MITOS ISLÂMICOS

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quarta-feira, 4 de abril de 2012

10 detidos em França em novas operações contra radicais islâmicos

A polícia francesa lançou hoje nova operação contra radicais islâmicos em várias cidades do país, de que resultou a prisão de pelo menos dez pessoas, disse uma fonte ligada à investigação, citada pela Associated Press.

As operações foram levadas a cabo sobretudo nas cidades de Marselha e Roubaix, perto da fronteira com a Bélgica, e em várias outras localidades do sul e sudeste francês.

Esta é a segunda acção policial em menos de uma semana.

O presidente francês, Nicolas Sarkozy, tinha anunciado na terça-feira a realização de novas operações como a que teve lugar na sexta-feira contra movimentos islâmicos radicais, garantindo a aplicação de "tolerância zero" aos extremistas.

A operação contra os extremistas islâmicos foi lançada na sequência dos ataques registados no final de Março em Toulouse, nos quais Mohamed Merah matou sete pessoas a tiro.

Fonte

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Surpreendentemente, não há indícios de operações semelhantes serem levadas a cabo junto dos sikh, dos hindus, dos budistas, dos Cristãos ou dos Judeus.

quinta-feira, 29 de março de 2012

França: Merah pode ter tido um segundo cúmplice no massacre

Novos elementos na investigação dos massacres de Toulouse e Montauban indicam a existência de um terceiro cúmplice do assassino confesso, Mohammed Merah, além do seu irmão Abdelkader, que está preso, segundo revela esta quinta-feira a imprensa francesa.

O primeiro elemento é um carro encontrado na localidade de Saint-Papoul, a 60 quilómetros de Toulouse. O veículo estava abandonado e no seu interior havia um capacete e partes de carroçaria de uma moto Yamaha TMAX, como a utilizada por Merah para o assassínio de sete pessoas, sendo quatro delas numa escola judaica e três militares.

A televisão France 3 assinalou que esse Renault Clio branco, segundo a sua documentação, é propriedade de algum morador do edifício onde vivia o assassino confesso em Toulouse.

A France 3, citando fontes da investigação, assinalou que poderia tratar-se do carro utilizado por «um terceiro homem» para fugir após ter enviado pelo correio à Al Jazeera os vídeos dos massacres filmados por Merah.

O Le Parisien, por sua vez, afirmou que Abdelkader Merah, preso desde domingo por suposta cumplicidade no caso, declarou durante os interrogatórios policiais que no dia em que roubou com o seu irmão a moto utilizada no massacre havia um terceiro homem, mas não quis precisar o nome deste outro possível cúmplice.

quarta-feira, 28 de março de 2012

"Atacar judeus é cool há muito tempo"

Não se pode colocar o assassino de Toulouse num quadro isolado, num cenário de loucura e maldade extra-humana, qual anjo da morte. Aquele homem era um fruto da cultura anti-semita que existe nas comunidades muçulmanas de França e da Europa em geral.

Basta olhar para um facto esquecido: a partir do 11 de Setembro, jovens islamistas nascidos na Europa começaram a atacar as comunidade judaicas aqui na Europa. Tal como Efraim Karsch tem salientado, os ataques a sinagogas e cemitérios judaicos passaram a ser o passatempo cool da juventude jihadista dos subúrbios de Paris ou Berlim. Alguns até queimaram sinagogas.

Consequência? Milhares e milhares de judeus europeus fugiram dos seus países de origem. Mohamed Merah não veio do nada.

Agora, repare-se num ponto: ao longo da última década, estes ataques a judeus nunca abriram telejornais. Porquê? Porque os tolerantes, os progressistas e os bonzinhos não têm uma narrativa para encaixar esta violência muçulmana. No nosso ar do tempo, o muçulmano é sempre a vítima.

Os média ingleses, por exemplo, diziam que os ataques às comunidade judaicas eram feitos por neonazis . Mas a intrínseca desonestidade intelectual do politicamente correcto não fica por aqui. Enquanto se escondeu esta efectiva violência anti-semita e esta efectiva fuga de judeus, criou-se a ilusão de uma toda-poderosa islamofobia, que, supostamente, estava a oprimir os muçulmanos da Europa.

Perdão? Quantas mesquitas foram queimadas na Europa? Devem contar-se pelos dedos de um maneta. E quantos muçulmanos tiveram de emigrar por medo? A entrada de muçulmanos na Europa continuou a aumentar. E ainda bem.

Mas o dado mais grave nem sequer está nas narrativas mediáticas do costume. Perante a violência já assinalada, muitas autoridades europeias aconselharam os judeus a esconder os sinais da sua condição judaica. Repito: na primeira década do século XXI, autoridades europeias aconselheram judeus a viver a sua religião numa espécie de clandestinidade marcada pelo medo.

E, atenção, esta atitude não traiu apenas o judeu. Também traiu o muçulmano reformador. Ao fazerem tudo para apaziguar os islamistas radicais, os líderes europeus traíram os esforços do muçulmano que é um cidadão europeu como qualquer outro.

É bom não esquecer que Mohamed Merah matou muçulmanos que serviam no exército da França. Aos olhos de Merah, aqueles soldados eram blasfemos, porque estavam a servir um Estado ímpio. O assassínio destes cidadãos franceses de origem muçulmana às mãos de um jihadista é, porventura, o ponto mais importante desta história.

domingo, 25 de março de 2012

Comparem e contrastem

O vídeo mais embaixo discute a dualidade de critérios com que os órgãos de comunicação esquerdistas lidaram com dois casos populares.

Agradecimentos ao site Vlad Tepes por ter feito upload do vídeo.

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quinta-feira, 22 de março de 2012

França: Polícia perdeu contacto com atirador e não sabe se está vivo

A polícia francesa perdeu o contacto com o atirador suspeito de ter assassinado sete pessoas em nome da Al Qaeda, Mohamed Merah, há mais de dez horas e não tem sinais de que o homem continue vivo dentro do apartamento, em Toulouse.

"Não houve movimento durante a noite. Esperamos que ainda esteja vivo", disse à rádio RTL o ministro francês do Interior, Claude Gueant. Segundo o governante, foram ouvidos dois tiros durante a noite.

"Apesar dos repetidos esforços feitos ao longo da noite para reestabelecer contacto por voz e rádio, não houve contacto [com o atirador], não houve sinal dele", acrescentou Gueant.

O cerco ao apartamento do terrorista islâmico mantém-se cercado há mais de 24 horas.

Fonte

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