MITOS ISLÂMICOS

Mostrar mensagens com a etiqueta Convertidos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Convertidos. Mostrar todas as mensagens

domingo, 28 de dezembro de 2014

Número crescente de muçulmanos relata sonhos com o Senhor Jesus


Eu estava sozinho num deserto. Por onde quer que eu olhasse, não via mais nada a não ser areia. Senti a areia nos meus pés descalços. Foi então que eu vi algo de extraordinário. No meio daquela imensa esterilidade emergiu da terra uma cruz de madeira, ascendendo à medida que a areia caia de volta para a terra.

Assim tem início a narrativa dum sonho publicado pelo muçulmano Bósnio Emina Emlonic. Um sonho sobre o Senhor Jesus. O sonho continua:

Por essa altura, senti-me como um espectador no meu próprio sonho e a visão da cruz não me deu medo nem alegria. Mas eu estava curioso e como tal, comecei a movimentar-me, quase flutuando, em direcção a ela; ela era a coisa mais magnífica que eu alguma vez havia visto ou imaginado. À medida que ia chegando perto da cruz, subitamente vi um Homem a caminhar na minha direcção: um Homem com Ombros largos e passada larga, com compleição escura, cabelo longo, e a usar uma túnica branca. E também subitamente, deixei de ser uma testemunha do meu sonho. Eu estava dentro dele, caminhando em direcção ao Homem que caminhava na minha direcção. Soube logo Quem Ele era. Era Jesus. Sem saber porquê, dei por mim de joelhos. Ele ficou acima de mim, e tocou na minha cara com a Sua Mão direita.

Postado no site Catholic Thing tais descrições de encontros com o Senhor Jesus através de sonhos e visões, defende o Pastor Frank Costenbader, fundador do Manifold Hope Ministries, e editor do site Isa Dreams, estão a ser reportadas cada vez mais. Isa é o nome em árabe correspondendo a "Jesus" que se encontra no Alcorão. Costenbader acrescenta:

O número de sonhos com o Senhor Jesus parecem ter aumentado tremendamente desde o ano 2000, e o ano de 2005 parece ter entrado noutro ritmo. Durante os últimos 2 anos, no site, tem havido uma explosão de testemunhos focados em pessoas que encontram o Senhor Jesus em sonhos, e subsequentemente se tornam seguidoras de Jesus.

Um homem Saudita disse que sonhou com um "cena horrível":

Numa noite, enquanto eu dormia, tive um sonho horrível de ser levado ao inferno. E o que vi por lá deu-me um medo genuíno. Este sonho continuou a acontecer quase todas as noites. As coisas chegaram a um ponto onde comecei a questionar o porquê de estar a ver o inferno desta forma.

Ele disse que Jesus lhe apareceu e lhe disse:

'Filho, Eu sou o Caminho, a Verdade e Vida, e se tu Me entregares a tua vida, e Me seguires, Eu irei salvar-te do inferno que viste'.

Isto foi uma surpresa para mim, visto que não sabia Quem era este Jesus. Claro que Ele é mencionado no Alcorão no livro da Surah Mariam. Ele é declarado como Um dos nossos 4 profetas, mas não como Salvador que nos pode salvar do inferno. Devido a isto, comecei a procurar por um Cristão de modo a que ele me desse algum tipo de conselho em torno do Jesus que eu havia visto.

Ele disse que tentou falar com um Cristão Egípcio, porque o Cristianismo se encontra "totalmente banido da Arábia Saudita e se algum Cristão for encontrado a testemunhar a um muçulmano, certamente que ele será decapitado.”

Uma adolescente Tailandesa chamada Fa reportou aos muçulmanos da Tailândia que ela viu o Senhor Jesus enquanto caminhava no campo. Uma descrição da sua experiência inclui o seguinte:

Ela deu por si num campo aberto. Não havia nada de especial neste cenário mas ela sentiu uma paz no seu coração, o tipo de paz que ela nunca havia sentido. Parecia que ela já havia estado neste campo antes e, de alguma forma, ela sabia o que iria acontecer a seguir. E subitamente apareceu à sua frente uma Luz brilhante. Ela não se assustou quando viu a Figura. Era um Homem a usar um robe branco que parecia brilhar. Quando ela viu a Figura, o seu coração foi inundado de alegria e amor. Ela soube imediatamente que Quem lhe estava a aparecer era o Jesus.


Não são só os muçulmanos

Os muçulmanos não são os únicos a reportar tais encontros notáveis visto que Costenbader também descreve testemunhos de Hindus. Ele afirma também que, independentemente da origem das pessoas, uma característica comum dos sonhos com o Senhor Jesus é que eles incutem uma sensação de paz. “Isso é muito diferente do sistema repleto de medo que é o islão,” disse Costenbader.

Christine Darg, autora e co-apresentadora do programa televisivo “Exploits Ministry,” do Jerusalem Channel, concorda que este é um desenvolvimento cada vez mais comum:

O fenómeno de muçulmanos a passarem a ter uma fé viva no Senhor Jesus está a acontecer todos os dias. Isto faz parte da profecia de Joel de que nos últimos dias Deus irai derramar o Seu Espírito sobre todas as pessoas - filhos e filhas irão profetizar, jovens e velhos iriam experimentar sonhos e visões.

Darg, que é também autora do livro “Miracles Among Muslims: The Jesus Visions,” diz que compilar um registo das visões é difícil devido à frequência da ocorrência:

São tantas! Um antigo terrorista prometeu a Deus que estava pronto a morrer por Ele, mas o Senhor Jesus falou de forma audível com ele e disse-lhe, "Chamei-te não para morrer mas para viver para Mim!" Ele ficou surpreso. Embora do ponto de vista teológico todos os Cristãos devam entregar as suas vidas pelo Senhor Jesus, que fez expiação por nós, esta mensagem de Jesus para um antigo terrorista é uma reversão bastante refrescante do mantra desejoso da morte dos jihadistas.

Darg salientou que alguns peritos afirmam que pelo menos 1/4 dos Cristãos provenientes do islão experimentaram algum tipo de sonho sobrenatural ou visão em torno de Jesus:

Quando partilho a minha fé com os muçulmanos, pergunto-lhes com frequência se eles tiveram algum sonho ou visão sobre Jesus, e normalmente eles respondem positivamente.

Na sua pesquisa, Costenbader apurou que relatos de "Sonhos com Isa" não são novos; um sonho em 1844 levou à conversão dum homem Indonésio chamado Paulus-Tosari, que ajudou a dar início ao primeiro movimento moderno de muçulmanos a converterem-se a Cristo. Ele disse também que duas visões com o Senhor Jesus em 1892 podem ser directamente associadas ao segundo movimento islâmico para Cristo na Etiópia.

‘Subrenatural’

Jim Bramlett, autor e presidente do Choices for Living, e que já viveu na Arábia Saudita, acredita que o fenómeno de muçulmanos a terem visões e sonhos com o Senhor Jesus é claramente sobrenatural:
São visões. São sonhos. É um acto soberano e sobrenatural de Deus, e é encorajador. E isto está a acontecer mais do que se sabe.

Darg disse que simplesmente falar sobre o sonho ou a  visão do Senhor Jesus abre a porta para que o convertido muçulmano possa falar abertamente sobre o encontro:

Como caso que serve de exemplo, recentemente levei um grupo de excursão para o Bairro Muçulmano de Cidade Velha de Jerusalém, e o nosso guia organizou as coisas de modo a que nos encontrássemos com um clérigo muçulmano.

Passado que estava algum tempo, chegaram ao período de perguntas e respostas, e sabendo que o xeque era perito da forma mística do islão - Sufismo - Darg disse que ela "sentiu que ele certamente teria ouvido algum dos seus co-religionistas a ter experimentado um sonho com o Senhor Jesus".

Então perguntei ao xeque se ele poderia partilhar alguns exemplos connosco. De repente, o homem começou a chorar, e embora ele estivesse a falar com todo o meu grupo, ele disse: 'Deixe-me dizer-lhe uma coisa. Eu mesmo já vi Jesus'.

Darg disse que a experiência do Sufita era típica:

Ele relatou o encontro mais bonito que ele havia experimentado com o ressuscitado Senhor Jesus, e como o Senhor o havia abraçado duma forma tal que o xeque se havia tornado seguidor de Jesus sem se aperceber que ele era Cristão.

Costenbader disse que o número de encontros através de sonhos é incalculável visto que só ele já documentou histórias provenientes de 29 países.

Ninguém consegue ter estatísticas perfeitas mas com base na nossa pesquisa, acredito que mais de 1 milhão de sonhos e visões com o Senhor Jesus ocorreram desde o ano 2000. Isto podem ser 200 sonhos por noite entre os 1,6 mil milhões de muçulmanos do mundo inteiro. É possível que até 5% dos muçulmanos pode ter tido tal tipo de sonhos - o que pode ser mais de 80 milhões de sonhadores.

Darg salientou que muitos muçulmanos não "reportam estas experiências sobrenaturais imediatamente devido ao medo das represálias.” Ela conta a história duma mulher que se encontrava no Monte das Oliveiras em Jerusalém, que teve sonhos e visões do Senhor Jesus.

Ela não Lhe respondeu inicialmente devido ao medo do que poderia acontecer se ela se tornasse seguidora do Jesus. No entanto, através dum acidente na sua cozinha e a subsequente cura total da sua lesão por meio de outra visão nocturna do Senhor Jesus, ela recebeu força para testemunhar que Jesus estava Vivo e que Ele a havia curado.

Costenbader citou a sura 4:89 do Alcorão, que diz que a conversão do islão para o Cristianismo é punível com a morte.

Todos eles tiveram sonhos

Costenbader disse que os sonhos, segundo as palavras duma das mulheres que ele entrevistou, transforma as vidas:

Quando entrevistei uma mulher do Irão, ela disse que todos eles haviam tido sonhos.

A mulher disse-lhe o seguinte:

Porque é que colocaríamos as nossas vidas em risco por uma proposição? Precisamos algo transformador, e é isso que os sonhos são.

O livro de Darg tem exemplos do Senhor Jesus a aparecer a várias pessoas ao mesmo tempo:

Segundo sei, a minha pesquisa é o único livro que salienta este facto fascinante. Uma coisa é Ele aparecer a uma pessoa, coisa que Ele fez comigo quando eu era uma jovem menina e me curou duma doença letal através duma visão. Mas é outra dimensão totalmente diferente Ele aparecer a um grupo de pessoas ao mesmo tempo. Tenho um capítulo inteiro do meu livro que fala do Senhor Jesus a aparecer a um grupo de rapazes da Arábia numa sala de aula, durante o Ramadão.

Bramlett disse que as visões podem ser o resultado das orações em favor dos muçulmanos, mas ele diz que é Deus Quem está a fazer a obra:

Acredito que Ele está, de modo soberano, a derramar a Sua Presença junto do povo muçulmano. Isto é o resultado da Sua Graça. Ele enviou o Seu Filho para morrer por eles e Ele ama-os. Esta é uma das formas de comunicar o seu amor por eles.

Embora Bramlett acredite que a pré-estabelecida percepção islâmica de Jesus como Profeta os possa ajudar a acomodar a visão, outro factor é responsável pela conversão dos muçulmanos:

Não tenho dúvidas que o Espírito Santo está a operar visto que as Escrituras dizem que ninguém pode declarar que Jesus é Senhor sem ser pelo Espírito Santo. Portanto, tudo isto é obra Dele.

Bramlett ressalva também uma importante mudança de atitude que ele acredita ser necessária. Ele diz que os detalhes das histórias deveriam ajudar os Americanos a entender o desejo de Deus de ver o povo Árabe a aceitar o Cristianismo:

Eles mesmos são criação de Deus. Jesus quer atingir estes almas preciosas.

Bramlett disse que um impedimento maior para os muçulmanos é o seu sistema de crenças:

O seu sistema de crenças é satânico. É possível que Alá seja o próprio diabo. Pensem nisto: O Alcorão diz-lhes para matar quem quer que não se converta. No entanto, temos que desejar que eles sejam salvos. Eles são criação de Deus, e todos eles precisam de ser remidos. O Senhor Jesus morreu intencionalmente para os salvar também.

- http://bit.ly/1tuv8HR.

domingo, 14 de dezembro de 2014

Boas notícias para os muçulmanos

Por Bill Muehlenberg

Todos nós sabemos sobre o Estado Islâmico e sobre o seu reino de terror, bem como sobre as pessoas um pouco por todo o mundo que têm sido mortas, torturadas, e escravizadas em nome da ideologia política com o nome de islão. E com o crescimento oculto da Sharia no Ocidente, não temos ilusões algumas de facto de estamos dentro duma guerra.

Mas por trás de tudo isto encontra-se, obviamente, uma guerra espiritual, e existem algumas coisas importantes que temos que levar em conta. De facto, no meio disto tudo existem notícias tremendas. Naturalmente que Deus ama os muçulmanos, e busca formas de os atrair para Si; surpreendentemente, muitos muçulmanos estão-se a converter a Cristo - e em números recorde (embora muitos deles estejam a pagar um preço elevado por aceitarem Jesus Cristo como Salvador, incluindo o preço maior da morte), Deus está a fazer um trabalho maravilhoso no mundo islâmico, e histórias de conversões do islão para o Cristianismo são ouvidas todos os dias.

Claro que testemunhos de muçulmanos a converterem-se a Cristo não são novos visto que sempre existiram histórias notáveis de conversão. Em tempos mais recentes, podemos levar em conta o caso da mulher Paquistanesa Begum Bilquis Sheikh, tal como reportada no seu livro clássico de 1978 com o título de "I Dared To Call Him Father". Ela, tal como muitos outros ex-muçulmanos, veio a Cristo especialmente devido a sonhos e visões.

Muitas outras histórias incríveis são contadas em testemunhos longos como livros. Eu mesmo já coloquei algumas no meu site, incluindo a dum ex-guarda revolucionário Iraniano que é actualmente um tremendo evangelista Cristão e professor. Vejam aqui a história tremenda de Daniel Shayesteh.

Outras histórias mais recentes incluem o testemunho de Nabeel Qureshi no seu volume de 2014 com o nome de "Seeking Allah, Finding Jesus". Este é, de facto, um volume muito importante, visto que não só é uma biografia fascinante, como é um olhar profundo aos ensinamentos e às prácticas do islão com a ajuda de estudiosos e apologistas Cristãos de topo.

Também publicado este ano foi o livro "Face to Face With Jesus" por Samaa Habib. Educada numa nação do Médio Oriente, ela tem também uma história de conversão milagrosa. Existem muitas histórias como esta, e histórias de conversão estão disponíveis e são de leitura encorajadora. Uma destas é o volume de Faisal Malick, "10 Amazing Muslims Touched By God".

Deixem-me falar duma história encontrada por lá, a de Kamal Saleem, um jihadista libanês que adorava matar os infiéis. Eventualmente, ele foi para os EUA como jihadista secreto, mas um acidente de carro lançou-o para um hospital. Foi lá, em desespero e desesperado, e precisamente quando ele pensava em acabar com a sua vida, que o Senhor Jesus lhe apareceu e o curou por completo. Actualmente, ele tem um ministério a tempo inteiro sediado no EUA.

Outra colecção de histórias de muçulmanos a converterem-se ao Cristianismo é o "Dreams and Visions: Is Jesus Awakening the Muslim World?"  por Tom Doyle (2012). Nesse livro um certo número de histórias de conversão estão registadas, e mais importante ainda, Doyle só listou histórias que poderiam ser devidamente verificadas.

Para além de tais histórias pessoas de conversão existem também volumes que se dedicam a analisar o pano de fundo mais alargado. Dois livros recentes que discutem este agir tremendo de Deus entre os muçulmanos tem também que ser ressalvado aqui. O primeiro é "Miraculous Movements" por Jerry Trousdale (Thomas Nelson, 2012). Tal como ele escreve na sua nota introdutória:

Movimentos milagrosos estão a varrer algumas partes do mundo islâmico actual. O Espírito de Deus está a mover-Se duma forma poderosa - de facto, duma forma que nós pensamos ser sem precedentes - à medida que centenas de milhares de muçulmanos estão a entregar as suas vidas ao senhorio de Jesus Cristo. Antigos sheiks e imãs; homens que bombardeavam igrejas e perseguiam sem piedade os seguidores de Cristo; homens e mulheres comuns que haviam seguido os ensinamentos do islão durante toda a sua vida - estes e  muitos outros estão a encontrar a verdade da vida eterna através do Senhor Jesus Cristo, e o número cresce diariamente.

Muitos destes ex-muçulmanos chegam-se à Palavra de Deus através de formas dramáticas - através de sonhos, e visões, como resultado de testemunharem milagres, por verem homens e mulheres a serem curados de deficiências físicas e vícios, e através de grupos de rebeldes endurecidos que voluntariamente entregam as suas armas. Dezenas de milhares estão a testemunhar o Poder do Espírito de Deus nas suas vidas.

Outro volume também importante é "A Wind in the House of Islam" (WIGTake, 2014), de David Garrison. Este volume documenta também a forma como Deus a operar de forma poderosa no mundo islâmico. Ele começa a sua descrição agitante da seguinte forma:

Actualmente, em mais de 70 localizações separadas, e presentes em 29 nações, novos movimentos de seguidores de Cristo provenientes de famílias muçulmanos estão a ocorrer. Cada um destes novos movimentos já passou a marca de pelo menos 100 novas igrejas ou 1,000 membros baptizados - todos eles chegados a Cristo durante as últimas duas décadas.

Em alguns países o número destes movimentos cresceu para as dezenas de milhares. Embora o número de novos seguidores de Cristo - entre 2 a 7 milhões - possa ser estatisticamente uma gota no vasto oceano do islão, ele não é insignificante. Não estando limitado a zonas remotas do mundo islâmico, estas novas comunidades de crentes encontram-se propagadas - desde o Sahel da África Ocidental até às apinhadas ilhas da Indonésia - e todos os lugares pelo meio.

Embora muitas destas histórias  - talvez a maioria - lide com países com maioria muçulmana onde o evangelismo Cristão directo seja difícil e quando inexistente, Deus está também Preocupado com os nossos vizinhos muçulmanos que se encontram à nossa porta. É provável que nós sejamos incapazes de ir para tais estritos países islâmicos como missionários, mas podemos orar pelo mundo islâmico, e certamente que podemos tentar atingir os muçulmanos que vivem no Ocidente.

Garrison termina com estas palavras em torno dos "cinco passos prácticos que podemos levar a cabo agora como forma de nos alinharmos com a actividade redentora de Deus entre os muçulmanos." Ele cita cinco coisas-chave que nós podemos fazer:

- Orar pelos muçulmanos.
- Apoiar os movimentos que tentam alcançar os muçulmanos.
- Falar com muçulmanos.
- Ministrar aos muçulmanos da nossa comunidade.
- Partilhar o Evangelho com os muçulmanos.

Tal como já disse anteriormente, quando se fala no islão, temos duas obrigações claras. Publicamente, e politicamente, temos que resistir a jihad oculta e a Sharia rastejante. A liberdade e a democracia são dignas de serem defendidas, e nós estamos dentro duma guerra séria contra o islão político.

Mas ao nível pessoal e espiritual, temos que fazer todos os possíveis para exibir os amor de Cristo para com os nossos vizinhos muçulmanos. Temos que orar por eles, buscar formas de estabelecer laços de amizade, e fazer todos os possíveis para os trazer para o Reino. Deus claramente está a trabalhar no mundo islâmico. e Ele quer estar a trabalhar no Ocidente também.

Que papel é que tu vais desempenhar nisto tudo?
Fonte: http://bit.ly/1w6Wkyw.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

O sofrimento de Hassan Muwanguzi depois de abandonar o islão

Por Raymond Ibrahim
"E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como escória, para que possa ganhar a Cristo" - Filipenses 3:8
Quando São Paulo escreveu a Carta citada em cima para os Cristãos de Philippi, ele e a igreja primitiva estavam a sofrer perseguições (Paulo foi eventualmente executado em Roma). Embora os Cristãos Ocidentais de hoje ainda citem as suas palavras em referência aos seus sacrifícios diários, um crescente número de Cristãos um pouco por todo o mundo, especialmente aqueles que se encontram no mundo islâmico, estão de facto a perder absolutamente tudo devido à sua fé.

No Uganda, e em apenas uma década, as coisas evoluíram de más para piores, e para sanguinárias. A situação em torno de Hassan Muwanguzi, por exemplo, um muçulmano que se converteu ao Cristianismo - cujos sacrifícios iniciais encontram-se registados no livro Crucified Again: Exposing Islam's New War on Christians (página 131) - longe de terem diminuído, só pioraram.

Depois de ter obtido qualificações universitárias em torno da lei islâmica, e depois de se ter convertido ao Cristianismo quando tinha 20 e poucos anos, a sua família imediatamente o expulsou de casa, e "muçulmanos furiosos" espancaram-no. Mais tarde, no mesmo ano, a sua esposa deixou-o e ele perdeu o seu emprego de professor na Nankodo Islamic School, perto de Pallisa.

Estes eventos foram só o início; pegando nos destroços da sua vida e avançando com ela, Hassan eventualmente fundou uma escola Cristã - Grace International Nursery and Primary School - perto de Mbale, que tem uma maioria muçulmana. Desde então, diz Hassan,
Os muçulmanos usaram todo o tipo de ameaças como forma de levar a que eu feche a escola - primeiro usaram feitiçaria. Isto não funcionou, e como tal, tentaram desencorajar outros muçulmanos a trazer os seus filhos para a escola. Eles disseram que a escola estava a converter as crianças muçulmanas ao Cristianismo ao lhes ensinar Educação Religiosa Cristã.
Quando tudo isto falhou, em 2011 um professor islâmico - Sheikh Hassan Abdalla - acusou Hassan de ter "contaminado" [sexualmente] a jovem filha do sheikh. Tendo ao seu lado os seus conterrâneos muçulmanos, o clérigo islâmico deu entrada a um processo legal junto do magistrado-chefe e consequentemente Hassan foi preso durante três semanas.

Visto que por diversas vezes o seu acusador, sheikh Abdalla, deixou de comparecer no tribunal para testemunhar, Hassan foi liberto. Usando as suas próprias palavras, "O juiz apurou que a falsa acusação era, e como tal, o caso foi arquivado. Eu havia sido sujeito à humilhação, mas perdoei-os em prol do meu ministério na região."

O ataque islâmico seguinte veio apenas alguns meses depois de Hassan ter sido absolvido. Primeiro, o dono da terra onde Hassan havia construído a escola Cristã disse que ele nunca a havia vendido a Hassan. Esta alegação levou a que uma ordem jurídica fechasse a escola em Maio de 2012. No mês seguinte, a casa de Hassan foi incendiada por três muçulmanos:
Eu e a minha família escapamos de casa pela graça de Deus porque se não tivesse sido assim, nós teríamos morrido..... Este ataque foi mobilizado pelos sheikhs muçulmanos, pelos imãs e pelos membros familiares depois de terem ficado a saber que eu me havia convertido ao Cristianismo depois de ter estudado e me ter licenciado na universidade estudando a lei islâmica.
Menos de um ano depois, em Março de 2013, Hassan foi hospitalizado em Mbale depois duma tia que havia "reunido a família" ter colocado insecticida no seu chá sem que este soubesse. Hassan diz:
Depois de ter comido e ter bebido o chá, comecei a sentir dores de barriga e apercebi-me que ela era a responsável pela dor - e acredito que ela não agiu sozinha visto que há já algum tempo todos eles que andavam atrás de mim, directamente ou indirectamente, porque, quando eu os deixei e me converti ao Cristianismo, isso magou-os profundamente.... O motivo que os levava a querer acabar com a minha vida é bem claro: eu havia convertido ao Cristianismo. Acima de tudo, para eles isto era como se eu tivesse trazido vergonha à família por me ter convertido e por ser um antigo sheikh. Mas para Deus, o Pai Todo Poderoso, tudo isto fazia parte do Seu plano para expandir o Seu Reino.
Quando Hassan chegou ao hospital, ele já havia vomitado, "estava confuso e com uma forma de falar arrastada", e a sua "visão estava a ficar cada vez mais fraca," levando a que "ele nem conseguisse reconhecer o amigo que o havia trazido ao hospital", disse o médico que o tratou.

Durante a reunião familiar onde ele havia começado a sentir-se mal, Hassan telefonou a um líder Cristão local que o aconselhou a sair sorrateiramente. O Bispo Kinyewa disse:

Eu sabia que se disse a eles que Hassan se estava a sentir mal, eles haveriam de lhe causar ainda mais males.

Mais recentemente, no dia 16 de Junho de 2014, quatro muçulmanos invadiram a sua casa ao mesmo tempo que um deles gritava:

Hoje, vamos-te matar! Tu tens sido um causador de problemas e não estás a respeitar a religião do nosso profeta!

O "apóstata" fugiu do seu quarto, pensando que eles não haveriam de magoar a sua filha de 12 anos, chamada Grace Baruka, mas foi então que ele a ouviu a chorar à medida que os muçulmanos lhe estrangulavam. Quando ele saiu do quarto, eles pegaram-no:

Eles atingiram-me com um objecto contundente e eu caí no chão. Acordei e vi os meus vizinhos à minha volta dizendo que a minha filha se encontrava em estado crítico.

Os vizinhos levaram Grace até ao hospital onde ela foi declarada morta no momento de chegada.

Arrependo-me de ter sobrevivido ao envenenamento. Deus poderia ter permitido que eu morresse. A minha filha morreu e eu estou agora a lamentar a sua morte ao mesmo tempo que estou cheio de dores no corpo.

Embora a experiência contínua de Hassan com o implacável "Cão de Caça da Jihad" fale por si, a realidade dos factos e que um incontável número de Cristãos espalhados um pouco por todo o mundo - tanto convertidos do islão bem como Cristãos por nascença - estão silenciosamente a "perder tudo" às mãos de muçulmanos - muçulmanos esses que podem ser membros familiares, "muçulmanos locais", ou organizações terroristas muçulmanas.

Segundo um activista dos direitos humanos que visitou recentemente os Cristãos que estão a fugir ao avanço do Estado Islâmico em Mosul,

As pessoas estão traumatizadas: eles perderam tudo. Frequentemente, eles estão em fuga pela segunda, terceira ou quarta vez.

Um Cristão iraquiano, lamentando as tribulações recorrentes e soando um pouco como Hassan, disse:
Por vezes desejo que os meus pais nunca me tivessem trazido ao mundo.

Não passa um mês sem que ocorram ataques a igrejas Cristãs que se encontram no mundo islâmico. Muitos destes ataques - tais como aqueles que ocorrem na Nigéria e no Quénia - resultam num largo número de casualidades. Não passa um mês sem que ocorram ataques a Cristãos que são acusados, frequentemente sem evidências, de "blasfémia" ou de terem deixado o islão.

Durante esta semana, no Paquistão, uma mulher Cristã grávida, mãe de quatro crianças, e o seu marido, falsamente acusados de terem queimado páginas do Alcorão, foram espancados por uma turba de muçulmanos e lançados para dentro dum forno duma fábrica de tijolos, onde eles foram queimados vivos; e há apenas alguns meses atrás, Meriam Ibrahim, outra mãe Cristã grávida, foi presa no Sudão e condenada a receber 100 chicotadas e condenada a ser executada por ter abandonado a religião de Maomé.

Embora ela tenha sido eventualmente liberta, o Pastor Saeed Abedini, um Americano, ainda se encontra preso numa prisão Iraniana por "apostasia" e por practicar a sua fé Cristã. Aparentemente o seu caso nem foi mencionado pelos Americanos no preciso momento em que negoceiam com o Irão o seu (dos Iranianos) programa de armas nucleares.

Em Maio último, mais de 200 raparigas Cristãs da Nigéria foram capturadas pelo grupo islâmico Boko Haram. "Raptei as vossas raparigas", disse o seu líder Abubakar Shekau em Maio. "Por Alá, irei vendê-las no mercado como escravas." Em Setembro passado, os Cristãos que fugiam ao Estado Islâmico receberam a "opção" de se converter ao islão ou serem mortos.

A história de Hassan Muwanguzi do Uganda é apenas uma das muitas histórias de Cristãos e outras minorias que perdem tudo enquanto vivem sob o islão.

Fonte: http://ow.ly/E1CaZ

* * * * * * *
Quando chegamos ao ponto de Cristãos serem queimados vivos sem que as organizações mundiais vejam nisso algo digno de ser combatido de forma frontal e sem reservas, podemos ter a certeza que quem manda no mundo tem planos para fazer as mesmas coisas aqui no Ocidente. Dito de outra forma, quem controla os média e o mundo político Ocidental nutre pelos Cristãos um desprezo assassino igual ao desprezo que os muçulmanos nutrem pelos Cristãos. A diferença é que, por enquanto, os Ocidentais ainda não nos podem lançar nos fornos. Mas esse dia chegará.

Os muçulmanos, esses, ao seguirem as ordens do seu "profeta" e ao matarem de forma bárbara os seguidores do Senhor Jesus, só estão a garantir (ainda mais) o seu lugar no inferno, o fogo que arde sem fim. Ao contrário dos Cristãos que foram queimados vivos no Paquistão, os muçulmanos que forem lançados no inferno - o fogo eterno - nunca mais terão paz.

.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Muçulmanos matam mulher que se havia convertido ao Cristianismo

"vem mesmo a hora em que, qualquer que vos matar cuidará fazer um serviço a Deus." João 16:2

"Quem abandonar a fé islâmica deve ser morto". (Maomé, Volume 9, Book 84, Number 57)

Na manhã do dia 9 de Junho de 2014, no sul do Yémen, Saeed acordou ao som de gritos. Ele saiu do quarto, empurrou para o lado membros familiares assustados, e viu a sua esposa a arder no meio da cozinha, envolta em chamas. A sua esposa, Nazeera, havia estado a preparar o pequeno almoço por volta das 9 da manhã, quando entornou óleo alimentar para dentro duma panela quente. O líquido brilhou e a garrafa explodiu. Enquanto os seus 4 filhos observavam-na a gritar, Nazeera estava a ser queimada viva.  Saeed (nome falso), chorando, disse o seguinte ao Morning Star News:

Corri para fora do quarto e nem podia falar com ela sobre o que tinha acontecido. Tudo o que eu conseguia pensar era em apagar o fogo e levá-la para o hospital. Mas o meu filho de 16 anos não se continha em abraçá-la, mantendo-a por perto enquanto ela era consumida pelas chamas. Ele ficou ferido e eu tive que o afastar dela.

Cerca de duas semanas mais tarde, Nazeera, de 33 anos, morreu como resultado das queimaduras. Quando Saeed regressou para a sua casa, um parente disse-lhe o impensável - que membros da sua família e da sua família da sua esposa dela haviam retirado o óleo vegetal da garrafa e colocado em seu lugar gasolina. Saeed sabia do motivo: muitos anos atrás, ele e ela haviam-se convertido ao Cristianismo e voltado as suas costas ao islão.

Antes dos ataque, Saeed e a sua esposa tomaram a decisão de fugir das suas famílias e do país (Yémen) que é 99% muçulmano. Eles obtiveram os seus papéis de viagem dois dias antes da garrafa sabotada ter explodido.

Depois dos médicos terem dito que não havia mais nada que eles poderiam fazer por Nazeera, amigos dos casal conseguiram assegurar um quarto num hospital Egípcio para um tratamento melhor. Nazeera morreu nesse dia antes de poder viajar.

Saeed encontrava-se junto dela quando ela morreu e entre as suas últimas palavras dirigidas a ele encontravam-se recomendações para que ele não se preocupasse e que ele tomasse conta das crianças. Saeed deixou o hospital e viajou duas horas até chegar à sua casa. Foi aí que um parente lhe disse que um dos seus irmãos e um dos irmãos dela haviam conspirado contra eles como forma de os punir:

Foi-me dito por um dos parentes que tudo foi uma armação e que eles haviam substituído o óleo culinário pela gasolina (que se incendiou mal ela o despejou).

Quando Saeed se dirigiu à polícia como forma de obter ajuda, os oficiais presentes disseram-lhe que trouxesse testemunhas que pudessem confirmar a sua alegação de que havia ocorrido uma sabotagem com a garrafa de óleo. Os seus filhos apenas viram a explosão e não puderam testemunhar em favor duma sabotagem e os parentes de Saeed recusaram-se a incriminar os alegados conspiradores - os seus próprios membros familiares:

Ninguém irá testemunhar em nosso favor. A minha família disse que se eu fosse morto e cortado aos bocados, eles não fariam nada e nem iriam testemunhar em meu favor.

Saeed enterrou a sua esposa e tentou vender as coisas que ainda se encontravam na sua casa, mas os membros da sua família bloquearam os seus esforços. Inicialmente, e depois do ataque, os seus 4 filhos viveram na casa da sua mãe até que secretamente ele foi capaz de tirá-los do pais antes que os seus parentes os viessem retirar das suas mãos. A sua última imagem da sua casa é a dos seus parentes a invadi-la:

Perdi a forma de me sustentar bem como tudo o que nos tínhamos. No momento em que estávamos de saída, tentei vender as coisas que tínhamos, mas alguns dos meus parentes impediram-me e não consegui vender nada. Até no próprio dia em que eu peguei nas crianças para abandonar o país, eles atacaram a nossa casa e dividiram as nossas coisas entre eles. O resto, eles destruíram...
* * * * * * *


Esta é a famosa "tolerância" islâmica da qual tanto falam os apologistas muçulmanos e os seus servos esquerdistas presentes nos mais elevados postos da sociedade Ocidental. O mais curioso é que a mesma tolerância que os muçulmanos estão religiosamente proibidos de conferir aos Cristãos,é a mesma que eles exigem ter nos países Ocidentais.

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Argélia e o crescimento do Cristianismo

"Vi argelinos a adorar a Deus com todo o seu coração e isso comoveu-me" -  Zino (convertido ao Cristianismo)


A CBN reporta que um avivamento Cristão está a tocar as partes mais a norte de África. Numa região anteriormente hostil ao Evangelho, hoje dezenas de milhares de muçulmanos estão a aceitar o Senhor Jesus em números recorde.

Tino Qahoush, graduado da Universidade Regent e cineasta que viajou até ao Médio Oriente afirmou:

O que Deus está a azer no Norte da África, começando na Mauritânia até a Líbia, não tem precendentes na história missionária. Tive o previlégio de gravar testemunhos e ouvir em primeira mão histórias de homens e mulheres, de todas as idades, onde eles podem estar sentados num quarto e ver a Aparência e a Presença de Deus manifestar-Se de forma real, como uma visão. Alguns deles deram-me histórias da forma como eles levam a cabo conversas; não são só luzes que aparecem.

Segundo o relatório, "Desde as costas de Casablanca em Marrocos até Tripoli, Líbia, peritos afirmam que o crescimento do Cristianismo, especialmente nos últimos 20 anos, não tem precedentes. E agora o crescimento é evidente na nação do Norte de África com o nome de Argélia."

De facto, afirmou o Pastor Salah, que lidera uma das maiores igrejas da Argélia onde todos os novos Cristãos chegam de famílias muçulmanos, "Nós nunca imaginamos que a igreja Argelina viesse a crescer de tal forma."

Segundo reportado, desde que a igreja do Pastor Salah abriu que todos os anos são baptizadas, em média, 150-160 pessoas por ano.


segunda-feira, 28 de abril de 2014

Portugueses combatem na facção mais violenta da Al-Qaeda

No nordeste de Londres, em Leyton, as ruas tresandam a fritos das minúsculas casas de kebab onde a gordura das pita-shoarmas se cola às paredes e ao chão. Os videoclubes só alugam filmes de ‘Bollywood’, as lojas de vestidos árabes têm escrito na montra que os perfumes são “100% livres de álcool” e nos cabeleireiros há fotos com os 42 tipos de corte de cabelo que são “a última moda afro”. 

Há lavandarias polacas, frutarias caribenhas, tabacarias romenas e restaurantes portugueses. O bairro, um dos mais multiétnicos e pobres da cidade, fica nas traseiras da Londres que vem nos postais turísticos.

As estatísticas oficiais dão algumas pistas sobre esta zona, que ganhou um novo fôlego em 2012 ao acolher os atletas olímpicos e paraolímpicos no Parque Olímpico Rainha Isabel. Residem aqui mais de 40 mil pessoas. Entre 61% a 69% pertencem a uma minoria étnica, um rácio muito superior ao da Grande Londres. Entre os grupos de imigrantes predominam os russos, marroquinos, argelinos, ganeses, nigerianos, jamaicanos ou irlandeses.


Mas há também muitos portugueses, italianos, polacos ou bósnios. O caldo de culturas nem sempre é pacífico. A extrema-direita aproveita os altos índices de criminalidade para ali fazer campanha de contornos xenófobos. A pobreza é espelhada por um outro dado: o Governo estima que cerca de um terço das crianças de Leyton e arredores vivam na pobreza.

Os cerca de dez portugueses monitorizados pelos serviços secretos portugueses e ingleses – suspeitos de pertencer ao exército jihadista Kataib al Muhajireen, aliado do poderoso Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIL) – vivem nestas ruas. Alguns deles já não se encontram em Londres e neste momento combatem no norte da Síria ao lado de centenas de guerrilheiros ocidentais. A mesquita local, situada na rua principal, é investigada há alguns anos pelas secretas inglesas.

Alguns documentários e reportagens da comunicação social britânica dão conta de donativos suspeitos para a Síria e de extremismo religioso. Lá dentro, ninguém se recorda de ali passarem fiéis de nacionalidade portuguesa. Entre a comunidade portuguesa muçulmana a residir na Grande Londres o assunto é considerado tabu.

Um responsável, que pediu para não ser identificado, garante que os casos foram “já identificados” e que os “elementos mais radicais têm sofrido pressões para se afastarem”.

Apesar de a chamada ‘working class’ (classe trabalhadora) ser a que mais ordena em Leyton, tem havido sinais de alguma mudança na fisionomia destes bairros. Os artigos de lazer das edições dominicais da imprensa inglesa fazem eco de uma nova tendência social: jovens profissionais e com estudos superiores, bem como artistas em rápida ascensão, estão a mudar-se para aquela zona da cidade.

Sem dinheiro suficiente para poder pagar as rendas (escandalosamente) altas das casas situadas no centro de Londres, acabaram por se render aos apartamentos (um pouco) mais espaçosos e (muito) mais baratos, sejam os lofts modernos da Brisbane Road ou as casas vitorianas que dominam a paisagem urbana. Outro dado oficial: mais de metade dos habitantes de Leyton tem menos de 30 anos, de acordo com os últimos censos.

Os acessos rápidos, via underground (metro), overground (comboio), carro ou autocarro (pela movimentada A12), também têm contribuído para atrair mais gente para Leyton. A linha de metro que passa pelo subsolo (Central Line) tem ligação direta com Oxford Circus, Liverpool Street ou Notting Hill. Em pouco mais de trinta minutos qualquer um pode ir ver o Big Ben. Mas há também atrações turísticas em Leyton.

O Mercado de Spitalfieds é um dos mais importantes da área da horticultura, frutos exóticos e vegetais. E não faltam pubs de renome, como o King William IV, situado na High Road, ou o mais recente Leyton Technical pub.

A falta de espaços verdes é ainda um dos argumentos de peso contra Leyton e arredores. Apesar do esforço feito em 2012, para tornar toda a zona mais aprazível para os Jogos Olímpicos, o contraste – neste campeonato dos parques, lagos e outras zonas de lazer – com o centro da cidade não podia ser maior.

Ao caminhar pelas ruas principais e secundárias há uma sucessão, que chega a ser por vezes monótona, de casas e prédios, sem grande preocupação estética. Leyton não é assim tão diferente de Stratford, que por sua vez tem semelhanças gritantes com Walthamstow (todas elas zonas vizinhas do nordeste).

A mística que a cidade de Londres transmite a milhões de visitantes dificilmente passará por estas zonas, embora possa haver quem encontre por aqui alguns encantos escondidos. Os maiores estão mesmo à vista: o sobe e desce de pessoas provenientes de todos os continentes que tentam a sorte numa das mais importantes metrópoles do mundo.

Expresso

sexta-feira, 14 de março de 2014

Morta dentro da igreja por se ter convertido ao Cristianismo?

A polícia de Oyo prendeu um suspeito em ligação à morte da sua filha, Kausara Isiaka, alegadamente por ter-se convertido ao Cristianismo. O suspeito foi acusado pelo Reverendo Daniel Oladimeji, uma das 4 pessoas que ele atacou com uma faca do mato, e crê-se que ele tenha sido o mentor do ataque.

Segundo Olabisi Ilobanafor, oficial das Relações Públicas da políkia, uma tal de Mary Oladimeji, da "Calvary Church", em Ayekale - Ibadan - reportou o incidente na esquadra policial às 02:00 do dia 26 de Fevereiro de 2014.

Embora a policia ainda tenha que determinar a sua culpabilidade (ou inocência), alegadamente o suspeito entrou nas instalações da igreja às escondidas, e infligiu cortes com a faca do mato a 4 pessoas. Os nomes das vítimas, segundo a polícia, são Mary, Kausara Isiaka, Aanu e o pastor da igreja.

Apurou-se mais tarde que o pai da falecida, que é muçulmano, alegamente suplicou severamente à sua filha e ameaçou-a para que ela revisse a sua decisão de se converter ao Cristianismo. A policia declarou que a rapariga havia buscado refúgio dentro da igreja, mas nesse dia fatídico um atacante havia entrado nas instalações e causado ferimentos nas vítimas enquanto estas dormiam

Segundo a polícia, das 4 vítimas do ataque, os ferimentos eram mais severos na Mary do que nos outros. Todas as vítimas foram levados ao Mobolaji Hospital (Oremeji, Ibadan) onde Mary veio a morrer.

Ilobanafor afirmou que a polícia visitou o local do crime, tirou fotos e transportou os restos para o mortuário do "Adeoyo State Hospital" para a autópsia. Um suspeito foi preso e o caso transferido para o Comissário-Adjunto da Polícia, Departamento de Investigação Criminal Estadual.


* * * * * * * *
A explicação mais lógica para este ataque é que Mary foi islamicamente condenada à morte por ter voltado as costas a Alá e ter-se entregue ao Senhor Jesus. E assim, a confirmar-se esta hipótese, Mary passa a ser mais uma das muitas vítimas das palavras de Maomé:

Maomé disse: "Se alguém abandonar a sua fé islâmica, matem-no." - Hadith, Bukhari 9.84.57

Inadvertidamente, Maomé e os seus seguidores confirmam mais uma passagem da Bíblia Sagrada:
E até pelos pais, e irmãos, e parentes, e amigos, sereis entregues; e matarão alguns de vós.” - Lucas 21:16

terça-feira, 19 de março de 2013

O preenchimento do vazio deixado pelo esquerdismo


Para o interior da espiritualmente e moralmente morta zona criada pelo esquerdismo e relativismo entra o islão.


Izzadeen, o auto-nomeado ‘Director dos Muçulmanos de Waltham Forest’, marchará com os seus apoiantes - muitos deles novos recrutas do islão - como parte da sua campanha de tornar o bairro suburbano na primeira zona da Grã-Bretanha regida pela lei Shariah. Debaixo da sua brutal lista de regras, haverá uma proibição do álcool, do tabaco e do homossexualismo, bem como da mistura pública entre homens e mulheres.

Todos estes passos fazem parte da campanha concertada de Izzadeen de derrotar a "decadência Ocidental" (mas não a tecnologia, ciência, medicina Ocidental)   e transformar largas partes da Grã-Bretanha - onde, segundo os seus apoiantes, "as pessoas vivem como animais numa selva" - num Emirado Islâmico.

Durante esta semana (ed: 29 de Julho de 2011) Choundry alegou que a área Shariah proposta para Waltham Forest seria patrulhada por jovens islamistas:

Temos centenas, senão milhares, de pessoas dispostas a sair pelas ruas e garantir que as nossas leis sejam obedecidas. Esta é a melhor forma de lidar com as bebedeiras, o boçalismo, a prostituição e o tipo de vida vilão que temos na Grã-Bretanha.

Izzadeen afirmou que largos números de jovens ingleses se estão a converter ao islão. De facto, um largo número de meninas que caminham por algumas zonas de Inglaterra parecem ser brancas e com descendência inglesa. Uma delas, quando aproximada por um dos jornalistas que levou a cabo esta notícia, afirmou que o seu nome era "Abi", e que ela tinha 18 anos. Inicialmente, ela estava relutante em falar connosco. Depois, e com um sotaque Cockney, ela disse:

Eu não fui forçada a nada. Eu era mais ou menos Cristã, mas, tal como muitas das minhas amigas, converti-me ao islão. Isto faz-me sentir melhor com a minha vida. Eu estava numa escola cheia de raparigas muçulmanas, e elas ajudaram-me a tomar  uma decisão. Eu acho que a Shariah pode funcionar aqui. 

* * * * * * *
Eis aí o resultado do multiculturalismo. Em nome da aceitação de todas as culturas e de todas as formas de vida, a elite esquerdista Britânica fomentou uma cultura neo-pagã que deixou os seus cidadãos em busca de direcção e significado. Não é surpreendente, portanto, que muitos ingleses e muitas inglesas tenham rejeitado o estilo de vida sujo, doente, puído, lascivo, libertino, tudo-vale, e cheio de instabilidade pessoal familiar, e adoptado no seu lugar o estilo de vida proposto pelo islão - mais estruturado, mais legal e relativamente mais limpo que a alternativa pagã inglesa.

Para os homens e para os rapazes, o islão promete a restauração da masculinidade, uma ligação com a comunidade que os valoriza como homens e fornece-lhes um bem definido papel a desempenhar. Para as mulheres e para as raparigas, o islão fornece uma vida de auto-valorização como mulher, algo totalmente diferente do estilo de vida lascivo, cheio de sexualidade e promiscuidade fornecido às mulheres pelo esquerdismo.

Ambos os sexos, profundamente enojados com o materialismo e imoralidade da cultura secular e esquerdista, encontram no islão uma resposta melhor para o vazio espiritual que se encontra no interior das suas almas do que aquela que encontrariam junto do esquerdismo - vazio esse que o secularismo não prencheu e nem pode preencher.

Os corações e as mentes dos nativos britânicos, havendo sido convertidos pelo crescente número de imigrantes do Médio Oriente e de África para o que eles acreditam ser um estilo de vida superior, estão a abandonar o esquerdismo cultural.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

ShareThis