MITOS ISLÂMICOS

Mostrar mensagens com a etiqueta 18 anos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta 18 anos. Mostrar todas as mensagens

domingo, 21 de outubro de 2012

A história de Rachel Levy

Abigail Levy não se preocupou quando, no dia 29 de Março, a sua filha saiu do apartamento e se dirigiu de autocarro para o supermercado. Pouco antes das 2 da tarde, Rachel entrou no supermercado que se encontra na parte sul de Jerusalém, armada com a lista de compras que a sua mãe lhe havia dado.

Ao mesmo tempo que Rachel entrava, Ayat, de 18 anos, entrou também no supermercado, mas vinha armada com outra coisa: um cinto de explosivos amarrado à sua cintura. As duas raparigas entraram juntas no supermercado, e morreram juntas.

"Ouvi o som das sirenes," lembra-se Abigail. "Ouvi-os a pararem perto e disse 'Algo aconteceu aqui perto. Oh, meu Deus. A Rachel está naquele supermercado!'"

A bomba que Ayat trazia consigo matou o o guarda de segurança e a Rachel. Horas mais tarde, as autoridades pediram a Abigail se ela se importaria de se dirigir à morgue para reconhecer a sua filha.

Fonte

* * * * * * *

No mundo civilizado as mulheres e as crianças são mantidas longe de sitiações que podem colocar as suas vidas em risco. Os palestinos, por outro lado, seduzem meninas de 18 anos de modo a que estas valorizem mais o mitológico "estado da Palestina" do que as suas preciosas vidas.

Este é o dia a dia de quem vive rodeado duma "cultura" que glorifica a morte, a opressão e o suicídio. Como é que pessoas minimamente inteligentes realmente esperam que Israel faça "acordos de paz" com bárbaros que enviam meninas para a sua morte?



..

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Muçulmano condenado a 18 anos de prisão por matar a filha

O jornal The Local, informa-nos que um muçulmano a viver na Suécia foi condenado a 18 anos de prisão por ter morto a própria filha numa "matança de honra".

Subhi Othman, que admitiu em Novembro último ter esfaqueado a filha até a morte, foi sentenciado a 18 anos de prisão pelo tribunal distrital de Nyköping (a sul de Estocolmo).

Depois de ter morto a filha nas escadas da casa familiar, Othman entregou-se às autoridades policiais. Quando a polícia chegou ao local do assassinato, encontraram a filha na base das escadas deitada na posição fetal. Ela havia sido esfaqueada 53 vezes.

Durante o seu interrogatório, Othman alegou que não viu solução alternativa uma vez que a sua filha mantinha um estilo de vida que ele considerava de "indecente".

De acordo com o tablóide Aftonbladet, Othman começou a odiar a sua filha depois do seu marido ter iniciado com o processo de divórcio devido a rumores de infidelidade.

(Fonte)


A mulher muçulmana é das pessoas mais oprimidas que existe neste mundo. A sua condição é algo que ramifica da visão que Maomé tinha delas e isso é algo que não pode ser negado. Os apologistas ocidentais, principalmente as feminazis que gostam de apontar o dedo aos ocidentais pelo "sofrimento" das mulheres, nada fazem para aliviar o seu tormento.

Coisas como as descritas em cima vão continuar a acontecer enquanto não houver coragem popular para acabar com ela.

Vêr também:
1. Muçulmana linda de morrer ameaçada de ir para o inferno por "ofender o islão" .
2. Tratamento islâmico a mulheres desobedientes
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

ShareThis