MITOS ISLÂMICOS

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domingo, 14 de dezembro de 2014

Boas notícias para os muçulmanos

Por Bill Muehlenberg

Todos nós sabemos sobre o Estado Islâmico e sobre o seu reino de terror, bem como sobre as pessoas um pouco por todo o mundo que têm sido mortas, torturadas, e escravizadas em nome da ideologia política com o nome de islão. E com o crescimento oculto da Sharia no Ocidente, não temos ilusões algumas de facto de estamos dentro duma guerra.

Mas por trás de tudo isto encontra-se, obviamente, uma guerra espiritual, e existem algumas coisas importantes que temos que levar em conta. De facto, no meio disto tudo existem notícias tremendas. Naturalmente que Deus ama os muçulmanos, e busca formas de os atrair para Si; surpreendentemente, muitos muçulmanos estão-se a converter a Cristo - e em números recorde (embora muitos deles estejam a pagar um preço elevado por aceitarem Jesus Cristo como Salvador, incluindo o preço maior da morte), Deus está a fazer um trabalho maravilhoso no mundo islâmico, e histórias de conversões do islão para o Cristianismo são ouvidas todos os dias.

Claro que testemunhos de muçulmanos a converterem-se a Cristo não são novos visto que sempre existiram histórias notáveis de conversão. Em tempos mais recentes, podemos levar em conta o caso da mulher Paquistanesa Begum Bilquis Sheikh, tal como reportada no seu livro clássico de 1978 com o título de "I Dared To Call Him Father". Ela, tal como muitos outros ex-muçulmanos, veio a Cristo especialmente devido a sonhos e visões.

Muitas outras histórias incríveis são contadas em testemunhos longos como livros. Eu mesmo já coloquei algumas no meu site, incluindo a dum ex-guarda revolucionário Iraniano que é actualmente um tremendo evangelista Cristão e professor. Vejam aqui a história tremenda de Daniel Shayesteh.

Outras histórias mais recentes incluem o testemunho de Nabeel Qureshi no seu volume de 2014 com o nome de "Seeking Allah, Finding Jesus". Este é, de facto, um volume muito importante, visto que não só é uma biografia fascinante, como é um olhar profundo aos ensinamentos e às prácticas do islão com a ajuda de estudiosos e apologistas Cristãos de topo.

Também publicado este ano foi o livro "Face to Face With Jesus" por Samaa Habib. Educada numa nação do Médio Oriente, ela tem também uma história de conversão milagrosa. Existem muitas histórias como esta, e histórias de conversão estão disponíveis e são de leitura encorajadora. Uma destas é o volume de Faisal Malick, "10 Amazing Muslims Touched By God".

Deixem-me falar duma história encontrada por lá, a de Kamal Saleem, um jihadista libanês que adorava matar os infiéis. Eventualmente, ele foi para os EUA como jihadista secreto, mas um acidente de carro lançou-o para um hospital. Foi lá, em desespero e desesperado, e precisamente quando ele pensava em acabar com a sua vida, que o Senhor Jesus lhe apareceu e o curou por completo. Actualmente, ele tem um ministério a tempo inteiro sediado no EUA.

Outra colecção de histórias de muçulmanos a converterem-se ao Cristianismo é o "Dreams and Visions: Is Jesus Awakening the Muslim World?"  por Tom Doyle (2012). Nesse livro um certo número de histórias de conversão estão registadas, e mais importante ainda, Doyle só listou histórias que poderiam ser devidamente verificadas.

Para além de tais histórias pessoas de conversão existem também volumes que se dedicam a analisar o pano de fundo mais alargado. Dois livros recentes que discutem este agir tremendo de Deus entre os muçulmanos tem também que ser ressalvado aqui. O primeiro é "Miraculous Movements" por Jerry Trousdale (Thomas Nelson, 2012). Tal como ele escreve na sua nota introdutória:

Movimentos milagrosos estão a varrer algumas partes do mundo islâmico actual. O Espírito de Deus está a mover-Se duma forma poderosa - de facto, duma forma que nós pensamos ser sem precedentes - à medida que centenas de milhares de muçulmanos estão a entregar as suas vidas ao senhorio de Jesus Cristo. Antigos sheiks e imãs; homens que bombardeavam igrejas e perseguiam sem piedade os seguidores de Cristo; homens e mulheres comuns que haviam seguido os ensinamentos do islão durante toda a sua vida - estes e  muitos outros estão a encontrar a verdade da vida eterna através do Senhor Jesus Cristo, e o número cresce diariamente.

Muitos destes ex-muçulmanos chegam-se à Palavra de Deus através de formas dramáticas - através de sonhos, e visões, como resultado de testemunharem milagres, por verem homens e mulheres a serem curados de deficiências físicas e vícios, e através de grupos de rebeldes endurecidos que voluntariamente entregam as suas armas. Dezenas de milhares estão a testemunhar o Poder do Espírito de Deus nas suas vidas.

Outro volume também importante é "A Wind in the House of Islam" (WIGTake, 2014), de David Garrison. Este volume documenta também a forma como Deus a operar de forma poderosa no mundo islâmico. Ele começa a sua descrição agitante da seguinte forma:

Actualmente, em mais de 70 localizações separadas, e presentes em 29 nações, novos movimentos de seguidores de Cristo provenientes de famílias muçulmanos estão a ocorrer. Cada um destes novos movimentos já passou a marca de pelo menos 100 novas igrejas ou 1,000 membros baptizados - todos eles chegados a Cristo durante as últimas duas décadas.

Em alguns países o número destes movimentos cresceu para as dezenas de milhares. Embora o número de novos seguidores de Cristo - entre 2 a 7 milhões - possa ser estatisticamente uma gota no vasto oceano do islão, ele não é insignificante. Não estando limitado a zonas remotas do mundo islâmico, estas novas comunidades de crentes encontram-se propagadas - desde o Sahel da África Ocidental até às apinhadas ilhas da Indonésia - e todos os lugares pelo meio.

Embora muitas destas histórias  - talvez a maioria - lide com países com maioria muçulmana onde o evangelismo Cristão directo seja difícil e quando inexistente, Deus está também Preocupado com os nossos vizinhos muçulmanos que se encontram à nossa porta. É provável que nós sejamos incapazes de ir para tais estritos países islâmicos como missionários, mas podemos orar pelo mundo islâmico, e certamente que podemos tentar atingir os muçulmanos que vivem no Ocidente.

Garrison termina com estas palavras em torno dos "cinco passos prácticos que podemos levar a cabo agora como forma de nos alinharmos com a actividade redentora de Deus entre os muçulmanos." Ele cita cinco coisas-chave que nós podemos fazer:

- Orar pelos muçulmanos.
- Apoiar os movimentos que tentam alcançar os muçulmanos.
- Falar com muçulmanos.
- Ministrar aos muçulmanos da nossa comunidade.
- Partilhar o Evangelho com os muçulmanos.

Tal como já disse anteriormente, quando se fala no islão, temos duas obrigações claras. Publicamente, e politicamente, temos que resistir a jihad oculta e a Sharia rastejante. A liberdade e a democracia são dignas de serem defendidas, e nós estamos dentro duma guerra séria contra o islão político.

Mas ao nível pessoal e espiritual, temos que fazer todos os possíveis para exibir os amor de Cristo para com os nossos vizinhos muçulmanos. Temos que orar por eles, buscar formas de estabelecer laços de amizade, e fazer todos os possíveis para os trazer para o Reino. Deus claramente está a trabalhar no mundo islâmico. e Ele quer estar a trabalhar no Ocidente também.

Que papel é que tu vais desempenhar nisto tudo?
Fonte: http://bit.ly/1w6Wkyw.

quarta-feira, 5 de março de 2014

O Testemunho de Bassam

Vivo no Médio Oriente. Nasci muçulmano, e quando tinha 18 anos, tornei-me membro dum dos grupos islâmicos, visto que eu tinha um parente que era uma dos líderes do grupo. Eu pensava que estava a fazer tudo em favor de Deus, levando em conta o que eu sabia Dele por esta altura. Depois de algum tempo, comecei a ter algum treino no uso de armas e na construção de explosivos. Eu sentia-me desconfortável com o que estava a fazer - ferindo pessoas em nome de Deus. Eu pensava que ou eu ou os membros do grupo haviam entendido mal os ensinamentos de Deus.

Comecei outra vez a estudar o Alcorão e a Tradição - com a ajuda de um dos líderes do grupo, mas sem lhe dizer o motivo para o meu estudo - para ver o que eu não tinha entendido. Depois de 2 anos, eu estava perplexo com o que tinha descoberto. Descobri que o islão não é o percurso pacífico até Deus, tal como eu acreditava, mas pelo contrário, era muito violento. Se *eu* teria que estabelecer a vontade de Deus de qualquer maneira, mesmo matando pessoas, então este não poderia ser o caminho de Deus.

Nunca coloquei a hipótese de algum dia vir a abandonar o islão em favor de outra religião, no entanto eu estava certo que o islão não me estava a levar até Deus. Eu tive uma espécie de quebra durante algum tempo quando descobri que tudo o que havia acreditado estava errado. Comecei a tomar drogas e a não falar de Deus. Foi então que eu conheci um Cristão que não sabia assim muito da Teologia Cristã mas que tinha muito amor pelos outros, independentemente de quem os outros eram. Um dos seus amigos (que era membro do mesmo grupo do qual eu havia feito parte) disse que ele tinha que ser morto porque ele era um Cristão, e porque ele não tinha pago a "Jiziah" (imposto que, segundo o Alcorão, os Cristãos e os Judeus a viver num estado islâmico eram forçados a pagar) mas isso não impediu o Cristão de amar esse homem e de lidar com ele de forma profissional.

Inicialmente, eu não sabia que ele era Cristão, e quando fiquei a saber, fiquei surpreendido; tudo o que eu havia aprendido durante toda a minha vida sobre os Cristãos, lendo os escritos islâmicos e as opiniões de Maomé sobre eles, havia-os rebaixado de forma bem vincada. Pedi a este amigo se ele me poderia arranjar uma cópia da Bíblia. Depois de dar início à minha leitura, vi que havia uma diferença enorme entre o que está escrito na Bíblia e o que eu havia ouvido as pessoas a dizer dela (quer tenham sido muçulmanos ou até Cristãos nominais).

Eu fiquei profundamente impactado com uma coisa, nomeadamente, com o ensinamento de que não há ninguém excepto Jesus que é justo; até aqueles que eram chamados de povo de Deus, tais como David, Jacó, Abraão e os doze apóstolos, haviam feito algo de errado. A Bíblia está cheia de pecados e transgressões por parte das pessoas, excepto Jesus. Ele mesmo disse aos Seus inimigos "Qual de vocês me convence de pecado?" (João 8:46a), mas ninguém foi capaz de responder. Até Judas, que O traiu e O entregou às autoridades para que Ele fosse morto, disse "Pequei ao trair Sangue Inocente" (Mateus 27:4).

Para além disso, Pôncio Pilatos, o governador Romano que eventualmente O condenou à morte, disse "Porquê? Que mal fez Ele? Não achei nada NEle digno de morte." E o centurião que testemunhou a morte de Jesus disse "Certamente, este Homem era Inocente!" Ele [o Senhor Jesus] impactou-me de forma profunda exibindo o exemplo mais elevado do ser humano, revelando-Se como Alguém que realmente merecia ser Seguido.

Demorei algum tempo até finalizar a leitura da Bíblia. Depois de um ano de batalha interior, decidi que eu queria seguir a Deus tal como Ele Se revelou em Cristo e não como alguém dizia que Ele era. Orei a Ele e Ele fez-Se presente. Pela primeira vez na minha vida senti que Deus esta presente; dizer que esse foi um sentimento estranho é um eufemismo. Eu estava tão feliz e tão triste. Feliz por saber que Ele estava ali e triste por me aperceber do que havia perdido. Senti uma paz imensa e queria que este sentimento nunca acabasse. Ainda me lembro desta primeira vez que eu orei; corri para fora do quarto porque pela primeira vez senti a Presença de Deus.

Desde então, eu tenho-O seguido, e Ele mudou a minha vida. Abandonei as drogas e tornei-me numa pessoa totalmente nova para todas as pessoas que conheço; mas tal como eu disse, eu vivo no Médio Oriente onde todas as pessoas pensam que estão certas e todos os outros estão errados. Devido a isso, tive alguns problemas com a minha família e eles expulsaram-me de casa. Tal como Jesus disse "E o irmão entregará à morte o irmão, e o pai o filho; e os filhos se levantarão contra os pais, e os matarão." (Mateus 10:21) foi isto que aconteceu comigo.

O meu pai entregou-me às forças de segurança e eles prenderam-me e lançaram-me na prisão por ter abandonado o islão. Passei por maus momentos por lá visto que eles torturaram-me para me forçar a regressar ao islão. Usaram choques eléctricos e espancamentos, e deixaram-me toda a noite pendurado pelos pulsos. Depois de um ano, fui colocado numa prisão solitária onde fiquei quase um ano. Mas eu não podia negar Aquele que me deu vida.

Hoje em dia, estou fora da prisão e saí da minha casa e do meu país visto que ainda sou procurado por lá por ter abandonado o islão. Ainda caminho com Jesus e amo-O porque Ele me amou primeiro, e deu a Sua Vida na cruz por mim. Eu sabia desde o princípio que teria problemas. Afinal, não disse Ele a Paulo "E Eu lhe mostrarei quanto deve padecer pelo Meu Nome"? (Actos 9:16)

Hoje estou livre de tudo. Tenho uma esposa amorosa que conheci depois de sair da prisão, e que me tem apoiado em tudo o que eu faço para Deus, mas o mais importante para mim é a minha segurança eterna de que estarei com Ele para sempre, independentemente do que aconteça. E como resultado disso, resolvi dedicar a minha vida a dizer as outras pessoas do Seu grande amor por nós. Tal como Ele me ordenou:

Não temas, mas fala, e não te cales; Porque Eu sou contigo, e ninguém lançará mão de ti para te fazer mal, pois tenho muito povo nesta cidade. (Actos 18:9-19)

Sintam-se à vontade para me escrever se querem saber mais. Bassam.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

5 Evidências de que Alá não é o Deus da Bíblia

Apesar de nós, Cristãos, podermos ver através da charada uma vez que temos "denunciante" (a Autoritária, Inerrante e Inspirada Palavra de Deus), um terço da população mundial foi totalmente enganada pelo maometanismo (islão). Eles foram ensinados falsidades em torno da Santidade de Deus, da natureza do homem. do pecado, do Senhor Jesus Cristo, e assim por diante. Obviamente que eles dirão o mesmo em relação a nós Cristãos, portanto, urge perguntar: qual é a diferença? Porque é que devemos acreditar no conceito Cristão de Deus e não no islâmico? Eu acho que há pelo menos cinco razões para vermos que Alá não é o Deus Verdadeiro.

1 – Misericórdia e Justiça

Os maometanos concordam que Deus é Justo e Misericordioso, mas o problema é que na teologia islâmica, estas duas características contradizem-se.  Imaginemos que Deus tem um pecador culpado perante Ele, e perdoa-lhe os pecados (tem misericórdia dele). Isto faria de Deus algo parecido a um juiz corrupto. Mas imaginemos que Deus dá a esta pessoa o castigo adequado (é Justo), desta forma Deus não seria Misericordioso. Ao afirmar que Deus é Misericordioso, Ele é, desde logo, Injusto. Ao afirmar que Ele é Justo com os pecadores, Ele não é Misericordioso. Mas Ele não pode ser ambos, apesar do Alcorão ensinar isso mesmo.

A Palavra de Deus - A Bíblia - ensina que Deus é ao mesmo tempo Justo e Misericordioso visto que na Cruz do Senhor Jesus Cristo, a justiça e a misericórdia uniram-se. Quando Deus descarregou a sua raiva sobre o Seu Filho, Ele foi Justo - visto que o Senhor Jesus Cristo absorveu o castigo que nós merecíamos - e Misericordioso - porque, agora, os pecadores culpados podem ver os seus pecados perdoados mal eles se comprometam a seguir a Cristo todos os minutos da sua vida, até ao final da sua vida.

Com isto em mente, podemos dizer que a concepção Cristã de Deus não se depara com este enigma, tal como acontece com a concepção (errada) de Deus que o Alcorão "revela". Na teologia islâmica, Deus ou é sem misericórdia ou injusto. Mas Ele não pode ser ao mesmo tempo ambas (Justo e Misericordioso). Logo, o "Deus" revelado no Alcorão não é ser mais perfeito que se pode conceber. Logo, o Deus revelado no Alcorão não existe.

2 – Amor

O Senhor Jesus disse, "Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo, e aborrecerás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo: Amai os vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem" (Mateus 5:43-44). De modo consistente, por todo o Alcorão é afirmando que Alá não alcança o padrão que o Senhor Jesus estabeleceu. Alá falha neste ponto e desde logo falha em ser o maior ser que se pode conceber (porque é melhor ser amoroso do que sem amor). Tal como afirmou o estudioso islâmico Darood Akbar, no seu livro "The God of Justice", "Amor Divino sem reservas pela humanidade é uma ideia completamente alienígena para o Alcorão. Em parte alguma encontramos a ideia de que Alá ama a humanidade. O amor de Alá é condicional."

Vez após vez, o Alcorão afirma que Alá não ama o pecador (2:99, 2:99,277 277; 3:33,58; 4:37; 5:88; 6:142; 8:59) e que o seu "amor" é parcial, condicional e tem que ser subornado. Só quando alguém expressa o seu amor por Alá é que ele o ama de volta.  Logo, não parece que Alá ultrapasse a marca dos cobradores de impostos e dos pagãos que só saúdam os seus.

Imaginem o quão horrível seria um pai forçar a sua filha a conquistar o seu amor, em vez de a amar apenas e só pelo facto de ser sua filha. Algumas pessoas tiveram experiências com pais assim, e não é possível acreditar que esta é forma correcta de agir para o Altíssimo visto que se Ele fosse assim, Ele não seria o Altíssimo. Existem homens que amam os seus inimigos, até quando os seus inimigos os odeiam, e neste ponto, eles são mais morais que Alá, o deus do Alcorão.

3 – Alá não é o Deus da Bíblia Hebraica.

Alá disse que ele era o Deus de Israel, mas existem várias inconsistências entre Alá e o Santo de Israel. Na Bíblia Hebraica, por exemplo, Deus diz que tem Um Filho (Salmo 2.7), mas o Alcorão diz de forma inequívoca que Alá não tem filhos (Alcorão 10:68). Para além disso, e isto é algo importante, na Teologia Judaico-Cristã, o Filho de Deus é uma Figura Divina; Ele é a Versão Humana do Deus Invisível - Ele é o Próprio Deus. Logo, o Deus revelado na Bíblia Hebraica é TriUno (Trindade).

A Trindade encontra-se por toda a Bíblia Hebraica (embora os Judeus não a conhecessem devido ao facto deles não terem a ampla Revelação que nós hoje temos).  Desde o início da criação que pronomes plurais e verbos são usados e aplicados a Deus (Génesis 1:27, 3:2, 11:7, Isaías 6:8). Até a própria palavra "Elohim" (traduzida para "Senhor" cerca de 4,000 vezes), é a forma plural da palavra "Senhor". indicando mais do que Uma Pessoa. Logo, o Deus assim revelado pela Bíblia Hebraica é Uma Trindade, e Alá não é uma trindade. Logo, o Deus da Bíblia Hebraica não é o Alá do Alcorão.

 [ed: Embora o conceito da Trindade não estivesse tão entendido na altura, os Judeus já tinham uma ideia da Pluralidade Pessoal dentro da Essência Divina:

"O Ancião dos Dias tem três cabeças. Ele revela-Se através de três arquétipos, todos eles formando Um só. Ele é, portanto, simbolizado pelo número Três. Eles revelam-Se Um no Outro. [Estes são] primeiro, a "Sabedoria", secreta, oculta. Acima vem o Santo Ancião; acima Dele, o Incognoscível. Ninguém sabe o que Ele contém; Ele está acima de todas as concepções." (Zohar, iii. 288b).]

Para além disso, o Santo de Israel revelou-Se a Moisés sob o Nome de YAHWEH, e este é o Nome pelo Qual Ele será conhecido pelas gerações (Êxodo 3:14-15). Mas o nome pessoal do deus do Alcorão não é YAHWEH mas Alá. (...) Logo, Alá não é o Santo de Israel, tal como afirma o Alcorão, e consequentemente, o Alcorão não foi revelado pelo Deus que Revelou a Bíblia Hebraica.

4 – Alá deriva da mitologia pagá.

Alá era a divindade principal das 360 divindades adoradas pelos árabes pagãos antes do advento do islamismo. Ele era também adorado na área onde viviam os pais de Maomé. De facto, o nome literal de Maomé em arábico era "Abd Allah" [escravo/servo de Alá]. O nome do seu tio era "Obred Allah". A influência pagã dentro da família de Maomé fazia-se sentir não só no nome da divindade, mas também em muitas tradições islâmicas que são, literalmente, cópias das tradições pagãs!

A família de Maomé, tal como a maior parte da Arábia pré-islâmica, curvava-se em direcção a Meca cinco vezes por dia. Isto era feito em sinal de reverência ao deus lunar adorada na Kaaba. Eles também jejuavam, iniciando na lua crescente e durante um mês, práctica literalmente indistinguível da tradição conhecida como Ramadão. Até o símbolo islâmico colocado no topo de todas as mesquitas e em todas as bandeiras - a lua crescente - deriva directamente do símbolo que o ramo de paganismo existente na Arábia usava. Isto é uma evidencia muito forte de que esta práctica mais não é do que uma práctica pagá reciclada.

É por isso que o deus que os maometanos adoram e seguem chama-se Alá (o deus maior da tribo de Maomé), e é também por isso que a maior parte da tradições muçulmanas são tradições practicadas pela tribo de Maomé. Estas prácticas islâmicas são evoluções culturais, mas qualquer significado mais profundo tem que ser atribuído aos aderentes originais do sistema, nomeadamente, os pagãos.

5 – Alá não pode ser Deus porque o Senhor Jesus é Deus.

Durante as últimas décadas os historiadores têm tentado desenvolver um retrato histórico acertado à cerca de Jesus de Nazaré. Na sua tentativa de o fazer, eles confirmaram muitas alegações Bíblicas. Os historiadores chegaram a um consenso em torno destas 5 alegações Bíblicas:
  1. A crucificação
  2. O túmulo de José de Arimateia
  3. A descrição Bíblica do túmulo vazio.
  4. A experiência de vários grupos de que Ele os apareceu com vida depois da Sua morte
  5. Os discípulos acreditavam fortemente na Sua ressurreição e estavam dispostos a morrer por esta crença.
Alguns destes factos, tais como a narrativa da crucificação, contradizem de forma clara os ensinamentos do Alcorão, mas a explicação mais lógica é a de que Deus ressuscitou o Senhor Jesus dos mortos, confirmando a Mensagem Cristã.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

O terror em nome de Deus abateu se sobre Nairobi

 
Um grupo de homens armados decidiu que tem autoridade para executar a justiça divina. De decidir quem deve viver, se conhecer as preces da sua religião, e quem deve morrer por ser “infiel”.

Os “infiéis” mortos não precisaram de ter qualquer culpa, não precisaram de ter qualquer participação nos actos de que se diziam vingar.  Bastava que não fossem muçulmanos. Nem a inocência das crianças foi poupada. 

O Islão é uma religião da paz, como não se cansam de explicar alguns fiéis, cheios de boas intenções, homens verdadeiramente de paz e amantes da concórdia. 

O Islão é uma religião da paz, mas os seus seguidores não o são todos. E o pior é que não há como distinguir um terrorista. Eles andam camuflados, convivem com as suas vítimas, sorriem, podem ser simpáticos. O pior é que não se pode adivinhar o que lhe vai na alma. O que anda a tramar.

O Islão é uma religião de paz, conceptualmente, mas não é esta a imagem que projecta de si mes mo. Ou porque é intolerante com opiniões que não lhe são favoráveis, ou porque não consegue apartar-se claramente dos crimes cometidos em seu nome. 

Uma coisa é a causa dos povos dos países árabes. A causa da Palestina colhe simpatias de todas as partes do mundo. Outra coisa é a matança tresloucada e insana em nome de um deus que começa a pintar-se de ver melho. O Islão começa a confundir se com o medo. O medo, sabe-se é perigoso. 

Em Angola há cerca de um milhão de muçulmanos, segundo os responsáveis da comunidade.
Uma acção como a de Nairobi, onde militantes islâmicos mataram indiscriminadamente civis num centro comercial, faz já acender algumas luzes. Há preocupação. Desnecessá ria? Não se sabe. Há um ditado que diz que quando a barba do vizinho arde deve-se pôr a nossa de molho. 

É o que se ouve pelas ruas e nas redes sociais. Há já alguma preocupação. 

Se o Islão é uma religião de paz, os seus líderes devem assumir que a religião está em crise. Devem fazer tudo para resolver tal crise, afastan do-se dos matadores, respeitando as outras religiões e os Estados laicos. 

Respeitando outras formas de ver a vida. O Islão não deve permitir que continue a morrer gente por sua causa ou em seu nome. 

O massacre de Nairobi não foi perpetrado e reivindicado por razões políticas. Escolheu-se a dedo quem deveria morrer. Isso é inadmissível, em nome de que deus for. 

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