MITOS ISLÂMICOS

Mostrar mensagens com a etiqueta Coptas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Coptas. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

A perseguição islâmica aos Cristãos é um fenómeno antigo

Por Raymond Ibrahim

Um facto flagrante relativo à perseguição de aproximadamente 100 milhões de Cristãos por todo o mundo é que a maior parte dela está a ser feita por maometanos de todas as raças, nacionalidades, línguas e circunstâncias socio-políticas: maometanos provenientes do "aliado" Americano (Arábia Saudita) e dos inimigos dos Americanos (Irão); maometanos de nações economicamente ricas (Qatar) e de países pobres (Somália, Iémen); maometanos de nações que são "repúblicas islâmicas" (Afeganistão) e de nações "moderadas" (Malásia e Indonésia); maometanos de nações que foram salvas pelos Americanos (Kuwait) e maometanos de nações que têm "ódios" antigos contra os Americanos (insira o nome:______).

Este facto é ressalvado pelo recente relatório da Open Doors - 2015 World Watch List - que salienta e lista as 50 piores nações que se encontram a perseguir os Cristãos. Esse relatório apurou que o "extremismo islâmico" é a principal fonte de perseguição em 40 dos 50 países da lista - isto é, 80% das nações onde os Cristãos vivem sob perseguição são países maometanos. Em relação aos 10 piores países onde há perseguição aos Cristãos, 9 de entre eles são países com maioria maometana - isto é, 90% das nações onde os Cristãos sofrem "perseguição extrema" são islâmicas.

Mas mesmo assim, levando em conta que a 2015 World Watch List tem a Coreia do Norte - um país comunista e não-islâmico - como o país mais perseguidor de Cristãos, porquê o ataque à identidade dos maometanos? Certamente que a perseguição aos Cristãos não é algo intrínseco do mundo maometano, mas sim um produto de regimes opressores e de outros factores socio-económicos - tal como o exemplo da Coreia do Norte sugere, e tal como muitos analistas e fontes mediáticas subscrevem, certo?

Neste ponto, temos que fazer distinções importantes e muitas vezes confundidas.

Embora os Cristãos sejam de facto vítimas de perseguição extrema na Coreia do Norte, este tipo de perseguição engloba-se dentro da perseguição temporal e aberrante visto que um simples derrube do regime Norte-Coreano muito provavelmente iria colocar um ponto final à perseguição dum dia para o outro - tal como a queda da União Soviética Comunista testemunhou a perseguição religiosa a chegar ao fim rapidamente

No entanto, no mundo islâmico tal cenário não iria aliviar em nada o sofrimento do Cristãos. O mais provável é o contrário: sempre que os ditadores caem (frequentemente graças à intervenção dos Americanos) - Saddam no Iraque, Qaddafi na Líbia, uma tentativa em curso com Assad na Síria - a perseguição aos Cristãos aumenta de modo dramático. Actualmente, o Iraque é o 3º país que mais persegue os Cristãos, Síria o 4º e a Líbia o 13º.

O motivo para esta dicotomia é que a perseguição aos Cristãos feita pelos não-maometanos (na sua maioria, comunistas) está frequentemente enraizada num regime particular. Por outro lado, a perseguição aos Cristãos feita pelos maometanos não só é perene e existencial, transcendendo em muito este ou aquele regime, ou este ou aquele ditador, como faz parte da história, das doutrinas e da composição socio-política do islão; isto justifica a sua tenacidade e a sua ubiquidade.

Para além disso, o comunismo ateísta é um fenómeno relativamente novo - com cerca de 1 século - e, com o passar dos anos, o seu domínio (ou as variações da sua ideologia) tem diminuído muito, levando a que só um punhado de nações sejam hoje em dia comunistas.  Ao contrário disto, a perseguição islâmica aos Cristãos é tão antiga como o islão, e, apesar da supressão, sendo uma história bem documentada.

Para se compreender ainda mais as distinções entre a perseguição temporal e a perseguição existencial, levemos em conta a Rússia. Sob o comunismo, os Cristãos Russos foram fortemente perseguidos, no entanto hoje, depois da queda da União Soviética, a Rússia está a reclamar de volta a sua herança Cristã Ortodoxa (sendo proeminente entre as nações Ocidentais por revelar o seu apoio aos Cristãos vítimas de perseguição).

A Coreia do Norte - onde Kim Jong-Un é adorado como um deus e as pessoas encontram-se "protegidas" da realidade - parece estar a experimentar o que a Rússia sofreu sob a União Soviética. Mas se a até outrora-poderosa União Soviética  não conseguiu sobreviver, certamente que é uma questão de tempo até que as pequenas paredes da Coreia do Norte se desmoronem, com a consequente liberdade religiosa que as antigas nações comunistas têm experimentado. (De modo bem revelador, os únicos países da antiga União Soviética que ainda perseguem os Cristãos são países islâmicos, tais como o Uzbequistão, classificado como o 15º país que mais persegue os Cristãos, e o   Turcomenistão, o 20º - países onde há uma "perseguição severa" aos Cristãos.)

No entanto, o tempo não está do lado dos Cristãos que vivem entre os maometanos; é bem ao contrário. As histórias compiladas por maometanos medievais objectivos tornam bastante claro o facto de que, século após século de perseguição religiosa e discriminação são responsáveis por transformar um território que no século 7º era metade do mundo Cristão - Egipto, Síria, Turquia, Norte da África - no que é hoje casualmente chamado de o "mundo muçulmano".

Um exemplo: na autoritária história do Egipto escrita por Taqi al-Din al-Maqrizi’s (c. 1442) - Egipto que era um centro Cristão enorme antes da invasão maometana - são recordadas histórias após histórias de maometanos a queimar igrejas, matar Cristãos, e escravizar as suas mulheres e crianças. A única forma de evitar isto por essa altura, tal como o é hoje em dia - algo que grupos como o Estado Islâmico deixam bem claro - era a conversão ao islamismo. Depois de registar um ataque forte de perseguição, onde alegadamente mais de 30,000 igrejas na Síria e no Egipto foram destruídas, o piedoso historiador maometanos conclui:

Devido a estas circunstâncias, muitos Cristãos tornaram-se muçulmanos.

Resumidamente, a perseguição islâmica feita aos Cristãos existe actualmente em 40 países como algo que faz parte dum continuo - ou "tradição" - que teve início há 14 séculos atrás. Tal como eu documentei em Crucified Again: Exposing Islam’s New War on Christians (onde as histórias de al-Maqrizi são referenciadas entre as páginas 39 e 41), o mesmo padrão de perseguição que existe no mundo maometano de hoje é idêntico ao dos séculos passados.

Uma consideração final: a Coreia do Norte, o único país não-maometano que faz parte dos 10 países que mais perseguem os Cristãos, é governado por alguém que é visto como um megalomaníaco desequilibrado. Por outro lado, as outras 9 nações não não dominadas por qualquer "culto-de-personalidade", sendo, em vez disso, governadas de forma variada, incluindo democracias parlamentares (Iraque), repúblicas (Nigéria, Paquistão, Somália, Sudão, Síria), repúblicas islâmicas (Afeganistão, Irão), partidos-únicos (Eritreia), e monarquias (Arábia Saudita, classificado no 12º lugar). 

O denominador comum é que são todas nações islâmicas.

Portanto, a menos que haja um milagre (por parte da intervenção Ocidental ou reforma islâmica), muito depois do psicótico Kim Jong-Un já estar morto, dezenas de milhões de Cristãos e outros "infiéis" continuarão a sofrer perseguição extrema, até que o que teve início no 7º século atinja a sua plenitude e todo o mundo islâmico se torne "vazio de infiéis"

- http://goo.gl/Nq13r9

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Irmandade Muçulmana lança mais "terrorismo de retaliação" contra os Cristãos

Entre outras formas de "terrorismo de retaliação", cerca de 80 igrejas Cristãs foram atacadas imediatamente após a Revolução do dia 30 de Junho, que testemunhou a remoção do presidente Morsi, membro da Irmandade Muçulmana.

E agora que o Egipto sentenciou à morte centenas de apoiantes da Irmandade Muçulmana por terem lançado terror na nação depois da revolução popular, a Irmandade e os seus apoiantes, mais uma vez, estão a retaliar atacando a minoria de Cristãos Coptas e as suas igrejas.

Ontem, Sexta-Feira - o dia em que o maometanos se encontram para as suas rezas  e o dia em que os seus imãs incitam ataques contra as igrejas, para além de outras formas de terrorismo - num subúrbio do Cairo com o nome de  Ain Shams, "protestantes muçulmanos atacaram uma igreja Cristã Ortodoxa Copta. Quatro pessoas foram mortas no ataque à igreja, dedicada à Virgem Maria e ao Arcanjo Miguel. Entre os mortos encontravam-se um jornalista de 25 anos e um congregante Copta Cristão. Quando as forças de segurança Egípcias intervieram, a violência propagou-se pelas zonas circundantes. É bastante comum os radicais muçulmanos ficarem frenéticos sempre que se reúnem para as suas rezas.

Entre outras coisas, os atacantes incendiaram os carros que se encontravam no parque e abriram fogo à igreja. Segundo a testemunha Sameh Merry, uma mulher Copta Cristã  foi “assassinada pelos protestantes muçulmanos quando eles repararam que ela tinha uma pequena cruz a agitar-se no espelho retrovisor do carro. Outras testemunhas alegam que ela foi morta porque estava na posse de armas de fogo. O Bispo Copta Ortodoxo espressou condolências pelas mortes.”

Certamente que é plausível acreditar que esta mulher foi atacada especificamente por ter uma cruz Cristã com ela. Exemplos de casos onde os Cristãos são atacados e vitimizados precisamente por serem Cristãos são muitos e eles ocorrem em todo o mundo islâmico (ver as páginas 84-94 do livro Crucified Again). Exemplos recentes podem ser lidos aqui, aqui e aqui.



quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

O futuro sombrio da comunidade Cristã na Líbia

A mais recente decisão dos governantes líbios (de que a sua futura constituição será baseada na Sharia) propagou um clima de medo junto da pequena comunidade Cristã deste país do norte de África.

Os Cristãos Coptas da Líbia, que são cerca de 300,000, ou 5% da população total, tinham permissão para practicar a sua religião quando Muammar Qaddafi era vivo, mas desde que ele foi removido do poder, e por fim morto, maometanos fundamentalistas têm aumentado o seu poder e ocupado o lugar deixado vago pelo ditador.

Durante o mês passado, a assembleia nacional votou em favor de fazer da lei Alcorânica, ou a Sharia, a base para todas as decisões legislativas - o que, em termos prácticos significa que o islão irá moldar todos os casos criminosos, financeiros e bancários.

Numa declaração emitida depois da votação, o Congresso Nacional Geral declarou que,

A lei islâmica é a fonte de toda a legislação da Líbia. Todas as instituições têm que concordar com isto.

Um comité especial começou a rever as leis já existentes para garantir que eles estão de acordo com a Sharia. A emergente orientação legal e política, combinada com a ascenção dos militantes neste país rico em petróleo, deixou os Cristãos com um sentimento de que a promesa de democracia foi quebrada. Patrick Sookhdeo, director internacional do grupo dedicado aos direitos humanos "The Barnabas Fund", afirmou o seguinte:

A NATO envolveu-se na guerra na Líbia com o propósito de instalar uma democracia plena. Mas o que acabamos por ter é um governo fraccionado onde o extremismo religioso da pior espécie tomou conta do governo. O preocupação que se gerou foi a de se observar que este conflicto deu origem a algo que é o oposto dum governo democrático.

Sookhdeo acrescenta ainda que a mais recente legislação terá efeitos sérios junto daqueles na Líbia que desejam uma sociedade justa e equitativa - especialmente junto daqueles que vivem no país mas que não são da fé islâmica. Os analistas dizem também que o estatuto e os direitos das mulheres terão também que ser estudados na próxima constituição.

Sookhdeo comparou a situação na Líbia com o que aconteceu no Egipto, depois do líder de longa data Hosni Mubarak ter sido substituído por Mohammed Morsi, da Irmandade Muçulmana - que por sua vez foi removido do poder por parte dos militares depois de se tornar óbvio que ele estava a desenvolver esforços para colocar o pais debaixo dum governo islâmico. “Eles [os Cristãos] não terão a cidadania por inteiro," referiu-se Sookhdeo à recente expulsão do presidente Morsi quando a sua administração tentou instalar uma legislação semelhante.

Desde que Qaddafi foi removido do poder em Outubro de 2011 que os trabalhadores Cristãos, incluindo os Coptas que chegam do Egipto em busca de trabalho, têm sido alvos de ataques. Há relativamente pouco tempo as autoridades líbias libertaram 3 missionários Egípcios que haviam sido presos por proselitismo. Um quinto Cristão, Ezzat Atallah, morreu enquanto se encontrava na prisão. Os seus apoitantes dizem que tudo o que eles fizeram foi ter na sua posse cruzes para a sua própria reflexão espiritual.

O perigo que os Cristãos e outros não-maometanos enfrentam na Líbia foi mais uma vez ressalvado no mês passado quando um professor americano, Ronnie Smith, (33 anos, proveniente do Texas, e professor de Química na "International School" de Benghazi) foi morto no dia 5 de Dezembro enquanto fazia jogging. O assassinato demonstrou de forma clara que a ténua segurança que existe na cidade do Este da Líbia - a mesma onde o embaixador americano Chris Stevens foi morto durante um ataque à embaixada no dia 11 de Setembro de 2012.

Não houve qualquer tipo de alegações credíveis em torno da responsabilidade da morte, mas crê-se que militantes islâmicos activos em Benghazi tenham sido os responsáveis pelo assassinato de Smith. Esta morte veio pouco depois do porta-voz da Al-Qaeda ter apelado aos líbios que atacassem todos os interesses americanos existentes no país, como vingança pelo facto das Forças 

Especiais terem agarrado subitamente, nas estradas de Tripoli, um suspeito militante da Al-Qaeda. Muitos especulam que Smith tenha sido morto devido à sua fé Cristã e pela forma como ele falava dela abertamente com os seus estudantes na Líbia.

Sookhdeo afirmou que a recente legislação pode ter efeitos não só na Líbia mas para além das suas fronteiras também, visto que alegadamente a zona sul da fronteira da Líbia está sob o controle da Al-Qaeda e armas estão a ser introduzidas na Síria a um ritmo alarmante.

Temos um potencial problema regional e os Cristãos bem como outros do Médio Oriente têm o direito de desejar uma sociedade livre e democrática.

Ultimamente, a perseguição, a violência e até os assassinatos de Cristãos têm vindo a aumentar no Médio Oriente.

Em Março de 2012, Jeremiah Small, residente do estado de Washington que se encontrava a trabalhar no Iraque, foi assassinado por um dos seus alunos maometanos.

O motivo não é claro mas no dia anterior, e depois duma discussão acalorada ter ocorrido na sua aula, o aluno ameaçou-o de morte devido às suas crenças religiosas Cristãs.

Poucos dias antes, no Iémen, militantes maometanos mataram outro americano disparando oito vezes contra ele.

Joel Shrum, de 29 anos, foi morto por membros dos "Apoitantes da Sharia" - que também opera na Líbia - que, após o assassinato, emitiram também uma mensagem dizendo que o assassinato ocorreu "como resposta à campanha de proselitismo Cristão que o Ocidente deu início contra os muçulmanos."

* * * * * * *
Ressalva-se que os líderes islâmicos a viver no Ocidente nada dizem da perseguição religiosa que os Cristãos sofrem em países que estão sob dominação maometana.

domingo, 8 de dezembro de 2013

Distorcendo a Bíblia para oprimir os Cristãos

Por Raymond Ibrahim

Numa nova e perversa alteração à opressão que os Cristãos sofrem no Médio Oriente, um eminente clérigo Egípcio está a usar Um Jesus islamizado para promover os objectivos do totalitarismo islâmico.

Vez após vez, os muçulmanos, especialmente aqueles que vivem no Egipto, projectam o pensamento islâmico sobre os Cristãos: por exemplo, as igrejas Coptas foram acusadas de fazer contrabando e armazenamento de armas como forma de tomar o poder na nação (quando na verdade as mesquitas é que são regularmente reveladas como sítios onde armas ilegais são armazenadas para a jihad).

Para além disso, os Coptas foram também acusados e raptar e torturar as raparigas Coptas que convertem ao islão (quando na verdade os muçulmanos que convertem ao Cristianismo - os apóstatas - é que são regularmente espancados, aprisionados e até assassinados); são até acusados de dar apoio aos ataques suicidas sempre que a igreja fala de Coptas que foram martirizados (porque no islão, ser mártir normalmente significa sacrificar a própria vida numa "guerra santa").

Ficamos a saber que, agora, um clérigo do Egipto - o mesmo que insiste que os maridos maometanos devem odiar as suas esposas não-maometanas - proclamou que o Senhor Jesus era contra a separação entre a igreja e o estado, e que Ele suportava a ideia da jizya - o tributo ordenado pelo Alcorão que os não-muçulmanos conquistados, ou dhimmis, são obrigados a pagar aos seus senhores "com submissão voluntária" (Alcorão 9:29).

O sheik Yusuf Burhami, o mais visível líder do movimento Salafi do Egipto - que, depois da destituição da Irmandade Muçulmana, tornou-se no partido islamista primário a tentar impor a Sharia na nova constituição - emitiu recentemente uma fatwa em árabe alegando que a declaração Bíblica atribuída ao Senhor Jesus - "Dai a César o que é de César, e dai a Deus o que é de Deus" (Mateus 22:21) - não pode significar que Ele apoiava a separação entre o estado e a igreja, como acreditam muitos Cristãos, "porque", nas palavras de Burhami, "a separação entre o estado e a religião contradiz os textos do Alcorão."

Como exemplo, Burhami cita o Alcorão na sua fatwa, incluindo versos tais como "Verdadeiramente, este assunto pertence inteiramente a Alá" (Alcorão 3:154), que, segundo os interpretadores islâmicos ortodoxos, significa que todos os assuntos terrenos - todas as leis - têm que ser decididas por Alá (e, desde logo, a natureza totalitária da lei Sharia).

Burhami diz ainda:

É impossível que o Messias - que a paz esteja com Ele - apele para uma separação entre o estado e a religião; isto significa que a política seja governada sem a Sharia de Alá.

Em vez disso, segundo o líder Salafi, o "Verdadeiro" Jesus - o "Jesus" muçulmano", Isa, que Um Defensor da Sharia - fez essa alegação para confirmar que as populações conquistadas têm que pagar o tributo - jizya; ou, no contexto da discussão do Senhor Jesus relativa à imagem de César numa moeda, os Judeus do primeiro século estavam na obrigação de pagar o tributo aos Romanos. 

Logo, ao darem a César o que era de César, e como segundo Burhami não há separação entre a religião e o estado - os Judeus já estariam a dar a Deus o que era de Deus visto que é Deus (ou "Alá") que or ordenou a pagar o tributo. Segundo o partido Salafi do Egipto, isto era o significado das palavras do Senhor Jesus.

No pano de fundo da fatwa de Burhami existem apelos crescentes para que os Cristãos do Egipto paguem o jizya ao estado, tal como historicamente sempre o fizeram (e tal como ordena o Alcorão) à medida que vigilantes maometanos se encontram actualmente a forçá-los a fazer através da violência.

O Alcorão diz na surah 9, ayah 29 para que os maometanos lutem e subjuguem "o Povo do Livro" (Judeus e Cristãos) "até que eles paguem o jizya com submissão voluntária e sintam-se totalmente subjugados." Se os maometanos quiserem seguir esta passagem à letra - a entre todos os maometanos, os Salafis são os que mais tentam seguir o Alcorão à letra - para além de terem de pagar o tributo, é exigido aos Coptas que se "sintam totalmente subjugados," o que se encontra muito longe deles serem cidadãos com direitos iguais no Egipto, mas bem mais perto deles serem cidadãos de terceira no seu próprio pais.

Entretanto, se os maometanos tais como Burhami estão a projectar os piores traços do islão para os Cristãos (e para o Senhor Jesus), os ocidentais estão estão a projectar os melhores traços da civilização Ocidental (ironicamente, provenientes do Cristianismo) - tais como a tolerância e o pluralismo - para os maometanos e desde logo são incapazes de acreditar na triste realidade do sofrimento Cristão sob a espada do islão.

Fonte.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Mãe e filhos condenados por trocarem Islão pelo Cristianismo


A egípcia Nadia Mohamed e os seus sete filhos foram condenados em tribunal a 15 anos de prisão, em Beni Suef, no centro do país, por se terem convertido ao Cristianismo.

Nadia foi criada e educada na fé cristã mas converteu-se ao Islão quando se casou, há 23 anos, com Mohamed Abdel-Wahhab Mustafa. Porém, quando o marido morreu, decidiu reconverter-se à sua antiga religião, bem como todos os filhos.


A nova conversão de Nadia só foi conhecida depois de a família ter adquirido novos documentos de identificação, em 2004.


Um dos filhos da mulher foi preso dois anos mais tarde e confessou que a mãe e os irmãos tinham forjado novas identificações. Foram então todos presos, acusados e condenados.


   

Advogados dos Direitos Humanos alertam para o facto da sentença ser um sinal das políticas adoptadas no Egipto sob a lei islâmica, que consideram um autêntico atentado à liberdade religiosa. 

Recorde-se que laicos e cristãos coptas opuseram-se à nova Constituição, que gerou grande polémica aquando da sua votação e aprovação por incluir, precisamente, a lei islâmica (Sharia) como um dos preceitos constitucionais.

* * * * * * * 

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Um cristão foi morto a cada 5 minutos em 2012.

Um cristão foi morto a cada 5 minutos em 2012 

Em 2012 105 mil cristãos foram mortos devido a perseguição religiosa imposta em alguns países do mundo. O alerta mundial sobre esta  estimativa aterrorizante partiu do sociólogo Massimo Introvigne que é coordenador do Observatório da Liberdade Religiosa na Itália.

Se estima que em 2012 morreram 105 mil cristãos por motivos religioso, isto é, um morto a cada 5 minutos”, disse.

Introvigne cita as áreas de risco e mostra que são países regidos  pelas leis islâmicas. “As zonas de risco são muitas, mas podemos identificar basicamente três países onde é forte a presença do
fundamentalismo islâmico: Nigéria, Somália, Mali
”, disse.

Outros países citados foram o Paquistão e o Egipto onde há algumas   áreas de risco onde os cristãos correm riscos de morte. Na Coreia do  Norte e na Índia também tiveram casos de perseguição e morte a cristãos.

Neste grupo identificado como cristão há tanto evangélicos, como  católicos e coptas.Uma quantidade de assassinados que o sociólogo chamou de “proporções horríveis” que muitos veículos de comunicação com  poder mundial não chegam a noticiar.  

As informações são do Protestante Digital.


"Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após Mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-Me" Mateus 16:24
..

sábado, 1 de setembro de 2012

Jihadistas egípcios livremente apelam para o genocídio de Cristãos.

Segundo a El Fegr, "Elementos pertencentes a organizações jihadistas distribuíram panfletos (...) apelando à matança de Coptas no Suez, Ismailia, e o Alto Egipto, prometendo que eles [os Coptas] um fim trágico se eles não regressassem à verdade."

O medo e o terror entre os Cristãos egípcios aumenta todos os dias.

Uma imagem com a cópia da carta apareceu no site da El Feg. Com o título de "Um Urgente e Importante Aviso," a mesma começa apelando "a todos os irmãos e irmãs" para "matar ou atacar fisicamente os inimigos da religião de Alá - os Cristãos de todas as províncias do Egipto, os escravos da Cruz, que a maldição de Alá esteja sobre eles . . . "

A mesma carta procede prometendo recompensas monetárias a quem ajudar a "atingir os direitos de Alá sobre os seus inimigos."

Como testemunho do quão à vontade as organizações jihadistas se sentem no Egipto actual, sob a presidência de Muhammad Morsi (Irmandade Muçulmana) , a usual linguagem críptica é abandonada, uma vez que a carta nomeia pontos de contacto e até uma mesquita - Sheikh Ahmed Mosque em Kasfrit - onde todos os interessados se devem reunir "depois das rezas de 6ª Feira, onde novos membros da organização serão recebidos."

Segundo se sabe, este apelo só terá fim quando os Cristãos egípcios "regressarem à verdade," referência que provavelmente significa que 1) ou os Cristãos aceitam a "verdade" - isto é, o islamismo - 2) ou então aceitam o estatuto sub-humano de dhimmi (Alcorão 9:29).

Conversões forçadas e estatuto de dhimmi são ocorrências regulares no panorama Egípcio de hoje, tal como já o eram no passado.

Fonte

* * * * * * *

Infelizmente para os Cristãos, quem controla as organizações mundiais que podem impedir este tipo de actividade (ou pelo menos colocar pressão sobre os líderes egípcios) odeia o Cristianismo tal como os muçulmanos odeiam o Cristianismo. Devido a isto, o genocídio Cristão está a ser feito com a complacência das Nações Unidas, da União Europeia e de muitas outras ONGs "humanitárias" que estão mais preocupadas com a morte de *1* homossexual no Chile, ou preocupados com a promoção do aborto, do que com as dezenas de Cristãos que são mortos mensalmente nos países islâmicos, países comunistas ou na Índia.

O motivo para este desprezo do sofrimento Cristão é simples: os esquerdistas têm planos semelhantes para os Cristãos ocidentais. Aquilo que os maometanos fazem aos Cristãos no Médio Oriente, é exactamente o mesmo que os esquerdistas querem fazer aos Cristãos ocidentais. Por isso é que de maneira nenhuma eles podem condenar estes gestos jihadistas quando eles mesmos querem colocar em práctica os mesmos gestos o mais rápido possível.

O que os jihadistas e os esquerdistas não sabem (mas vão ficar a saber) é que Quem controla os destinos da humanidade é o Deus dos Cristãos,o Deus dos Judeus - o Deus de Israel - não o deus dos árabes. Devido a isto "Maior é Aquele que está em vós do que aquele que está no mundo." [1 João 4:4]

Para além disto, convém levar em conta que, como o islão é uma ideologia política mascarada de religião, este apelo ao genocídio de Cristãos, para além de ser consequência lógica de quem leva o Alcorão a sério, é também uma arma política útil para a elite muçulmana; quanto menos não-muçulmanos houver entre a população mais fácil vai ser controlar a mesma.



.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Ayaan Hirsi Ali: A Guerra Global contra cristãos no mundo muçulmano

por Ayaan Hirsi Ali*

Ouvimos tantas vezes sobre os muçulmanos como vítimas de abuso no Ocidente e combatentes na Primavera árabe “a luta contra a tirania. Mas, na verdade, um tipo totalmente diferente de guerra está em curso uma batalha, não reconhecido custando milhares de vidas. Os cristãos estão sendo mortos no mundo islâmico por causa de sua religião. É um genocídio em ascensão que deve provocar alarme global.

O retrato de muçulmanos como vítimas ou heróis é na melhor das hipóteses parcialmente precisas. Nos últimos anos a opressão violenta das minorias cristãs se tornou a norma em países de maioria muçulmana que se estende desde a África Ocidental e do Oriente Médio para o Sul da Ásia e Oceania. Em alguns países são os governos e seus agentes que queimaram igrejas e preso paroquianos. Em outros, grupos rebeldes e vigilantes tomaram matérias em suas próprias mãos, assassinando cristãos e levá-los a partir de regiões onde as suas raízes vão séculos.

Reticência da mídia sobre o assunto, sem dúvida, tem várias fontes. Pode ser o medo da violência adicional provocante. Outra é mais provável que a influência dos grupos de lobby, como a Organização de Cooperação Islâmica, uma espécie de Nações Unidas do Islão centrada na Arábia Saudita e ao Conselho sobre Relações Americano-Islâmicas. Durante a última década, grupos estes e outros têm sido notavelmente bem sucedido em convencer os principais figuras públicas e jornalistas no Ocidente a pensar em todos e cada um exemplo de discriminação percebida anti-muçulmano como uma expressão de um desarranjo sistemático e sinistra chamada “islamofobia” – um termo que é utilizado para provocar a desaprovação moral mesmo como xenofobia ou homofobia.

No mês de Janeiro 2012 sozinha, Boko Haram foi responsável por 54 mortes. Em 2011, seus membros mataram pelo menos 510 pessoas e queimaram ou destruíram mais de 350 igrejas em 10 estados do norte. Eles usam armas, bombas de gasolina, e até facões, gritando “Allahu akbar” (“Deus é grande”), enquanto o lançamento de ataques contra cidadãos inocentes. Eles atacaram igrejas, uma reunião no dia de Natal (matando 42 católicos), salões de cerveja, uma prefeitura, salões de beleza e bancos. Eles têm-se centrado em matar os clérigos cristãos, políticos, estudantes, policiais e soldados, assim como os clérigos muçulmanos que condenam o seu caos. Enquanto eles começaram usando métodos rudimentares, como assassinatos hit-and-run da parte traseira de motos em 2009, os últimos relatórios AP indicam que os ataques recentes do grupo mostram um novo nível de potência e sofisticação.

O cristofobia que tem atormentado o Sudão há anos toma uma forma muito diferente. O governo autoritário do muçulmano sunita no norte do país há décadas minorias cristãs e animistas atormentados no sul. O que tem sido muitas vezes descrita como uma guerra civil é, na prática perseguição sustentado do governo sudanês de minorias religiosas. Esta perseguição culminou no genocídio infame em Darfur, que começou em 2003. Mesmo que o presidente muçulmano do Sudão, Omar al-Bashir, foi indiciado pelo Tribunal Penal Internacional em Haia, que o acusou de três acusações de genocídio, e apesar da euforia que saudou a independência semi-ele grant-ed para o Sul do Sudão em Julho do ano passado, a violência não terminou. Em Kordofan Sul, os cristãos ainda estão sujeitos a bombardeios aéreos, assassinatos selectivos, o sequestro de crianças, e outras atrocidades. Relatórios da Organização das Nações Unidas indicam que entre 53.000 e 75.000 civis inocentes foram deslocadas de suas residences e que casas e edifícios foram saqueados e destruídos.

Ambos os tipos de perseguição, realizadas por grupos extragovernmental, bem como por agentes do Estado se reuniram no Egipto, no rescaldo da Primavera árabe. Em 9 de Outubro do ano passado na área de Maspero Cairo, cristãos coptas (que representam cerca de 11 por cento da população do Egito de 81 milhões) marcharam em protesto contra uma onda de ataques islâmicos, incluindo os incêndios em igrejas, estupros, mutilações, e assassinatos, que se seguiu à derrubada da ditadura de Hosni Mubarak.

urante o protesto, as forças de segurança egípcias levou seus caminhões no meio da multidão e atirou contra os manifestantes, esmagando e matando pelo menos 24 e ferindo mais de 300 pessoas. Até o final do ano mais de 200.000 coptas fugiram de suas casas em antecipação a mais ataques. Com islâmicos prontos para ganhar o poder muito maior, na sequência das recentes eleições, os seus medos parecem ser justificados.

Egipto não é o único país árabe que parece determinado a exterminar a minoria cristã. Desde 2003 mais de 900 cristãos iraquianos (a maioria deles assírios) foram mortos pela violência terrorista em Bagdá, e 70 igrejas foram queimadas, de acordo com a Assíria Internacional News Agency (AINA). Milhares de cristãos iraquianos fugiram como resultado da violência dirigida especificamente a eles, reduzindo o número de cristãos no país a menos de meio milhão de pouco mais de um milhão de antes de 2003. AINA compreensivelmente descreve-o como um “genocídio incipiente ou limpeza étnica dos assírios no Iraque.

Os 2,8 milhões de cristãos que vivem no Paquistão representam apenas cerca de 1,6 por cento da população de mais de 170 milhões. Como membros de uma minoria tão ínfima, que vivem no medo perpétuo não só dos terroristas islâmicos, mas também de leis draconianas de blasfémia do Paquistão. Há, por exemplo, o conhecido caso de uma mulher cristã que foi condenado à morte por supostamente insultar o profeta Maomé.

Quando a pressão internacional convenceu o governador do Punjab Salman Taseer para explorar formas de libertá-la, ele foi morto por seu guarda-costas. O guarda-costas foi então celebrado por importantes clérigos muçulmanos como um herói e que ele foi condenado à morte no ano passado, o juiz que impôs a sentença agora vive na clandestinidade, temendo por sua vida.

Tais casos não são incomuns no Paquistão. As leis da nação blasfémia são rotineiramente usados ​​por criminosos e intolerantes muçulmanos paquistaneses para intimidar as minorias religiosas. Basta declarar a crença na Trindade cristã é considerada uma blasfémia, uma vez que contradiz mainstream muçulmanos doutrinas teológicas. Quando um grupo cristão é suspeito de transgredir as leis da blasfémia, as consequências podem ser brutal. Basta perguntar aos membros da cristã World Vision ajuda do grupo. Seus escritórios foram atacados na primavera de 2010 por 10 homens armados com granadas, deixando seis mortos e quatro feridos. Um grupo militante muçulmano assumiu a responsabilidade pelo ataque, alegando que a Visão Mundial estava trabalhando para subverter o Islão. (Na verdade, ele estava ajudando os sobreviventes de um terremoto de grandes proporções.)

Nem mesmo na Indonésia, muitas vezes apontado como o mundo mais tolerante, democrática e moderna de maioria muçulmana nação tem sido imune às febres de cristofobia. De acordo com dados compilados pelo The Christian Post, o número de incidentes violentos cometidos contra as minorias religiosas (e em 7 por cento da população, os cristãos são a maior minoria do país) aumentou quase 40 por cento, de 198 a 276, entre 2010 e 2011.

A ladainha do sofrimento poderá ser prorrogado. No Irã, dezenas de cristãos foram presos e encarcerados por ousar adorar fora do sistema de igreja oficialmente sancionado. Arábia Saudita, por sua vez, merece ser colocado em uma categoria própria. Apesar do fato de que mais de um milhão de cristãos vivem no país como trabalhadores estrangeiros, igrejas e até mesmo actos privados de oração cristã são proibidos; para impor essas restrições totalitárias, a polícia religiosa regularmente invadir as casas dos cristãos e trazê-los sob a acusação de blasfémia nos tribunais onde o seu testemunho carrega peso, menos legal que o de um muçulmano. Mesmo na Etiópia, onde os cristãos formam uma maioria da população, incêndios em igrejas por membros da minoria muçulmana se tornaram um problema.

Deve ficar claro a partir deste catálogo de atrocidades que violência anti-cristã é um grande problema e subnotificadas. Não, a violência não está centralmente planeada ou coordenada por alguma agência internacional islâmico. Nesse sentido, a guerra global contra a guerra não é tradicional em todos os cristãos. É, antes, uma expressão espontânea de anti-cristãs animus por muçulmanos que transcende culturas, regiões e etnias.

Como Nina Shea, diretor do Centro do Instituto Hudson para a Liberdade Religiosa, destacou em entrevista à Newsweek, as minorias cristãs em muitos de maioria muçulmana nações “perderam a protecção de suas sociedades.” Isso é especialmente verdade em países com crescente islâmico radical (Salafista) movimentos. Nesses países, os vigilantes muitas vezes sentem que podem agir com impunidade e inacção do governo muitas vezes se lhes razão. A velha ideia de que os turcos-otomanos que a protecção não-muçulmanos nas sociedades muçulmanas merecem (embora como cidadãos de segunda classe)-tem tudo, mas desapareceu de faixas largas do mundo islâmico, e cada vez mais o resultado é derramamento de sangue e opressão.

Então, vamos por favor entrar nossas prioridades. Sim, os governos ocidentais devem proteger as minorias muçulmanas de intolerância. E, claro, devemos garantir que eles podem adorar, viver e trabalhar livremente e sem medo. É a protecção da liberdade de consciência e de expressão que distingue as sociedades livres sem liberdade de entes. Mas também precisamos manter a perspectiva sobre a escala e gravidade da intolerância. Desenhos, filmes, e escritos são uma coisa, facas, pistolas e granadas são algo completamente diferente.

Quanto ao que o Ocidente pode fazer para ajudar as minorias religiosas em sociedades de maioria muçulmana, a minha resposta é que ele precisa para começar a usar os bilhões de dólares em ajuda que dá aos países problemáticos como alavancagem. Depois, há o comércio eo investimento. Além da pressão diplomática, essas relações de ajuda e comércio pode e deve ser subordinada à protecção da liberdade de consciência e de culto para todos os cidadãos.

Em vez de cair para contos exageradas de islamofobia ocidental, vamos tomar uma posição real frente ao cristofobia infectar o mundo muçulmano. A tolerância é para todos, excepto os intolerantes.

Mas uma avaliação imparcial dos acontecimentos recentes e tendências leva à conclusão de que a dimensão ea gravidade da islamofobia empalidece em comparação com a cristofobia sangrenta atualmente correndo em países de maioria muçulmana de um lado do globo para o outro. A conspiração do silêncio em torno desta expressão violenta da intolerância religiosa tem que parar. Nada menos do que o destino do cristianismo e, em última análise de todas as minorias religiosas no mundo islâmico está em jogo.

Fonte: Revista NewsWeek

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Coptas, islão e "dhimmis"

No Egipto, a chamada "Primavera Árabe", mostra ao que vem e a razão pela qual os verdadeiros muçulmanos a saudaram e por ela lutaram . Trata-se basicamente de uma deriva islamista, ajudada pelos habituais idiotas úteis, como já tinha acontecido no Irão.

Recorde-se que, neste país, o Xá foi derrubado por uma aliança entre islamistas e comunistas, os quais, uma vez Khomeyni instalado no poder, foram perseguidos e massacrados.

Os media europeus, salvo raras excepções, pintaram os acontecimentos, não como os viam, mas como os queriam ver. Ainda me recordo do tom empolgado e apologético de alguns jornalistas, em plena Praça Tahrir, falando da utopia que aí vinha, pão e liberdade para todos, a generosidade dos "jovens", etc.

Ao mesmo tempo, fechavam os olhos aos activistas da Irmandade Muçulmana que por ali se passeavam e fizeram até por relatar o menos possível a violação colectiva de uma jornalista americana por dezenas de "jovens", por alguém ter sussurrado que era judia. ( não era).

A repressão e a morte dos coptas e outros cristãos, agora tão publicamente testemunhada, não é um facto novo, bem pelo contrário. Outrora a esmagadora maioria da população, a chegada do Islão, implicou para eles aquilo que a sharia prescreve: uns converteram-se, outros fugiram, outros morreram, outros permaneceram com um estatuto de cidadãos menores, "dhimmis", protegidos, desde que paguem a jizzya e aceitem as limitações do seu estatuto.

Que é, basicamente, a de escravos, umas vezes mais bem tratados, outras vezes não. A aceitação do estatuto de dhimmitude, implica a suspensão da jihad. Todavia, segundo a lei corânica, basta que um dhimmi de uma comunidade infrinja os deveres dos seus estatutos, para que a jihad prossiga.

É o que está a acontecer no Egipto. Alguns coptas não aceitaram bem a destruição de algumas igrejas, aproveitaram para reclamar comtra o seu estatuto de escravatura, e a jihad recomeçou. O Exército (onde os cristãos não podem entrar) atacou com ferocidade (que contrasta com a passividade com que deixou atacar e destruir a Embaixada Israelita) e a televisão apelou aos muçulmanos para virem para a rua.

O que se seguiu é conhecido. E o que se seguirá também: os cristãos serão paulatinamente postos no seu lugar e reduzidos à normal "dhimmitude". A prazo desaparecerão, como já desapareceram da maioria dos países islâmicos.

O que espanta, nisto tudo, é que os líderes europeus, a imprensa e os habituais defensores das " boas causas", que berram e protestam desalmadamente quando um palestiniano morre numa troca de tiros, façam vista tão grossa às gigantescas limpezas étnicas que os países muçulmanos levam a cabo, não de forma ocasional e espúria, mas aplicando deliberada e paulatinamente os conceitos típicos do Islão.

Os mesmos políticos que estão a encher a Europa de imigrantes muçulmanos, sem se darem conta de que, a prazo, estão a importar estas terríveis conceitos.

Ainda ontem foi dado à estampa, pelo Instituto Montaigne de Paris, um estudo no qual se constata que alguns bairros dos suburbios de Paris já funcionam segundo a sharia e que o Estado francês já ali não manda, de facto.

Em Lérida, numa zona onde a comunidade muçulmana jé é significativa, têm morrido dezenas de cães, envenenados, e jovens muçulmanos atacam quem ande na rua a passear o cão. O imam local pediu mesmo à autarquia a proibição de cães no espaço público, porque "ofendem o Islão" e não permitem aos muçulmanos exercerem a sua "liberdade religiosa".

Hoje são os cães, amanhã os infiéis. A história confirma este padrão. Onde o Islão assume o poder, não há espaço para outros.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Cristofobia no Egipto

Cristãos Coptas egípcios mostram roupa manchada de sangue após ataque por parte das tropas policiais muçulmanas.

Um total de 174 pessoas ficaram feridas depois da violência islâmica levada a cabo durante a manifestação pacífica Cristã no Cairo.

Source: AFP - Copyright AFP 2008, AFP stories and photos shall not be published, broadcast, rewritten for broadcast or publication or redistributed directly or indirectly in any medium

(Fonte)

domingo, 9 de outubro de 2011

Militares egípcios atacam Cristãos Coptas

Vários Coptas foram mortos hoje quando militares egípcios, aliados a militantes maometanos, atacaram a sua manifestação pacífica. Os Cristãos protestavam contra a descriminação e intolerância levada a cabo pelos muçulmanos contra a minoria Cristã.

Um dos Cristãos reportou à AP:
A manifestação era pacífica. Como era normal, nós queríamos organizar uma "sit-in". Vândalos atacaram-nos e um veículo militar saltou a calçada e atropelou pelo menos 10 pessoas. Eu vi-os.

Sem dúvida que este deve ser um caso esporádico e não representativo das verdadeiras intenções muçulmanas em relação aos Cristãos. Todos nós sabemos que os islamitas são perfeitamente capazes (e desejosos) de viver em paz com outras confissões religiosas.
Alguma dúvida, perguntem aos budistas na Malásia, os Cristãos no Médio Oriente e os hindus no Paquistão.

sábado, 8 de outubro de 2011

Turba de 3,000 muçulmanos ataca igreja Copta e destrói casas Cristãs

Um grupo de muçulmanos atacou uma igreja Copta, incendiando a estrutura e, posteriormente, assaltando e queimando casas e lojas Cristãs das redondezas.

Os 3,000 atacantes invadiram a igreja Mar Gerges - na aldeia Elmarenab em Aswan - e prosseguiram em demolir a maior parte da mesma, segundo afirmam várias testemunhas do evento. A turba destruiu também 4 casas Cristãs próximas bem como assaltaram lojas pertencentes a Cristãos.

Michael Ramzy, habitante de Elmarenab, disse que o ataque começou pouco depois das rezas de 6ª Feira:

Os imãs de mais de 20 mesquitas apelaram à multidão para se congregar, destruir a igreja, demolir as casas e as lojas Cristãs, e assaltar as suas propriedades.
A destruição da igreja Mar Gerges é a 3ª a ser destruída por uma multidão nos nos últimos 7 meses. Para além disto, numerosas outras igrejas tem sido roubadas e/ou atacadas este ano - incluindo o bombardeamento da Véspera do Ano Novo na Igreja "Two Saints Church" em Alexandria, que deixou 23 mortos e dezenas de feridos graves.

Não deixa de ser curioso que o que os muçulmanos têm carta branca para fazer nos seus países retrógrados, opressivos e decadentes, os esquerdistas fazem aqui no ocidente.

Isso talvez explique o porquê dos políticos ocidentais não se pronunciarem muito sobre estes ataques sistemáticos e organizados por parte dos maometanos: os esquerdistas querem fazer o mesmo aqui no ocidente e levar a cabo a sua versão da Solução Final contra os Cristãos.

Outra coisa que convém perguntar é: será coincidência que estes gestos de Cristofobia tenham quase sempre início depois das rezas que o maometanos fazem ao deus que é adorado em meca? Quem é este espírito maligno que motiva os muçulmanos a atacar os filhos de Deus?

terça-feira, 4 de outubro de 2011

93,000 Cristãos já saíram do Egipto desde a "Primavera Árabe"

Segundo uma organização não governamental, cerca de 93,000 Cristãos Coptas saíram do Egipto desde 19 de Março de 2011. O número pode aumentar até 250,000 até ao final de 2011, segundo Naguib Gabriel, director da "Egyptian Federation of Human Rights" (que emitiu a reportagem).

A tendência migratória actual põe em perigo a estrutura da população do Egipto, disse Gabriel à Al-Masry Al-Youm no Domingo.

Gabriel baseou os dados declarados em informação proveniente de igrejas Coptas e comunidades no estrangeiro. De acordo com os dados, 16,000 migraram para a Califórnia, 10,000 para a New Jersey, 8,000 para New York, e 8,000 para outros estados americanos. Cerca de 14,000 foram para a Austrália, 17,000 para o Canadá e 20,000 fixaram-se na Holanda, Itália, Inglaterra, Áustria, Alemanha e França.

Gabriel atribuiu a emigração Copta aos grupos radicais muçulmanos que querem impôr a lei islâmica no Egipto, negar aos Coptas o acesso a lugares governamentais de topo e reduzir o turismo. Ele culpou também o êxodo aos ataques que os muçulmanos tem levado a cabo contra as igrejas e o falhanço do governo em julgar os atacantes.

Escritor Copta Kamal Zakher disse que os números da reportagem são exagerados mas os medos em relação à emigração Copta são justificados.


segunda-feira, 11 de abril de 2011

Egipto: Suspeitos do bombardeamento de Igreja Copta libertados

Segundo o jornal egípcio Al-Dustur, vinte suspeitos do bombardeamento da Igreja Copta no Ano Novo foram libertos

A libertação dos suspeitos foi ordenada pelo general Mohammed Hussein Tantawi, que pertence ao concílio militar que tomou o poder em Fevereiro depois de protestos nacionais anti-governamentais que conseguiram depôr o presidente Hosin Mubarak depois de 30 anos no poder.

Vinte e quatro Cristãos foram assassinados durante este atentado levado acabo por muçulmanos, e cerca de 100 pessoas foram feridas no bombardeamento que iniciou protestos e atraiu a condenação internacional.

Os Cristãos Coptas, que são cerca de 10% da população local, pertencem ao grupo étnico que dominou o Egipto até à invasão muçulmana que ocorreu na segunda metade do século 7.

Um dos homens libertos alega que havia sido preso para silenciar o seu criticismo ao Estado. Ibrahim Ibata disse que foi preso porque ele alegou que o seu amigo havia sido preso pela policia durante um interrogatório.

Alguns dos suspeitos convocaram um conferência de imprensa para Quinta-feira onde se espera que eles descrevam as alegadas torturas que sofreram.

Fonte


Curiosamente, quando estes mesmos muçulmanos abandonam os seus desertos e se fixam nos países civilizados, exigem serem tratados da mesma forma (ou melhor) do que os locais. O que eles exigem do ocidente não é o que eles oferecem nos seus países.

A hipocrisia islâmica é algo que demonstra o quão falsa esta ideologia política é.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

ShareThis