MITOS ISLÂMICOS

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segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

O assassinato de Thamar Zeidan

Dormindo calmamente na sua povoação da Samaria e Judeia, Thamar Zeidan não ouviu o seu pai aproximar-se. Esmagado pela pressão social e pelo peso dos costumes islâmicos, Munther dirigiu-se à sua filha adormecida, colocou as suas mãos à volta do seu pescoço e só parou de apertar quando sentiu que a vida de Thamar havia chegado ao fim.

Os crimes de honra são alvo de pouca discussão na sociedade Palestina, mas a mãe e a irmã de Zeidan vieram a público ressalvar este caso, e revelar a intensa pressão que o pai de Zeidan se encontrava para levar a cabo o crime.

Numa petição que foi amplamente divulgada na sua povoação (Deir Al Ghusun), membros da família fora do círculo doméstico acusaram Thamar de ter levado a cabo "actos vergonhosos e escandalosos".

Essa petição exigia ao pai de Thamar que "repusesse a moral cultural e religiosa dentro da sua família" e a mesma foi postada em cinco mesquitas locais durante as rezas de 6ª-Feira - havendo sido assinada por mais de 50 parentes, incluindo Abed Al-Rahman Zeidan, um legislador palestino. A mãe de Thamar afirmou o seguinte:

O meu marido estava sob intensa pressão. A família queria nos banir da Cisjordânia [Judeia e Samaria] e algumas haviam já começado a espalhar o rumor de que o meu marido não se encontrava na plena posse das suas faculdades mentais.

Segundo Laila Zeidan, reagindo às exigências de restaurar a honra da família, o seu marido matou a sua filha.

O meu marido é um homem pacífico e isto está totalmente fora da sua maneira de ser, mas a pressão era demasiado intensa.

Durante o ano de 2013 ocorreram 27 "matanças de honra" na Palestina, comparados com os 13 do ano prévio.

Fonte

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Os políticos, os média e as organizações islâmicas ocidentais asseguram-nos que as matanças de honra em nada estão relacionadas com o islão, apesar de 91% das matanças de honra serem feitas por . . . muçulmanos. Mas se as matanças de honra são assim tão fora da teologia islâmica, porque é que os muçulmanos não se revoltam contra esta práctica? A resposta é por demais óbvia: os muçulmanos sabem que o islão sanciona as matanças de honra e como tal, eles nada podem fazer contra essa práctica.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

"Adormeço como membro da Fatah, acordo como membro do Hamas"


Ao contrário do que muitas pessoas pensam, não existe uma divisão profunda entre a Fatah e o Hamas. Os "palestinos" frequentemente trocam entre um e outro e membros da mesma família pertencem a grupos diferentes. Jibril Rajoub, por exemplo, é frequentemente entrevistado pelos média israelitas como representante da Fatah (AP) enquanto o seu irmão, Naif, foi um ministro da administração do Hamas.

Antes de 2007, altura em que o Hamas tomou conta da Faixa de Gaza e suprimiu a presença local da Fatah, havia uma considerável troca entre as organizações. Numa ocasião, umaprisionado militante da Fatah sorriu e disse que era difícil para ele dizer a qual das organizações ele pertencia. " Às vezes acontece," diz ele, "eu adormecer como membro da Fatah e acordar como membro do Hamas . . ."

Durante a semana passada várias pessoas marcharam pelas estradas da Judeia e Samaria ("West Bank") munidas de cartazes aprovadas pelo Hamas, e abençoadas pela Fatah, gritando coisas como "morte aos Judeus!" e "morte a Israel!". Tal como afirmou um membro veterano da Fatah, "Nos nossos corações, todos nós somos membros do Hamas."

O suposto "pragmatismo" de Mahmoud Abbas é música para os ouvidos ocidentais mas não tanto para os ouvidos árabes. Devido a isto, quando ele voltou da ONU com título de "Presidente da Palestina" no seu bolso, permitiu que o Hamas e outros levassem a cabo desfiles e comícios, libertou prisioneiros do Hamas, e deu instruções para que fossem deixados em paz aqueles que tencionassem levar a cabo ataques contra Israel.

Actualmente, a Autoridade Palestina [AP] mal pode manter-se à tona, e todas as grandes marchas organizadas para desculpar ou suavizar a imagem do Hamas podem levar a violência faccionária palestina e a ataques terroristas contra Israel.

Hamas, com a recentemente recebida ajuda e aprovação de Mahmoud Abbas, obterá o poder, tal como o obteve em Gaza. Israel nunca poderá aceitar a existência dum emirato radical islâmico na Judeia e Samaria ("West Bank"), da mesma forma que Paris, Londres ou Washington nunca poderiam aceitar a  al-Qaeda ou os Talibás no Mónaco, País de Gales ou Virginia.

Desta vez, ninguém pode prometer que os soldados israelitas continuarão a agir como guarda-costas dos líderes 2palestinos" quando as suas vidas estiverem em risco.  Esse filme, como todos nós já vimos, já acabou.
....

sábado, 17 de novembro de 2012

De que lado estás?


- "Quem abandonar a fé islâmica deve ser morto". (Volume 9, Book 84, Number 57)


- "Jihad: guerra contra os não-muçulmanos como forma de os converter ao islão.("Islam and Christianity", impresso pela "Waqf Ikhlas Publications", página 316 - 7ª edição)

- "Foi narrado por 'Umar b. al-Khattib que ele ouviu o mensageiro de Allah (que a paz esteja com ele) dizer:
Vou expulsar os Judeus e os Cristãos da Península Árabe e não vou deixar mais ninguém a não ser muçulmanos." - Fonte

-
"Os árabes são o grupo cuja linhagem é a mais nobre, mais proeminente e a melhor em boas acções. Fomos os primeiros a responder ao chamamento do profeta. Somos os ajudantes de Allah e os vizires do seu mensageiro." (Tabari IX:69)    (Fonte)

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Muçulmanos lançam pedras a carro duma judia e atingem bebé de 20 meses


Nos territórios da Judeia e Samaria (actualmente ocupados por muçulmanos) árabes atiraram pedras contra um carro conduzido por uma mulher judia e feriram gravemente a filha de 20 meses que seguia no banco de trás.

A menina recebeu tratamento médico por parte de membros do corpo médico da "Samaria Regional Authority" (SRA) e mais tarde foi evacuada para um hospital.

Gershon Mesika, o director da SRA afirmou:

Os "pacíficos homens palestinos" oferecem-nos mais uma evidência - para aqueles que ainda precisem delas - do tipo de pessoas que nós [os Judeus] enfrentamos.. Nós enfrentamos terroristas sem escrúpulos que tentam matar bebés.

Eles tem um galho de uma oliveira na sua boca e armas de matança nas suas mãos. É a estes terroristas bárbaros que eles [a ONU] querem dar um estado.

A Nação de Israel é forte e o governo tem que aprender com eles e ficar fortificado pelo seu espírito - não ao recuo e à rendição, sim à construção e ao espezinhamento do terrorismo.

Em baixo está uma reportagem do ataque que estes bárbaros fizeram à uma mulher e à sua filha.



É com estes assassinos que Israel tem que fazer acordos de paz? É com estes bárbaros que os Judeus tem que coexistir?

Se és um esquerdista indoutrinado a pensar nos palestinos como "pobrezinhos " e nos Judeus como "malvados", olha bem para a foto que está bem no início do post e pergunta-te quem são os pobrezinhos e quem são os malvados.

É importante não esquecer que este tipo de comportamento tem a aprovação das escrituras islâmicas. Uma das tradições islâmicas do "profeta" Maomé diz:

"Foi narrado por 'Umar b. al-Khattib que ele ouviu o mensageiro de Allah (que a paz esteja com ele) dizer:
  • Vou expulsar os Judeus e os Cristãos da Península Árabe e não vou deixar mais ninguém a não ser muçulmanos."

(Fonte)

Estes muçulmanos que atacaram a mulher e o seu bebé apenas seguem os ensinamentos de Maomé de expulsar os judeus de áreas que os muçulmanos acreditam serem suas. Não há aqui nenhuma má representação ou citação "fora do contexto". Tais ensinamentos estão nas fontes islâmicas que os muçulmanos consideram autoritárias.
Fui feito vitorioso através do terror.
Quem disse estas coisas foi o fundador da religião islâmica (Muhammad) como citado no livro de tradições islâmicas com o nome de Bukhari (Volume 4, Livro 52, Número 220). A colecção "Sahih Bukhari" é considerada pelos muçulmanos como a mais fiável junção de tradições do "profeta".

O Islão aprova a matança de pessoas inocentes pelo simples facto de não se submeterem ao jugo islâmico. Esta família judaica é exemplo disso.

Vêr também:



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