deve ser verdade porque os média têm reportado apologista atrás de apologista a afirmar que esta é a verdade, e como tal, deve ser verdade.

Nós temos assassinos maometanos a matar em nome de Alá, mas tudo o que os média podem repetir constantemente é como os Australianos são "racistas" e "xenófobos". De que lado é que os média estão? Claro que esta é uma pergunta retórica.

Enquanto o drama de 16 horas decorria, escrevi dois artigos em torno desta situação trágica. Agora que tudo acabou, um certo número de artigos começou a aparecer. Deixem-me focar a vossa atenção a alguns deles. Larry Pickering, entre outros, salientou a loucura da teoria de que Man Monis nada mais era que um "lobo isolado":
As gritos de "ataque de lobo solitário" ecoam através dos média como uma alternativa politicamente correcta à expressão "terrorismo islâmico". Mas a distorcida mente islâmica de Sheik Man Haron Monis está à vista de todas as pessoas na sua conta do Facebook com mais de 14,000 "likes"..... bem, estava à vista até a sua página ter sido removida por alguma pessoa embaraçada. 
Não é estranho que um lobo solitário possa ter outros tantos lobos a seguirem-no, prontos e dispostos a juntarem-se na matança? Não, não é, se por acaso queres acreditar na existência de lobos solitários. 
Sabes quem são os lobos solitários, certo? São aqueles que pertecem à mente débil da extrema-esquerda e dos apologistas do terrorismo islâmico. A realidade dos factos é que o lobo solitário pertence a contos de fada tais como "Os Três Porquinhos"; se nós esperarmos um bocado, veremos que por trás do "lobo solitário" vem o resto da matilha.
Outras pessoas salientaram outra verdade inconveniente em tornos ds seguidores do Facebook:
Premier Mike Baird – 11,500 likes 
Clover Moore – 6,500 likes 
Man Haron Monis – 14,725 likes (antes da sua página ter sido apagada ontem; um "pária" da comunidade islâmica".)
E a ideia idiótica de que o islão é a vítima deste incidente, e que nós temos que nos preocupar com os pobrezinhos dos maometanos se encontrarem expostos a alguma campanha de ódio por parte daqueles que estão a ser mortos, está a ser brilhantemente confrontada por Chris Kenny, que diz:
Temos que aceitar a realidade contundente: os extremismo islâmico, quer seja levado a cabo por grupos altamente organizados ou por solitários dementes, quer seja importado ou com origem local, é real e é um perigo. A nossa comunidade alargada e os média têm que lidar com esta realidade como um facto consumado tal como os fazem as nossas forças de segurança. 
Os poucos casos isolados de respostas islamofóbicas normalmente são lidadas de maneira assertiva e denunciadas pelos nossos cidadãos - sem falar nas nossas autoridades. Esses casos são sempre repreensíveis e intoleráveis, mas estão bem longe de serem a norma - algo que não faz parte da maneira de ser Australiana - e qualquer tentativa de estabelecer algum tipo de equivalência entre esses actos e os ataques terroristas mortíferos são um insulto para as vítimas do terror. 
No entanto, enquanto os nossos compatriotas Australianos ainda se encontravam encolhidos à mercê dum atirador extremista, as redes sociais já se encontravam agitadas com uma campanha hashtag sugerindo que os muçulmanos Australianos estariam seguros nos nossos transportes públicos. 
Os muçulmanos estão seguros nos nossos transportes públicos todos os dias. Ontem, nas amontoadas multidões de Martin Place, havia mulheres muçulmanas com lenços nas suas cabeças, misturando-se com as outras pessoas e a expressar as suas preocupações lado a lado com os Australianos não-muçulmanos. Esta é a nossa forma de ser. A ideia de que a Austrália precisa de provar a sua pluralidade e a sua tolerância é uma sugestão equivocada e idiota.
Finalmente, Bernard Gaynor disponibiliza-nos algumas verdades que temos que levar em conta. Ele apresenta-nos "cinco coisas que os média mainstream estão a distorcer" em torno da adição islâmica às festividades Natalícias durante as últimas 24 horas:
1. Nós nunca poderíamos aguardar algo como isto. 
Aparentemente, isto é algo que nunca pensamos que poderia ocorrer em Sydney. Pelo menos foi isso que o Premier de New South Wales, Mike Baird, disse esta manhã. Está lá? Mike? Está alguém em casa? Os Australianos não são peixes-dourados. Nós temos a capacidade de nos lembrar-mos de coisas que aconteceram para lá dos últimos 3 segundos. 
Por exemplo, o facto de 800 polícias terem descido sobre Sydney há apenas algumas semanas atrás para impedir que um pacífico seguidor da religião pacífica pacificamente cortasse a cabeça dum Australiano aleatório. Em Martin Place, exactamente onde está o Lindt Café. Se por acaso alguém não viu que isto poderia acontecer, certamente que tinha a sua cabeça na areia e o seu traseiro a apontar para o céu, quase como se já tivesse abraçado o islão. 
Muito provavelmente, no entanto, a maior parte das pessoas não esperaria receber notícias de que um atirador demente se encontrasse sob fiança devido a uma multitude de ofensas sexuais e em relação ao assassinato da sua esposa (ela foi pacificamente queimada viva). Ou então que este rapaz tinha o hábito de enviar cartas abusivas às famílias de soldados Australianos que haviam morrido no Afeganistão. 
Quem é que precisa de se preocupar com a ameaça islâmica quando o próprio sistema legal Australiano tem tão pouca consideração pelas vidas Australianas ao permitir que este homen andasse livremente pelas ruas? Mas eu não consigo encontrar melhor publicidade para a verdade do islão do que facto deste desviado sexual assassino andar pelo coração de Sydney sob a sombra das mais famosas palavras de Maomé. (...)
4. Os líderes islâmicos condenaram a violência. 
Aparentemente o Grão-Mufti da Austrália condenou o cerco ao Lindt Café. E com isso, os média esforçaram-se para falar da forma como os muçulmanos temem pelas suas vidas, vivendo num país tão racista como a Austrália. Mas a realidade dos factos é que o Grão-Mufti Ibrahim Abu Mohamed tem muito que esconder para emitir essa declaração. 
Este é mesmo homem que em Outubro último enviou uma carta ao Senado Federal, alegando que as novas leis anti-terrorismo inibiam a sua liberdade religiosa. Não é preciso dizer mais nada porque a declaração do Grão-Mufti diz tudo: ela é uma admissão clara que o islão promove o terrorismo. A verdadeira questão é: porque é que os média quase nem reportaram isto? 
5. A comunidade islâmica sofre com isto. 
Se formos acreditar nos média, as últimas 24 horas estão a causar danos terríveis junto da comunidade islâmica. Por favor. Esta é a rotina bom polícia/mau polícia. Alguém entra para dentro dum café e mata duas pessoas. Em resposta a isto, os apologistas islâmicos recebem uma enorme quantidade de tempo de antena. 
O Premier de New South Wales faz conferências junto do homem que disse que as novas leis anti-terrorismo colidem com a liberdade religiosa e com os serviços religiosos interconfessionais que são levadas a cabo nas mesquitas por toda a nação. Os políticos estão a fazer todos os esforços possíveis para promover o islão. E isto porque dois Australianos foram mortos sob a bandeira islâmica. Tal como disse, por favor! 
E, obviamente, os idiotas das redes sociais ficaram doidos. A hashtag #illridewithyou ganhou forma, e, obviamente, é um gesto totalmente vazio criado apenas e só para reforçar os sentimentos arrogantes de superioridade moral mantidos por aqueles que promovem a tolerância à custa da segurança da nossa nação. E nada revela a natureza vazia dos bem-feitores morais que o facto deles não fazerem nada de bom. Eles apenas "tuitam" o bem, tal como deuses nos lugares mais elevados. 
Se por acaso tu defendes a ideia do domínio islamico e da lei sharia, as últimas 24 horas revelaram que assassinar dois Australianos é practicamente tudo o que é preciso para que todos os outros exibam deferência e submissão. Claro que não é assim tanta deferência. Esperem que mais violência ocorra.
Fico feliz que algums outras vozes sóbrias e sensíveis estão a ser ouvidas em relação a isto. Com os média mainstream a ter practivamente vendido a sua alma ao diabo - neste caso, ao diabo islâmico - é refrescante ouvir algumas outras pessoas que não perderam a sua cabeça e nem se juntaram às hordes de zombies.

- http://goo.gl/xsx6sh.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Parece que os Russos não gostam do jihadismo

Por Raymond Ibrahim

Notícias provenientes da Rússia parecem indicar que este país está a tomar passos concretos para combater a "radicalização" dos muçulmanos que vivem nas suas fronteiras. Agências noticiosas pró-islâmicas reportaram e queixaram-se com o facto da Rússia estar a banir o hijab islâmico - a cobertura de face exigida pela lei islâmica que as mulheres muçulmanos são obrigadas a usar - e, e talvez mais importante, a banir algumas escrituras islâmicas que eles afirmam incitar o terrorismo.

Nas palavras do site de notícias em árabe Elaph,

A Rússia esta a testemunhar uma guerra implacável contra o hijab. Tudo começou de forma tranquila, mas desde então tem crescido em força, levando ao aumento das preocupações dos muçulmanos Russos.

A notícia continua, dizendo que as mulheres que usam o hijab são "assediadas" especialmente nas grandes cidades; que eles enfrentam dificuldades na busca de empregos, e são "sujeitos a situações embaraçosas em áreas públicas e nos meios e transporte. A situação chegou a um ponto onde até as instituições de educação, incluindo as universidades, emitiram decretos banindo por  completo o uso do hijab."

O Pirogov Russian National Research Medical University de Moscovo parece ter sido mencionado como uma das escolas onde o hijab foi banido nas suas instalações, especialmente em Setembro último (o New York Times lamentou um instância mais antiga de sentimentos anti-hijab em 2013).

Embora estes gestos contra o uso do hijab possam ter a aparência de "discriminação" e um ataque às liberdades religiosas, o reverso da moeda disto tudo - algo que a Rússia, com a sua significativa população muçulmana, muito provavelmente esteja bem ciente - onde quer que o hijab prolifere, o supremacismo islâmico e o terrorismo também proliferam. Tawfik Hamid, que aspirava ser um jihadista terrorista, diz que:

A proliferação do hijab está fortemente associado ao aumento do terrorismo.... O terrorismo tornou-se muito mais frequente em sociedades tais como a Indonésia, o Egipto, a Argélia e o Reino Unido, depois do uso do hijab se ter tornado predominante entre as mulheres que viviam nessas comunidades.

O motivo por trás desta correlação é claro: A rigorosa lei islâmica Sharia ordena a jihad (terrorismo") contra os descrentes da mesma forma que ordena às mulheres muçulmanas que usem o hijab. Onde quer que um prolifera - evidenciando uma aderência à Sharia - o outro naturalmente se seguirá.

Mas a crescente lista de livros islâmicos banidos pela Rússia, acusados de incitar o terrorismo, talvez seja mais significante. Elaph continua:

Este gesto [de banir o hijab] coincide com uma crescente lista de livros a serem banidos, com dúzias deles a serem colocados na lista de terrorismo, incluindo Sahih Bukhari e numerosos livretes contendo versos do Alcorão e ditados do profeta.

Segundo os procuradores-públicos de distrito de Apastovsk, o livro de tradições com o nome "Sahih Bukhari" está a ser atacado porque promovo a “exclusivade de uma das religiões do mundo,” nomeadamente, o islão, ou, nas palavras do assistente do procurador-público de Tatarstan Ruslan Galliev, esse livro promovo “um islão militante” que fomenta "inimizade étnica e religiosa."

Isto é muito importante. Embora se possa esperar que livros e folhetos modernos escritos por grupos como a al-Qaeda e o Estado Islâmico possam ser banidos, Sahih Bukhari, compilado no século 9, é muito importante para os muçulmanos sunitas (isto é, para 90% dos muçulmanos do mundo). De facto, este livro com nove volumes é visto como o segundo livro mais importante do islão, só ficando atrás do próprio Alcorão, e ele alegadamente tem os ditados mais autênticos de Maomé.

No entanto, o facto deste livro islamicamente importante promover a "exclusividade" - isto é, o supremacismo - e "fomentar inimizade étnica e religiosa" - isto é, o terrorismo - não pode ser colocado de parte por pessoa alguma. Seguem-se agora algumas declarações contidas no Sahih Bukhari, e atribuídas ao "profeta" do islão, que falam por si. Maomé disse:

•“Fui enviado com as expressões mais curtas contendo os significados de maior alcance [tawriya, Decepção islâmica], e fui feito vitorioso através do terror (lançado nos corações do inimigo).”
•“Se alguém abandonar a sua religião islâmica [“apóstatas”], matem-no.”

• No final dos tempos, "uma pedra dirá ‘Ó Muçulmano! Está um Judeu escondido atrás de mim; vem matá-lo!’”

•“Fui ordenado (por Alá) a lutar contra todos até que eles testemunhem que ninguém tem o direito de ser adorado senão Alá, e que Maomé é apóstolo de Alá, e que ofereçam orações de maneira perfeita e que eles dêem a caridade obrigatória” [isto é, Maomé foi ordenado a lutar até que todos sejam muçulmanos de verdade].”

Aparentemente, os Russos estão cientes que tais asserções - que elas venham deste ou daquele jihadista, ou do "profeta" Maomé - são suficientes para incitar o caos no seu país. De facto, os escritos "terroristas" dos grupos islâmicos jihadistas modernos estão todos eles infundidos com os textos intolerantes encontrados nas escrituras islâmicas tais como o Sahih Bukhari.

Isto leva-nos à pergunta que se segue: e o que dizer do Alcorão? Será possível bani-lo com base no mesmo argumento, visto que o principal livro islâmico está também ele  repleto de apelos à violência e ao terrorismo contra os descrentes? O Alcorão 8:12 é um dos muitos exemplos, onde o deus Alá declara:

Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos!

Isto é, decapitai-os, tal como o Estado Islâmico está a fazer - ao mesmo tempo que se cita o Alcorâo.

De qualquer das formas, de volta aos país das Maravilhas, longe de banir os textos islâmicos que promovem a violência e o terrorismo, o presidente Americano Barack Hussein Obama proibiu que os serviços secretos Americanos fizessem algum tipo de ligação entre o terrorismo islâmico com o islão. 

Dito de outra forma, os muçulmanos são livres para serem incitados pelos textos islâmicos - o que leva a decapitações e a ataques de machado nos Estados Unidos - mas os não-muçulmanos estão proibidos de fazer algum tipo de ligação entre tais actos e os principais textos islâmicos que claramente os inspiram.




domingo, 16 de novembro de 2014

O terrorismo dos grupos islâmicos está acordo com o exemplo de Maomé?

Por Raymond Ibrahim

Qual é a relação entre o Estado Islâmico, EIIL, com o Islão? A resposta da maioria dos políticos ocidentais é: “Nenhuma.” O presidente dos Estados Unidos, Barack Hussein Obama, declarou de forma firme que o Estado Islâmico não é "Islâmico". Devido a isto, convém perguntar: o que é e o que não é islâmico?

O processo tradicional - a resposta islâmica - é o seguinte: O que é que os textos centrais e as escrituras islâmicos dizem sobre o ponto em questão? Será que o Alcorão, tido pelos muçulmanos como livro que contém os comandos literais de Alá, apela ou justifica o ponto em questão? Será que os textos das hadiths e das siras - que alegam conter os ditados e os actos do profeta de Alá, que o Alcorão coloca como exemplo a ser emulado pelos muçulmanos (Alcorão 33:21) - apelam ou justificam o ponto em questão?

Se ainda permanecer alguma ambiguidade, o próximo passo é: qual é o consenso (ijma) entre as autoridades principais do mundo islâmico em relação a isto? Neste ponto, é comum termos que nos voltar para as tafsirs, as exegeses dos homens mais eruditos dentro do islão - a ulema - e levar em contra as suas conclusões. O próprio Maomé alegadamente disse que "a minha umma [nação islâmica] nunca está de acordo em relação a um erro."

Por exemplo, o Alcorão ordena aos crentes que respeitem as rezas; conformemente, todos concordam que os muçulmanos têm que rezar. Mas o Alcorão não específica o número de vezes. No entanto, nas hadith e na sira Maomé deixa bem claro que se deve rezar cinco vezes por dia, e a ulema, havendo considerado tais textos, concorda que os muçulmanos têm que rezar cinco vezes por dia. Logo, certamente que rezar cinco vezes por dia é um acto islâmico.

Embora os políticos Ocidentais e os apologistas islâmicos Ocidentais prontamente aceitem tal metodologia para determinar o que é islâmico - as rezas estão no Alcorão, Maomé esclareceu a sua implementação nas hadith, e a ulema está de acordo em relação a isso - sempre que a questão lida com coisas que colocam o islão sob "má luz" segundo as sensibilidades [esquerdistas] Ocidentais, então a abordagem-padrão mencionada em cima, criada para se estabelecer o que é islâmico, é totalmente ignorada.

Consideremos alguns dos actos mais extremos cometidos pelo Estado Islâmico - decapitações, crucificações, escravizações, predação sexual, massacres, e a perseguição de minorias religiosas - e testá-las à luz da tradicional metodologia islâmica . Iremos analisar se estes actos  estão de acordo com o critério islâmico, especialmente dentro do contexto da jihad - que tem a sua própria regra de conduta.

Decapitações

O Estado Islâmico decapita os "Infiéis" - incluindo mulheres e crianças. Este aspecto do Estado Islâmico provocou o horror um pouco por todo o mundo, mas o que eles fizeram é islâmico ou não? O Alcorão apela para a decapitação dos inimigos do islão, especialmente dentro dum contexto bélico, ou jihad:

"E quando vos enfrentardes com os incrédulos, (em batalha), golpeai-lhes os pescoços, até que os tenhais dominado, e tomai (os sobreviventes) como prisioneiros." (47:4)

Outra ayah declara:
"E de quando o teu Senhor revelou aos anjos: Estou convosco; firmeza, pois, aos fiéis! Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos!" (8:12).
E em relação ao outro critério - o exemplo do "profeta" e o onsenso da umma -  Timothy Furnish, autor do ensaio de com o título de “Beheading in the Name of Islam,” escreve:
A práctica da decapitação de cativos não-muçulmanos remonta até ao tempo do profeta. Ibn Ishaq (d. 768 C.E.), o mais antigo biógrafo de Moamé, registou a forma como o profeta ordenou a execução através da decapitação de 700 homens da tribo Judaica de Banu Qurayza em Medina por uma alegada conspiração contra ele. Os líderes islâmicos desde os tempos de Maomé até aos dias de hoje seguiram este modelo. Exemplos de decapitações, tanto dos vivos como dos mortos, dentro da história islâmica são uma miríade. (...) Durante séculos os principais estudiosos interpretaram este versículo [47:4, o versículo da decapitação] de forma literal. (....) Muitas interpretações recentes permaneceram consistentes com aqueles de há mais de mil anos atrás.
Crucificações

Com regularidade, o Estado Islâmico crucifica pessoas inocentes; os órgãos de informação mainstream alegam que até a al-Qaeda está “chocada” com tal comportamento. No entanto, o Alcorão declara na sura 5:33 o seguinte:
O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo.
Consequentemente, as crucificações são comuns por toda a história islâmica. Depois do "profeta" do islão ter morrido em 632 [envenenado por uma mulher judia], muitos Árabes foram acusados de apostasia. O primeiro califa, Abu Bakr, deu então início a uma jihad contra eles e muitos "apóstatas" foram crucificados como um exemplo para os demais. No livro Witnesses For Christ: Orthodox Christian Neomartyrs of the Ottoman Period 1437-1860, a crucificação é listada como uma das muitas formas através das quais os Cristãos foram executados pelos muçulmanos Turcos. 

Mais dramático ainda, no seu livro de memórias Ravished Armenia, Aurora Mardiganian descreveu a forma como observou 16 raparigas crucificadas e os abutres a comerem os seus corpos mortos - tudo isto no início de século 20 e na cidade de Malatia:
Cada uma das raparigas havia sido pregada à cruz viva, cravos espetados nos pés e nas mãos..... Só o seu cabelo, agitado pelo vento, cobria os seus corpos.
Mais recentemente, algumas pessoas (incluindo crianças) foram crucificadas pelos auto-proclamados Jihadistas em nome do islão em países tão diversos como a Costa do Marfim e o Iémen.

Escravatura e Violação Sexual

O que dizer da escravatura, especialmente a escravatura de mulheres não-muçulmanas para propósitos sexuais que está a ser levada a cabo pelo Estado Islâmico? Partindo da mais elevada autoridade escritural dentro do islão - o Alcorão -, passando pelo ao maior exemplo comportamental para os muçulmanos - o "profeta" Maomé - e levando em conta a história islâmica e os eventos mais recentes, a escravização sexual das mulheres "infiéis" é um aspecto canónico dentro da civilização islâmica. O Alcorão 4:3 permite que os muçulmanos tenham relações sexuais com "o que tendes à mão", termo categoricamente definido pela ulema como as mulheres "infiéis" capturadas durante a jihad.

O próprio "profeta" do islão manteve concubinas conquistadas durante a jihad, e teve relações sexuais com elas. Uma mulher Judia com o nome de Safiya bint Huyay foi dada em "casamento" a Maomé imediatamente após o seu pai, o marido e os irmãos terem sido chacinados pelos muçulmanos durante o raid à sua tribo. Maomé tomou-a como despojo de guerra depois de ficar a saber da beleza da jovem mulher. Sem surpresa alguma, ela mais tarde confessou, "De todos os homens, aquele que eu mais odiava era o profeta uma vez que ele matou o meu marido, o meu irmão, e o meu pai" pouco antes de ter "casado" (ou, menos eufemísticamente, "violado") com ela.

Khalid bin Walid - a "espada de Alá" e herói para todos os que aspiram a ser jihadistas - violou outra mulher conhecida pela sua beleza no campo de batalha, com o nome de Layla, pouco depois de ter cortado a cabeça "apóstata" do seu marido, a ter incendiado, e ter cozinhado o seu jantar sobre esse fogo.

Massacres

O que dizer dos massacres em larga escala? Neste video, o Estado Islâmico parecer reunir, humilhar e marchar centenas de reféns masculinos (cujo número disponibilizado é o de 1400) para as suas trincheiras, onde o Estado Islâmico procede disparando contra a cabeça de cada um - ao mesmo tempo que a bandeira negra do islão é agitada.

O próprio "profeta" ordenou o massacre cruel de "infiéis"; depois da batalha de Badr, onde Maomé e os primeiros maometanos prevalecerem sobre os seus inimigos, Maomé ordenou a execução de alguns dos reféns. Quando um dos reféns, com o nome de ‘Uqba, implorou a Maomé para poupar a sua vida, perguntando "Mas, Ó Maomé, quem irá olhar pelos meus filhos?", o "profeta respondeu, “o inferno.”

Ainda mais conhecida é a ordem de Maomé para a execução de aproximadamente 700 homens Judeus da tribo de Banu Qurayza. Segundo a descrição da sira, depois da tribo Judaica se ter rendido depois do cerco, Maomé ordenou que todos os homens fossem levados para onde valas haviam sido escavadas, onde prontamente ele os decapitou - tal como o Estado Islâmico marchou e executou as suas vítimas nas trincheiras tal como observado neste video.


Dhimmitude

O Estado Islâmico é também responsável por ressuscitar uma distinta instituição islâmica que foi banida no século 19, graças à intervenção das forças coloniais: a “dhimmitude.” O estabelecimento da dhimmitude é a práctica de exigir um tributo (jizya) da parte dos Cristãos e Judeus conquistados, e sujeitá-los a uma vida de cidadãos de terceira categoria. Ambos os grupos têm que aceitar uma gama de medidas debilitantes e humilhantes: não podem construir ou reparar igrejas, não podem ter sinos nas igrejas ou adorar de forma ruidosa, não podem exibir cruzes, não podem enterrar os seus mortos perto dos muçulmanos, etc.

Estas medidas derivam também dos principais textos islâmicos; o Alcorão 9:29 apela aos muçulmanos que lutem contra "O Povo do Livro" (interpretado como os Cristãos e os Judeus) "até que, submissos, paguem o Jizya". E as Condições de Omar - nomeado segundo um dos "califas piedosos" - explica a forma como eles têm que "se sentir subjugados", que é precisamente o que o Estado Islâmico decretou.

As ulemas do passado e as do presente confirmaram que o Alcorão 9:29 e as Condições de Omar têm o significado literal. Logo, segundo o Sheikh Saudita Marzouk Salem al-Ghamdi, falando durante um sermão de Sexta-Feira:
Se os infiéis vivem entre os muçulmanos, segundo as condições estabelecidas pelo profeta - não há nada de errado com isso, desde que eles paguem o Jizya ao erário islâmico. As outras condições [em referência às Condições de Omar] são .. que eles não renovem a igreja ou o mosteiro, não reconstruam as que foram destruídas ... que dêem o seu lugar aos muçulmanos, se estes se quiserem sentar .... que não exibam a sua cruz, que não façam soar os sinos da igreja, que não levantem as suas vozes durante as suas orações ..... Se eles violarem estas condições, eles ficam sem protecção.
É falso afirmar, como o fez o presidente Obama, que o Estado Islâmico "não é islâmico". Na realidade, até os detalhes mais bárbaros - incluindo a exibição pública dos mutilados corpos dos "infiéis", rindo e posando com as suas cabeças decapitadas - têm o apoio no Alcorão e nas histórias em torno do "profeta".

É desonesto aceitar a metodologia da jurisprudência islâmica - "X faz parte do Alcorão, das hadith, das sira, e é isso consensual entre a ulema?" - só para rejeitar essa mesma metodologia sempre que X coloca o islão sob "má luz". Dentro do contexto da jihad, tudo o que o Estado Islâmico está a fazer - decapitações, crucificações, massacres, escravizações e subjugação de minorias religiosas - está de acordo com o islão, e desde logo, são actos islâmicos.

Fonte: http://bit.ly/1Df83vt

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Jihadistas "Ingleses" e a Síria

Figura de relevo do MI5 revelou que os serviços secretos ingleses já impediram 34 ataques terroristas desde 7 de Julho de 2005, dia em que maometanos levaram a cabo o terrível ataque em Londres.

Numa aparência conjunta sem precedentes perante o "Intelligence and Security Committee" do Parlamento, os líderes do MI5 e do MI6  responderam a perguntas feitas em público.

O comité ficou a saber que a Síria tornou-se num refúgio para os jihadistas desde que a guerra civil teve início, e que, consequentemente, centenas de cidadãos Britânicos já viajaram para esse país.

O chefe do MI5 Andrew Parker disse que existiam milhares de pessoas a viver na Grã-Bretanha actualmente que apoiam a al-Qaida, e o chefe do MI6 Sir John Sawers avisou que a ameaça dum ataque terrorista contra a Grã-Bretanha está a aumentar.


* * * * * * *
Impressionante como nunca ouvimos os serviços secretos de algum país Europeu a falar da "ameaça" que os Hindus são, ou a "ameaça" que os Budistas são para a segurança europeia. São sempre os aderentes da mesma fé religiosa-política que parecem ser o grande problema.

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