MITOS ISLÂMICOS

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quarta-feira, 2 de julho de 2014

Os limites da paciência chinesa

A China executou 13 maometanos por estes terem tomado parte em ataques terroristas na zona ocidental da região Xinjiang; outros três foram condenados à prisão perpétua por levarem a cabo um ataque letal na Praça Tiananmen em Pequim.

Segundo as fontes informativas governamentais, "Os 13 criminosos haviam planeado ataques terroristas violentos e haviam assassinado de um modo violento oficiais da polícia, oficiais governamentais e civis, o que causou a morte de inocentes, danos enormes em propriedades e fragilização da segurança pública."

Xinjiang é a "casa" tradicional dos maometanos Uigures, que falam uma língua de origem turca, e a China culpou separatistas locais (que buscam a criação dum estado islâmico independente com o nome de "Turquestão do Leste") pelos ataques prévios.

Grupos Uigures no exílio e activistas dos direitos humanos afirmaram que as políticas repressoras do governo em Xinjiang provocaram inquietação, algo que Pequim nega.

Os 13 homens executados estiveram envolvidos em ataques em diferentes partes de Xinjiang, incluindo um que ocorreu em Junho último que causou a morte de 24 polícias e residentes locais.

No caso da Praça Tiananmen, cinco pessoas foram mortas quando um carro avançou pela multidão dentro da praça, e incendiou-se. Entre os mortos incluíam-se as 3 pessoas que se encontravam dentro do carro.

Para além da sentença de morte pelos ataques, outros homens foram sentenciados a prisão perpétua, e outros 4 foram condenados com penas que variam dos 5 aos 20 anos.


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O padrão é essencialmente o mesmo: mal os maometanos se encontram em número suficiente, eles desenvolvem esforços para criar uma "pura zona islâmica". Se o país onde  eles se encontram não lhes dá o que eles exigem, eles enveredam pelo terrorismo.

Repito, o padrão é universalmente o mesmo - desde a Alemanha, até Espanha, passando pela França, Bélgica, cruzando a Terra Santa, descendo até ao subcontinente Indiano (onde os maometanos conseguiram roubar parte da Índia e formar o Paquistão) e até a China. Não há forma pacífica de resolver a atitude imperialista islâmica porque eles apenas estão a seguir o exemplo do seu "profeta" (que no islão tem o nome de "sunnah" do "profeta").

Note-se que de maneira nenhuma estes comentários são uma validação da forma como o governo Chinês lida com os terroristas, mas sim uma nota em favor da tese de que as exigências maometanas crescem à medida que eles vão ficando mais numerosos.



segunda-feira, 15 de julho de 2013

Líder de grupo radical justifica massacre em escola nigeriana

Kano - O líder do grupo radical islâmico nigeriano Boko Haram, Abubakar Shekau, justificou hoje (sábado) o massacre de 06 de Julho numa escola no noroeste do país, mas sem reivindicá-lo, num vídeo obtido pela AFP.
    
"Nós damos todo o nosso apoio ao ataque a este estabelecimento de educação ocidental em Mamudo", no estado de Yobe, declarou num vídeo de dez minutos, referindo-se ao massacre de 41 alunos e um professor (segundo um registo estabelecido por fontes médicas).
              
Contudo, Abubakar Shekau afirmou que o seu grupo não é o responsável pela morte dos estudantes.
              
Num momento raro, o chefe radical chegou a se expressar em inglês - por alguns segundos no fim da sua mensagem-, assegurando mais uma vez que o Ocidente quer destruir o Islão.
              
No vídeo, líder islâmico afirma que todos os "estabelecimentos de educação ocidentais" são parte de "um complô” contra o Islão.
              
O nome do seu movimento, "Boko Haram', significa "a educação ocidental é um pecado".
              
Os ataques efectuados pelo grupo Boko Haram e as medidas de respostas das autoridades nigerianas causaram mais de três e 600 mortes desde 2009 e a crueldade desse novo massacre provocou grande indignação em todo o país.
       
Segundo fontes médicas, o ataque ao colégio de Mamudo causou 42 mortos, mas o exército faz um balanço de 21.
             
Homens armados reuniram alunos, professores e funcionários do estabelecimento num dormitório antes de lançarem explosivos e dispararem contra eles, segundo testemunhas.
             
Esse foi o terceiro ataque contra uma escola da região desde 16 de Junho.


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segunda-feira, 15 de abril de 2013

Explosões na maratona de Boston fazem pelo menos dois mortos. Polícia deteve suspeito muçulmano

Pelo menos duas pessoas morreram nas explosões que ocorreram hoje à chegada da maratona de Boston, em Copley Square, avança a Fox News. As explosões aconteceram às 15 horas locais com apenas 10 segundo de intervalo e provocaram mais de 100 feridos, 23 em estado grave.  

António Santos, português que é professor no liceu Hudson, em Massachusetts disse ao i que uma das bombas explodiu a dois metros da porta do consulado português em Boston. “O consulado está entre as duas explosões", explicou. 

Uma terceira explosão ocorreu na Biblioteca JFK Library, mas as autoridades dizem que foi causada por uma falha eléctrica, sem ligação às duas explosões iniciais. 

A polícia deteve um suspeito, que está agora num hospital de Boston com ferimentos provocados por estilhaços.

As autoridades vasculham a área em busca de mais engenhos explosivos e as pontes da cidade estão todas encerradas, também as redes de telemóveis estão prestes a ser desligadas. Em Nova Iorque e em Washington D.C. as autoridades estão em alerta máximo.

Algumas testemunhas falam ainda em feridos graves, com membros amputados, e muito sangue no local. Chris Cassidy, um dos atletas, disse que depois de ouvir as explosões continuou a correr enquanto ia ouvindo vários estrondos. Dezasseis portugueses participavam na corrida, dos quais seis terminaram a prova. Entretanto  a maratona foi cancelada e as pessoas foram retiradas do local.

A comitiva portuguesa que acompanhou a atleta Dulce Félix na maratona de Boston estava próxima do local onde aconteceu o incidente, mas nenhum dos elementos foi afectado, disse à Lusa o empresário da desportista.

O Google lançou o "person finder", uma base de dados para ajudar as famílias a encontrar informações sobre as vítimas da explosão.

O incidente ocorreu no momento em que milhares de participantes terminavam a 117ª edicão da maratona, considerada a mais antiga do mundo, disputada desde 1897.

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domingo, 21 de outubro de 2012

A história de Rachel Levy

Abigail Levy não se preocupou quando, no dia 29 de Março, a sua filha saiu do apartamento e se dirigiu de autocarro para o supermercado. Pouco antes das 2 da tarde, Rachel entrou no supermercado que se encontra na parte sul de Jerusalém, armada com a lista de compras que a sua mãe lhe havia dado.

Ao mesmo tempo que Rachel entrava, Ayat, de 18 anos, entrou também no supermercado, mas vinha armada com outra coisa: um cinto de explosivos amarrado à sua cintura. As duas raparigas entraram juntas no supermercado, e morreram juntas.

"Ouvi o som das sirenes," lembra-se Abigail. "Ouvi-os a pararem perto e disse 'Algo aconteceu aqui perto. Oh, meu Deus. A Rachel está naquele supermercado!'"

A bomba que Ayat trazia consigo matou o o guarda de segurança e a Rachel. Horas mais tarde, as autoridades pediram a Abigail se ela se importaria de se dirigir à morgue para reconhecer a sua filha.

Fonte

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No mundo civilizado as mulheres e as crianças são mantidas longe de sitiações que podem colocar as suas vidas em risco. Os palestinos, por outro lado, seduzem meninas de 18 anos de modo a que estas valorizem mais o mitológico "estado da Palestina" do que as suas preciosas vidas.

Este é o dia a dia de quem vive rodeado duma "cultura" que glorifica a morte, a opressão e o suicídio. Como é que pessoas minimamente inteligentes realmente esperam que Israel faça "acordos de paz" com bárbaros que enviam meninas para a sua morte?



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quarta-feira, 28 de março de 2012

"Atacar judeus é cool há muito tempo"

Não se pode colocar o assassino de Toulouse num quadro isolado, num cenário de loucura e maldade extra-humana, qual anjo da morte. Aquele homem era um fruto da cultura anti-semita que existe nas comunidades muçulmanas de França e da Europa em geral.

Basta olhar para um facto esquecido: a partir do 11 de Setembro, jovens islamistas nascidos na Europa começaram a atacar as comunidade judaicas aqui na Europa. Tal como Efraim Karsch tem salientado, os ataques a sinagogas e cemitérios judaicos passaram a ser o passatempo cool da juventude jihadista dos subúrbios de Paris ou Berlim. Alguns até queimaram sinagogas.

Consequência? Milhares e milhares de judeus europeus fugiram dos seus países de origem. Mohamed Merah não veio do nada.

Agora, repare-se num ponto: ao longo da última década, estes ataques a judeus nunca abriram telejornais. Porquê? Porque os tolerantes, os progressistas e os bonzinhos não têm uma narrativa para encaixar esta violência muçulmana. No nosso ar do tempo, o muçulmano é sempre a vítima.

Os média ingleses, por exemplo, diziam que os ataques às comunidade judaicas eram feitos por neonazis . Mas a intrínseca desonestidade intelectual do politicamente correcto não fica por aqui. Enquanto se escondeu esta efectiva violência anti-semita e esta efectiva fuga de judeus, criou-se a ilusão de uma toda-poderosa islamofobia, que, supostamente, estava a oprimir os muçulmanos da Europa.

Perdão? Quantas mesquitas foram queimadas na Europa? Devem contar-se pelos dedos de um maneta. E quantos muçulmanos tiveram de emigrar por medo? A entrada de muçulmanos na Europa continuou a aumentar. E ainda bem.

Mas o dado mais grave nem sequer está nas narrativas mediáticas do costume. Perante a violência já assinalada, muitas autoridades europeias aconselharam os judeus a esconder os sinais da sua condição judaica. Repito: na primeira década do século XXI, autoridades europeias aconselheram judeus a viver a sua religião numa espécie de clandestinidade marcada pelo medo.

E, atenção, esta atitude não traiu apenas o judeu. Também traiu o muçulmano reformador. Ao fazerem tudo para apaziguar os islamistas radicais, os líderes europeus traíram os esforços do muçulmano que é um cidadão europeu como qualquer outro.

É bom não esquecer que Mohamed Merah matou muçulmanos que serviam no exército da França. Aos olhos de Merah, aqueles soldados eram blasfemos, porque estavam a servir um Estado ímpio. O assassínio destes cidadãos franceses de origem muçulmana às mãos de um jihadista é, porventura, o ponto mais importante desta história.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Toulouse: Suspeito de massacre já foi capturado

O suspeito do massacre de Toulouse de terça-feira foi já capturado, depois de várias horas barricado em casa e cercado pelas forças de segurança francesas, noticia a BFM TV.

O alegado autor do massacre da escola judaica de Toulouse, identificado como Mohammed Merah, assegura pertencer à Al Qaeda e disse agir «para vingar as crianças palestinianas e denunciar a presença estrangeira no Afeganistão».

O suspeito «repete o seu compromisso com a Al Qaeda e com meios jihadistas», assinalou o ministro do Interior francês, Claude Guéant, confirmando que se trata de um jovem de nacionalidade francesa e origem argelina, residente em Toulouse, que se deslocou ao Afeganistão e Paquistão e que «tem laços com pessoas do salafismo e do jihadismo».

O suspeito esteve preso numa prisão de Kandahar, no Afeganistão, de onde escapou numa fuga em massa de talibãs.

Fonte

Suspeito de ser atirador de Toulouse promete entregar-se à tarde

Um homem de 24 anos afirmando pertencer à rede terrorista al-Qaeda e suspeito de ter levado a cabo o ataque contra a escola judaica de Toulouse está barricado numa casa daquela cidade. A polícia está a negociar a sua rendição.

O homem, identificado como Mohammed Merah, é suspeito de ter matado quatro pessoas - um adulto e três crianças - à porta da escola judaica Ozar Hatorah, na segunda-feira, para além de três militares, dias antes, na mesma região do Sudoeste de França, tendo-se posto em fuga numa scooter roubada.

Trata-se de um francês de origem argelina que diz ter agido por “vingança pelas [mortes de] crianças palestinianas e pelas operações militares francesas no estrangeiro".

O ministro francês do Interior, Claude Guéant, confirmou que o suspeito está barricado numa casa que está cercada por elementos da Raid, a unidade de elite da polícia francesa. O governante já fez saber que o suspeito pretende entregar-se durante a tarde de hoje.

O governante sublinha que a principal preocupação das autoridades neste momento é recuperar o suspeito vivo e entregá-lo à justiça.

Ao início da manhã de hoje a operação continuava em curso, ouvindo-se tiros esporádicos no bairro em torno da casa onde está barricado o homem.

No decurso desta operação que começou pouco depois das 3h (hora local), dois agentes ficaram feridos, sem gravidade, numa troca de tiros.

O suspeito já arremessou uma arma – uma Colt 45 – pela janela, mas a polícia acredita que terá mais armamento em sua posse, incluindo uma Kalashnikov e uma mini-Uzi de 9 milímetros.

Sabe-se igualmente que um dos irmãos do suspeito foi detido numa outra zona de Toulouse e que um segundo irmão foi ouvido numa esquadra de polícia, indicam os media franceses.

A mãe do homem barricado, que é argelina, foi levada para junto da casa, mas o ministro adiantou que ela recusou envolver-se no caso alegando ter “pouca influência” junto do filho.

O ministro indicou ainda que o suspeito fez várias viagens ao Afeganistão e ao Paquistão e que alega ser um “mujahedin (combatente) da al-Qaeda”.

É alguém que tem ligações a pessoas que reclamam a sua pertença ao salafismo e ao jihadismo”, indicou ainda o ministro do Interior, citado pela AFP.

Sabe-se ainda que o suspeito já esteve detido em Kandahar, bastião dos taliban no Afeganistão, em 2010, por crimes de delito comum, indicou hoje à AFP uma fonte próxima do inquérito.

A BBC avança que o primeiro nome do suspeito – Mohamed – foi conhecido depois de ter sido identificado através de uma mensagem de e-mail que enviou à sua primeira vítima.

O homem está barricado no rés-do-chão de um edifício de de cinco andares que, para além de estar rodeado de polícias, está igualmente rodeado de equipas dos serviços de emergência.

A polícia está a desenvolver uma operação paralela tentando identificar possíveis cúmplices.

Funerais das vítimas já começaram em Jerusalém

Entretanto os corpos do rabi e das três crianças mortas no ataque de segunda-feira contra a escola judaica já chegaram a Israel. As cerimónias fúnebres começaram pouco antes das 09h (hora portuguesa).

O ministro francês dos Negócios Estrangeiros, Alain Juppé, acompanhou as famílias das vítimas até Jerusalém.

De acordo com a AFP pelo menos um milhar de pessoas está a acompanhar as cerimónias fúnebres, que decorrem no cemitério de Har Hamenouhot (Monte do Repouso), no bairro de Givat Shaoul, junto à entrada da cidade.

Também hoje, o Presidente francês Nicolas Sarkozy deverá assistir a uma homenagem aos três soldados mortos em dois ataques levados a cabo na semana passada alegadamente pelo mesmo suspeito. A mesma arma e a mesma scooter foram usadas em todos os ataques.

Todos os soldados que perderam a vida eram de origem magrebina. Um outro soldado francês oriundo de Guadalupe, o departamento ultramarino francês nas Caraíbas, ficou gravemente ferido.

Fonte

domingo, 11 de março de 2012

Nigéria: Muçulmanos continuam a matar Cristãos


Dez pessoas foram mortas hoje num atentado suicida contra uma igreja católica em Jos, no centro da Nigéria, anunciou um porta-voz do governo local.

O atentado foi perpetrado por dois bombistas suicidas que lançaram um veículo carregado de explosivos contra a porta da igreja católica de Saint Finbar.

O ataque ainda não foi reivindicado, mas o grupo islâmico Boko Haram perpetrou nos últimos meses vários atentados contra alvos católicos.

O presidente da Nigéria, Goodluck Jonathan, condenou o atentado e pediu à população que mantenha a calma e não responda com "ataques de represália".

Fonte

domingo, 25 de dezembro de 2011

Duplo atentado suicida marca chegada da Liga Árabe a Damasco


A chegada dos observadores da Liga Árabe à Síria foi ontem marcada por dois atentados à bomba contra edifícios dos serviços de segurança do país, em Damasco. Pelo menos 40 pessoas, na maioria civis, morreram e 100 ficaram feridas, segundo declarações à imprensa do vice--ministro sírio dos Negócios Estrangeiros, Faisal Mukdad.

De acordo com a televisão estatal, as investigações preliminares apontam para um grupo ligado à Al-Qaeda como estando por trás dos atentados suicidas.

No dia da chegada dos observadores árabes, este é o presente do terrorismo e da Al-Qaeda, mas vamos facilitar ao máximo a missão da Liga Árabe”, sublinhou Mukdad, acrescentando que “o povo sírio vai enfrentar a máquina de matar apoiada por europeus, americanos e certos árabes”.

Vários soldados e um grande número de civis foram mortos nos dois ataques levados a cabo por bombistas suicida em carros armadilhados com explosivos contra bases da segurança de Estado e outros edifícios dos serviços de segurança”, foi dito na televisão ao mesmo tempo que eram exibidas imagens de pessoas mortas e de edifícios e carros destruídos.

Segundo a Al-Jazeera, as explosões marcam uma séria escalada do nível de violência, sendo esta a primeira vez desde o início da revolta contra o regime do presidente Bashar al-Assad que acontecem em Damasco atentados desta dimensão.

Segundo relatos de testemunhas no local, as bombas explodiram no bairro de Kfar Suseh durante a manhã. Um automóvel tentou forçar a entrada no complexo da segurança do Estado e outro explodiu em frente a um edifício dos serviços de segurança na mesma zona da capital.

Sob o lema “protocolo de morte, uma licença para matar” – frase a que recorrem para designar o acordo com a Liga Árabe –, os activistas contra o regime de Al-Assad apelaram, através do Facebook, à realização de protestos por todo o país contra a missão da Liga Árabe após as orações de ontem.

Para a oposição, a presença da missão árabe em Damasco, após vários meses de indecisão, não passa de mera “manobra” para evitar que a Liga apele ao Conselho de Segurança da Nações Unidas e de mais uma “tentativa do regime para ignorar a iniciativa árabe e esvaziá-la do seu conteúdo”.

O porta-voz do comité de coordenação local da rede de activistas, Omar Edelbi, deixou o apelo “à Liga Árabe para fazer referência à crise na Síria perante o Conselho de Segurança da ONU”.

A missão de observadores faz parte do plano árabe assinado pela Síria a 2 de Novembro. Nele também se pede que os militares sejam retirados das zonas residenciais, que se suspenda a violência e se libertem os manifestantes até agora detidos.

A equipa que está no país é formada por responsáveis de segurança e de questões legais e administrativas e está a preparar a chegada dos restantes membros da Liga Árabe, prevista para amanhã. De acordo com a AFP, o líder da missão, Mohammed Ahmed Mustafa al-Dabi, já afirmou que nos próximos dias o número de observadores no país poderá chegar aos 150 ou 200.

O movimento de contestação na Síria, que começou em Março com manifestações pacíficas a favor da democracia, transformou-se nos últimos meses numa violenta luta armada entre as forças de segurança e militares desertores que se juntaram às forças de oposição.

Ainda na quarta- -feira, o Conselho Nacional Sírio (CNS, a maior força da oposição) disse que em 48 horas as forças do governo tinham morto 250 pessoas.

Já a ONU, cuja resolução para condenar a repressão na Síria continua num impasse, fala em mais de 5 mil mortos desde o início das manifestações.

Em declarações à agência EFE, Omar Edelbi responsabilizou o regime de Al-Assad pelos atentados. “Trata-se de uma tentativa de mostrar que o regime enfrenta um perigo externo e não uma revolta popular”, sublinhando que as vítimas destas explosões “fazem parte do preço da liberdade que o povo sírio está a pagar para se desfazer de um regime ditatorial e criminoso”.

Fonte

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

O ataque do bombista mascarado de pedinte


Um bombista suicida mascarado de pedinte detonou os seus explosivos dentro duma proeminente mesquita sunita em Bagdad - matando pelo menos 24 pessoa, incluindo um legislador político.

O bombista detonou-se no hall principal da mesquita Umm al-Qura , uma importante mesquita sunita em Bagdad e uma que é visitada frequentemente por líderes sunitas importantes.

Ataques a mesquitas sunitas e xiitas são particularmente sensíveis no Iraque onde um governo com partilha de poder ainda luta para superar a violência sectária que arrastou o Iraque para o princípio duma guerra civil.

Ahmed Abdul Razaq, que estava na mesquita, declarou:

O bombista entrou fingindo que estava ferido. Ele entrou na área principal de rezas. Nos começamos a ficar suspeitos.

Mas quando as rezas chegaram ao fim, ele detonou-se.


Eles não se entendem uns com os outros, mas o aparentemente o resto do mundo tem que os acomodar.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Muçulmanos lançam pedras a carro duma judia e atingem bebé de 20 meses


Nos territórios da Judeia e Samaria (actualmente ocupados por muçulmanos) árabes atiraram pedras contra um carro conduzido por uma mulher judia e feriram gravemente a filha de 20 meses que seguia no banco de trás.

A menina recebeu tratamento médico por parte de membros do corpo médico da "Samaria Regional Authority" (SRA) e mais tarde foi evacuada para um hospital.

Gershon Mesika, o director da SRA afirmou:

Os "pacíficos homens palestinos" oferecem-nos mais uma evidência - para aqueles que ainda precisem delas - do tipo de pessoas que nós [os Judeus] enfrentamos.. Nós enfrentamos terroristas sem escrúpulos que tentam matar bebés.

Eles tem um galho de uma oliveira na sua boca e armas de matança nas suas mãos. É a estes terroristas bárbaros que eles [a ONU] querem dar um estado.

A Nação de Israel é forte e o governo tem que aprender com eles e ficar fortificado pelo seu espírito - não ao recuo e à rendição, sim à construção e ao espezinhamento do terrorismo.

Em baixo está uma reportagem do ataque que estes bárbaros fizeram à uma mulher e à sua filha.



É com estes assassinos que Israel tem que fazer acordos de paz? É com estes bárbaros que os Judeus tem que coexistir?

Se és um esquerdista indoutrinado a pensar nos palestinos como "pobrezinhos " e nos Judeus como "malvados", olha bem para a foto que está bem no início do post e pergunta-te quem são os pobrezinhos e quem são os malvados.

É importante não esquecer que este tipo de comportamento tem a aprovação das escrituras islâmicas. Uma das tradições islâmicas do "profeta" Maomé diz:

"Foi narrado por 'Umar b. al-Khattib que ele ouviu o mensageiro de Allah (que a paz esteja com ele) dizer:
  • Vou expulsar os Judeus e os Cristãos da Península Árabe e não vou deixar mais ninguém a não ser muçulmanos."

(Fonte)

Estes muçulmanos que atacaram a mulher e o seu bebé apenas seguem os ensinamentos de Maomé de expulsar os judeus de áreas que os muçulmanos acreditam serem suas. Não há aqui nenhuma má representação ou citação "fora do contexto". Tais ensinamentos estão nas fontes islâmicas que os muçulmanos consideram autoritárias.
Fui feito vitorioso através do terror.
Quem disse estas coisas foi o fundador da religião islâmica (Muhammad) como citado no livro de tradições islâmicas com o nome de Bukhari (Volume 4, Livro 52, Número 220). A colecção "Sahih Bukhari" é considerada pelos muçulmanos como a mais fiável junção de tradições do "profeta".

O Islão aprova a matança de pessoas inocentes pelo simples facto de não se submeterem ao jugo islâmico. Esta família judaica é exemplo disso.

Vêr também:



domingo, 25 de setembro de 2011

Igreja na Indonésia é alvo de ataque suicida com bomba


Um ataque suicida contra uma igreja protestante levou a um morto na ilha de Java, Indonésia, e a vários feridos, durante a manhã deste domingo.

“Confirmo que houve um ataque suicida contra uma igreja na ilha de Bethel Injil, às 10h55” da manhã da hora local, disse à AFP um porta-voz da polícia do centro de Java, Djihartono. O único morto para já confirmado foi o homem que fez explodir a bomba, disse o porta-voz, adiantando que a polícia estava a determinar se houve mais vítimas.

O ataque deu-se no final da missa de uma igreja da povoação Solo, numa altura em que os ataques extremistas contra minorias religiosas se têm sucedido. A Indonésia tem uma maioria muçulmana, mas assume-se como uma nação laica.

Segundo um polícia, 15 pessoas foram atingidas pela bomba e foram para o hospital.

O Presidente indonésio Susilo Bambang Yudhoyono condenou este “acto de terrorismo”, disse o ministro Djoko Suyanto, responsável pelas questões políticas, legais e de segurança. “Nada pode justificar um acto inumano destes”, disse à rádio local ElShinta. “É o dever de cada um superar este acto terrorista.”

A cidade Solo também é conhecida por ser a morada de Abu Bakar Bachir, um imã indonésio influente considerado o porta-voz do movimento radical. Bachir foi condenado em Junho a 12 anos de prisão por apoiar um grupo clandestino que levou a cabo um atentado contra as autoridades e estrangeiros.

-Fonte-

sábado, 17 de setembro de 2011

Atentado bombista no funeral de membro duma tribo anti-talibã mata 31 pessoas


Um ataque suicida levado a cabo durante um funeral dum homem que pertencia a uma das tribos organizou uma milícia anti-talibã matou 31 pessoas e feriu dezenas de outras tantas.

O ataque ocorreu em Samarbagh - em Lower Dir - onde mais de 100 enlutados presenciavam o funeral do membro da tribo. O bombista suicída detonou o engenho quando se encontrava no meio da multidão e quando eles se preparavam para oferecer rezas funerárias.

O chefe da polícia de Lower Dir disse o seguinte à BBC:

O funeral era o funeral típico dum aldeão local, mas alguns participantes que fazem parte duma força tribal voluntária que se opõe aos talibã podem ter sido os alvos.

Trinta e uma pessoas foram mortas e outras 35 ficaram feridas, segundo reportou a Reuters.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

11 mortos num atentado em Nova Deli

Pouco passava das 10h da manhã desta quarta-feira quando a explosão de uma mala abandonada perto do portão do Tribunal Intermédio de Nova Deli provocou 11 mortos e 59 feridos.

A bomba explodiu junto a uma fila de mais de 100 pessoas que aguardavam junto da recepção para receber os passes de entrada no edifício do tribunal, que será o equivalente ao 'nosso' Tribunal da Relação.

Um grupo militante muçulmano já reivindicou, por email, a responsabilidade pelo ataque, mas os investigadores avançam que ainda é cedo para ter certezas e nomear suspeitos.

O primeiro-ministro indiano, que se encontra fora do país em visita ao vizinho Bangladesh, já condenou o acto: «Nunca sucumbiremos à pressão de terroristas».

Este atentado, que é o segundo em cinco meses a acontecer junto deste edifício, renova dúvidas de que as instituições indianas tenham capacidade para proteger mesmo as suas mais importantes instituições.

O ataque, em conjunto com outros pequenos ataques que tiveram lugar nos últimos meses, veio reacender memórias dos atentados mortíferos que varreram o país em 2008.

Os analistas temem que estes sejam o sinal de que o grupo fundamentalista Mujahedeen Indianos (responsável pelos ataques de 2008) se esteja a reorganizar.

AP/SOL

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Vários casos de terrorismo islâmico

1) Uma menina de oito anos foi explodida a distância pelo Talibã contra um posto policial na cidade de Char Chino no Afeganistão;

2) Marido e mulher foram a um posto policial na cidade de Dear Ismail Khan (Paquistão) trocaram tiros com os guardas e se explodiram, matando 10 pessoas;

3) Um homem numa cadeira de rodas se explodiu, matou três e feriu 18;

4) Uma Igreja Católica das Filipinas (país de maioria católica) foi atacada por radicais islâmicos na cidade de Isabela City na província de Basilan, que é considerada um reduto de muçulmanos ligados a al-Qaeda. Duas pessoas foram mortas. O ataque mostra que não é apenas em países de maioria muçulmana que há ataque a Cristãos;

5) Mais ou menos 100 radicais islâmicos invadiram um cinema em Tunis (Tunísia) gritando Allahu Akbar (Alá é Grande) porque passava um filme sobre secularismo. Isto talvez explique o porquê dos ateus em regra evitarem criticarem o islão. É mais fácil atacar os Cristãos e os Judeus uma vez que estes não matam os apóstatas.

6) Dois homens do grupo extremista nigeriano Boko Haram atiraram e jogaram bombas de forma indiscriminada matando 25 pessoas em um parque na cidade de Maiduguri (Nigéria);

7) Centenas de ativistas islâmicos radicais cercaram uma Igreja Católica na cidade de Minya (Egito) ameaçando matar o padre em pedacinhos;


No mundo islâmico, deve-se desconfiar de qualquer um: crianças, casais, pessoas em cadeiras de rodas , motoqueiros, etc.

Qualquer um se pode explodir ou ser explodido (como o caso da criança) e tirar sua vida e a dos outros inocentes.

Modificado a partir do original

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Ataque talibã contra hotel de Cabul deixa 18 mortos


Quando os helicópteros dispararam 'rockets' e as forças afegãs tomaram posições no telhado do Intercontinental parecia que o confronto de quatro horas contra um grupo de talibã tinha chegado ao fim. No entanto, horas um bombista que tinha ficado ferido no ataque faz-se explodir num dos quartos. De acordo com a Euronews, assalto saldou-se em 18 mortos e mais de uma dezena de feridos.

Durante a madrugada de ontem um grupo de entre seis e oito rebeldes barricaram-se no topo do hotel InterContinental, onde é frequente instalarem-se cidadãos ocidentais de visita à capital do Afeganistão.

Um responsável da polícia afegã terá avançado que entre as vítimas mortais se encontram dois elementos das forças de segurança e oito empregados e hóspedes do hotel, entre os quais dois estrangeiros. Um deles é espanhol, de acordo com o governo de Madrid.

Este ataque, perpetrado contra um dos hotéis considerados mais seguros em Cabul, ocorreu pouco antes de uma conferência, agendada para hoje, sobre a transferência de competências da missão da NATO para as forças de segurança do país.

O ataque vem aumentar as dúvidas de que as forças de segurança afegãs estejam à altura de tomar o pulso ao país quando as forças de combate estrangeiras saírem.

Os talibã já reclamaram a responsabilidade do ataque. Ao que parece terá sido uma tentativa para mostrar que continuam com força, apesar da pressão das forças nacionais e internacionais.

Fonte


Obviamente que mais este ataque terrorista deve-se a pobreza, a "ocupação" de Israel e....practicamente todas as outras desculpas esfarrapadas que os esquerdistas usam como forma de desculpar o terrorismo islâmico.

Vídeo☼.


segunda-feira, 27 de junho de 2011

Talibans usam menina de 8 anos em ataque bombista


(Foto de outro atentado)

O The Daily Times reporta que uma rapariga de 8 anos foi morta quando um saco de explosivos que lhe tinha sido dado pelos terroristas Talibans explodiu à medida que ela se aproximava duma estação da polícia na parte sul do Afeganistão.

O ministro do interior declarou:

Os insurgentes deram um saco com bombas caseiras a uma rapariga de 8 anos e pediram que ela o levasse à polícia. À medida que ela se aproximava da polícia, a bomba explodiu e matou a criança. Nenhum polícia foi morto.
As mulheres tem sido usadas ocasionalmente como suicidas bombistas - ou melhor, os terroristas têm-se vestido com o niqab e o burkah dos pés à cabeça - mas o uso de crianças tem sido uma raridade.

Em Maio do ano passado os policias do mesmo país desfilaram 4 rapazes que haviam sido recrutados nas suas aldeias do Paquistão. Um dos rapazes disse que os terroristas lhes disseram que eles sobreviveriam ao ataque suicida.

Como sempre acontece com as ideologias esquerdistas (grupo onde o islão está inserido), os Talibans negaram alguma vez recrutarem crianças para ataques suicidas.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Ministro do Interior da Somália é Morto Pela Própria Sobrinha em Ataque Bombista

A BBC informa que o ministro do interior da Somália - Abdi Shakur Sheikh Hassan - foi morto num ataque suicida na sua casa em Mogadishu.

Segundo os oficiais, a bombista era a sua própria sobrinha adolescente que se havia juntado ao grupo islamita militante al-Shabab. O grupo terrorista islâmico não só reivindicou o assassínio como afirmou que outros se seguiriam.

O ataque contra Sheikh Hassan foi o terceiro em Mogadishu em apenas 3 semanas.

A sua sobrinha havia visitado a sua casa várias vezes nos dias recentes o que pode ter levado a que os guardas não levassem a cabo medidas de segurança. Ela entrou pela casa a dentro, detonou a bomba e morreu instantaneamente, levando para morte outras pessoas inocentes.

Fonte


Como é normal entre os maometanos, quando não há não-muçulmanos para atacar, eles começam a guerrear entre si.

Este incidente mostra também que os laços familiares são irrelevantes quando a jihad está envolvida. Primeiro está a jihad e depois está a família.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Síndrome de Jihad Repentina em Tel Aviv

Segundo reportado pelo site Gateway Pundit, um condutor árabe sofrendo de Síndrome de Jihad Repentina (SJR) matou pelo menos uma pessoa em Tel Aviv.

O site Israel Survival Updates tem algumas fotos.


A polícia suspeita que um condutor de camião (árabe) propositadamente chocou contra diversos carros no Domingo de manhã, matando uma pessoa no “Dia Nakba.” Pelo menos outras 13 ficaram feridas.


A polícia diz que o camionista atingiu vários carros durante uma distância de 2 quilómetros, entre o cruzamento de Mesubim até à estrada Bar Lev na vizinhança Hatikva em Tel Aviv. (ISU)

domingo, 24 de abril de 2011

Esquerdistas chegam para oferecer apoio à aldeia Israelita onde 5 Judeus foram mortos por muçulmanos

Oh, pensavas que os esquerdistas vinham para apoiar os amigos e os familiares da família Fogel, assassinados pela calada da noite por muçulmanos desejosos de seguir as ordens de Maomé? Nada disso. Os esquerdistas vieram dar apoio às famílias e aos amigos dos assassinos muçulmanos (presentemente em custódia de Israel).

Vários grupos esquerdistas organizaram-se para visitar a aldeia árabe de Awarta em suporte aos aldeões contra as actividades da IDF (exército israelita) nas buscas pelos assassinos do Rabbi Ehud Fogel, a esposa Ruth, e os filhos Yoav (11), Elad (4) e Hadas (3 meses).

Os esquerdistas visitaram várias casas na aldeia da Samaria, incluindo a casa que gerou os assassinos, a casa da família Awad. A identidade dos assassinos confessos foram publicadas no Domingo, um dia depois da visita. Os assassinos muçulmanos já se encontravam presos pela IDF quando os esquerdistas visitaram a família. E também já se sabia que os assassinos eram relativamente novos.

A foto debaixo mostra Raya Yaron, porta voz do grupo Machsom Watch, a confortar uma mulher descrita como tendo 37 anos e passando por uma "depressão profunda".


Segundo a esquerdista, a mulher muçulmana desmaiou durante a visita e estava perturbada com a prisão do marido, dos dois filhos e da filha. A mulher chama-se Nuf Awad, e é a ma~e de Hakem Awad.
É impossível o meu filho ter feito isto. . . . O meu filho nem sabe matar uma galinha.
Os dois assassinos muçulmanos confessaram, no entanto, terem morto os cinco Judeus e os investigadores reportaram que eles não exibiram qualquer tipo de remorso por tal. Pior, os muçulmanos disseram que, se soubessem que havia mais duas crianças a dormir dentro de casa, eles teriam-nas mortas também.

Eles afirmaram não ter problemas alguns em cortar o pescoço do bebé Hadad enquanto este dormia uma vez que, segundo eles, o bebé era um Judeu.

Outra esquerdista a visitar a família Adams, digo, a família Awad foi Yaakov Manor (Alternative Information Center). Este palhaço disse o seguinte sobre a sua visita à aldeia árabe:

O horror que observamos em casa da família de Muhammad Awad não pode ser descrito como nada menos que um pogrom - um brutal e primitivo acto de vingança como forma de instigar medo e choque nos corações dos residentes.
Se este esquerdista define como "pogrom" uma busca policial à casa de pessoas que cortam pescoços a bebés durante o sono, como é que ele qualifica o acto que levou a tal busca?

O pai, Muhammad, 45 anos, o filho Majdi, 20 (um estudante universitário no 3º ano) o filho Amjad, 19, (um caloiro universitário) e o filho Hakem, 17 anos, foram presos.

Fonte

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