MITOS ISLÂMICOS

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quinta-feira, 1 de maio de 2014

Argélia e o crescimento do Cristianismo

"Vi argelinos a adorar a Deus com todo o seu coração e isso comoveu-me" -  Zino (convertido ao Cristianismo)


A CBN reporta que um avivamento Cristão está a tocar as partes mais a norte de África. Numa região anteriormente hostil ao Evangelho, hoje dezenas de milhares de muçulmanos estão a aceitar o Senhor Jesus em números recorde.

Tino Qahoush, graduado da Universidade Regent e cineasta que viajou até ao Médio Oriente afirmou:

O que Deus está a azer no Norte da África, começando na Mauritânia até a Líbia, não tem precendentes na história missionária. Tive o previlégio de gravar testemunhos e ouvir em primeira mão histórias de homens e mulheres, de todas as idades, onde eles podem estar sentados num quarto e ver a Aparência e a Presença de Deus manifestar-Se de forma real, como uma visão. Alguns deles deram-me histórias da forma como eles levam a cabo conversas; não são só luzes que aparecem.

Segundo o relatório, "Desde as costas de Casablanca em Marrocos até Tripoli, Líbia, peritos afirmam que o crescimento do Cristianismo, especialmente nos últimos 20 anos, não tem precedentes. E agora o crescimento é evidente na nação do Norte de África com o nome de Argélia."

De facto, afirmou o Pastor Salah, que lidera uma das maiores igrejas da Argélia onde todos os novos Cristãos chegam de famílias muçulmanos, "Nós nunca imaginamos que a igreja Argelina viesse a crescer de tal forma."

Segundo reportado, desde que a igreja do Pastor Salah abriu que todos os anos são baptizadas, em média, 150-160 pessoas por ano.


segunda-feira, 12 de março de 2012

Maometanos do norte de África querem emigrar

O Centro Árabe para a Pesquisa e Estudos Políticos levou a cabo uma pesquisa em torno das opiniões existentes no "mundo árabe". Apurou-se que 26% dos argelinos, 50% dos sudaneses e 30% dos líbios querem sair dos seus respectivos países.

Hmmm . . . Para onde será que eles querem emigrar?

Talvez a forma de resolver esta situação seja: os argelinos emigravam para o Sudão, os líbios emigravam para a Argélia e os sudaneses emigravam para a Líbia.

Desta forma os 3 países experimentariam a espiral ascendente de enriquecimento que a diversidade cultural inevitavelmente produz.

Fonte


sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Bruxelas: confronto entre marroquinos e argelinos:

Na passada Quinta Feira dois argelinos foram presos depois de terem levado a cabo ataques com facas a um marroquino. O incidente ocorreu em Sint-Jans-Molenbeek, um subúrbio de Bruxelas.

De acordo com o porta-voz da polícia, há dois cafés próximos um do outro na área - um marroquino e outro argelino - situação a que regularmente gera problemas.

O incidente levou a confrontos entre as comunidades argelinas e marroquinas o que levou a que o café argelino tivesse sido objecto de destruição parcial.

Os atacantes fugiram para a mesquita, seguidos de perto por cerca de 100 marroquinos.

A polícia conseguiu tirar os dois suspeitos da mesquita, o que causou a que as pessoas à volta dirigissem o seu ódio aos polícias. A multidão seguiu a polícia até ao departamento policial, tendo atirado algumas pedras contra os veículos policiais.

Mais tarde, a polícia conseguiu por fim acalmar o ambiente.

-Fonte-


A importação desmedida de imigrantes não-assimiláveis faz com que as cidades civilizadas agora sofram dos mesmos problemas que as cidades do terceiro mundo sofrem.

É por estas e por outras que os europeus estão a ficar fartos da forma como os marxistas culturais ignoram a vontade da população indígena e forçam-na a viver lado a lado com grupos ideológicos que não têm vontade alguma de se incluírem no segmento produtivo da sociedade.

Convém ressalvar que, enquanto os socialistas forçam o povo a viver entre imigrantes violentos, eles, os socialistas, vivem nos seus castelos de cristal - longe da violência e da decadência gerada pelos mesmos imigrantes que eles importaram do terceiro mundo.

terça-feira, 5 de julho de 2011

A infiltração islâmica no exército francês

Modificado a partir do original

Há em França cada vez mais tensão entre indígenas e muçulmanos - incluindo no seio das Forças Armadas.

Exactamente - porque afinal a ideia de que a solução para a criminalidade «juvenil» dos imigrantes, bem como a tendência para o terrorismo, a ideia de que a solução para isto é a «integração» - i.e., emprego, habitação, inserção social, salário, quotidiano comum aos indígenas - não vale efectivamente nada no que toca a garantir a «harmonia das civilizações» dentro das fronteiras europeias, sequer dentro das fronteiras de um país europeu...

Na maior parte dos Estados ocidentais, o grosso de quem tem as armas na mão ainda é de sangue europeu. Mas, em França, a elite que fomentou a iminvasão foi já mais longe do que a elite do resto da Europa - a França sempre na crista da onda do progresso... - e vai daí há toneladas de alógenos hostis a viver dentro da instituição militar francesa.

Alguns dos sinais e/ou resultados são os seguintes:

  • os jovens norte-africanos [muçulmanos] no seio da Forças Armadas Francesas são responsáveis por 3,5 vezes mais deserções, seis vezes mais desobediências, seis vezes mais insultos a oficiais superiores e oito vezes mais actos de insubordinação
  • uma jovem militar de origem norte-africana, [muçulmana] Aïcha, diz, quando lhe perguntam o que faria em caso de conflito entre a Argélia e a França, diz então o seguinte: «Na minha cabeça sou argelina, não me sinto francesa. Para mim, o exército não é uma questão de lutar por uma Nação, mas sim de encontrar emprego.»
  • um relatório do Ministério da Defesa datado de Janeiro de 2007 refere «a atitude intransigente e exigente a tornar-se provocação» dos JFOM (Jovens Franceses de Origem Magrebina) e a «super-delinquência mesmo no coração do seu regimento».

Super quê, delinquência??? Então mas afinal os soldados magrebinos são mais pobrezinhos-logo-necessitados-de-roubar do que os soldados de origem verdadeiramente francesa???? Ai tanto racismo... ou então é porque cresceram num meio pobre-logo-violento e depois pronto, ficaram assim... e enquanto isso vão minando a Defesa do País por dentro...

  • um jovem paraquedista francês conta como os JFOM (Jovens «Franceses» norte-africanos, como se leu acima) fazem queixa aos superiores de «racismo» cada vez que alguém lhes passa alguma reprimenda pelo seu comportamento indisciplinado;
  • a Academia Militar Francesa de Saint-Cyr considera a implementação de um programa que um dia permitirá a existência de coronéis Maomés e de generais Ben Babroufs...
E agora, a cereja islamo-africana no topo do bolo envenenado que a elite obriga os Povos do Ocidente a engolir:
  • na Marinha, registou-se em 1999 um motim a bordo do porta-aviões Foch. Sessenta soldados voluntários, todos de origem norte-africana (porque será que se ofereceram como voluntários? Já se vai ver...), tomaram o seu oficial superior como refém...

    Depois de estarem dois dias barricados na cafetaria do navio, foi preciso um comando da marinha para os deitar abaixo... os mouros revoltosos estavam a reagir contra um castigo colectivo imposto depois de uma outra rebelião ter ocorrido durante uma missão nas costas da Jugoslávia durante a qual aviões de guerra da Marinha Francesa Dassault Super-Etendards levaram a cabo ataques aéreos no Kosovo, terra que os recrutas muçulmanos consideraram um santuário muçulmano...

Nota - tudo isto se passa mesmo no interior da defesa militar de um dos mais poderosos países europeus. Para que conste..
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