segunda-feira, 19 de novembro de 2012
A dualidade de critérios do mundo ocidental
domingo, 18 de novembro de 2012
A nobreza do "anti-sionismo"
Ódio dirigido a Israel é ódio dirigido aos Judeus.
sábado, 17 de novembro de 2012
De que lado estás?
domingo, 4 de novembro de 2012
A quarta geração do califado europeu
A verdadeira escala da islamização da Europa Ocidental pode ser debatida, mas ainda ninguém teve coragem de mostrar o quotidiano e a profundidade desse processo. Isso foi realizado pelo jornalista israelita Zvi Yehezkeli no seu documentário "Allah Islam".
Nós tencionávamos fazer umas duas reportagens para o noticiário principal. Mas eu informei imediatamente que, na minha opinião, aqui havia espaço para algo maior do que um episódio de notícias. Quanto mais aprofundas e estudas esta situação, melhor entendes a profundidade do problema.
Agora o Islão está em todo o lado! Nós trabalhamos dias inteiros para a criação do califado mundial. E nós venceremos!
Em princípio, se sabia desde o início que eles não conseguiram ser integrados pela sociedade europeia. Consideremos a França. Nós vemos o que lá se passa, os atentados terroristas, os recontros nas mesquitas que lá se constroem sem parar, a tentativa de limitar com recurso a leis os ilegais e os estrangeiros em geral. Esse é o exemplo claro do choque civilizacional.
Isso parece mais um desafio do que uma catástrofe. No fim de contas, isso não ocorreu num só dia. Os imigrantes ilegais não caíram na Europa de pára-quedas. Essas pessoas chegaram a convite dos europeus, são mão-de-obra barata, taxistas, empregadas de limpeza nos restaurantes. Aquilo que eu digo no filme é uma coisa muito simples: esses rapazes não se tornaram parte de um grande multiculturalismo, temos de nos ocupar deles e resolver os seus problemas.
Claro que não se pode dizer que se trata já de uma ameaça absoluta à Europa. Mas é um problema muito sério ao qual não se pode, de modo algum, fechar os olhos usando a abordagem tradicional do politicamente correto. Já não há quaisquer possibilidades de ignorá-lo.
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
O caçador
Ele faz menção duma notícia da AP onde se lê que os Judeus noruegueses não têm protecção policial.
Fontes próximas de Hussain confirmaram a algumas agências noticiosas que ele quer "provocar" de modo deliberado a sociedade Norueguesa e que as declarações feitas online devem ser vistas nesses contexto.
Vários amigos seus foram já para a Síria para participar no conflito que se está a desenrolar por lá.
Hussein escreve:
Fonte
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Será que a islamofobia nunca terá um fim?
sábado, 27 de outubro de 2012
Diversidade selectiva
Durante a planificação dos encontros do "Smag Verden – Mangfoldighedsfest", um evento que celebra a culinária e a cultura dos mais variados países, os participantes judeus foram avisados de que "algumas pessoas" poderiam interpretar a sua bandeira como uma provocação. Malgorzata H Hansen, que representava os Judeus nos encontros, disse o seguinte ao jornal Berlingske
Originalmente, os representantes da TaskForce Inklusion, o grupo responsável por comunicar com todos os grupos participantes do festival, disso aos representantes Judeus que todas as associações participantes receberam notificação para não trazer bandeiras. No entanto, não só muitas bandeiras foram exibidas normalmente durante o evento, como os outros grupos participantes afirmaram que ninguém lhes tinha dito para não exibir a bandeira do seu país.
A mayor de Copenhaga para o emprego e integração, Anna Mee Allerslev, disse que havia sido aconselhada a excluir por completo o grupo Sionista Dinamarquês do festival, mas recusou-se a dizer quem lhe tinha aconselhado a fazer isso mesmo.
Ela afirma:
As autoridades competentes enviaram 20 polícias adicionais para o sítio onde o festival se iria realizar, no multi-étnico distrito de Nørrebro.
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O marxismo cultural destruiu por completo a bravura do povo dinamarquês se nos lembrarmos que durante a 2ª Guerra Mundial, eles impediram que os Judeus dinamarqueses fossem enviados para os campos da morte da Nacional Socialista (com a excepção de 19 Judeus).
Para além disso, este é o povo que, por duas vezes, e em desafio ào ataque que os maometanos radicais fazem à liberdade de expressão, publicou os controversos cartoons sobre Maomé. Como se sabe, os maometanos responderam a estes gráficos com tumultos e ataques às embaixadas da Dinamarca.
Agora, totalmente emasculados, os dinamarqueses promovem um festival que celebra a diversidade, mas ao mesmo tempo recusam-se a celebrar aspectos da diversidade que ofendem um dos grupos que beneficia dessa mesma "diversidade."
Apaziguador o mal têm sempre as mesmas consequências.
domingo, 21 de outubro de 2012
A história de Rachel Levy
Ao mesmo tempo que Rachel entrava, Ayat, de 18 anos, entrou também no supermercado, mas vinha armada com outra coisa: um cinto de explosivos amarrado à sua cintura. As duas raparigas entraram juntas no supermercado, e morreram juntas.
"Ouvi o som das sirenes," lembra-se Abigail. "Ouvi-os a pararem perto e disse 'Algo aconteceu aqui perto. Oh, meu Deus. A Rachel está naquele supermercado!'"
A bomba que Ayat trazia consigo matou o o guarda de segurança e a Rachel. Horas mais tarde, as autoridades pediram a Abigail se ela se importaria de se dirigir à morgue para reconhecer a sua filha.
Fonte
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No mundo civilizado as mulheres e as crianças são mantidas longe de sitiações que podem colocar as suas vidas em risco. Os palestinos, por outro lado, seduzem meninas de 18 anos de modo a que estas valorizem mais o mitológico "estado da Palestina" do que as suas preciosas vidas.
Este é o dia a dia de quem vive rodeado duma "cultura" que glorifica a morte, a opressão e o suicídio. Como é que pessoas minimamente inteligentes realmente esperam que Israel faça "acordos de paz" com bárbaros que enviam meninas para a sua morte?
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segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Muçulmanos manifestam-se em Jerusalém: “Vamos Expulsar os Judeus com Sangue e Fogo e Vamos Massacrá-los"
A polícia reportou que existiram alguns protestos ténues durante os dias antecedentes, mas um vídeo que entretanto veio a público mostrou dezenas de jovens muçulmanos tentando de modo activo atacar os Judeus que visitavam o Monte do Templo. Um oficial Wakf é visto tentando partir a câmara dum Judeu que filmava os manifestantes muçulmanos.
A Arutz Sheva reportou que uma manifestação muçulmana considerável recebeu os Judeus que tentavam visitar o Monte do Templo, durante o Chol Hamo’ed - os dias intermédios do Sukkot. Asaf Fried, um dos membros do grupo que visitou o Monte do Templo, disse:
Felizmente, o grupo de Judeus conseguiu escapar sem qualquer tipo de dano físico.
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Pergunta interessante: Existe alguma parte do mundo onde os muçulmanos vivem lado a lado com outro grupo religioso em paz e harmonia? No ocidente, os Cristãos vivem em paz com Judeus, Hindus, Budistas e outros grupos - mesmo onde os Cristãos são a esmagadora maioria.
Por outro lado, em todos os locais onde os maometanos se tornam suficientemente numerosos, problemas e conflitos ocorrem. Este problema não se prende com a etnia das pessoas, visto que Árabes Cristãos não causam nem 1% dos problemas que os Árabes maometanos causam, mas sim com a ideologia.
sábado, 9 de junho de 2012
Judeus franceses agredidos com martelos e barras de metal
Os blogues franceses alegam que o crime foi levado a cabo por jovens maometanos. As vítimas, que foram hospitalizadas, sofreram vários ferimentos mas mesmo assim já receberam alta.
Num grande momento de clarividência, o Ministro do Interior alegou que as agressões foram motivadas pelo anti-semitismo. O Ministro Manuel Valls emitiu uma declaração qualificando o acto de "extremamente sério" e "um ataque deliberado ao nosso modelo republicano que deveria permitir a todos, sem distinção, viver de um modo livre e seguramente expressar a sua afiliação religiosa."
Em jeito de reacção ao incidente, o artista francês e judeu Ron Agam disse:
Já é tempo das autoridades francesas levarem a cabo uma busca por este tipo de imãs e colocar um ponto final na lavagem cerebral que dezenas de milhares de rapazes muçulmanos sofrem em França.
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In Março último, maometanos franceses levaram a cabo uma marcha de apoio ao terrorista da Al-Qaeda que matou crianças judias e soldados franceses. Agora temos mais este triste evento. Quantos judeus terão de morrer até que as autoridades francesas se apercebam que, 70 anos depois, eles voltam a estar sob ocupação?
O ódio que os muçulmanos geralmente nutrem pelos judeus não é uma deturpação dos "verdadeiros ensinamentos" dessa fé, mas algo que está bem dentro do pensamento ortodoxo da mesma.
Enquanto as pessoas olharem para incidentes como este como actos isolados - e não como consequência lógicas duma ideologia que qualifica os judeus de "descendentes macacos e porcos" - teremos muitos mais ataques a judeus inocentes.
Vêr também:
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Judeus anti-Israel atacados por muçulmanos enquanto se manifestavam em favor dos muçulmanos
Embora as zonas fronteiriças do Norte e do Este de Israel tivessem sido áreas pacíficas, e os comícios tivessem sido em larga escala tranquilos, verificarem-se actos violentos no evento que se realizou na Jordânia. Os órgãos de comunicação locais reportaram que 4 rabinos americanos, membros do grupo radical anti-zionista Karta, foram verbalmente atacados por participantes locais logo no início do evento. Eles foram entretanto ajudados por outros participantes.
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A ironia não poderia ser mais óbvia. Este grupo de judeus esquerdistas uniu-se aos maometanos no seu ódio a Israel só para descobrir que os maometanos odeiam os judeus não por causa de Israel mas apenas e só por serem judeus.
Mas não esperem que estes rabinos-ao-serviço-do-esquerdismo abram os olhos e tomem consciência da verdadeira motivação por trás do ódio a Israel (anti-semitismo). Quando estes mesmos judeus anti-Israel voltarem para o conforto dos EUA, eles darão continuidade à sua retórica anti-Israel como se nada tivesse acontecido.
quarta-feira, 28 de março de 2012
"Atacar judeus é cool há muito tempo"
Não se pode colocar o assassino de Toulouse num quadro isolado, num cenário de loucura e maldade extra-humana, qual anjo da morte. Aquele homem era um fruto da cultura anti-semita que existe nas comunidades muçulmanas de França e da Europa em geral.
Basta olhar para um facto esquecido: a partir do 11 de Setembro, jovens islamistas nascidos na Europa começaram a atacar as comunidade judaicas aqui na Europa. Tal como Efraim Karsch tem salientado, os ataques a sinagogas e cemitérios judaicos passaram a ser o passatempo cool da juventude jihadista dos subúrbios de Paris ou Berlim. Alguns até queimaram sinagogas.
Consequência? Milhares e milhares de judeus europeus fugiram dos seus países de origem. Mohamed Merah não veio do nada.
Agora, repare-se num ponto: ao longo da última década, estes ataques a judeus nunca abriram telejornais. Porquê? Porque os tolerantes, os progressistas e os bonzinhos não têm uma narrativa para encaixar esta violência muçulmana. No nosso ar do tempo, o muçulmano é sempre a vítima.
Os média ingleses, por exemplo, diziam que os ataques às comunidade judaicas eram feitos por neonazis . Mas a intrínseca desonestidade intelectual do politicamente correcto não fica por aqui. Enquanto se escondeu esta efectiva violência anti-semita e esta efectiva fuga de judeus, criou-se a ilusão de uma toda-poderosa islamofobia, que, supostamente, estava a oprimir os muçulmanos da Europa.
Perdão? Quantas mesquitas foram queimadas na Europa? Devem contar-se pelos dedos de um maneta. E quantos muçulmanos tiveram de emigrar por medo? A entrada de muçulmanos na Europa continuou a aumentar. E ainda bem.
Mas o dado mais grave nem sequer está nas narrativas mediáticas do costume. Perante a violência já assinalada, muitas autoridades europeias aconselharam os judeus a esconder os sinais da sua condição judaica. Repito: na primeira década do século XXI, autoridades europeias aconselheram judeus a viver a sua religião numa espécie de clandestinidade marcada pelo medo.
E, atenção, esta atitude não traiu apenas o judeu. Também traiu o muçulmano reformador. Ao fazerem tudo para apaziguar os islamistas radicais, os líderes europeus traíram os esforços do muçulmano que é um cidadão europeu como qualquer outro.
É bom não esquecer que Mohamed Merah matou muçulmanos que serviam no exército da França. Aos olhos de Merah, aqueles soldados eram blasfemos, porque estavam a servir um Estado ímpio. O assassínio destes cidadãos franceses de origem muçulmana às mãos de um jihadista é, porventura, o ponto mais importante desta história.
segunda-feira, 19 de março de 2012
ÚLTIMA HORA: Judeus mortos em Toulouse
A rede de televisão BFM TV informou que os bombeiros que tinham ido à escola Ozar Hatorá para prestar os primeiros socorros indicaram que o terceiro morto era um adulto e que havia duas pessoas feridas em estado grave.
Uma das pessoas que estavam em risco de ida era a filha do director da escola judaica Ozar Hatora, situada num bairro residencial de Toulouse.
Um homem que circulava numa moto preta abriu fogo contra pais e alunos, segundo as testemunhas. O autor dos disparos fugiu. Este foi o terceiro ataque cometido da mesma forma nos últimos dias.
Na quinta-feira passada, um homem numa motocicleta similar matou dois soldados de um regimento de paraquedistas na cidade de Montauban. A justiça francesa vinculou este ataque ao assassínio de outro militar cometido a 11 de Março em Toulouse.
À espera de uma confirmação oficial das vítimas, o Ministério do Interior disse que o ministro Claude Guéant iria imediatamente para Toulouse, e que tinha ordenado um reforço das medidas de segurança nos centros escolares judeus.
quinta-feira, 8 de março de 2012
Consequências "inesperadas" da primavera árabe

O JPost reporta um estudo onde se lê que que após a "primavera árabe", o anti-semitismo (socialmente identificado como ódio aos Judeus)
O estudo, escrito por escolásticos da " Kantor Center for the Study of Contemporary European Jewry" da Universidade de Tel Aviv, revela:
Embora o levantamento popular no mundo árabe não representem uma modificação geral da atitude dirigida a Israel, ao sionismo e aos Judeus, parece que o discurso e o incitamento anti-semita tornaram-se mais extremistas e violentos.
Acusações duma conspiração judaica internacional têm sido têm sido tema central da propaganda anti-semita que acompanhou os levantamentos da primavera árabe.
Este tema tem recebido ênfase em cada um dos países especialmente na forma como o dedo tem sido apontado a Israel, ao Sionismo e aos Judeus como agentes de conspiração contra os árabes e os muçulmanos.
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| Alguém esperava que eles mudassem em 6 meses, quando não o fizeram em 1400 anos? |
terça-feira, 6 de março de 2012
Israel usa hospitais para torturar muçulmanos
Esperamos ansiosamente que os muçulmanos e os esquerdistas que são rápidos a criticar Israel quando eles se defendem do terrorismo islâmico, sejam igualmente lestos a criticar as acções da Síria.
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O Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos assegurou hoje que alguns hospitais sírios converteram-se em centros de tortura dos feridos nos protestos contra o regime de Bashar Al-Assad.
"Em vários casos, as missões de investigação da ONU puderam comprovar que os hospitais se converteram, de facto, em centros de tortura dos feridos nos distúrbios", afirmou em conferência de imprensa Rupert Colville, porta-voz do Alto Comissariado para os Direitos Humanos.
Colville confirmou que as autoridades exigem ao pessoal sanitário que "não trate, não cure" os feridos que chegam ao hospital e que participaram nos protestos.
domingo, 11 de dezembro de 2011
A existência de Israel não é o motivo do anti-semitismo islâmico
sábado, 10 de dezembro de 2011
"Já estou habituada a ser chamada de 'Judia suja' pelos muçulmanos"
Isto está a ocorrer na Bélgica, onde há alguns anos atrás os Judeus foram deportados para os campos da morte em Auschwitz, Bergen Belsen, e Mathausen.
Ironicamente (ou talvez não) ao mesmo tempo que os muçulmanos agridem mulheres Judias, o país tenta aprovar uma lei que dará amnistia por crimes de guerra Nazis.
Como se isso não fosse suficientemente perturbador, a policia belga disse à Judia para manter o silêncio em torno da sua tortura anti-semítica.
Isto foi então . . .
Isto é agora . . .
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Israel culpabilizado pelas violações levadas a cabo por muçulmanos
Bello, que entende a língua norueguesa e possui contactos entre os locais, reportou 48 abusos sexuais entre Janeiro a Outubro, 45 deles levados a cabo por muçulmanos. Nos primeiros 6 meses de 2011, 208 mulheres norueguesas da cidade de Oslo queixaram-se de tentativa de violação e violação. Em todo o país, 929 violações e tentativas de violação foram reportadas desde o início do ano.
O mesmo blogueiro ressalva que a Noruega é o país mais avançado no que se trata de conferir direitos às mulheres. No entanto, a podridão do politicamente correcto impede que se reportem com mais profundidade as violações levadas a cabo pelos muçulmanos.
Normalmente eles são identificados como "não-ocidentais", "de pele escura", "do médio oriente", et cetera.Depois da polícia reportar que os muçulmanos estavam a violar as mulheres norueguesas devido às suas convicções religiosas e que isto era, segundo os muçulmanos, moralmente correcto, um aceso debate público tomou forma. Nesse debate "os ministros governamentais, a maioria deles anti-semitas assumidos, alegaram que a reportagem e a sua publicação servem a Israel e à sua política de ocupação".
Ou seja, segundo os esquerdistas do governo norueguês, é irrelevante que as mulheres norueguesas estejam a ser brutalmente violadas por muçulmanos; o que importa para eles é que Israel de alguma forma ou outra está a ver validada a sua política de construir casas no seu próprio país.
O ministro da Justiça defendeu a reportagem policial mas acrescentou que "Israel deve estar contente em ouvir isto". Segundo este palhaço ignorante, os Judeus alegram-se com a violação de mulheres norueguesas.
Bello afirma que, em muitas partes da Noruega, as mulheres não se atrevem a sair de casa à noite e que muitas pintaram o seu cabelo de preto devido à sua crença de que o cabelo loiro é mais atractivo para os violadores muçulmanos.
Algumas norueguesas andam com gás lacrimogéneo embora isso seja contra a lei.
No entanto, como a esquerdalha quer usar o voto islâmico para manter o poder, não é permitido usar qualquer tipo de medida para parar a violação de mulheres inocentes.
Se os muçulmanos não respeitam a integridade física das mulheres norueguesas, eles deveriam ser "convidados" a voltar para os seus desertos retrógrados.
Segundo os esquerdistas noruegueses, Israel aprova este tipo de actos.
domingo, 6 de novembro de 2011
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
A desonestidade árabe perante Israel
Expulsar os judeus para o Mediterrâneo não é apenas o sonho molhado dos extremistas, dos wahabitas e outros "istas" do Médio Oriente. Esse desejo também lateja nos tais moderados, como Alaa al Aswany.Como vimos ontem, Aswany não é um radical, não é um islamita. É alguém que luta por um centro democrático no Egipto e no mundo árabe . Mas este cândido Aswany transforma-se num Rambo quando Israel surge na conversa.
E a linguagem não engana. Aswany, um moderado, considera Israel o inimigo e, em consequência, desumaniza por completo os "sionistas" (um termo revelador).
No meio deste ódio, a honestidade intelectual é a primeira baixa. Aswany diz que "a lendária resistência dos palestinianos levou Israel a cometer um brutal massacre" em Gaza.
Bom, convém relembrar que Israel fez uma guerra defensiva contra um território que estava a ser usado para atacar israelitas. Aswany nunca menciona que o Hamas lançava rockets - todos os dias - contra Israel. Portanto, o Hamas é um corpo de escuteiros inofensivo, é a guarda avançada e pacífica da "lendária resistência".
Depois, Aswany diz que a muralha de aço subterrânea - entre Gaza e o Egipto - visa apenas "matar à fome a população de Gaza". Claro, é isso mesmo. Os túneis entre Egipto e Gaza são meros corredores humanitários, não é verdade? Nunca ali passaram armas para o Hamas, as tais armas que nunca foram usadas contra Israel, não é verdade? Nunca. Jamais.
A desonestidade de Aswany e dos árabes em geral não está nas críticas a Israel. As acções de Israel podem e devem ser criticadas. A desonestidade está no facto de os árabes não olharem para factos simples: o Hamas dispara rockets contra Israel, os túneis servem para o Hamas receber mais armas.
Uma discussão séria do assunto tem de contemplar estes dois factos. Mas, na visão árabe, estes pormaiores são simplesmente ignorados. Porquê? Porque Aswany & cia. não estão interessados nos erros políticos de Israel.
Para Aswany, Israel é um erro, um erro histórico, um erro ontológico. E quem pensa assim não perde tempo com análises a erros de conjuntura, não é verdade?
Aswany, relembro, é um dos moderados do novo Egipto.
domingo, 21 de agosto de 2011
Portugueses constroem casas em Alcântara. Obama furioso com isso.
Agora troquem "Portugal" por "Israel", e "Alcântara" por "Jerusalém" e observem o mesmo ridículo. A administração de Obama está "furiosa" com o facto dos Judeus construírem "unilateralmente" casas na sua própria cidade porque isso será detrimental para o "processo de paz". Aparentemente os Judeus precisam da autorização da ONU para construíram casas no seu próprio país.
Já agora, QUAL "processo de paz"? Aquele que os muçulmanos deliberadamente se recusam a cumprir uma vez que isso implica reconhecer Israel como um Estado Judaico? Hillary e o seu patrão muçulmano bem podem começar a fazer as malas porque 2012 de facto é o fim. O fim da sua breve e desastrosa estadia na Casa Branca.














