quinta-feira, 1 de maio de 2014
Argélia e o crescimento do Cristianismo
segunda-feira, 12 de março de 2012
Maometanos do norte de África querem emigrar
Hmmm . . . Para onde será que eles querem emigrar?
Talvez a forma de resolver esta situação seja: os argelinos emigravam para o Sudão, os líbios emigravam para a Argélia e os sudaneses emigravam para a Líbia.
Desta forma os 3 países experimentariam a espiral ascendente de enriquecimento que a diversidade cultural inevitavelmente produz.
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Bruxelas: confronto entre marroquinos e argelinos:



Na passada Quinta Feira dois argelinos foram presos depois de terem levado a cabo ataques com facas a um marroquino. O incidente ocorreu em Sint-Jans-Molenbeek, um subúrbio de Bruxelas.
De acordo com o porta-voz da polícia, há dois cafés próximos um do outro na área - um marroquino e outro argelino - situação a que regularmente gera problemas.
O incidente levou a confrontos entre as comunidades argelinas e marroquinas o que levou a que o café argelino tivesse sido objecto de destruição parcial.
Os atacantes fugiram para a mesquita, seguidos de perto por cerca de 100 marroquinos.
A polícia conseguiu tirar os dois suspeitos da mesquita, o que causou a que as pessoas à volta dirigissem o seu ódio aos polícias. A multidão seguiu a polícia até ao departamento policial, tendo atirado algumas pedras contra os veículos policiais.
Mais tarde, a polícia conseguiu por fim acalmar o ambiente.
-Fonte-
É por estas e por outras que os europeus estão a ficar fartos da forma como os marxistas culturais ignoram a vontade da população indígena e forçam-na a viver lado a lado com grupos ideológicos que não têm vontade alguma de se incluírem no segmento produtivo da sociedade.
Convém ressalvar que, enquanto os socialistas forçam o povo a viver entre imigrantes violentos, eles, os socialistas, vivem nos seus castelos de cristal - longe da violência e da decadência gerada pelos mesmos imigrantes que eles importaram do terceiro mundo.
terça-feira, 5 de julho de 2011
A infiltração islâmica no exército francês
Há em França cada vez mais tensão entre indígenas e muçulmanos - incluindo no seio das Forças Armadas.
Exactamente - porque afinal a ideia de que a solução para a criminalidade «juvenil» dos imigrantes, bem como a tendência para o terrorismo, a ideia de que a solução para isto é a «integração» - i.e., emprego, habitação, inserção social, salário, quotidiano comum aos indígenas - não vale efectivamente nada no que toca a garantir a «harmonia das civilizações» dentro das fronteiras europeias, sequer dentro das fronteiras de um país europeu...
Na maior parte dos Estados ocidentais, o grosso de quem tem as armas na mão ainda é de sangue europeu. Mas, em França, a elite que fomentou a iminvasão foi já mais longe do que a elite do resto da Europa - a França sempre na crista da onda do progresso... - e vai daí há toneladas de alógenos hostis a viver dentro da instituição militar francesa.
Alguns dos sinais e/ou resultados são os seguintes:
- os jovens norte-africanos [muçulmanos] no seio da Forças Armadas Francesas são responsáveis por 3,5 vezes mais deserções, seis vezes mais desobediências, seis vezes mais insultos a oficiais superiores e oito vezes mais actos de insubordinação
- uma jovem militar de origem norte-africana, [muçulmana] Aïcha, diz, quando lhe perguntam o que faria em caso de conflito entre a Argélia e a França, diz então o seguinte: «Na minha cabeça sou argelina, não me sinto francesa. Para mim, o exército não é uma questão de lutar por uma Nação, mas sim de encontrar emprego.»
- um relatório do Ministério da Defesa datado de Janeiro de 2007 refere «a atitude intransigente e exigente a tornar-se provocação» dos JFOM (Jovens Franceses de Origem Magrebina) e a «super-delinquência mesmo no coração do seu regimento».
Super quê, delinquência??? Então mas afinal os soldados magrebinos são mais pobrezinhos-logo-necessitados-de-roubar do que os soldados de origem verdadeiramente francesa???? Ai tanto racismo... ou então é porque cresceram num meio pobre-logo-violento e depois pronto, ficaram assim... e enquanto isso vão minando a Defesa do País por dentro...
- um jovem paraquedista francês conta como os JFOM (Jovens «Franceses» norte-africanos, como se leu acima) fazem queixa aos superiores de «racismo» cada vez que alguém lhes passa alguma reprimenda pelo seu comportamento indisciplinado;
- a Academia Militar Francesa de Saint-Cyr considera a implementação de um programa que um dia permitirá a existência de coronéis Maomés e de generais Ben Babroufs...
- na Marinha, registou-se em 1999 um motim a bordo do porta-aviões Foch. Sessenta soldados voluntários, todos de origem norte-africana (porque será que se ofereceram como voluntários? Já se vai ver...), tomaram o seu oficial superior como refém...
Depois de estarem dois dias barricados na cafetaria do navio, foi preciso um comando da marinha para os deitar abaixo... os mouros revoltosos estavam a reagir contra um castigo colectivo imposto depois de uma outra rebelião ter ocorrido durante uma missão nas costas da Jugoslávia durante a qual aviões de guerra da Marinha Francesa Dassault Super-Etendards levaram a cabo ataques aéreos no Kosovo, terra que os recrutas muçulmanos consideraram um santuário muçulmano...


