MITOS ISLÂMICOS

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terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

A perseguição islâmica aos Cristãos é um fenómeno antigo

Por Raymond Ibrahim

Um facto flagrante relativo à perseguição de aproximadamente 100 milhões de Cristãos por todo o mundo é que a maior parte dela está a ser feita por maometanos de todas as raças, nacionalidades, línguas e circunstâncias socio-políticas: maometanos provenientes do "aliado" Americano (Arábia Saudita) e dos inimigos dos Americanos (Irão); maometanos de nações economicamente ricas (Qatar) e de países pobres (Somália, Iémen); maometanos de nações que são "repúblicas islâmicas" (Afeganistão) e de nações "moderadas" (Malásia e Indonésia); maometanos de nações que foram salvas pelos Americanos (Kuwait) e maometanos de nações que têm "ódios" antigos contra os Americanos (insira o nome:______).

Este facto é ressalvado pelo recente relatório da Open Doors - 2015 World Watch List - que salienta e lista as 50 piores nações que se encontram a perseguir os Cristãos. Esse relatório apurou que o "extremismo islâmico" é a principal fonte de perseguição em 40 dos 50 países da lista - isto é, 80% das nações onde os Cristãos vivem sob perseguição são países maometanos. Em relação aos 10 piores países onde há perseguição aos Cristãos, 9 de entre eles são países com maioria maometana - isto é, 90% das nações onde os Cristãos sofrem "perseguição extrema" são islâmicas.

Mas mesmo assim, levando em conta que a 2015 World Watch List tem a Coreia do Norte - um país comunista e não-islâmico - como o país mais perseguidor de Cristãos, porquê o ataque à identidade dos maometanos? Certamente que a perseguição aos Cristãos não é algo intrínseco do mundo maometano, mas sim um produto de regimes opressores e de outros factores socio-económicos - tal como o exemplo da Coreia do Norte sugere, e tal como muitos analistas e fontes mediáticas subscrevem, certo?

Neste ponto, temos que fazer distinções importantes e muitas vezes confundidas.

Embora os Cristãos sejam de facto vítimas de perseguição extrema na Coreia do Norte, este tipo de perseguição engloba-se dentro da perseguição temporal e aberrante visto que um simples derrube do regime Norte-Coreano muito provavelmente iria colocar um ponto final à perseguição dum dia para o outro - tal como a queda da União Soviética Comunista testemunhou a perseguição religiosa a chegar ao fim rapidamente

No entanto, no mundo islâmico tal cenário não iria aliviar em nada o sofrimento do Cristãos. O mais provável é o contrário: sempre que os ditadores caem (frequentemente graças à intervenção dos Americanos) - Saddam no Iraque, Qaddafi na Líbia, uma tentativa em curso com Assad na Síria - a perseguição aos Cristãos aumenta de modo dramático. Actualmente, o Iraque é o 3º país que mais persegue os Cristãos, Síria o 4º e a Líbia o 13º.

O motivo para esta dicotomia é que a perseguição aos Cristãos feita pelos não-maometanos (na sua maioria, comunistas) está frequentemente enraizada num regime particular. Por outro lado, a perseguição aos Cristãos feita pelos maometanos não só é perene e existencial, transcendendo em muito este ou aquele regime, ou este ou aquele ditador, como faz parte da história, das doutrinas e da composição socio-política do islão; isto justifica a sua tenacidade e a sua ubiquidade.

Para além disso, o comunismo ateísta é um fenómeno relativamente novo - com cerca de 1 século - e, com o passar dos anos, o seu domínio (ou as variações da sua ideologia) tem diminuído muito, levando a que só um punhado de nações sejam hoje em dia comunistas.  Ao contrário disto, a perseguição islâmica aos Cristãos é tão antiga como o islão, e, apesar da supressão, sendo uma história bem documentada.

Para se compreender ainda mais as distinções entre a perseguição temporal e a perseguição existencial, levemos em conta a Rússia. Sob o comunismo, os Cristãos Russos foram fortemente perseguidos, no entanto hoje, depois da queda da União Soviética, a Rússia está a reclamar de volta a sua herança Cristã Ortodoxa (sendo proeminente entre as nações Ocidentais por revelar o seu apoio aos Cristãos vítimas de perseguição).

A Coreia do Norte - onde Kim Jong-Un é adorado como um deus e as pessoas encontram-se "protegidas" da realidade - parece estar a experimentar o que a Rússia sofreu sob a União Soviética. Mas se a até outrora-poderosa União Soviética  não conseguiu sobreviver, certamente que é uma questão de tempo até que as pequenas paredes da Coreia do Norte se desmoronem, com a consequente liberdade religiosa que as antigas nações comunistas têm experimentado. (De modo bem revelador, os únicos países da antiga União Soviética que ainda perseguem os Cristãos são países islâmicos, tais como o Uzbequistão, classificado como o 15º país que mais persegue os Cristãos, e o   Turcomenistão, o 20º - países onde há uma "perseguição severa" aos Cristãos.)

No entanto, o tempo não está do lado dos Cristãos que vivem entre os maometanos; é bem ao contrário. As histórias compiladas por maometanos medievais objectivos tornam bastante claro o facto de que, século após século de perseguição religiosa e discriminação são responsáveis por transformar um território que no século 7º era metade do mundo Cristão - Egipto, Síria, Turquia, Norte da África - no que é hoje casualmente chamado de o "mundo muçulmano".

Um exemplo: na autoritária história do Egipto escrita por Taqi al-Din al-Maqrizi’s (c. 1442) - Egipto que era um centro Cristão enorme antes da invasão maometana - são recordadas histórias após histórias de maometanos a queimar igrejas, matar Cristãos, e escravizar as suas mulheres e crianças. A única forma de evitar isto por essa altura, tal como o é hoje em dia - algo que grupos como o Estado Islâmico deixam bem claro - era a conversão ao islamismo. Depois de registar um ataque forte de perseguição, onde alegadamente mais de 30,000 igrejas na Síria e no Egipto foram destruídas, o piedoso historiador maometanos conclui:

Devido a estas circunstâncias, muitos Cristãos tornaram-se muçulmanos.

Resumidamente, a perseguição islâmica feita aos Cristãos existe actualmente em 40 países como algo que faz parte dum continuo - ou "tradição" - que teve início há 14 séculos atrás. Tal como eu documentei em Crucified Again: Exposing Islam’s New War on Christians (onde as histórias de al-Maqrizi são referenciadas entre as páginas 39 e 41), o mesmo padrão de perseguição que existe no mundo maometano de hoje é idêntico ao dos séculos passados.

Uma consideração final: a Coreia do Norte, o único país não-maometano que faz parte dos 10 países que mais perseguem os Cristãos, é governado por alguém que é visto como um megalomaníaco desequilibrado. Por outro lado, as outras 9 nações não não dominadas por qualquer "culto-de-personalidade", sendo, em vez disso, governadas de forma variada, incluindo democracias parlamentares (Iraque), repúblicas (Nigéria, Paquistão, Somália, Sudão, Síria), repúblicas islâmicas (Afeganistão, Irão), partidos-únicos (Eritreia), e monarquias (Arábia Saudita, classificado no 12º lugar). 

O denominador comum é que são todas nações islâmicas.

Portanto, a menos que haja um milagre (por parte da intervenção Ocidental ou reforma islâmica), muito depois do psicótico Kim Jong-Un já estar morto, dezenas de milhões de Cristãos e outros "infiéis" continuarão a sofrer perseguição extrema, até que o que teve início no 7º século atinja a sua plenitude e todo o mundo islâmico se torne "vazio de infiéis"

- http://goo.gl/Nq13r9

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Parece que os Russos não gostam do jihadismo

Por Raymond Ibrahim

Notícias provenientes da Rússia parecem indicar que este país está a tomar passos concretos para combater a "radicalização" dos muçulmanos que vivem nas suas fronteiras. Agências noticiosas pró-islâmicas reportaram e queixaram-se com o facto da Rússia estar a banir o hijab islâmico - a cobertura de face exigida pela lei islâmica que as mulheres muçulmanos são obrigadas a usar - e, e talvez mais importante, a banir algumas escrituras islâmicas que eles afirmam incitar o terrorismo.

Nas palavras do site de notícias em árabe Elaph,

A Rússia esta a testemunhar uma guerra implacável contra o hijab. Tudo começou de forma tranquila, mas desde então tem crescido em força, levando ao aumento das preocupações dos muçulmanos Russos.

A notícia continua, dizendo que as mulheres que usam o hijab são "assediadas" especialmente nas grandes cidades; que eles enfrentam dificuldades na busca de empregos, e são "sujeitos a situações embaraçosas em áreas públicas e nos meios e transporte. A situação chegou a um ponto onde até as instituições de educação, incluindo as universidades, emitiram decretos banindo por  completo o uso do hijab."

O Pirogov Russian National Research Medical University de Moscovo parece ter sido mencionado como uma das escolas onde o hijab foi banido nas suas instalações, especialmente em Setembro último (o New York Times lamentou um instância mais antiga de sentimentos anti-hijab em 2013).

Embora estes gestos contra o uso do hijab possam ter a aparência de "discriminação" e um ataque às liberdades religiosas, o reverso da moeda disto tudo - algo que a Rússia, com a sua significativa população muçulmana, muito provavelmente esteja bem ciente - onde quer que o hijab prolifere, o supremacismo islâmico e o terrorismo também proliferam. Tawfik Hamid, que aspirava ser um jihadista terrorista, diz que:

A proliferação do hijab está fortemente associado ao aumento do terrorismo.... O terrorismo tornou-se muito mais frequente em sociedades tais como a Indonésia, o Egipto, a Argélia e o Reino Unido, depois do uso do hijab se ter tornado predominante entre as mulheres que viviam nessas comunidades.

O motivo por trás desta correlação é claro: A rigorosa lei islâmica Sharia ordena a jihad (terrorismo") contra os descrentes da mesma forma que ordena às mulheres muçulmanas que usem o hijab. Onde quer que um prolifera - evidenciando uma aderência à Sharia - o outro naturalmente se seguirá.

Mas a crescente lista de livros islâmicos banidos pela Rússia, acusados de incitar o terrorismo, talvez seja mais significante. Elaph continua:

Este gesto [de banir o hijab] coincide com uma crescente lista de livros a serem banidos, com dúzias deles a serem colocados na lista de terrorismo, incluindo Sahih Bukhari e numerosos livretes contendo versos do Alcorão e ditados do profeta.

Segundo os procuradores-públicos de distrito de Apastovsk, o livro de tradições com o nome "Sahih Bukhari" está a ser atacado porque promovo a “exclusivade de uma das religiões do mundo,” nomeadamente, o islão, ou, nas palavras do assistente do procurador-público de Tatarstan Ruslan Galliev, esse livro promovo “um islão militante” que fomenta "inimizade étnica e religiosa."

Isto é muito importante. Embora se possa esperar que livros e folhetos modernos escritos por grupos como a al-Qaeda e o Estado Islâmico possam ser banidos, Sahih Bukhari, compilado no século 9, é muito importante para os muçulmanos sunitas (isto é, para 90% dos muçulmanos do mundo). De facto, este livro com nove volumes é visto como o segundo livro mais importante do islão, só ficando atrás do próprio Alcorão, e ele alegadamente tem os ditados mais autênticos de Maomé.

No entanto, o facto deste livro islamicamente importante promover a "exclusividade" - isto é, o supremacismo - e "fomentar inimizade étnica e religiosa" - isto é, o terrorismo - não pode ser colocado de parte por pessoa alguma. Seguem-se agora algumas declarações contidas no Sahih Bukhari, e atribuídas ao "profeta" do islão, que falam por si. Maomé disse:

•“Fui enviado com as expressões mais curtas contendo os significados de maior alcance [tawriya, Decepção islâmica], e fui feito vitorioso através do terror (lançado nos corações do inimigo).”
“Se alguém abandonar a sua religião islâmica [“apóstatas”], matem-no.”

• No final dos tempos, "uma pedra dirá ‘Ó Muçulmano! Está um Judeu escondido atrás de mim; vem matá-lo!’”

•“Fui ordenado (por Alá) a lutar contra todos até que eles testemunhem que ninguém tem o direito de ser adorado senão Alá, e que Maomé é apóstolo de Alá, e que ofereçam orações de maneira perfeita e que eles dêem a caridade obrigatória” [isto é, Maomé foi ordenado a lutar até que todos sejam muçulmanos de verdade].”

Aparentemente, os Russos estão cientes que tais asserções - que elas venham deste ou daquele jihadista, ou do "profeta" Maomé - são suficientes para incitar o caos no seu país. De facto, os escritos "terroristas" dos grupos islâmicos jihadistas modernos estão todos eles infundidos com os textos intolerantes encontrados nas escrituras islâmicas tais como o Sahih Bukhari.

Isto leva-nos à pergunta que se segue: e o que dizer do Alcorão? Será possível bani-lo com base no mesmo argumento, visto que o principal livro islâmico está também ele  repleto de apelos à violência e ao terrorismo contra os descrentes? O Alcorão 8:12 é um dos muitos exemplos, onde o deus Alá declara:

Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos!

Isto é, decapitai-os, tal como o Estado Islâmico está a fazer - ao mesmo tempo que se cita o Alcorâo.

De qualquer das formas, de volta aos país das Maravilhas, longe de banir os textos islâmicos que promovem a violência e o terrorismo, o presidente Americano Barack Hussein Obama proibiu que os serviços secretos Americanos fizessem algum tipo de ligação entre o terrorismo islâmico com o islão

Dito de outra forma, os muçulmanos são livres para serem incitados pelos textos islâmicos - o que leva a decapitações e a ataques de machado nos Estados Unidos - mas os não-muçulmanos estão proibidos de fazer algum tipo de ligação entre tais actos e os principais textos islâmicos que claramente os inspiram.




quarta-feira, 17 de setembro de 2014

16% dos franceses apoia o Estado Islâmico

Segundo uma sondagem publicada recentemente, um em cada seis franceses simpatiza com o grupo islâmico EIIL, também conhecido como Estado Islâmico. A sondagem das atitudes Europeias em relação ao grupo, levado a cabo pela ICM para a agência de notícias Russa Rossiya Segodnya, revelou que 16% dos cidadãos franceses tem uma atitude positiva em relação aoo EIIL.

Esta percentagem aumenta entre os jovens inquiridos, atingindo o ponto mais alto nos 27% para a faixa etária compreendida entre os 18 aos 24 anos. Uma sondagem também recente indicou também que os índices de aprovação do presidente Francês Hollande encontram-se em torno dos 18%.

A pesquisa testou também as atitudes na Grã-Bretanha e na Alemanha, e apurou que 7% dos cidadãos Britânicos responderam de modo favorável em relação ao EIIL. No entanto, a pesquisa levada no Reino Unido revelou uma tendência demográfica inversa à tendência existente na França, com o apoio ao EIIL a subir com a idade. 4% dos inquiridos na faixa etária 18-24 afirmou apoiar fortemente, ou apoiar, o EIIL, comparados com os 6% da faixa etária 24-35, e 11% na faixa 35-44.

As atitudes positivas na Alemanha exibiram menos divergências, permanecendo entre os 3% e 4% em todas as faixas etárias.

A correspondente Francesa da Newsweek, Anne-Elizabeth Moutet, não se mostrou surpreendida com os resultados:

Esta é a ideologia dos jovens muçulmanos franceses com origens imigrantes . . . . com taxas de desemprego na ordem dos 40% e que foram enganados pela TV satélite e pela propaganda da internet.


Ela ressalvou também a correlação entre o apoio ao EIIL e o aumento do anti-semitismo na França, acrescentando que "estas são as mesmas pessoas que incendeiam as sinagogas".

Estima-se que a França albergue cerca de 5 milhões de muçulmanos, largamente provenientes do Norte de África e que começaram a chegar depois dos anos 50 por altura da descolonização Francesa e da política dos anos 70 com o nome de 'regroupement familiale', que acolheu as famílias dos trabalhadores imigrantes provenientes da ex-colónias.

O ICM entrevistou 3,007 pessoas da Grã-Bretanha (1,000), França (1,006) e Alemanha (1,001) por telefone entre os dias 11 e 21 de Julho deste ano (2014). pouco antes do grupo islâmico publicar o video da decapitação do jornalista Americano James Foley.

Há alguns dias atrás um Membro do Parlamento Britânico alegou que cerca de 1,500 muçulmanos britânicos podem ter viajado para o Médio Oriente para lutar ao lado do EIIL, apontando que esse número é duas vezes superior ao número de soldados que lutam nas forças armadas Britânicas contra o EIIL.

Fonte: http://bit.ly/Z2aW42

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Há anos que os políticos e as agências noticiosas nos asseguram que apenas uma "pequena minoria de maometanos" dão o seu apoio à violência e ao terrorismo, no entanto o número de maometanos "franceses" que apoia o Estado Islâmico (EIIL) é suficientemente grande para produzir índices de aprovação na ordem dos 16% entre todos os franceses. E os nossos líderes continuam a dizer que isto de maneira alguma está relacionado com o islão.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Quem foi Oksana Aslanova?


A bombista suicida que detonou 10 quilos de TNT na cidade Russa de Volgogrado foi oficialmente identificada como sendo Oksana Aslanova, uma nacional do Tabasaran com 26 anos de idade e proveniente do Turcomenistão.

No dia 29 de Dezembro de 2013, uma bomba explodiu na estação de comboio de Volgogrado por volta das 12:45 (hora de Moscovo). Segundo reportagens recentes, pelo menos 14 pessoas foram mortas e dezenas de outras ficaram feridas. Uma das versões correntes do evento relata que o ataque levado a cabo por Oksana Aslanova do Daguestão, mas esta informação tem ainda que ser confirmada.

A mulher estava casada com um militante senhor da guerra que foi morto durante uma recente operação especial. Ela foi casada várias vezes e os investigadores estão agora em busca dos bandidos Dagestani suspeitos de ter planeado o ataque terrorista na Rússica Central. As investigações que visavam determinar o paradeiro de Oksana Aslanova já decorrem desde Junho de 2012 no Daguestão.

Segundo se sabe, Oksana Aslanova nasceu no dia 16 de Junho de 1987, no Turcomenistão. Mais tarde, ela mudou-se para a República do Daguestão, onde se estabeleceu na cidade de Derbent na rua Rasulbekov, 15/41, e estudou na Universidade Pedagógica do Estado do Daguestão. Ela casou-se com Mansur Velibekov, um radical Checheno e membro da círculo Sulista criminoso (Yuzhnaya) que foi eliminado em 2008. Aquando da sua morte, a viúva de Velibekov tornou-se na assim-chamada “esposa Sharia” do líder do gangue, Gasan Abdulayev.

Outra reportagem sugere que Aslanova foi também casada com outro terrorista conhecido, Israpil Validzhanov, que usava o nome de Amir Hasan. Ele foi eliminado no dia 18 de Março de 2011 perto da povoação Dagustani de Tashkapur. Não há qualquer informação sobre ela depois de 8 de Março de 2012, e como tal que a assim chamada "viúva-negra", que viveu mais que todos os seus maridos, tenha tomado parte em treino de bombista suicida.


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Mais uma convertida ao islão que se equivoca em relação à sua nova religião e começa a pensar que el ordena que se matem os infiéis. O curioso desta situação (para além de haver tantos muçulmanos equivocados em relação ao que a sua religião ensina) é o facto das pessoas que chamam a atenção para esta contínua "equivocação" serem chamados de islamofóbicos.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

O mistério que nunca será resolvido

A explosão que ocorreu na estação de comboio de Volgogrado, que matou pelo menos 17 pessoas, foi activada por homem Russo da região próxima com o nome de Mary El, que se havia convertido ao islão e se alistado aos militantes do Daguestão, afirmaram as forças policiais.

O suspeito, identificado com Pavel Pechyonkin, trabalhou como paramédico, com uma ambulância de serviço, mas deixou a sua casa em 2011, juntando-se aos militantes Daguestanis depois de se converter ao islão e adoptar o nome Ansar Ar-rusi.

Em resposta aos vídeos dos seus pais, apelando para que ele voltasse para casa, Pechyonkin colocou online o seu próprio vídeo, afirmando que ele seguia a vontade de Alá  e que não voltaria para trás.

Eu vim aqui para fazer com que Alá se agrade de mim, de modo a que eu possa merecer o céu.

Num apelo gravado em Março do ano passado, o seu pai, Nikolai, admoestou o seu filho para que este "largasse as armas", antes que ele se tornasse num "terrorista".
Será que todas os muçulmanos andam por aí com armas? Tu és o único assim tão teimoso. Que mal é que as pessoas te fizeram? Tu ainda vais matar crianças.
 
A sua mãe Fanaziya disse que também ela era muçulmana, e implorou ao seu filho que ele se abstivesse de violencia:

Que tipo de Alcorão... [soluça e começar a chorar]. Eu não acredito que Alá alguma vez tenha dito que o muçulmano tem que matar pessoas.

Fonte
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A mãe de Pechyonkin não acredita que Alá  [isto é, Maomé] ordene que os maometanos matem pessoas. Aparentemente ela nunca chegou a ler o Alcorão que define como  muçulmanos aqueles que "matarão e serão mortos":

Alcorão 9:111 - Deus cobrará dos fiéis o sacrifício de seus bens e pessoas, em troca do Paraíso. Combaterão pela causa de Deus, matarão e serão mortos.

O paramédico Pavel Pechyonkin levava uma vida normal na Rússia até ao dia em que se converteu ao Islão, mudou o seu nome para Ansar ar-Rusi, e concluiu que Alá queria que ele combatesse os kuffars (descrentes). De onde foi que Pechyonkin obteve a ideia maluca de que Alá queria que ele combatesse os kuffars? Certamente que não foi do Alcorão, que repetidamente ordena os maometanos que lutem contra os kuffars:

9.29 . Combatei aqueles que não crêem em Deus e no Dia do Juízo Final, nem abstêm do que Deus e Seu Mensageiro proibiram, e nem professam a verdadeira religião daqueles que receberam o Livro, até que, submissos, paguem o Jizya.

9.73 . Ó Profeta, combate os incrédulos e os hipócritas, e sê implacável para com eles! O inferno será sua morada. Que funesto destino!

9.123 . "Ó fiéis, combatei os vossos vizinhos incrédulos para que sintam severidade em vós; e sabei que Deus está com os tementes."

Sabemos a partir dos políticos e dos média Ocidentais que nenhum maometano leva estes versículos a sério, e como tal, o que levou Pechyonkin a levar os seus actos de violência permanecerá um mistério que nunca será resolvido.

Nunca mesmo. Certo?....Certo?!







sábado, 2 de novembro de 2013

Quem foi Naida Asiyalova?

Segundo o Comité de Investigação Russo, dados preliminares sugerem que uma bombista suicida levou a cabo o ataque no autocarro em Volgograd, Rússia central, matando seis pessoas e ferindo 37.

Um representante do Comité Anti-terrorista declarou que hoje, por volta das 14:05 hora de Moscovo, e dentro dum autocarro em Volgograd, ocorreu uma explosão causada por dispositivos explosivos desconhecidos, originando casualidades.

Quarenta passageiros encontravam-se no autocarro, e pelo menos 8 encontram-se em estado crítico. Um bebé com 20 meses encontra-se junto dos que estão em estado grave.

O Ministro da Saúde da Rússia indicou que a maior parte das vítimas da explosão têm feridas análogas às feridas causadas por minas, o que aconteceu devido ao facto do vidro e dos painés do autocarro terem partido. O Primeiro-Ministro Russo Minister Dmitry Medvedev deu instruções ao Ministério das Emergências e ao Ministério da Saúde para que estes disponibilizassem a ajuda necessária para ajudar as vítimas da explosão.

Foram declarados 3 dias de luto em Volgograd Oblast.

Um jovem chamado Ilya, testemunha do acto de terrorismo e que se encontrava noutro autocarro mas na mesma trajectória, descreveu a cena ao RT:

Inicialmente, vi vários bocados de vidro partido espalhados pela estrada..... Claramente tinha acontecido uma explosão no autocarro uma vez que as suas janelas explodiram para fora, arremessando o vidro para uma distância considerável, mas não havia qualquer indício de fogo.

Havia por lá muitos polícias e muitas pessoas que haviam parado para ajudar, trazendo kits médicos para o local. Havia pessoas dos serviços médicos de emergência a ajudar os feridos, mas eu vi uma mulher que estava sentada dentro do autocarro. Ela estava coberta de sangue mas eu não conseguia saber se ela estava viva ou não. Ela só estava ali sentada, parada.

De acordo com Ilya, muitos estudantes usam este autocarro para casa, uma vez que ele pára na Universidade Estatal de Volgograd, e aparentemente haviam alguns estudantes na cena da explosão. (...) Um familiar de um dos sobreviventes disse à emissora de rádio "Echo of Moscow" que a explosão ocorreu no centro corredor do autocarro. Segundo ele, havia um número considerável de jovens no autocarro quando a explosão ocorreu.

As vítimas reportaram que a parte da frente do veículo ficou fortemente danificado, e que os carros que se encontravam por perto viram as suas janelas partirem-se.

O Comité de Investigação já identificou a mulher que era a bombista suicida: alegadamente ela chamava-se Naida Asiyalova, do Daguestão. As informações preliminares indicam que "a mulher bombista suicida converteu-se recentemente ao islão e era a esposa dum líder militante."


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Naida Asiyalova converteu-se ao islão, casou-se com um perito em explosivos, e depois fez isto:


Se isto tivesse acontecido em Londres, David Cameron teria organizado uma conferência de imprensa para alertar ao mundo que tais ataques em nada estão relacionados aos versos do Alcorão que ordenam os maometanos (e as maometanas) a matar os descrentes. Se o mesmo ataque tivesse ocorrido em New York, Barack Obama teria feito o mesmo que Cameron, ressalvando das "inúmeras contribuições" que o islão fez ao mundo, e que o mesmo ataque não está relacionado com os versos do Alcorão que ordenam a matança de infiéis.

Vamos ver o que o Presidente Vladimir Putin diz, e se ele tem mais coragem que os efeminados líderes ocidentais.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Como os Russos lidam com os potenciais terroristas

Em mais uma iniciativa que visa aplicar medidas duras contra os maometanos presentes na Rússia, a polícia de Moscovo deteve mais de 300 adoradores depois de os ter isolado numa sala de rezas na capital da Rússia.

Na 6ª-Feira passada, a Agência Reuters reportou que durante um encontro de oficiais das forças de segurança, o Presidente Vladimir Putin afirmou: 

A situação no Norte do Cáucaso deve ser mantida sob um controle particular. . . . A luta contra a corrupção, o crime e a insurgência deve ser levada a cabo duramente e de forma consistente.

Num raid levado a cabo da 6ª-Feira, as forças policiais de Moscovo detiveram 300 maometanos - incluindo 170 estrangeiros - sem revelar as razões por trás desta apreensão. As forças, lideradas pels Serviços de Segurança Federais ("Federal Security Service (FSB)), confiscaram também literatura islâmica que será, agora, submetida a investigação.

O raid de 6ª-Feira, que é o terceiro que visa locais de culto islâmicos em Moscovo este ano, chega numa altura em que a Rússia se prepara para os Jogos Olímpicos de Inverno no Mar Vermelho, em Sochi.

A Federação Rússia, que alberga cerca de 23 milhões de maometanos a norte do Cáucaso e nas repúblicas da Chechénia, Inguchétia e Daguestão, situadas a sul, tem o islão como a segunda maior religião do pais, com cerca de 15% dos 145 milhões de Russos (predominantemente Ortodoxo) a identificarem-se com ele.

A Rússia luta para acabar com uma revolta que deriva das suas devastantes guerras levadas acabo contra os separatistas da Chechénia - a este da Inguchétia e a Norte da Odisséia - e ela tem sido inflamada pelo desemprego crónico, pela brutalidade policial e pela pobreza.

Os militantes que lutam em favor dum estado islâmico nas regiões montanhosas têm, de modo crescente, visado os líderes maometanos que têm o apoio das autoridades de Moscovo.

Duas décadas depois duma disputa territorial ter levado a uma breve guerra no ano de 1992, existem também indícios duma persistente tensão entre a Ossétia do Norte maioritariamente cristã e a Inguchétia de maioria muçulmana, mas não indícios de que os tiroteios estejam de algum modo relacionados com este conflito.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Será que existe um excesso de mesquistas em Moscovo?

O prefeito (inglês: "Mayor") de Moscovo afirmou que não há planos para a construção duma nova mesquita na cidade, afirmando ao mesmo tempo que há um "excessivo" número de migrantes económicos e que isso é "uma coisa prejudicial".

Nume entrevista feita à rádio moscovita Echo, Sergey Sobyanin afirmou o seguinte:

Ficamos a saber que os muçulmanos que rezam em Moscovo não são todos cidadãos Russos e nem são residentes em Moscovo. Eles são trabalhadores migrantes. Só 10% deles é que são residentes moscovitas e construir mesquitas para todos os que pedem - acho que seria demasiado.

Este oficial de topo continuou dizendo que

Os moscovitas ficam irritados com pessoas que falam um língua diferente, têm modos distintos e um comportamento agressivo. Isto não é algo puramente étnico mas encontra-se conectado com alguns traços étnicos.

Ao mesmo tempo, o prefeito de Moscovo afirmou que não existem enclaves étnicos na cidade, e expressou um desejo profundo que tais enclaves nunca cheguem a aparecer visto que distritos fechados como esses normalmente possuem uma taxa de criminalidade muito elevada.

Sobyanin continuou afirmando ainda que da quota actual de 200,000 operários emigrantes na cidade, só 35% eram especialistas qualificados. O oficial disse que era necessário diminuir gradualmente a porção de trabalhadores não-qualificados e acrescentou que isto só poderia ser feito se os ordenados fossem aumentados.

Segundo algumas estimativas, Moscovo tem 10 imigrantes ilegais por cada imigrante registado. Isto faz com que o número de operários imigrantes aumente bem para cima dos 2 milhões. Em 2012 as autoridades deportaram 16,000 estrangeiros da cidade por trabalharem ilegalmente.

Os muçulmanos Russos não receberam de bom grado a declaração do prefeito Sobyanin. O co-presidente do Concílio dos Muftis da Rússia, Nafigulla Ashirov , afirmou à "Russian News Service" que os muçulmanos não concordavam com os planos de Sobyanin e que, se fosse necessário, eles entrariam em contacto com o Presidente Putin como forma de requisitar algum tipo de ajuda.

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quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Imigrantes em Paris: problema que os franceses preferem calar

Os filmes do jornalista russo Alexander Rogatkin sobre a imigração provocaram uma reacção impetuosa na Rússia e no estrangeiro. O jornal francês Le Monde, em particular, sujeitou a críticas o filme Alheios – 2, que mostra os subúrbios de Paris controlados por imigrantes. A edição afirmou que os problemas exibidos no documentário são inventados.

Contudo, na opinião de peritos, os franceses não gostaram que alguém tenha focado o problema que eles próprios não conseguem resolver e preferem calar.

Hoje, cada visitante de Paris deve conhecer os bairros que têm que ser contornados. Todos os subúrbios da cidade com prédios pouco atraentes são uma zona perigosa. Uma equipe russa de filmagem trabalhou nomeadamente naqueles bairros. Fala Alexander Rogatkin:

“Foi-nos dito que não conseguiriamos filmar nada nos bairros árabes, porque seríamos espancados logo que a câmara começasse a funcionar. Não acreditámos nisso. Mas, o nosso operador recebeu uma pancada na cara mal saímos do veículo”.

Agentes da polícia não têm poder real naqueles bairros e, frequentemente, receiam aparecer aí. O gueto é controlado por comunidades étnicas e traficantes de droga. Há muito que ali reinam regras orientais, disse a Alexander Rogatkin, Dmitri de Cochko, habitante de Saint-Ouen, um subúrbio de Paris, a norte da cidade:

A carne de porco frequentemente não é servida em refeitórios escolares. Às vezes, até se faz pressão sobre crianças, que nem sempre são muçulmanas, obrigando-as a não comer carne suína”.

Segundo avaliações demográficas, hoje no país vivem cerca de seis milhões de imigrantes. Em resultado da crise, uma parte deles perdeu emprego e começou a praticar banditismo. Os franceses, naturalmente, não estão satisfeitos com esta situação. É pouco provável que o atual Governo socialista consiga resolver o problema da imigração, considera o dirigente do Centro de Pesquisas Históricas Francesas do Instituto de História Universal da Academia de Ciências da Rússia, Piotr Tcherkassov:

“François Hollande chegou ao poder graças também aos votos de novos franceses. Nos próximos anos, será muito difícil resolver estes problemas, porque o Partido Socialista no poder e o presidente terão de renunciar neste caso a muitos compromissos eleitorais neste sentido”.

Quase todos os países europeus enfrentam problemas análogos. No ano passado, teve lugar um colapso de imigração na ilha italiana de Lampedusa. A situação pode repetir-se em breve – 17 mil sírios encaminharam pedidos a departamentos diplomáticos dos países da UE, solicitando asilo. Os Parlamentos e políticos começam com urgência a elaborar leis pan-europeias que protejam a região contra imigrantes.

domingo, 2 de setembro de 2012

Bombista suicida conhecida como "Viúva Negra" era dançarina antes de se converter ao maometanismo

Os órgãos de comunicação nacionais reportaram que a bombista suicida que, há alguns dias atrás, matou o proeminente clérigo Said Atsayev, havia sido uma actriz e participante dum grupo de dança antes de se juntar ao movimento islamista da república do Daguestão.

Aminat Kurbanova, que nasceu com o sobrenome étnico russo Saprykina, graduou-se na escola de drama da "Dagestan State University" em Makhachkala, e foi trabalhar no Teatro de Gorky. Juntamente com o seu primeiro marido - o também actor Marat Kurbanov - ela fez também parte dum conjunto de breakdance local com o nome de “Snatch.”

Um número de vídeos das actuações dos Snatch encontra-se no Youtube, mas nenhum mostra participações femininas. Um vídeo publicado pelo site do tablóide Lifenews.ru exibiu uma mulher com a aparência de Kurbanova a executar danças clássicas com um homem.

Reportagens afirmam que Kurbanova converteu-se ao islão depois depois do casamento, e passou a fazer parte do grupo de insurgentes maometanos radicais do Daguestão depois do seu marido ter sido morto numa operação anti-terrorismo (2009). Subsequentemente, Kurbanova casou-se duas vezes e o seu último marido - Magomed Ilyasov - morreu quando manejava uma bomba de fabrico caseiro.

Suspeita-se que a Fevereiro de 2011 Ilyasov tenha organizado um ataque suicida duplo que matou dois polícias e feriu quase 30 na zona de Gubden. Mais tarde os dois suicidas foram identificados como sendo Vitaly Razdobudko e a sua esposa Maria Khoroshyova, que, segundo se crê, tenham sido os primeiros eslavos étnicos a levar a cabo ataques suicidas.

No ano passado, os investigadores haviam colocado Kurbanova na lista de pessoas potencialmente perigosas e ela foi erradamente identificada como uma das participantes do ataque suicida com um carro bombista que matou 13 pessoas e feriu mais de 100 em Makhachkala, em Maio deste ano.


* * * * * * *

Esta é a tragédia do islamismo: pessoas com profissões normais e vidas funcionais são sugadas para esta ideologia política, e levadas a tomar parte em actividades que terminam vidas alheias, e - em muitos casos - a própria vida.

Uma ideologia com tanto ódio pelo ser humano não tem origens humanas, mas também não vem de Deus.

sábado, 12 de maio de 2012

Rússia impede ataque terrorista

As agências de segurança russas impediram uma conspiração maometana tendo em vista um ataque terrorista a ser levado a cabo nos Jogos Olímpicos de Inverno em 2014. O "National Anti-Terrorism Committee" (NAC) disse que as forças especiais confiscaram armas, munições e explosivos na região de Abkhazia - perto da Geórgia.

A declaração da NAC diz:

A FSB russa (serviços de segurança) foi capaz de estabelecer que os militantes planeavam movimentar as armas até Sochi [local dos Jogos] entre 2012 e 2014 e usá-las como forma de levar a cabo ataques terroristas antes e durante os Jogos Olímpicos.
Qualquer tipo de falha durante os jogos pode-se revelar como embaraçosa para Vladimir Putin, que tem um interesse pessoal no evento ao tentar usá-lo como forma de impulsionar a imagem da Rússia no estrangeiro.

O Comité Olímpico Internacional afirmou estar confiante que a Rússia proporcionará um evento seguro.

Abkhazia, que a Rússia reconheceu como independente depois duma guerra com a duração de 5 dias contra o seu vizinho a sul, está adjacente a Sochi na costa do Mar Negro.

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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

"Pai natal" é morto a facadas no Tadjiquistão

Fonte

DUSHANBE (Reuters) - Um jovem vestido como o personagem Ded Moroz -"Avô Congelado", o equivalente russo ao Papai Noel- foi morto a facadas nesta segunda-feira no Tadjiquistão, disseram duas fontes policiais, atribuindo o ataque ao ódio religioso.

Uma multidão agrediu Parviz Davlatbekov, de 24 anos, e o esfaqueou quando ele visitava familiares na madrugada de segunda-feira, vestido como Ded Moroz, que pela tradição leva presentes para as crianças russas no ano-novo. O Tadjiquistão, ex-república soviética da Ásia Central, continua tendo uma forte influência cultural russa.

"Temos declarações de testemunhas que dizem que a multidão bateu em Parviz e o apunhalou com uma faca, gritando 'Seu infiel!'", disse uma das fontes policiais à Reuters.

A segunda fonte disse que o ódio religioso está sendo investigado como possível motivação do crime, ocorrido em Dushanbe, a capital.

O Tadjiquistão é oficialmente um país laico, mas a vasta maioria dos seus 7,7 milhões de habitantes é de muçulmanos. Nos últimos anos, as autoridades têm restringido as liberdades religiosas, e dezenas de pessoas foram presas por ligação com grupos islâmicos.

O presidente Imomali Rakhmon determinou que alunos de escolas religiosas estrangeiras voltem para os seus países, e orientou seus serviços de segurança a reforçarem o controle sobre a educação religiosa e as mesquitas do Tadjiquistão, que segundo ele são usadas para fomentar o radicalismo.

Seus críticos dizem que a pobreza e a repressão no país -a mais pobre das 15 ex-repúblicas soviéticas- é que levam muitos jovens tadjiques a abraçarem o radicalismo islâmico. O país, onde dezenas de milhares de pessoas morreram em uma guerra civil da década de 1990, tem uma longa fronteira com o Afeganistão.

Tokhir Normatov, chefe de gabinete do Ministério do Interior, disse que Davlatbekov morreu num hospital por causa de uma hemorragia. Ele não fez comentários sobre as possíveis motivações do ataque.

domingo, 29 de maio de 2011

Líder islâmico russo quer que o crescente seja acrescentado à bandeira russa

"É isto uma tentativa de trazer as revoltas e a violência da "Primavera Árabe" até a Rússia?"

Esta foi a pergunta que atravessou Moscovo quando um líder religioso maometano apelou a que o crescente islâmico seja adicionado ao emblema russo.

Este apelo surpreendente por parte de Talgat Tadzhuddin durante uma entrevista a um jornal russo com alta circulação foi recebido com alarme uma vez que o imã lidera a Associação Central Espiritual dos Muçulmanos da Rússia (uma grande associação regional islâmica).

Mal a proposta se tornou pública, ela deu início a uma onda de condenações. Georgiy Vilinbakhov, líder do "Heraldry Service" da Rússia afirma:

De acordo com esta lógica, nós vamos ter que mudar o nome da Rússia, colocar uma tira verde na nossa bandeira e mover a capital de Moscovo para algures na fronteira entre a Europa e a Ásia.
Os receios de tensões renovadas entre o estado e os islamitas foram exacerbados porque Moscovo viu recentemente confrontos entre os jovens islamitas e os jovens russos.

Para além disso, a Rússia esteve envolvida num certo número de disputas através da sua fronteira a sul, zona essa que contém predominantemente populações muçulmanas buscando autonomia e domínio islâmico contra as tropas russas.

Na Tchechénia, por exemplo, a Rússia lutou duas guerras brutais e foi sujeita a ataques terroristas por parte de separatistas muçulmanos da região. Dois dos mais significantes foram os ataques de 2004 em Beslan, que deixou mais de 300 mortos [na esmagadora maioria, crianças indefesas e inocentes], e o cerco em Nord Ost por parte de 50 tchetchenos, que deixou 170 mortos.

Fonte


É por estas e por outras que minorias islâmicas são sempre uma bomba-relógio nos países não islâmicos.

Eles podem passar anos sem causar problemas graves, mas mais cedo ou mais tarde, e devido às crenças presentes no livros islâmicos autoritários, eles começarão a exigir acomodação e transformação da sociedade de forma a que ela esteja mais de acordo com o islão.

Não há forma de satisfazer a acomodação exigida pelos maometanos porque os pequenos passos de acomodação são apenas uma etapa até o controle político do pais (com a imposição da sharia).

A única forma de se resistir essa colonização é reduzir a influência do islão, quer seja através da deportação de quem causa problemas, quer seja com a defesa de quem revela a verdadeira natureza da ideologia política com o nome de islão.

Infelizmente, no ocidente não há vontade política para a tomada de tais medidas porque a classe política dominante na Europa quer usar o islão para reduzir a influência do Cristianismo. Curioso vai ser quando os islamitas se tornarem suficientemente numerosos para colocar líderes políticos pró-islâmicos no poder.

A questão aí vai ser: que outra ideologia irão os líderes ocidentais usar para reduzir a influência do islamismo na sociedade?

domingo, 24 de abril de 2011

Muçulmano que desencorajava jovens a alistarem-se aos terroristas é assassinado


Ficamos a saber através desta notícia que um proeminente imã que encorajava os jovens a não se unirem aos militantes maometanos no Daguestão foi morto a tiro na sua casa. Sem dúvida que quem o matou foram os mesmos de sempre: os russos ortodoxos!

Magomed Saiputdinov foi vitimado por armas de fogo automáticas num ataque que ocorreu em Kizlyar, perto da fronteira com a Tchechénia. A Interfax citou uma declaração policial que dizia:

Ele era muito conhecido pelas suas posições contra qualquer forma de violência, condenando o assassínio de pessoas inocentes (e outra atrocidades) da resistência tchechena.
Saiputdinov foi o sexto líder religioso muçulmano a ser morto na república no ano passado

O Daguestão experimentou alguma da violência mais mortífera da periferia maioritariamente muçulmana do sul da Rússia desde que a paz foi largamente restaurada com a Tchechénia.


Este é o espírito do islão: quando não há não-maometanos para matar, eles começam a matar outros muçulmanos. Na história sangrenta do islão ninguém matou mais muçulmanos que outros muçulmanos.

Outra coisa a notar é o quão frequente é os muçulmanos que apelam à paz serem mortos por outros muçulmanos. Porque será que isso acontece? Não é porque isso contradiz o espírito de jihad que Maomé ordenou aos seus fiéis?

Se os muçulmanos não respeitam outros muçulmanos que apelam a sã coexistência, que evidência temos nós de que eles irão respeitar os não-muçulmanos que fazem apelos semelhantes?

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