MITOS ISLÂMICOS

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segunda-feira, 9 de abril de 2012

França: 19 muçulmanos presos sob suspeitas de "radicalismo"

E como foi que estes maometanos se "radicalizaram"? Provavelmente foi lendo o "sagrado" Alcorão que diz coisas como:
Alcorão 9:29 — Combatei aqueles que não crêem em Deus e no Dia do Juízo Final, nem abstêm do que Deus e Seu Mensageiro proibiram, e nem professam a verdadeira religião daqueles que receberam o Livro, até que, submissos, paguem o Jizya.
Portanto, enquanto "aqueles que não crêem em" Alá não se converterem, os muçulmanos devem continuar a combatê-los.
Alcorão 9:111 — Deus cobrará dos fiéis o sacrifício de seus bens e pessoas, em troca do Paraíso. Combaterão pela causa de Deus, matarão e serão mortos.

Alcorão 9:123 — Ó fiéis, combatei os vossos vizinhos incrédulos para que sintam severidade em vós

Alcorão 48:29 — Muhammad é o Mensageiro de Deus, e aqueles que estão com ele são severos para com os incrédulos [os não-maometanos] porém compassivos entre si.

Uma coisa é certa: se nós continuarmos a ignorar a fonte da violência levada a cabo pelos maometanos, eventualmente o problema terminará por si mesmo. Como tal, vamos fingir que os versos listados em cima pura e simplesmente não existem.
PARIS – O president Nicolas Sarkozy afirmou que a polícia presente nas cidades do país detiveram 19 homens numa iniciativa visando os suspeitos de extremismo islâmico.

Sarkozy afirmou perante a a rádio Europe-1 que armas foram apreendidas no raid, incluindo, AK-47.

Ele afirmou ainda que mais operações semelhantes estão planeadas.

Apesar do assassino muçulmano de Toulouse ter afirmado os motivos que o levaram a matar pessoas inocentes, a elite europeia (provavelmente propositadamente) continua ignorante da natureza imperialista da ideologia política com o nome de islão.

Fonte

quarta-feira, 4 de abril de 2012

10 detidos em França em novas operações contra radicais islâmicos

A polícia francesa lançou hoje nova operação contra radicais islâmicos em várias cidades do país, de que resultou a prisão de pelo menos dez pessoas, disse uma fonte ligada à investigação, citada pela Associated Press.

As operações foram levadas a cabo sobretudo nas cidades de Marselha e Roubaix, perto da fronteira com a Bélgica, e em várias outras localidades do sul e sudeste francês.

Esta é a segunda acção policial em menos de uma semana.

O presidente francês, Nicolas Sarkozy, tinha anunciado na terça-feira a realização de novas operações como a que teve lugar na sexta-feira contra movimentos islâmicos radicais, garantindo a aplicação de "tolerância zero" aos extremistas.

A operação contra os extremistas islâmicos foi lançada na sequência dos ataques registados no final de Março em Toulouse, nos quais Mohamed Merah matou sete pessoas a tiro.

Fonte

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Surpreendentemente, não há indícios de operações semelhantes serem levadas a cabo junto dos sikh, dos hindus, dos budistas, dos Cristãos ou dos Judeus.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Esquerdaria internacional tenta instalar muçulmano na presidência da Costa do Marfim

O massacre de não muçulmanos na Costa do Marfim tem uma explicação muito simples.

Segundo as leis da Costa do Marfim, quem quiser ser eleito presidente do país não só tem que ter nascido no país, mas os seus pais também tem que ter nascido na Costa do Marfim. Alassane Ouattarra , o muçulmano, nasceu no país mas os seus pais não. Devido a isso, Ouattarra legalmente nunca poderia ser presidente.

Para evitar este "pequeno" detalhe, Ouattarra apresentou documentos falsos, o que resultou num mandado de busca. Mas ele tentou outra vez ser presidente, mas desta vez trouxe um largo número de imigrantes muçulmanos que não estavam legalmente capacitados para votar.

Numericamente, ele "venceu" as eleições" mas os votos inválidos foram rejeitados pelo Concílio Constitucional. Laurent Gbagb é, portanto, o presidente legítimo do país.

A "comunidade internacional" - que tem um fraco por muçulmanos - resolveu ignorar as leis e normas internas da Costa do Marfim, e resolveu apoiar Ouattarra (que não tem direito legal nenhum para estar no lugar de presidente) na sua jihad contra os Cristãos e os animistas.

Muito graças a este "apoio", os muçulmanos tem cometido actos bárbaros que normalmente acompanham os muçulmanos para onde quer que eles se movam.

O candidato não-muçulmano, Gbago, não é nenhum santo (poucos líderes africanos o são) mas a Constituição do país é absurdamente clara nesse ponto: Alassane Ouattarra não é elegível para ser presidente.

Ele e os assassinos muçulmanos estão a levar a cabo mais um genocídio que pode acabar em algo parecido com o que ocorreu no Sudão. A "comunidade internacional", que é sempre tão rápida a criticar Israel quando os Judeus se defendem dos assassinos muçulmanos, colocaram-se do lado do homem que roubou as eleições.

O mais irritante neste ponto (deixando de lado as mortes de Cristãos e animistas) é que os franceses e Obama estejam a ver o que acontece sempre que os muçulmanos atingem um certo número e nada façam para controlar as suas fronteiras. Será que eles pensam mesmo que isto não vai acontecer nos seus países?

Há algumas décadas atrás a população muçulmana na Costa do Marfim não passava dos 20%, mas hoje está a volta dos 50%. Como acontece com frequência, o aumento da população muçulmana coincidiu com o aumento da tensão social.

O Obama, marxista de todo o tamanho e com um fraco pelo islão, quer usar os muçulmanos como forma de atacar a cultura Cristã americana (na expectativa de transformar os EUA algo que se pareça com a Europa Ocidental). Sarkozy deve ter grandes interesses financeiros enormes para ignorar as leis dum país livre e democrático.


Parece que nem todo o imperialismo é mau. Segundo as Nações Unidas, o Obama e a França tem todo o direito de perturbar o normal funcionamento do sistema legal dum país africano desde que seja em favor do "candidato" que agrade à elite mundial. O imperialismo de esquerda é aceitável.

Esta guerra civil foca-se na tentativa dos imigrantes muçulmanos de se apoderarem dum país. As Nações Unidas dizem que sim, a França diz que sim, e o marxista Obama diz que sim, O que estes burros não entendem é que isto é uma amostra do que vai acontecer na Europa e nos EUA.

Mas acho que por esta altura já sabemos que é isso mesmo que os marxistas culturais querem: destruir a civilização ocidental.

domingo, 10 de abril de 2011

França: a proibição do burkah entra em efeito amanhã.

Parece que chegou a hora dos franceses mostrarem quem manda em França. Vai começar a luta cultural.

Dum lado do ringue temos a decadente França a tentar agarrar-se ao que resta da sua cultura pós-Cristã (cheio de abortos, homossexualismo e marxismo cultural). Do outro lado temos uma ideologia totalitária inventada por um pedófilo beduíno do século 7 com desilusões de que era o último profeta do Deus de Abraão, de Isaque e de Jacob.

Quem vencerá?

Os muçulmanos que vivem no Ocidente exigem sempre acomodações em relação à sua ideologia mas eles nunca se acomodam (seguindo as palavras de Maomé de que o islão deve sempre dominar e nunca ser dominado), portanto vai ser interessante.

A AFP informa-nos que, na Segunda Feira, a polícia francesa vai-se tornar na primeira polícia europeia com autoridade para interceptar as mulheres muçulmanas que usam o véu facial e ameaçá-las com multas se elas se recusarem a exibir as suas caras.

Embora outros países já planearam banir o burqa e o niqab, a França - país com a maior população muçulmana na europa - vai ser o primeiro a arriscar tensões sociais ao colocar tais bans em efeito.

A lei vai entrar em efeito numa altura em que as relações entre a França e a minoria islâmica já estão tensas (tal como estão tensas onde quer que os muçulmanos atinjam uma determinada percentagem em relação à população total) , e o presidente Sarkozy a ser acusado de estigmatizar os muçulmanos de modo a voltar a ganhar os votos que entretanto passaram para a extrema-direita.

Os oficiais franceses estimam que "apenas" 2,000 mulheres muçulmanas usam o niqab ou o burqa que são tradicionais em partes da Arábia e do Sul da Ásia. No entanto, muitos muçulmanos e grupos em torno dos direitos humanos já estão a acusar Sarkozy de atacar um dos grupos mais "vulneráveis" e "isolados" da França como forma de mostrar aos votantes anti-imigração de que ele partilha os seus medos de que o islão é uma ameaça para a cultura francesa. Outros há que afirmam que a lei dificilmente vai ser imposta.

Muitos apoiantes da lei defendem que a medida não visa prejudicar o islão mas defender o direito da mulher de andar sem véus, embora o texto claramente afirme que a mulher não pode escolher tapar o seu rosto em público.

Este discurso parece o discurso dos aborcionistas: "queremos que a mulher seja livre para escolher, desde que ela escolha o que nós queremos o que ela escolha".

Uma mulher que repetidamente insita em aparecer em público com o véu arrisca-se a ser multada com 150 €. Há medidas mais severas para alguém acusado de forçar outra pessoa a esconder a sua cara "através de ameaças , violência, coação, abuso de autoridade ou poder devido ao seu género"...

Se realmente os homens que forçam as mulheres a usar o véu forem multados, acho que a França vai sair da crise económica rapidamente.

♦Fonte: Facebook do Robert Spencer♦

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