MITOS ISLÂMICOS

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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Guiné-Bissau: Comunidade muçulmana guineense contra o uso do véu islâmico

Bissau – O Conselho Nacional Islâmico da Guiné-Bissau (CNI) disse discordar do uso do véu islâmico, que nos últimos tempos tem adquirido dimensões ao nível desta comunidade do país.

Em declarações à PNN, Aladje Siradjo Bari, Presidente do Conselho Consultivo e porta-voz do CNI, adiantou que esta prática não existe na profissão da fé islâmica, classificando a iniciativa pessoal de certos indivíduos que usam indevidamente o nome da religião para esta prática.

O responsável informou que a única coisa que é mesmo admitida prende-se com o uso do véu, em que o rosto, as mãos e os pés podem ficar descobertos, dependendo das cores das roupas que a pessoa pretender.

«Já tínhamos aconselhado os nossos colegas, em tempos, dizendo que devemos abandonar esta prática porque não faz parte do Islão», referiu.

Por outro lado, Siradjo Bari admitiu que o uso do véu islâmico na Guiné-Bissau, desde há alguns anos, não é a tradicional entre os guineenses, tendo apelado igualmente ao cumprimento das leis por parte das autoridades nacionais, de forma a conter e controlar a situação, que considera não abonar a favor do nome do Islão.

«Respeitem todas as religiões, mas devem tomar medidas para que a Guiné-Bissau possa continuar a ser um país estável», apelou.

Com a atenção virada para o fenómeno islâmico que ameaça o mundo, o líder religioso advertiu sobre a situação de grupos islâmicos que operam no Mali.

«Estamos com medo, é bom informar que estamos com medo, o mundo, e o Ocidente, está inquieto, e também a nossa sub-região, vimos o que se passa nos países de África, como é o caso do Mali. Esta situação foi-nos advertida pelo Governo da Guiné-Bissau, estamos preocupados que alguém nos transmita uma prática que não é nossa, infiltrando-se no nosso país em nome de um crente muçulmano», chamou a atenção.

Siradjo Bari explicou que, desde os tempos passados as mulheres muçulmanas não são obrigadas a usar véu islâmico, tendo denunciado, em certas situações, práticas contra o princípio do Alcorão.

De recordar que um líder religioso nacional denunciou, nos órgãos de comunicação social do país, o alegado envolvimento de muçulmanos na prática de tráfico de órgãos humanos na Guiné-Bissau.

(c) PNN Portuguese News Network

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Argélia e o crescimento do Cristianismo

"Vi argelinos a adorar a Deus com todo o seu coração e isso comoveu-me" -  Zino (convertido ao Cristianismo)


A CBN reporta que um avivamento Cristão está a tocar as partes mais a norte de África. Numa região anteriormente hostil ao Evangelho, hoje dezenas de milhares de muçulmanos estão a aceitar o Senhor Jesus em números recorde.

Tino Qahoush, graduado da Universidade Regent e cineasta que viajou até ao Médio Oriente afirmou:

O que Deus está a azer no Norte da África, começando na Mauritânia até a Líbia, não tem precendentes na história missionária. Tive o previlégio de gravar testemunhos e ouvir em primeira mão histórias de homens e mulheres, de todas as idades, onde eles podem estar sentados num quarto e ver a Aparência e a Presença de Deus manifestar-Se de forma real, como uma visão. Alguns deles deram-me histórias da forma como eles levam a cabo conversas; não são só luzes que aparecem.

Segundo o relatório, "Desde as costas de Casablanca em Marrocos até Tripoli, Líbia, peritos afirmam que o crescimento do Cristianismo, especialmente nos últimos 20 anos, não tem precedentes. E agora o crescimento é evidente na nação do Norte de África com o nome de Argélia."

De facto, afirmou o Pastor Salah, que lidera uma das maiores igrejas da Argélia onde todos os novos Cristãos chegam de famílias muçulmanos, "Nós nunca imaginamos que a igreja Argelina viesse a crescer de tal forma."

Segundo reportado, desde que a igreja do Pastor Salah abriu que todos os anos são baptizadas, em média, 150-160 pessoas por ano.


sexta-feira, 14 de março de 2014

Morta dentro da igreja por se ter convertido ao Cristianismo?

A polícia de Oyo prendeu um suspeito em ligação à morte da sua filha, Kausara Isiaka, alegadamente por ter-se convertido ao Cristianismo. O suspeito foi acusado pelo Reverendo Daniel Oladimeji, uma das 4 pessoas que ele atacou com uma faca do mato, e crê-se que ele tenha sido o mentor do ataque.

Segundo Olabisi Ilobanafor, oficial das Relações Públicas da políkia, uma tal de Mary Oladimeji, da "Calvary Church", em Ayekale - Ibadan - reportou o incidente na esquadra policial às 02:00 do dia 26 de Fevereiro de 2014.

Embora a policia ainda tenha que determinar a sua culpabilidade (ou inocência), alegadamente o suspeito entrou nas instalações da igreja às escondidas, e infligiu cortes com a faca do mato a 4 pessoas. Os nomes das vítimas, segundo a polícia, são Mary, Kausara Isiaka, Aanu e o pastor da igreja.

Apurou-se mais tarde que o pai da falecida, que é muçulmano, alegamente suplicou severamente à sua filha e ameaçou-a para que ela revisse a sua decisão de se converter ao Cristianismo. A policia declarou que a rapariga havia buscado refúgio dentro da igreja, mas nesse dia fatídico um atacante havia entrado nas instalações e causado ferimentos nas vítimas enquanto estas dormiam

Segundo a polícia, das 4 vítimas do ataque, os ferimentos eram mais severos na Mary do que nos outros. Todas as vítimas foram levados ao Mobolaji Hospital (Oremeji, Ibadan) onde Mary veio a morrer.

Ilobanafor afirmou que a polícia visitou o local do crime, tirou fotos e transportou os restos para o mortuário do "Adeoyo State Hospital" para a autópsia. Um suspeito foi preso e o caso transferido para o Comissário-Adjunto da Polícia, Departamento de Investigação Criminal Estadual.


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A explicação mais lógica para este ataque é que Mary foi islamicamente condenada à morte por ter voltado as costas a Alá e ter-se entregue ao Senhor Jesus. E assim, a confirmar-se esta hipótese, Mary passa a ser mais uma das muitas vítimas das palavras de Maomé:

Maomé disse: "Se alguém abandonar a sua fé islâmica, matem-no." - Hadith, Bukhari 9.84.57

Inadvertidamente, Maomé e os seus seguidores confirmam mais uma passagem da Bíblia Sagrada:
E até pelos pais, e irmãos, e parentes, e amigos, sereis entregues; e matarão alguns de vós.” - Lucas 21:16

sábado, 28 de dezembro de 2013

MITO: Maomé era um abolicionista


Típico daqueles que propagam o mito de que Maomé era um abolicionista é esta pequena pérola, proveniente dum site maometano conhecido por avançar com a taqiyya:

O nosso profeta (que a paz esteja com ele) nunca deu o seu apoio à escravatura. Por uma ocasião ele comprou a vida dum escravo que veio até ele, libertando-o do seu dono!

Sem dúvida alguma, existe uma quantidade enorme de pessoas crédulas na internet que engoliram por inteiro esta mentira, mas eis aqui a verdadeira história na qual a mentira se baseia:

Um escravo veio ter com o profeta e jurou-lhe aliança após a migração; ele (o santo [sic] profeta) não sabia que ele era um escravo. Depois disso, o seu dono veio ter com o profeta e exigiu o escravo de volta ao que o profeta (que a paz esteja com ele) respondeu: "Vende-me o escravo." E então ele comprou-o pelo preço de dois escravos negros, e ele [Maomé] nunca mais fez aliança com alguém antes de saber se essa pessoa era um escravo (ou um homem livre) (Sahih Muslim 3901).

Certamente que isto coloca a história de "Maomé o Abolicionista" sob um luz completamente diferente.

Antes de mais, Maomé "comprou" o escravo trocando-o por dois escravos negros, o que dificilmente será um exemplo estelar de emancipação. Não só isso, mas este incidente estabelece que Maomé tinha e comercializava escravos Africanos. Como um rico homem de negócios, ele poderia muito bem ter libertado os três escravos, mas em vez disso, ele escolheu vender os dois Africanos para um futuro incerto.

Segundo: Pelo que se pode ler do incidente, é bastante óbvio que Maomé sentiu que havia sido enganado a libertar um escravo que tinha vindo ter com ele (visto que ele não revelou a sua condição de escravo). Devido a isto, Maomé tomou a decisão de nunca mais ser enganado. Futuramente, ele perguntaria primeiro se o homem era livre ou não antes de tomar uma decisão em torno a uma possível aliança.

Paralelamente, não há qualquer registo de Maomé a libertar escravos capturados em batalha sem que isso envolvesse algum tipo de ganho pessoal para ele. De facto, ele transformou em escravos pessoas que previamente eram pessoas livres, particularmente se eram criança ou mulheres. Em algumas situações, ele usou as famílias como forma de levar os respectivos homens a aceitar o islão:

O apóstolo disse-lhes para dizer a Malik que se ele viesse até ele como muçulmano, ele devolveria a sua família e as suas posses e dar-lhe-ia cem camelos.(Ibn Ishaq/Hisham 879)

As mulheres capturadas em batalhas eram passadas aos seus homens. A passagem que se segue mostra-nos Maomé a dar mulheres como escravas sexuais a três homens que mais tarde se tornariam seus sucessores, os futuros califas Umar, Uthman e Ali:

O apóstolo deu uma rapariga chamada Rayta a Ali; depois deu uma rapariga chamada Zaynab a Uthman, e depois deu a Umar uma rapariga que ele [Umar] por sua vez deu ao seu filho Abdullah. (Ibn Ishaq/Hisham 878)

Alá deu aos maometanos o mandamento "divino" de manter as escravas sexuais que bem quisessem (Alcorão 4:24, 33:52…).Os apologistas maometanos actuais frequentemente fingem que isto só se aplicava às mulheres capturadas em batalha (ver: Maomé nunca sancionou a violação sexual), mas o mesmo privilégio é conferido aos maometanos devotos na sura 70:30, passagem "revelada" aos maometanos em Meca quando eles ainda não tinham combatido batalha alguma.

Muito se poderia escrever em torno da prolífica e amplamente documentada relação de Maomé com escravos, mas um dos exemplos mais reveladores chega-nos desta hadith (que é repetida em outros sítios):

O profeta mandou vir uma mulher proveniente dos emigrantes que tinha um escravo carpinteiro. O profeta disse à mulher: "Ordena ao teu escravo que prepare (pedaços de) madeira para o púlpito. Então ela deu ordens ao escravo e ele cortou madeira de tamarisco e preparou o púlpito para o profeta. Quando ele terminou o púlpito, a mulher informou o profeta que o mesmo estava finalizado. O profeta pediu-lhe então que o trouxesse até si, e eles assim fizeram. O profeta levantou-o então e colocou-o onde se vê hoje. (Bukari 47:743)


O próprio que Maomé usava para pregar o islão foi construído por um escravo após ordens de Maomé. Não é por demais óbvio que Maomé não tinha problemas nenhuns com a escravatura?

Fonte

Mais "Mitos em torno de Maomé"

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Será que a Bíblia condena a escravatura?.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Ajudando os terroristas

Júri federal de San Diego condenou 4 imigrantes muçulmanos - incluindo o imã - de conspirarem para canalizar dinheiro para um grupo terrorista do seu país. Depois de 3 semanas de julgamento, e 3 dias de deliberações, na passada Sexta-Feira o júri condenou os homens de conspirarem para angariarem fundos para o grupo terrorista al-Shabaab (AHL-shuh-BAHB').

No ano de 2008 o "U.S. State Department" classificou o grupo al-Shabaab como grupo terrorista, e desde então membros do Ministério Público Federal têm vindo desmantelar o apoio que o grupo tem nos EUA, especialmente na área de Minnesota.

Entre os condenados encontra-se um imã de San Diego de 40 anos, com o nome de Mohamed Mohamud, bem como 2 taxistas e um homem que geria um negócio financeiro usado para transportar o dinheiro.

A sentença será lida em Maio.

 Fonte
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Aparentemente, estes maometanos não foram informados de que o islão significa "paz" e que só os "intolerantes" acham que "jihad" significa "guerra". Se calhar é melhor eles entrarem em contacto com o imã local.

Ah, espera. O imã também está envolvido no caso. Bem, agora fiquei confuso.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Obama e o Alcorão de Thomas Jefferson

Todos os anos, por esta altura, Obama faz menção do Alcorão que Thomas Jefferson tinha na sua posse como se fosse um livro valioso para ele, e não como um manual de guerra que Jefferson poderia estudar para entender a forma de pensar dos piratas do norte de África que tinham o hábito de atacar os barcos comerciais dos americanos.

Jefferson provavelmente odiava os muçulmanos mais do que os americanos actuais odeiam.

Obama declara que, a par com outras gerações de maometanos patrióticos, o Alcorão de Jefferson é um lembrete de que o islão, tal como muitas outras confissões religiosas, faz parte da história nacional americana.  Pior que isso, Obama menciona honrosamente uma das pessoas que acompanha Hillary Clinton - Huma Abedin - como um tipo de herói americano quando ela mais não é que uma infiltrada da Irmandade Muçulmana - como o são a sua mãe, o irmão, a irmã, e o falecido pai.

Obama teve a coragem de dizer:

O povo americano tem um dívida de gratidão para com ela uma vez que Huma é uma americana patriótica, e um exemplo do que nós precisamos neste país - mais funcionários públicos com o seu sentido de decência, a sua graciosidade e o seu espírito generoso.


Fonte

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Inquestionavelmente, Obama é um infiltrado anti-americano a viver na Casa Branca. Nunca na história dos EUA um presidente americano se vergou tanto para acomodar adeptos duma ideologia que declarou guerra aos EUA. Sinceramente, o que é que os muçulmanos têm que fazer para que Obama se aperceba que eles só têm desprezo por ele e por tudo o que os EUA representam?

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Grupo islâmico Boko Haram explica o porquê de atacar Cristãos inocentes

O grupo terrorista maometano Boko Haram, que tem vindo a levar a cabo uma matança sistemática de Cristãos inocentes na Nigéria, veio a público revelar os motivos que estão por trás do seu ódio aos Cristãos. Por incrível que pareça, a ocupação da Palestina não tem nada a ver com a sua cristofobia:
O governo nigeriano e os Cristãos são nossos inimigos e como tal vamos lançar ataques ao Estado da Nigéria, e ao seu aparato de segurança, e também às igrejas, até que consigamos atingir o nosso objectivo e estabelecer um estado islâmico no lugar do estado secular.

Somos responsáveis pelo ataque suicida na igreja em Jos e também pelo ataque noutra igreja em Biu.

Demos início a estes ataques para provar aos agentes de segurança da Nigéria que, contrariamente ao que eles alegam, nós não fomos enfraquecidos pelas suas operações militares contra nós.

Isto foi uma referência ao ataque que os militares nigerianos levaram a cabo contra os terroristas maometanos, conseguindo matar 19 terroristas nas cidades de Kano e Maiduguri.

A Nigéria, que está largamente divida entre linhas geográficas e religiosas - com a maior parte dos Cristãos concentrados no Norte e os maometanos no sul - tem sido incapaz de controlar a violência dirigida aos Cristãos. O Boko Haram, que matou centenas de Cristãos durante o ano passado, está muito activo no país apesar das promessas do presidente Goodluck Jonathan de fazer recuar o grupo. O presidente Jonathan afirma ainda:

Vamos esmagá-los. Vamos começar hoje à noite a agir de forma diferente, com estratégias diferentes, e lutar contra o Boko Haram até que sejam removidos da sociedade.
Os assassinos maometanos têm também estado muito vocais em torno das suas actividades, chegando até a ameaçar os jornalistas para não se esquecerem de incluir as suas declarações nas notícias em torno dos seus ataques.
Vamos ficar alertas aos comentários feitos a nosso respeito. . . . Que ninguém nos faça súplicas quando aprimorar-mos o nosso plano e der-mos início à operação, especialmente contra os jornalistas.

Fonte

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Sempre iluminador quando os maometanos revelam de forma clara quais são os seus planos. Ninguém se deixe enganar: aquilo que os muçulmanos querem para a Nigéria é o mesmo que eles querem para a Inglaterra, Holanda, França, Bélgica e outros países europeus. Aliás, na Bélgica existe uma organização cujo nome revela o seu propósito: Shariah4Belgium.

Todos aqueles argumentos em torno do "sofrimento" dos palestinos é a forma que eles encontraram para esconder os seus reais planos.

Outra coisa que convém notar é que estes muçulmanos odeiam os Cristãos não devido a algo que eles tivessem feito, mas apenas e só por existirem. Que tipo de sinal isso nos dá em torno da sua apetência para a "coesão comunitária"? Quando um membro da comunidade quer matar o outro, é seguro afirmar que os esforços para a "coesão comunitária" não estão a ser bem sucedidos.

Preparando o caminho para o estado islâmico.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Maometanos do norte de África querem emigrar

O Centro Árabe para a Pesquisa e Estudos Políticos levou a cabo uma pesquisa em torno das opiniões existentes no "mundo árabe". Apurou-se que 26% dos argelinos, 50% dos sudaneses e 30% dos líbios querem sair dos seus respectivos países.

Hmmm . . . Para onde será que eles querem emigrar?

Talvez a forma de resolver esta situação seja: os argelinos emigravam para o Sudão, os líbios emigravam para a Argélia e os sudaneses emigravam para a Líbia.

Desta forma os 3 países experimentariam a espiral ascendente de enriquecimento que a diversidade cultural inevitavelmente produz.

Fonte


domingo, 8 de janeiro de 2012

Nigéria: Fervorosos seguidores de Maomé matam mais de 20 Cristãos inocentes em mais um ataque cobarde

O Telegraph informa que há alguns dias atrás muçulmanos armados dispararam contra amigos e familiares Cristãos que se haviam juntado para lamentar a morte de 3 Cristãos (mortos na Quinta-Feira antecedente) deixando mais de 20 Cristãos mortos.

Este foi mais um ataque numa série de ataques levados a cabo por maometanos determinados a expulsar todos os Cristãos do norte da Nigéria - zona predominantemente muçulmana.

(O que é que o mundo diria se um país de maioria Cristã começasse a disparar contra muçulmanos reunidos num enterro como forma de os expulsar do país?)

Várias dezenas de Cristãos haviam-se reunido na prefeitura, em Mubi (Estado de Adamawa) para assinalar as mortes que haviam ocorrido no dia anterior.

Enquanto este encontro pacífico decorria, cerca de 4 muçulmanos devotos - sem dúvida seguindo o exemplo do seu "profeta" que disse "Vou expulsar os Judeus e os Cristãos da Península Árabe e não vou deixar mais ninguém a não ser muçulmanos." - abriram fogo ao edifício com Kalashnikovs, matando mais de 20 pessoas e deixando outras 15 gravemente feridas.

Okey Raymond, de 48 anos, que se encontrava no edifício disse:

Começamos a ouvir vários tiros através das janelas. Todos nós procuramos logo ficar em segurança à medida que os atiradores gritavam "Alá é o maior! Alá é o maior!" [Allah u'akbar] à medida que disparavam contra nós.

Um alegado porta-voz do grupo assassino muçulmano Boko Haram já reivindicou mais este ataque organizado a Cristãos indefesos e inocentes.

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É difícil nós termos qualquer tipo de simpatia pelas lágrimas de crocodilo islamitas sempre que estes falam na "ocupação" que eles pensam que ocorre na Terra de Israel quando estes mesmos maometanos dão o seu apoio verbal a coisas como as que os membros a caminho do inferno do Boko Haram estão a levar a cabo.

Onde estão as vozes maometanas a condenar os actos do Boko Haram? Onde estão as resoluções da ONU a proteger os direitos humanos dos Cristãos do norte da Nigéria? Onde estão os esquerdistas internacionais sempre rápidos a criticar Israel sempre que um terrorista é executado na linha de combate? Eles que condenem estes actos de forma peremptória.

Mas eles não o vão fazer porque os islão está a fazer na Nigéria aquilo que os esquerdistas querem fazer no ocidente: diminuir a influência social e política do Cristianismo. Os muçulmanos apenas estão a mostrar o que irá acontecer as Cristãos ocidentais dentro de alguns anos.

Mas Deus já preparou para eles um lugar bem quentinho e confortável - lugar esse para onde já foram lançados todos os grandes terroristas muçulmanos do passado, INCLUSIVE o seu amado profeta (se o que o Alcorão e as tradições islâmicas dizem sobre ele são verídicas).

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Grupo islâmico declara "guerra" à França

Num vídeo visto na Terça-Feira passada por um jornalista da AFP, o mauritano Hamada Ould Mohamed Kheirou, presumível líder dum grupo maometano activo na África Ocidental, voltou a ameaçar a França com uma guerra.

Com um turbante amarrado à volta da sua cabeça, usando óculos escuros (provavelmente construídos por um país não-islâmico) e falando em árabe, Kheirou disse:

Voltamos a declarar guerra à França por este ser um país hostil ao islão. A jihad [guerra santa] vai ser exportada para todo o lado onde seja necessária e por Alá, nós temos que estar prontos para qualquer eventualidade.
O vídeo mostrou também 3 ocidentais - um casal espanhol e uma mulher italiana - raptados em Outubro último num campo feito para refugiados Sahrawi perto de Tindouf - sul da Argélia.

O rapto foi reivindicado pelo grupo "Movement for Unity and Justice in West Africa", que, por essa altura, emergiu como uma ramificação do grupo "Al-Qaeda in the Islamic Maghreb" (AQIM). Este último grupo teve origens na Argélia e agora tem bases operativas no Mali.

. . .

Convém ressalvar que quando os maometanos falam em "guerra", eles não têm em mente uma guerra convencional como nós no ocidente entendemos, mas sim ataques suicidas contra mulheres e crianças inocentes.

Regra geral, os "bravos" mujahedin não se metem com forças militares em guerras normais porque estão bem cientes da inferioridade militar dos países maometanos. Para eles, é mais fácil atacar mulheres e crianças indefesas.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Nigéria: 15 Cristãos mortos por muçulmanos

A Christian Concern informa-nos que, depois dum breve hiato, a violência islâmica contra os Cristãos deflagrou-se novamente. Um dos resultados desse ódio anti-Cristão terminou com 15 Cristãos a serem assassinados pelos servos do deus islâmico alá.

Durante a semana passada, Plateau State, onde Jos é a capital, foi sujeita a uma série de ataques. Depois de alegações de roubo de animais, Ferom foi atacada duas vezes no dia 4 de Agosto. Desse ataque resultaram 8 membros da mesma família serem assassinados num primeiro ataque, e outros 3 a morrerem no segundo.

No dia 14 de Agosto agitadores maometanos apoderaram-se das estradas do norte de Jos e mataram 3 Cristãos com machadadas. Os residentes da comunidade de Jwol reportaram um ataque na Sexta Feira onde uma pessoa morreu.

Houve outro ataque em Hiepand que deixou 8 mortos - alguns com ferimentos de metralhadoras.

Os residentes alegam que a polícia e o exército foram cúmplices nestes ataque e como evidência desta alegação eles mostraram um cinto militar coberto de sangue, embalagens de munições e 5 cartões de identidade pertencentes a militares.

-Fonte-


O ódio islâmico contra os Cristãos têm o suporte das grandes organizações mundiais uma vez que seria impossível os escravos de alá levarem a cabo este tipo de assassinatos DIARIAMENTE sem ele.

O silêncio mundial perante o genocídio de Cristãos tem uma explicação simples: os esquerdistas ocidentais querem levar a cabo o mesmo tipo de violência aqui no ocidente. Felizmente para nós Cristãos, ainda há algumas leis que nos protegem, mas mal essas leis sejam removidas (sob pretextos de "combater a homofobia" e a "intolerância"), nós Cristãos seremos mortos e oprimidos pelos esquerdistas tal os muçulmanos o fazem impunemente em outras partes da Terra.

O nosso consolo, como Cristãos, é que quando o nosso corpo for separado da alma, vamos subir e viver em paz para o resto da nossa existência, enquanto que os nossos inimigos vão receber a paga pelo seu ódio anti-Cristão.

"Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras." ( 1 Tess 4:18)

terça-feira, 21 de junho de 2011

Líder da Al-Qaeda em África desceu à prisão eterna


Segundo um chefe de polícia do Quénia, o presumível líder da Al-Qaeda no Este africano, Fazul Abdullah Muhammad, foi morto em Mogadishu.

Fazul Abdullah, de 38 anos, é tido como o engenheiro do enorme ataque terrorista contra as embaixadas dos EUA em Nairobi e em Dar es Salaam , em 1998. A recompensa pela sua captura era cerca de $5 milhões de dólares.

O Comissário policial queniano Mathew Iteere disse à AFP

Recebemos a comunicação por parte das autoridades na Somália. Disseram-nos que que dois terroristas fotam mortos na Somália, na semana passada.
Iteere disse que a identidade dum deles "foi dada como Fazul Muhammad … Isto é o que nos foi dito pelos nossos equivalentes na Somália". Um comandante sénior do grupo Al Shebab declarou à AFP (anonimamente) que:
Um dos homens que foi morto foi Fazul Abdullah, que Alá abençoe a sua alma. Ele não está morto uma vez que milhares como ele estão ainda na guerra contra os inimigos de Alá.
("Inimigos de Alá" significa "todos aqueles que não são maometanos".)

Oficiais pertencentes ao Governo de Transição da Somália (GTS) disse que ambos foram mortos numa barreira policial rodoviária, Terça-Feira à noite. Um militar da GTS, Abdikarim Yusuf, declarou a forma como foram mortos:

As nossas forças abriram fogo quando os dois homens se recusaram a parar na barreira. Eles tentaram-se defender quando se viram rodeados pelos nossos homens.

Agarramos nos seus documentos de identificação e vimos que um deles era um passaporte estrangeiro.

Segundo uma fonte de segurança regional, o incidente ocorreu no noroeste da capital da Somália.

Fonte

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Esquerdaria internacional tenta instalar muçulmano na presidência da Costa do Marfim

O massacre de não muçulmanos na Costa do Marfim tem uma explicação muito simples.

Segundo as leis da Costa do Marfim, quem quiser ser eleito presidente do país não só tem que ter nascido no país, mas os seus pais também tem que ter nascido na Costa do Marfim. Alassane Ouattarra , o muçulmano, nasceu no país mas os seus pais não. Devido a isso, Ouattarra legalmente nunca poderia ser presidente.

Para evitar este "pequeno" detalhe, Ouattarra apresentou documentos falsos, o que resultou num mandado de busca. Mas ele tentou outra vez ser presidente, mas desta vez trouxe um largo número de imigrantes muçulmanos que não estavam legalmente capacitados para votar.

Numericamente, ele "venceu" as eleições" mas os votos inválidos foram rejeitados pelo Concílio Constitucional. Laurent Gbagb é, portanto, o presidente legítimo do país.

A "comunidade internacional" - que tem um fraco por muçulmanos - resolveu ignorar as leis e normas internas da Costa do Marfim, e resolveu apoiar Ouattarra (que não tem direito legal nenhum para estar no lugar de presidente) na sua jihad contra os Cristãos e os animistas.

Muito graças a este "apoio", os muçulmanos tem cometido actos bárbaros que normalmente acompanham os muçulmanos para onde quer que eles se movam.

O candidato não-muçulmano, Gbago, não é nenhum santo (poucos líderes africanos o são) mas a Constituição do país é absurdamente clara nesse ponto: Alassane Ouattarra não é elegível para ser presidente.

Ele e os assassinos muçulmanos estão a levar a cabo mais um genocídio que pode acabar em algo parecido com o que ocorreu no Sudão. A "comunidade internacional", que é sempre tão rápida a criticar Israel quando os Judeus se defendem dos assassinos muçulmanos, colocaram-se do lado do homem que roubou as eleições.

O mais irritante neste ponto (deixando de lado as mortes de Cristãos e animistas) é que os franceses e Obama estejam a ver o que acontece sempre que os muçulmanos atingem um certo número e nada façam para controlar as suas fronteiras. Será que eles pensam mesmo que isto não vai acontecer nos seus países?

Há algumas décadas atrás a população muçulmana na Costa do Marfim não passava dos 20%, mas hoje está a volta dos 50%. Como acontece com frequência, o aumento da população muçulmana coincidiu com o aumento da tensão social.

O Obama, marxista de todo o tamanho e com um fraco pelo islão, quer usar os muçulmanos como forma de atacar a cultura Cristã americana (na expectativa de transformar os EUA algo que se pareça com a Europa Ocidental). Sarkozy deve ter grandes interesses financeiros enormes para ignorar as leis dum país livre e democrático.


Parece que nem todo o imperialismo é mau. Segundo as Nações Unidas, o Obama e a França tem todo o direito de perturbar o normal funcionamento do sistema legal dum país africano desde que seja em favor do "candidato" que agrade à elite mundial. O imperialismo de esquerda é aceitável.

Esta guerra civil foca-se na tentativa dos imigrantes muçulmanos de se apoderarem dum país. As Nações Unidas dizem que sim, a França diz que sim, e o marxista Obama diz que sim, O que estes burros não entendem é que isto é uma amostra do que vai acontecer na Europa e nos EUA.

Mas acho que por esta altura já sabemos que é isso mesmo que os marxistas culturais querem: destruir a civilização ocidental.
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