MITOS ISLÂMICOS

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segunda-feira, 19 de novembro de 2012

A dualidade de critérios do mundo ocidental

Incrível como estas vozes supostamente preocupadas pouco ou nada dizem e fazem em relação aos mortos civis que o governo Sírio tem amontoado nas ruas.

A diferença é que os Sírios não são Judeus.

domingo, 18 de novembro de 2012

A nobreza do "anti-sionismo"

Só para quem pensa que o "anti-sionismo" é algo distinto do anti-semitismo.

Na foto (Paris; Place de L'Opera) vemos alguns idiotas a manifestarem-se contra Israel por este pais se defender dos ataques assassinos do Hamas. Aparentemente, não é suposto Israel defender-se dos ataques que recebe, mas sim deixar que os terroristas muçulmanos destruam o seu país.

PERGUNTA: quantas destas pessoas se manifestaram contra os ataques que o governo sírio fez ao seu próprio povo?


Ódio dirigido a Israel é ódio dirigido aos Judeus.

sábado, 17 de novembro de 2012

De que lado estás?


- "Quem abandonar a fé islâmica deve ser morto". (Volume 9, Book 84, Number 57)


- "Jihad: guerra contra os não-muçulmanos como forma de os converter ao islão."  ("Islam and Christianity", impresso pela "Waqf Ikhlas Publications", página 316 - 7ª edição)

- "Foi narrado por 'Umar b. al-Khattib que ele ouviu o mensageiro de Allah (que a paz esteja com ele) dizer:
Vou expulsar os Judeus e os Cristãos da Península Árabe e não vou deixar mais ninguém a não ser muçulmanos." - Fonte

-
"Os árabes são o grupo cuja linhagem é a mais nobre, mais proeminente e a melhor em boas acções. Fomos os primeiros a responder ao chamamento do profeta. Somos os ajudantes de Allah e os vizires do seu mensageiro." (Tabari IX:69)    (Fonte)

domingo, 4 de novembro de 2012

A quarta geração do califado europeu

Fonte
A verdadeira escala da islamização da Europa Ocidental pode ser debatida, mas ainda ninguém teve coragem de mostrar o quotidiano e a profundidade desse processo. Isso foi realizado pelo jornalista israelita Zvi Yehezkeli no seu documentário "Allah Islam".
Os correspondentes da Voz da Rússia ouviram a opinião do autor e perito sobre o filme.
As filmagens decorreram em vários países europeus e terminaram na primavera deste ano. O autor e director, que domina vários dialectos da língua árabe, se fez passar frequentemente durante o seu trabalho por palestino. 

Zvi Yehezkeli é o chefe da Secção Árabe do serviço noticioso do Canal 10 da televisão israelita. Segundo informa, no início não havia qualquer intenção de fazer um filme: 
Nós tencionávamos fazer umas duas reportagens para o noticiário principal. Mas eu informei imediatamente que, na minha opinião, aqui havia espaço para algo maior do que um episódio de notícias. Quanto mais aprofundas e estudas esta situação, melhor entendes a profundidade do problema.
Os episódios mais eloquentes foram filmados na Suécia, na Bélgica e na Grã-Bretanha. Na cidade sueca de Malmö, a equipe de filmagens registou uma mesquita onde se apelava abertamente à jihad. As suas paredes ostentam incentivos a uma guerra impiedosa contra os infiéis. Não é difícil adivinhar o conteúdo das orações e dos sermões que aqui se pronunciam diariamente. Mais tarde, em casa de uma família de muçulmanos locais, à pergunta do jornalista "Quem queres vir a ser?", um adolescente, filho de uma imigrante, irá responder sem hesitar: "O meu sonho é a jihad!"

Em Bruxelas, um dos membros da organização Sharia for Belgium promete que, quando a lei da sharia for instaurada, os belgas terão de ceder bastante o seu espaço e, mais tarde, abandonar de todo o país. "Nós nunca iremos parar. Não temos medo da prisão, nem mesmo da própria morte, porque estamos prontos a morrer como mártires!", diz para a câmara outro activista da célula belga.

O xeque Anjem Choudary, líder dos islamitas em Londres, reconhece ao repórter palestino que para eles o 11 de Setembro é como o início da ressurreição. Depois desse atentado terrorista, todos os muçulmanos do mundo regressaram às suas origens e se dedicaram ao estudo correto do Corão. 

No Centro Islâmico da cidade de Luton, um jovem muçulmano declara solenemente: 
Agora o Islão está em todo o lado! Nós trabalhamos dias inteiros para a criação do califado mundial. E nós venceremos!
Ao longo do filme, Zvi Yehezkeli explica que a maioria dos heróis mais agressivos desse filme representam a quarta geração de imigrantes muçulmanos. Esta diz um Não! veemente à civilização ocidental e se prepara metodicamente para a jihad. Esta geração é uma bomba-relógio na Europa, conclui Yehezkeli.
Em princípio, se sabia desde o início que eles não conseguiram ser integrados pela sociedade europeia. Consideremos a França. Nós vemos o que lá se passa, os atentados terroristas, os recontros nas mesquitas que lá se constroem sem parar, a tentativa de limitar com recurso a leis os ilegais e os estrangeiros em geral. Esse é o exemplo claro do choque civilizacional.
No filme do jornalista israelita, se dedica muita atenção ao novo tipo de antissemitismo na Europa. O seu aparecimento e o seu alastramento assustador se deve aos imigrantes muçulmanos. A judeofobia floresce nas universidades francesas, ela atinge até os franceses de origem. Contudo, o autor do filme se abstém de afirmar que as coisas são assim tão assustadoras:
Isso parece mais um desafio do que uma catástrofe. No fim de contas, isso não ocorreu num só dia. Os imigrantes ilegais não caíram na Europa de pára-quedas. Essas pessoas chegaram a convite dos europeus, são mão-de-obra barata, taxistas, empregadas de limpeza nos restaurantes. Aquilo que eu digo no filme é uma coisa muito simples: esses rapazes não se tornaram parte de um grande multiculturalismo, temos de nos ocupar deles e resolver os seus problemas.
Zvi Yehezkeli descreveu um quadro extremamente duro da situação que se vive na Europa, considera, por seu turno, Alexei Yudin, docente do Centro de Estudo das Religiões da Universidade Estatal Humanitária Russa.
Claro que não se pode dizer que se trata já de uma ameaça absoluta à Europa. Mas é um problema muito sério ao qual não se pode, de modo algum, fechar os olhos usando a abordagem tradicional do politicamente correto. Já não há quaisquer possibilidades de ignorá-lo.
 A maioria dos políticos europeus procura métodos para a pacificação do Islã radical com decisões econômicas e sociais. Mas a realidade é mais dura. Um dos heróis do filme constata que a juventude da quarta geração da imigração islâmica, que nasceu e cresceu na Europa, não quer reconhecer os valores culturais e civilizacionais europeus. 

Essas pessoas não tencionam regressar à Argélia ou a Marrocos. O seu objectivo é se afirmarem como os futuros donos da Europa.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

O caçador

 
Ubaydullah Hussain (27), escrevendo para o grupo do Facebook ‘Prophet Ummah, diz o seguinte:

Eu dou-lhes ‘protecção’, eu, inshAllah. Mal obtenha a minha licença de caça e arranje uma AK47, adivinhem?!  Estes porcos pertencem a uma potência invasora. Para além disso, eles ocuparam a nossa mesquita Al-Aqsa.

Ele faz menção duma notícia da AP onde se lê que os Judeus noruegueses não têm protecção policial.

Fontes próximas de Hussain confirmaram a algumas agências noticiosas que ele quer "provocar" de modo deliberado a sociedade Norueguesa e que as declarações feitas online devem ser vistas nesses contexto.

Vários amigos seus foram já para a Síria para participar no conflito que se está a desenrolar por lá.

Hussein escreve:
Ó Alá, faz com que os sujos judeus saiam da mesquita e dá-nos oportunidade de rezar salah na mesquita Al-Aqsa antes da nossa morte. Amiin!! Eles mataram os nossos profetas. Quem mata profetas??

Fonte

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Ainda bem a população islâmica na Europa está em nítido decréscimo senão o futuro do Velho Continente seria sombrio.

Entretanto, e num acto culturalmente insensível, a polícia norueguesa prendeu o homem que se comprometeu a matar Judeus.

 Será que a islamofobia nunca terá um fim?


sábado, 27 de outubro de 2012

Diversidade selectiva



Fonte
Durante a planificação dos encontros do "Smag Verden – Mangfoldighedsfest", um evento que celebra a culinária e a cultura dos mais variados países, os participantes judeus foram avisados de que "algumas pessoas" poderiam interpretar a sua bandeira como uma provocação. Malgorzata H Hansen, que representava os Judeus nos encontros, disse o seguinte ao jornal Berlingske

Foi-nos dito que se calhar seria melhor não içar a bandeira.

Originalmente, os representantes da TaskForce Inklusion, o grupo responsável por comunicar com todos os grupos participantes do festival, disso aos representantes Judeus que todas as associações participantes receberam notificação para não trazer bandeiras. No entanto, não só muitas bandeiras foram exibidas normalmente durante o evento, como os outros grupos participantes afirmaram que ninguém lhes tinha dito para não exibir a bandeira do seu país.

A mayor de Copenhaga para o emprego e integração, Anna Mee Allerslev, disse que havia sido aconselhada a excluir por completo o grupo Sionista Dinamarquês do festival, mas recusou-se a dizer quem lhe tinha aconselhado a fazer isso mesmo.

Ela afirma:
Tínhamos alguns peritos que estavam profundamente preocupados com a situação, e que desconfiavam que a segurança era insuficiente.

As autoridades competentes enviaram 20 polícias adicionais para o sítio onde o festival se iria realizar, no multi-étnico distrito de Nørrebro.

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O marxismo cultural destruiu por completo a bravura do povo dinamarquês se nos lembrarmos que durante a 2ª Guerra Mundial, eles impediram que os Judeus dinamarqueses fossem enviados para os campos da morte da Nacional Socialista (com a excepção de 19 Judeus).

Para além disso, este é o povo que, por duas vezes, e em desafio ào ataque que os maometanos radicais fazem à liberdade de expressão, publicou os controversos cartoons sobre Maomé. Como se sabe, os maometanos responderam a estes gráficos com tumultos e ataques às embaixadas da Dinamarca.

Agora, totalmente emasculados, os dinamarqueses promovem um festival que celebra a diversidade, mas ao mesmo tempo recusam-se a celebrar aspectos da diversidade que ofendem um dos grupos que beneficia dessa mesma "diversidade."

Apaziguador o mal têm sempre as mesmas consequências.


Não deixa de ser irónico e trágico que os Judeus estejam a ser vítimas do Marxismo Cultural e do multiculturalismo, quando a maioria dos arquitectos da Escola de Frankfurt eram eles mesmos Judeus.

domingo, 21 de outubro de 2012

A história de Rachel Levy

Abigail Levy não se preocupou quando, no dia 29 de Março, a sua filha saiu do apartamento e se dirigiu de autocarro para o supermercado. Pouco antes das 2 da tarde, Rachel entrou no supermercado que se encontra na parte sul de Jerusalém, armada com a lista de compras que a sua mãe lhe havia dado.

Ao mesmo tempo que Rachel entrava, Ayat, de 18 anos, entrou também no supermercado, mas vinha armada com outra coisa: um cinto de explosivos amarrado à sua cintura. As duas raparigas entraram juntas no supermercado, e morreram juntas.

"Ouvi o som das sirenes," lembra-se Abigail. "Ouvi-os a pararem perto e disse 'Algo aconteceu aqui perto. Oh, meu Deus. A Rachel está naquele supermercado!'"

A bomba que Ayat trazia consigo matou o o guarda de segurança e a Rachel. Horas mais tarde, as autoridades pediram a Abigail se ela se importaria de se dirigir à morgue para reconhecer a sua filha.

Fonte

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No mundo civilizado as mulheres e as crianças são mantidas longe de sitiações que podem colocar as suas vidas em risco. Os palestinos, por outro lado, seduzem meninas de 18 anos de modo a que estas valorizem mais o mitológico "estado da Palestina" do que as suas preciosas vidas.

Este é o dia a dia de quem vive rodeado duma "cultura" que glorifica a morte, a opressão e o suicídio. Como é que pessoas minimamente inteligentes realmente esperam que Israel faça "acordos de paz" com bárbaros que enviam meninas para a sua morte?



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segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Muçulmanos manifestam-se em Jerusalém: “Vamos Expulsar os Judeus com Sangue e Fogo e Vamos Massacrá-los"

Durante três manhãs consecutivas muçulmanos manifestaram-se no Monte do Templo, tentando atacar grupos de Judeus que tentavam visitar o local mais sagrado do Judaísmo durante o Sukkot. Mais uma vez, as forças policias colocaram um largo número de homens no local como forma de impedir os muçulmanos de atacar os Judeus.

A polícia reportou que existiram alguns protestos ténues durante os dias antecedentes, mas um vídeo que entretanto veio a público mostrou dezenas de jovens muçulmanos tentando de modo activo atacar os Judeus que visitavam o Monte do Templo. Um oficial Wakf é visto tentando partir a câmara dum Judeu que filmava os manifestantes muçulmanos.

A Arutz Sheva reportou que uma manifestação muçulmana considerável recebeu os Judeus que tentavam visitar o Monte do Templo, durante o Chol Hamo’ed - os dias intermédios do Sukkot. Asaf Fried, um dos membros do grupo que visitou o Monte do Templo, disse:

Quando subimos o Monte do Templo, fomos recebidos com gritos que diziam "Alá é o maior." Mais uma vez a polícia nada fez, mesmo mais para o final da visita quando os Árabes realmente se aproximaram de nós e bloquearam a nossa saída gritando "Vamos expulsar os Judeus com sangue e fogo, e vamos massacrar os Judeus". Mesmo assim, a polícia não fez nada.

Felizmente, o grupo de Judeus conseguiu escapar sem qualquer tipo de dano físico.


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Pergunta interessante: Existe alguma parte do mundo onde os muçulmanos vivem lado a lado com outro grupo religioso em paz e harmonia? No ocidente, os Cristãos vivem em paz com Judeus, Hindus, Budistas e outros grupos - mesmo onde os Cristãos são a esmagadora maioria.

Por outro lado, em todos os locais onde os maometanos se tornam suficientemente numerosos, problemas e conflitos ocorrem. Este problema não se prende com a etnia das pessoas, visto que Árabes Cristãos não causam nem 1% dos problemas que os Árabes maometanos causam, mas sim com a ideologia.
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sábado, 9 de junho de 2012

Judeus franceses agredidos com martelos e barras de metal

No passado Sábado à noite três judeus que usavam o tradicional "chapéu" judaico (yarmulke) foram brutalmente agredidos por uma turba composta por cerca de uma dúzia de homens. O incidente, que envolveu o uso de barras de metal e martelos, ocorreu em Villeurbanne, perto de Lyon.

Os blogues franceses alegam que o crime foi levado a cabo por jovens maometanos. As vítimas, que foram hospitalizadas, sofreram vários ferimentos mas mesmo assim já receberam alta.

Num grande momento de clarividência, o Ministro do Interior alegou que as agressões foram motivadas pelo anti-semitismo. O Ministro Manuel Valls emitiu uma declaração qualificando o acto de "extremamente sério" e "um ataque deliberado ao nosso modelo republicano que deveria permitir a todos, sem distinção, viver de um modo livre e seguramente expressar a sua afiliação religiosa."

Em jeito de reacção ao incidente, o artista francês e judeu Ron Agam disse:

Já é tempo das autoridades francesas levarem a cabo uma busca por este tipo de imãs e colocar um ponto final na lavagem cerebral que dezenas de milhares de rapazes muçulmanos sofrem em França.

Fonte

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In Março último, maometanos franceses levaram a cabo uma marcha de apoio ao terrorista da Al-Qaeda que matou crianças judias e soldados franceses. Agora temos mais este triste evento. Quantos judeus terão de morrer até que as autoridades francesas se apercebam que, 70 anos depois, eles voltam a estar sob ocupação?

Ron Agam - o tal artista judeu - está errado ao afirmar que os jovens muçulmanos estão a ser alvos duma "lavagem cerebral" por parte dos imãs. Não é lavagem cerebral se o que eles ensinam é precisamente o que o Alcorão e as tradições do "profeta" ensinam.

O ódio que os muçulmanos geralmente nutrem pelos judeus não é uma deturpação dos "verdadeiros ensinamentos" dessa fé, mas algo que está bem dentro do pensamento ortodoxo da mesma.

Enquanto as pessoas olharem para incidentes como este como actos isolados - e não como consequência lógicas duma ideologia que qualifica os judeus de "descendentes macacos e porcos" - teremos muitos mais ataques a judeus inocentes.

Vêr também:


quinta-feira, 5 de abril de 2012

Judeus anti-Israel atacados por muçulmanos enquanto se manifestavam em favor dos muçulmanos

Série de comícios e demonstrações que deveriam ocorrer no mundo árabe, e que supostamente atrairiam cerca de 2 milhões de participantes em favor da suposta "Marcha Global para Jerusalém, foi um fracasso total na medida em que a "Marcha Global" resumiu-se a demonstrações localizadas pela Jordânia, Síria, e Líbano.

Embora as zonas fronteiriças do Norte e do Este de Israel tivessem sido áreas pacíficas, e os comícios tivessem sido em larga escala tranquilos, verificarem-se actos violentos no evento que se realizou na Jordânia. Os órgãos de comunicação locais reportaram que 4 rabinos americanos, membros do grupo radical anti-zionista Karta, foram verbalmente atacados por participantes locais logo no início do evento. Eles foram entretanto ajudados por outros participantes.

Fonte

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A ironia não poderia ser mais óbvia. Este grupo de judeus esquerdistas uniu-se aos maometanos no seu ódio a Israel só para descobrir que os maometanos odeiam os judeus não por causa de Israel mas apenas e só por serem judeus.

Mas não esperem que estes rabinos-ao-serviço-do-esquerdismo abram os olhos e tomem consciência da verdadeira motivação por trás do ódio a Israel (anti-semitismo). Quando estes mesmos judeus anti-Israel voltarem para o conforto dos EUA, eles darão continuidade à sua retórica anti-Israel como se nada tivesse acontecido.

Idiotas úteis.

quarta-feira, 28 de março de 2012

"Atacar judeus é cool há muito tempo"

Não se pode colocar o assassino de Toulouse num quadro isolado, num cenário de loucura e maldade extra-humana, qual anjo da morte. Aquele homem era um fruto da cultura anti-semita que existe nas comunidades muçulmanas de França e da Europa em geral.

Basta olhar para um facto esquecido: a partir do 11 de Setembro, jovens islamistas nascidos na Europa começaram a atacar as comunidade judaicas aqui na Europa. Tal como Efraim Karsch tem salientado, os ataques a sinagogas e cemitérios judaicos passaram a ser o passatempo cool da juventude jihadista dos subúrbios de Paris ou Berlim. Alguns até queimaram sinagogas.

Consequência? Milhares e milhares de judeus europeus fugiram dos seus países de origem. Mohamed Merah não veio do nada.

Agora, repare-se num ponto: ao longo da última década, estes ataques a judeus nunca abriram telejornais. Porquê? Porque os tolerantes, os progressistas e os bonzinhos não têm uma narrativa para encaixar esta violência muçulmana. No nosso ar do tempo, o muçulmano é sempre a vítima.

Os média ingleses, por exemplo, diziam que os ataques às comunidade judaicas eram feitos por neonazis . Mas a intrínseca desonestidade intelectual do politicamente correcto não fica por aqui. Enquanto se escondeu esta efectiva violência anti-semita e esta efectiva fuga de judeus, criou-se a ilusão de uma toda-poderosa islamofobia, que, supostamente, estava a oprimir os muçulmanos da Europa.

Perdão? Quantas mesquitas foram queimadas na Europa? Devem contar-se pelos dedos de um maneta. E quantos muçulmanos tiveram de emigrar por medo? A entrada de muçulmanos na Europa continuou a aumentar. E ainda bem.

Mas o dado mais grave nem sequer está nas narrativas mediáticas do costume. Perante a violência já assinalada, muitas autoridades europeias aconselharam os judeus a esconder os sinais da sua condição judaica. Repito: na primeira década do século XXI, autoridades europeias aconselheram judeus a viver a sua religião numa espécie de clandestinidade marcada pelo medo.

E, atenção, esta atitude não traiu apenas o judeu. Também traiu o muçulmano reformador. Ao fazerem tudo para apaziguar os islamistas radicais, os líderes europeus traíram os esforços do muçulmano que é um cidadão europeu como qualquer outro.

É bom não esquecer que Mohamed Merah matou muçulmanos que serviam no exército da França. Aos olhos de Merah, aqueles soldados eram blasfemos, porque estavam a servir um Estado ímpio. O assassínio destes cidadãos franceses de origem muçulmana às mãos de um jihadista é, porventura, o ponto mais importante desta história.

segunda-feira, 19 de março de 2012

ÚLTIMA HORA: Judeus mortos em Toulouse

Subiu para quatro o número de mortos num tiroteio em frente a uma escola judia em Toulouse, sudoeste de França. Um professor, os seus dois filhos e outra pessoa ainda não identificada morreram e várias outras ficaram feridas.

A rede de televisão BFM TV informou que os bombeiros que tinham ido à escola Ozar Hatorá para prestar os primeiros socorros indicaram que o terceiro morto era um adulto e que havia duas pessoas feridas em estado grave.

Uma das pessoas que estavam em risco de ida era a filha do director da escola judaica Ozar Hatora, situada num bairro residencial de Toulouse.

Um homem que circulava numa moto preta abriu fogo contra pais e alunos, segundo as testemunhas. O autor dos disparos fugiu. Este foi o terceiro ataque cometido da mesma forma nos últimos dias.

Na quinta-feira passada, um homem numa motocicleta similar matou dois soldados de um regimento de paraquedistas na cidade de Montauban. A justiça francesa vinculou este ataque ao assassínio de outro militar cometido a 11 de Março em Toulouse.

À espera de uma confirmação oficial das vítimas, o Ministério do Interior disse que o ministro Claude Guéant iria imediatamente para Toulouse, e que tinha ordenado um reforço das medidas de segurança nos centros escolares judeus.

Fonte

quinta-feira, 8 de março de 2012

Consequências "inesperadas" da primavera árabe

Inesperadas, se tu fores um esquerdista ignorante.


O JPost reporta um estudo onde se lê que que após a "primavera árabe", o anti-semitismo (socialmente identificado como ódio aos Judeus) diminuiu aumentou. Esta é a conclusão a que o ministro da Diplomacia Pública e Assuntos em Torno da Diáspora Yuli Edelstein chegou, num estudo que será submetido ao governo.

O estudo, escrito por escolásticos da " Kantor Center for the Study of Contemporary European Jewry" da Universidade de Tel Aviv, revela:
Embora o levantamento popular no mundo árabe não representem uma modificação geral da atitude dirigida a Israel, ao sionismo e aos Judeus, parece que o discurso e o incitamento anti-semita tornaram-se mais extremistas e violentos.

Acusações duma conspiração judaica internacional têm sido têm sido tema central da propaganda anti-semita que acompanhou os levantamentos da primavera árabe.

Este tema tem recebido ênfase em cada um dos países especialmente na forma como o dedo tem sido apontado a Israel, ao Sionismo e aos Judeus como agentes de conspiração contra os árabes e os muçulmanos.
Alguém esperava que eles mudassem em 6 meses, quando não o fizeram em 1400 anos?

terça-feira, 6 de março de 2012

Israel usa hospitais para torturar muçulmanos

Aliás, é a Síria que usa hospitais para torturar a sua própria população. Se Israel fizesse algo remotamente parecido com isto, a ONU, os EUA e a Rússia bombardeariam o Estado Judaico.

Esperamos ansiosamente que os muçulmanos e os esquerdistas que são rápidos a criticar Israel quando eles se defendem do terrorismo islâmico, sejam igualmente lestos a criticar as acções da Síria.

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O Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos assegurou hoje que alguns hospitais sírios converteram-se em centros de tortura dos feridos nos protestos contra o regime de Bashar Al-Assad.

"Em vários casos, as missões de investigação da ONU puderam comprovar que os hospitais se converteram, de facto, em centros de tortura dos feridos nos distúrbios", afirmou em conferência de imprensa Rupert Colville, porta-voz do Alto Comissariado para os Direitos Humanos.

Colville confirmou que as autoridades exigem ao pessoal sanitário que "não trate, não cure" os feridos que chegam ao hospital e que participaram nos protestos.

domingo, 11 de dezembro de 2011

sábado, 10 de dezembro de 2011

"Já estou habituada a ser chamada de 'Judia suja' pelos muçulmanos"

A Europa marcha de forma rápida para a versão islâmica da visão de Hitler. Pelo menos as raparigas muçulmanas nunca agrediriam repetidamente uma rapariga Judia porque, como se sabe, o islão é uma religião pacífica.

Isto está a ocorrer na Bélgica, onde há alguns anos atrás os Judeus foram deportados para os campos da morte em Auschwitz, Bergen Belsen, e Mathausen.

Ironicamente (ou talvez não) ao mesmo tempo que os muçulmanos agridem mulheres Judias, o país tenta aprovar uma lei que dará amnistia por crimes de guerra Nazis.

Como se isso não fosse suficientemente perturbador, a policia belga disse à Judia para manter o silêncio em torno da sua tortura anti-semítica.

Isto foi então . . .

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Isto é agora . . .

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Fonte

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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Israel culpabilizado pelas violações levadas a cabo por muçulmanos

Segundo Yehuda Bello, blogueiro israelita cujos interesses incluem a Noruega, as mulheres da cidade de Oslo estão a ser vítimas de uma onda de violação sem precedentes. A esmagadora maioria desses abusos sexuais são levados a cabo por budistas hindus Judeus Cristãos muçulmanos.

Bello, que entende a língua norueguesa e possui contactos entre os locais, reportou 48 abusos sexuais entre Janeiro a Outubro, 45 deles levados a cabo por muçulmanos. Nos primeiros 6 meses de 2011, 208 mulheres norueguesas da cidade de Oslo queixaram-se de tentativa de violação e violação. Em todo o país, 929 violações e tentativas de violação foram reportadas desde o início do ano.

O mesmo blogueiro ressalva que a Noruega é o país mais avançado no que se trata de conferir direitos às mulheres. No entanto, a podridão do politicamente correcto impede que se reportem com mais profundidade as violações levadas a cabo pelos muçulmanos.

Normalmente eles são identificados como "não-ocidentais", "de pele escura", "do médio oriente", et cetera.
Depois da polícia reportar que os muçulmanos estavam a violar as mulheres norueguesas devido às suas convicções religiosas e que isto era, segundo os muçulmanos, moralmente correcto, um aceso debate público tomou forma. Nesse debate "os ministros governamentais, a maioria deles anti-semitas assumidos, alegaram que a reportagem e a sua publicação servem a Israel e à sua política de ocupação".

Ou seja, segundo os esquerdistas do governo norueguês, é irrelevante que as mulheres norueguesas estejam a ser brutalmente violadas por muçulmanos; o que importa para eles é que Israel de alguma forma ou outra está a ver validada a sua política de construir casas no seu próprio país.

O ministro da Justiça defendeu a reportagem policial mas acrescentou que "Israel deve estar contente em ouvir isto". Segundo este palhaço ignorante, os Judeus alegram-se com a violação de mulheres norueguesas.

Bello afirma que, em muitas partes da Noruega, as mulheres não se atrevem a sair de casa à noite e que muitas pintaram o seu cabelo de preto devido à sua crença de que o cabelo loiro é mais atractivo para os violadores muçulmanos.

Algumas norueguesas andam com gás lacrimogéneo embora isso seja contra a lei.

Fonte


Mais uma vez se vê que o politicamente correcto é destrutivo para o mundo civilizado. Se não fosse a aliança entre a esquerda política e os maometanos, este tipo de acção há muito que teria sido neutralizada.

No entanto, como a esquerdalha quer usar o voto islâmico para manter o poder, não é permitido usar qualquer tipo de medida para parar a violação de mulheres inocentes.

Se os muçulmanos não respeitam a integridade física das mulheres norueguesas, eles deveriam ser "convidados" a voltar para os seus desertos retrógrados.

Segundo os esquerdistas noruegueses, Israel aprova este tipo de actos.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

A desonestidade árabe perante Israel

Expulsar os judeus para o Mediterrâneo não é apenas o sonho molhado dos extremistas, dos wahabitas e outros "istas" do Médio Oriente. Esse desejo também lateja nos tais moderados, como Alaa al Aswany.

Como vimos ontem, Aswany não é um radical, não é um islamita. É alguém que luta por um centro democrático no Egipto e no mundo árabe . Mas este cândido Aswany transforma-se num Rambo quando Israel surge na conversa.

E a linguagem não engana. Aswany, um moderado, considera Israel o inimigo e, em consequência, desumaniza por completo os "sionistas" (um termo revelador).

No meio deste ódio, a honestidade intelectual é a primeira baixa. Aswany diz que "a lendária resistência dos palestinianos levou Israel a cometer um brutal massacre" em Gaza.

Bom, convém relembrar que Israel fez uma guerra defensiva contra um território que estava a ser usado para atacar israelitas. Aswany nunca menciona que o Hamas lançava rockets - todos os dias - contra Israel. Portanto, o Hamas é um corpo de escuteiros inofensivo, é a guarda avançada e pacífica da "lendária resistência".

Depois, Aswany diz que a muralha de aço subterrânea - entre Gaza e o Egipto - visa apenas "matar à fome a população de Gaza". Claro, é isso mesmo. Os túneis entre Egipto e Gaza são meros corredores humanitários, não é verdade? Nunca ali passaram armas para o Hamas, as tais armas que nunca foram usadas contra Israel, não é verdade? Nunca. Jamais.

A desonestidade de Aswany e dos árabes em geral não está nas críticas a Israel. As acções de Israel podem e devem ser criticadas. A desonestidade está no facto de os árabes não olharem para factos simples: o Hamas dispara rockets contra Israel, os túneis servem para o Hamas receber mais armas.

Uma discussão séria do assunto tem de contemplar estes dois factos. Mas, na visão árabe, estes pormaiores são simplesmente ignorados. Porquê? Porque Aswany & cia. não estão interessados nos erros políticos de Israel.

Para Aswany, Israel é um erro, um erro histórico, um erro ontológico. E quem pensa assim não perde tempo com análises a erros de conjuntura, não é verdade?

Aswany, relembro, é um dos moderados do novo Egipto.

domingo, 21 de agosto de 2011

Portugueses constroem casas em Alcântara. Obama furioso com isso.

O título do post não faz sentido nenhum, pois não? Isso foi propositado. Afinal, que direito têm o Obama e a Hillary de determinarem o que nós construímos no nosso próprio país?

Agora troquem "Portugal" por "Israel", e "Alcântara" por "Jerusalém" e observem o mesmo ridículo. A administração de Obama está "furiosa" com o facto dos Judeus construírem "unilateralmente" casas na sua própria cidade porque isso será detrimental para o "processo de paz". Aparentemente os Judeus precisam da autorização da ONU para construíram casas no seu próprio país.

Já agora, QUAL "processo de paz"? Aquele que os muçulmanos deliberadamente se recusam a cumprir uma vez que isso implica reconhecer Israel como um Estado Judaico? Hillary e o seu patrão muçulmano bem podem começar a fazer as malas porque 2012 de facto é o fim. O fim da sua breve e desastrosa estadia na Casa Branca.

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